Notícias representação
O setor de sementes da Coagru realiza, durante todo ano, experimentos em praticamente todas as variedades de grãos propicias para o cultivo na região de Ubiratã, Noroeste do Estado, onde a cooperativa está sediada. Variedades são testadas na Unidade Experimental e também com o acompanhamento técnico nas propriedades rurais. A equipe é coordenada pelo engenheiro agrônomo José Procópio. Com a intenção de plantar o milho 2ª safra no período de inverno, os produtores estão cada vez mais antecipando o plantio da soja. Variedades de cultivo precoce são as preferidas. O problema é que estas lavouras, quase sempre apresentam um crescimento indeterminado na região, ou seja, em uma mesma planta tem variações nos teores de umidade da semente.
Perda - O Departamento de Sementes da Coagru constatou que, na colheita, máquinas com cilindros provocam perca significativa e, na maioria dos casos, não ocorre nem mesmo o aproveitamento para a multiplicação. Neste ano, o setor, em busca de melhor qualidade, intermediou a contratação da prestação de serviço da colheita dos campos de produção de sementes com máquina de rotor. O objetivo é receber as sementes com menor dano mecânico. O resultado foi positivo, sendo que praticamente todo material colhido com estas máquinas foi aprovado no primeiro teste de avaliação. (Imprensa Coagru)
A Cooperativa dos Cafeicultores de Mandaguari (Cocari) vai ampliar as instalações e gerar mais de 1.300 empregos com investimentos de quase R$ 30 milhões, facilitados pelo programa Paraná Competitivo, do governo estadual. O programa já autorizou, em menos de um mês, 11 empreendimentos, que somam mais de R$ 265 milhões e devem abrir 3.532 novos postos de trabalho.
Incentivos - O Paraná Competitivo foi criado para incentivar a geração de empregos, por meio da concessão de incentivos para expansão de empresas e implantação de novos empreendimentos. A Cocari está construindo duas novas unidades (um abatedouro de aves e uma fábrica de ração para aves) e expandindo outras duas unidades, de ração para pequenos animais e fiação de algodão.
Protocolo - O primeiro protocolo do programa, assinado pelo governador Beto Richa em 2 de março, autoriza incentivos para a empresa Potencial Petróleo, que vai implantar uma usina com capacidade para produzir até 170 milhões de litros de biodiesel (B100) por ano no município da Lapa. O investimento previsto pela Potencial Industrial e Comércio de Biodiesel é de R$ 87 milhões.
ICMS - O Paraná Competitivo permite o alongamento do prazo de recolhimento de ICMS até o limite do montante investido pela empresa e também amplia o prazo de pagamento do ICMS da energia utilizada. Os benefícios são concedidos para que as empresas invistam na geração de novos empregos, principalmente para os jovens. O mais importante, na opinião do secretário da Fazenda, Luiz Carlos Hauly, é a constatação de que a imagem do Paraná mudou e as empresas voltaram a confiar nas políticas do governo e na segurança das regras adotadas. (AEN)
Os cafeicultores brasileiros anteciparam o pagamento de R$ 311 milhões contratados de linhas de crédito do governo, entre janeiro de 2010 e fevereiro de 2011. São parcelas de financiamentos destinadas à colheita, estocagem e custeio da safra pagas antes da data de vencimento. "Esse movimento extraordinário reflete a melhoria da rentabilidade do produtor em decorrência da recuperação dos preços do café ao longo do ano passado e neste início de 2011", explica o ministro da Agricultura, Wagner Rossi. "De modo geral, como o cafeicultor está mais capitalizado, consegue liquidar antecipadamente seus financiamentos", completa.
Funcafé - Os R$ 311 milhões representam quase 10% de tudo o que os bancos e outras instituições financeiras reembolsaram, no período, ao Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), administrado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Todos os anos, o fundo repassa aos bancos recursos para financiar as etapas da produção do grão. À medida que os produtores quitam as parcelas, essas instituições financeiras reembolsam o Funcafé.
Estocagem - A linha de crédito com maior antecipação de pagamento é a de estocagem. No ano passado e nos dois primeiros meses de 2011, o cafeicultor pagou antes do vencimento, R$ 154,7 milhões. As liquidações adiantadas de financiamentos para colheita e custeio vêm em seguida com R$ 72,3 milhões e 52,6 milhões, respectivamente.
2010 - Somente em 2010, foram antecipados R$ 220,8 milhões em parcelas contratadas com recursos do Funcafé. O valor representa 9% dos reembolsos recebidos pelo fundo. Em janeiro e fevereiro deste ano, os pagamentos adiantados chegam a R$ 90,3 milhões, 11,3% do que os bancos reembolsaram ao Funcafé.
Preço - Durante o ano passado, houve uma recuperação dos preços do café pago ao produtor. No dia 10 de março de 2010, o preço cotado no mercado interno era R$ 278,57, o café arábica tipo 6 bebida dura para melhor. Já o valor fechado nessa quinta-feira, 10 de março, foi de R$ 539,76, diferença de 94%, segundo dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Cepea/Esalq/USP). Em relação ao preço mínimo fixado pelo governo federal (R$ 261,69) a valorização chega a 106,2%.
Incomum - O pagamento antecipado de financiamentos do Funcafé é incomum. Até 2009, o governo adotou fortes medidas de apoio ao setor, com prorrogação de dívidas e compra de café, por meio de opções de venda e aquisições diretas. "Naquele ano, em alguns momentos os preços de mercado estiveram abaixo do mínimo estipulado pelo governo. Um cenário bem diferente do que estamos vivendo agora", afirma o ministro da Agricultura. (Mapa)
O Conselho Estadual de Sanidade Agropecuária do Paraná (Conesa-PR) está intensificando o trabalho de revitalização dos conselhos municipais da área, com o objetivo de aperfeiçoar o controle da qualidade dos produtos e ampliar a conscientização dos produtores. Representantes do Conesa e do Senar-PR (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) estão percorrendo municípios onde o grau de atividade dos conselhos ainda é baixo para verificar como ampliá-lo. O grupo já esteve em 14 municípios e visita mais 17 na próxima semana.
Determinação - A intensificação desse trabalho é uma determinação do secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, que preside o Conesa-PR. Desde que começaram a ser revitalizados, no ano passado, os Conselhos Municipais de Sanidade Agropecuária (CSAs) já obtiveram importantes avanços na conscientização do produtor paranaense em relação à melhoria da sanidade dos produtos animais e vegetais.
Investimentos - O aumento da preocupação com a sanidade agropecuária tem contribuído para atrair investimentos para o Paraná. Um exemplo disso é a instalação da empresa Cutrale, que está incentivando o plantio de citros na região Noroeste do Estado. A Cutrale, com sede no estado de São Paulo, é considerada uma das maiores fábricas exportadoras de sucos cítricos em todo o mundo.
Controle rigoroso - Segundo o secretário-executivo do Conesa-PR, Aurelino Menarim Júnior, um controle mais rigoroso de sanidade na região, principalmente na cadeia produtiva dos citros, é importante para todos os produtores e para a economia do estado do Paraná.
Usina de pasteurização - Outra experiência bem sucedida a partir de sugestão dos CSAs foi a construção, pela prefeitura de Umuarama, de uma usina de pasteurização de leite no município que acabou com a venda de leite cru aos consumidores. Hoje, os produtores mandam a produção para a usina e recebem o leite de volta já pasteurizado, vendendo a seus clientes um produto com mais qualidade e segurança alimentar.
Brucelose e tuberculose - O controle da brucelose e tuberculose em bovinos é outra preocupação na pauta da maioria dos CSAs. São duas doenças transmissíveis ao ser humano e a exigência dos conselhos em relação ao controle, como a vacinação ou eliminação dos animais infectados, está cada vez maior, informou Menarim. A brucelose transmite doença febril infecciosa e atinge principalmente as articulações das pessoas. E a tuberculose provoca infecções pulmonares graves.
Medidas eficientes - Menarim afirmou que com medidas eficientes é possível acabar com essas doenças no Paraná. Citou o exemplo da região de Castro, que enfrentava a infestação da brucelose e tuberculose na pecuária local na década de 60. Com vacinação e eliminação dos animais doentes o problema acabou e hoje a produção de leite e derivados na região é referência de qualidade para o Estado.
Formigas cortadeiras - Os CSAs também atuam para eliminar a infestação de formigas cortadeiras, que prejudicam as pastagens e lavouras na região Noroeste, e no controle da Doença de Greening, no município de Altônia, também no Noroeste. "Se não houver uma política permanente de controle nada acontece na sanidade", disse Menarim.
Mapa - No trabalho de revitalização dos CSAS, foi elaborado um mapa que classifica a atuação dos conselhos desde os mais ativos até os inativos. Dos 363 conselhos já instalados no Estado, 33% foram considerados muito ativos, com mais de 50% dos trabalhos já realizados. Cerca de 34% foram considerados medianamente ativos, com menos de 50% dos trabalhos realizados. Outros 23% foram considerados pouco ativos, com menos de 20% dos trabalhos realizados. E 10% dos conselhos estão totalmente inativos, alguns até sem diretoria.
Avaliação satisfatória - Essa avaliação foi considerada satisfatória diante do cenário anterior, no qual os produtores tinham menos participação em medidas de sanidade agropecuária. Mas esse levantamento indica que ainda há muito o que fazer, disse Menarim. Por isso, as ações serão intensificadas este ano.
Envolvimento - Durante o trabalho de revitalização, Menarim e os consultores do Senar estão percorrendo principalmente os municípios com conselhos menos ativos ou inativos, procurando saber de cada um por que não houve o envolvimento nessa atividade tão importante para o Estado e para a geração de renda deles mesmos. Segundo Menarim, o êxito da sanidade animal e vegetal no Paraná foi alavancado pela conscientização dos produtores rurais impulsionada pela ação dos conselhos municipais. Por isso eles são compostos por representantes do poder público, como Seab e Emater, e da iniciativa privada por Senar, Faep (Federação da Agricultura do Paraná), cooperativas e outras entidades que fazem a mobilização dos agricultores.
Membros - Os integrantes dos CSAs são conselheiros eleitos indicados pelas próprias comunidades que vão atuar junto ao produtor rural. O Conesa, órgão integrado por 40 entidades também representantes do governo e da iniciativa privada, procura facilitar a organização dos produtores através de palestras e reuniões de esclarecimento e conscientização. Menarim lembra que há necessidade de todos os CSAs funcionarem bem para fechar no aspecto de sanidade absoluto, garantindo a qualidade dos produtos destinados à exportação e ao mercado interno.
Aftosa - O palco de formação de toda essa mobilização foi o controle da febre aftosa. Para evitar prejuízos decorrentes da suspensão de exportações por causa da aftosa ocorrida em 2005 foram criados os CSAs para que as entidades da iniciativa privada e os produtores tivessem participação atuante. "Afinal é o engajamento de todos que vai garantir a sanidade plena", destacou Menarim. (AEN)
A Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef) segue com inscrições abertas para a décima quarta edição de seu prêmio, antes chamado de "Mérito Fitossanitário". O prêmio conta com apoio da OCB e busca destacar e fomentar as iniciativas de empresas e profissionais da área de defensivos agrícolas, bem como de agentes de canais de distribuição (revendas e cooperativas), centrais de recebimento de embalagens vazias e suas respectivas associações gerenciadoras para disseminar ações de educação, responsabilidade social e ambiental.
Público -Podem se inscrever indústrias associadas à Andef e seus profissionais (categoria Indústria), cooperativas e revendas, associadas respectivamente à OCB e Andav (categoria Canais de Distribuição), e centrais de recolhimento de embalagens vazias de agrotóxicos, filiadas ao Inpev (categoria Campo Limpo). As inscrições vão até 31 de abril e os ganhadores serão conhecidos em 20 de julho. Mais informações e regulamento completo em www.andefedu.com.br. (Informe OCB)
O secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jonel Iurk recebeu na quinta-feira (10/03), na sede da Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, o superintendente federal da Pesca e Aqüicultura, José Wigineski. O objetivo do encontro foi discutir soluções conjuntas e institucionalizadas para os processos de licenciamentos ambientais da atividade da aqüicultura no Paraná. "Reconhecemos a importância da atividade pesqueira e do cultivo de peixes por pequenos agricultores no nosso Estado. Vamos nos empenhar para auxiliar na regulamentação da atividade, orientando para o cumprimento da lei ambiental e dos devidos licenciamentos ambientais", declarou Iurk.
Paraná - No Paraná existem 22 mil propriedades que se dedicam exclusivamente á aqüicultura. O sistema de produção de peixes é feito em viveiros escavados, tanques ou açudes, onde as larvas e alevinos (larvicultura e alevinagem) passam por um período de engorda. O secretário reconheceu, ainda, a necessidade da regularização das áreas para a inserção das famílias que vivem da aquicultura em políticas públicas de desenvolvimento econômico e social, e que sem um regulamento não conseguem acesso a linhas de crédito e possíveis financiamentos.
Diálogo - "Foi importante o diálogo, pois destrava a questão dos licenciamentos ambientais, promovendo os empreendimentos da aqüicultura. Além disso, a conversa serviu como uma reunião preparatória que viabilizará o encontro da Ministra da Pesca e Aquicultura, Ideli Salvatti com o governador, Beto Richa, em que será discutido o desenvolvimento da pesca e aquicultura no estado do Paraná", pontuou Wigineski.
Potencial - Em 2007 a produção de peixes em viveiros escavados, tanques ou açudes foi de 22 mil toneladas no Paraná. Já no ano de 2009, a produção atingiu um patamar de 40 mil toneladas, com crescimento de 85%. "Existe um potencial produtivo crescente no Paraná e que pode chegar a uma produção de 90mil toneladas de peixes ao ano", completou o superintendente do Ministério do Meio Ambiente, José Wigineski.
Convênio - O Ministério da Pesca e Aqüicultura possui um convênio com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), onde foram investidos 2,6milhões, para a realização de estudo para identificar e demarcar as áreas de represa - na região do Paranapenema - que podem ser utilizadas para a atividade da produção de peixes. O Estudo prevê a formação de Parques Aqüíferos, que se utilizem de, no máximo, 1% da capacidade hídrica das represas, obedecendo a determinação dos órgãos ambientais e de licenciamento dos empreendimentos. "O processo de parque é prioritário para inclusão social de ribeirinhos e pescadores que já sobrevivem da pesca", finalizou Wiginesk. (Assessoria de Imprensa Sema)
É com pesar que o Sistema Ocepar informa o falecimento de Catarina Fernandes Ribeiro Stigar Koslovski, 90 anos, mãe do presidente da entidade, João Paulo Koslovski, ocorrido na manhã desta sexta-feira (11/03). O velório será realizado a partir das 17h e o sepultamento acontece neste sábado (12/03), às 9h, no Cemitério da Paróquia Santo Antonio de Orleans, localizado na Rua João Falarz, 220, em Curitiba.
A Ocepar promove Assembleia Geral Ordinária (AGO), no dia 1º de abril, na sede da entidade, em Curitiba, destinada à prestação de contas referentes ao exercício de 2010. Serão submetidos à apreciação dos dirigentes das cooperativas filiadas, o relatório da diretoria, o balanço patrimonial e a demonstração dos resultados obtidos no ano passado, além do orçamento e do planejamento das atividades para 2011.
Reunião - Na segunda-feira (14/03), os diretores da entidade participam da segunda reunião ordinária deste ano, em Curitiba. O primeiro encontro da diretoria aconteceu em fevereiro, em Cascavel, no estande da Ocepar montado no Show Rural Coopavel, em parceria com a Coodetec.
Com tempo firme, como se viu nos últimos dias, o volume de recebimento de soja aumentou consideravelmente na Cocamar, que opera com estruturas para a recepção da safra nas regiões Noroeste e Norte do Paraná. Como os agricultores conseguem deslanchar a colheita, após dias de chuva, o fluxo de caminhões em direção aos armazéns da cooperativa cresce na mesma intensidade. Na terça e quarta-feira, para se ter ideia, a média de recebimento foi de cerca de 40 mil toneladas/dia. Além da produção entregue pelos produtores associados, há também a entrada de grãos trazidos por cooperativas parceiras da região.
A mais - Ao todo, em 2011, a Cocamar prevê processar 920 mil toneladas de soja em seu parque industrial, acima das 872 mil registradas no ano anterior. Segundo Leonildo Pesco, coordenador operacional de grãos da cooperativa, se o tempo ajudar, esse ritmo mais forte deve perdurar até o dia 20 deste mês. (Imprensa Cocamar)
O 6º Encontro das Unimeds do Polo Mercosul e o 19º Suespar (Simpósio das Unimeds do Paraná) serão realizados nos dias 23, 24 e 25 de junho, no Mabu Thermas & Resort, em Foz do Iguaçu. Em um mesmo local, dirigentes, técnicos, colaboradores e parceiros vão se encontrar para adquirir e trocar experiências, a fim de aprimorarem a gestão do seu negócio e estreitar relacionamentos. Todos os anos, renomados palestrantes e autoridades são convidados para discutir temas atuais e relevantes sobre gestão em saúde suplementar, política e economia. Entre os nomes que já passaram pelo evento estão Max Gueringher, Ricardo Amorim, Gabriel Chalita, Steven Dubner, Leila Navarro e Cristiana Lobo.
Meta - De acordo com a organização, a edição de 2010 superou todas as expectativas, com a presença de mais de 700 pessoas e satisfação de mais de 95% dos participantes. A programação contemplou mais de 45 palestras, eventos sociais, além da presença de mais de 20 expositores de diferentes segmentos de negócios. A ideia é repetir esse sucesso em 2011. "Nossa meta é que este evento marque a lembrança de todos, possibilitando maior capacitação para os diferentes públicos", disseram os organizadores. Mais informações no site da Unimed Paraná (www.unimed.com.br/parana).
No dia 1º de março, colaboradores da Unimed de Cianorte foram convidados a participar da Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Sipat), na Usina Santa Terezinha, em São Tomé, Noroeste do Estado, com o objetivo de esclarecer o público sobre as Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs). Participaram do evento cerca de 250 pessoas que foram orientadas sobre a importância do exame Papanicolau, sinais e sintomas das DSTs, uso da camisinha e como evitar doenças com a sua utilização. Os trabalhadores assistiram ainda a uma explanação sobre o funcionamento do Sistema Unimed que ficou por conta do Departamento de Mercado da Unimed de Cianorte. (Unimed Cianorte)
O Instituto Brasileiro de Florestas (IBF) e a Organização das Nações Unidas (ONU) vão promover o plantio de 200 milhões de árvores em comemoração ao Ano Internacional das Florestas, celebrado em 2011. O objetivo é proporcionar a todas as partes interessadas na defesa das florestas ideias e recursos para participar desta campanha. Um dia nacional de celebração estará sendo desenvolvido nas comunidades, usando o tema para destacar a questão florestal atual e o trabalho que está sendo realizado para conservação da floresta e replantio de áreas degradadas. O diretor de marketing do IBF, Wiliam Aquino, percorrerá os extremos do Brasil, do Oiapoque ao Chuí, promovendo várias ações. Desafiando seus próprios limites, o trajeto será percorrido com uma simples bicicleta, representando e destacando a grande importância deste ano. (Instituto Brasileiro de Florestas)
Integrantes da Federação Brasileira de Plantio Direto na Palha e da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento vão trabalhar juntos nas estratégias para melhorar esta técnica, aplicada em 5 milhões de hectares no Paraná. Segundo o secretário Norberto Ortigara é necessário estabelecer indicadores de qualidade e processo de certificação, conforme projeto-piloto já desenvolvido em parceria entre a Federação e a Itaipu Binacional, na região do lago de Itaipu.
Parceria - A parceria foi discutida, nesta quinta-feira (10/03), pelo secretário da Agricultura com diretor-presidente da Federaçaõ, Herbert Bartz, e o secretário da entidade, Ricardo Ralisch, e será intensificada com a Emater (Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural) e Iapar (Instituto Agronômico do Paraná). Ortigara é um dos defensores do plantio direto, para contribuir com uma agricultura sustentável. O Paraná foi pioneiro na adoção do plantio direto na palha. "A meta é qualificar a técnica em todos os cerca de 5 milhões de hectares paranaenses, para melhorar a produtividade das lavouras para o agricultor e proteger o meio ambiente em benefício de toda a sociedade paranaense", disse o secretário.
Área - Segundo Ralisch, o Brasil conta com 30 milhões de hectares de plantio direto na palha e nem toda essa área apresenta qualidade técnica. A proposta do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é ampliar em 8 milhões de hectares o plantio direto no País. "Com qualidade no plantio direto, conseguimos realmente proteger o solo, a água e reduzir as emissões de carbono", disse Ralisch. No ano que vem, o plantio direto na palha completa 40 anos e atividades serão programadas para marcar a implantação desta técnica. (AEN)
Pesquisas do Cepea mostram que os preços da arroba negociada no mercado paulista vêm se sustentando acima dos R$ 100,00 desde meados de outubro de 2010. De modo geral, o mercado pecuário, do bezerro à carne, registra relativa estabilidade em São Paulo. Nos últimos sete dias, apenas pequenas oscilações de preços foram observadas. Na parcial de março, o Indicador do boi gordo ESALQ/BM&FBovespa subiu 0,14%, fechando em R$ 105,52 na quinta-feira. Segundo pesquisadores do Cepea, a sustentação vem da oferta menor que a demanda. (Cepea/Esalq)
Ainda que não tenha oferecido subsídios capazes de provocar alterações expressivas nos atuais quadros americano e mundial de oferta e demanda de grãos, o novo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre esses fundamentos, divulgado na quinta-feira (10/03), teve impacto considerável sobre trigo, milho e soja na bolsa de Chicago - principal referência global para os preços desses produtos, importantes bases para a produção de alimentos e rações.
Trigo - Entre as três commodities, o trigo foi a que sofreu o ajuste mais significativo promovido pelo USDA. Por conta de um corte maior na estimativa de exportações do que na de importações, o ministério americano ajustou sua projeção para os estoques finais globais do cereal nesta safra 2010/11 para 181,9 milhões de toneladas, 2,3% mais que o previsto em fevereiro. O órgão também reduziu em 1,9% a projeção para as exportações dos EUA na temporada, e a combinação desse fatores provocou a queda dos preços do cereal em Chicago.
Queda - Os contratos com vencimento em maio - que ocupam a segunda posição de entrega, normalmente a de maior liquidez - encerraram a sessão a US$ 7,4050 por bushel (27,2 quilos), queda de 2,4% em relação à véspera. Com isso, cálculos do Valor Data mostram que a segunda posição passou a apresentar baixa acumulada de 9,78% este ano, mas nos últimos 12 meses a alta ainda chega a 53,79%. O atual patamar das cotações é o menor desde novembro do ano passado, mas o ainda elevado nível mantém vivas as preocupações inflacionárias.
Milho - A queda do trigo tirou sustentação do milho, em parte porque ambos têm finalidades comuns. E como o USDA também diminuiu em 0,5% sua projeção para os estoques finais mundiais de milho em 2010/11, seus preços também foram abaixo. A segunda posição (maio) perdeu 2,6% de seu valor e fechou a US$ 6,8275 por bushel (25,2 quilos), mas ainda acumula altas de 7,27% em 2011 e de 86,8% em 12 meses.
Soja - No caso da soja, o "efeito USDA" foi inverso. O órgão reduziu suas estimativas de estoques finais e iniciais do grão desde a safra 2007/08, o que praticamente anulou a elevação da estimativa para a produção global em 2010/11. Em Chicago, a segunda posição (maio) subiu 0,48% e encerrou a sessão a US$ 13,5550 por bushel (27,2 quilos). Em 12 meses, a alta chega a 41,49%. (Valor Econômico, com Dow Jones Newswires)
O Brasil colherá na atual temporada um recorde de 70,1 milhões de toneladas de soja, estimou nesta quinta-feira (10/03) a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), que reviu para cima a sua estimativa e também elevou a sua projeção de exportações do país. No mês passado, a Abiove havia estimado a safra brasileira em 68,8 milhões de toneladas. Na temporada passada, o Brasil colheu um recorde de 68,7 milhões de toneladas.
Alta - A alta da previsão da Abiove ocorreu no mesmo dia em que o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) também elevou a sua estimativa de produção de soja, em 1,5 milhão de tonelada, para 70 milhões de toneladas. Também nesta quinta-feira (10/03), o Ministério da Agricultura apontou ligeira alta na sua projeção para 70,3 milhões de toneladas. "Com as informações mais recentes de campo, de produtividade melhores, isso permitiu que a gente ajustasse a safra, o nosso número estava desatualizado", afirmou o secretário-geral da Abiove, Fábio Trigueirinho.
Colheita - Quando a Abiove divulgou a sua última estimativa, em fevereiro, a colheita havia apenas começado. Atualmente, o Brasil já colheu cerca de um quarto de sua safra. Mas os números ainda não consideram eventuais perdas citadas por produtores de Mato Grosso do Sul, onde chuvas intensas ocorreram na última semana. "Não sei a extensão do nível de problema mostrado na TV, tem que esperar. De qualquer forma, Mato Grosso do Sul é menos importante em termos de produção, o volume não é tão expressivo como o Mato Grosso", disse ele.
Mato Grosso do Sul - O Mato Grosso do Sul é o quinto produtor nacional, com safra estimada em pouco mais de 5 milhões de toneladas. Com base em uma safra maior no país, a Abiove elevou a sua expectativa de exportação do Brasil na atual temporada, para 31,5 milhões de toneladas, ante 31 milhões de toneladas previstas em fevereiro. Na temporada passada, o Brasil exportou 29,2 milhões de toneladas de soja.
Receita - Com maiores exportações, a estimativa de receita cambial com as vendas externas com complexo soja do Brasil (grão, farelo e óleo) foi elevada pra 22 bilhões de dólares, ante 21,8 bilhões previstos em fevereiro, um aumento de cerca de 5 bilhões de dólares ante a temporada passada, também por conta de preços mais altos dos produtos neste ano. "Aumentamos a exportação de grãos porque a China está firme, os Estados Unidos não vão ter produto para os próximos seis meses, e abriu uma janela interessante para o Brasil", explicou Trigueirinho. (Reuters / Agrolink)
A China, principal importador de soja do mundo, comprou 7,45 milhões de toneladas da oleaginosa no exterior nos dois primeiros meses do ano, 6,1% mais que no mesmo período de 2010, segundo dados oficiais da alfândega divulgados na quinta-feira. Mas, segundo o governo, apenas em fevereiro as importações alcançaram 2,32 milhões de toneladas, o que representa uma forte baixa ante o volume de 5,14 milhões de toneladas de janeiro.
Fevereiro - O volume comprado em fevereiro foi o mais baixo desde novembro de 2008, em parte pelos feriados do Ano Novo Lunar, quando as fábricas ficaram fechadas, e pelas importações mais altas em janeiro, que registraram aumento anual de 26%. Os esmagadores aumentaram suas importações após o ano novo chinês, logo que as margens para compras futuras ficaram positivas, após as perdas recentes nos preços da soja em Chicago. (Reuters / Valor Econômico)
O brasileiro reduziu um pouco o otimismo quanto ao cenário socioeconômico do país para os próximos meses. É o que mostrou nesta quinta-feira (10/05) o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que divulgou a sétima edição do Índice de Expectativas das Famílias (IEF). O indicador apontou queda de 2,8% em fevereiro em relação a janeiro. Segundo o Ipea, o índice, calculado em uma escala de zero a 100 pontos, recuou de 67,2 pontos para 65,3 pontos de janeiro para fevereiro. Porém, resultados entre 60 e 80 pontos ainda são considerados otimistas.
Levantamento - A pesquisa foi realizada em 3.810 domicílios em mais de 200 municípios em todo o país. Na análise por localidades, todas as regiões apresentaram queda no IEF de janeiro para fevereiro. O Sul foi a região que apresentou a queda mais forte no indicador, que passou de 70,1 pontos para 65,9 pontos no período. As outras regiões apresentaram queda menos intensa: Norte (de 64,8 pontos para 63,8 pontos), Nordeste (de 65,1 pontos para 62,9 pontos), Sudeste (de 66,1 pontos para 64,9 pontos) e Centro-Oeste (de 76 6 pontos para 73,6 pontos).
Situação econômica - O Ipea informou ainda que a fatia de famílias pesquisadas que projetam melhora na situação econômica do país nos próximos 12 meses caiu de 64% para 61,8% de janeiro para fevereiro. Além disso, o porcentual de famílias que apostam em uma piora na economia brasileira nos próximos cinco anos aumentou de 12,41% para 15,8% no mesmo período.
Finanças pessoais - O instituto também apurou uma piora na autoavaliação sobre finanças pessoais. Do total de famílias, 75,5% informaram estar melhor financeiramente em fevereiro que há um ano - porém, este porcentual, para esta mesma resposta, era maior em fevereiro (76 8%). De janeiro para fevereiro, também houve aumento na fatia de famílias que informaram piora financeira, no período de um ano, de 17,3% para 19,3%.
Mercado de trabalho - Quanto ao mercado de trabalho, o Ipea apurou um leve aumento de insegurança entre os trabalhadores. Dentro do universo da pesquisa, caiu a fatia de pesquisados responsáveis pelo domicílio que se sentem seguros quanto a sua ocupação atual, de 80% em janeiro para 78% em fevereiro. (Agência Estado)
Depois de três anos em gestação no governo, foi criado nesta quinta, por meio de portaria do Tesouro Nacional, o Sistema de Custos do Governo Federal, que irá avaliar e acompanhar a gestão orçamentária, financeira e patrimonial da União. A ideia é criar um novo conceito para avaliação dos gastos públicos, de forma que eles sejam tratados como custo e não como despesa orçamentária.
Qualidade dos gastos - O subsecretário de contabilidade pública do Tesouro Nacional, Gilvan da Silva Dantas, explicou que o sistema deve ser usado como instrumento de gestão para melhorar a qualidade dos gastos do setor público. O objetivo do sistema é mostrar o custo de execução de um programa ou do funcionamento da máquina pública. "Nem tudo que é despesa orçamentária é custo, nem tudo que é custo é despesa orçamentária", disse.
Salário - O salário do servidor ativo é custo, explicou Dantas, porque ele está ajudando a gerar um bem ou ativo para o setor público. O salário de um inativo é só despesa orçamentária. A depreciação de um bem é custo, mas não é despesa orçamentária. A compra de material para estoque é despesa no ato da compra, mas só passará a ser custo quando for utilizado. "Queremos mostrar quanto gastamos e quanto produzimos", afirmou o subsecretário.
Contabilidade pública - A criação do Sistema de Custos significa uma mudança na contabilidade pública, iniciada no governo Lula pelo então secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado. Neste primeiro momento, apenas os órgãos públicos terão acesso aos dados. Após "um refinamento" dos dados, disse Dantas, eles passarão a ser públicos como o Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi).
Tesouro - O Tesouro fará a gestão do novo sistema que será abastecido pelos órgãos públicos. O Siafi e o Sistema de Informações Gerenciais e de Planejamento (Sigplan), do Ministério do Planejamento, serão utilizados para subsidiar o Sistema de Custos. O Sigplan mostra, por exemplo, a execução do Plano Plurianual (PPA) pelos ministérios. "Queremos chegar ao menor nível de detalhamento possível de cada ação do governo", disse Dantas. "Nunca olhamos para o custo da administração pública", completou. Segundo o subsecretário do Tesouro, é preciso criar a cultura de custos no serviço público. (Agência Estado)