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A safra norte-americana 2011/12, que começa a ser cultivada no mês que vem, terá a maior área plantada dos últimos 13 anos. Conforme estimativa divulgada nesta quinta-feira (24/02) pelo USDA, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, durante o Agricultural Outlook Forum, as oito principais culturas ocuparão 103,07 milhões de hectares neste ano, 3,96 milhões (ou 4%) a mais do que em 2010. O número só perde para 1998, quando a agricultura norte-americana ocupou 105,1 milhões de hectares.
Culturas - Conforme o economista-chefe do USDA, Joseph Glauber, 94% da extensão prevista para 2011 deve ser coberta com milho, trigo, soja e algodão. O departamento projeta crescimento na área destinada às quatro culturas, com destaque para os dois cereais, que juntos devem ganhar quase 4 milhões de hectares em 2011.
Milho - Estrela da temporada, o milho tem plantio estimado em 37,2 milhões de hectares, 1,54 milhão (4,3%) a mais que no ciclo anterior e atrás apenas de 2007, quando os norte-americanos dedicaram 37,8 milhões de hectares ao cereal. O trigo, que ganha espaço nas planícies do Norte e no Meio-Oeste, deve ocupar neste ano 23 milhões de hectares, um salto de 1,4 milhão (6,3%) ante o ano anterior.
"Safrinha" - Puxada pelo crescimento da área de segunda safra, semeada após a colheita do trigo de inverno na porção norte dos EUA, a soja ocupará extensão semelhante à de 2010/11 no país. Nos cálculos do USDA, serão 31,5 milhões de hectares, 240 mil (0,8%) a mais que no ano passado. Desse total, entre 2 milhões e 2,4 milhões de hectares serão cultivados na "safrinha".
Área maior - "Diferentemente do que aconteceu em 2007, neste ano o milho não cresce às custas da soja, que deve ter área até ligeiramente maior que a do ano anterior. Isso ocorre, em boa medida, por causa da retomada da área de soja de safra dupla. No ano passado, devido ao atraso na colheita do trigo de inverno, tivemos a menor área de ‘safrinha' desde o fim da década de 70, quando começa a série histórica do USDA", explicou Glauber, durante a plenária de abertura do fórum.
Algodão - Após uma temporada de preços pouco competitivos, entre 2007 e 2009, o algodão deve retomar parte do terreno perdido nos EUA neste ano. Com 810 mil hectares adicionais, a pluma tem plantio previsto em 5,15 milhões de hectares em 2011/12. Diante dos maiores preços da história no mercado internacional, a fibra deve roubar área da soja, do sorgo e do arroz na porção Sul do país, observou Glauber.
Próximas temporadas - Segundo o representante do USDA, o aumento dos preços no mercado internacional, que incentiva plantios maiores em 2011, deve, em geral, resultar em safras maiores na próxima temporada norte-americana. "Com clima normal na primavera e no verão, a produção de milho, soja e algodão crescerá. Já o trigo, apesar do aumento da área plantada, pode ser prejudicado pelo tempo seco", avaliou Glauber. No entanto, ele ressaltou que, apesar da previsão de aumento no volume de produção, a tendência é que os estoques de grãos dos EUA continuem apertados ao fim do ciclo 2011/12. "A demanda para exportação e para biocombustíveis irá continuar muito forte. A menos que o clima seja absolutamente perfeito e os rendimentos fiquem muito acima da média, os estoque de milho e soja não serão recompostos em 2011/12", avaliou Glauber.
Evento - O Outlook Forum 2011 ocorre em Arlington, perto de Washington, e reúne cerca de 2 mil pessoas, representantes da cadeia produtiva do agronegócio de vários países, produtores e consumidores, de alimentos e energia. O evento é organizado pela USDA. (Gazeta do Povo)
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Carambeí (Centro-Oriental) prepara-se para uma grande festa, entre os dias 1º e 4 de abril, em comemoração do centenário da imigração holandesa no Brasil. A cidade foi a primeira do Brasil a receber uma colônia holandesa. Hoje são seis polos holandeses no País. A população se desenvolveu na produção de lacticínios, deu origem à Batavo, e hoje é um dos municípios mais ricos do Estado. Dentro da agenda de shows e eventos programados, acontece a inauguração oficial do Parque Histórico de Carambeí (PHC). Com área de 100 mil m2, o parque terá diversas alas, que contam um pouco da colonização do município.
Estrutura - A Casa da Memória reunirá registros da vida cotidiana dos holandeses por meio de objetos, roupas e móveis que eles usavam. Já a Vila Histórica representará as casas da primeira vila de Carambeí, habitada pelos imigrantes, e a Estação de Trem Carambeí da Brazil Railway Company. O parque terá ainda a ''Engenharia das Águas'', ala que representará as principais soluções aprimoradas por esse povo, como pontes e diques. O Centro Cultural Amsterdã, por sua vez, reproduzirá um quarteirão com os famosos canais da capital holandesa. Também será inaugurado um parque de exposições.
Programação - Organizada pela Batavo Cooperativa Agroindustrial, Associação do Parque Histórico de Carambeí (APHC) e a Prefeitura de Carambeí, a festa terá farta programação, como festival de tortas e artesanato, show musical e aéreo, balonismo, parques infláveis e apresentações culturais.
(Folha de Londrina)
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O Serviço Internacional para a Aquisição de Aplicações Agro-Biotecnológicas (ISAAA, na sigla em inglês) revisou nesta terça-feira (22/02) para 26 milhões de hectares o plantio de lavouras transgênicas no Brasil em 2010/11. Estimativa divulgada pela consultoria Céleres, representante do ISAAA no Brasil, em janeiro, estimava o cultivo de sementes geneticamente modificadas em 25,4 milhões de ha.
Aumento - A área estimada agora representa um aumento de 21,5% sobre os 21,4 milhões de hectares plantados em 2009/10, e o Brasil consolida-se como o segundo país que mais planta sementes geneticamente modificadas no mundo. Os Estados Unidos permanecem no topo da lista, com 66,8 milhões de ha. A Argentina vem em terceiro lugar, com 22,9 milhões de ha.
Adoção - "Concluído o período de plantio, percebemos que a adoção em 2010 foi ainda maior do que o previsto inicialmente. Além disso, do ponto de vista de aprovações de novas sementes, 2010 foi também bastante produtivo", avaliou em teleconferência Anderson Galvão, sócio-diretor da consultoria Céleres. No ano passado, a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou a liberação comercial de quatro variedades transgênicas de milho, três de soja e uma de algodão.
Soja e milho - De acordo com Galvão, 18,2 milhões de hectares foram plantados com soja e 7,5 milhões com milho na safra 2010/11. Ele destacou que 75% da área total plantada com a safrinha de milho deve ser de transgênicos. É praticamente o mesmo porcentual do que já é plantado com soja. "É importante ressaltar que a soja demorou 13 anos para atingir esse porcentual, que o milho de inverno está atingindo em apenas três anos". A área plantada com transgênicos na safra verão de milho chegou a 45% em 2010/11, o que leva a um total para o cereal de 57%.
Tolerância a herbicidas - A tolerância a herbicidas é a principal característica vista nas lavouras geneticamente modificadas do país, seguida da resistência a insetos. "Praticamente todos os Estados com relevância agrícola adotam diferentes níveis de biotecnologia. Em 2010, Mato Grosso consolidou sua posição como estado com maior área plantada com transgênicos, 6,1 milhões de hectares, seguido do Rio Grande do Sul, com 5,2 milhões de ha, e do Paraná com 4,8 milhões de ha", completou Galvão.
Previsões - Entretanto, o analista evitou fazer previsões sobre o aumento do uso de transgênicos no país. "O Brasil, como um dos países que tem maior disponibilidade de área agrícola, deve vivenciar nos próximos anos um expressivo crescimento na área plantada dos principais grãos. Como a biotecnologia já é tida como padrão para a produção, é natural esperar que a adoção cresça de mãos dadas com a expansão agrícola". (Agência Estado)
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou na segunda-feira (21/02), a Previsão Climática Trimestral em parceria com o Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC/INPE). O relatório analisa o acumulado de chuvas e a temperatura esperada para os próximos três meses em cada ponto do país. O volume de precipitação e a temperatura de cada região podem ser classificados de acordo com três possibilidades: normal, acima ou abaixo da média histórica do local. A média em questão, denominada normal climatológica, corresponde às observações atmosféricas contínuas de uma localidade em um período de 30 anos.
Março a maio - Para o período entre março e maio de 2011, o Prognóstico Climático Trimestral prevê acúmulo de chuva acima da média para o centro-norte da região Norte e litoral da região Sul. Para o oeste da região Sul, contudo, o nível de chuvas esperado deve ser abaixo da média histórica. Nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, a precipitação será próxima da que normalmente ocorre nessa época do ano. No norte do Nordeste, as chuvas oscilam entre normal e acima da média esperadas. O relatório do Inmet prevê, ainda, temperaturas acima da média no setor central do país e abaixo do esperado no centro-sul da região Sul. No norte da região Norte, o nível da temperatura será próximo à normal.
Dados e eventos - Para chegar a essa conclusão, a previsão de clima abrange um número maior de dados e eventos se comparada a uma previsão do tempo, que leva em consideração apenas as condições atmosféricas momentâneas de uma região. O clima é uma média das observações diárias de cada local em determinado período do ano. O relatório ressalta ainda que pode haver irregularidade na distribuição das chuvas no decorrer do trimestre. (Mapa)
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Os produtores de maçã, nectarina, pêssego, pera e uva devem ficar atentos às orientações do Zoneamento Agrícola publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (21/02). As recomendações são para o plantio das frutas em Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo. O zoneamento indica o melhor período para cultivo, municípios aptos, cultivares indicadas e tipos de solo apropriados.
Orientações - Com base na análise de séries históricas de dados meteorológicos e informações de solo e comportamento das cultivares, é possível identificar as melhores áreas nos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul para a produção de maçã com baixo risco de perdas. As orientações estão nas Portarias nº 49, 50 e 51, que apontam o melhor período para o plantio no estado catarinense (11 de junho a 20 de agosto), gaúcho (1º de julho a 31 de agosto) e paranaense (1º de julho a 30 de setembro).
Nectarina - O estudo também orienta a semeadura de nectarina nas Portarias nº 52, 53, 54 e 55. Em Santa Catarina, o período indicado para o plantio é entre 11 de junho e 20 de agosto. No Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo, é entre 1º de julho e 31 de agosto. A fruta, que é uma mutação genética do pêssego, se desenvolve melhor em regiões de clima frio.
Pêssego - As indicações para a lavoura de pêssego podem ser consultadas nas Portarias nº 56, 57, 58, 59 e 60. O pessegueiro é uma planta que necessita de períodos frios para o crescimento. Os prejuízos na colheita podem ser controlados com a escolha criteriosa de cultivares resistentes. Em Santa Catarina o melhor período para o cultivo da fruta é entre 11 de junho e 20 de agosto. No Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e São Paulo, entre 1º de julho e 31 de agosto.
Pera - O zoneamento indica o plantio de pera nas Portarias 61, 62, 63 e 64. Fruta de clima temperado, a pera necessita de horas de frio durante o junho e 23 de agosto. No Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo, entre 1º de julho e 31 de agosto.
Uva - As Portarias nº 65, 66, 67 e 68 orientam o cultivo de uva. O tempo e clima exercem grande influência na cultura da videira, delimitando sua adaptabilidade em diferentes regiões. Os elementos climáticos que mais influenciam o crescimento e desenvolvimento da planta são: radiação solar (luz), temperatura do ar, geada, precipitação pluviométrica (chuva), granizo, umidade relativa e vento. O período indicado para o plantio, no Paraná, é entre 1º de julho e 31 de dezembro. No Rio Grande do Sul, os períodos variam de acordo com os municípios (verificar a tabela em anexo na portaria). Já em Santa Catarina e São Paulo, entre 1º de julho 31 de agosto. (Mapa)
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Discutir o real engajamento do setor produtivo na utilização racional e na preservação dos recursos hídricos da bacia do Alto Iguaçu é o principal objetivo do segundo Fórum Águas do Amanhã, que acontece na próxima terça-feira (22/02), a partir das 8h30, no Teatro HSBC, em Curitiba. Na ocasião, representantes da indústria, agropecuária, comércio e serviços vão discutir problemas e soluções comuns para a questão da água.
Cases - "Será feita uma apresentação sobre o uso dos recursos hídricos pelo setor produtivo e de cases e ações bem-sucedidas. Com isso, pretendemos abrir um debate para identificar medidas que devam ser prioridades em relação ao tema", explica Fábio Guimarães Costa, gerente corporativo de Marketing - Promoções e Projetos do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCom). O evento, voltado apenas para convidados, é o segundo de quatro encontros técnico-temáticos que estão programados. Além deste e do fórum do poder público, realizado em 2010, haverá um terceiro, no dia 22 de março, reunindo a sociedade civil. O último fórum, com todos os setores juntos, será em maio.
Debate - Antonio Ostrensky, coordenador técnico do Águas do Amanhã, ressalta que a água faz parte de todos os processos da sociedade, inclusive da produção de bens. "Para fazer uma roupa, um carro, para que o boi cresça no pasto, para fazer o plástico, o ferro, o papel ou o álcool combustível. As pessoas não enxergam que a água está em todos esses processos", enumera.
Responsabilidade - Responsável pela maior parte do consumo de água doce no planeta - quase 70% é gasto apenas com a agricultura, segundo a ONU -, o setor produtivo tem uma cota elevada de responsabilidade na preservação de rios, nascentes e mananciais, sobretudo se levarmos em conta o impacto ambiental gerado pelos efluentes industriais e agrotóxicos, por exemplo.
Compreensão - De acordo com Ostrensky, além de trazer o setor produtivo para o debate, o fórum vai permitir compreender o que realmente está sendo feito por nossos recursos hídricos. Ele alerta para o fato de a água ser um produto cada vez mais caro - inclusive como insumo para o setor agrícola e industrial. "Em alguns países já existe uma limitação do processo de produção em função da disponibilidade local de água. É o que vai acontecer mais cedo ou mais tarde aqui no Brasil e no Paraná. Será que essa indústria já reconhece isso como um problema?", questiona.
Coopavel - Laercio Boschini, engenheiro agrônomo da Coopavel Cooperativa Agroindustrial, de Cascavel - que vai apresentar no fórum um projeto da companhia para preservar nascentes -, concorda que a conservação do meio ambiente virou uma preocupação das empresas. "Não tem produção, no campo ou na indústria, sem água de qualidade", resume. Como se não bastasse, os custos para obter o recurso em boas condições tendem a aumentar. Daí a necessidade, segundo Boschini, de mostrar soluções que aliem produtividade e conservação. "Quando você leva isso para o debate, muita gente fica sabendo. É uma maneira de proliferar as ações que são feitas em uma empresa ou comunidade", conclui. (Gazeta do Povo)
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A Conab está antecipando a elaboração dos estudos de preços mínimos de produtos da safra de inverno e regionais, como trigo, aveia, centeio, girassol, guaraná, castanha de caju, café e outros. A intenção é fechar as propostas dos preços mínimos até o fim deste mês. O objetivo do trabalho é atender orientações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) de antecipação do lançamento do Plano Safra 2011/2012 para o primeiro semestre deste ano.
Conjuntura - Para desenvolver o trabalho, os técnicos da Superintendência de Gestão da Oferta (Sugof) levam em consideração aspectos relacionados à conjuntura do mercado interno e externo, a oferta e demanda nacional e mundial, a evolução dos preços e os custos de produção, além da paridade de importação e exportação.
Influência - Segundo o superintendente da Sugof, Carlos Eduardo Tavares, o cenário atual do comportamento do mercado sofre influência de fatores externos e internos, tais como o clima, com secas prolongadas e invernos rigorosos, a crescente demanda puxada principalmente pela China e especulações observadas nas bolsas de commodities mundiais. (Conab)
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A retomada das exportações e as especulações de que a China considera aliviar os impostos sobre importações animaram o pregão do milho na quinta-feira (17/02), fazendo com que os papéis encerrassem em alta e revertessem as perdas dos dias anteriores. "Além disso, muitos traders esperavam que a correção [de preços] continuasse, mas os fundamentos de oferta e demanda são impossíveis de ignorar agora", disse Frank Cholly, analista-sênior da Lind-Waldock, em entrevista à Dow Jones. Em Chicago, os contratos para maio fecharam a US$ 7,23 por bushel, alta de 22 centavos. No mercado doméstico, o indicador Cepea/ BMF&Bovespa para a saca de 60 quilos fechou a R$ 31,45, com queda de 0,94%. No mês, a commodity acumula desvalorização de 2,05%.
Trigo - Os contratos futuros do trigo fecharam em alta, no pregão de quinta-feira, com a retomada da demanda internacional e preocupações renovadas com o clima em regiões produtoras no Hemisfério Norte. Na bolsa de Chicago, os papéis com entrega em maio fecharam o dia a US$ 8,8350 por bushel, com alta diária de 14 centavos de dólar. Em Kansas, que comercializa o trigo americano de melhor qualidade, contratos com o mesmo vencimento fecharam a US$ 9,64, alta de 23,25 centavos de dólar. "O período de realização de lucros dos últimos dias já passou", afirmou Jerry Gidel, analista da North America Risk Management Services, à Dow Jones. No mercado doméstico, o preço médio da saca de 60 quilos do trigo ficou em R$ 25,75, com variação positiva de 0,23%, segundo informou o Deral. (Valor Econômico)
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As colheitadeiras deveriam estar varrendo as plantações de soja milho, mas permanecem nos galpões ou embaixo de lonas. O clima chuvoso alterou a rotina da colheita de verão e mantém os produtores em alerta, à espera de qualquer brecha para voltar ao trabalho. Esse foi o cenário encontrado pela Expedição Safra Gazeta do Povo nas regiões Oeste e Centro-Oeste do Paraná, que têm as lavouras mais adiantas do estado. Em muitos casos, o atraso chega a três semanas.
Final do mês - O produtor Ari Marcolin, de Catanduvas (Oeste), só deve iniciar a colheita no final deste mês. Apesar disso, prevê produtividade acima da registrada na temporada 2009/10, também por causa do clima. Como a previsão era de seca, plantou mais sementes por hectare. E com a chuva extra, quase todas germinaram. A produção de soja tende a passar de 3,3 mil para 3,6 mil quilos por hectare, relata.
Mais que o normal - A superpopulação de soja cresceu mais que o normal, conta Marcolin, com 220 hectares dedicados à cultura na propriedade. "A lavoura acamou um pouco e podemos ter perdas. Vamos ver em que proporção na colheita." Com lavoura de milho para 10 mil quilos por hectare - produtividade 40% acima da média estadual - ele torce para que o rendimento de 2010/11 se confirme. Os 130 hectares plantados com o cereal também esperam mais sol.
Áreas marginais - A colheita começou em áreas marginais e, na última semana, teve de ser interrompida, conta o agrônomo Rudimar Soares, que atende um grupo de produtores que planta 3,8 mil hectares no Oeste do estado, tudo com soja. Eles atuam em conjunto desde 1999 pelo Cooatol, um sistema de condomínio.
Frio imprevisto - Houve frio imprevisto e isso atrasou o desenvolvimento da cultura, explica o agrônomo. As áreas que já estão prontas não podem ser colhidas porque vêm sendo molhadas por aguaceiros diários, relata o produtor Leandro Leonardi, integrante do Cooatol. Se esse quadro persistir, a produtividade pode cair de 3,9 mil quilos (2009/10) para 3,5 mil quilos por falta de luz e excesso de umidade, estima Soares. A pressa não está só relacionada à colheita, mas também ao plantio do milho de 2ª safra, que deve cobrir 2,7 mil hectares, área 12% maior que a de um ano atrás.
Frequência - "O que preocupa é a frequência das chuvas", afirma Gilberto Guarido, técnico da cooperativa Coamo, com sede em Campo Mourão (Centro-Oeste). Mesmo quando em volume pequeno, as precipitações não dão trégua. Isoladas ou não, acabam inviabilizando a colheita em de áreas extensas.
La Niña - Num ano de La Niña, com previsão de seca para o Sul do país, as chuvas estão acima das registradas na temporada passada desde o início de 2011, mostra monitoramento da Embrapa Soja. Até dezembro, ficaram pouco abaixo das verificadas em 2010, ano de El Niño. "Em janeiro do ano passado, tivemos 216 milímetros. Neste ano, chegamos a 233 milímetros no mesmo período. E fevereiro promete ser assim também", afirma Adeney Bueno, pesquisador da Embrapa. A medição foi feita na sede da instituição, em Londrina (Norte do estado). (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
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Uma equipe da Expedição Safra Gazeta do Povo percorre o Sudoeste do Paraná e outra o Noroeste de Minas Gerais nesta semana. O roteiro da colheita inclui 12 viagens e segue até o final de março, com o objetivo de registrar a maior safra de soja da história e a produtividade do milho.Na última semana, foram ouvidos produtores e especialistas do Paraná (Oeste, Centro-Oeste, Sul, Norte), Piauí e Bahia. O percurso permitiu aos técnicos e jornalistas conferirem as interferências do clima em cada estágio da colheita.Na próxima semana, uma equipe continuará registrando o avanço dos trabalhos de campo no Brasil enquanto outra segue para os Estados Unidos, onde participará do Agricultural Outlook Forum. Os seguidores da Expedição terão em primeira mão as informações dos EUA sobre 2011/12. Estão agendadas viagens ainda pela Argentina, Paraguai, Alemanha, França e Holanda. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)
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No sábado (12/02), a Copagril promoveu o Dia do Campo da unidade Bela Vista e região atuante da cooperativa. Apesar do tempo nublado e das chuvas que caíram na noite anterior, os produtores comparecerem ao evento. Foram mais de 100 visitantes que puderam conferir as novidades em cultivares de soja e adubos. Com a presença dos técnicos e representantes das unidades de Guaíra, Mercedes, Oliveira Castro, além da filial de Bela Vista, os produtores destas regiões estiveram atentos às palestras dos profissionais da cooperativa e das empresas parceiras.
Evento - Houve ainda demonstrações de empresas como Syngenta, Coodetec, Minorgan e Nidera. O campo experimental apresentou cultivares de soja plantadas no final de setembro e início de outubro, possibilitando verificar quais delas se adaptaram melhor a cada região e clima. Além das sementes, outros temas apresentados foram adubação, dessecação e cuidados desde a manutenção da lavoura até a colheita. Segundo o gerente das unidades da região, Mauro José Vanin, as chuvas das últimas semanas estão sendo muito boas, apesar de um certo excesso de precipitações registrado mais recentemente. "O produtor poder estar certo que teremos uma ótima colheita da safra 2010/11, mas é preciso estar atento à chuva que começa a cair em demasia. Por outro lado, com as precauções corretas, não haverá problemas".
Participantes - Os produtores mostraram bastante interesse em todo o percurso demonstrativo no campo experimental. Questionaram sobre as novidades e sementes que podem ser atrativas para as áreas de produção da unidade da Copagril. O produtor João Francisco Sanchez Filho visitou o evento e saiu satisfeito com o que viu. "Foi muito didático, os profissionais deram uma excelente palestra sobre as cultivares e adubos necessários para uma boa manutenção até a colheita, o que há aqui já havia visto, porém, é sempre bom estar se atualizando, afinal, todo ano são desenvolvidas e apresentadas novas variedades e composição de material".
Família - O Dia de Campo de Bela Vista também foi um programa de família. No evento estiveram presentes pais e filhos. A família Wogatsuma, por exemplo, fez questão de comparecer em peso. "Muito bom o evento, afinal, existem algumas variedades que ainda não tínhamos conhecimento e é sempre bom termos a ideia de como é o funcionamento destas novidades", comentou o produtor Flávio Wogatsuma, que estava acompanhado dos filhos Victor, Kaoro, Cristiano e Eder Wogatsuma. (Imprensa Copagril)
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Durante o Show Rural Coopavel 2011, evento realizado de 07 a 11 de fevereiro, em Cascavel, a Cooperativa Central de Pesquisa Agrícola - Coodetec apresentou diversas novidades em milho e soja. Entre as tecnologias destacadas está a Intacta RR2 PROTM, que promete revolucionar as lavouras de soja de todo o Brasil. A novidade foi demonstrada pela Coodetec no estande da Monsanto, que está desenvolvendo a tecnologia.
Soluções - A Intacta RR2 PROTM reúne três soluções em um só produto: produtividade, proteção contra as principais pragas e tolerância ao glifosato. As sementes de soja CD, com essa tecnologia, devem ser lançadas no mercado na safra 2012/2013. Um dos responsáveis pela área de desenvolvimento de mercado da Coodetec, Leandro Melo, afirma que a Cooperativa está sempre preocupada em atender os pedidos e necessidades dos agricultores, por isso, está junto com a Monsanto no lançamento da nova tecnologia. "O sojicultor que optar pelas sementes CD com a tecnologia Intacta RR2 PROTM terá rentabilidade, maior produtividade e mais segurança. Além disso, estará causando menos prejuízos ao meio ambiente." A nova tecnologia dispensa a aplicação de inseticida para as principais lagartas da cultura da soja, por isso, ao reduzir o uso destes produtos químicos, ajuda a preservar os recursos naturais, ao mesmo tempo que melhora a qualidade de vida dos agricultores.
Milho Bt - A Coodetec também busca renovação do portfólio de milho e, para isso, investe em novas tecnologias e pesquisa. "Somente em 2010 foram aprovados sete novos híbridos para diferentes ambientes de safra e safrinha. Estes materiais já estarão disponíveis em volumes comerciais em 2011 e 2012, com tecnologia Bt." O objetivo da Coodetec é auxiliar o produtor, disponibilizando as melhores sementes. "As pesquisas continuam, para que, em um futuro próximo, tenhamos cultivares e híbridos que mantenham e até aumentem a produtividade, ao mesmo tempo que reduzem os custos na lavoura. Também estamos preocupados com o meio ambiente, por isso, a pesquisa busca, sobretudo, a preservação", explicou Carraro.
Sobre a Coodetec - A Cooperativa Central de Pesquisa Agrícola - Coodetec é uma empresa que pertence a 185 mil agricultores filiados a 34 cooperativas no Brasil, que juntas somam um faturamento anual de R$ 25 bilhões. Os produtores, além de contar com um fluxo contínuo de produtos e tecnologias de ponta, têm a oportunidade de apontar suas demandas para definição das linhas de pesquisa.O aumento do potencial produtivo das cultivares de trigo e soja, e dos híbridos de milho da Coodetec, safra após safra, se deve aos trabalhos de pesquisa e melhoramento genético, desenvolvidos para cada região produtora do Brasil e Paraguai, de forma específica. A sede da Coodetec fica na cidade de Cascavel, no Oeste paranaense, onde funciona uma rede complexa de ensaios e um departamento de pesquisa estruturado, com modernos laboratórios de melhoramento genético, biotecnologia, fitopatologia, qualidade de sementes e solos. Outros Centros de Pesquisa da Coodetec estão localizados em Palotina/PR, Goioerê/PR, Rio Verde/GO e Primavera do Leste/MT. (Imprensa Coodetec)
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No próximo dia 22 de fevereiro acontece, em Curitiba, o segundo Fórum Águas do Amanhã, cujo foco é o setor produtivo. Representantes da indústria, agricultura, comércio e serviços vão se reunir no Teatro HSBC para discutir problemas em comum e soluções conjuntas para as questões ambientais. "Para 2011, o objetivo do projeto Águas do Amanhã, além de criar uma sinergia e buscar o envolvimento do setor produtivo, que também tem sua responsabilidade no processo, é se aproximar da sociedade e criar uma grande mobilização em torno de um problema que é de todos nós", explica Milena Seabra, diretora de Marketing Corporativo do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCom).
Desenvolvimento - Na opinião do oceanólogo e professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) Antonio Ostrensky Neto, coordenador-técnico do Águas do Amanhã, o desenvolvimento sempre é feito às custas de recursos naturais. "Só vai funcionar (a preservação ambiental) quando as empresas enxergarem uma grande oportunidade de negócios. Se conseguirem ser mais produtivas utilizando menos recursos, é óbvio que vão querer continuar fazendo isso. Na área ambiental, temos que ser mais práticos do que ideológicos", arremata.
Série - O fórum do setor produtivo é o segundo de uma série de quatro encontros técnico-temáticos com setores diferentes da sociedade. Ano passado, foram os representantes do poder público que abriram os debates. Este ano, além das indústrias e empresas, haverá um encontro com a sociedade civil organizada, em março, e o quarto fórum, em maio, envolvendo todos os setores. (Gazeta do Povo)
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Vários eventos estão sendo promovidos pelas cooperativas em todas as regiões do Estado, com apoio do Sescoop/PR. Clique aqui e confira a programação.
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O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Wagner Rossi, recebeu na manhã desta terça-feira (08/12), acompanhado do diretor do Departamento de Cooperativismo e Associativismo Rural do Mapa, Ricardo Saud, o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, o presidente da OCB/GO, Antônio Chavalia, e o superintendente da OCB, Renato Nobile.
Feira - A audiência atendeu a uma solicitação do presidente da OCB/GO, que entregou pessoalmente ao ministro o convite para a feira agropecuária anual realizada pela cooperativa Comigo, a Tecnoshow Comigo, que acontece de 12 a 16 de abril deste ano, em Rio Verde (GO). Ao entregar o convite, Chavalia solicitou ao ministro Wagner Rossi a inclusão da feira no calendário oficial de eventos do Mapa.
Avaliação - Aproveitando o encontro, Márcio Lopes de Freitas fez uma avaliação sobre questões gerais relacionadas às políticas agrícolas, destacando e reconhecendo o empenho do ministro Rossi nas questões de interesse do cooperativismo.Em especial, Freitas solicitou apoio de Rossi nas articulações junto à Presidência da República para tratar das questões referentes ao Ano Internacional das Cooperativas, que será comemorado em 2012. Alinhamentos sobre o Programa de Agricultura de Baixo Carbono (Programa ABC) também foram pontuados durante o encontro. "O ministro Wagner Rossi sempre se mostrou muito atencioso e respeitoso em relação ao sistema cooperativista. Ele se prontificou muito positivamente a atender as demandas que levamos até ele", disse o presidente da OCB. (Informe OCB)
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Otimistas em relação à produtividade, os agricultores do Paraná preveem pressão fora do comum no escoamento da safra de grãos. Além de maior, a colheita deve ser concentrada, porque o plantio começou tarde e se abreviou em três semanas. Nas regiões Oeste e Centro-Oeste do Paraná, percorridas pela Expedição Safra Gazeta do Povo nesta semana, há preocupação com falta de colheitadeiras, de secadores e de caminhões, o que significa aumento no preço do frete.
Noites frias - Depois da falta de chuva registrada em setembro, o clima favorável ao desenvolvimento das plantas e ao enchimento dos grãos trouxe noites frias à região de Campo Mourão (Centro-Oeste). Esse fator contribuiu para a concentração da colheita, por atrasar o ciclo de parte das lavouras. Agora, as chuvas diárias não deixam o sol secar áreas que já poderiam estar sendo percorridas pelas colheitadeiras.
Aluguel - "A colheita vai ser concentrada e vou ter que alugar máquina, mas como todo mundo por aqui está na mesma, não sei se vou achar colheitadeira em algum vizinho", afirma o produtor Jaime Neitzke, de Campo Mourão. Ele cultiva 82 hectares de soja e 40 de milho. Poderia usar apenas a colheitadeira que possui se tivesse conseguido escalonar o plantio. Neitzke pode colher 3,6 mil quilos de soja por hectare - 700 quilos a mais do que a média do estado.
Secadores - Para Gilberto Guarido, técnico da Coamo, o problema será a falta de secadores. Se a umidade não cair, a produção tende a sair mais úmida do que nos últimos anos do campo. E se a colheita concentrada se confirmar, a demanda deve ir além da capacidade da estrutura de secagem do estado. Em Ponta Grossa (Campos Gerais), a Cargill ampliou o pátio, para que os caminhões não se acumulem a ponto de ocuparem as margens da BR 376. Conforme Cláudio Rizzato, um dos diretores da Coamo, em 9 de janeiro do ano passado, a cooperativa já tinha recebido 4,6 milhões de sacas de milho e soja. Neste ano, até essa mesma data, só chegaram 140 mil sacas.
Produção maior - Com tanta chuva e cotação em alta, o agrônomo Rudimar Soares confirma aposta 12% maior no milho safrinha. Ele assiste produtores que plantam 3,8 mil hectares na região de Toledo (Oeste). Basta que a chuva dê trégua para destravar a colheita da soja e liberar os 2,7 mil hectares que o cereal deve ocupar. (Gazeta do Povo)
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No rastro das colheitadeiras, a Expedição Safra Gazeta do Povo começou nesta segunda-feira (07/02) a registrar a maior safra de soja do Brasil num clima de confiança no aumento da produção, que pode atingir 70 milhões de toneladas em âmbito nacional e 14 milhões de toneladas no Paraná. A partir da região de Cascavel (Oeste do estado), técnicos e jornalistas conferem os resultados de uma safra de risco climático, mas de boas surpresas no campo e nas cotações. Mesmo no caso do milho, que teve redução de área, o rendimento das lavouras tende a surpreender, passando de 31 milhões de toneladas no país e de 5,2 milhões no estado.
Monitoramento - "Estamos monitorando a safra desde o plantio e o que temos percebido é que não houve quebra por falta de chuva, como se temia principalmente nos estados do Sul. As estiagens provocadas pelo La Niña foram isoladas", observa o coordenador da Expedição, Giovani Ferreira. "A produtividade das lavouras de grãos será uma das melhores já registradas", afirma o agrônomo Robson Mafioletti, da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), que acompanha a equipe que voltou à estrada nesta semana.
Colheita - A Expedição vai acompanhar a colheita em 12 estados brasileiros, bem como na Argentina e no Paraguai. É justamente para a América do Sul que se voltam os olhos do mercado internacional de commodities neste momento. As cotações oscilaram a cada previsão de quebra. Agora, com o plantio da Argentina concluído e a previsão de bons resultados no Brasil, se sustentam acima das de 2010 pelo fôlego da demanda internacional.
EUA e Europa - Além de tirar a prova sobre as condições das lavouras sul-americanas, a Expedição vai participar do Agricultural Outlook Forum 2011, realizado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em Arlington, Virgínia. Depois, segue para a Europa, percorrendo regiões agrícolas, indústrias e bases logísticas da Alemanha, França e Holanda. Serão dois meses de sondagem e reportagens sobre produção, logística e mercado.
Repercussão - O trabalho da Expedição, que exige o percurso de 62 mil quilômetros de estradas nesta temporada, ganha repercussão nacional e internacional. Nas próximas duas semanas, soma-se ao grupo de técnicos e jornalistas brasileiros o editor Mike McGinnis, do Agriculture.com, um dos principais canais de informação consultados pelos produtores norte-americanos na internet.
Soja e milho - A colheita da soja chega à casa de 5% da área plantada em Mato Grosso e no Paraná nos próximos dias, mas com resultados definidos. O estado do Centro-Oeste espera 3 mil quilos por hectare e os produtores paranaenses devem alcançar perto de 2,9 mil kg/ha. A estimativa da Expedição é de que tenham sido plantados 6,22 milhões e 4,67 milhões de hectares respectivamente, num quadro de expansão de 3% em âmbito nacional, para 23,8 milhões de hectares. No milho, houve recuo em importantes estados produtores, como o Paraná, que plantou 767 mil hectares (18,4% a menos que no verão passado). Em todo o país, manteve-se 7,8 milhões de hectares (-3,46%) e a produtividade média deve chegar a 4,2 mil quilos por hectare. As duas culturas tendem a render 102 milhões de toneladas, e podem sustentar safra recorde próxima de 150 milhões de toneladas de grãos. (Caminhos do Campo / Gazeta do Povo)