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ARGENTINA VACINA GADO

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"Ante a situação que se observa nos países da região, a Argentina colocará em marcha um projeto de prevenção sanitária para mitigar de forma imediata o risco existente?. Com estas palavras, as autoridades sanitárias argentinas informaram que iniciarão uma campanha de vacinação contra a febre aftosa na zona de fronteira com o Brasil, Uruguai e Paraguai. Através de um comunicado, o Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar (Senasa), informou que o início da vacinação objetiva frear o avanço da enfermidade combatida durante décadas e que até alguns meses atrás parecia parte do passado. Apesar do governo não ter confirmado, oficialmente, a existência de focos de aftosa, diariamente se multiplicavam denúncias dos produtores de várias regiões, em particular de Córdoba, Santa Fé e Buenos Aires. Esperam as autoridades argentinas salvar, com o plano de prevenção, a queda do status sanitário da Argentina, que ostentava o título de país livre de aftosa sem vacinação, outorgada em maio último pela OIE. A Argentina mantém, no entanto, o título de país livre da aftosa com vacinação. Autoridades sanitárias viajaram aos EUA e Canadá, países que importam 25% da carne Argentina, para explicar detalhes do plano de prevenção.

DIRETORIA COM HERMAS BRANDÃO

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A Diretoria da Ocepar aproveitará sua reunião mensal a ser realizada no próximo dia 12 para encontrar-se com o presidente da Assembléia Legislativa do Paraná, o deputado e ex-secretário da Agricultura Hermas Brandão. A diretoria da Ocepar almoçará com o deputado no restaurante da Assembléia Legislativa, quando tratará de assuntos de interesse do cooperativismo paranaense. Quando secretário da Agricultura e como deputado, Hermas Brandão sempre manteve excelente relacionamento com o sistema cooperativista paranaense.

AGROTÓXICOS

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As cooperativas agropecuárias já estão começando a educar seus associados sobre a destinação final de embalagens de agrotóxicos. Os dias de campo promovidos pela Coamo entre os dias 19 e 23 de fevereiro, contaram com uma estação apoiada pela Suderhsa e pela Universidade Federal do Paraná, onde os apresentadores falaram da importância do descarte correto de embalagens e da nova legislação que disciplina o assunto, além de ensinarem, na prática, como fazer a tríplice lavagem e o descarte. Na próxima semana, será a vez da Cooperativa Agrária, que estará desenvolvendo o mesmo trabalho em seus dias de campo, a serem realizados nos dias 7 e 8. Interessados podem obter mais informações através dos seguintes telefones: na Suderhsa (Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental), com Rui Muller, (41) 322-9810; email ; na UFPR (Setor de Ciências Agrárias), com o professor Adelino Pelissari, (41) 350-5645 ou 350-5607, email

CONTRATO DE OPÇÃO ? MILHO

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O governo realizará, no dia 08/03, leilão de contrato de opção em cuja oportunidade serão ofertados para o Paraná 5.556 contratos, o que totaliza 160.000 toneladas de milho.

DEFESA DA TRITICULTURA

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A Comissão Centro-Sul Brasileira de Pesquisa de Trigo encaminhou ao ministro da Agricultura Marcus Vinicius Pratini de Moraes, carta em que solicita imediata divulgação do ?preço mínimo compensador? e dos demais instrumentos de apoio à safra de 2001, constantes do documento anteriormente preparado por representantes da cadeia produtiva, indústrias e governo, intitulado ?Estratégia para Recuperação da Triticultura?. A carta encaminhada ao ministro foi aprovada pelos participantes da XVI Reunião da Comissão Centro-Sul Brasileira de Pesquisa de Trigo, realizada em Londrina na semana passada. Os pedidos são justificados pela necessidade de elevação da produção brasileira de trigo para evitar a dependência externa; para o produtor ter acesso aos recursos de custeio na época adequada; e para permitir o plantio na época adequada, a partir de meados de março. ?Enfatizamos ainda que a expansão da triticultura gerará milhares de empregos, desde os diretos no setor de produção, até os indiretos na indústria de processamento, na logística, até no comércio?, afirma o presidente da reunião, Sergio Roberto Dotto.

DECISÕES DO CMN

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O Conselho Monetário Nacional, em sessão realizada no dia 22 último, autorizou a prorrogação do pagamento das parcelas dos financiamentos de custeio de milho da safra de verão 2000/2001, vencíveis no primeiro semestre de 2001, para o mês subseqüente ao vencimento final das operações. Também autorizou a ampliação dos limites de financiamento em operações formalizadas até 30 de junho deste ano, beneficiando o custeio pecuário. Foi prorrogado também o prazo de pagamento de financiamentos amparados por recursos do FUNCAFE (Resolução 2823).

COMERCIALIZAÇÃO DO MILHO

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Segundo informações do técnico da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Vilmondes Olegário, a agenda para março de todos os instrumentos de apoio à comercialização do milho que o governo utilizará, será divulgada entre 5 a 9 do próximo mês. No entanto, adiantou que o primeiro leilão de contratos de opção de venda será realizado no dia 8 de março, sendo ofertadas 350 mil toneladas de milho, assim distribuídas: 150 mil para o Paraná, 90 mil para Goiás, 30 mil para Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Bahia, respectivamente, 15 mil para Minas Gerais e 5 mil para São Paulo. Os próximos leilões de contratos de opção foram agendados para os dias 15, 22 e 29 de março, no entanto essas datas ainda precisam ser oficializadas.

CAMEX

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Decreto do governo publicado ontem no Diário Oficial da União transfere à Camex (Câmara de Comércio Exterior) a responsabilidade por definir as alíquotas de importação e exportação brasileiras. Antes, esta atribuição estava em poder da Receita Federal, que é vinculada ao Ministério da Fazenda. A mudança representa uma vitória do ministro do Desenvolvimento, Alcides Tápias, que sempre defendeu a mudança como fator de suporte para a política industrial do país.

SAFRA AGRÍCOLA

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A safra agrícola este ano poderá alcançar 91,6 milhões de toneladas, indicando um crescimento de 10,34% em relação à safra de 2000, que foi de 83,028 milhões de toneladas, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O instituto prevê o aumento de produção de algodão (+18,30%), milho (+22,78%) e da soja (+7,42%). Por outro lado, a produção de arroz deverá ser reduzida em 3,61%, devido à queda dos preços do produto, enquanto a produção de feijão deverá ter queda de 5,83%, devido a falta de chuvas nas plantações da Bahia. O IBGE ressalta que a estimativa de safra envolve algumas simulações, principalmente para os produtos de inverno (trigo, aveia, centeio e cevada) e para a segunda e terceira safras de alguns produtos, que ainda não têm estimativa de produção.

COOPERLAC II

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Durante a Assembléia Geral Ordinária da Cooperlac realizada na terça-feira (20), foi eleita a nova diretoria do Conselho de Administração e Conselho Fiscal. A Ocepar foi representada na AGO pelo vice-presidente Valter Vanzela e o Sescoop Paraná pelo técnico Marcelo B. Martins. A nova diretoria ficou assim constituída: Presidente: Edemar Rockenbach; vice-presidente: Ilário Paludo: diretora secretária: Amélia Sartori. Conselho de Administração: Celso Mayer Bueno, Eloi Thisen, Ervino Mittanck, José Carlos Okano, Laudir Antonio Kliemann, Leopoldo Ervino Kulpa. Conselho Fiscal: José Manoel Constâncio Mendonça, Walmir Lopes Maestre, Zatir Borotto (efetivos); e Joãozinho Teodoro, Narciso Ferrari e Wilson Oscar Karkow.

COOPERLAC I

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Fundada em 1997, por 29 agricultores, a Cooperativa dos Produtores de Suínos e Leite do Oeste do Paraná, com sede em Toledo, fechou o ano 2000 com 890 integrantes. Atuando somente nas áreas de leite e suínos, fatura mensalmente mais de R$ 3,3 milhões. Preocupada com a preservação do meio ambiente, a diretoria orienta aos produtores quanto a adequação da propriedade à legislação vigente, conscientizando sobre a importância da preservação ambiental, que é a principal fonte de recursos do produtor. Dentre os inúmeros benefícios usufruídos por seus associados, destacamos os programas de financiamento que no decorrer do ano 2000 contaram com investimentos na ordem de R$ 491.535,72, beneficiando aproximadamente 150 associados?, afirma o presidente Edemar Rockenbach. Esses recursos financiaram matrizes (bovinos e suínos), resfriadores, ordenhadeiras e outros equipamentos. Em 1999 a Cooperlac já era a 9ª empresa em arrecadação de impostos.

AUTOGESTÃO VI

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O representante da Região Sul no Comitê de Autogestão das Cooperativas Brasileiras, Juacir J. Wischneski, considerou muito bom o resultado da reunião, principalmente porque foi possível estabelecer o cronograma de consolidação da autogestão no sistema cooperativista brasileiro, bem como definir os instrumentos principais que serão utilizados. ?A implantação do programa, que deveria ter ocorrido em todo o Pais até 19992, não ocorreu. O Paraná, contudo, deu uma demonstração de maturidade, pois aderiu ao Programa de Autogestão já em 1990. E durante este dez anos vem aplicado e evoluindo na sua consolidação?, frisa. Wischneski lembra que embora ainda há mais conquistas a serem alcançadas no Paraná no processo de autogestão, a experiência da Ocepar está sendo útil para as demais OCEs, que estão contribuindo para enriquecer o programa com sua massa crítica.

AUTOGESTÃO IV

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O Procoope - Programa de Apoio Integral às Pequenas Cooperativas, implantado pela Ocepar, deverá ser utilizado pelo Programa de Autogestão para acompanhamento das pequenas cooperativas brasileiras. O executor do Procoope do Sescoop Paraná, Izaias Lopes, explicou ao comitê como o programa vem sento utilizado para acompanhamento das pequenas cooperativas, tendo os membros do comitê concluído que será bom modelo para todo o Brasil.

AUTOGESTÃO II

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O comitê aprovou as alterações do Sistema de Análise e Acompanhamento de Cooperativas (SAC), que possibilitam sua implantação em todo o Brasil. O sistema, agora, não será mais por ramo, mas um programa único que pode ser utilizado por todos os ramos. O SAC, desenvolvido pela Ocepar, deverá ser repassado ao Sescoop nacional, que coordenará sua implantação nas organizações estaduais de cooperativas. Segundo Colturato, O SAC será implantado inicialmente nas OCEs visando a capacitação dos profissionais que, mais tarde repassarão o programa às cooperativas. Num primeiro momento, o SAC passará por uma fase de testes, sendo alimentado com dados das cooperativas. Quando houver segurança, a OCE selecionará as cooperativas que implantarão o programa.

AUTOGESTÃO I

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Foram consideradas excelentes as conclusões da reunião do Comitê Nacional de Autogestão das Cooperativas Brasileiras encerradas na tarde de ontem (22) na Ocepar, com objetivo de definir estratégias de implantação do Programa de Autogestão. O comitê, coordenado pelo consultor da OCB, Luiz Carlos Colturato, é integrado por representante da OCB e de cada região: Ramon Belizário (OCB), Davi Moura(Sudeste), Josildo Medeiros(Nordeste), Neuma Simões (Norte), Claudemir da Silva (Centro Oeste) e Juacir Wischneski(Sul). Na reunião, o comitê aprovou as alterações feitas no Sistema de Acompanhamento das Cooperativas e definiu as etapas de implantação do Programa de Autogestão. Segundo o seu coordenador, a implantação do programa obedecerá três etapas principais: a) aprovação do programa nas assembléias das organizações estaduais, até abril; b) aprovação, pelas cooperativas, e assinatura do termo de adesão ao programa, c) implantação, através de um cronograma definido por cada organização estadual, com apoio do Sescoop.

A QUESTÃO DO PREÇO DO TRIGO

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No governo, a análise técnica sobre o preço mínimo, já saiu da Conab e está agora com a área econômica. O técnico de trigo da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), Paulo Coutinho, disse durante o seminário que está no momento de o setor produtivo fazer pressão sobre o governo federal para que a definição da política para o trigo ocorra logo e que o preço fique próximo do que o produtor considera justo. O preço mínimo do ano passado foi de R$ 205,00 por tonelada para o tipo 1. Em reunião realizada em janeiro, em Curitiba, com a participação das entidades ligadas ao setor, foi elaborado o documento ?Estratégia para Recuperação da Triticultura?, que propôs o valor de US$ 132,00 por tonelada para 2001 (cerca de R$ 264,00). Há informações de que o governo estaria disposto a colocar apenas a inflação de 2000 no valor do ano passado, o que elevaria o preço mínimo para cerca de R$ 215,00 por tonelada.