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A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) divulgaram a agenda da semana, referente ao período de 11 a 14 de abril, com as deliberações pertinentes ao cooperativismo no Congresso Nacional, com sugestões de pareceres e propostas do Sistema. Também foi disponibilizado o relatório do mês de março. (Com informações da Assessoria Parlamentar da OCB)
Clique aqui e confira a agenda da semana de 11 a 14 de abril
Linhas de financiamento para cooperativas de passageiros será o tema tratado por Jonatas Ramalho, gerente de Divisão do Banco do Brasil. Ele participará da Reunião da Câmara Temática de Passageiros do Conselho Consultivo do Ramo Transporte da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) . A reunião teve início às 10h, na sede da instituição, com a presença do superintendente da OCB, Renato Nobile. Na parte da tarde, as discussões ficarão por conta das normas vigentes que impactam o setor. A Coordenadoria Jurídica (Coojur) da OCB dará uma assessoria aos participantes abordando a participação de cooperativas de transporte de passageiros em licitações públicas. (Informe OCB)
Diretores, técnicos e chefes dos escritórios regionais de todos os órgãos ambientais do Governo do Estado estão participando desde segunda-feira (11/04), em Curitiba, do I Encontro do Sistema Sema, promovido pela Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos e suas autarquias: Instituto Ambiental do Paraná (IAP), Instituto das Águas do Paraná (AguasParaná) e Instituto de Terras, Cartografia e Geociências (ITCG). O objetivo do evento é apresentar o cronograma de ações que serão desenvolvidos nos próximos quatro anos às novas equipes de trabalho e debater as prioridades dentro de cada instituição.
Plano - O secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jonel Iurk, pontuou o plano de governo para a área ambiental e priorizou a discussão sobre a política estadual de resíduos sólidos, biodiversidade e florestas, recursos hídricos e projetos de prevenção para reduzir impactos causados por catástrofes naturais. "Além de proporcionar uma maior integração entre os funcionários do Sistema SEMA, é uma oportunidade para discutirmos projetos prioritários, entre eles o Zoneamento Ecológico Econômico do Estado, o Programa Bioclima, ações na área de resíduos sólidos, a descentralização de serviços ambientais que podem ser desenvolvidos em parceria com os municípios, entre outros", disse o secretário. "A ideia é transformar o Paraná em um Estado exemplo na gestão ambiental", afirmou.
Ações integradas - O presidente do IAP, Luiz Tarcísio Mossato Pinto, destacou a necessidade de ações integradas. "Essa reunião serve para que cada um reconheça suas responsabilidades e deveres, garantindo os melhores resultados possíveis, seja na área administrativa como em campo". O IAP possui 21 escritórios regionais no Paraná que atendem 22 municípios em cada região.
Resultados - Para o presidente do Instituto das Águas do Paraná, Marcio Nunes, o encontro também serve para garantir a melhoria dos resultados no dia a dia das instituições. "O nosso desafio é muito grande, mas trabalhando juntos conseguiremos atingir nossos objetivos", disse. Ele também salientou a importância de se evitar paralelismos dentro do Sistema Sema, economizando tempo e dinheiro, além de potencializar os resultados dos trabalhos.
Regionais - Já o presidente do ITCG, Amílcar Cabral, lembrou do papel fundamental das regionais para uma melhor atuação do sistema. "Nós reconhecemos os esforços dos servidores nas regionais e no interior. A participação deles é indispensável no fortalecimento do Sistema Sema". O Seminário prossegue até esta quarta-feira (13/04), no Hotel Slavieiro, em Curitiba. (AEN)
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, faz oito operações de venda direta de estoques públicos, nesta quarta-feira (13/04). Os leilões negociarão 225,2 mil toneladas de milho e trigo de diversos estados do país. No caso do milho, 55,1 mil t serão colocadas à venda. Desse total, 31,9 mil t provêm de Mato Grosso e 15,7 mil t têm origem em Goiás. Poderão participar dos leilões avicultores, suinocultores, bovinocultores (de leite e de corte), cooperativas de criadores de aves, de suínos e de bovinos (de leite e de corte), indústrias de ração para avicultura, suinocultura e bovinocultura, indústrias de insumo para ração animal e indústrias de alimentação humana à base de milho. Tais estabelecimentos devem estar cadastrados perante a bolsa por meio da qual pretendam realizar a operação, e estar em situação regular no Sistema de Registro e Controle de Inadimplentes da Conab (Sircoi).
Operações trigo - Para o trigo, serão feitas três operações para comercializar 170,1 mil t - 20,4 mil t de Mato Grosso do Sul; 2,1 mil t de Minas Gerais; 30,8 mil t do Paraná; 67,3 mil t do Rio Grande do Sul; 15 mil t de Santa Catarina e 34,2 mil t de São Paulo. Safras distintas, a partir de 2007, serão leiloadas. As condições para participar são estar cadastrado na bolsa por meio da qual o interessado pretenda realizar a operação, e estar em situação regular no Sircoi.Desde o início do ano, foram feitos 13 leilões de venda direta de milho, com a negociação de 1,9 milhão de toneladas. Quanto ao trigo, a Conab realizará o primeiro leilão nesta quarta-feira. (Mapa)
Confira os avisos nº 110, 111, 112, 113, 114 (venda de milho), 116, 117 e 118 (venda de trigo).
A Comissão de Desenvolvimento Urbano (CDU) da Câmara dos Deputados realizou nesta terça-feira (12/04), audiência pública para debater o Decreto 7.404/2010, que regulamenta a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010). O debate foi proposto pelos deputados Arnaldo Jardim (SP) e Manoel Júnior (PB), integrantes da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e William Dib (SP).
Prazos - O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, manifestou sua preocupação em relação aos prazos estabelecidos na Resolução. Para ele, é difícil que os mesmos sejam cumpridos pelos municípios tendo em vista a necessidade dos planos municipais estarem alinhados com os planos estaduais. Os altos custos de implantação, que podem chegar a R$ 52 bilhões para os municípios, preocupam a CNM. A incerteza em relação aos repasses de verbas para os municípios e o fato de que a Resolução não prever nenhum auxílio por parte da União, são outras fatores mencionados pelo presidente. Ziulkoski também criticou a atuação do Ministério do Meio Ambiente que, em sua opinião, está apressando a regulamentação da lei e não está aberto ao envolvimento da sociedade.
Avanços - O representante do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis Ronei Alves da Silva, elogiou a Lei 12.305/2010, ressaltando a importância da mesma e seus avanços na gestão de resíduos sólidos no Brasil. Além disso, Ronei Alves também colocou o movimento dos catadores à disposição dos municípios e prefeitos para colaborar na implementação e execução da lei.
Comitês e grupos de trabalho - Silvano Silvério da Costa, secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (MMA), lembrou o fato do projeto que deu origem à lei ter sido aprovado após 19 anos de debates. Enfatizou também o trabalho que o MMA está realizando agora ao viabilizar as atividades dos comitês e grupos de trabalho previstos na lei.
Lei 12.305/2010 - Impõe obrigações a governos, a empresários e a cidadãos a respeito do gerenciamento do lixo e de materiais recicláveis, priorizando a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. Os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes terão de investir para colocar no mercado artigos recicláveis e que gerem a menor quantidade possível de resíduos sólidos. O mesmo se aplica às embalagens. (Com informações da Agência Câmara)
A agência do Banco do Brasil já começou a liberar o pagamento dos 105 pedidos de indenização do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), feito pelos produtores rurais de Terra Roxa (Paraná). O seguro é relativo a cobertura das perdas ocorridas nas lavouras de soja das safras 2004/2005 e 2005/2006. Cerca de 25 agricultores foram atendidos até agora, segundo informou o deputado Moacir Micheletto (PMDB-PR), que articulou junto ao Banco Central essa indenização.
Interpretação - Micheletto explicou que a causa do atraso no pagamento teve origem operacional devido a interpretação das normas do Proagro. Os recursos dos financiamentos concedidos pelo Banco do Brasil tinham dupla origem: parte do crédito rural teve como fonte de recursos do Banco do Brasil e a outra parte do BNDES. Nestas fontes, os juros eram diferenciados. Essa duplicidade de fonte e juros diferenciados foi interpretada como duplo financiamento.
Revisão - Os pedidos de revisão estavam paralisados para análise no Banco Central há muito tempo e foi objeto de insistentes intervenções do deputado Micheletto, pois a demora em liberar os pedidos de revisão do Proagro, de safras antigas, estava prejudicando os produtores do município. O deputado explicou que essa liberação do seguro contou com o máximo de boa vontade e atenção tanto do Banco Central como do Banco do Brasil, que estão fazendo a análise e cálculos de cada pedido, individualmente. (Assessoria de Imprensa do deputado Moacir Micheletto)
O Sicredi estreiou, nesta segunda-feira (11/04), em dez estados brasileiros, a Promoção Força Premiada Sicredi, que vai distribuir R$ 2,5 milhões em prêmios. De abril a dezembro, serão realizados 473 sorteios, quatro em cada cooperativa do Sistema, premiando os associados com TV's, notebooks, motocicletas, videogames e, no sorteio final, em dezembro, cinco picapes Toyota Hilux. As operações também garantem ao associado tentar a sorte com as raspadinhas, que dão direito a prêmios como camisetas, bolas de vôlei, canecas, bonés, bolsas térmicas, pen-drives e até iPods, totalizando mais de 100 mil itens.
Volume de negócios - "O objetivo dessa promoção é aumentar o volume de negócios dos associados com a cooperativa, contemplando-os com prêmios e brindes. Assim, eles podem comprar seus produtos e contratar seus serviços com a possibilidade de serem sorteados nessa campanha, que é a maior do Brasil dentro do setor financeiro", afirmou o presidente da Sicredi Vale do Piquiri, Jaime Basso, com sede em Palotina, Oeste do Paraná. "É uma campanha fantástica que está mobilizando muito o nosso pessoal nas unidades de atendimento e, com certeza, haverá uma boa aceitação por parte dos associados. Dessa forma, esperamos atingir um bom crescimento e conquistar a nossa fatia de mercado", acrescentou Basso. Ele falou sobre a promoção na tarde desta segunda-feira (11/04), durante sua visita à sede do Sistema Ocepar, em Curitiba.
Evolução - De acordo com Basso, a Sicredi Vale do Piquiri possui atualmente em torno de 33 mil associados e cerca de R$ 400 milhões de ativos administrados. "A carteira de crédito vem aumentando bastante com os depósitos, especialmente em função da safra boa e dos bons preços. A cooperativa também vem expandindo suas operações na atividade rural, principalmente na linha de investimentos para máquinas e equipamentos, enfim, melhorando a tecnologia na propriedade meio rural. Estamos vendo um crescimento principalmente nesse começo de 2011 com uma evolução nos números e cada vez mais os associados confiando em nossos produtos e serviços", disse Basso.
Informações - Mais informações sobre a Promoção Força Premiada podem ser obtidas nas unidades de atendimento do Sicredi ou no site www.forcapremiadasicredi.com.br, onde o associado poderá conferir os prêmios disponíveis, bem como a divulgação dos resultados após os sorteios e o regulamento completo. (Com informações do Sicredi)
Pesquisadores, professores, agrônomos e técnicos que atuam na cadeia produtiva da cevada cervejeira se reunirão, nestes dias 12 e 13, no distrito de Entre Rios, em Guarapuava (PR), para a 28ª Reunião Nacional da Pesquisa da Cevada. Realizado a cada dois anos em uma das três instituições organizadoras (Embrapa Trigo/Passo Fundo-RS; AmBev; e Cooperativa Agrária), o encontro, que nesta edição será de novo sediado pela Agrária em seu Centro Cultural, é uma reunião de trabalho que tem dois objetivos principais: apresentar as mais recentes informações do setor e determinar as linhas de pesquisa que deverão ser seguidas nos próximos anos.
Programação - Na parte da programação dedicada à situação das lavouras, a reunião discutirá os resultados da safra 2009 e 2010 no Brasil e em mais dois países sulamericanos em que a cultura também tem significado econômico: Argentina e Uruguai. Em outra etapa, o encontro abordará o estágio atual dos trabalhos de melhoramento genético (é por meio desta linha de pesquisa, baseada em cruzamentos de linhagens, que as empresas chegam a tipos de cevada mais produtivos, mais resistentes a doenças e com características mais apropriadas para a fabricação do malte e da cerveja). A programação traz ainda a apresentação dos resultados das pesquisas nos últimos dois anos.
Tópicos importantes - Ao final da reunião, os participantes tratarão de dois tópicos considerados importantes para o presente e o futuro da cevada: a revisão das indicações técnicas para o cultivo na safra deste e do ano que vem e o planejamento do trabalho que desenvolverão, de maneira conjunta, nos próximos dois anos.
Tradição - A Agrária é um dos mais tradicionais produtores de cevada cervejeira no Brasil. Seus cooperados cultivam o cereal desde a década de 70 em propriedades rurais situadas em Guarapuava e em outros municípios, nas regiões centro-sul, centro-oeste e central do Paraná. O plantio ocorre a partir de junho e a colheita em novembro. Na safra 2010, a produção de cevada na Cooperativa teve área de 28 mil hectares e volume de 114 mil toneladas. Atualmente, além de parcerias de pesquisa com instituições brasileiras, como a Embrapa e a Ambev, a Agrária também trabalha em conjunto com organizações na Alemanha para identificar novas cultivares que possam ser utilizadas com sucesso no Brasil. A cevada é ainda a base para o principal negócio da Agrária: a fabricação de malte. Detentora de uma das maiores maltarias do mundo, com uma participação de cerca de 20% do mercado nacional, a Agrária fornece malte para cervejarias em diversas regiões do Brasil. (Imprensa Agrária)
Reunidos na noite desta segunda-feira (11/04) na Expo-Londrina para um coquetel no estande a Cocamar e Sicredi União, jornalistas da cidade ouviram do vice-presidente da Cocamar, José Fernandes Jardim Júnior, que a cooperativa vem desenvolvendo um intenso trabalho nos 26 entrepostos que foram arrendados em meados do ano passado junto a Corol. Segundo Jardim Júnior, "é um trabalho consistente, que vem demonstrando a importância da participação cooperativista".
Destaque - Profissionais que atuam há muitos anos no segmento do agronegócio, entre eles Widson Schwartz, que presta serviços à Folha de Londrina, destacaram o crescimento da Cocamar nos últimos anos. "Foi um boom extraordinário", resumiu Schwartz, que se disse impressionado, também, com a grande aceitação do cooperativismo de crédito na cidade, por meio da Sicredi União. Segundo o presidente da cooperativa de crédito, Wellington Ferreira, em um ano a instituição dobrou de tamanho na cidade. "O potencial é muito grande para o desenvolvimento do cooperativismo em todas as áreas", frisou Alexandre Sanches, do portal de O Diário.
Faturamento - Sobre a Cocamar, Jardim Júnior disse aos jornalistas que o objetivo é faturar R$ 2 bilhões em 2011, contra R$ 1,596 bilhão de 2010, em parte com a expansão das vendas do varejo, que representam cerca de 25% do total. Durante o coquetel, eles provaram novos sabores de néctares e também a linha Equilíbrio, com chá verde. (Imprensa Cocamar)
Se a Sicredi União já vinha registrando desde o início de 2010 um expressivo crescimento em Londrina, cidade onde já conta com 6 unidades de atendimento, a perspectiva de agora em diante é de uma expansão em ritmo ainda mais rápido. Na tarde desta segunda-feira (11/04), no estande da cooperativa na Expo-Londrina, foi firmado um convênio com a Associação Comercial e Industrial de Londrina (Acil) para que sejam assegurados R$ 50 milhões, em forma de linhas de crédito a taxas diferenciadas, a associados da entidade. Várias autoridades e lideranças compareceram, entre elas o prefeito Barbosa Neto.
Parceria completa - "É uma parceria completa", comentou o presidente da Sicredi União, Wellington Ferreira, informando que, além daquele montante em recursos, a cooperativa vai prestar aos empresários uma assessoria técnica em gestão financeira, formação de grupos personalizados de consórcios e apoio aos eventos promovidos pela associação. "Dependendo da demanda, poderemos até mesmo dobrar aquele valor", prometeu o presidente.
Conquista O convênio, que vinha sendo formatado há semanas, foi considerado "uma conquista" pelo presidente da Acil, Nivaldo Benvenho, para quem o fortalecimento do cooperativismo de crédito "é a solução para a comunidade". Na visão de Benvenho, "representa o contraponto em relação ao sistema bancário convencional", acrescentando que a Sicredi União tem tudo para continuar crescendo em Londrina. A Acil conta com cerca de 2 mil associados. (Imprensa Sicredi União)
Nesta segunda-feira (11/04), o grupo técnico do Conselho Consultivo do Crédito da OCB (GT/Ceco) se reuniu para discutir o plano de ação do cooperativismo de crédito brasileiro. De acordo com o gerente de Relacionamento e Desenvolvimento do Cooperativismo de Crédito da OCB, Silvio Giusti, o foco do debate foi a possibilidade de implantação, responsabilidades e formas de regime de co-gestão nas cooperativas de crédito, prevista no artigo 16 da Lei Complementar nº 130/09. "As cooperativas de crédito podem ser assistidas, em caráter temporário, mediante administração em regime de co-gestão, pela cooperativa central ou confederação de centrais para sanar irregularidades ou em caso de risco para a solidez da própria sociedade", explicou Giusti.
Banco Central - À tarde, os técnicos foram ao Banco Central (BC) para analisar o regime de co-gestão e sistema de garantias recíprocas, já que a Resolução 3.859/10, do Conselho Monetário Nacional (3.859/10), não faz menção a esses temas. Durante o encontro, funcionários do Departamento de Supervisão de Cooperativas e Instituições Não Bancarias (Desuc) apresentaram o método de avaliação de cooperativas centrais (MACC). O procedimento é novo e tem a função de induzir centrais e confederações a resultados mais positivos e qualitativos por meio da medição da eficiência e eficácia da escala operacional. Os representantes dos departamentos de Normas (Denor) e de Organização (Deorf), do Banco Central, participaram da apresentação. Além do grupo técnico, participaram da reunião representantes do Sicoob, da Unicred e do Sicredi. (Informe OCB)
A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) encaminhou nesta segunda-feira (11/04) às lideranças partidárias da Câmara dos Deputados ofício circular reiterando a urgência da votação do novo Código Florestal Brasileiro "para definição de um marco regulatório". A iniciativa da Assessoria Parlamentar da OCB dá seqüência às ações em prol da aprovação da matéria nos Plenários da Câmara e do Senado Federal.
Foco - Para Márcio Lopes de Freitas, presidente da OCB, o colégio de líderes agora é o principal foco do setor produtivo que busca a aprovação do relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB/SP). "Sabemos que, se tiver vontade política desse órgão, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT/RS), acatará a vontade da maioria e pautará a matéria no Plenário da Câmara dos Deputados", comenta Freitas. O colegiado, órgão composto pelos líderes da maioria, minoria, partidos, blocos parlamentares e governo, foi criado com o intuito de promover a discussão sobre temas importantes ligados ao processo de formação das leis. (Informe OCB)
O governo chinês anunciou nesta segunda-feira, 11 de abril, a abertura de mercado para a carne suína brasileira. Em reunião na noite de hoje (horário local) em Pequim, o ministro da Administração-Geral de Qualidade, Inspeção e Quarentena da China, Zhi Shuping, informou ao ministro da Agricultura do Brasil, Wagner Rossi, a aprovação inicial de três frigoríficos nacionais exportadores de suínos. A liberação ocorreu apenas cinco meses depois da vinda de missão chinesa ao Brasil para inspecionar 13 indústrias.
Primeira vez - Com a decisão, o Brasil venderá o produto pela primeira vez para os chineses. Wagner Rossi, que integra comitiva da presidenta Dilma Rousseff, desembarcou hoje em Pequim onde dá continuidade as negociações para ampliação do comércio bilateral. "O anúncio do ministro da China reforça a importância da visita de autoridades de alto nível para dar andamento a assuntos de nosso interesse. A pujança do crescimento chinês mostra o potencial do comércio agropecuário bilateral", afirmou o ministro da Agricultura brasileiro.
Missão - "Com a aprovação das indústrias de suínos do Brasil, estamos cumprindo parte da missão que a presidenta Dilma Rousseff nos deu de ampliar a venda de produtos de maior valor agregado", completou Rossi. O aumento dos embarques de carnes representa agregar valor a matérias-primas, como farelo de soja e milho, usados na alimentação do rebanho suíno e de aves.
Ampliação - A expectativa é que nos próximos meses, o governo chinês amplie a lista de frigoríficos exportadores de suínos e aves, período em que se pretende sanar todas as dúvidas e questionamentos dos chineses em relação às demais indústrias. Também se espera que sejam liberadas as exportações de gelatina do Brasil.
Oportunidade - "A decisão do governo da China representa uma oportunidade imediata como também de rápido crescimento para o futuro. Os chineses respondem por 50% da carne suína produzida no mundo, porém estão cada vez mais aumentando a renda per capita e devem ampliar o consumo de carnes", informa o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, do Ministério da Agricultura, Célio Porto.
Tabaco - No encontro com o ministro chinês, Wagner Rossi, também comemorou a confirmação de missão do país, na primeira quinzena de maio, ao Brasil para inspecionar processo de cultivo, armazenamento e transporte das folhas de tabaco baianas e alagoanas. Os estados são livres da doença mofo azul, pré-requisito do governo chinês para começar os embarques do produto. Atualmente, o Rio Grande do Sul é o único estado brasileiro que exporta tabaco para a China.
Milho - Uma outra equipe de técnicos virá na mesma época para conhecer o sistema de plantio de milho. Hoje, o Brasil já exporta o grão para os chineses, mas o governo local demonstrou interesse em estabelecer um protocolo bilateral para ampliar as compras do produto. As missões foram acertadas durante os encontros da delegação de técnicos brasileiros que está na China desde o dia 5 de abril. Antes dessa visita, os chineses ainda anunciaram a habilitação de cinco frigoríficos brasileiros exportadores de carne bovina in natura.
Empresários - Nesta terça-feira (12/04), os ministros da Agricultura, Wagner Rossi, e Han Changfu, participam de reunião ampliada com os presidentes da China, Hu Jintao e do Brasil, Dilma Rousseff. No encontro, devem ser repassados todos os termas de interesse bilateral. No mesmo dia, o ministro brasileiro participa de encontro empresarial, quando fará uma exposição sobre as oportunidades de negócios e investimentos no Brasil. Rossi também falará do potencial da produção agropecuária brasileira e das técnicas utilizadas para garantir uma produção sustentável.
Comércio bilateral - Desde 2008, a China é o principal comprador de produtos agropecuários brasileiros. Nos últimos três anos, exportações brasileiras para a China cresceram 214%, passando de US$ 3,5 bilhões em 2007 para US$ 11 bilhões em 2010. O complexo soja (óleo, grão e farelo) lidera as compras chinesas, com US$ 7,9 bilhões ou 20 milhões de toneladas. Dos três subprodutos, o grão representa a maior parcela das importações - US$ 7,1 bilhões. O Brasil também exporta para a China produtos florestais (madeira, cortiça, celulose e subprodutos) totalizando US$ 1,28 bilhão.
Sucroalcooleiro - O valor total das exportações do complexo sucroalcooleiro, que compreende açúcar e etanol, é de US$ 514,77 milhões, sendo US$ 514,76 milhões referentes à importação de açúcar. A China também importa carne bovina e de frango do Brasil. No ano passado, as importações do produto renderam US$ 225,6 milhões, dos quais US$ 219,6 milhões referem-se à carne de frango. No ano passado, o Brasil foi o principal fornecedor de carne de aves para os chineses. (Mapa)