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O senador Luiz Henrique (PMDB-SC) anunciou nesta terça-feira (30/08) sua disposição de colocar em votação no dia 6 de setembro o relatório do projeto de lei de reforma do Código Florestal (PLC 30/2011) que elaborou para a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado (CCJ). O parecer deverá ser lido na reunião da CCJ desta quarta-feira (31/08), e tratará apenas da adequação do projeto à Constituição e a outras normas e princípios legais. “Fiz alterações do ponto de vista jurídico. Temos de aprovar uma lei que seja durável, factível e que não possa ser atacada”, afirmou Luiz Henrique, referindo-se a questionamentos feitos nos últimos meses, por diversos senadores, ao texto de autoria do deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP) aprovado pela Câmara em maio.
Pedidos - Logo depois do anúncio, o senador catarinense recebeu pedidos para que a matéria possa ser analisada por mais algum tempo, o que o levou colocar como possibilidade a data de 14 de setembro para a votação. “Sabemos da necessidade de aprovar o novo código até o fim do ano, inclusive por que em 2012 se realiza no Brasil a conferência ambiental Rio +20”, advertiu.
Emendas - A matéria recebeu mais de 30 emendas em sua tramitação pela CCJ, mas o relator optou por não incorporá-las ao seu parecer. Está sugerindo que seus autores as apresentem nas comissões que irão examinar o mérito, ou seja, o conteúdo do PLC 30/2011, e não os aspectos jurídico-formais do projeto. As comissões que tratarão do mérito são: Agricultura e Reforma Agrária (CRA); Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT); Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA). Foi justamente em reunião conjunta das três comissões que Luiz Henrique fez sua comunicação. Nesta terça às 14h30, o senador peemedebista participará de encontro da bancada de seu partido com o presidente do Senado, José Sarney, no gabinete da Liderança do PMDB. (Agência Senado)
O ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, indicou nesta segunda-feira (29) como seu secretário executivo o atual secretário de Política Agrícola da pasta José Carlos Vaz. A informação, confirmada pela assessoria de imprensa, só aguarda o aval da presidenta Dilma Rousseff para ser publicada no Diário Oficial da União. Vaz foi funcionário do Banco do Brasil por 29 anos e ocupou o cargo de diretor de Agronegócios da instituição entre o início de 2007 e o fim de maio do mesmo ano, quando tomou posse como secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
Carreira - Paranaense de Londrina, Vaz tem 46 anos de idade, foi membro do Conselho Técnico do Centro de Inteligência do Café (CIC), da Câmara Setorial do Arroz e do Cacau e do Conselho Nacional de Política Agrícola. Ele substituirá José Gerardo Fontelles, que chegou a assumir o comando do Mapa interinamente após a saída de Wagner Rossi, que pediu demissão, e a posse de Mendes Ribeiro Filho. (Agência Brasil)
Com estoques ralos e expectativa de redução da safra brasileira, quarta maior do mundo em volume, o algodão tem gerado apreensão em todos os lados da cadeia produtiva. Enquanto os cotonicultores encaram fortes oscilações de preços, altos custos de produção e riscos climáticos, a indústria têxtil sofre com a entrada de vestuários prontos, vindos principalmente dos Estados Unidos e da Argentina. Em evento realizado pela agroquímica norte-americana FMC na última semana, em Buenos Aires (Argentina), representantes do setor concluíram que é preciso haver uma maior integração entre a indústria e o campo.
Primeiro passo - O primeiro passo para o desenvolvimento do setor seria a redução das importações e ampliação das vendas externas do país. No entanto, a realidade é inversa. De janeiro a julho deste ano, as exportações brasileiras caíram à metade. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), os embarques somaram 77,7 mil, contra 154,8 mil toneladas no mesmo intervalo do ano passado. As importações, por outro lado, subiram 70%, de 25,7 mil para 139,6 mil toneladas.
Escassez - O quadro reflete a escassez do algodão no mercado doméstico e tende a permanecer até o início do próximo ano. “Se exportarmos 750 mil toneladaso, que é o volume esperado para o ano que vem, vamos ficar com estoques no limite e teremos problemas sérios”, avisa Sérgio de Marco, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).
Produção - A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima a produção brasileira da pluma em 1,95 milhões de toneladas. Mas, nos cálculos da entidade que representa os produtores, a safra atual não vai passar de 1,78 milhão de toneladas. A quebra de 12% em relação à expectativa inicial de 2 milhões de toneladas está associada ao excesso de chuva em fevereiro e março e à falta de água nas lavouras no final de abril.
Oferta - Por enquanto, a indústria têxtil nacional alega não ter problemas com a oferta da pluma, mas reconhece que poderá negociar a entrada de mais algodão estrangeiro se for necessário. “Não estamos na iminência de escassez de matéria-prima, mas claro que, se houver falta, vamos importar”, afirma Fernando Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit).
Desindustrialização - Para ele, a desestruturação da cadeia está levando o país a um processo de desindustrialização. “Ano passado, cerca de 50 mil toneladas de vestuários entraram no país pela bagagem dos brasileiros que viajaram para o exterior. O governo precisa controlar porque isso prejudica toda a cadeia”, considera. Segundo a Abit, enquanto as exportações de vestuário custam em média US$ 40 o quilo, as importações ficam em US$ 17. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
A contratação de seguro rural está levando, em plena temporada de assinatura dos financiamentos de custeio da safra 2011/12, um segundo tombo, depois de ter recuado 32% no ano passado. Conforme os bancos e os representantes dos produtores, acabaram os recursos públicos do programa nacional de subvenção, que vem determinando o número de contratos desde sua implantação, em 2005.
Liberado - Do orçamento de R$ 406 milhões, apenas R$ 132 teriam sido liberados, informa o setor. O novo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro, que assumiu o cargo uma semana atrás, informa estar angariando mais recursos. Desde o início do mês é aguardado o posicionamento do Ministério da Fazenda sobre um pedido de suplementação de R$ 174 milhões.
Paralisado - Segundo a Federação da Agricultura do Paraná (Faep), o programa está prestes a ser paralisado e, se isso ocorrer, a contratação de seguro cairá drasticamente, aumentando a exposição do setor produtivo aos riscos climáticos. “Sem subvenção, o produtor vai ter que pagar prêmio cheio. O problema é que o custo dos contratos ainda é muito alto. Vínhamos evoluindo bem até 2009 na estruturação do seguro rural, mas desde o ano passado falta sensibilidade para o problema”, afirma o economista e especialista no assunto Pedro Loyola, da Faep.
Apoio - Na avaliação do próprio Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o sistema brasileiro de seguro rural ainda engatinha e depende do apoio do governo. Uma série de seminários foi realizada nos últimos anos num esforço público-privado para se encontrar formas de ampliar as garantias de produtores e bancos e, assim, reduzir o risco de endividamento agrícola. A queda nas contratações, no entanto, representa um desvio desse projeto. A subvenção paga pelo governo varia de 40% a 70% do prêmio (preço do contrato). O programa nacional é complementado com programas estaduais, que também barateiam o seguro.
Inviável - “O seguro fica inviável sem o apoio do governo”, sustenta o produtor Roberto Hasse, de Pato Branco (Sudoeste). Ele conseguiu recursos públicos para cobrir 50% do custo de um contrato que financiou o cultivo de 95 hectares de soja. Neste momento, não sabe se terá o mesmo benefício para assegurar 170 hectares de milho. O plantio começa dentro de três semanas. Em sua avaliação, o que está em risco é a própria sustentabilidade do negócio. “O produtor não sabe se vai enfrentar seca, chuva, granizo, geada. Com seguro, não tem sua renda garantida, mas pelo menos não fica endividado. O ideal é não plantar nenhum pé de soja sem seguro”, defende. Ele conta que nunca recebeu indenização por quebra climática.
Indenização - As seguradoras indenizam de 50% a 80% da produtividade estabelecida para o agricultor, dependendo do contrato assinado. Os produtores não são obrigados a contratar seguro na hora em que pedem financiamento, mas, quando já têm seu crédito parcialmente comprometido, dificilmente conseguem recursos do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) sem essa garantia.
Contratos “sem fundo” podem elevar custo de produção - Segundo o Banco do Brasil – que concentra mais da metade dos financiamentos de custeio e investimento do crédito rural –, os produtores continuam assinando contratos de seguro mesmo sem garantia de subvenção. Se o orçamento do programa nacional for executado, eles pagarão prêmio com desconto. Se isso não ocorrer, terão os custos ampliados. No caso de um produtor que assegura a produção de milho e espera gastar com isso 3% do valor do financiamento, a despesa pode chegar a R$ 6 mil para cada R$ 100 mil financiado.
Recurso - “O recurso (do programa de subvenção ao seguro rural) já terminou. Estou diariamente falando com o secretário do Tesouro Nacional (Arno Augustin), o ministro da Fazenda (Guido Mantega). Do orçamento para 2011, foi empenhado menos de um terço”, afirma o vice-presidente de Agronegócios do Banco do Brasil, o ex-senador Osmar Dias. Ele acredita que existe possibilidade de um novo repasse ainda nesta semana. Em sua avaliação, houve um retrocesso. “O governo, ao fazer corte nos gastos, incluiu o seguro rural. Não se pode acabar com um programa que precisa ser aperfeiçoado”, defende. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
O Paraná é o estado que mais tem a perder com a falta de recursos para subvenção do seguro. Veja por quê:
Participação - Nos últimos anos, o estado concentrou o maior número de produtores atendidos e recebeu a maior parcela de recursos entre as unidades da federação. Em 2010, segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o programa atendeu 43.177 produtores brasileiros, dos quais 15.900 (38%) são paranaenses. O estado teve participação de 29% no total de R$ 198,28 milhões liberados e de 33% em relação aos 4,79 milhões de hectares protegidos.
Grãos e frutas - As lavouras de soja são o destino de 36,80% dos recursos, seguidas pelas de maçã (12,80%) milho (12,30%), trigo (9,25%), uva (6,50%) e arroz (5,30%). O Paraná se beneficia por concentrar o cultivo de grãos e o Rio Grande do Sul, segundo estado que mais recebe subvenção (21,13%), pelo cultivo de arroz e de frutas.
Proteção - A subvenção dá segurança, sobretudo, aos bancos, por garantir a quitação dos financiamentos liberados por meio do sistema de crédito rural. A maior parte dos contratos de seguro oferecidos não assegura a renda do produtor. A ajuda do programa de subvenção é para pagamento de seguro privado, não inclui o Proagro.
Parcial - A proporção dos recursos do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) que é protegida pelo programa de subvenção ao seguro ainda fica abaixo de 10%. Neste ano, o orçamento da agricultura comercial chegou a R$ 107,2 bilhões . No ano passado, quando o bolo de recursos em jogo era de R$ 100 bilhões, o valor coberto com seguro subvencionado foi de R$ 6,54 bilhões, sendo R$ 1,47 bilhão referentes a contas do Paraná (22,41% do total nacional).
Declínio - Apesar de ser considerada essencial para evolução do sistema de seguro rural pelo próprio governo, a subvenção vem sendo reduzida. No ano passado, houve recuo de 23,63% no valor repassado pelo governo às seguradoras como parte do pagamento que os produtores teriam de fazer. A área protegida caiu 27,98% e a importância que tinha quitação assegurada foi 32,45% menor, sempre na comparação com 2009.
Passo decisivo - O programa de subvenção ao seguro rural opera com seis seguradoras e 12 resseguradoras. Com mais contratos, essas empresas têm uma arrecadação maior, que reduz o risco de colapso no sistema quando é necessário indenizar quebras climáticas de grandes proporções. Elas ainda esperam, no entanto, a criação de um fundo de catástrofe, sancionado há um ano, mas ainda em estruturação. A expectativa é que esse fundo, composto inicialmente com recursos públicos (R$ 4 bilhões), eleve o valor segurado de R$ 6,5 bilhões para R$ 50 bilhões. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
Às vésperas do início do plantio da safra 2011/12 no Brasil, os produtores ganharam um motivo a mais para investir no milho. Os Estados Unidos, os maiores produtores e exportadores do cereal do mundo, devem terminar a temporada com estoques suficientes para apenas uma semana de consumo. O alerta foi lançado pela consultoria privada norte-americana Pro Farmer, depois de percorrer sete dos estados que mais produzem soja e milho nos EUA.
Produção - Após analisar mais de 2,3 mil amostras colhidas em lavouras do Meio-Oeste, o coração de produção de grãos do país, os técnicos concluíram que, mesmo em área 4% maior, a safra de milho dos EUA deve ser similar à colhida na temporada anterior. Nas contas da empresa, os produtores norte-americanos devem produzir 317,1 milhões de toneladas do cereal no ciclo 2011/12. O volume é apenas 0,3% superior ao obtido na safra passada (316,2 mi/ton) e 3% menor que o previsto pelo USDA, o departamento de agricultura do país, no início do mês (328 mi/ton).
Estimativa alta - “Os números apenas confirmaram o que todo mundo já sabia: que a estimativa do USDA está muito alta”, diz o analista da Telvent DTN John Sanow. No início de agosto, o governo norte-americano havia cortado 14 milhões de toneladas da sua projeção para o cereal. A Pro Farmer foi além e tirou outras 10 milhões de toneladas.
Impacto severo - Na avaliação dos técnicos da consultoria, o impacto do clima adverso sobre as lavouras de milho foi severo e não há mais tempo para que as plantas se recuperem. O excesso de umidade durante a primavera atrasou o plantio em muitas regiões. Com isso, a onda de calor, em junho, e a estiagem, em julho, atingiram as plantas no estágio mais vulnerável do ciclo de desenvolvimento.
Menos espigas - Em alguns estados, o clima reduziu o número de espigas por hectare. Em outros, fez os grãos perderem peso. Em todos os casos, o resultado foi a queda do rendimento médio, que, segundo a Pro Farmer, deve ficar em 9,3 mil quilos por hectare, abaixo do estimado pelo USDA início do mês (9,6 mil kg/ha). “Se a projeção (da Pro Farmer) se confirmar, e se a demanda se mantiver em 334,3 milhões de toneladas como prevê o USDA, ao final da temporada 2011/12 os estoques de milho dos EUA cairão a 7,2 milhões de toneladas. Isso levaria a relação estoque-consumo para 2,1%, o pior nível da história”, calcula Sanow.
Soja - Para a soja, a Pro Farmer trouxe números superiores aos do USDA. Com uma média de 2,8 mil quilos por hectare, a safra norte-americana pode render 83,9 milhões de toneladas em 2011/12, aponta o diagnóstico. No entanto, a falta de umidade no enchimento de grãos pode levar a oleaginosa para o mesmo caminho do milho, alerta da consultoria.
Chances grandes - Segundo os meteorologistas, as chances de isso acontecer são grandes. De acordo com o instituto Freese Notis, o clima vai permanecer seco na porção sudeste, com chuvas isoladas no noroeste do cinturão de produção de grãos. As temperaturas também voltam a subir a partir de amanhã em todo o Meio-Oeste, com os termômetros superando 32°C em setembro. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
A produção de soja deverá alcançar 143,7 milhões de toneladas na América do Sul na temporada 2011/12, segundo estimativa recém-divulgada pela Safras & Mercado. Se confirmado, o volume será 6% maior que o estimado pela consultoria para o ciclo 2010/11. A área a ser colhida deverá crescer 2% na mesma comparação, para 48,8 milhões de hectares. Conforme a Safras & Mercado, a produção deverá crescer 1% no Brasil, para 75,2 milhões de toneladas, 12% na Argentina, para 55,4 milhões, 4% no Paraguai, para 8,7 milhões, 5% na Bolívia, para 2,4 milhões, e 23% no Uruguai, para 1,9 milhão de toneladas.
Impulso - Em grande medida, o avanço previsto é impulsionado pelo elevado patamar dos preços internacionais da oleaginosa. A consultoria destaca, porém, que os custos de produção serão entre 5% e 10% maiores. Também realça que discussões fundiárias no Paraguai e na Bolívia e o modelo tributário da Argentina, que taxas as exportações, podem limitar expansões nesses países. As estimativas da Safras consideram que o fenômeno La Niña não afetará significativamente a produção na América do Sul em 2011/12. (Valor Econômico)
O presidente da Alcopar (Associação dos Produtores de Bioenergia do Estado do Paraná), Miguel Rubens Tranin, 51 anos, foi eleito Líder do Ano no setor e recebeu o Prêmio Mastercana na noite desta segunda-feira (29/08), no Clube de Campo Vale do Sol, em Sertãozinho (SP). Eleito presidente da Alcopar em julho do ano passado, substituiu Anísio Tormena, falecido em acidente de automóvel em maio do mesmo ano. Engenheiro agrônomo, Tranin tem grandes desafios a frente da entidade como viabilizar a construção do poliduto que ligará Maringá à cidade de Araucária e ao Porto de Paranaguá, reduzindo os custos de escoamento da produção e aumentando a competitividade do etanol. Também está trabalhando na profissionalização da gestão da entidade, visando entregar o comando a um executivo. (Jornal Paraná)
O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, anunciou nesta segunda-feira (29/08) que o governo decidiu reduzir de 25% para 20% o percentual de álcool anidro na mistura da gasolina. A medida já vinha sendo estudada nos últimos meses e começará a valer a partir do dia 1º de outubro. A mudança na composição da gasolina será por tempo indeterminado. Segundo Lobão, a redução de cinco pontos percentuais é considerada apenas "medida de precaução" e o governo fará o acompanhamento do mercado nos próximos meses para avaliar quando será necessário mexer novamente no percentual. (Valor Econômico)
O Sistema Ocepar elaborou um documento que está sendo entregue a parlamentares, autoridades dos governos federal e estadual e lideranças. O material mostra as ações positivas desenvolvidas pelos agricultores no sentido de conciliar a produção de alimentos com a preservação da natureza, traz uma análise dos impactos causados pela legislação ambiental vigente na atividade agropecuária e as propostas do setor para o aperfeiçoamento do texto sobre o novo Código Florestal Brasileiro que está sendo discutido pelos senadores. A Ocepar também produziu um vídeo /documentário de 13 minutos, com depoimentos de produtores sobre a situação que eles vivem no dia a dia em relação à atual lei ambiental e os pontos defendidos pelo cooperativismo paranaense em relação ao tema.
Clique nos ícones abaixo e confira os conteúdos na íntegra.
Em comunicado emitido na última quinta-feira (25/08), o Banco Central do Brasil (BC) esclarece que o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (Danfe) pode ser admitido pelos agentes financeiros como documento equivalente à Nota Fiscal nos processos de indenização do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). A medida atende à demanda das cooperativas do Paraná que recorreram ao BC para garantir a indenização dos agricultores que tiveram suas lavouras de milho safrinha e trigo atingidas pela geada. Os agentes financeiros, de modo geral, não estavam aceitando a Danfe como comprovante da compra de insumos, que é uma das exigências para ser desembolsado pelo Proagro.
Clique aqui e acesse a íntegra do Comunicado 21.411, do Banco Central
Profissionais do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e da Ocepar visitaram a Unidade Industrial de Aves da Cooperativa Lar, em Matelândia, no Oeste do Estado, na última sexta-feira (26/08), com o objetivo de conhecer o sistema de tratamento de efluentes utilizado no local. A delegação foi recepcionada pela diretoria executiva da cooperativa, equipe gerencial e técnica. No auditório, houve uma rápida apresentação da cooperativa feita pelo diretor presidente, Irineo da Costa Rodrigues, que evidenciou o trabalho diversificado e a organização do quadro social.
Trabalho responsável - O coordenador industrial Clédio Roberto Marschall destacou o trabalho realizado no tratamento de efluentes, a recuperação de nascentes no entorno da Unidade Industrial, a geração de energia através do biogás, a redução da emissão de gases de efeito estufa, os créditos de carbono, o reuso da água e o trabalho realizado em parceria com a Petrobrás - Usina Termoelétrica que está sendo instalada e será inaugurada no dia 09 de dezembro. “No atual processo industrial são utilizados 350 mil m3 de água por hora, semelhante a uma cidade com aproximadamente 30 mil habitantes. É um trabalho responsável e com resultados positivos”, frisou Clédio.
Fixação do homem do campo - O diretor-presidente do BRDE, Renato de Mello Vianna, ressaltou que a comitiva veio ver de perto como as grandes empresas ligadas ao homem do campo se tornaram casos de sucesso do setor produtivo brasileiro. “O que nós assistimos aqui no Paraná é que o cooperativismo, sem dúvida nenhuma, foi uma ferramenta fundamental para fixar o homem à terra, evitando o êxodo rural, o inchaço das cidades. Hoje, através de conquistas tecnológicas, mantém-se no mercado com produtos de ponta, que inclusive alcançam os mercados internacionais. O exemplo é a Cooperativa Lar, motivo de orgulho pela excelência dos produtos que aqui são industrializados. O espírito cooperativista é muito grande neste Estado. Parabéns a todos”. Finalizando, disse que “O BRDE é financiador de vários empreendimentos da Lar, uma parceria que iniciou com maior envergadura no inicio dos anos 70.
Continuidade - “Nós queremos continuar financiando os projetos inovadores e diversificados da cooperativa. O dinheiro do BRDE como banco de fomento, é para gerar emprego e renda, e aqui se investe em produção”. O BRDE, segundo o diretor presidente Renato de Mello Vianna, ex-prefeito de Blumenau, somente no ano passado, preservou e gerou 51 mil empregos nos 3 Estados do Sul. O ICMS gerado para os três Estados somou mais de R$ 250 milhões. (Com informações da Assessoria de Imprensa da Cooperativa Lar)
O consultor da INTL FCStone, Bruno R. Zanutto, vai orientar os profissionais das áreas comercial e industrial das fiações das cooperativas do Paraná sobre gerenciamento de riscos de preços, funcionamento do mercado de derivativos e estratégias de hedge para as fiações. Será no próximo Fórum das Fiações, que o Sistema Ocepar promove, no dia 31 de agosto, no Centro de Treinamento da Cocamar, em Maringá, Noroeste do Estado, das 9h30 às 12h. Zanutto já trabalhou em empresas como Louis Dreyfus e Noble Brasil. Atua na bolsa de Nova York desde 2008, através de operações com futuros e opções (hedge) para tradings, produtores, empresas de químicos e fiações.
Inscrições - Mais informações com Robson Mafioletti ou Flávio Turra pelo fone: (41) 3200-1100.
O jornal Valor Econômico vai premiar nesta segunda-feira (29/08), em São Paulo, as melhores empresas por seu desempenho em 25 setores. Pela sétima vez, a Coamo Agroindustrial Cooperativa foi escolhida a campeã do setor Agricultura. A 11ª edição do anuário Valor 1000 lista as mil maiores companhias por receita líquida no país e escolhe, entre elas, a melhor de cada setor com base nos dados de balanço. A festa de entrega do prêmio será nesta segunda-feira (29/08), no Rosa Rosarum, em São Paulo, com a presença do ministro da Fazenda, Guido Mantega. O presidente da Coamo, Aroldo Gallassini subirá ao palco para receber a honraria em nome da família Coamo. (Imprensa Coamo)
Como faz há anos em todas as edições do Festival Nipo Brasileiro, que começa no próximo sábado, dia 3, na Associação Cultura, Esportiva e Recreativa (Acema), em Maringá (PR), a Cocamar estará presente com um estande temático ao lado da praça de alimentação. No espaço, entre outros atrativos, os visitantes vão conhecer os mais recentes lançamentos da linha de produtos ao varejo, como os cafés prontos para consumo. Considerado um dos mais importantes festivais da comunidade nipo-brasileira no país, o evento, que terá também programação cultural e estandes com empresas apoiadoras, espera ser visitado por 100 mil pessoas de toda a região e de outros Estados. (Imprensa Cocamar)
A Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) formalizou, na quinta-feira (25/08), a indicação da senadora Ana Amélia (RS) para o cargo de representante do Ramo Educacional da Frencoop. Ana Amélia substitui o posto da ex-senadora Marisa Serrano (MS), que se afastou das atividades legislativas para assumir o cargo de conselheira do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul.
Indicação - A indicação do nome aconteceu durante reunião da Diretoria da Frencoop, tendo em vista a atuação da senadora em defesa dos interesses do sistema cooperativista no Congresso Nacional. Desde o início do ano, Ana Amélia tem atuado em conjunto com a Frencoop e com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) para alinhar questões referentes às proposições no Senado Federal.
Apresentação - Logo no início da legislatura, a equipe da Gerência de Relações Institucionais da OCB visitou o gabinete da senadora para apresentar a atuação e os produtos voltados ao acompanhamento dos interesses do setor no Legislativo, com destaque para a pauta semanal de deliberações e para a Agenda Legislativa do Cooperativismo. Na ocasião, Ana Amélia assinou o termo de adesão à Frencoop.
Fortalecimento - O contato com o setor foi fortalecido a partir da discussão do texto do Projeto de Lei do Senado (PLS) 40/2011, que permite o acesso das cooperativas de crédito aos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Fruto do alinhamento entre OCB e Frencoop, o projeto, que é de autoria da senadora Ana Amélia, foi aprovado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado (CAS).
À disposição - Durante participação na mesa de abertura do Seminário “Juventude: O Futuro do Cooperativismo”, realizado no Congresso Nacional no mês de julho, Ana Amélia se colocou à disposição para defender os interesses do cooperativismo no Congresso Nacional, mas ressaltou que o setor também depende das ações promovidas pela juventude, que segundo a senadora, é o presente e o futuro do País. Clique aqui para ouvir o discurso. Em resposta ao presidente da Frencoop, senador Waldemir Moka (MS), Ana Amélia renovou o compromisso com o setor e defendeu que a qualificação da educação do país é fundamental para o avanço da sociedade. (Informe OCB)
A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) participará da construção de ações estratégicas para difundir a cultura exportadora nos estados. A ideia é desenvolver um projeto de capacitação de gestores públicos, cooperativas, empresários e profissionais de comércio exterior em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e outras empresas do setor.
Reunião - Para ampliar a participação das cooperativas nas exportações, técnicos da OCB se reuniram na sexta-feira (26/08) com a coordenadora geral de Desenvolvimento de Programas de Apoio às Exportações do MDIC, Cândida Maria Cervier, em Brasília (DF). Eles discutiram o Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE) e a forma de atuação do segmento.
Mapeamento - O MDIC realizou um mapeamento de “oferta e procura” nos estados exportadores e contou com a colaboração dos Correios, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex Brasil), Confederação Nacional da Indústria (CNI), instituições que promovem capacitações no setor.
Matriz - “Após a sistematização das informações sobre entidades que oferecem capacitações na área de exportação, foi enviado um questionário aos estados sobre as demandas que eles têm de cursos e atividades. Das respostas, elaborou-se uma matriz, que agora passa por ajustes finais”, explicou a analista de Mercados da OCB, Carla Neri. Durante o levantamento, diversos estados, entre eles Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais e Bahia, manifestaram interesse em trabalhar a cultura exportadora com as cooperativas.
Saiba mais - A participação das cooperativas nas exportações brasileiras cresce a cada ano. Segundo dados do próprio MDIC, a balança comercial das registrou recorde de crescimento nos primeiros sete meses deste ano, fechando em US$ 3,1 bilhões. O valor é 33,5% superior ao mesmo período de 2010, quando foram contabilizados US$ 2,3 bilhões. O saldo positivo também pode ser observado no total das exportações, que somaram US$ 3,3 bilhões de janeiro a julho de 2011, com incremento de 33,1% em relação ao ano passado. (Informe OCB)
A Aliança Cooperativa Internacional (ACI), entidade de representação mundial das cooperativas, oferece prêmio de 3.500 dólares ao melhor cartaz para divulgação do Ano Internacional das Cooperativas, que será comemorado em todo o planeta em 2012. Para participar, o concorrente deve enviar sua proposta até o dia 23/9 para o e-mail
Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . O resultado está previsto para o início do mês de outubro e a apresentação será durante o lançamento do Ano Internacional das Cooperativas, na Assembleia Geral da ACI em Cancun, Mexico, entre os dias 14 e 18/11.Participação - Podem participar pessoas do mundo inteiro, de todas as áreas de conhecimento e formação. O trabalho selecionado se tornará o cartaz oficial das comemorações, ficando disponível na internet para compra, além de ser utilizado em todas as atividades relacionadas ao Ano Internacional das Cooperativas - 2012. As especificações para construção do cartaz estão disponíveis no endereço www.2012.coop - na aba"Get Involved" do menu superior.
Versão traduzida - Se preferir, clique aqui para ter acesso à versão traduzida pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Segundo os organizadores, o cartaz pode ser multi-língue, sendo preferencialmente apresentado em inglês. Dúvidas e outras informações podem ser tratadas com a Gerência e Relações Institucionais OCB pelo e-mail:
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Na Câmara dos Deputados, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) entregou, na semana passada, seu parecer técnico sobre a proposta para um marco regulatório da saúde suplementar, com o intuito de subsidiar o debate que está sendo realizado na Subcomissão Especial destinada a avaliar o Sistema de Saúde Suplementar, instalada no âmbito da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados.
A contribuição da OCB foi bem recebida pelos deputados integrantes da Frencoop André Zacharow (PR) e Mandetta (MS), presidente e relator da Subcomissão respectivamente, que estão recebendo propostas até o fim do mês, tendo em vista que o relator da subcomissão, pretende apresentar o relatório preliminar até meados de setembro.
Senado Federal - O projeto de reforma do Código Florestal (PLC 30/2011) foi debatido esta semana por ex-ministros do Meio Ambiente e da Agricultura nas comissões de Ciência e Tecnologia (CCT), Agricultura (CRA) e de Meio Ambiente (CMA), do Senado Federal. Foi ressaltada, durante todo o debate, a importância de se aumentar a produtividade sem que haja a necessidade de desmatamentos. A concepção do “preservar e produzir” foi a todo momento citada. Para acessar o Resultado da Agenda completo, clique aqui.
(Informe OCB)