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Os primeiros diretores da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) foram empossados pelo governador Beto Richa, em solenidade no Palácio Iguaçu na tarde de segunda-feira (07/05). A autarquia foi criada em dezembro de 2011 para executar serviços de fiscalização e inspeção de sanidade agropecuária no Estado. A diretoria da Adapar será composta pelo médico veterinário Inácio Afonso Kroetz (diretor-presidente); pelo médico veterinário Silmar Burer (chefe de gabinete); o engenheiro agrônomo Adriano Luiz Ceni Riesemberg (diretor de Defesa Agropecuária); e o engenheiro agrônomo Adalberto Luiz Valiati (diretor Administrativo-Financeiro).Foi cancelada a solenidade com o governador Beto Richa, que aconteceria nesta terça-feira (08/05), na sede do Sistema Ocepar, em Curitiba, para a sanção da Lei Cooperativista Estadual, originária do Projeto de Lei (PL) n⁰ 039/11, aprovado no último dia 16 de abril na Assembleia Legislativa. De autoria dos deputados estaduais Ney Leprevost e Pedro Lupion, o PL 039/11 estabelece a política estadual de apoio ao cooperativismo e prevê um conjunto de medidas que visam o promover o desenvolvimento do setor.
A Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o Sindicato e Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) e a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) promoveram, na manhã desta segunda-feira (07/05), em Curitiba, uma reunião de lideranças do setor agropecuário e cooperativista paranaense com o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho.Uma das maiores empresas de Guarapuava completou no último sábado (05/05), 61 anos de história. Fundada por imigrantes suábios do Danúbio (origem alemã), em 1951, em Guarapuava, a Cooperativa Agrária nasceu de um projeto humanitário: a instituição Ajuda Suíça para a Europa definiu uma iniciativa para dar um novo futuro a 500 famílias de refugiados de guerra suábios. Eles haviam abandonado suas regiões, no sudeste europeu (regiões que hoje correspondem a Croácia, Romênia e Hungria, entre outros países) e estavam vivendo em abrigos na Áustria. A Ajuda Suíça apoiou a imigração dos suábios para o Brasil e a fundação da Agrária. A Cooperativa instalou sua sede e as propriedades de seus associados no distrito de Entre Rios. A imigração modificou o perfil econômico do local, antes voltado à pecuária extensiva, e promoveu uma intensificação do povoamento do distrito.
Expansão - Após mais de seis décadas, se o total de associados ainda gira em torno do número inicial, com 550 membros, o perfil da Cooperativa se modificou: culturas como o arroz deram lugar ao trigo, à cevada cervejeira, ao milho e ao soja. As unidades armazenadoras são atualmente três (Vitória, Guarapuava e Pinhão), que, com diversas ampliações ao longo dos anos, chegaram em 2011 a uma capacidade em torno de 775 mil toneladas. No segmento da indústria, depois da fundação do Moinho Agrária, nos anos 50, a Agrária hoje possui uma fábrica de ração (agora passando por mais uma ampliação), uma maltaria (na época, em parceria com uma cervejaria) que, ampliada em 2009, passou a figurar entre as maiores do mundo, e uma indústria de óleo e farelo de soja.
Coligadas - Com o passar do tempo, foram criadas organizações coligadas, que integram o grupo Agrária: a FAPA (pesquisa agrícola), a Fundação Cultural Suábio-Brasileira (que preserva a tradição dos imigrantes suábios), o Colégio Imperatriz e a Fundação Semmelweis. Estreitaram-se também parcerias com empresas internacionais: Agrária e Ireks GmbH (Alemanha) inauguraram em 2004, como joint-venture, a fábrica da IREKS DO BRASIL (misturas para confeitaria); a Cooperativa se tornou representante da maltaria alemã Weyermann® (maltes especiais), da Cooperativa HVG (lúpulos) e fornece fermentos para cervejaria da canadense Lallemand.
Desempenho - Em 2011, contando com cerca de 980 colaboradores, a Cooperativa alcançou um faturamento de R$ 1,2 bilhão. Por ocasião de seu jubileu de 60 anos de fundação, a Agrária construiu um novo prédio para o Museu Histórico, inaugurado em janeiro deste ano. O mais novo projeto da Cooperativa, anunciado em outubro do ano passado, é uma fábrica de processamento de milho, que deverá entrar em funcionamento em 2013. (Imprensa Agrária)
A Via Sollus Corretora de Seguros está completando quatro anos de atividades. Neste período, os resultados são expressivos e crescem a cada ano. A Via Sollus vem cumprindo seus objetivos, disponibilizando serviços que buscam atender as diversas necessidades dos seus clientes ofertando produtos em vários ramos de seguros, beneficiando diretamente os cooperados e funcionários da Coamo, bem como a comunidade. "Nossos clientes desejam acima de tudo segurança e confiabilidade na contratação do seguro. A agilidade e a presteza da corretora no atendimento de sinistros é um diferencial e mostra comprometimento com seus clientes", afirma o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini. Ele destaca como fator relevante a solidez, a transparência e a qualidade da marca Coamo que administra a Via Sollus Corretora de Seguros.
Serviços - A Via Sollus é responsável pela intermediação entre o segurado e a seguradora buscando soluções e produtos que garantam as melhores condições aos seus clientes com menor custo e com coberturas adequadas. "Registramos um número expressivo de seguros, e isso se deve a grande aceitação por parte dos usuários. A política de trabalho da Via Sollus segue a filosofia e os princípios de administração da Coamo, com o firme propósito de atender com presteza e qualidade visando a satisfação dos seus segurados", comemora Sidinei Lucheti Martioli, gerente da Via Sollus. Martioli explica que "A Via Sollus atua como agente regulador de preços e apresenta alta competitividade registrando um número expressivo de adesões aos seus produtos e serviços."
Atendimento a comunidade – A prestação de serviços a comunidade é uma novidade e tem registrado um importante crescimento no volume das atividades da Via Sollus. Com isso, quem não é cooperado ou funcionário da Coamo, também pode contratar seguros e ser beneficiado com os serviços prestados pela corretora.
Participação – Para conhecer os produtos comercializados pela Via Sollus Corretora de Seguros, os cooperados, funcionários e a comunidade podem manter contato direto com a Coamo ou Credicoamo localizada mais próxima da sua residência ou propriedade. "Avaliamos positivamente os resultados da Via Sollus nesses quatro primeiros anos de atividade, apresentando uma significativa participação no mercado onde atua, disseminando a cultura do seguro e ajudando as pessoas na proteção do seu patrimônio e na garantia da sua tranquilidade. As perspectivas de crescimento são promissoras", prevê o presidente da Coamo. (Imprensa Coamo)
A Capal Cooperativa Agroindustrial oficializou na última quinta-feira (03/05), a doação de fraldas geriátricas ao Lar Recanto dos Idosos, em Arapoti (Paraná). A campanha é organizada anualmente pelo departamento de Recursos Humanos da Cooperativa, onde são recebidas as doações em dinheiro de funcionários e cooperados. O departamento se encarrega de realizar a compra das fraldas com o dinheiro arrecadado e de entregá-las ao Lar. A solidariedade vem crescendo a cada ano. Em 2011, foram doadas 4.100 unidades. Já em 2012, foram 5.300 fraldas. Eliane Turkiewcz, responsável pelas atividades do Lar, ressaltou a importância da doação. "Nós utilizamos cerca de 40 fraldas por dia, e contamos com doações da comunidade e de empresas. A doação realizada pela CAPAL todos os anos é muito importante para nós", afirma a mesma.
O Lar - O Lar Recanto dos Idosos funciona há mais de 10 anos em Arapoti e hoje abriga 24 pessoas. Em 2007, o Lar passou a exercer suas atividades em um prédio próprio, cujo terreno foi doado pela Capal e a construção foi realizada com ajuda da própria comunidade. As atividades são mantidas através de repasse de verba municipal e doações, além da aposentadoria dos próprios moradores, que contribui para a manutenção do Lar. Você também pode colaborar. Entre em contato pelo telefone (43) 3557-7335 e faça uma doação mensal de fraldas geriátricas. Seja solidário!!! (Imprensa Capal)
Os efeitos da crise global, principalmente da recessão na Europa e da desaceleração da China, já são visíveis nas exportações brasileiras. Três fenômenos interligados atingem os embarques do Brasil: queda dos preços das commodities, menor demanda de clientes importantes e o aumento do protecionismo. No mês passado, o Brasil exportou 8% a menos que em abril de 2011. É a primeira queda nesse tipo de comparação desde novembro de 2009, quando o mundo ainda vivia o auge da turbulência econômica. De janeiro a abril deste ano, as exportações brasileiras subiram só 2%, uma brutal desaceleração frente a alta de 17,5% acumulada em 12 meses.
Desaceleração - Os planos de austeridade adotados pelos governos da Europa fizeram despencar investimentos, salários e geraram desemprego recorde. Na China, o ritmo da economia ficou mais fraco. O resultado é uma redução do consumo nas duas maiores regiões importadoras do planeta. O pessimismo já levou a Organização Mundial do Comércio a cortar a previsão de crescimento das trocas globais em 2012 de 5% para 3,7%. O ano promete ter o segundo pior resultado em duas décadas. Em fevereiro, o comércio global contraiu 0,3%. Só 2009, o pior ano em sete décadas, com queda de 12% do comércio, foi mais negativo que 2012.
Outros países - Tatiana Prazeres, secretária de comércio exterior do Ministério do Desenvolvimento, admite que 2012 será um ano difícil para as exportações, mas ressalta que outros países também enfrentam a mesma situação, como África do Sul, Chile e Coreia do Sul. A previsão do governo é que as exportações brasileiras cresçam 3,1% este ano, muito abaixo da alta de 27% de 2011. A queda na demanda global atingiu os volumes e os preços das commodities, avariando um dos motores do crescimento do comércio exterior do Brasil. Das 23 principais matérias-primas exportadas pelo País, 16 tiveram queda na quantidade embarcada e 18 redução nos preços. As exportações de produtos básicos caíram 7,2% no mês passado. O desempenho só não foi pior por causa dos preços recordes da soja e das vendas de petróleo. As exportações brasileiras recuaram para quase todos os destinos importantes no mês passado, com exceção dos Estados Unidos, país que absorve cada vez mais petróleo do Brasil. As vendas caíram 2,9% para a China, 8,5% para a União Europeia e 17,3% para a América Latina.
Protecionismo - O Brasil vinha mantendo um bom desempenho nas vendas para a Argentina, principalmente de manufaturados. Nos últimos meses, esse canal de venda também foi comprometido. Em abril, os embarques caíram espantosos 27%, porque a Argentina adotou medidas protecionistas que quase fecharam seu mercado. O governo brasileiro está preocupado e deve se reunir esta semana com autoridades argentinas. (Agência Estado)