Notícias representação

 

 

HERMAS BRANDÃO RECEBE OCEPAR

  • Artigos em destaque na home: Nenhum
O presidente da Assembléia Legislativa do Paraná, o deputado e ex-secretário da Agricultura Hermas Brandão, recebeu nesta segunda-feira a diretoria da Ocepar para uma reunião almoço, onde foram discutidos aspectos importantes de interesse do sistema cooperativista. O resultado imediato da reunião foi a garantia de convite para que a Ocepar participe das discussões de todos os assuntos de interesse das cooperativas que forem discutidos na Assembléia Legislativa. Hermas Brandão também formulou convite para que o presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski, faça um pronunciamento sobre a importância do sistema cooperativista durante uma das sessões do legislativo estadual. O presidente da Ocepar e os vice-presidente consideraram o encontro muito produtivo. O deputado Orlando Pessuti, coordenador do Bloco Parlamentar Agropecuário, foi convidado por Hermas Brandão para participar do almoço, pois ele ter sido um grande articulador na defesa dos interesses do campo. Participaram da reunião da Ocepar os vice-presidente Almir Montecelli, Alfredo Lang, Ari Antônio Reisdoerfer,, Eliseu de Paula, José Aroldo Gallassini, Luiz Roberto Baggio, Orestes Barrozo Medeiros Pullin, Valter Vanzella, Valdir Gehlen, além dos conselheiros fiscais Áureo Zampônio e Sebaldo Waclawovsky.

REPASSE À COSESP DEPENDE DE LEI

  • Artigos em destaque na home: Nenhum
O repasse de R$ 112 milhões à Cosesp, via Fundo de Estabilidade do Seguro Rural (FESR), pela Caixa Econômica Federal, na condição de administradora do Fundo de Compensação de Variações Salariais (FCVS) e do Seguro Habitacional do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), ainda depende da aprovação de uma lei específica pelo Congresso Nacional, como ocorreu no final do ano passado. O Ministério da Fazenda publicou, no último dia 21 de fevereiro, a Portaria nº 42, que trata deste assunto, necessitando apenas que seja transformada em lei. Recentemente a Ocepar enviou ofício aos parlamentares para que aprovem essa lei com a maior brevidade, permitindo a indenização dos agricultores e a retomada do plantio desta safra.

MESMA ÁREA DE TRIGO II

  • Artigos em destaque na home: Nenhum
A Ocepar acredita, no entanto, que esta estimativa pode não se cumprir em função de diversas indefinições relacionadas a essa cultura. ?Estamos esperando o governo liberar o preço mínimo e os instrumentos de comercialização?, lembrou o agrônomo Robson Mafioletti, da Gerência Técnica da Ocepar. O preço mínimo sugerido pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) para o trigo neste ano é de R$ 225/t., mas ainda precisa ser aprovado pelo Ministério da Fazenda, o que deverá ocorrer até o final do mês. Mafioletti acrescentou que o fato da Cosesp (Companhia de Seguros do Estado de São Paulo) não ter pago o total das indenizações aos produtores que tiveram prejuízo no ano passado é outro fator desfavorável para o trigo. Isso provocou um certo desânimo nos produtores devido à frustração da safra de trigo passada, que teve quebra superior a 60% por causa das geadas e escassez de sementes.

RELATÓRIO USDA

  • Artigos em destaque na home: Nenhum
O relatório divulgado ontem pelo USDA não trouxe muitas novidades para o mercado. Para a soja, o relatório prevê mais 1 milhão de t. na safra Argentina (totalizando em 25 milhões de t.), além de elevar em 300 mil t. a estimativa de exportação brasileira, que ficaria em 12,3 milhões de t. Por outro lado, os estoque finais americanos caem 381 mil t. em relação aos divulgados no último relatório. No trigo se prevê um aumento de 500 mil na produção da Austrália - com o conseqüente aumento do seu potencial de exportação - e uma pequena redução nos estoques finais dos EUA (136 mil ). Essas pequenas alterações, por não terem um impacto tão grande, não devem influenciar grandes mudanças no mercado no decorrer desta e da próxima semana. O relatório do USDA também apresentou queda de produção de 500 mil t. na safra de milho da África do Sul, com conseqüente redução das exportações desse país, além do aumento nas vendas externas da Argentina, com acréscimo de 1,2 milhões de t., saltando de 8,8 milhões de t em fevereiro para 10 milhões de em março. Também os estoques finais de milho americano foram elevados em mais 1,36 milhão de t em relação ao relatório passado.(tabelas)

HOMEM DA TERRA NO CANAL DO BOI

  • Artigos em destaque na home: Nenhum
O programa semanal Homem da Terra, veiculado em rede estadual pelo SBT às 9 horas de domingo, estará sendo transmitido também pela TV Tarobá (Cascavel) e pelo Canal do Boi, via antena parabólica. Na Tarobá será transmitido a partir deste domingo, às 7:30 horas, e no Canal do Boi a partir do dia 18, às 13 horas. Segundo o proprietário do canal, o empresário Cláudio Godoy, estima-se que há no Brasil cerca de oito milhões de antenas parabólicas, com um público em torno de 25 milhões de espectadores, e que 70% desse público são telespectadores da emissora, captada em todo o território nacional e países vizinhos. De acordo os produtores do programa, o Canal do Boi tem um público altamente fiel, que procura aprimorar seus conhecimentos de mercado e quer ver o melhor da agropecuária nacional. Será aproveitado espaço do Canal do Boi, nas noites de terça-feira(19 horas), para entrevistas diretas de Brasília com personalidades de destaque da área política e do agronegócio.

BRASILERO PAGA MAIS

  • Artigos em destaque na home: Nenhum
Os brasileiros pagam três vezes mais imposto de renda do que os norte-americanos. O leão, no Brasil, também é mais voraz do que em qualquer outro país do Mercosul. No Paraguai e no Uruguai, por exemplo, esse tipo de imposto não incide sobre a renda de trabalhadores assalariados. Essas são algumas disparidades levantadas por uma pesquisa da consultoria tributária Ernst & Young. O estudo compara o Brasil com outros seis países onde a consultoria atua: Argentina, Uruguai, Paraguai, Estados Unidos, Espanha e Holanda. Para realizar os cálculos foram comparadas duas famílias hipotéticas, uma com renda anual de 18 mil dólares (1.500 dólares mensais) e outra com 60 mil dólares (5 mil dólares por mês). Foi considerada a cotação de 1 dólar igual a R$ 2,00. Um brasileiro que ganha R$ 3 mil por mês paga um imposto de renda três vezes maior do que um norte-americano na mesma faixa de renda. Sabe-se que uma causa importante da alta carga é a sonegação.

EXTINÇÃO DO CPMF ?

  • Artigos em destaque na home: Nenhum
O fim da CPMF por enquanto é só um estudo, mas que pode se concretizar no próximo ano, segundo admitiu o presidente do Banco Central, Armínio Fraga, em palestra que fez em Nova York, promovida pelo banco de investimentos Salomon Smith Barney. Fraga declarou que a CPMF é infame e inimiga dos mercados financeiros e de capitais e que já há um consenso dentro do governo para sua extinção. O presidente do BC brasileiro também disse que é possível reduzir o Imposto sobre Operações Financeira (IOF) incidente sobre empréstimos ao consumidor, hoje de 1,5%. Quem espera que o fim ou redução desses tributos será um alívio vai se decepcionar, pois Fraga também afirmou que é preciso buscar uma solução, dando a entender que a fonte de receita tem que ser substituída. Legalmente, a vigência da CPMF acaba no próximo ano.

AGO DA APASEM

  • Artigos em destaque na home: Nenhum
A Associação Paranaense dos Produtores de Sementes e Mudas, presidida pelo vice-presidente da Ocepar e presidente da Coceal, Almir Montecelli, realiza nesta sexta-feira sua AGO, quando será feita a prestação de contas do exercício 2000 e eleita a nova diretoria. O diretor executivo da Ocepar, José Roberto Ricken, comparecerá à AGO representando o sistema cooperativista. O empresário rural Ywao Miyamoto, que já presidiu a Apasem e a Abrasem, será eleito novo presidente da instituição, para um período de dois anos. O cargo é ocupado alternadamente por representante das cooperativas e da iniciativa privada. A AGO será realizada em Londrina, no Hotel Sumatra. A Apasem tem atuado no desenvolvimento do setor de sementes e mudas e na defesa dos interesses dos seus associados, sendo a instituição de representação do setor junto ao poder público.

LEILÃO DE MILHO VENDEU TUDO

  • Artigos em destaque na home: Nenhum
No leilão realizado hoje, no Paraná, pela Conab, foram vendidos todos os contratos de opção oferecidos, totalizando 150 mil toneladas. O prêmio pago caiu mais uma vez, ficando em R$ 95,00 por contrato, ou R$ 0,21/saca, chegando a R$ 0,26/saca incluídos custos de Cetip e corretagem. Isso indica que a demanda por compra de contratos ainda é grande, porém o prêmio pago foi o menor desde o início dos leilões.

HOMENAGEM À MULHER

  • Artigos em destaque na home: Nenhum
Hoje celebra-se o Dia da Mulher e, em todo mundo as instituições comemoram a data para demonstrar que reconhecem o importante papel desempenhado pela mulher na sociedade. O presidente da OCB, Dejandir Dalpasquale, e a presidente do Gedeic - Comitê Especializado em Gênero nas Cooperativas -, da OCB, Diva B. Pinho, distribuíram ontem suas mensagens referente à data. Dalpasquale expressa, em nome do cooperativismo, seu ?apreço e respeito, manifestando o nosso desejo de que a solidariedade e a ajuda mútua, de homens e mulheres, sejam a característica marcante do Cooperativismo neste ano de 2001. Diva B. Pinho, por sua vez afirma: ?As mulheres chegam ao século XXI como agentes de uma das maiores e mais fantásticas revoluções da história da Humanidade, que se reflete nas relações de gênero em todos os grupos sociais e em todos os setores de atividades - da sociedade conjugal à nação e às organizações supranacionais, do trabalho doméstico ao trabalho autônomo e às profissões altamente especializadas em empresas dos mais variados tipos?.

NOVA DIRETORIA

  • Artigos em destaque na home: Nenhum
O presidente eleito Osmar Pomini já foi conselheiro fiscal (1993) e diretor secretário (1996) da Coagel. A nova diretoria é composta, ainda, por Domingos Mercial, vice-presidente; Israel Garcia de Matos, diretor secretário; Conselho de Administração: Pedro Paini, José Antonio Sestak, Luiz Roberto Costa, Augusto Lino de Souza, Luiz Roberto Dal Bem e Alan Regis Palicer Cairos. Conselho Fiscal (efetivos): Manoel Lúcio Pepece, Valdecir dos Santos e Lúcio Fidélis; (suplentes): Davi dos Santos Ribeiro, Nelson Borbato e José Antonio Peruchi.

COAGEL ELEGEU POMINI

  • Artigos em destaque na home: Nenhum
O agricultor Osmar Pomini foi eleito, na semana passada, presidente da Coagel (Goioerê), durante AGO que contou com a presença do diretor executivo da Ocepar e superintendente do Sescoop-PR, José Roberto Ricken. Entre as metas da nova diretoria está a profissionalização do quadro social, promovendo o acesso dos associados às novas tecnologias para que possam aumentar cada vez mais a produtividade e a lucratividade de suas lavouras. ?Vamos investir para que os nossos associados utilizem as modernas tecnologias e com isso a cooperativa possa aumentar o volume de recebimento e também o faturamento, representando lucro para nossos cooperados?, afirmou Pomini. A nova diretoria também pretende envolver mais os associados nas decisões da cooperativa, promovendo uma integração maior com a diretoria e envolvendo mulheres e jovens.

Milho: mercado perto do equilíbrio

  • Artigos em destaque na home: Nenhum
As exportações e a recomposição dos estoques do governo

contribuem para reduzir a oferta do produto no mercado.

Estudo elaborado pela Ocepar ? Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná, indica que nos próximos meses pode acabar a pressão baixista no preço do milho, pois as previsões de produção indicam problemas com excesso de chuvas na região centro-sul e de seca no centro-oeste. O presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski, diz que se fizermos uma avaliação realista do abastecimento de milho, concluímos que a oferta e demanda para este ano está equilibrada. Pelos cálculos da Organização a produção estimada de 38,4 milhões de toneladas, para um consumo interno de 36,2 milhões de toneladas e exportações de 1 milhão de toneladas, indica uma sobra de apenas 1,2 milhão de toneladas, suficiente para atender o consumo de 10 dias, o que é muito pouco, quando se compara com outros países que mantém estoque mínimo para 90 dias de consumo.

A previsão de apoio financeiro por parte do governo para contratos de opção, AGF e pagamento da securitização, permitindo tirar do mercado cerca de 4,0 milhões de toneladas, contribuirá para equilibrar a oferta e a demanda do mercado no período de colheita, evitando que o preço caia excessivamente, gerando novos desestímulos aos produtores, como aconteceu em passado recente. O presidente da Ocepar afirma que é necessário cuidado na divulgação de grandes excedente, pois isto contribui para pressionar os preços para baixo, obrigando muitos agricultores a venderem o produto abaixo do custo de produção, e com certeza, a reação do produtor será imediata deixando de plantar. Deve-se considerar também que o mercado externo está demandador para o produto brasileiro, pois já se exportou mais de 850 mil toneladas e o interesse internacional é grande, especialmente porque o nosso milho não é transgênico?, afirma.

É importante salientar ainda que a área de plantio do milho safrinha deve cair 20%, no Paraná, maior produtor, assim como o consumo interno deverá crescer cerca de 8% em função do aumento na produção de frango e de suínos.

Em conjunto com esses indicadores, é necessário se analisar a situação da produção mundial que deve cair 3,32%, o que fará com que os estoques mundiais do produto caiam cerca de 15%, na ordem de 20 milhões de toneladas. Isto fará com que o preço internacional se eleve, tornando o milho brasileiro mais atrativo, e em conseqüência, dificultando qualquer eventual necessidade de importação brasileira.

Analisando todas essas variáveis, é salutar e aconselhável que o mercado busque um equilíbrio no sentido de manter o setor produtivo estimulado, a fim de se evitar problemas futuros de abastecimento. A Ocepar teme que, diante dos preços praticados no momento, a área destinada à safra do milho safrinha caia ainda mais, bem como já se forme opinião junto aos produtores de intenções de redução de área de plantio da próxima safra de verão. João Paulo Koslovski lembra que no ano passado, em especial no segundo semestre, o mercado se influenciou pelas mais variadas estimativas, frustrando as expectativas dos produtores que esperavam preços melhores e dos consumidores que acabaram pagando caro pelo milho importado. Portanto, finaliza João Paulo, as forças de mercado devem agir neste momento de forma a manter o produtor estimulado e garantir o abastecimento futuro.

SC QUER EXPORTAR MAIS CARNE SUÍNA

  • Artigos em destaque na home: Nenhum
O presidente da Associação Catarinense dos Criadores de Suínos de Santa Catarina (ACCS), Paulo Tramontini, projeta um crescimento de até 40% nas exportações de carne suína para este ano. ?A expectativa é atingir 200 mil toneladas de carne exportada em 2001?, afirma Tramontini em entrevista ao jornal Diário Catarinense. Um dos fatores que leva a estimativas tão otimistas é o atual momento da pecuária internacional. Com todas estas crises geradas pelo mal da vaca louca e por focos de febre aftosa no mundo, a carne bovina deverá perder espaço na preferência dos consumidores, abrindo mercados para os suínos, pois a Europa não têm condições de atender a um aumento do consumo.

PERDAS NA SOJA: R$ 540 MI

  • Artigos em destaque na home: Nenhum
Máquinas desreguladas, equipamentos sem condição de uso, funcionários sem treinamentos e colheita na hora errada podem ocasionar um prejuízo equivalente de R$ 540 milhões aos produtores de soja brasileiros este ano. O alerta vem sendo feito pela Embrapa, que estima uma perda de de 6% sobre a safra brasileira de soja brasileira, calculada em 33 milhões de toneladas. Ou seja, do total a ser colhido, algo entre 1,62 a 1,9 milhão de toneladas será desperdiçado. Em média, cada propriedade brasileira deixa no chão, 120 kg/ha de soja. A produtividade média nacional é de cerca de 2.500 kg/ha, segundo a Conab.

LEITE EM PÓ

  • Artigos em destaque na home: Nenhum
Desde o último dia 23 de fevereiro o leite em pó importado do Uruguai está sujeito à uma taxa de 16,9% a título de direito antidumping, determinado por resolução da Câmara de Comércio Exterior ? Camex. Os uruguaios não concordam com a medida e ameaçam levar o Brasil para a Organização Mundial do Comércio. Em reunião na semana passada entre o ministro Alcides Tápias e o embaixador urugaio Agustín Espinosa, o ministro brasileiro apresentou uma sugestão para encerrar as discussões, que consiste na assinatura, pelas empresas urugauaias, de um acordo de preços mínimos, a exemplo do que fizeram as empresas argentinas. Como não houve aceitação por parte do embaixador uruguaio, o ministro Tápias sugeriu a realização de um encontro do grupo de assessores de alto nível com as autoridades econômicas do Uruguai, a ser efetivado ainda neste mês.