Notícias representação
O Sistema Ocepar elaborou um documento que está sendo entregue a parlamentares, autoridades dos governos federal e estadual e lideranças. O material mostra as ações positivas desenvolvidas pelos agricultores no sentido de conciliar a produção de alimentos com a preservação da natureza, traz uma análise dos impactos causados pela legislação ambiental vigente na atividade agropecuária e as propostas do setor para o aperfeiçoamento do texto sobre o novo Código Florestal Brasileiro que está sendo discutido pelos senadores. A Ocepar também produziu um vídeo /documentário de 13 minutos, com depoimentos de produtores sobre a situação que eles vivem no dia a dia em relação à atual lei ambiental e os pontos defendidos pelo cooperativismo paranaense em relação ao tema.
Clique nos ícones abaixo e confira os conteúdos na íntegra.
![]()
O médico ortopedista e traumatologista Plácido Arrabal é associado da Sicredi União há um ano e está satisfeito com os serviços oferecidos pela cooperativa. ''Se bem dirigida, não existe força maior'', acredita. Entre os pontos positivos que o fazem se manter na cooperativa estão a qualidade do atendimento, interesse em resolver o problema do cliente, bons produtos com preços atrativos, distribuição das sobras e facilidade para falar com os agentes financeiros. ''Além de não ser atendido por máquinas, como acontece em muitos estabelecimentos financeiros, as taxas são as melhores do País'', afirma. ''Pretendo continuar ns Sicredi porque é um banco que satisfaz todas as minhas necessidades'', completa. Arrabal diz que acredita no sistema cooperativista porque cresceu neste meio. ''Meu pai foi presidente de cooperativa''. Para o médico, desde que bem administrada, a cooperativa é a ''solução para o mundo''.
Atrativos - O pecuarista Luciano Borghesi, que também associou-se à Sicredi no ano passado, avalia positivamente os serviços da cooperativa. Entre os atrativos, ele destaca o atendimento diferenciado, a qualidade dos produtos e ''boas'' taxas para financiamentos agrícolas. Borghesi conta que ainda mantém operações em banco convencional, mas já concentra 50% de suas operações na Sicredi. (Folha de Londrina)
Para a apresentação de novas estratégias, a Cocamar promove nesta sexta-feira e sábado em Maringá, no Hotel Deville, Convenção Nacional de Vendas com a participação de dirigentes, gestores e representantes de produtos ao varejo de vários Estados. A programação, que inclui palestras, começa na sexta-feira (02/09) pela manhã no Hotel e termina no sábado com almoço na Associação Cocamar. O tema deste ano é “Viaje para as 1.001 noites”.
Áreas - A Convenção envolve as áreas Comercial, Trade Marketing, Marketing, Logística e Financeira. Em 2011, a previsão da cooperativa é faturar cerca de R$ 500 milhões com a venda de produtos de varejo. Para isso, este ano, foram apresentadas novidades durante a APAS – a maior feita do segmento de supermercados no país, em São Paulo, como a linha de cafés prontos para consumo. O varejo representa cerca de 25% do faturamento global, estimado em R$ 2 bilhões. Em 2010, as vendas foram de R$ 360 milhões. (Imprensa Cocamar)
Com a presença de profissionais dos departamentos técnicos e cooperados das cooperativas paranaenses, o Sistema Ocepar promove fóruns agronômicos regionais nos dias 13 e 14 de setembro. No primeiro dia, o evento será realizado na sede da Cocamar, em Maringá, e, no dia seguinte, na C.Vale, em Palotina, seguindo a mesma programação.
.
Clima - O meteorologista do Inmet/Mapa, Luiz Renato Lazinski, ministra a primeira palestra apresentando o prognóstico climático para a safra 2011/12. Já o pesquisador da Unioeste, Emerson Fey, vai tratar do tema “O processo de semeadura - desafios para a obtenção de altas produtividades”. Na sequência, o pesquisador da Embrapa Soja, Samuel Roggia, aborda as estratégias de controle e manejo do percevejo na cultura da soja.
Outras palestras - No período da tarde haverá ainda a participação de outros pesquisadores da Embrapa Soja, Cláudia Godoy, Ademir Henning e Dionísio Gazziero. Os dois primeiros vão falar sobre o manejo de doenças na soja, com ênfase para a ferrugem asiática, mofo branco e doenças de final de ciclo, enquanto Grazziero irá discorrer sobre os desafios no controle de plantas daninhas. O evento termina às 17h, com discussões sobre cadastro, lei de agrotóxicos, zoneamento agrícola, Siagro, renovação do terço do Crea-PR e Código Florestal.
Inscrições - As inscrições devem ser efetuadas diretamente pelo site do Sistema Ocepar (www.ocepar.org.br) ou com Aline Teixeira e Robson Mafioletti pelos telefones (41) 3200-1115 / 1111 ou e-mails
Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. /Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. .
A partir de agora, produtores rurais que acessam a linha Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar) do Governo Federal podem ser integrados do projeto avícola da Coasul Cooperativa Agroindustrial, de São João-PR. A cooperativa lançou modelos que beneficiam estes produtores devido à taxa de juros, tamanhos e valores. Até então, ela atuava com aviários de tamanho maiores e também reforma e adequação de já usados. A Coasul tem 42 anos e passou a atuar no ramo avícola em 2009. Seu abatedouro de aves foi inaugurado em novembro de 2010.
Industrialização - Como informa o gerente do departamento de integração da avicultura, Joares Carlos Gobbi, na primeira fase da entrada da cooperativa na industrialização, para atender a necessidade do frigorífico, era preciso acelerar a construção dos aviários, por isso se trabalhou com modelos maiores. “Devemos chegar ao abate máximo de um turno em novembro, 80 mil aves/dia. Por isso, com o ingresso do segundo turno iniciaremos a captação de mais integrados com mais tempo. Então as granjas podem ser de tamanhos menores”, explica.
Agricultura familiar – Por meio do programa Federal o produtor pode financiar granjas de 100x12m, 130x12m ou 150x12m. É possível adquirir até R$130 mil por DAP (Declaração de Aptidão ao Pronaf). Gobbi salienta que é possível mais de uma DAP financiar o mesmo aviário.
Números – A Coasul possui aviários em 15 municípios do Paraná, sendo 110 alojados, oito em construção e nove em adequação. No total a capacidade estática de alojamento é de 2 milhões e 700 mil aves. (Imprensa Coasul)
A Diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) se reuniu nesta quarta-feira (31/08) na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) para discutir as ações estratégicas deste semestre. O “Ano Internacional das Cooperativas”, comemorado em 2012, foi um dos temas da pauta. Durante o encontro, os parlamentares disseram que a indicação da Organização das Nações Unidas (ONU) é uma excelente oportunidade para mostrar à sociedade que as cooperativas são agentes de desenvolvimento econômico e social. O grupo se comprometeu a promover o debate no Legislativo. “A mobilização no Legislativo é fundamental para conseguirmos avançar no marco regulatório das cooperativas”, disse o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas. Segundo ele, instituição está trabalhando para ampliar a atuação do setor.
Articulação e produtos - A gerente de Relações Institucionais da OCB, Tânia Zanella, apresentou o trabalho de articulação institucional e os produtos desenvolvidos para auxiliar os parlamentares nas discussões de propostas de interesse do setor. Os principais são: os projetos de Lei (PLs) 1.876/1999, que altera o Código Florestal, e 4.622/2004, que regulamenta as atividades das cooperativas de trabalho.
Presenças - A reunião contou com a presença dos senadores Waldemir Moka (MS), presidente da Frencoop, Ana Amélia Lemos (RS); e dos deputados Aldo Rebelo (SP), Cesar Colnago (ES), Dilceu Sperafico (PR), Domingos Sávio (MG), Dr. Ubiali (SP), Edinho Bez (SC), Lelo Coimbra (ES), Moacir Micheletto (PR), Osmar Serraglio (PR), Raimundo Gomes de Matos (CE), Reinaldo Azambuja (MS) e Valdir Colatto (SC). (Informe OCB)
A abertura do mercado brasileiro à importação de sacarias feitas de fibra foi tema da primeira reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Fibras Naturais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O encontro ocorreu nesta terça-feira (30/08), em Brasília (DF). A expectativa é de que o fórum consultivo atue sob uma ótica democrática e participativa, promovendo diálogos que consolidem e levem adiante as demandas dos produtores. “A reunião de entidades privadas e governamentais, com uma periodicidade definida, será muito eficiente para o nosso setor”, disse o presidente da Câmara, Wilson Andrade. O grupo é composto por representantes de mais de 15 instituições das cadeias produtoras de juta, malva, piaçava, seda, bambu e sisal e tem a missão de discutir melhorias para o setor.
Juta e malva - A presidente da Cooperativa Mista Agropecuária de Manacapuru-AM (Coomapem), Eliana Medeiro, representa a produção de juta e malva no estado do Amazonas. “É necessário socializar e conhecer as particularidades de toda a cadeia produtiva de fibras, que comprovadamente alavanca a economia do país. Estamos preocupados com a importação, principalmente porque expandimos recentemente a atividade para mais cinco municípios do estado”, afirmou. Atualmente, mais de 40 mil pessoas no estado dependem da venda da fibra que dá origem às sacas.
Modelo importante - O coordenador-geral de Apoio às Câmaras Setoriais e Temáticas, Aguinaldo José de Lima, também acredita que esse modelo de negócio é importante para o País, por atuar com sustentabilidade. “As fibras naturais têm muita importância social e ambiental, pois são capazes de substituir materiais plásticos e sintéticos e, por isso, merecem a atenção dos governos”, afirmou.
Peso social - Os demais integrantes da Câmara também ressaltaram o peso social da cultura das fibras, citando como exemplo o semiárido nordestino, onde mais de meio milhão de pessoas são empregadas no cultivo do sisal.
Pesquisa - Os apontamentos feitos pelos membros da Câmara surtiram efeitos. Após o relato da presidente da Coomapem, o grupo propôs a participação direta da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) nas reuniões para aprofundar os estudos sobre a produção de fibras. “O presidente da Câmara Setorial se prontificou a enviar um ofício à Embrapa sugerindo a criação de uma unidade específica para tratar de fibras naturais”, destacou Eliana. “É preciso o apoio da Embrapa e do governo para conseguir colocar as fibras naturais no mercado interno e combater as dificuldades que temos na exportação”, complementou Wilson Andrade.
.
Benefícios - O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, reforçou a importância do trabalho realizado pelos produtores do Amazonas e garantiu que vai trabalhar intensamente para que essa iniciativa não perca força. "Esse é o nosso papel. Sabemos dos entraves burocráticos que envolvem uma ação como essa, mas a OCB fará o que estiver ao seu alcance para que a promessa seja levada adiante. A melhoria nos processos de produção de juta e malva trará benefícios não só aos produtores, mas a toda uma rede que dela se beneficia", afirmou.
Próxima reunião - A próxima reunião da Câmara Setorial de Fibras Naturais está marcada para 17 de novembro, em Salvador (BA), quando também será realizado o Encontro Internacional de Fibras Naturais. (OCB, com informações do Mapa)
Na reta final da colheita, o milho de inverno do Paraná está surpreendendo o setor com pelo menos 500 mil toneladas “extras”. Esse volume representa a produção que já era dada como perdida devido à ocorrência de geadas fortes e enxurradas. A resistência das lavouras foi confirmada nesta semana por representantes das cooperativas, da Secretaria de Estado da Agricultura (Seab) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Novas revisões - As estatísticas do setor terão de passar por novas revisões nos próximos dias. “O Paraná deve produzir ao menos 6 milhões de toneladas de milho safrinha, podendo chegar a 6,5 milhões”, afirma Eugênio Stefanelo, especialista em projeções e análise de mercado da Conab. No último levantamento, a companhia rebaixou sua projeção para o estado de 6,7 milhões para 5,8 milhões de toneladas.
Novas variedades - “Houve expansão do cultivo de transgênico e as novas variedades estão se comportando melhor diante das geadas fortes de julho e do final de junho”, afirma a agrônoma da Seab Margorete Demarchi. O estado já revisou sua projeção de 5,2 milhões para 5,5 milhões de toneladas e prepara novos números.
Quebra - Para o assessor técnico e econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) Robson Mafioletti, a quebra deve ser 5 a 10 pontos inferior à projetada inicialmente, chegando a 20% na comparação com médias históricas e a 25% em relação ao potencial da área cultivada – 1,7 milhão de hectares. “É uma boa surpresa num momento de bons preços.”
Palha - A palha protegeu as espigas do frio. As perdas teriam sido maiores nas bordas das lavouras, onde as plantas são mais ralas. Os diagnósticos ainda serão detalhados pelos técnicos. A produção extra deve render R$ 185 milhões (1% do Valor Bruto da Produção Agrícola previsto para 2011), mas não tem força para derrubar as cotações. Antes das perdas, a média da saca de 60 quilos era R$ 23,5 no Paraná. Em julho, logo após as notícias das perdas, chegou a R$ 24,5. Ontem, a cotação era R$ 22,87, com tendência de alta. A produção extra deve ser exportada. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
O término da colheita do milho safrinha, no início desta semana, trouxe uma boa surpresa ao agricultor João Mignosso, de Campo Mourão (Centro-Oeste). Nos 157,3 hectares cultivados neste inverno, ele conseguiu média de 86,7 sacas por hectare, ante expectativa de 115,7 sacas. “O prejuízo não foi tão alto quanto prevíamos. É uma média boa para uma lavoura que enfrentou seca, chuva em excesso e duas geadas. E só 3% tiveram problema de qualidade”, comemora, acrescentando que o plantio adensado ajudou a proteger as plantas do frio.
Acompanhamento - Relatório de acompanhamento de safra concluído ontem pela Coamo confirma o relato de Mignosso. Com a colheita concluída em 82% dos 550 mil hectares cultivados com pelos seus cooperados neste inverno, o índice de quebra vem caindo a cada semana. “Abrimos a safrinha com produtividade média de 4,5 mil quilos por hectare, que chegou a cair a 2,7 mil quilos logo após as geadas, mas devemos fechar com média de 3,3 mil quilos”, revela o supervisor da gerência técnica, Luiz Carlos de Castro. A qualidade da produção também tem surpreendido. “76% estão dentro do padrão, com no máximo 6% de grãos avariados”, calcula o técnico. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
A "substancial deterioração" do quadro econômico global nas últimas semanas e a pressão de última hora vinda do próprio governo fez o Banco Central manobrar a economia em 180 graus. Influenciado pela percepção de que a crise deve manter a economia mundial em ritmo lento por "um período de tempo maior do que o antecipado", a instituição preferiu interromper o ciclo de alta iniciado em janeiro e anunciou no início da noite desta quarta-feira (31/08) a redução da taxa básica de juros do País em 0,50 ponto porcentual, para 12% ao ano. É a primeira redução dos juros no governo Dilma.
Mudança radical - Após cinco aumentos seguidos do juro entre janeiro e julho - que somaram 1,75 ponto à taxa Selic - o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC entendeu que não havia razão para continuar subindo o juro. Pelo contrário, mudou radicalmente de opinião em 45 dias. Assim, os diretores do BC mostram que, após meses de trabalho para segurar a alta da inflação e esfriar a economia, agora é necessário acelerar a atividade econômica em reação à crise global. O Comitê avalia que o cenário internacional manifesta viés desinflacionário no horizonte relevante", cita o comunicado após a decisão que, pela primeira vez em muito tempo, tem duas páginas de explicações.
Exterior - A principal mudança para essa a avaliação do BC veio do exterior. O rebaixamento da nota de risco dos EUA no início do mês deflagrou uma série de revisões para pior das projeções dos economistas sobre o que deve acontecer com a economia mundial nos próximos meses. A percepção geral é que países centrais devem demorar ainda mais para sair da crise e crescer. Para o BC o quadro representa maior incerteza da influência externa sobre o mundo e, claro, o Brasil.
Canais - "Para o Copom, a transmissão dos desenvolvimentos externos para a economia brasileira pode se materializar por intermédio de diversos canais, entre outros, redução da corrente de comércio, moderação do fluxo de investimentos, condições de crédito mais restritivas e piora no sentimento de consumidores e empresários" cita o documento.
Economia doméstica - Se economias centrais crescerem menos, a demanda por produtos e serviços brasileiros seguirá fraca. Isso vai reduzir o ritmo da economia doméstica. O Bradesco, por exemplo, prevê que, se a economia mundial crescer 1 ponto porcentual menos, a expansão no Brasil deve perder pelo menos 0,65 ponto. Menos crescimento reduz a pressão de alta nos preços e diminui a necessidade de elevar o juro para manter a inflação sob controle.
Sinais - Mesmo sem o quadro externo, o noticiário local já apontava para o fim do ciclo de aperto dos juros. Um dos principais sinais veio do Índice de Atividade Econômica do BC (IBC-Br), dado que antecipa o comportamento do PIB e mostrou em junho a primeira queda desde dezembro de 2008. No mercado de trabalho, a criação de empregos tem perdido força e o próprio BC divulgou números que mostram desaceleração no ritmo de concessão de empréstimos.
Ajuda política - Mas essa virada na política monetária teve uma ajuda política. A redução do juro 45 dias após o último aumento era um desejo do Palácio do Planalto e de membros da equipe econômica, como o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Houve um esforço de última hora em anunciar aumento da economia feita pelo governo para pagar a dívida (superávit primário) como forma de abrir caminho para os cortes do juro.
Ritmo elevado - Com isso, o BC ignora a inflação que segue em ritmo elevado. Nos últimos 12 meses, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo tem alta acumulada de 6,87%, acima do teto da meta de inflação que é de 6,50%. Para os próximos 12 meses, a expectativa para o IPCA é de 5,47%. "O sinal do BC é que, após a piora recente, o quadro internacional não está feio, está horroroso. Porque no Brasil estamos mais para auge que para o descenso da economia. Ou seja, é o quadro externo que determinou essa decisão", diz o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves. (Agência Estado)
A proposta de Orçamento 2012 encaminhada ao Congresso pelo governo prevê recursos para investimento no valor de R$ 165,3 bilhões, valor que é 8,3% superior ao disponível em 2011. Deste total, R$ 106,8 bilhões virão das estatais, e R$ 58,5 bilhões serão oriundos do orçamento fiscal e da seguridade. Como o crescimento previsto é superior à inflação estimada no orçamento (4,8% pelo IPCA), ele indica a intenção de promover um aumento real no volume de investimentos públicos em 2012 na comparação com 2011.
PAC - De acordo com o ministério do Planejamento, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) terá recursos da ordem de R$ 111,3 bilhões, sendo R$ 45,5 bilhões do Orçamento, e R$ 67,8 bilhões das estatais.
As receitas foram estimadas num total de R$ 1,1 trilhão e despesas de R$ 1 trilhão. Neste total, 89,1% são relativos à obrigações como rolagem e amortização da dívida pública, benefícios previdenciários, e de assistência social.
Investimento e custeio - O restante, ou 10,9% das despesas, correspondem a investimentos e custeio da máquina pública. Entre as despesas obrigatórias do Poder Executivo, 31,6%, serão destinados para a Saúde, 19,2% para o PAC, 13,8% para a Educação, e 11,6% para o programa Brasil Sem Miséria. Para grandes eventos como a Copa 2014, Olimpíadas 2016, Copa das Confederações, o governo prevê no Orçamento R$ 1,8 bilhão para aplicação em 2012. (Valor Econômico)
O Sistema Ocepar elaborou um documento que está sendo entregue a parlamentares, autoridades dos governos federal e estadual e lideranças. O material mostra as ações positivas desenvolvidas pelos agricultores no sentido de conciliar a produção de alimentos com a preservação da natureza, traz uma análise dos impactos causados pela legislação ambiental vigente na atividade agropecuária e as propostas do setor para o aperfeiçoamento do texto sobre o novo Código Florestal Brasileiro que está sendo discutido pelos senadores. A Ocepar também produziu um vídeo /documentário de 13 minutos, com depoimentos de produtores sobre a situação que eles vivem no dia a dia em relação à atual lei ambiental e os pontos defendidos pelo cooperativismo paranaense em relação ao tema.
Clique nos ícones abaixo e confira os conteúdos na íntegra.
Será realizada, no dia 12 de setembro, a 7ª reunião ordinária da diretoria da Ocepar – gestão 2011/15, a partir das 10h, na sede da entidade, em Curitiba. Entre os assuntos em pauta estarão o Código Florestal Brasileiro, as visitas realizadas pela diretoria do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) às cooperativas do Paraná entre os dias 24 e 26 de agosto, o Fórum dos Presidentes e os Encontros de Núcleos Cooperativos, entre outros itens. Haverá ainda a participação do secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jonel Nazareno Iurk.
Sescoop/PR - No mesmo dia e local também ocorre a 3ª reunião ordinária do Conselho Administrativo do Sescoop/PR – gestão 2011/15, a partir das 14h.
O superintendente adjunto da Ocepar, Nelson Costa, e o assessor da área de meio ambiente da entidade, Silvio Krinski, acompanharam, nesta quarta-feira (31/08), a apresentação do relatório do senador Luiz Henrique sobre o Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 30/2011, que trata do novo Código Florestal Brasileiro. De acordo com informações da Agência Senado, o parlamentar encerrou a apresentação por volta das 13h30, favorável ao texto na forma de substitutivo. Na sequência, o presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Eunício Oliveira, concedeu vista coletiva da matéria. Ele também anunciou que o PLC 30/2011 poderá ser votado no próximo dia 14 de setembro. (Com informações da Agência Senado)
A Coamo Agroindustrial Cooperativa é a empresa campeã do setor Agricultura do Brasil em 2011. O resultado tem como base o ranking do jornal Valor Econômico, considerado um dos mais importantes do jornalismo econômico do país. Na noite da última segunda-feira (29/08), o diretor-presidente da Coamo, engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini recebeu em nome dos 23.500 cooperados e dos 5.500 funcionários da cooperativa, o prêmio Valor 1000 como Campeã da Agricultura Brasileira, outorgado à Coamo pela sétima vez na história de onze anos da premiação. “Com receita líquida de 4.428,3 milhões, a Coamo manteve sua posição de destaque, é a maior cooperativa do país e pela sétima vez ocupa o posto de campeã, que é um marco entre as companhias premiadas. A Coamo é a empresa que mais vezes venceu o Valor 1000. Além da Coamo, apenas outras três campeãs setoriais (Cielo, Sabesp e Votorantim Cimentos) são também as maiores dos seus setores”, informa Nicolino Spina, diretor executivo do jornal Valor Econômico, que premiou as 25 campeãs setoriais mediante critérios e análises dos balanços consolidados das empresas obedecendo a mudança em curso da legislação contábil.
Importância - O Anuário Valor 1000, com a publicação das empresas campeãs nos 25 setores da economia nacional, destaca a importância e o trabalho desenvolvido pela Coamo em benefício dos seus milhares de produtores distribuídos em três estados brasileiros. “Administrada como empresa, a Coamo tem mantido uma linha contínua de crescimento graças a combinação de um sistema de capitalização constante, boa gestão e investimento em qualificação de pessoal. Também fazem a diferença a obsessão pela qualidade dos produtos e a insistência na honestidade dos propósitos, o que é fundamental para garantir que, em um universo de 23,5 mil cooperados, a marca Coamo continue merecendo a confiança de clientes e consumidores.”
Linhas mestras - Para o diretor-presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, viabilidade econômica e nada de paternalismo são as linhas mestras do modelo de gestão que fez da Coamo uma das maiores empresas do país. No ranking do Valor 1000 computadas as empresas de origem estrangeira e brasileira, a Coamo é a 76ª maior empresa do país e a 5ª maior na região Sul, estando ao lado das paranaenses Copel e Renault. “Sempre tratamos a cooperativa como empresa, sempre trabalhamos com resultados e sempre devolvemos dinheiro ao nosso quadro de cooperados. No nosso caso, a parte social que fazemos é tudo o que leva ao desenvolvimento do cooperado, para aumentar a renda, melhorar a saúde e dar condições de produzir mais com as novas tecnologias. O social não pode comprometer o econômico e ser confundido com o paternalismo”, aponta Gallassini, que destaca o planejamento estratégico, a administração profissionalizada e a grande participação dos associados na Coamo como fatores do sucesso da cooperativa, prestes, em novembro a completar 41 anos de existência.
Outro prêmio - Com sede em Campo Mourão, no Centro-Oeste do Paraná e 115 unidades localizadas em 61 municípios do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, a Coamo recebeu também neste mês de agosto, o prêmio de Melhor Empresa do Agronegócio Brasileiro, conforme ranking da Editora Três e da revista Isto É Dinheiro. “Ficamos felizes com esses reconhecimentos por parte da imprensa especializada, os quais partilhamos com os nossos cooperados, diretoria e funcionários. As premiações confirmam que estamos no caminho certo e quem ganha com isso são os produtores associados que contam no dia a dia com a assistência da sua cooperativa que está sempre ao seu lado desde o planejamento e fornecimento dos insumos até a comercialização, industrialização e exportação da sua produção”, comemora Gallassini.
Receita líquida - Segundo o Valor 1000, as 171 empresas que atuam diretamente no setor do agronegócio produziram uma receita líquida total de US $ 362,2 bilhões em 2010, valor que corresponde quase 18% do faturamento total das 1000 maiores empresas do Brasil. (Imprensa Coamo)
Na palestra que fez a 150 convidados na noite de ontem (quarta-feira, 30/8) no projeto “Maringá em Foco”, promovido pela Rádio CBN Maringá, o presidente da Cocamar, Luiz Lourenço, disse que a segurança dos produtores associados “é a palavra chave do cooperativismo”. Como exemplo, citou que mais de 60% da safra de soja entregue pelos cooperados à Cocamar no ciclo 2011/12 ainda não foram comercializados. “Temos agricultores com cinco safras guardadas nos armazéns da cooperativa, é como se fosse uma poupança”, reforçou. Se por um lado isto é bom para os cooperados, que se sentem seguros e tranquilos, de outro é preciso realizar investimentos constantes para ampliar a capacidade de armazenagem (hoje de 950 mil toneladas) e suprir o parque industrial que, só de soja, deve consumir 970 mil toneladas neste ano.
Faturamento - Lourenço confirmou que o grupo Cocamar deverá fechar o ano com um faturamento superior a R$ 2 bilhões, contra R$ 1,596 bilhão de 2010, prevendo chegar a R$ 3 bilhões em 2014 ou 2015. Ele falou também sobre o desequilíbrio no mercado mundial de commodities, que cria oportunidade para a agricultura brasileira, lembrou que o espaço agricultável do país ocupa apenas 7% do território, mencionou a celeuma em torno do novo Código Florestal e, por fim, apontou que a integração lavoura, pecuária e florestas desponta como uma maneira de o Brasil ampliar ainda mais a oferta de alimentos. (Imprensa Cocamar)