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O Sistema Ocepar promove, nesta quinta-feira (17/03), na sede administrativa da Copasul, em Naviraí (MS), mais uma edição do Fórum de Fiações, com a presença de representantes da área comercial, industrial e técnica das cooperativas paranaenses Integrada, Coamo e Cocamar e da própria Copasul. Serão discutidas as tendências de preços e mercado para algodão e fios. Haverá ainda a apresentação de indicadores técnicos e industriais do setor de fiações. Os participantes também farão uma visita à fiação da Copasul. O Fórum das Fiações é realizado a cada três meses em sistema de rodízio entre as cooperativas participantes. Este será o primeiro de uma série de quatro programados para 2011. "Segundo os participantes, os fóruns têm proporcionado resultados positivos a partir do intercâmbio de informações que têm contribuído para a superação das dificuldades encontradas em suas cooperativas, por meio do conhecimento adquirido com os debates e visitas às fiações", afirma o analista técnico e econômico da Ocepar, Robson Mafioletti.
Confirmação - A presença ao evento deve ser confirmada até esta quarta-feira (16/03), com Aline Bernardo pelo e-mail
Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . Mais informações com Robson Mafioletti ou Silvio Krinski pelo fone: (41) 3200-1100.
O Sebrae/PR realiza, de 17 a 20 de março, na Expo Unimed, em Curitiba, a Feira do Empreendedor 2011 - Paraná, em parceria com a Prefeitura do município. De acordo com os organizadores, serão quatro dias dedicados à difusão do empreendedorismo; ao oferecimento de conhecimento em empreendedorismo e gestão; à disseminação do conceito de inovação; ao oferecimento de soluções práticas e viáveis para pequenas empresas; ao estímulo, surgimento ampliação e diversificação de novos empreendimentos; e à prestação de esclarecimentos e orientações para o público. O Sistema Ocepar terá um estande no local do evento, onde profissionais da Ocepar e do Sescoop Paraná estarão a disposição para atender os visitantes com informações sobre cooperativismo. São esperados 20 mil participantes de todo o Estado.
Serviço - A Feira do Empreendedor 2011 - Paraná acontece de 17 a 20 de março no Expo Unimed, na Universidade Positivo - Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, nº 5.300, Campo Comprido - Curitiba. A solenidade de abertura oficial será na quinta-feira (17/03), às 19 horas. Horários de funcionamento da Feira do Empreendedor: dias 17, 18 e 19 de março (quinta-feira a sábado), das 14 às 22 horas; dia 20 de março (domingo), das 14 às 20 horas. (Com informações do Sebrae/PR)
Nesta segunda-feira (14/03), o Grupo Técnico do Conselho Consultivo do Crédito da OCB (GT/Ceco) esteve reunido para discutir o Plano de Ação do cooperativismo de crédito brasileiro. De acordo com o gerente de Relacionamento e Desenvolvimento do Cooperativismo de Crédito da OCB, Silvio Giusti, além do Plano de Ação, o grupo focou em dois assuntos: enfoque e nivelamento sobre o sistema de garantias e também sobre a possibilidade da instalação do Regime de Cogestão pelas centrais e confederações de créditos e suas filiadas, conforme a Lei Complementar 130/2009.
Artigo 16 - "Nos concentramos especialmente no artigo 16 da Lei Complementar, o qual informa que as cooperativas de crédito podem ser assistidas, em caráter temporário, mediante administração em regime de cogestão, pela respectiva cooperativa central ou confederação de centrais para sanar irregularidades ou em caso de risco para a solidez da própria sociedade", explicou Giusti. Além de Giusti, participaram do Grupo Técnico do Ceco os representantes do Sicoob, Rômulo Cavalcanti Pimenta, da Unicred, Evandro Jacó Kotz, e do Sicredi, Bláir Costa D"Avila. "Esse grupo tem sido importante no planejamento e realizações estratégicas destinadas ao desenvolvimento do cooperativismo de crédito brasileiro e apoiando as decisões do Ceco", ressaltou Sílvio Giusti. (Informe OCB)
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) promove na tarde desta terça-feira (15/03) um debate sobre as propostas de alteração do Código Florestal. O encontro será aberto pelo relator da reforma da legislação ambiental, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que vai defender a aprovação do seu substitutivo - que tem o apoio de ruralistas, mas é combatido pelos ambientalistas. O debate será realizado das 14 às 18 horas no auditório Freitas Nobre da Câmara Federal. O professor da Universidade Mackenzie Antonio Carlos Rodrigues do Amaral falará sobre os aspectos constitucionais do relatório de Aldo Rebelo. O procurador da Fazenda Nacional da Advocacia-Geral da União, Luis Moraes, analisará o Código Florestal em vigor, do ponto de vista jurídico. O ex-ministro da Agricultura Alysson Paulineli será um dos palestrantes do seminário. No encerramento do evento, ele vai defender a atualização do Código Florestal Brasileiro, em vigor desde 1965. (Assessoria de Imprensa de deputado Moacir Micheletto)
Os triticultores foram atendidos e ganharam mais tempo para se adequar a nova classificação do trigo. Segundo garantiu nesta segunda-feira (14/03) o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, durante a Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, o governo tornará os padrões de qualidade mais rígidos somente na safra 2011/12. "As novas especificações serão adiadas por uma safra", frisou. Assim, a portaria que tornaria as regras válidas já para o grão plantado em abril e maio deve ser adiada. "Agora, isso depende apenas do processo burocrático", garantiu Rossi.
Oportuno - A notícia agradou aos produtores de trigo do Estado, que aguardavam a prorrogação da determinação, prevista para vigorar a partir de junho. "O anúncio é muito oportuno. Desta forma, teremos tempo para fazer o dever de casa, guardar e escolher a semente, buscar informações sobre os preços", disse o presidente da Câmara Setorial das Culturas de Inverno, Rui Polidoro Pinto. No entanto, os triticultores ainda esperam que a portaria equipare o rigor da classificação tanto no grão do mercado interno quanto do externo. "Precisamos encaixar nosso produto e o importado nas mesmas condições."
Arroz - Além do trigo, Wagner Rossi dedicou atenção às questões orizícolas. "No dia 22, estarei com o ministro da Agricultura da Argentina, Julián Domínguez, para tratar dos negócios que envolvem o Mercosul", revelou. O bloqueio a importações de arroz de outros países do bloco vem sendo cobrado por lideranças arrozeiras, que defendem uma suspensão temporária na operação para valorizar o produto brasileiro. "Todos os contatos são importantes. Precisamos que a situação mude", destacou o presidente da Câmara do Arroz, Francisco Schardong.
PSI - Sobre a prorrogação do PSI com juros mais altos a partir de abril, o ministro limitou-se a apoiar a proposta do presidente da Câmara Federal, Marco Maia, de transformar o programa em lei e incluí-lo na política pública. (Correio do Povo)
Na tarde desta segunda-feira (14/03), foi realizada a terceira edição do Fórum Nacional do Milho, durante a programação da 12ª Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque/RS. O atual presidente da UBRABIO - União Brasileira do Biodiesel, Odacir Klein, abriu o evento. Representantes dos estados de Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso e Bahia explanaram a respeito da produção e do mercado do milho.
Etanol - Clebi Renato Dias, diretor executivo da Coopercampos (SC) avaliou que o etanol mudou radicalmente o mercado internacional do milho. Para ele, o momento é de euforia diante do aumento do preço no mercado externo e da expectativa de uma boa safra. Dias destacou a importância do milho para Santa Catarina, pelo fato do estado concentrar muitas indústrias de carnes, sendo assim, um grande consumidor de ração.
Produção mundial - Em cinco anos, houve aumento de 100 milhões de toneladas na produção mundial de milho enquanto o consumo cresceu em 107 milhões de toneladas, afirmou Nelson Costa, superintendente adjunto da Organização das Cooperativas do Paraná - Ocepar. A demanda, segundo ele, também aumentou impulsionada, inclusive, pelo etanol. O crescimento do consumo de rações, puxado pela China, também contribuiu para a procura pelo milho. Costa destacou a tendência de redução da representatividade da primeira safra na produção e o aumento da participação da safrinha. Diante da alta nos preços do milho, Nelson Costa deixou um recado: "as indústrias de carne, principalmente de frango, não suportam preços acima de R$ 27,00 a saca".
Consumo interno - Carlos Henrique Fávaro, diretor administrativo da Aprosoja/MT, revela o objetivo de aumentar o consumo interno de milho no estado a partir da consolidação do mercado de carnes. Em uma região onde 98% da produção de milho é proveniente da safrinha, o grande problema ainda é a logística. Fávaro destaca o alto custo de transporte de grãos como um dos principais entraves.
Participação pequena - O diretor executivo da Associação dos Agricultores e Irrigantes da Bahia,Alex Rasia, relatou a pequena participação do milho baiano na produção brasileira - apenas 9%. A concorrência do produto do centro-oeste é apontada como um dos limitadores da produção local. Rasia aposta na aplicação de tecnologia para o incremento da produção local. (Agrolink)
O Mercosul e a União Europeia não deverão trocar ofertas de liberalização esta semana, como estava previsto, por causa das dificuldades nos dois lados para fazer concessões na rodada de negociações iniciada hoje em Bruxelas. A ideia dos dois blocos era apresentar oralmente suas ofertas, ainda sem comprometimento formal, para testar até onde cada lado poderia avançar. No entanto, nem isso será possível agora.
Reviravolta - Do lado do Mercosul, a Argentina apareceu com uma reviravolta radical em sua posição, que se soma à resistência da indústria brasileira. Alega que, antecendendo a eleição presidencial de outubro, não tem condições de se comprometer com abertura maior de seu mercado para produtos europeus. A mudança de posição argentina é ainda maior quando se considera que foi na sua presidência do Mercosul que a negociação fora retomada no ano passado.
UE - Por sua vez, a UE multiplicou os sinais de que sua margem de manobra diminuiu e não poderá melhorar sua oferta agrícola agora para além das cotas já propostas em 2004 para os exportadores do Mercosul, diante da enorme pressão do lobby agrícola e de parte do Parlamento contra o acordo birregional. Até recentemente, a Argentina se escondia atrás da indústria brasileira que resistia a mais liberalização. Quando o governo brasileiro indicou que queria avanço na negociação, estimando que há ganhos no acordo, os argentinos passaram a argumentar com dificuldades políticas.
Discussão geral - A expectativa em Bruxelas é de que o Mercosul e a UE vão, assim, ter uma discussão geral, talvez sinalizando com algumas cifras, mas muito aquém do que era previsto. A discussão deve envolver a cobertura do acordo, a parte normativa que ainda não foi concluída e que significa estabelecer as regras do acordo (salvaguardas, mecanismo de disputa etc).
Negociação - Outro sinal da dificuldade é o fato de os europeus não falarem mais em fechar em meados do ano, mas "ao longo" do ano, a negociação para fazer o maior acordo de livre comércio do mundo. Do lado da indústria brasileira, a resistência tem sido forte por causa do câmbio, com o real muito valorizado, e também pelo aumento das importações. O setor automotivo ampliou sua posição contrária à abertura do mercado brasileiro, enquanto o setor agrícola continua esperando ganhos maiores no mercado europeu.
Cobertura - A cobertura do acordo deveria ser de pelo menos 90% do comércio birregional. Mas um recuo na abertura do setor automotivo do Mercosul representaria 20% a menos, algo considerado impensável no contexto atual, porque derrubaria de vez a negociação.
Problemas conjunturais - Nesse cenário, alguns negociadores dos dois blocos tentam em Bruxelas evitar que "problemas conjunturais" prevaleçam e causem novo congelamento da negociação. Setores mais favoráveis à negociação observam que os compromissos de liberalização só entrariam em vigor ao longo de cinco a 15 anos, não tendo impacto imediato. (Valor Econômico)
Após reunião com empresários brasileiros, o presidente do Uruguai, José Alberto Mujica, manifestou ontem confiança na possibilidade de estabelecer com o Brasil um comércio em moeda local."Temos que trabalhar nessa agenda. Tenho confiança que podemos alcançar um acordo. Essas coisas são difíceis, mas são estratégicas", disse Mujica após participar de encontro empresarial entre Brasil e Uruguai na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O chanceler brasileiro, Antonio Patriota, também participou do evento.
Congresso brasileiro - O ministro da economia do Uruguai, Fernando Lorenzo, afirmou que a proposta de transações comerciais em moeda local depende apenas da aprovação do Congresso brasileiro, uma vez que já teria sido aprovada pelo Legislativo uruguaio. O Brasil já realiza trocas em moeda local com a Argentina.Entre outubro de 2008 e setembro de 2010, os negócios com Buenos Aires ultrapassaram R$ 1,5 bilhão (cerca de US$ 882,3 milhões). O valor, no entanto, corresponde a apenas 1,9% do total da corrente de comércio entre os dois países no período (US$ 45,12 bilhões).
Encontros - O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, ressaltou que os empresários brasileiros e uruguaios vão se encontrar a cada três meses para debater meios de ampliar o comércio bilateral. Entre os temas que serão discutidos está a hipótese de negociar produtos agrícolas em conjunto com terceiros países. Já Patriota disse que o Brasil está empenhado em aumentar a relação em áreas como energia e alta tecnologia.
Detalhes - Os detalhes e as propostas devem ser discutidas durante a visita da presidente Dilma Rousseff ao Uruguai, no dia 16 de maio. Segundo o chanceler, os dois países tiveram crescimento significativo em 2010 e devem aproveitar o momento favorável para impulsionar os negócios. O diretor-adjunto de relações internacionais e comércio exterior da Fiesp, Thomaz Zanotto, informou que a balança comercial entre Brasília e Montevidéu totalizou cerca de US$ 3 bilhões em 2010, sendo US$ 1,5 bilhão para cada país. (Valor Econômico)
Pelo segundo ano consecutivo, as lavouras de soja do Paraguai estão entre as melhores da América do Sul. Uma temporada para deixar para trás as quatro safras em que a produtividade média mal chegou a 2 mil quilos por hectare na década passada. Com uma área crescente que no ciclo atual chegou a 2,8 milhões de hectares, o país deve colher 8,1 milhões de toneladas pela primeira vez, consolidando a posição de quarto exportador mundial. Desta vez, até as previsões que não consideraram quebra climática estão sendo superadas.
Marca - Os relatos mais comuns na zona produtora que cobre o leste do país são de marcas acima de 3 mil quilos por hectare. As novas tecnologias adotadas pelos produtores estariam se sobrepondo ao histórico de altos e baixos. "O relevo e os solos são bastante parecidos com os do Oeste do Paraná, com o Rio Paraná no meio. A cultura da soja está consolidada e, a longo prazo, a área de cultivo pode ser dobrada. A tecnologia de sementes e fertilizantes, a conservação do solo pela adoção do sistema de plantio direto estão dando estabilidade à produção", avalia o agrônomo Robson Mafioletti, assessor técnico-econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) que viajou à Argentina e ao Paraguai com a Expedição Safra nas duas últimas semanas.
Produção - A produção de soja no Paraguai se estruturou nos últimos 30 anos. Os órgãos nacionais consideram que dois em cada três produtores são brasileiros ou filhos de brasileiros que nasceram no Paraguai. Nas últimas safras, a oleaginosa continuou se expandindo no Leste, principalmente sobre áreas da pecuária, no Centro e no Norte do país, com abertura de novos campos.
Novas tecnologias - "Muitas áreas aparentemente improdutivas podem ser cultivadas com as novas tecnologias disponíveis. Quem diz que não dá soja? É só tomar cuidado com a época certa e a variedade", aponta Ovídio Zanquet, gerente geral da Lar Paraguay, há 14 anos no país vizinho. A empresa pertence à cooperativa Lar, que tem sede em Medianeira, município a 70 quilômetros da fronteira.
Solos - Os solos do Paraguai apresentam melhores condições que os do Paraná porque vêm sendo cultivados desde a abertura no sistema de plantio direto, dizem os técnicos. "O diferencial é que não houve degradação seguida de recuperação", aponta Carlito Ganja, agrônomo da Lar Paraguay. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
A Gerência Técnica e Econômica da Ocepar (Getec) publicou o Informe Pecuário número 24, com dados sobre o mercado de carnes e leite.
Carne Bovina
Mercado Externo - Em fevereiro foram exportados US$ 324,7 milhões em carne bovina in natura. Valor 22,5% maior que em fevereiro de 2010. Em relação a fevereiro de 2010, a média por tonelada em 2011 foi 35,9% maior. Os dados foram divulgados, pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). Na comparação com janeiro, os embarques em fevereiro foram 29,5% superiores, em termos de receita. Em volume, foram embarcadas 67 mil toneladas, 9,8% menos em relação a fevereiro de 2010 e 29,4% mais que em janeiro deste ano.
Tabela 01. Resultados das exportações brasileiras de carne bovina in natura (2011/2010).
Valores
Périodo
Variação (%)
fev/jan fev
Acumulado
jan - fev
Variação (%)
jan/11
fev/11
fev/10
2011
11/10
2011
2010
10/09
Volume
(mil ton)
51,8
67,0
74,3
29,45
-9,83
118,8
132,9
-10,63
Valor
(milhões US$)
250,6
324,7
265,0
29,55
22,53
575,3
550,3
4,56
US$/ton
4.842
4.848
3.567
0,11
35,92
4.845
4.141
16,99
Fonte: MDIC, 2010. Elaboração: Ocepar/Getec, 2010.
Mercado Interno - O mercado do boi gordo anda lento com pequena quantidade de negócios. A oferta segue enxuta. Em termos de preços, os negócios ocorrem em estabilidade. As escalas não estão confortáveis. Atendem de 2 a 3 dias, na maioria dos casos. Para este mês a previsão é de aumento de oferta, com expectativas de mercado firme. Por outro lado, passadas às duas primeiras semanas do mês, quando o consumo normalmente é maior, a demanda deve recuar. Isso pode pressionar as cotações. Do lado da oferta, os pastos permitem a retenção. O indicador Esalq/BM&FBovespa boi gordo à vista foi cotado a R$ 105,21 por arroba, registrando desvalorização de 0,28%. O indicador a prazo apresentou recuo de 0,34% no mesmo período, sendo cotado a R$ 106,78 por arroba, este valor está 36,62% acima do apurado no mesmo período de 2010.
Carne Suína
Mercado Externo - As exportações brasileiras de carne suína cresceram 13,1% em volume em fevereiro, superando as 29.000 toneladas do mês de janeiro. No entanto, no acumulado do ano, as vendas externas apresentaram queda de 2,9% (61,8 mil toneladas, frente a 63,7 mil toneladas em período equivalente do ano passado). Em fevereiro, houve alteração nos principais destinos, com a Ucrânia saindo da lista dos cinco principais mercados. A composição atual é: Rússia, Hong Kong, Argentina, Angola e Cingapura. Já em relação aos preços, a tendência de elevação continua firme - houve aumento na cotação média por tonelada de 13,2% no acumulado do ano, na comparação com igual período de 2010.
Tabela 02. Resultados das exportações brasileiras de carne suína in natura (2011/2010).
Valores
Périodo
Variação (%)
fev/jan fev
Acumulado
jan - fev
Variação (%)
jan/11
fev/11
fev/10
2011
11/10
2011
2010
10/09
Volume
(mil ton)
29,0
32,8
29,6
13,10%
10,81%
61,8
63,7
-2,94%
Valor
(milhões US$)
83,1
89,9
74,2
8,12%
21,16%
173,0
157,5
9,89%
US$/ton
2.867
2.737
2.504
-4,55%
9,30%
2.800
2.473
13,21%
Fonte: MDIC, 2010. Elaboração: Ocepar/Getec, 2010.
Mercado Interno - A queda dos preços da carne suína neste início de ano está começando a preocupar os suinocultores de todo o País. No Paraná, dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) apontam um declínio nos valores do quilo do suíno vivo de 23,5% nos últimos três meses. Em dezembro, a média do Estado apontava um valor de R$ 2,70, um mês depois despencou para R$ 2,42, atingindo R$ 2,06 em fevereiro. Em alguns municípios - como Toledo e Cascavel - o preço chegou a R$ 1,80.
Carne de Frango
Mercado Externo - Os dados da SECEX/MDIC mostram que o volume embarcado de carne de frango in natura, em fevereiro passado ficou em 268,6 mil toneladas, aumentando 5% em relação a idêntico mês de 2010. A receita, por sua vez, somou US$502,3 milhões e ficou perto de 24% acima daquela registrada em fevereiro do ano passado. No ano (janeiro-fevereiro), o volume exportado se encontra muito próximo das 536 mil toneladas, estando cerca de 15% acima do resultado do mesmo período de 2010.
Tabela 03. Resultados das exportações brasileiras de carne de frango in natura (2011/2010).
Valores
Périodo
Variação (%)
fev/jan fev
Acumulado
jan - fev
Variação (%)
jan/11
fev/11
fev/10
2011
11/10
2011
2010
10/09
Volume
(mil ton)
267,8
268,6
255,7
0,29
5,04
536,4
463,7
15,68
Valor
(milhões US$)
504,8
502,3
404,5
-0,49
24,18
1.007,1
738,0
36,46
US$/ton
1.885
1.870
1.582
-0,77
18,22
1.877
1.591
17,97
Fonte: MDIC, 2010. Elaboração: Ocepar/Getec, 2010.
Mercado Interno - Conforme pesquisas do Cepea, tanto o frango vivo como a carne estão valorizados no mercado doméstico. Os preços firmes da carne bovina têm papel decisivo sobre esse ritmo de consumo. Apesar desse resultado das exportações, neste início de março, colaboradores do Cepea relatam maior demanda internacional por peito de frango. Segundo dados do Cepea, a cotação do frango congelado é de R$ 3,03/kg e o resfriado está cotado a R$ 3,07/kg. O frango vivo no Paraná esta cotado a R$ 2,05/kg.
Leite - A maior elevação do preço médio pago aos produtores em fevereiro ocorreu novamente no Rio Grande do Sul, de 2% (ou 1,4 centavo por litro) frente a janeiro, com média de R$ 0,6954/litro (valor bruto). Nos outros estados do Sul, os valores permaneceram relativamente estáveis: em Santa Catarina o preço médio foi de R$ 0,7543/litro, leve alta de 0,4% frente a janeiro, e no Paraná houve ligeiro recuo de 0,52%, com média de R$ 0,7513/litro (Cepea). Em Goiás, devido à queda mais significativa na captação de leite, o preço médio aumentou 1,6% (1,2 centavo por litro) em relação ao de janeiro, com média de R$ 0,7518/litro. Em Minas Gerais, a alta foi de 1% (0,7 centavo por litro), a R$ 0,7285/litro, e no estado paulista, o preço médio foi de R$ 0,7761/litro, alta de 1,1% (0,8 centavo por litro). Na Bahia, houve queda de quase 1% (0,6 centavo por litro), a R$ 0,6312/litro (Cepea).
Tabela 4. Preços pagos pelos laticínios (brutos) e recebidos pelos produtores (líquidos) em fevereiro referentes ao leite entregue em janeiro
A cooperativa Cotrijal, sediada em Não-Me-Toque (RS), está promovendo a 12ª edição da Expodireto, principal feira do agronegócio do Rio Grande do Sul, iniciada na manhã desta segunda-feira (14/03) e que se estende até sexta-feira (18/03). A abertura aconteceu às 9h, no Auditório Central do Parque, com a presença do ministro Agricultura, Wagner Rossi, do governador do Estado, Tarso Genro, do presidente da Câmara de Deputados, Marco Maia, e do presidente da Assembleia Legislativa, Adão Villaverde. O superintendente adjunto da Ocepar, Nelson Costa, está participando do evento. Ele ministrou palestra com o tema "Produção e Mercado de Milho no Paraná" em um dos painéis do 3° Fórum Nacional do Milho, que integra a programação da Expodireto e cujas atividades vão das 14h às 16 h desta segunda-feira. O Fórum é promovido pela Cotrijal, Apromilho, Fecoagro e Klein & Associados. Também serão realizados os fóruns sobre soja, leite, suinocultura e Código Florestal.
Participação internacional - Pela primeira vez, uma comitiva de empresas chinesas irá participar da feira. O estande do Instituto Brasil-China de Desenvolvimento Intercâmbio e Comércio Exterior (IBCDE) conta com a presença de empresas como a Hopefull Group (uma das maiores empresas esmagadoras de grãos da China) e a China Grain (empresa estatal fornecedora de insumos e produtora de alimentos). O instituto também realizará um painel sobre o tema "Modelos de negócios com a China para Cooperativas e Produtores Rurais". A Alemanha também contará com uma comitiva de sete empresas, acompanhadas pelo Ministério da Agricultura do país. Para a instalação dessas empresas, a comissão organizadora aprovou a construção da casa da Alemanha na área central, num terreno com 225 metros quadrados, ao lado do Pavilhão Internacional. Na quarta-feira (16/03) será realizado na Expodireto Cotrijal o Seminário Internacional do Cooperativismo, a partir das 14 horas, no Auditório Central do Parque. Após a abertura, haverá uma apresentação sobre a parceria Rabobank com o Sistema Sicredi.
Mais - Saiba mais sobre a programação da Expodireto Cotrijal acessando o site www.cotrijal.com.br. (Com informações da Cotrijal)
A Cooperativa Central de Pesquisa Agrícola (Coodetec) está apresentando híbridos e cultivares de alto potencial produtivo na 12ª edição da Expodireto Cotrijal, feira que reúne, em Não-Me-Toque (RS), mais de 300 expositores, com público estimado de aproximadamente 170 mil pessoas. O vice-presidente da Cotrijal e da Coodetec, Jairo Marcos Kohlrausch, afirma que a Coodetec é uma importante representante da pesquisa e das cooperativas brasileiras. "Para a Cotrijal, genética, inovação, redução de custos, sustentação do produtor e renda, garantem o futuro do agricultor e da cooperativa. A Coodetec cumpre essa função."
Oportunidade única - Para o diretor executivo da Coodetec, Ivo Carraro, os agricultores terão uma oportunidade única na Expodireto 2011. "São mais de 300 empresas juntas, destacando as últimas novidades para o agronegócio. Neste grupo, a Coodetec apresenta o que há de melhor no mercado em híbridos e cultivares. A nossa preocupação é atender as demandas e necessidades do produtor, por isso vamos tirar dúvidas e indicar as melhores opções em milho e soja para cada propriedade." No estande da Coodetec, que fica ao lado da praça de alimentação da Expodireto, o produtor rural tem acesso às novidades em milho e soja CD.
Soja - Para o sojicultor, a Coodetec preparou parcelas com quatro linhagens e seis variedades comerciais, inclusive com a tecnologia STS. Com a cultivar CD 249RR-STS, por exemplo, o produtor de soja terá alto potencial produtivo, em semeadura na época normal, resistência ao acamamento e controle da buva. O sistema STS garante tolerância às sulfonilureias, o que possibilita utilizar herbicidas deste grupo químico no controle de plantas daninhas, resistentes ao glifosato e que comprometem até 40% da safra de soja.
Precoce - Outro destaque nas parcelas de soja Coodetec é a cultivar precoce CD 248RR. Esta semente garante alto potencial produtivo, possui elevado peso e tamanho de grãos e é resistente ao acamamento. "A principal característica dessa cultivar é o porte baixo de plantas. É indicada principalmente para regiões altas e frias do Sul do Brasil", explicou o supervisor de vendas da Coodetec, Jonathan Hilgert.
Milho - Para quem produz milho, a Coodetec oferece híbridos convencionais, com tecnologia Bt e para silagem. Entre as parcelas de milho CD, os destaques são os híbridos CD 386Hx, CD 384Hx e CD 397YG. O primeiro, indicado para safra verão, é lançamento e garante boa sanidade foliar, excelente qualidade de colmo e bom empalhamento. "O produtor que optar pelo híbrido CD 386Hx, terá proteção contra lagarta-do-cartucho e broca-da-cana e ainda garantirá boa produtividade", detalhou o gerente comercial da Coodetec, Marcelo da Costa Rodrigues.
Mini e pequenos - Neste ano, a Coodetec disponibiliza tecnologia Bt, para mini e pequenos produtores rurais do Rio Grande do Sul, ligados ao programa Troca-Troca. "Na próxima safra o híbrido precoce CD 397YG, estará disponível no Troca", comentou Rodrigues. Este milho, além de alta produtividade e sanidade foliar, possui maior volume de silagem com participação de grãos.
Silagem - Durante a Expodireto Cotrijal 2011, os pecuaristas terão acesso à demonstração das melhores opções em híbridos CD para silagem. O portfólio da Coodetec possui excelentes opções para quem produz silagem. O produtor, que procurar o estande da Coodetec na Expodireto Cotrijal, receberá informações importantes para garantir rendimento nas propriedades.
Potencial produtivo - O visitante da feira terá acesso ainda a híbridos convencionais de alto potencial produtivo, como o CD 393, que apresenta uniformidade de espigas, grãos duros e alaranjados e sanidade de colmo e raiz. "Temos opções para todas as regiões produtoras. Quem visitar nosso estande poderá comprovar e levar informações seguras para aumentar os ganhos nas próximas safras," destacou Jonathan Hilgert. (Imprensa Coodetec)
Uma queixa constante da maioria dos médicos que atendem planos de saúde é a baixa remuneração nas consultas. Uma maneira encontrada por vários desses profissionais para melhorar essa condição foi a de constituir cooperativas. A Unimed do Brasil, há 35 anos em operação e que congrega 373 cooperativas de todo o país, é o exemplo desse tipo de gestão.
Comitê - Segundo Valdmário Rodrigues Júnior, diretor de integração cooperativista da Unimed Brasil, para enfrentar os altos custos médicos, queixa comum a todas as operadoras de planos de saúde suplementar, a Unimed do Brasil criou, em 2009, o Comitê Técnico Nacional de Produtos Médicos (CTNPM). "Em busca do preço justo, passamos a negociar direto com os fornecedores, tiramos os atravessadores das transações. Com isso, conseguimos economizar e assim investir mais nos serviços prestados aos clientes", conta Rodrigues Júnior.
Economia - Ao longo de 2010, foram negociados, por meio do comitê, materiais das linhas de neurocirurgia, de ortopedia, de cirurgia geral, de neurofuncional, de endoscopia, de cardioarritmia e de eletrofisiologia. "Por meio dessas negociações, obteve-se uma economia de 5% a 60%, dependendo do segmento", diz o executivo. O resultado de 2010 ainda está sendo fechado mas a empresa espera fechar o ano com faturamento 5% maior do que o de 2009. O sistema Unimed detém 37% do mercado de planos de saúde. Suas cooperativas abrangem 83% do território brasileiro (4.623 municípios), atendem 73 mil empresas, mais de 17 milhões de clientes e contam com mais de 110 mil médicos cooperados. (Brasil Econômico)
Na sexta-feira (11/03), a Unimed Londrina completou 40 anos de atuação, celebrando uma trajetória cunhada por ideais, desafios e muito trabalho. Uma história que começou com a iniciativa de apenas 57 médicos, mas que, com cooperação, coragem e ousadia, conseguiu transformar fatos, mudar a história da saúde suplementar na cidade e impactar na vida de toda a sociedade.
Ações comemorativas - A data será celebrada na cooperativa ao longo de todo o ano, com uma série de ações comemorativas. A primeira delas é o lançamento da campanha publicitária institucional de 2011, que foi tematizada especialmente com os 40 anos da Unimed. A veiculação começou na sexta, no dia do aniversário, em diferentes peças publicitárias, como VT nas redes de TV locais e nas sessões de cinema, outdoors e fronts.
Mote - Com o mote "Todos tinham um sonho nos anos 70. O da Unimed se realizou", a campanha traça um paralelo entre a criação da cooperativa, em 1971, e os dias de hoje. As peças retratam o período de fundação da Unimed Londrina e fazem alusão aos grandes ideais da época, passando ao público a idéia de que nesses 40 anos de atuação todos os sonhos da Unimed se realizaram: crescer, se tornar uma cooperativa médica respeitada, top de marcas, sólida e com resultados para seus cooperados, colaboradores e clientes.
Narração especial - E para despertar as lembranças do período em questão, o vídeo da campanha contou com a narração especial de um dos ícones brasileiros da televisão na década de 70, o ator Francisco Cuoco, que aproveitou a oportunidade para mandar um recado informal aos colaboradores parabenizando-os pela data.
Site - A comemoração também pode ser visualizada no site da cooperativa (www.unimedlondrina.com.br), que recebeu um layout retrô, especial de 40 anos, com player de músicas da época e outras novidades. Além de todo material visual, outras ações serão desenvolvidas em breve para comemorar o aniversário da cooperativa com os seus públicos de relacionamento. No dia 11 quem recebeu a homenagem são os colaboradores, com brinde e ação surpresa.
Vídeo - Para os próximos meses estão previstas algumas iniciativas especiais, entre elas o lançamento de um vídeo de memória que vai retratar a trajetória da Unimed Londrina, com depoimentos de cooperados, parceiros e clientes que participaram de sua história. (Unimed Londrina)
A Cocamar está iniciando a formação dos núcleos femininos nas unidades na região de Londrina, em continuidade ao trabalho já desenvolvido há meses. Em setembro do ano passado, a coordenadora de Relação com o Cooperado, Cecília Adriana da Silva, esteve em Rolândia apresentando a um grupo de mais de 80 participantes de todas as unidades da região, a programação realizada pela cooperativa junto a associadas e esposas de cooperados.
Reuniões - O interesse foi tanto que nesta terça-feira (15/03), a partir das 14h, na sala de reuniões da unidade de Arapongas, acontece a primeira reunião para formação do núcleo feminino local. O segundo grupo se reúne dia 23, a partir das 13h30, no auditório da cooperativa em Rolândia, e outras cinco unidades devem fazer o mesmo entre os meses de abril e maio.
Cursos - Segundo Adriana, o modelo a ser adotado seguirá os mesmos moldes dos núcleos da região noroeste, onde há 455 participantes em 17 núcleos. Na primeira palestra, será apresentado um projeto e, na sequência, a programação prevê cursos de cooperativismo e outros assuntos relacionados à Cocamar, liderança, empreendedorismo, administração rural, oratória, temas voltados à gestão da propriedade e visitas à cooperativa em Maringá. "Nosso objetivo é aproximar as mulheres do dia a dia da cooperativa e proporcionar condições para que elas se tornem parceiras de seus maridos na administração da propriedade", ressalta a coordenadora. (Imprensa Cocamar)
Uma das maiores safras de soja da história vai entrando na reta final em várias regiões do Paraná. Nas imediações de Londrina, onde a colheita inicia normalmente mais tarde, a estimativa é que, até na última sexta-feira, a operação já havia sido realizada em 40% das lavouras. Segundo Paulo Damião, gerente da Cocamar em Londrina, Serrinha e Tamarana, a média de produtividade tem girado entre 130 e 140 sacas por alqueire.
Mais da metade - No município de Jaguapitã, o engenheiro agrônomo da cooperativa, Rafael Herrig, calcula que mais de 50% já foram colhidos. A área de abrangência dessa unidade compreende, também, Centenário do Sul, Lupionópolis, Santa Fé, São Martinho (distrito de Rolândia), Prado Ferreira e Miraselva. A produtividade, até agora, é de 125 sacas por alqueire.
Acima - O produtor Edson Iacono, que possui propriedade em Jaguapitã, onde cultiva 70 alqueires, está colhendo uma de suas maiores safras, com média de 150 sacas por alqueire. Apesar do forte ataque do percevejo, o tempo ajudou em todas as fases da cultura, lembra o agricultor, contando que usou variedades de ciclo precoce e semi-precoce. No noroeste do Estado, a cooperada Olga Agulhon, integrante do Conselho de Administração da Cocamar, informou que deverá fechar em uma de suas propriedades com a média de 170 sacas por alqueire. (Imprensa Cocamar)