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Expedição Safra Gazeta do Povo chegou nesta terça-feira (08/03) ao Paraguai, depois de percorrer o cinturão de produção de grãos da Argentina na última semana. Durante o percurso, os técnicos e jornalistas irão verificar a expectativa de produção do país vizinho junto a produtores paraguaios e brasileiros que atuam nas províncias de Alto Paraná e Canindeyú.
Plantio direto - A produtividade da soja paraguaia tem sido elevada no país com a adoção do plantio direto na palha e a chegada de sementes mais adaptadas. Contudo, assim como Brasil e Argentina, o país vizinho também enfrenta as intempéries climáticas relacionadas ao fenômeno La Niña e podem sofrer quebras neste ano.
Seis estados - Há cinco semanas na estrada, as equipes da Expedição Safra visitaram seis estados brasileiros: Paraná, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Bahia, Tocantins, além dos Estados Unidos e da Argentina. O percurso da colheita inclui ainda outros sete estados no Brasil e uma incursão pela Europa.
Roteiro - A partir desta quinta-feira (10/03), uma equipe percorre os estados de São Paulo e Goiás. Na próxima semana, outro grupo de técnicos e jornalistas verifica a produção de soja e milho em Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Na última viagem do circuito nacional, a Expedição volta ao Centro-Norte do país para conferir o resultado do ano em lavouras novas e já estruturadas de Tocantins, Maranhão e Pará.
Europa - Este ano, pela primeira vez, a Expedição vai percorrer também a Europa. Jornalistas e técnicos vão passar pela Holanda, onde fica o Porto de Roterdã, principal porta de entrada de grãos; a Alemanha, terceiro centro comercial da União Europeia; e a França, maior produtor do continente. Nos três países europeus, o foco será não só produção e tecnologia, mas também a demanda do continente, um dos maiores e mais exigentes mercados do agronegócio brasileiro.
Demanda - "A produção sul-americana está crescendo, mas quem dita o ritmo é a demanda. Por isso, nada melhor do que percorrer a Europa para entender o outro lado", explica o jornalista Giovani Ferreira, coordenador da Expedição Safra. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
A nova classificação para o trigo no Brasil, que entraria em vigor a partir de 1.º de julho deste ano, deve ser adiada por mais um ano, de acordo com a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) e a Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar). A decisão ainda depende do aval do Ministro da agricultura, Wagner Rossi, que, segundo as entidades, é o responsável pela promessa de adiamento. O governo teria prometido analisar o pedido e sinalizado que irá divulgar medidas de apoio a cultura. Entre as áreas contempladas devem estar o preço mínimo, custeio de safra e uma forma de regular a importação de farinha vinda da Argentina. "Há possibilidade de algumas dessas reivindicações serem atendidas. Para março nós, com certeza, estaremos com esse plano na rua e já atendendo todas as medidas que podem ajudar a triticultura nacional", ressaltou Sílvio Farnese, coordenador-geral de Cereais e Culturais Anuais do ministério. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
O Paraná reivindica o aumento nos recursos destinados ao Plano Safra 2011/12, de R$ 116 bilhões para R$ 140 bilhões. Desse total, R$ 20 bilhões seriam destinados para a agricultura familiar e R$ 120 bilhões à agricultura empresarial. O setor produtivo pede também a redução nas taxas de juros do custeio de 6,75% para 5,75% ao ano e a manutenção da taxa de juros do programa Mais Alimentos em 2% ao ano e de até 4% nas demais linhas do Pronaf para custeio e investimento, entre outras medidas. A proposta, formulada em conjunto com governo do Estado, Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), foi entregue na semana passada ao ministro Wagner Rossi. O PAP 2011/12 entra em vigor em julho deste ano e abrange recursos para o financiamento de custeio, comercialização e investimentos para toda a safra brasileira. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
Durante a maior feira de orgânicos do mundo, a Biofach Nuremberg, no mês passado na Alemanha, as empresas brasileiras associadas ao projeto Organics Brasil negociaram um total de US$ 16 milhões em contratos de exportação para os próximos 12 meses. "Nesse ano pudemos notar que a demanda é crescente, especialmente nos setores de alimentos, cosméticos, têxteis e vinhos, que voltaram aos níveis pré-crise de 2009. Seguindo as tendências observadas nos anos anteriores, os temas e conceitos de mercado justo, produtos sustentáveis, uso de energia limpa, segurança alimentar e desenvolvimento social nos países produtores são cada vez mais demandados", diz Ming Liu, coordenador executivo do projeto. Os produtos orgânicos são um mercado de US$ 60 bilhões, liderado pelos norte-americanos (US$ 29 bilhões) e pela Europa (US$26 bilhões), segundo a Organic Trade Association (OTA). Alemanha, França e Reino Unido são os principais mercados da Comunidade Europeia. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
Em novo desempenho excepcional o milho fechou fevereiro com exportação de 1,18 milhões de toneladas de milho, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. O volume embarcado mostrou crescimento de 15,5% em relação ao mês de janeiro, mas não superou os de setembro e dezembro que foram os maiores da série histórica para um único mês. Em relação às exportações realizadas em fevereiro de 2010, a alta é ainda mais impressionante, pois somaram menos da metade dos embarques de milho realizados este ano.
Recorde - Os números confirmam recorde para o mês, que tinha visto o maior volume de exportação em fevereiro no ano 2009, quando foram embarcadas 749,45 mil toneladas de milho. A menor diferença estoque/produção mundial nesta safra explica este momento excepcional para a commodity que, como já ironizamos em outras análises, vive seu momento soja, disputando a preferência de escoamento do interior até os portos de uma forma como nunca se viu antes. A boa notícia é que enquanto o Brasil dispor de excedente exportável haverá demanda para o produto, pois já se sabe que o crescimento de produção esperado para a próxima safra do maior produtor mundial, os Estados Unidos, não será suficiente para elevar os estoques mundiais, isso porque a demanda deve ser ainda mais forte tanto da indústria quanto da criação animal.
Preço médio - Da mesma forma o preço médio também apresentou incremento, passando de US$ 244,67/ton em janeiro para US$ 264,54/ton no mês encerrado esta semana, o que comprova a curva de alta dos preços de exportação do milho brasileiro. (AF News / Só Notícias)
O servidor público e administrador de empresas Milton Elias Ortolan assumiu a Secretaria-executiva do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento na sexta-feira (04/03). A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). Nascido em Americana, no interior paulista, Ortolan ocupava, até hoje, o cargo de chefe de gabinete do ministro Wagner Rossi. Atualmente integra o Conselho Fiscal da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Conselho de Administração da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). É graduado pela Faculdade de Ciências Econômicas e Administrativas da Universidade Católica de Campinas (PUCC/SP).
Carreira - Ortolan também é membro do conselho gestor do Instituto Brasileiro do Algodão (IBA). Em 38 anos de vida pública, foi secretário de Educação da Prefeitura Municipal de Americana (SP) membro do Conselho de Administração da Companhia de Armazéns e Silos do Estado de Minas Gerais. Passou pelo Ministério dos Transportes, Secretarias de Educação e de Relações do Trabalho do Estado de São Paulo, Empresa Brasileira de Turismo e Banco de Desenvolvimento do Estado.
Atividades - Entre as atividades desenvolvidas, o novo secretário-executivo participou da Reunião do Subgrupo de Trabalho de Transportes e Infraestrutura do Mercosul como delegado do Brasil e chefiou a delegação brasileira na Reunião Bilateral Brasil/Argentina dos Organismos de Aplicação do Acordo de Transportes Internacionais Terrestres.
Gerardo Fontelles - O engenheiro agrônomo Gerardo Fontelles estava no cargo de secretário-executivo desde o dia 15 de maio de 2009 e foi nomeado nesta sexta-feira (04/03), como Assessor Especial do Ministro da Agricultura. (Mapa)
O Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi) fechou pelo 6º ano consecutivo com a Castrolanda a cota Ouro de patrocínio para o Agroleite, que será realizado de 8 a 12 de agosto, em Castro, no Paraná. O investimento do Sicredi garante a visibilidade da marca nas principais ações de marketing do evento. Como nos anos anteriores, o Sicredi vai montar um estande logo na entrada do Parque de Exposições Dario Macedo, para receber os visitantes, especialmente as caravanas organizadas pela própria Cooperativa de Crédito que trará diversos produtores e associados para conhecerem o evento.
Calendário de eventos - Para o presidente do Sicredi Campos Gerais, Lauro Osmar Schneider, o Agroleite já faz parte do calendário de eventos da cooperativa. "Para nós é um orgulho participar de um dos maiores eventos da cadeia leiteira do país, quando são mostradas as maiores tecnologias da área e estão presentes as grandes empresas e os grandes produtores brasileiros. Além disso, já nos sentimos parte da comunidade Castrolanda", reafirma.
Sobre o Sicredi - O Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi) tem mais de um milhão e seiscentos mil associados e opera com 124 cooperativas de crédito e mais de 1.000 pontos de atendimento em onze estados brasileiros.
Agroleite - Durante cinco dias se reúnem os principais criadores das raças holandesa, jersey, simental e pardo-suíça, órgãos governamentais e institutos de pesquisa e extensão rural, além de representantes da indústria de laticínios, insumos e equipamentos. A programação oficial do Agroleite contempla diversos eventos: Seminário Internacional, Simpósios, Dias de Campo, Leilões, Torneio Leiteiro, Troféu Agroleite, Clube de Bezerras, Trekker Trek e julgamentos. O evento é realizado pela Castrolanda há 10 anos. Ao todo, 120 empresas participam das demonstrações dinâmicas e estáticas de máquinas, insumos e equipamentos agrícolas e de pecuária. (Imprensa Castrolanda)
Com uma comitiva com mais de 200 integrantes de 17 núcleos femininos, entre associadas e esposas de cooperados, a Cocamar marcou presença ontem na comemoração antecipada do Dia Internacional da Mulher, (celebrado a 8 de março), que reuniu 700 mulheres em Maringá, no Pavilhão Azul do Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro. O evento foi uma programação conjunta da Cocamar, das cooperativas Integrada e Nova Produtiva, do Sindicato Rural de Maringá e da Sociedade Rural de Maringá (SRM).
Reflexão - Refletindo sobre o papel da mulher na sociedade e as conquistas ao longo da história, a presidente da SRM, Maria Iraclézia de Araújo, abordou a participação da mulher no mundo do agronegócio ressaltando a contribuição dada pelas pioneiras que enfrentaram inúmeros desafios ao desbravarem a região. Também falou sobre sua própria experiência a frente da SRM e a oportunidade de quebrar barreiras e abrir caminhos.
Espaço - Em seu discurso na abertura, a integrante do Conselho de Administração da Cocamar, Olga Agulhon, que representou o presidente Luiz Lourenço, na solenidade, fez questão de ressaltar seu orgulho por participar de uma cooperativa que abriu espaço e incentiva a participação feminina. Citando as 455 associadas e esposas de cooperados que participam dos 17 núcleos femininos, falou sobre o crescimento apresentado por estas desde que se iniciou o trabalho.
Motivacional - O evento contou com uma apresentação da palestrante motivacional Leila Navarro, do Coral Cocamar e de um show de mágica com Carlos Della Rê, além de coquetel e sorteio de brindes. Sistema Faep, Ocepar/Sescoop e Cesumar apoiaram a realização. (Imprensa Cocamar)
O portal Cocamar (www.cocamar.com.br) oferece ainda mais informações aos cooperados que já se habituaram a consultar suas contas pela internet. Com isso, ele não precisa mais se deslocar pessoalmente até a unidade, economizando tempo e dinheiro. É o que explica a coordenadora do Relacionamento com o Cooperado, Cecília Adriana da Silva. Segundo ela, o Portal está disponibilizando informações bem mais completas. "Foram incluídas diversas outras opções de consulta, como o detalhamento da conta corrente, visualização das notas fiscais, entregas e fixações, e o resumo de toda a movimentação financeira, que pode ser utilizada na declaração do imposto de renda", informa.
Disponível - No caso das fixações, poderão ser acessadas as efetuadas nos últimos 90 dias. Com relação à posição financeira, o produtor conseguia ver, antes, apenas os débitos em aberto. Agora, também é possível visualizar o que foi comprado em determinado período. Outra opção disponível é o balanço dos produtos entregues nos últimos 12 meses, inclusive com a apresentação virtual dos comprovantes de descarga (CD), os romaneios.
Orientação - O cooperado que for acessar a sua conta na internet pela primeira vez, deve antes procurar a sua unidade de opção, onde receberá um login de acesso e uma senha. "Os cooperados podem ficar tranquilos com relação à segurança do portal, uma vez que ele é somente para consultas. É importante ressaltar que a senha deve ser protegida para que outras pessoas não tenham acesso", completa Cecília.
Recomenda - Para a família Violin, de Maringá, o uso do portal já é rotina. Como o cooperado Osmir não tem afinidade com o computador, essa tarefa fica com a esposa Andréia, a encarregada de fazer as consultas pelo portal. "É uma maravilha, traz muita facilidade. Os cooperados não podem deixar de usar", diz. Como a propriedade dos Violin fica a 20 quilômetros da unidade, eles saem menos e conseguem aproveitar melhor o tempo na lavoura.
Serviço - Depois de aberta a página o cooperado deve clicar no link Portal, localizado do lado esquerdo do monitor. Outra página irá se abrir e, aí, é só digitar o nome do usuário, a senha e desfrutar do serviço. Qualquer dúvida pode ser tirada na unidade da Cocamar mais próxima ou pelo telefone (44) 3221-3223, com Cecília. (Imprensa Cocamar)
Para garantir a aprovação das modificações ao Código Florestal ainda no primeiro semestre deste ano, representantes do setor produtivo se reuniram em Brasília com o intuito de sensibilizar os parlamentares da necessidade de aprovação do substitutivo do deputado Aldo Rebelo (SP), aprovado em 2010. A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) participou ativamente desta mobilização e contou com a presença de lideranças de diversos estados nos dia 1º e 2 de março.
Representantes - Dentre os representantes do Sistema OCB, estiveram em Brasília: João Nicédio Alves Nogueira, presidente da OCB/CE; Salatiel Rodrigues, presidente da OCB/RO; Petrúcio Pereira de Magalhães Júnior, presidente da OCB/AM; Ronaldo Scucato, presidente da OCEMG, Paulo Von Dokonal, gerente da OCESC, Décio Sonaglio, presidente da Coperio e Sandro Luiz Tremea, assessor da Aurora, que nos dois dias de mobilização visitaram diversos gabinetes para apresentar dados sobre a atual situação dos produtores rurais e solicitar a votação imediata do projeto de lei 1.876/98 e de seus apensos.
Ocepar - Na quarta-feira (02/03), a Organização das Cooperativas do estado do Paraná (Ocepar) esteve reunida com 23 deputados federais da bancada paranaense no Congresso Nacional, durante um café da manhã, em Brasília, para discutir o tema. O presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski, e representantes do setor produtivo do estado ressaltaram grande preocupação com a demora na definição das mudanças na lei ambiental.
Câmara de Negociação - Ainda na quarta-feira, houve a instalação da Câmara de Negociação das Mudanças no Código Florestal, pelo presidente da Câmara dos Deputados, deputado Marco Maia (RS). O colegiado será composto por 14 deputados: 4 representantes da produção rural, 4 ambientalistas, 2 representantes da liderança do governo e 2 da liderança da Minoria, além do relator Aldo Rebelo (PCdoB-SP) e do primeiro-secretário da Câmara dos Deputados, Eduardo Gomes (TO), que vai coordenar o trabalho.
Acordo - De acordo com Marco Maia (RS), esta câmara não possui caráter deliberativo, tendo por objetivo buscar um acordo para que o texto seja votado no plenário. Não há prazo para a conclusão dos trabalhos, mas o presidente espera que o texto final seja concluído em pouco tempo para ser levado em dois ou três meses para a votação em plenário.
Produtores - Os produtores serão representados pelos deputados Reinhold Stephanes (PR), Paulo Piau (MG), Luis Carlos Heinze (RS) e Assis do Couto (PR), todos integrantes da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop). Já os deputados Sarney Filho (MA), Márcio Macedo (SE), Ricardo Tripoli (SP) e Ivan Valente (SP) representarão os ambientalistas. A OCB acompanhará o desenvolvimento das discussões na Câmara Temática e continuará o trabalho, em conjunto com outras entidades do setor agropecuário, para a aprovação do substitutivo do deputado Aldo Rebelo (SP). (Informe OCB)
O deputado estadual Elio Rusch (DEM) esteve em Brasília, na quarta-feira (02/03), em encontro promovido pela Ocepar (Organização das Cooperativas do Estado do Paraná), Faep (Federação da Agricultura) e Fetaep (Federação dos Trabalhadores na Agricultura) com a bancada federal paranaense, onde foi discutido o projeto de reforma do Código Florestal Brasileiro. Ao final do encontro os participantes fecharam questão em torno da aprovação do relatório do deputado federal Aldo Rebelo. Elio Rusch acentuou que "o relatório não é perfeito, mas já significa um grande avanço, pois procura compatibilizar a necessária preservação do meio ambiente com a produção agropecuária".
Áreas urbanas - O deputado Rusch pondera que "a preservação ambiental não depende apenas do campo. No Paraná, por exemplo, temos 10,5 milhões de habitantes, sendo que 1,2 milhão vivem no campo e os demais nas áreas urbanas. Então não podemos responsabilizar uma pequena parcela pela preservação ambiental, quando grande parte das ameaças ao meio ambiente são fruto do consumismo e da poluição gerada nas cidades. Defendo que cada um faça sua parte neste esforço".
Brasil - Para Elio Rusch "o Código Florestal Brasileiro tem que ser fruto de uma discussão madura, baseada na realidade brasileira. Hoje 60% do território nacional é ocupado por áreas de preservação e parques nacionais. Há portanto área disponível para exploração econômica de forma sustentável". O parlamentar ataca a interferência de entidades ambientais internacionais nas discussões da legislação brasileira. Ele afirma que "nós não podemos ficar reféns de organizações não-governamentais(ONGs) de outros países onde pouco ou nada resta de recursos naturais."
Oeste do PR - Rusch foi o único deputado estadual do Oeste do Paraná a participar do debate. E esteve reunido com o presidente da Câmara Federal Marco Maia, que prometeu colocar o novo Código Florestal em discussão até o final de março. (Assessoria de Imprensa do deputado Elio Rusch)
Foi prorrogado até 31 de dezembro de 2011 o Programa BNDES de Sustentação do Investimento (BNDES PSI). O programa se encerraria no final do mês de março, mas será estendido, com a ampliação de sua abrangência e alteração de taxas. O novo orçamento do programa é de R$ 75 bilhões. Passam a contar com as condições especiais do BNDES PSI a aquisição de partes, componentes e serviços tecnológicos para bens de capital. O Programa também financiará bens de tecnologia da informação e comunicação desenvolvidos no Brasil com tecnologia nacional, de acordo com critérios estabelecidos pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). Nos dois casos, as taxas finais para o tomador do empréstimo serão de 5% ao ano.
Novidade - Outra novidade é que será incluído no PSI o financiamento a ônibus com tração elétrica e tração híbrida, combinando o uso da eletricidade com algum outro combustível (diesel, biodiesel, etanol etc). Os equipamentos também terão de ser acessíveis para deficientes físicos e serão comercializados com taxa de 5% ao ano. A partir de abril, as taxas de juros para ônibus e caminhões serão de 10% ao ano, contra os 8% atuais. Os juros cobrados para comercialização de bens de capital passam de 5,5% para 6,5% ao ano (micro, pequena e média empresa) e 8,7% (grande empresa). Para exportações de bens de capital, as taxas serão de 9% (grande empresa) e 7% ao ano (MPME), contra os 5,5% cobrados atualmente. No BNDES Procaminhoneiro, direcionado à compra de veículos por caminhoneiros autônomos, a taxa subirá de 4,5% para 7% ao ano. Os juros mais baixos do programa continuam sendo aqueles cobrados para inovação, que variam de 4% a 5% ao ano.
Participação - Em sintonia com o processo de estímulo ao crédito privado de longo prazo, o BNDES está reduzindo a sua participação máxima dos investimentos no âmbito do BNDES PSI. O apoio a bens de capital para MPMEs, que era de 100% do investimento, agora será limitado a 90%. Para grande empresa, o limite passou de 80% para 70%. A mesma redução de 10% da participação máxima foi aplicada aos subprogramas de inovação e exportação. Em 2010, mais de 50% dos recursos da carteira acumulada do PSI foram aplicados em bens de capital (BK), onde se concentram a maior parte dos investimentos do setor de agronegócio.
Lançamento - O BNDES PSI foi lançado em julho de 2009 como parte das medidas do governo para mitigar os efeitos da crise financeira internacional sobre a economia brasileira. O programa, aliado a outras medidas, permitiu que as empresas brasileiras mantivessem seus planos de investimento, preservando e criando empregos e colocando o Brasil em uma posição relativamente confortável na comparação com outras economias, que sentiram os efeitos da crise com muito mais intensidade.
Micro e pequenas - O programa tem sido especialmente acessado pelas micro, pequenas e médias empresas, que receberam mais que a metade do valor total desembolsado até agora no âmbito do PSI: R$ 49,2 bilhões, para liberações totais de R$ 95,6 bilhões. O total da carteira do programa, considerando as operações contratadas, aprovadas, em análise, enquadradas e em consulta, soma R$ 130,2 bilhões.
Empréstimo - Para poder continuar apoiando a expansão dos investimentos por meio do programa, o BNDES receberá um empréstimo de R$ 55 bilhões do Tesouro Nacional, reforçando seu funding. Os recursos colocam o Banco em uma posição confortável para atender à demanda do setor produtivo por financiamentos em 2011. Ao mesmo tempo, a redução do seu nível de participação nos financiamentos abre espaço para que outros atores também colaborem na concessão de crédito de longo prazo. Veja aqui um resumo das novas taxas do programa. (Com informações do BRDE)
O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, no dia 24 de fevereiro, voto que altera as condições para renegociação das operações de crédito do Programa Especial de Saneamento de Ativos Agropecuários (PESA). Os produtores que liquidarem suas dívidas até 30 de junho de 2011 terão direito ao bônus sobre os encargos. A regra, que beneficiará cerca de três mil produtores, vale para aqueles que ainda não tiveram seus débitos inscritos na dívida ativa.
Desconto - O desconto aplicado ao pagamento da dívida do mutuário é a diminuição dos juros, que passam de 8%, 9% ou 10% mais IGPM (cheio) para 3%, 4%, 5% mais IGPM (limitado a 9,5% ao ano ou 0,752% ao mês), respectivamente. "Nós não estamos prorrogando a data de vencimento. Se o produtor tiver inadimplente, ele continua inadimplente", lembra o Secretário-Adjunto de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Gilson Bittencourt. O voto também prorroga para o dia 30 de junho de 2011 a possibilidade de contratação de operação para financiamento das parcelas vencidas até 31 de dezembro de 2009.
Outros votos - Outro voto aprovado pelo CMN estende o prazo de renegociação de dívidas de hortifruticultores dos municípios do Vale do São Francisco com financiamento no Banco do Nordeste. A medida prorroga também a data para a contratação da linha emergencial de crédito por agricultores familiares afetados por seca no semi-árido do Nordeste e Minas Gerais.
Adesão - O novo prazo para adesão à linha passou de 30 de dezembro de 2010 para 30 de abril de 2011 e a data para formalização das operações de custeio, investimento ou comercialização passou de 28 de fevereiro de 2011 para 30 de junho de 2011.
Seca - O mesmo voto prorroga, de 15 de março de 2011 para 30 de junho de 2011, o prazo para contratação das operações da linha de crédito para alimentação pecuária de pequenos agricultores dos Estados do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo afetados por seca. Segundo Bittencourt, a demanda partiu do Banco do Nordeste, especialmente pelo Estado do Ceará, onde há cerca de mil produtores que ainda não conseguiram contratar essa operação. "Uma das exigências para contratação dessa linha era a decretação de estado de emergência e o reconhecimento por parte do Governo Estadual. E no Ceará teve uma demora pelo reconhecimento".
EGF - O último voto refere-se à prorrogação dos prazos de vencimento das operações de Empréstimos do Governo Federal (EGF) de arroz para os agricultores do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Os produtores da safra 2009/2010 terão mais 180 dias, a partir da data de vencimento atual, para contratar novos financiamentos. A medida visa, principalmente, estimular a elevação do preço recebido pela saca nos Estados da região Sul.
Arroz - Segundo Bittencourt, hoje há cerca de R$ 400 milhões de empréstimos de comercialização do arroz com vencimentos previstos para o primeiro semestre, principalmente entre março e abril. "Esse volume representa 15 milhões de sacas, ou seja, 775 mil toneladas de arroz". Para ter direito ao benefício, o mutuário deve solicitá-la até a data do vencimento de cada operação e pagar, no mínimo, 20% do saldo devedor do financiamento até a data do vencimento. Para efetivar as operações, as instituições financeiras devem comprovar a existência de produto estocado em volume compatível com o saldo a ser prorrogado. (Assessoria Silas Brasileiro)
A Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) deu o passo inicial para a construção de parcerias público-privadas mais efetivas em apoio ao desenvolvimento do agronegócio paranaense. As linhas gerais dessa parceria foram delineadas durante um encontro entre representantes da secretaria e suas empresas vinculadas com representantes de instituições privadas. De acordo com o secretário Norberto Ortigara, o objetivo é dar sustentação a políticas públicas de geração de emprego, renda, promover o crescimento econômico e melhorar a vida das pessoas no campo e nas cidades, com mais segurança alimentar e com alimentos de qualidade.
Estratégias - Para isso, a Seab promoveu uma parada estratégica de dois dias, durante a qual dirigentes do órgão, de empresas vinculadas, diretores e dirigentes de entidades da iniciativa privada participaram do seminário: "Estratégias e Atuação Institucional no Agronegócio Paranaense", realizado nesta quarta-feira (02/03) e quinta-feira (03/03) em um hotel às margens da represa Capivari-Cachoeira, município de Campina Grande do Sul, Região Metropolitana de Curitiba.
Compromisso - Durante o seminário, as entidades participantes comprometeram-se a eliminar duplicidades e paralelismo de funções e integrar mais as ações de cada uma delas em apoio ao produtor rural e às cadeias produtivas. Participaram do encontro a Seab, as empresas vinculadas Emater, Iapar, Claspar, Ceasa, Codapar e CPRA, representando o poder público. Representando a iniciativa privada, participaram o Sebrae, Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural) e Sescoop (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo).
Diagnóstico - Aos participantes, Ortigara revelou que está na expectativa do próximo passo: diagnosticar as cadeias produtivas e definir ações para solucionar os entraves em cada uma delas. Assim, as políticas públicas serão direcionadas para fortalecer o que já existe de bom em cada região. "Conforme as demandas apresentadas pela sociedade, vamos estudar as realidades e propor ações que possam ser exercidas em conjunto entre poder público e iniciativa privada, sem duplicidade de ações, sem burocracia e com agilidade", destacou.
Integradas - O consultor da Federação do Estado da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Antonio Poloni, disse que as ações do governo e da iniciativa privada serão integradas e concentradas para alavancar as cadeias produtivas eleitas nos municípios e nas regiões. O grande minério do Paraná - disse Poloni - é a produção de alimentos. "Então vamos fazer um trabalho bem feito e demonstrar nossa competência", disse. "Para isso, o poder público não pode trabalhar sem o apoio da iniciativa privada e vice-versa. Precisamos estar juntos para o desenvolvimento comum. Todo esse trabalho deve ter como pano de fundo a conclusão do processo de sanidade animal e vegetal, que será a grande marca do atual governo", acrescentou.
Inédito - Para o superintendente do Senar-PR, Ronei Volvi, esse repensar de ações de instituições públicas e privadas em conjunto é inédito e visa o beneficio dos sindicatos e associações rurais de produtores e de trabalhadores, das cooperativas e dos produtores em geral.
Orçamento - O diferencial Do seminário é que cada instituição está definindo seu papel, sua metodologia de trabalho, seu plano de ação para as cadeias produtivas e territórios, projetos setoriais. A partir disso, o governo vê como eliminar os paralelismos de ações, respeitando a individualidade e orçamento de cada órgão. Também não serão solicitados recursos extras de outros órgãos. Cada um vai trabalhar com o seu orçamento.
Ações - Esse planejamento visa ações imediatas, mas também de médio e longo prazos, para tornar o agronegócio mais competitivo e eficaz dentro e fora do País. Poloni citou como exemplo a bacia leiteira do Sudoeste ou a produção de cafés especiais do Norte Pioneiro. Se nessas cadeias produtivas faltarem capacitação e profissionalismo do produtor, o Senar se responsabilizará por esse processo. Se o ponto de estrangulamento estiver no mercado e na transformação da produção, o Sebrae irá ajudar. Assim, cada instituição irá apoiar com sua experiência a execução das políticas públicas.
Emater - À Emater caberá a realização dos diagnósticos, a partir dos quais serão acionados os órgãos competentes. Em algumas situações, a pesquisa do Iapar será intensificada para atender determinada necessidade e assim vai acontecer com as demais entidades. Segundo Ortigara, todas as ações serão centralizadas sob o comando da Seab. (AEN)
O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) confirmou nesta quinta-feira (03/03) a estimativa de crescimento de 8,3% do Produto Interno Bruto (PIB) paranaense em 2010. O dado foi calculado na esteira da atualização, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da taxa de crescimento do PIB nacional, que foi de 7,5%. O diretor-presidente do Ipardes, Gilmar Mendes Lourenço, disse que, embora superior à média nacional, o crescimento do PIB paranaense no ano passado deve ser visto com cautela, levando-se em conta a perda de dinamismo estrutural da economia regional nos últimos anos.
Rota de recuperação - O crescimento do PIB mostra que tanto o País quanto o Estado ingressaram numa rota de recuperação econômica depois da crise financeira internacional. Em 2009, os efeitos da crise refletiram-se numa queda de 0,60 no PIB nacional e de 1,20 no PIB paranaense. Passado esse período, o País e o Estado alcançaram em 2010 desempenhos notáveis dentro da série histórica do PIB. O crescimento de 7,5% do PIB nacional é o maior desde 1986, quando foi editado o Plano Cruzado. No Paraná, foi a melhor performance desde 1993, quando o PIB cresceu 10% em razão da supersafra e das elevadas cotações dos produtos agrícolas nos mercados externos.
Fatores pontuais - De acordo com o diretor-presidente do Ipardes, no entanto, o incremento expressivo do PIB paranaense em 2010, superando a média nacional, não reflete uma situação de dinamismo da economia, mas pode, ao contrário, "ser atribuído a elementos pontuais e transitórios, que podem sumir de forma tão instantânea como apareceram". Entre esses fatores, ele cita a elevação dos preços das commodities no mercado internacional e o bom momento da indústria automobilística, favorecida por isenções fiscais concedidas pelo governo federal.
Economia regional - "O que importa examinar é a perda de dinamismo estrutural da economia regional", afirma Lourenço. Para isso, afirma, é preciso analisar um período mais longo. Entre 2003 e 2010, enquanto o PIB brasileiro cresceu em média 4% ao ano, o paranaense variou 3,7% ao ano, o que fez com que o peso do Estado na formação da renda interna nacional recuasse de 6,4% para 6%.
Programa estratégico - Além de fatores como a queda de produtividade do agronegócio (em razão principalmente de estiagens), essa redução, afirma Lourenço, está ligada à falta de um programa estratégico de desenvolvimento para o Estado nos últimos anos. "A debilidade do arranjo institucional entre governo e iniciativa privada prejudicou a presença do Paraná na esfera federal, a recuperação da infraestrutura e a melhoria dos indicadores sociais", afirma.
Correção de rumo - Segundo Gilmar Lourenço, isso começa a ser corrigido, com medidas como o Programa Paraná Competitivo, lançado pelo governador Beto Richa em fevereiro e que já tem vários investimentos em fase de enquadramento. "Esse programa constitui o primeiro passo na direção da reconquista das condições de crescimento econômico sustentado do Estado, com maior grau de interiorização e inclusão social", afirma.
2011 - O diretor-presidente do Ipardes afirmou também que as taxas de crescimento do PIB registradas em 2010 não devem se repetir este ano, em função, entre outros fatores, da elevação da taxa Selic e dos cortes orçamentários anunciados pelo governo federal. "É razoável supor forte desaceleração do ritmo de crescimento dos níveis de atividade em 2011", afirma. (AEN)
Veja tabela com a evolução do PIB paranaense e brasileiro desde 1995.
O Brasil provavelmente já se tornou a sétima maior economia do mundo. Segundo estimativa de Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating, o Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 3,675 trilhões em 2010 corresponde a US$ 2,089 trilhões, tomando-se a cotação média do dólar no ano. Com esse valor, o PIB brasileiro ultrapassa o da Itália no ranking do Fundo Monetário Internacional (FMI), que é de US$ 2,037 trilhões.
Crescimento - Agostini diz que o ranking do PIB do FMI ainda tem uma estimativa para o crescimento em 2010 da Itália, e não o resultado efetivo do ano. Se a comparação for feita com a estimativa do PIB em 2010, que também é o que ainda consta do ranking, a Itália está na frente - o tamanho da economia brasileira seria de US$ 2,024 bilhões.
Abril - Segundo Agostini, o FMI só incluirá no seu ranking os resultados efetivos do crescimento do PIB dos diversos países em abril. "Só aí dá para dizer com 100% de certeza que o Brasil já é a sétima maior economia", diz. A estimativa do FMI de crescimento do PIB italiano em 2010 é de 1%, enquanto o resultado efetivo foi de 0 1%. É bem possível que o tamanho do PIB da Itália caia quando o resultado efetivo for incluído em abril. Mas pode haver mudanças também no câmbio médio utilizado para converter para dólares.
Taxa de câmbio - No caso brasileiro, apesar de a estimativa de alta do PIB do FMI para 2010 ser exatamente os 7,5%, o valor do PIB no ranking é menor do que o calculado por Agostini por causa do uso de uma taxa de câmbio diferente. Ele nota que, no fim de 2011, o Brasil deve estar na frente da Itália, já que as expectativas de crescimento brasileiro são maiores. Em termos cambiais, ele espera que tanto o euro quanto o real se valorizem ante o dólar. Pelas previsões de Agostini, o Brasil será a quinta maior economia do mundo em 2018, com PIB de US$ 3,3 trilhões, atrás de EUA, China, Japão e Alemanha. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. (Agência Estado)
O governo federal deverá publicar, até o próximo dia 18, um decreto estabelecendo a distância de 1.200 metros como área de amortecimento para o plantio de milho geneticamente modificado no entorno das Unidades de Conservação. A informação foi repassada pelo presidente do Instituto Chico Mendes, Rômulo José Fernandes Barreto Mello, nesta quarta-feira (02/03), em Brasília, durante reunião liderada pelo deputado Moacir Micheletto e que contou com a participação do presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, do diretor financeiro da Faep, João Luiz Rodrigues Biscaia, representantes de sindicatos e prefeituras. De acordo com Rômulo, o assunto foi tratado no âmbito do governo federal, especialmente Ministério do Meio Ambiente, e está caminhando para uma solução.
O grupo de trabalho criado para discutir o Código Florestal na Câmara dos Deputados já tem a composição definida: serão quatro parlamentares ambientalistas e quatro ruralistas. No primeiro time, estão Sarney Filho (PV-MA), Márcio Macêdo (PT-SE), Ricardo Tripoli (PSDB-SP) e Ivan Valente (Psol-SP). No segundo, Reinhold Stephanes (PMDB-PR), Paulo Piau (PMDB-MG); Luis Carlos Heinze (PP-RS) e Assis do Couto (PT-PR).
Vagos - Há ainda dois postos vagos para a bancada de apoio ao governo e outros dois para a oposição: um deles deve ser o de Mendes Thame (PSDB-SP). A primeira reunião do grupo de trabalho - batizado de "Câmara de Negociação" ocorreu nesta quarta-feira (02/03) a portas fechadas e foi comandada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS).
Embates - Em tese, a Câmara já pode votar o texto que atualiza o Código Florestal. O projeto já passou por todas as comissões - inclusive uma formada justamente para discutir o tema. Mas ainda restam itens controversos. Agora, com o novo grupo de trabalho, a missão é aparar as arestas e buscar um consenso que permita a votação. A proposta está em tramitação há 12 anos no Congresso e divide opiniões até no governo.
Embates - Entre os pontos do Novo Código Florestal que provocam mais embates estão a anistia para desmatadores e o tamanho da reserva legal - área que o agricultor deve preservar em sua propriedade. O presidente Marco Maia pretende colocar o tema em pauta até o fim de março. (Revista Veja/Twitter)
Um dia de treinamento sobre cancro cítrico, enfermidade que atinge pomares de citros e é mais comum no Paraná. Com este objetivo, a Fazenda Ypiranga, pertencente à Cocamar e localizada no município de Paranavaí, região noroeste do Estado, recebeu, nesta quarta-feira (02/03), uma equipe de funcionários da fabricante de sucos Fischer, do Estado de São Paulo. A convivência com o cancro tornou-se possível, ainda na década de 80, após pesquisas desenvolvidas pelo especialista Rui Pereira Leite, do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar). O grupo da Fischer, segundo informou o coordenador de culturas perenes da cooperativa, Leandro Cezar Teixeira, veio saber como o Paraná realiza o manejo dessa doença. (Imprensa Cocamar)