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No primeiro trimestre, os ganhos de rentabilidade nas exportações se limitaram basicamente a alguns setores que exportam commodities - mas não a todos. O grande destaque foi o segmento de extração de minerais metálicos (que inclui o minério de ferro), cujo rendimento cresceu 61,5% nos três primeiros meses do ano em relação ao mesmo período do ano passado, graças à elevação de preços de 112,5% no período.
Agricultura e pecuária - Também tiveram bom desempenho o de agricultura e pecuária (onde está a soja), e o de extração de petróleo, beneficiado pela alta do produto no mercado internacional. Como minério de ferro, soja e petróleo têm hoje bastante peso na pauta de exportações do Brasil, a rentabilidade do total das vendas externas no primeiro trimestre subiu 5,1% em relação ao mesmo período de 2010. Um ganho enganoso, porque quase 80% dos 24% setores acompanhados pela Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior (Funcex) tiveram queda de rendimento nos três primeiros meses do ano.
Perda de rentabilidade - "A vida do exportador está muito difícil, com exceção de quem vende commodities", afirma Welber Barral, consultor de comércio internacional e ex-secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento no governo Lula. Uma análise detalhada dos números sobre rentabilidade das exportações da Funcex mostra que até mesmo alguns segmentos que vendem ao exterior produtos primários amargam perda de rentabilidade. A do setor de celulose e papel registrou queda de 4,5% no primeiro trimestre, uma vez que a elevação dos preços de 11,9% foi insuficiente para compensar a alta de custos de 8,4% e a valorização do câmbio de 8%.
Químicos - O setor de produtos químicos é outro exemplo de um segmento importante ligado a commodities cujas exportações ficaram menos rentáveis nos três primeiros meses do ano - a queda foi de 2,6% em relação ao mesmo período de 2010.
Insumos - O economista-chefe da Funcex, Fernando Ribeiro, diz que o maior peso do índice de custos da Funcex vem dos insumos de procedência nacional, que foram muito pressionados por conta da alta das matérias-primas no primeiro trimestre. Segundo ele, esses insumos representam, em média, 50% do custo total das empresas exportadoras. Algo como 20% vêm das despesas com salários, outros 20% se referem a gastos com serviços. Os 10% restantes, segundo ele, vêm de insumos importados.
Máquinas e equipamentos - Os exportadores de manufaturados mais elaborados enfrentam uma situação bastante delicada, especialmente porque já viram a rentabilidade de suas vendas externas recuar no passado. O rendimento do setor de máquinas e equipamentos caiu 6,7% no primeiro trimestre, recuo que se dá em cima de um tombo de 13% registrado em 2010. Um cenário parecido se dá no segmento de veículos automotores, reboques e carrocerias. Depois de ficar 10% menor em 2010, o rendimento das vendas externas do segmento encolheu mais 7,6% de janeiro a março, sempre na comparação com igual período do ano anterior.
Economia global - O economista Silvio Sales, consultor da Fundação Getulio Vargas (FGV), diz que esses setores sofrem porque o mercado externo ainda "está pouco comprador", já que a economia global ainda está um pouco fraca, e ainda têm que enfrentar um câmbio valorizado. Esse cenário torna muito difícil repassar para os preços os aumentos de custos.
Desvio de investimentos - Para Barral, um problema da fraca rentabilidade das exportações de manufaturados é o desvio de investimentos para os setores ligados a commodities. "Quem fabrica produtos químicos, por exemplo, tende a focar nos mais básicos, já que começa a ficar muito caro agregar valor", diz ele, que mostra preocupação também com os elevados custos de logística no Brasil.
Carga tributária - No curto prazo, Barral só vê como alívio possível para o exportador alguma redução da carga tributária que incide sobre as vendas externas. "O câmbio não deve mudar, num quadro de inflação pressionada, e a diminuição dos custos de logística não vai ocorrer de uma hora para a outra." Ele diz esperar que essas medidas de desoneração tributária sejam contempladas na nova versão da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), que o governo promete anunciar em breve. (Valor Econômico)
O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, aproveitou a apresentação que fez na Câmara dos Deputados, nesta quinta-feira (05/05), em Brasília, para reforçar os pontos da nova estratégia do BC para o combate à inflação, descrita na ata da última reunião do Copom e que indica um aperto "prolongado" dos juros. Segundo ele, o país já está "com a inflação sob controle" e os dados mensais a partir deste mês já mostrarão um IPCA em torno do centro da meta, na casa dos 0,4% ao mês. É preciso, porém, "garantir" que a inflação convirja para a meta em 2012 (4,5%), por isso um ciclo mais longo de aumento da Selic.
Necessidade - "Isso é uma necessidade. Precisamos ter garantias de que a inflação em 2012 convergirá para o centro da meta", disse Tombini aos deputados e senadores presentes à audiência pública conjunta no Plenário da Comissão Mista de Orçamento da Câmara. "O combate à inflação não é uma corrida de 100 metros. É um esforço prolongado. A política monetária tem defasagens. Tudo o que foi feito até agora não conseguiu atingir ainda a inflação corrente nesses três meses. A inflação acumulada em 12 meses voltará a recuar no terceiro ou quarto trimestre deste ano e rumará com segurança para o centro da meta", disse.
Abril - O IPCA do mês passado será divulgado nesta sexta-feira (06/05) e Tombini acredita que o número ainda será "alto". O primeiro quadrimestre teve inflação mensal de 0,8%, disse, acima do que é compatível. Mas o indicador começará a recuar neste mês, quando o IPCA deverá apontar para algo entre 0,35% e 0,4%, segundo ele.
Nível muito baixo - Há agentes do mercado, lembrou Tombini, que já acreditam que a inflação de junho e julho virá em um nível muito baixo, mas não é esse o cenário do BC. "A inflação será baixa, mas não tão baixa quanto junho e julho de 2010 (quando ficou próxima de zero). No acumulado de 12 meses, no entanto, continuará a crescer, mesmo que hoje a inflação esteja sob controle e caminhando para a meta (em bases mensais)", afirmou.
Mudança - Tombini negou que tenha havido uma mudança na política monetária alardeada na ata do Copom, em relação ao que havia sido afirmado no Relatório de Inflação do fim de março. O que ocorreu, segundo ele, foi apenas uma "ênfase" maior nos instrumentos convencionais (juros), mas as medidas macroprudenciais não foram descartadas. "Não há mudança alguma. Apenas na comunicação demos destaque especial para as políticas convencionais".
Preços domésticos - Ele também reafirmou que o choque de preços externos teve impacto relevante nos preços domésticos, mas que esse não é o único fator que pressiona a inflação. "Não é a visão do Banco Central de que não há inflação de demanda. A visão do BC é que há múltiplos fatores que influenciam os preços. Alguns são comuns a todos os países (alimentos e energia). Mas há também, e o BC sempre reconheceu, fatores ligados à demanda, que cresceu 10,5%, à frente do PIB, e que está refletido, por exemplo, nos preços dos serviços" afirmou ele.
Câmbio - Com relação ao câmbio, Tombini disse que não está no radar do BC a aplicação da temida "quarentena" para a entrada de recursos estrangeiros no país, mas que a autoridade monetária permanecerá atenta ao fluxo de dólares, ainda em nível elevado e com impacto no crédito interno. Ele ponderou, porém, que a contribuição das variações cambiais para o controle dos preços diminuiu ao longo do tempo graças à política de câmbio flutuante. "Não dá para contar com isso para fazer a inflação convergir", afirmou.
Crescimento - Por fim, o presidente do Banco Central disse que é possível compatibilizar inflação e crescimento. "Obviamente temos os ciclos econômicos, quando a ênfase no controle da inflação deve ser maior, como agora. Não dá para crescer com a inflação descontrolada. Também de nada vale uma economia controlada que não cresce", disse Tombini. "Estamos num período de crescimento. É possível crescer sim e teremos um crescimento significativo. Vamos combater a inflação e crescendo", completou o presidente do Banco Central. (Valor Online)
O fotógrafo Ricardo Zig Koch Cavalcanti, conhecido por seu trabalho voltado especialmente aos temas de natureza, vai ministrar as oficinas de fotografia que serão realizadas durante o Fórum dos Profissionais de Comunicação, promovido pelo Sistema Ocepar promove, nos dias 12 e 13 de maio, em Medianeira, no Oeste do Estado. A parte teórica vai acontecer no Centro de Treinamento da Cooperativa Frimesa e colocada em prática no Parque Nacional de Foz do Iguaçu, onde os participantes poderão exercitar seus conhecimentos. Serão selecionadas de cinco a dez fotos de cada aluno que vão ser analisadas por Zig Koch. O Fórum é destinado a profissionais que atuam nas cooperativas paranaenses.
Mulheres discutem sustentabilidade do cooperativismo
"A sustentabilidade da família cooperativista" é o tema das oficinas que serão coordenadas pelo intervencionista da AtoCorp, Rafael Giuliano, no 6º Encontro da Liderança Feminina - Elicoop Feminino 2011, nos dias 12 e 13 de maio, na Associação dos Funcionários da C.Vale (Asfuca), em Palotina, Oeste do Estado. O evento, promovido pelo Sescoop/PR, vai reunir cooperadas, esposas e filhas de cooperados que fazem parte do quadro social das cooperativas paranaenses. A programação também contempla a participação do palestrante, consultor organizacional e especialista em desenvolvimento das competências de liderança e preparação de equipes, Eduardo Shiniashiki, que vai tratar do tema "Vencendo desafios, construindo o futuro" no primeiro dia do Encontro. Já a consultora Helda Elaine Völz Bier vai ministrar a palestra "A mulher cooperativista é um show".
Inscrições - As inscrições ao Elicoop Feminino 2011 devem ser efetuadas até o dia 10 de maio pelo site www.ocepar.org.br. Mais informações com a analista de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR, Fabianne Ratzk (fone 41 3200-1126 /
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A Associação dos Funcionários da Ocepar, Sescoop/PR e Fecoopar (Afoca) promoveu um almoço, nesta sexta-feira (06/05), na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, para comemorar o Dia das Mães, com a participação de colaboradores das três entidades. As funcionárias que são mães também ganharam uma lembrança.
Entre as dez mais importantes exposições agropecuárias do País, a Expoingá 2011, que inicia nesta quinta-feira (05/05) no Parque Internacional de Exposições de Maringá (PR), espera bater recordes de negócios e público. O evento vai até o dia 15 com a participação de 350 empresas expositores, entre as quais a Cocamar e a Sicredi União. No segmento pecuário, a previsão é que mais de 10 mil animais sejam expostos. Estão programados 12 leilões.
Recorde - De acordo com a Sociedade Rural de Maringá, entidade promotora da feira, a expectativa é que seja batido o recorde de comercialização, de R$ 156 milhões obtidos no ano passado. "Esperamos bater os R$ 200 milhões, afirmou a presidente Maria Iraclézia de Araújo". O bom momento das atividades agrícola e pecuária, que estimula investimentos, é uma das razões que levam a presidente a acreditar na superação dessa meta. Por outro lado, se o tempo ajudar, outra meta deve ser alcançada: o recorde de visitantes, ao redor de 500 mil, contra 450 mil de 2010.
Eventos - A Cocamar é apoiadora de dois eventos que fazem parte do conteúdo da Expoingá. O primeiro, no sábado (07/05) pela manhã, é o Ciclo de Palestras Gazeta do Povo, que vai abordar o tema "Integração lavoura, pecuária e floresta", com a participação de vários especialistas. O segundo, no dia 13, é o Encontro Nacional do Agronegócio, que debaterá temas relacionados ao atual momento do setor, com diversos convidados. (Imprensa Cocamar)
"Para crescer, é preciso enfrentar os desafios pelo diálogo e esse papel foi muito bem conduzido pelo presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas. Questão que se concretizou em um convênio com o Banco Central no último ano, o que, na verdade, já existia informalmente", disse Luiz Edson Feltrim, chefe do Departamento de Organização do Sistema Financeiro, durante reunião do cooperativismo de crédito, em Brasília (DF). Feltrim representou o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, nesta quarta-feira (04/05), na abertura da reunião ordinária do Conselho Consultivo do Ramo Crédito (Ceco) da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), na sede da entidade.
Evolução - Em seu pronunciamento, Feltrim ressaltou a evolução do cooperativismo de crédito, mostrada pelo crescimento dos indicadores do setor. "Hoje, são mais de 5 milhões de associados às cooperativas de crédito. Essas organizações têm a capacidade de chegar a lugares onde o sistema tradicional não alcançaria, o que provoca concorrência no Sistema Financeiro Nacional. Com esses resultados, não se pode achar que está tudo bem, é preciso continuar crescendo", comentou. "Vale ressaltar também a importância que o Banco Central dá ao cooperativismo. O tema é pautado com frequência nas reuniões do colegiado. Sabemos da importância da nossa participação para o aperfeiçoamento regulatório do setor", finalizou. (Informe OCB)
O presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputado Zonta, ressaltou nesta quarta-feira (04/05) o papel preponderante das cooperativas de crédito no desenvolvimento do país. A afirmação ocorreu na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em Brasília (DF), durante reunião ordinária do Conselho Consultivo do Ramo Crédito (Ceco) da entidade.
Conquistas - Zonta enfatizou que o ambiente favorável e o espaço junto ao Banco Central (BC) foram conquistas do cooperativismo de crédito. Ele ainda comentou sobre marcos regulatórios importantes, outro resultado do esforço e trabalho do setor, que contaram também com a atuação comprometida da Fencoop. "A Lei Complementar 130/09 é um exemplo claro de que o ramo crédito tem tudo para continuar crescendo e somando outras vitórias", disse.
Desafios - Segundo o parlamentar, um desses desafios é fazer com que as cooperativas do setor tenham acesso aos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhado (FAT). "Esperamos acelerar a tramitação do projeto no Senado Federal (SF), de relatoria da senadora Ana Amélia Lemos". Zonta falou ainda sobre "oxigenação" na Frencoop com as novas adesões. "Agora, contamos com novos integrantes para lutar pela bandeira cooperativista e buscar a aprovação de outras questões muito importantes".
Habitação - O representante nacional do cooperativismo de crédito na Frencoop, deputado Arnaldo Jardim, por sua vez, citou outra proposição interessante para o setor, também em tramitação no SF. Ele se referia a uma emenda à Medida Provisória 514/10, para ampliar a outras instituições a participação como agentes financeiros no programa Minha Casa, Minha Vida, entre elas as cooperativas de crédito.
Inflação - Jardim referiu-se ainda ao cenário de inflação pelo qual passa a economia brasileira e às medidas do BC para conter esta alta, como a restrição à liberação de crédito. "Como as cooperativas podem atuar nesse contexto? É preciso ressaltar que, nesse momento, setores diferentes precisam de tratamentos diferenciados", disse o parlamentar, levando os participantes a refletirem sobre o assunto. (Informe OCB)
"Os números são positivos, mas ainda há muito o que se fazer." Foi assim que o gerente de Relacionamento e Desenvolvimento do Cooperativismo de Crédito da OCB, Sílvio Giusti, deu início à apresentação para os membros do Conselho Consultivo do Cooperativismo de Crédito (Ceco) sobre a evolução do segmento nos últimos anos. "O crescimento histórico em 2010, principalmente no que diz respeito aos depósitos, chama atenção", destacou Giusti.
Depósitos - Os depósitos recebidos no ano passado traduziram a confiança acentuada que o segmento tem recebido de seus associados. "O maior aumento tinha ocorrido em 2009 e foi de R$ 3,3 bilhões. Agora, o crescimento superou significativamente a melhor marca que tínhamos, atingindo mais que o dobro: R$ 7,9 bilhões", informou o gerente.
Estrutura - Com o desempenho de 2010, o cooperativismo de crédito alcançou 4.529 pontos (cooperativas + postos). Hoje, se o segmento compartilhasse as estruturas, seria a segunda maior rede de atendimento do país, atrás apenas do Banco do Brasil (5.087) e na frente do Itaú (3.739), por exemplo.
Novas ações - Silvio Giusti finalizou a apresentação falando da necessidade de implementar novas ações pra fortalecimento do cooperativismo de crédito: "Tivemos aumento também em ativos, além do crescimento significativo em patrimônio e associados. Mesmo com a crise mundial em 2008, o cooperativismo de crédito continuou crescendo. Isso merece uma reflexão", enfatizou. (Informe OCB)
Os avanços no marco regulatório do cooperativismo também foram alvo de debate na reunião do Conselho Consultivo de Crédito (Ceco), realizada nesta quarta-feira (04/05), em Brasília. Durante o encontro, líderes do ramo pediram a revisão da Resolução 3.859/10, que obriga as entidades a ter conselho de administração e diretoria-executiva. O tema foi tratado após a apresentação da consultora do departamento de Normas do Sistema Financeiro, Elvira Ventura, do chefe adjunto do departamento de Organização do Sistema Financeiro, Adalberto Rocha, e do chefe do departamento de Supervisão de Cooperativas, José Ângelo Mazzillo Júnior.
Política própria - Elvira Ventura destacou está aberto a discussões sobre o modelo proposto, desde que o segmente apresente argumentos consistentes. Para ela, é fundamental que o ramo adote uma política própria de governança cooperativa. "Chegamos hoje a um novo patamar no que diz respeito à regulação do segmento. É preciso uma união de esforços para alcançarmos o melhor modelo", enfatizou.
Práticas adequadas - Adalberto Rocha defendeu a aplicação das melhores práticas de governança, ainda que adequadas à realidade de cada cooperativa. Ressaltou também a necessidade da profissionalização dos procedimentos de auditoria externa. "Auditoria externa precisa ser feita por quem entende. Esse é um dos pilares que vai sustentar a criação de um fundo garantidor", afirmou.
Momento propício - O chefe do departamento de Supervisão de Cooperativas, José Ângelo Mazzillo Júnior, disse que o momento é propício à aproximação das cooperativas com o BC. "O setor precisa estreitar o relacionamento com o órgão regulador. Apesar de uma sensível evolução do sistema cooperativista de crédito no Brasil, ainda há muito para melhorar".
Apresentação formal - O Ceco agora estuda uma forma de apresentar formalmente as ponderações ao BC. A ideia é buscar soluções sobre os temas: fundo garantidor, cogestão, centralização financeira e responsabilidade solidária. (Informe OCB)
O Comitê de Sustentabilidade do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) está reunido para finalizar a elaboração das diretrizes do Programa Responsabilidade Social / Sustentabilidade para o Sistema Cooperativista Brasileiro. O encontro, que teve início nesta quarta-feira (04/05) e vai até esta quinta-feira (05/05), ocorre na sede da instituição, em Brasília (DF). O grupo também discutirá os objetivos e resultados esperados para o todo o sistema, conforme explica Andréa Sayar, gestora de Promoção Social do Sescoop. "A intenção é traçar estratégias de atuação e, assim, conquistar um alto grau de aceitação pelas unidades estaduais e as cooperativas", disse.
Efetividade - Segundo a gestora, é importante o reconhecimento do programa pela sua excelência e efetividade, pois assim contribuirá para posicionar o sistema cooperativista de forma estratégica, a exemplo de outros setores econômicos, que já inseriram políticas de responsabilidade social e sustentabilidade em seu contexto de negócio".
Presenças - Participam das discussões representantes de cinco unidades estaduais do Sescoop, da unidade nacional, além de integrantes da equipe da OCB e a responsável pelo programa de responsabilidade social da Unimed do Brasil, Mayke Rothemburg Mohr. (Informe OCB)
Com o objetivo de facilitar a comercialização de sementes de seus associados, a Apasem (Associação Paranaense de Produtores de Sementes e Mudas), acaba de inaugurar, em sua página na internet, o Banco de Sementes. A montagem desse banco e sua publicação na internet foi decidida na primeira reunião coordenada pelo novo presidente, Marcos Antonio Trintinalha, realizada recentemente em Curitiba. A centralização das informações sobre sementes disponíveis para comercialização facilita muito a busca pelos clientes dos associados, evitando que telefonem para um grande número de produtores.
Acesso - O Banco de Sementes está publicado na página da Apasem www.apasem.com.br, em link com esse nome. Ao acessar a página, o interessado verá a relação dos produtores que têm sementes à venda. Ali estão especificadas informações como a espécie de semente, a cultivar, a categoria, a localização e contato, com telefone e e-mail. À medida que os associados forem esgotando seus estoques, solicitarão à Apasem a retirada das informações das variedades não mais disponíveis. Da mesma forma, podem fazer novas inclusões quando tiverem novos lotes à venda.
Comercialização - O presidente da Apasem, Marcos Antonio Trintinalha, espera que esse Banco de Sementes venha a ser utilizado por todos os seus associados, facilitando a comercialização da produção de sementes. "Nossas sementes são de alta qualidade, produzidas de acordo com as normas legais. É importante, por isso, facilitar a divulgação da produção, o que estamos fazendo através de um meio de comunicação prático e barato", frisou Trintinalha.(Assessoria de imprensa da Apasem/Agrolink)