Notícias representação
O gerente comercial de café da Cocamar, Adenir Fernandes Volpato, o Gabarito, afirma que a mecanização da colheita desse produto é vantajosa não apenas pelo aspecto econômico ou por trazer mais comodidade aos proprietários das lavouras ante a falta de mão de obra. Proporciona, também, uma qualidade melhor ao café, uma vez que a maior quantidade de grãos é colhida no melhor momento - na fase de cereja (bem vermelho) ou no estágio de "café passa" (escurecido). "O mercado paga bem mais pelo café de boa bebida. Enquanto o rio, de qualidade inferior, sai por volta de R$ 280, o de uma bebida de aspecto melhor pode variar de R$ 450 a R$ 500. "Por isso é importante caprichar e investir na mecanização", completa Gabarito.
Demonstração - O agricultor Edgar Brazolotto que o diga. No ano passado a Cocamar promoveu um dia de campo na propriedade dele com a máquina. Foi uma demonstração para apresentar os benefícios da mecanização. "Como ela já estava aqui aproveitamos e colhemos 400 sacas. Além de ser mais ágil, a qualidade do café colhido mecanicamente foi bem superior, tanto é que recebemos R$ 66 a mais por saca", relata Brazolotto.
Custo - Segundo a cooperativa, o custo da colheita mecânica é de R$ 4 a R$ 8 por saca, enquanto a colheita manual varia de R$ 8 a R$ 20. (Imprensa Cocamar)
O plano de trabalho e as estratégias para o sistema cooperativista no Congresso Nacional foram temas tratados nesta terça-feira (19/04), na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em Brasília (DF). O presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputado Zonta (SC), destacou a importância da criação de frentes estaduais e municipais, a partir do Programa Brasil Cooperativo, que tem o objetivo de fortalecer o cooperativismo e sua representação política no paÍs.
Dia Internacional - Márcio Lopes de Freitas, presidente da OCB, falou da instituição do Ano Internacional das Cooperativas - 2012 pela Organização das Nações Unidas (ONU). "É uma oportunidade para a disseminação do cooperativismo como agente fundamental de crescimento econômico voltado para a justiça social. Freitas aproveitou a ocasião para colocar a equipe da Assessoria Parlamentar e os analistas técnicos e jurídicos da entidade à disposição dos parlamentares".
Temas fundamentais - A reunião também serviu para ressaltar a importância da aprovação de dois temas fundamentais para o sistema cooperativista: os Projetos de Lei (PLs) 1.876/1999, que altera o Código Florestal, e 4.622/2004, que regulamenta as cooperativas de trabalho.
Participantes - Participaram ainda o superintendente da OCB, Renato Nobile, e os deputados, membros da Frencoop, Moacir Micheletto (PR); Paulo Piau (MG); Reinaldo Azambuja (MS); Lelo Coimbra (ES); Luis Carlos Heinze (RS); Cesar Colnago (ES); Dr. Ubiali (SP); Edinho Bez (SC) e Raimundo Gomes de Matos (CE) e os chefes de gabinete dos deputados Arnaldo Jardim (SP) e Junji Abe (SP). (Informe OCB)
João Nicédio Alves Nogueira foi reeleito presidente do Sistema OCB-Sescoop/CE, para o mandato de 2011 a 2015, durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada nesta terça-feira (18/04). Foram apresentados os resultados do balanço patrimonial de 2010 e aprovado o orçamento para 2011.
Governança cooperativa - O assessor da presidência da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Maurício Landi, participou da Assembleia, e destacou o grande número de representantes de cooperativas presentes no evento. "É importante a proximidade das cooperativas e da OCB/CE, pois o sistema tem que atuar unido, para que realmente haja governança cooperativa, que tem como um de seus grandes pilares a transparência".
Conselho Fiscal - Para compor o Conselho Fiscal, foram eleitos os membros titulares Antônio Martins Moreira (Federalcred), Selene Sales Nogueira Caracas (Uniodonto) e Luciana Mickaelli King (Unisocial). Formando a bancada dos suplentes, Valdizar Quirino de Souza (Corgil), Najla Maria Pinheiro Gurgel (Coopen) e Henrique Alexandre dos Santos Oliveira (Rádio Táxi Ceará).
Agradecimento - Ao final da votação e já reeleito diretor presidente, João Nicédio agradeceu a todos pela participação, reiterando o compromisso com o cooperativismo. "Nossa meta é trabalhar ainda mais para fortalecer o cooperativismo no Ceará", destacou.
Resultados 2010 - A apresentação financeira relativa ao ano passado ficou a cargo do contador e gerente administrativo da OCB/CE, José Arilo Carneiro. O resultado apurado em 2010 apresentou um superávit no valor de R$132.495,18.
Contribuições cooperativistas - Foram apresentados e aprovados os novos valores para a Contribuição Social, em que as cooperativas que tenham faturamento anual de até R$100.000,00 passam a contribuir com o valor de R$90,00. Para as que têm faturamento anual acima de R$100.000,01, até 300.000,00, o valor da contribuição será de R$170,00. Já as cooperativas com faturamento anual acima de R$300.000,01, contribuirão com o valor de R$300,00 mensais. (Informe OCB)
As cooperativas catarinenses fecharam 2010 com crescimento dos quadros sociais e dos volumes financeiros. O resultado foi divulgado na Assembleia Geral Ordinária (AGO), que reuniu mais de 150 cooperativistas no Centro de Eventos Terra Firme, na última sexta-feira (15/04), em São José. O superintendente da Organização Brasileira das Cooperativas (OCB), Renato Nobile, participou do evento e acompanhou de perto o planejamento das ações para 2011. "O cooperativismo catarinense está ampliando seu campo de atuação com profissionalismo. Ao atender às peculiaridades dos mais diferentes ramos, obteve crescimento nos principais indicadores. A harmonia no desenvolvimento do trabalho fez a diferença", disse Renato Nobile.
Números - O setor cooperativista no estado reúne 263 cooperativas registradas na Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), constituídas em 12 ramos distintos. São mais de um milhão de associados, que produzem aproximadamente 12% do PIB catarinense e 30% da produção agropecuária da região. Em média, o faturamento do cooperativismo local cresce 10% a 12% ao ano. "Nosso cooperativismo destaca-se no cenário nacional, pela união, organização, empreendimentos e potencial econômico expressivo", informou o presidente da Ocesc, Marcos Antonio Zordan.
Frente - Zordan complementou que a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), em Brasília, tem se mostrado um instrumento importante para o atendimento dos anseios das cooperativas junto ao Congresso Nacional e às instituições governamentais. "Na mesma linha, estamos finalizando a reestruturação da frente estadual. Contamos agora com 25 parlamentares e pretendemos estabelecer um canal de comunicação constante entre as cooperativas e o poder público catarinense", reforçou. A assembleia também contou com a participação do presidente da Frencoop, Odacir Zonta e do deputado estadual, Reno Caramori.
Venda - Outro ponto forte do evento foi a autorização para a venda da atual sede da Ocesc, A nova sede, mais ampla e moderna, será inaugurada em agosto.
Programas - Entre as ações em evidência estava o Cooperjovem, programa criado pelo Sescoop para difundir os princípios e valores do cooperativismo junto à comunidade escolar. No ano passado, 285 professores foram capacitados em 44 escolas de 33 municípios catarinenses. O programa beneficia mais de 10 mil crianças e tem a parceria de 17 cooperativas. O IX Encontro de Mulheres Cooperativistas Catarinenses também foi lembrado pela participação de 770 cooperadas.
Meio ambiente - A Ocesc lidera ainda programas na área de sustentabilidade e preservação ambiental em parceria com outras instituições. Estão sendo desenvolvidos estudos sobre os efeitos das mudanças climáticas, do aquecimento global e dos impactos nas cadeias produtivas em SC, além da questão de dejetos suínos com vistas ao aproveitamento como fertilizantes. (Informe OCB)
A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) divulgaram a agenda da semana, referente ao período de 18 a 20 de abril, com as deliberações pertinentes ao cooperativismo no Congresso Nacional, sugestões de pareceres e propostas do Sistema. Clique aqui e acesse o documento. (Com informações da Assessoria Parlamentar da OCB)
A nova versão do relatório do deputado Aldo Rebelo sobre mudanças no Código Florestal não promoverá o desmatamento mesmo com a redução dos limites das Áreas de Preservação Permanente (APP), segundo análises feitas pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Uma breve leitura do substitutivo deixa claro que esse é um procedimento adotado para fins de recomposição, conforme diz o art. 4, § 1º do texto, que trata de App,: "...na pequena propriedade ou posse rural familiar, acolhendo ao princípio da função social e sustentabilidade ambiental, para os casos de recomposição de área de preservação permanente, sob laudo técnico, poderá ser autorizada a redução de até 50% (cinquenta por cento) nos limites estabelecidos no presente artigo".
Ampliação de limites - Rebelo, ao tratar dos possíveis riscos que uma redução dessa natureza acarretaria ás áreas mais sensíveis, por conta da perda de biodiversidade e catástrofes naturais, prevê que o Poder Público poderá ampliar os limites e até criar novas áreas de APP. Conciliar a manutenção dos campos de produção agrícolas já existentes com a recuperação ambiental, por meio da diminuição do ônus gerado, em especial aos pequenos produtores, é um dos principais objetivos do substitutivo de relatoria do parlamentar.
Art. 4.º... § 2º - "Não é considerada Área de Preservação Permanente a várzea fora dos limites previstos no inciso I do art. 4º, exceto quando ato do Poder Público dispuser em contrário." (Informe OCB)
O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, afirmou nesta terça-feira (19/04) que o debate sobre o Código Florestal está muito próximo de consenso 'quase unânime' e que a principal divergência nas negociações deve-se à isenção de pequenos produtores de possuírem Reserva Legal. 'Este é um ponto que causa certa discrepância, a tese do pequeno agricultor...se ele deve ou não ficar isento de Reserva Legal', disse o ministro a jornalistas, acrescentando que esse é um dos pontos que pode ser decidido apenas em votação na Câmara.
Vegetação nativa - A Reserva Legal é uma porção de vegetação nativa (de 20 a 80 por cento do tamanho da propriedade) que deve ser preservada. O relator da proposta de atualização do Código na Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), defende a desobrigação de propriedades com até 4 módulos fiscais (unidades que variam de tamanho de região para região) de recompor a reserva, se estiver desmatada.
Posições - De acordo com Rossi, há três posições na mesa de negociação sobre a Reserva Legal para pequenos produtores: a do Ministério do Meio Ambiente, que condena a isenção para qualquer proprietário de terras rurais; a de que os pequenos agricultores devem recompor a reserva, mas mediante uma contrapartida, e a do deputado Rebelo.'Ainda não houve solução desse problema', completou.
APP - Segundo Rossi, a posição do governo está fechada em relação às Áreas de Preservação Permanente (APP) ao longo de cursos d'água. Nesse aspecto, o Executivo concorda com a necessidade de se manter 15 metros de mata preservada perto de rios com até 5 metros de largura, uma mudança sugerida por Rebelo. A legislação atual determina que cursos d'água com até 10 metros de largura devem ter uma faixa de 30 metros de APP.
Averbação - Outro ponto que chegou a um consenso é a simplificação do procedimento de averbação - registro em cartório, mediante estudos técnicos específicos da reserva. Rossi afirmou que não será mais necessário o registro em cartório. O governo tem coordenado reuniões na busca de um acordo a respeito do tema. Na última segunda-feira (18/04), Rossi participou de um desses encontros, do qual também participaram a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence, e o deputado Aldo Rebelo. Rossi destacou que o Executivo não pretende interferir no processo legislativo, e que por isso não enviará ao Congresso proposta alternativa à de Rebelo. Para o ministro, o acordo está tão próximo que poucos pontos serão submetidos a votação em separado na Câmara. (Reuters / RPC)
No Paraná, a primeira etapa da campanha estadual de vacinação contra febre aftosa de 2011 vai acontecer entre os dias 1º a 31 de maio. De acordo com a estratégia que vem sendo adotada desde 2009, nesta etapa serão vacinados apenas os animais bovinos e bubalinos de 0 a 24 meses. A expectativa é vacinar 4,3 milhões de animais, o que corresponde a quase metade do rebanho existente no Estado, estimado em 9,2 milhões de cabeças.
Lançamento - O lançamento da campanha vai ocorrer no dia 30 de abril, na propriedade do produtor Marcos Epp, na região de Witmarsum - entre Curitiba e Ponta Grossa - com a presença do governador Beto Richa e do secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara. De acordo com o secretário, a expectativa é vacinar 100% dos bovinos e bubalinos que se enquadram na faixa etária prevista para essa fase da campanha, inclusive os bezerros com poucos dias de vida. Ortigara diz que para isso espera contar com a colaboração de todos os produtores para que não deixem de vacinar seus animais.
Obrigação - O coordenador da Área de Febre Aftosa na Secretaria da Agricultura, Walter Ribeirete, alerta os produtores para a obrigatoriedade da vacinação e de sua comprovação, além da atualização do cadastro. Todo produtor que possui bovídeos deve atualizar seu cadastro na Secretaria, mesmo aqueles que não têm animais abaixo de 24 meses a serem vacinados. "A ausência de comprovação e de atualização do rebanho impede a emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), documento necessário para o transporte de animais", explicou.
Área livre - O Paraná é considerado área livre de febre aftosa, com vacinação, desde 2000, quando foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Estão nessa mesma condição sanitária outros 14 Estados, o Distrito Federal e a região Centro-Sul do Pará.
Prevenção - De acordo com a Secretaria, a forma mais eficiente e barata de prevenir a febre aftosa é com a vacinação. Por isso, ela é obrigatória, assim como a comprovação do rebanho. A previsão é que o produtor pague aproximadamente R$ 1,50 a dose de vacina. Se não vacinar ou não comprovar poderá ser multado em R$ 96,09 por cabeça, além de não poder transportar seus animais para qualquer finalidade. A comprovação deverá ser feita até o dia 31 de maio. Outra forma de prevenção é o controle do trânsito de animais exercido pelo Departamento de Fiscalização e Sanidade Agropecuária (Defis). Por meio da fiscalização, a Secretaria da Agricultura quer impedir o trânsito de animais que estejam irregulares com as normas sanitárias.
A doença - A febre aftosa é uma doença causada por vírus que atinge animais bovinos, bubalinos, ovinos, caprinos e suínos. Entre os sintomas, provoca febre, feridas (aftas) na boca e nos cascos, dificultando a alimentação e movimentação dos animais, o que leva a uma rápida perda de peso e queda na produção de leite. Além disso a doença é altamente transmissível entre os animais. Em função desses fatores a febre aftosa provoca sérios prejuízos aos produtores com a rejeição da carne bovina pelo mercado internacional, principalmente nos países já reconhecidos como áreas livres de febre aftosa. (AEN)
Representantes do setor avícola reivindicam ao governo do estado e à Companhia Paranaense de Energia Elétrica (Copel) redução nas tarifas cobradas das indústrias do ramo entre 18h e 21h. O desconto foi oferecido em maio de 2003 mas suspenso em março de 2007. De acordo com o presidente do Sindicato de Indústrias de Produtos Avícolas do Paraná (Sindiavipar), Domingos Martins, no horário de pico, a energia fica 11 vezes mais cara que o normal. Ele ressalta que a avicultura trabalha com animais vivos e precisa congelar a carne, o que exige uso de energia durante o dia todo. Geradores de diesel já foram obtidos pelas indústrias para atender a demanda de energia. No entanto, com o desconto pretendido, a ideia é utilizar a energia elétrica, considerada mais prática e limpa. Dados do Sindiavipar apontam que o Paraná é o líder brasileiro em produção de frango. Em 2010, houve abate de 1,3 bilhão de cabeças - 28,47% da produção nacional. Em fevereiro deste ano, o estado exportou mais de 71 mil toneladas de carne de frango (24% da exportação brasileira no período).
(Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
O ministro da Agricultura, Wagner Rossi, previu nesta terça-feira (19/04), que medidas do governo na tentativa de baratear o preço do etanol devem sair no próximo mês. "Estamos trabalhando no governo para que não venhamos com uma medida mágica, mas com uma série de medidas", considerou ao fim da entrevista coletiva para apresentar um balanço da missão brasileira à China, na semana passada. (Agência Estado)
O Paraná gerou 13.927 novos empregos com carteira assinada em março e se mantém entre os três Estados do Brasil que mais criaram postos de trabalho no mês. O saldo de novos empregos ficou atrás apenas de São Paulo (61.001) e do Rio Grande do Sul (19.472). Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta terça-feira (19/04) pelo Ministério do Trabalho. Segundo o levantamento, o Paraná registrou uma variação de 0,58% em relação ao estoque de trabalhadores do mês anterior, o dobro da registrada no Brasil (0,25%). A Região Metropolitana de Curitiba foi responsável por 4.789 contratações, enquanto 9.138 novos postos de trabalho foram registrados nos municípios do interior do Estado.
Primeiro trimestre - Os números do Caged apontam ainda que no primeiro trimestre do ano foram gerados 50.935 novos empregos. A variação do estoque de contratações, confrontada com os três primeiros meses de 2010, ficou em 2,14%, também acima da apresentada no Brasil. Com o resultado, chega a 2.539.147 o número de pessoas trabalhando com carteira assinada em todo o Paraná.
Setores - Em março, o setor de serviços foi o que mais contratou no Paraná, deixando um saldo de 5.937 carteiras assinadas. Entre as contratações, o destaque ficou para atividades de administração de imóveis (1.948), transportes e comunicação (1.635) e ensino (1.016). Em seguida, aparece o setor da indústria, com 4.027 novos postos no mês. Na agricultura, enquanto Santa Catarina apresentou saldo negativo de 3.940 postos e o Rio Grande do Sul perdeu 1.652 contratações rurais, o Paraná criou 2.439 novos empregos. Em relação aos demais setores, o comércio gerou 1.300 empregos, a administração pública (227), os serviços de utilidade pública (47) e extrativa mineral (35). No primeiro trimestre do ano foram gerados no País 583.886 novos empregos formais. A marca foi alcançada com o acréscimo de 92.675 novos postos de trabalho abertos em março. (Com informações da AEN)
Os Prêmios Ocepar e Unimed de Jornalismo vão ser lançados nesta quarta-feira (20/04), em Ponta Grossa, as 11h30, na Churrascaria Estrela de Prata Executive. Trata-se do décimo evento realizado no Paraná para divulgar os dois concursos. Entre os dias 04 e 08 de abril, eles foram divulgados em nove cidades do interior do Estado e também em Curitiba, no dia 09 de abril, durante churrasco comemorativo realizado pelo Sindicato dos Jornalistas do Estado do Paraná (Sindijor/PR) para celebrar o Dia do Jornalista. Os lançamentos já contemplaram cerca de 500 profissionais da imprensa. Participam em Ponta Grossa, presidentes das cooperativas Sicredi e Unimed, além do coordenador de comunicação do Sistema Ocepar, Samuel Milléo Filho e da assessora de imprensa da Unimed Paraná, Jossânia Veloso.
O 14º encontro de produtores de leite Primato/Frimesa aconteceu no ultimo dia 6 de abril nas dependências do Centro Cultural Gustavo Fischer, em Nova Santa Rosa, no Oeste do Estado. Durante o encontro foram abordados os seguintes assuntos: Controle e erradicação de brucelose e tuberculose, com o médico veterinário Leonardo Rubim (Intervet); Novos padrões do leite seguro IN-51, com o médico veterinário Eduardo Portugal (Frimesa); A influência das micotoxinas na bovinocultura de leite, com o médico veterinário Vicente Matsuo (Nutrifarma); Qualidade da silagem relacionada com a qualidade do leite, com o zootecnista Edson Poppi (Katec Lallemand).
Oportunidade - Para o diretor presidente, Werle Welter, o evento é uma oportunidade de tratar de assuntos relevantes do setor leiteiro. "Percebemos uma grande participação dos produtores neste encontro. Entendemos que o produtor valoriza o conhecimento e a sua formação", afirmou Wwlter. Segundo o encarregado da unidade agropecuária de Nova Santa Rosa, Alison, o objetivo do encontro foi trazer informações ligadas ao setor agropecuário como, importância da sanidade do rebanho diante dos novos padrões e exigência do mercado bem como orientar os produtores da importância da alimentação para melhorar a produção visando a competitividade da cadeia leiteira."
Sorteio - Ao final das palestras foram sorteados aos presentes uma novilha, patrocinada por Erich Botan, representante da empresa Alta Genetics e três kits com produtos Frimesa. O evento foi encerrado com almoço no Pavilhão da Comunidade Evangélica. O evento contou com o apoio das empresas fornecedoras: Frimesa, Bayer, Nutron, Hipra, Hypred, Intervet, Agro Hara, Katec,Noxon, Vetanco, Agropecuária Kronbauer, Real H e Alta Genetics. (Assessoria de imprensa Primato)
Uma forma diferenciada de levar e disseminar informações relevantes aos produtores rurais da região Sul, parte do Mato Grosso do Sul e São Paulo sobre o tratamento de sementes. Este é o principal objetivo da Bayer CropScience, que está, deste a manhã desta terça-feira (19/04), com o Expresso CropStar na Unidade de Difusão de Tecnologia (UDT) da Cocamar em Floresta, região de Maringá. Trata-se de um caminhão especialmente preparado para oferecer palestras e levar informações sobre este segmento de mercado aos produtores rurais.
Produtividade - Especialistas da empresa em tratamentos de sementes e distribuidores estarão na boleia do caminhão para receber os agricultores da região e disseminar informações importantes sobre o tratamento de sementes e com este pode contribuir para o aumento de produtividade das lavouras.
Produtos - O Expresso CropStar atuará em duas frentes: estreitar o relacionamento com os produtores de cada região visitada e apresentar a eles a alta performance dos produtos para tratamento de sementes para as culturas da soja, milho e trigo", destaca Fábio Sgarbi, gerente de produtos de tratamento de sementes da Bayer CropScience.
Tratamento de sementes - Sempre com foco no tratamento de sementes, importante ferramenta que contribui com o aumento de produtividade das lavouras, porque protege a semente em uma das fases mais importantes da planta - a germinação, o Expresso CropStar ficará estacionado próximo a campos demonstrativos para facilitar a visualização dos conteúdos apresentados. No interior do caminhão, além das palestras, os produtores poderão conferir o rizotron, uma caixa na qual será possível visualizar a diferença entre raízes cujas sementes foram tratadas com CropStar e sementes que não receberam tratamento. Durante três meses, o Expresso CropStar vai percorrer quase sete mil quilômetros, visitando mais de 34 municípios dos Estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e São Paulo. (Assessoria Bayer CropScience)
Beneficiar maior número de produtores cooperativistas com políticas públicas voltadas à agricultura familiar. Este foi o objetivo de reunião realizada segunda-feira (18/04) entre o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, e Francisco Matos e Gustavo Valone, representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), na sede da entidade, em Brasília (DF). Na oportunidade, Freitas ressaltou que grande parte dos cooperativistas do campo são médios e pequenos produtores.
Realidade - "Nossa intenção é mostrar a realidade do setor, que tem estreita ligação com a agricultura familiar, e, assim, ampliar o leque de beneficiados, inclusive com a criação de medidas voltadas especificamente para o cooperativismo", disse. Como parte desse trabalho, estão previstas visitas a cooperativas do Sistema OCB. Na última semana, Valone visitou duas organizações, uma no estado de São Paulo, a Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas (Cocapec), e outra em Minas Gerais, a Cooperativa Regional de Cefeicultores em Guaxupé (Cooxupé). (Informe OCB)
Representantes de cooperativas do Ramo Mineral estão reunidos em Brasília (DF) para estabelecer um plano estratégico. A intenção, segundo o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, é potencializar ações que fomentem o crescimento do setor. A afirmação ocorreu durante a abertura do encontro, nesta terça-feira (19/04), na sede da OCB. "Temos de visualizar oportunidades para ampliar a atuação das cooperativas, torná-las mais conhecidas e, assim, agregar mais associados. Podemos trabalhar junto ao Poder Executivo por políticas públicas que atendam às necessidades do Ramo Mineral, ao Legislativo, pela adequação ou instituição de legislação específica", ressaltou Freitas em seu pronunciamento.
Intercooperação - O presidente da OCB também citou o processo de intercooperação com cooperativas de outros segmentos como ferramenta para promover esse desenvolvimento, e disse que as estratégias definidas serão levadas ao Conselho de Administração da entidade e ligadas aos planejamentos estratégicos da OCB e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). Ele terminou sua fala lembrando o papel do Sescoop nesse processo. "Estes são os objetivos do Sescoop - capacitação, formação profissional e promoção social".
Inclusão social - O representante nacional do ramo, Lélio Luzarto Falcão, também frisou a necessidade de se avançar, ressaltando que o cooperativismo pode levar mais pessoas à inclusão social por meio da atividade mineradora. "Esse é um segmento que deve ser explorado prioritariamente por brasileiros e de forma mais justa socialmente, e o cooperativismo é o caminho", disse. Falcão ainda complementou: "nunca tivemos um horizonte tão promissor para reunir os garimpeiros de uma forma organizada".
Participantes - Participam da reunião representantes do setor nos estados, das organizações estaduais do Sistema OCB e do governo, entre estes palestrantes do Ministério de Minas e Energia. O presidente do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Amazonas, Petrucio Magalhães Junior, também na abertura do encontro, fez referência a uma parte da Constituição Federal que trata claramente do papel do Estado no incentivo ao desenvolvimento das cooperativas mineradoras.
Palestras - Os participantes também assistirão a palestras sobre "Ações governamentais e políticas públicas para a mineração", "Legalização do Ramo Mineral x Sistema Cooperativista", "Ações e legislação ambiental", "Plano Nacional de Qualificação" e "Linhas de financiamento para mineração". (Informe OCB)