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Os bancos de desenvolvimento dos cinco maiores países emergentes do mundo - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul (Brics) - irão expandir os empréstimos e os fechamentos de contratos em moedas locais para facilitar o comércio e o investimento entre eles. Este foi o mais recente passo concreto tomado pelos países para reduzir sua dependência do dólar norte-americano. No comunicado conjunto divulgado nesta quinta-feira (14/04), após o encontro dos Brics na China, os líderes das cinco nações externaram apoio a "um amplo sistema internacional de moeda corrente para assegurar a estabilidade", em um aparente esforço para diminuir o papel do dólar americano como a primeira referência mundial de moeda corrente.
Acordo prévio - Paralelamente, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o China Development Bank Corp (CDB), o Eximbank da Índia, o Vnesheconombank (VEB) da Rússia e o Banco de Desenvolvimento da África do Sul assinaram um acordo prévio para abertura de linhas de crédito em suas próprias moedas. Os detalhes do acordo e a regulação, assim como os projetos elegíveis aos financiamentos, ainda serão definidos.
Contribuição - Os cinco países contribuem com cerca de um quinto do crescimento global e 15% do comércio mundial. O presidente do CDB, Chen Yuan disse em entrevista que a instituição pretende emitir cerca de 10 bilhões em empréstimos denominados em yuans para outros Brics acrescentando que a maior desses empréstimos irão financiar projetos de petróleo e gás. O CDB informou ainda que mantém negociações para empréstimos com a Petrobras.
Empréstimo - O VEB também negocia com o CDB um empréstimo de cerca de US$ 1,5 bilhão em iuans para swap de moeda entre os dois cedentes de crédito, disse o diretor executivo do banco russo, Vladmir Dmitriev. Ele acrescentou que os líderes estão em busca da negociação mútua das moedas dos países, na esteira do lançamento no ano passado de negociações de iuans em Moscou. As informações são da Dow Jones. (Agência Estado)
Estimular a aproximação com os cooperados. Segundo o superintendente de Desenvolvimento da Central Sicredi PR, Maroan Tohmé, esse é um dos objetivos da Promoção Força Premiada Sicredi, lançada nesta segunda-feira (11/04). "É uma iniciativa que valoriza o nosso associado e dará um impulso a mais na interação com a cooperativa para a ampliação dos negócios", afirma. "Nossas 340 unidades já estão preparadas a orientar os cooperados sobre o regulamento da Promoção", explica. "É uma nova demonstração do alcance e da força do cooperativismo", conclui Tohmé.
Prêmios - A Promoção Força Premiada Sicredi contempla dez estados brasileiros com a distribuição de R$ 2,5 milhões em prêmios. Para participar, o associado deve utilizar os produtos e serviços que incluem o Poupedi Sicredi, fundos de investimento, cartões de débito e crédito, seguros, previdência, consórcios, entre outros. Cada valor específico em operações financeiras realizadas por meio desses produtos gera um cupom para concorrer.
Sorteios - De abril a dezembro, serão realizados 473 sorteios, quatro em cada cooperativa do Sistema, premiando os associados com TV's, notebooks, motocicletas, videogames e, no sorteio final, em dezembro, cinco picapes Toyota Hilux. As operações também garantem ao associado tentar a sorte com as raspadinhas, que dão direito a prêmios como camisetas, bolas de vôlei, canecas, bonés, bolsas térmicas, pen-drives e até iPods, totalizando mais de 100 mil itens.
Expectativa - A expectativa do Sicredi, com a iniciativa, é gerar 22 milhões de cupons nos oito meses da campanha. A Promoção Força Premiada Sicredi também é válida para novos associados. E apoia-se nas principais datas comemorativas do ano, sorteando os prêmios no Mês das Mães, dos Namorados, dos Pais e das Crianças, além do grande sorteio final, próximo ao Natal.
Informações - Mais informações podem ser obtidas nas unidades de atendimento do Sicredi ou no site www.forcapremiadasicredi.com.br, onde o associado poderá conferir os prêmios disponíveis, bem como a divulgação dos resultados após os sorteios e o regulamento completo da Promoção. (Com informações da Imprensa Sicredi)
Cerca de 50 pessoas, entre eles representantes das unidades estaduais e de cooperativas de passageiros se reuniram nesta quarta-feira (13/04) na Câmara Temática de Passageiros do Conselho Consultivo do Ramo Transporte, realizada na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), com o objetivo de traçar um plano de ação que atenda ao segmento. "A intenção foi ouvir os participantes para identificar as peculiaridades existentes no segmento transporte de passageiros, e dar respostas mais rápidas a um setor que tem grande importância para o país", disse Evandro Ninaut, gerente da área de Mercados da OCB, que esteve à frente da reunião. A reunião foi aberta pelo superintendente da OCB, Renato Nobile.
Linhas especiais - Uma das principais reivindicações do setor está nas linhas de créditos especiais para o segmento, com taxas de juros reduzidas. Para falar sobre o assunto, esteve presente o gerente de divisão da Diretoria de Micro e Pequenas Empresas do Banco do Brasil, Jonatas Ramalho. "O evento foi importante para promover um debate e entender as necessidades do segmento, e, assim, criar formas de viabilizar crédito que atenda ao setor".
Ramo Transporte - Criado em 2002, o Ramo é composto pelas cooperativas que atuam no transporte de cargas e passageiros. Até então, essas cooperativas pertenciam ao Ramo Trabalho. Por apresentar especificidades e peculiaridades dessa categoria profissional, foi criado um ramo próprio. As cooperativas de transporte são divididas em vários segmentos: transporte individual de passageiros (táxi e mototáxi), transporte coletivo de passageiros (vans, ônibus), transporte de cargas (caminhão) e transporte de escolares (vans e ônibus). Atualmente, há 1.015 cooperativas de transporte no País, que geram 10.787 empregos diretos e beneficiam 321.893 associados. (Informe OCB)
Mais informações do evento podem ser conferidas na RádioCoop. Clique e aqui e acesse.
Com um mix de 700 produtos, entre carnes de aves e suínos, lácteos e pizzas, a Coopercentral Aurora completa, nesta sexta-feira (15/04), 42 anos de crescente participação no mercado nacional. Consolidou-se como uma das maiores expressões do cooperativismo brasileiro e ocupa vitoriosa posição entre os maiores grupos agroindustriais do país. Com sede em Chapecó (SC), a Aurora reúne 13 cooperativas singulares que, no conjunto, representam mais de 60 mil produtores rurais.
Origem - A Aurora nasceu, em 1969, da reunião de oito cooperativas de produção agrícola que perceberam a importância estratégica da conjugação de esforços, em grau superior, para superar a condição de fornecedor de matéria-prima a que estavam destinados os produtores rurais. Ao organizar a produção em nível regional e obter uma oferta em escala, a Coopercentral Aurora criou as bases para a industrialização da produção gerada pelos associados das cooperativas singulares filiadas. A determinação e o arrojo dos dirigentes cooperativistas - tendo à frente o pioneiro Aury Luiz Bodanese - permitiram construir uma estrutura agroindustrial capaz de absorver, transformar e conquistar mercado para essa produção.
Resultados - Ao completar 42 anos, a Coopercentral Aurora apresenta resultados em duas dimensões. Na dimensão interna, processa a matéria-prima gerada pelos produtores rurais associadas às 13 cooperativas filiadas à Coopercentral, garantindo renda e mercado. No plano externo, tornou-se uma empresa do setor de alimentos e não mais, apenas, de produtos cárneos, com marcante inserção nacional e crescente participação no comércio internacional. Essa nova visão foi formatada no atual planejamento estratégico da cooperativa e manifestou-se, concretamente, com a diversificação de seu mix de produção e o lançamento da linha de lácteos e pizzas, entre outras ações.
Conhecimento científico - A Aurora tem atuado também como difusora do conhecimento científico, assegurando o acesso do pequeno produtor aos avanços da pesquisa agropecuária. A proteção econômica, a atualização tecnológica e a defesa política que a Aurora proporciona ao seu universo de cooperados são faces da doutrina cooperativista. Graças ao cooperativismo, o campo incorporou novas tecnologias, diversificou as atividades, tecnificou a agricultura e outras explorações pecuárias, adquiriu mais máquinas e equipamentos, automóveis e utilitários, móveis e eletrodomésticos. O cooperativismo ajudou a levar a eletrificação rural a todos os recantos, garantiu assistência técnica em todas as propriedades rurais, proporcionou habitação e saneamento. Enfim, elevou a qualidade de vida da família rural.
Estrutura - O complexo agroindustrial Coopercentral Aurora é constituído por três unidades industriais de aves (duas próprias, uma arrendada), oito unidades industriais de suínos (seis próprias, duas arrendadas), uma indústria de lácteos, três fábricas de rações (duas próprias, uma arrendadas), três incubatórios (um próprio, dois arrendados), três unidades armazenadoras de grãos, três granjas matrizes de aves (duas próprias, uma arrendada), três granjas de melhoramento genético de suínos, 32 distribuidores, mais de 100.000 clientes e mais de 13.000 colaboradores.
Conselho de administração - O conselho de administração da Coopercentral Aurora é formado por Mário Lanznaster (presidente), Neivor Canton (vice-presidente), Marcos Antônio Zordan (secretário e diretor agropecuário) e Claudio Post, Elio Casarin, Valentim Macedo e Jair Borgmann(conselheiros).
Cooperativas filiadas - As 13 cooperativas filiadas são: Cooperalfa (Chapecó/SC), CooperA1 (Palmitos/SC), Coopercampos (Campos Novos/SC), Copérdia (Concórdia/SC), Coperio (Joaçaba/SC), Cotrel (Erechim/RS), Auriverde (Cunha Porã/SC), Cooperitaipu (Pinhalzinho/SC), Camisc (Mariópolis/PR), Coasgo (São Gabriel do Oeste/MS), Coopervil (Videira/SC), Coolacer (Lacerdópolis/SC) e Caslo (São Lourenço do Oeste/SC). (Assessoria de Imprensa da Coopercentral Aurora)
Com praticamente toda a soja colhida nos dois maiores produtores do país, Paraná e Mato Grosso, e boa parte da safra vendida, o agricultor vislumbra rentabilidade ampliada na temporada 2010/11. Em estados onde a safra foi cheia, como no Paraná, o resultado operacional da lavoura deve ser ao menos duas vezes maior que o obtido no ciclo anterior. "Esta vai ser a melhor safra brasileira de soja, não só em volume de produção, mas também em rentabilidade", prevê Felipe Prince, analista da Agrosecurity.
Norte - Na região de Londrina (Norte do Paraná), para cada real investido na lavoura, ao final do ciclo o produtor deve receber de volta R$ 1,75. A conta considera apenas os custos operacionais (desembolso), estimados em R$ 1.198 por hectare para a região. Despesas fixas como depreciação de máquinas e remuneração da terra não são incluídas no cálculo. Colhendo média de 52 sacas de soja por hectare e vendendo cada saca a R$ 40,10, o agricultor londrinense terá, ao final da temporada, lucro operacional de R$ 900, conforme a Agrosecurity. O valor representa um avanço de 128% sobre o resultado obtido na safra passada (R$ 395/ha).
Oeste - Lucro ainda maior deve ser embolsado pelo produtor da região Oeste do Paraná. Em Medianeira, cada real investido na soja deve render ao agricultor R$ 1,90, revela o levantamento. Na região, cada hectare cultivado com a oleaginosa deve render em média R$ 1.100 neste ano, contra R$ 567 na temporada 2009/10. Para chegar a esse resultado, a consultoria considera um custo operacional de R$ 1.219/ha, rendimento de 53 sc/ha e preço médio de venda de R$ 44,40/sc.
Estratégia de venda - No Paraná, assim como no restante do país, desempenho operacional positivo da soja se explica não apenas pelo aumento da produção, mas também pela estratégia de comercialização adotada por cada agricultor, explica Prince. No geral, quem guardou a produção para vender mais tarde teve resultado melhor. "Por isso o produtor do Oeste do Paraná se saiu melhor do que o do Norte do estado neste ano."
Setembro - No final de setembro, quando os preços internacionais da soja começaram a subir com mais força, o agricultor londrinense havia vendido quase um terço da safra a preços mais baixos. Em Medianeira, menos de 5% da soja estava comprometida nesta época, compara o analista. Neste momento, as duas regiões têm, respectivamente, 20% e 34% da safra disponível à comercialização, segundo a Agrosecurity.
Margens positivas - Levantamento da consultoria mostra que as margens serão positivas em todas as praças brasileiras pesquisadas. Mesmo em regiões onde a produção foi prejudicada pelo excesso de chuva, a soja gera renda suficiente para pagar as contas e fechar o ciclo no azul. É o caso de São Gabriel do Oeste, em Mato Grosso do Sul. Mesmo com quebra de 30% na safra e rendimento reduzido a 33 sacas por hectares, cada real aplicado na lavoura retornará ao agricultor R$ 1,12, o equivalente a R$ 150 por hectare. A conta considera custo de R$ 1,231/ha e preço médio de R$ 40,65/sc. (Caminhos do Campo /Gazeta do Povo)
O governo do Paraná está criando um grupo de trabalho para revisar a legislação ambiental aplicada à agricultura. O secretário Norberto Ortigara argumenta que portarias e leis específicas, além de terem se avolumado, precisam ser adequadas à realidade do campo. A primeira lei a ser revisada deve ser a dos agrotóxicos, de 1983. O setor produtivo pede flexibilização dos registros de novos produtos. O anúncio da revisão ocorre num momento em que o setor aguarda votação, no Congresso Nacional, da reforma do Código Florestal de 1965. Além disso, Legislativo e Executivo começam a se articular para a criação, por sugestão do setor produtivo, de um código florestal estadual.
Critérios - A flexibilização da lei dos agrotóxicos terá de ser criteriosa para não permitir o uso indiscriminado de produtos nocivos ao ambiente à população, alerta o agrônomo Adriano Riesemberg, da área de fiscalização da Secretaria Estadual da Agricultura e Abastecimento (Seab). "O Paraná usa 80 mil toneladas de agrotóxicos por ano, um volume bastante alto", pontua.
Cadastro - Conforme estimativa oficial, estão cadastrados no Paraná 40% dos agrotóxicos aprovados pelo governo federal. "Nos demais 60%, estão muitos produtos ou moléculas que sofrem restrições no exterior", argumenta Riesemberg. Parte desses produtos não teve pedido de cadastro encaminhado pelas indústrias, que consideram o estado um dos mais exigentes do país.
Teste - A atual lei dos agrotóxicos exige que as empresas testem seus produtos no estado e reapresentem avaliações cobradas previamente pelo governo federal. As indústrias argumentam que o mais prático seria fazer apenas cadastro na esfera estadual. "Não é possível mais ter duplicidade de procedimentos. Com isso as empresas não investem no registro de produtos no Paraná e quem perde são os agricultores", defende o secretário estadual da Agricultura. Um mesmo produto tem de repetir uma série de testes para ser vendido com marcas diferentes.
Oportuna - "Uma revisão é oportuna porque a nossa lei é antiga. Deve ser encarada de forma positiva. Sem perder de vista que nós temos que avançar no uso controlado", pondera Riesemberg. Para garantir esse equilíbrio, ele considera essencial que representantes do Ministério Público e pesquisadores das universidades do estado participem do grupo de revisão. Entre as regras a serem revisadas, está ainda a proibição ao cultivo de transgênicos em áreas de preservação permanente dos Campos Gerais e as normas relacionadas ao uso do solo. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) inaugura, nesta quarta-feira, 13 de abril, em Pequim, o seu quarto laboratório virtual no exterior. O Labex China será coordenado pela Embaixada brasileira em Pequim e a inauguração ocorre na sede da Chinese Academy of Agricultural Sciences (CAAS), instituição de pesquisa com a qual a Empresa assinou um memorando de entendimento em junho de 2010. A cooperação atende a um dos itens previstos no Plano de Ação Conjunta 2010-2014, assinado pelos governos brasileiro e chinês.
Foco - O Labex China terá foco nas áreas de recursos e melhoramentos genéticos, biocombustíveis e agroenergia, processamento de alimentos, produção animal, agroecologia, pastagens, entre outras. O projeto Labex foi criado em 1998, para fomentar a cooperação científica e tecnológica com outros países. Trata-se de um laboratório virtual que não dispõe dos recursos de um laboratório convencional. As equipes compartilham os meios físicos com as instituições parceiras. Atualmente, a Embrapa conta com Labex nos Estados Unidos, na Coreia do Sul e na Europa (na Inglaterra e na França).
Outros acordos - A Embrapa também assinou acordos de cooperação com a Chinese Academy of Sciences (CAS) e a Chinese Academy of Tropical Agricultural Sciences (CATAS). Pesquisadores da Embrapa já desenvolvem projetos em conjunto com essas instituições. Com a assinatura, espera-se aumentar a abrangência nas cooperações. "A CAS tem instalações de ponta em biotecnologia e nanotecnologia e a CATAS atua em agricultura tropical. Queremos manter pesquisadores do Labex China também nessas instituições", explica o pesquisador da Secretaria de Relações Internacionais da Embrapa Roberto Sainz.
Brics - A inauguração do Labex China e a assinatura dos acordos com CAS acontecem paralelamente à reunião de cúpula dos BRICs - bloco que reúne Brasil, Rússia, Índia e China. Nesse ano, a África do Sul participará do encontro pela primeira vez. A reunião, marcada para o dia 14, em Sanya, no sul da China, contará com os chefes de estado dos cinco países emergentes. (Mapa, com informações da Embrapa)
O secretário da Indústria, do Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros, está na província de Santa Fé, na Argentina, para uma série de reuniões e visitas. O objetivo é estreitar e ampliar os laços econômicos e comerciais entre o Paraná e a Argentina. O secretário representa o governador Beto Richa em reuniões com o governador de Santa Fé, Hermes Binner, e com o secretário de integração regional, Hugo Mayer, para definir a agenda de trabalho e de atividades para os próximos anos. Em 2008 foi assinado um protocolo de intenções entre as duas regiões, mas os compromissos não foram executados.
Acordos - Segundo Ricardo Barros, a visita demonstra a determinação do Paraná estabelecer e ampliar parcerias com a região de Santa Fé. "Vamos debater a formalização de acordos para projetos de integração produtiva entre as duas regiões e as suas cidades", disse. Barros informou que a missão tem como objetivos analisar possibilidades e oportunidades de negócios, transferência de conhecimento e integração, principalmente tecnológica, entre o setor produtivo das duas regiões: "É uma ótima oportunidade para os empresários paranaenses fecharem negócios e selarem parcerias comerciais".
Feira - Ricardo Barros, acompanhado de uma comitiva de empresários paranaenses, também vai participar da cerimônia do lançamento da primeira oferta da colheita anual de produtos agrícolas na bolsa de comércio de Rosário e da Feira Internacional da Alimentação (FIAR). A FIAR é realizada a cada dois anos e é considerada uma das mais importantes feiras de alimentos e bebidas da América do Sul. De 13 a 15 de abril são esperados cerca de 80 mil visitantes nos 600 estandes que participam da sétima edição a Feira. São representantes de entidades empresariais, importadores, fabricantes e distribuidores de insumos, equipamentos, embalagens e soluções tecnológicas para o setor da alimentação que consolidam a província de Santa Fé como um dos principais polos da indústria alimentícia da Argentina. (AEN)
Os representantes das cinco economias emergentes de maior crescimento pediram apoio à reforma e à melhoria do sistema monetário internacional para estabelecer um sistema de reserva internacional amplo, confiável e estável. "A crise financeira internacional expôs as deficiências e inadequações do sistema financeiro e monetário internacional existente", disseram em declaração apresentada nesta quinta-feira após a cúpula dos Brics - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
Encontro - O encontro foi presidido pelo dirigente chinês, Hu Jintao, e teve participação da presidente brasileira Dilma Rousseff, do mandatário russo Dmitry Medvedev, do premiê indiano Manmohan Singh e do presidente sul-africano Jacob Zuma. A estrutura de gerenciamento das instituições financeiras internacionais, conforme a declaração, deve refletir as mudanças na economia mundial e aumentar a voz e representação das economias emergentes assim como das nações em desenvolvimento.
Supervisão - Os cinco países no encontro pediram esforços para intensificar a supervisão financeira internacional e reforma enquanto ampliam a coordenação política bem como a cooperação da supervisão e regulamentação financeira para promover um desenvolvimento sólido dos mercados financeiros e do sistema bancário em nível global. Os participantes da reunião solicitaram ainda mais atenção ao risco do grande fluxo de capitais entre fronteiras enfrentado pelas economias emergentes e observaram que ainda há incertezas rondando a recuperação econômica global. As informações são da agência chinesa de notícias Xinhua. (Valor Econômico)
Os benefícios proporcionados pelas cooperativas e o potencial do setor foram tema da entrevista com o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, transmitida nesta quarta-feira (13/04), ao vivo, pelo programa Bom Dia Paraná, da Rede Paranaense de Comunicação. Koslovski falou ao repórter Adriano Gomes sobre a expansão do cooperativismo paranaense nos últimos anos. "O setor está registrando um crescimento extremamente significativo, especialmente devido ao processo de agroindustrialização, que permitiu que nós avançássemos muito em dez anos, passando de R$ 6,4 bilhões de movimentação financeira para R$ 28 bilhões no ano passado", disse. "O importante é que as cooperativas permitem essa agregação de valor, essa transformação da matéria-prima in natura num produto mais elaborado e, com isso, estamos conseguindo melhores preços. O papel da cooperativa é fazer a defesa econômica do cooperado e permitir que, através da melhor prestação de serviços, ele possa ter o melhor resultado em suas atividades", acrescentou Koslovski.
Capacitação - O presidente da Ocepar também destacou os investimentos em capacitação feitos pelo setor, lembrando que, somente em 2010, foram treinadas mais de 120 mil pessoas por meio de aproximadamente cinco mil eventos, especialmente no processo de gestão das cooperativas. "Também treinamos os cooperados e esse é um diferencial que nós temos. Hoje estamos executando mais de 20 MBAs no Paraná, exclusivamente para dirigentes, cooperados e colaboradores das cooperativas com o objetivo de, cada vez mais, profissionalizar o setor para que possamos prestar o melhor serviço para nossos cooperados".
Exportações - Sobre as exportações, Koslovski ressaltou que as cooperativas paranaenses lideram os embarques do segmento em âmbito nacional. "No ano passado, nós exportamos US$ 1,640 bilhão. Foram mais de 45 produtos para mais de 90 países, sendo que os principais itens embarcados são os do complexo soja, que são, os grãos, o farelo e o óleo, e também os cortes de frango, onde as cooperativas do Paraná têm uma participação muito forte, sucos, carne suína, entre outros produtos. O importante é que 71% do volume exportado no último ano foi de produtos com valor agregado. Isso é fundamental pois permite que o cooperado tenha uma melhor remuneração pela sua produção", frisou ele. Clique aqui e confira na íntegra a entrevista.
Ressocialização - O trabalho realizado pelo cooperativismo no Estado também foi destaque na edição de terça-feira (12/04), do Bom Dia Paraná. Uma reportagem produzida em Maringá mostrou o projeto de ressocialização de presos implementado pela Cocamar, que está empregando um grupo de 22 detentos na linha de produção da cooperativa.
Pela primeira vez uma colheitadeira de café ficará à disposição de cafeicultores na região da Cocamar, a partir de maio, para fazer esse trabalho em pequenas propriedades. No ano passado, a cooperativa promoveu a vinda de um equipamento de Minas Gerais com o objetivo de divulgar as vantagens da mecanização e fazer uma demonstração aos produtores em dois dias de campo. O coordenador de culturas perenes, engenheiro agrônomo Leandro Cezar Teixeira, disse que a Cocamar está organizando uma agenda para a operação dessa máquina e os cafeicultores interessados devem entrar em contato o quanto antes com os entrepostos aos quais estão vinculados.
Competitivo - Segundo ele, a empresa prestadora desse serviço, a Andrade, de Araguari (MG), vai começar a fazer pela primeira vez a colheita em pequenas áreas, "o que se deve a um trabalho que está sendo organizado pela cooperativa". Além da mão-de-obra estar escassa no campo, seu custo chegar a ser 40% maior que a colheita mecânica, o que reduz a competitividade da lavoura.
Investir - A disponibilização de uma colhedora, a partir de agora, está animando os agricultores a ampliar suas lavouras ou adequá-las à mecanização. "Temos vários casos de produtores em Cianorte e Altônia investindo nesse novo modelo", comentou o coordenador, ressaltando que o café é uma das opções mais lucrativas, no momento, para a diversificação dos negócios na propriedade. Foi pensando nisso que o tradicional produtor de laranja de Rondon, João Piga, decidiu aproveitar as máquinas e equipamentos que mantém a serviço em seus pomares, para usar em uma lavoura mecanizada de café, que pretende implantar. "A estrutura é a mesma para as duas culturas", comentou Teixeira. Atualmente há 5,5 mil hectares cultivados com café na região da Cocamar, no noroeste do Estado. (Imprensa Cocamar)
A Credicorol Cooperativa de Crédito Rural está presente na 51ª Exposição de Londrina, em parceria com o BRDE - Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, em seu estande com R$ 5 milhões de reais, nas seguintes linhas: PSI - Programa de Sustentação de Investimento, Moderfrota, Moderagro, Produsa, Pronaf mais Alimentos e Convencional.Além desta linha, a Credicorol também disponibiliza recursos na ordem de R$ 5 milhões de reais com recursos próprios para financiamentos de veículos com até três anos para pagamento com parcelas, mensais, trimestrais, semestrais e anuais de acordo com a capacidade de pagamento do agricultor. (Credicorol)
O Sescoop/PR iniciou, nesta semana, o curso para conselheiros fiscais em diferentes locais e datas. A capacitação, destinada a titulares e suplentes que atuam nas cooperativas paranaenses, foca três temas: cooperativismo (conceitos, princípios e aspectos Legais), atuação do Conselho Fiscal (abrangência da atuação, responsabilidade e postura do Conselho Fiscal) e gestão cooperativa (indicadores de gestão, interpretação e análise de desempenho).
Ramo saúde - Para os profissionais do ramo saúde, o curso obedece à seguinte programação: em Francisco Beltrão, foi realizado na segunda-feira (11/04). Nesta quarta-feira (13/04), acontece em Toledo. Em Maringá, será no dia 25, sendo que as inscrições devem ser feitas até dia 20. Nessas cidades, a capacitação é realizada nas sedes das Unimeds locais. Em Curitiba, o curso acontece dia 29 de abril, na sede do Sistema Ocepar, e o prazo de inscrições vence no dia 25. Em todos os casos, o horário é das 17h às 23h.
Outros ramos - Para os conselheiros fiscais dos demais ramos, exceto saúde e crédito, foi montada uma outra grade. O curso está acontecendo em Francisco Beltrão, nesta terça e quarta-feira (12 e 13/04), no Francisco Beltrão Palace hotel. Em Toledo, acontece nesta quinta-feira (14/04), das 8h30 às 17h30, e na sexta-feira (15/04), das 8h às 12h, na ACIT. Já em Maringá, a capacitação será realizada nos dias 26 (das 8h30 às 17h30) e 27 (das 8h às 12h), na sede da Cocamar, com inscrições até dia 20. Outro curso será ministrado em Ponta Grossa, no dia 28 (das 8h30 às 17h30) e 29 (das 8h às 12h), no Hotel Slaviero, com inscrições até dia 25.
Inscrições - As inscrições devem ser efetuadas diretamente com o agente de Desenvolvimento Humano ou pelo site www.ocepar.org.br. Mais informações com Marcelo Martins (
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O senador paranaense Alvaro Dias defende a preservação do meio ambiente conciliando-a com a produção de alimentos no campo. Em mensagem encaminhada ao presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, o parlamentar afirma que está acompanhando os debates sobre a reforma do Código Florestal, cujo relatório está tramitando na Câmara dos Deputados. "Estou atento à matéria pela importância que tem para o agronegócio brasileiro. Entendo a preocupação dos ambientalistas, mas não posso esquecer a necessidade que o país tem de fortalecer a sua agricultura para a produção de alimentos a preços baratos na mesa do povo brasileiro. Essa meta não pode ser esquecida na discussão da reforma do Código Florestal, quando se pensa em conciliar a posição dos ambientalistas com os interesses da agricultura nacional", afirmou Dias.
Abastecimento nacional - "Há que se preservar, sim,o meio ambiente, mas sem prejuízos da atividade laboral no campo, garantidora da produção de alimentos, sob pena de o Brasil ter de voltar a importar arroz da China e feijão do México,com já aconteceu e ainda aconteceu em certas circunstâncias", continua o senador. Ainda de acordo com ele, o que deve pesar nos debates sobre as mudanças no Código Florestal é preocupação com o abastecimento nacional e a comida barata. "Não podemos esquecer que há 45 anos o brasileiro gastava 48% do seu salário com comida, hoje ele gasta 18%. E só não gasta 12%, face aos entraves impostos à produção agropecuária no país, entre os quais as multas, que devem ser anistiadas no bojo da reforma, de modo a tirar da ilegalidade a esmagadora maioria dos agricultores brasileiros. Urge retirá-los da insegurança jurídica em que se encontram e, ao mesmo tempo, assegurar a proteção necessária ao meio ambiente. Essa será a posição que vou defender quando o projeto estiver em discussão aqui no Senado", completou.
O coordenador do grupo de trabalho que discute as sugestões às propostas que mudam o Código Florestal (PL 1876/99 e outras), deputado Eduardo Gomes (PSDB-TO), acredita que o texto final do código será votado pela Câmara ainda em abril. A afirmação foi feita nesta terça-feira (12/04), durante reunião do colegiado. No encontro, os deputados definiram os sete pontos que irão guiar a discussão sobre o código a partir de agora: delimitação das áreas de preservação permanente (APPs); definição das reservas legais; regularização ambiental de ocupações; proibição de corte raso durante um período, a chamada "moratória do desmatamento"; regras específicas da agricultura familiar; competências dos órgãos públicos ambientais; e instrumentos econômicos para a conservação da vegetação.
Notas técnicas - O grupo de trabalho recebeu 55 notas técnicas, totalizando mais de 900 páginas, com sugestões enviadas por órgãos governamentais, pesquisadores, organizações não governamentais, bancadas partidárias, além dos próprios deputados. Elas foram analisadas pelos deputados Ivan Valente (Psol-SP) e Paulo Piau (PMDB-MG), que apresentaram relatório ao colegiado.
Pontos prioritários - Durante a reunião desta terça-feira, o colegiado não definiu posição sobre os pontos prioritários, mas, segundo Gomes, a discussão está correndo "em um bom ritmo": "Entramos agora em uma fase de discussão definitiva sobre itens que já foram analisados, conversados e inclusive acordados". Uma nova reunião foi marcada para quarta-feira (13), às 14 horas. Segundo o coordenador do grupo de trabalho, há a possibilidade de o colegiado terminar a discussão sobre as notas técnicas nesta semana. O resultado do trabalho do grupo será compilado em um relatório, a ser encaminhado para o relator da proposta, Aldo Rebelo (PCdoB-SP).
Divergências sobre os prazos - Os deputados que analisaram as notas técnicas divergiram sobre os prazos necessários para que o grupo de trabalho delibere sobre as sugestões enviadas. Paulo Piau pede urgência na votação. "Essa discussão não pode mais ser protelada, devemos partir para uma decisão logo, porque o Brasil não pode esperar mais", disse. Ivan Valente, contudo, acredita que são necessários mais debates sobre o tema. "Uma discussão ligeira não interessa ao povo brasileiro e à preservação do meio ambiente. Este grupo deve ter tempo para aprofundar o debate e chegar a um consenso", argumentou. (Agência Câmara)