Capal reconhece cooperados e estimula a cafeicultura no Programa de Boas Práticas Agrícolas

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A Capal Cooperativa Agroindustrial reuniu cafeicultores associados para a premiação Programa de Boas Práticas Agrícolas - Café. O evento, realizado no município de Carlópolis/PR, reconheceu o desempenho de 30 cooperados com certificados de pontuação. Além da homenagem, o encontro também promoveu momentos de troca de informações e experiências entre os cafeicultores, equipe técnica e comercial.

Ao longo da safra 2025, o programa avaliou as principais práticas relacionadas ao manejo do café adotadas nas propriedades, acompanhadas pelo Departamento de Assistência Técnica (DAT), visando a qualidade na produção, o uso racional dos recursos e buscando uma gestão com sustentabilidade técnica, financeira, social e ambiental.

A iniciativa reforça o trabalho de orientação técnica oferecido pela cooperativa, com incentivo às boas práticas no campo e à evolução da cafeicultura nas regiões atendidas pela Capal.

Trabalho reconhecido

Dentre os 30 produtores participantes, os cinco primeiros foram destaque e, por isso, premiados com brindes, além do certificado de pontuação: Thiago Proença da Luz (1º lugar), Clóvis Algusto Dalcin Gobbo (2º lugar), Wagner Aparecido Soldera (3º lugar), Madalena Mitsuyo Ito (4º lugar) e João Batista do Nascimento (5º lugar). 

“Eu me inscrevi para participar do Programa de Boas Práticas porque queria verificar se minhas práticas na lavoura estavam dando resultados, e também porque estava aberto a melhorias e sugestões que pudessem agregar valor ao café. E um dos maiores resultados que tive após a adesão do programa foi aumento na qualidade”, relata Wagner Aparecido Soldera, produtor de Taquarituba/SP.

Entre as práticas que o cooperado passou a aplicar em sua propriedade estão a melhor forma de secagem e armazenamento, colheita no momento adequado e de grãos maduros para evitar impactos negativos na bebida.

“A Capal me traz segurança com o repasse das informações, desde o manejo no campo até mercado e comercialização. A assistência técnica da cooperativa é fundamental para lidar com os desafios que encontramos no cultivo do café”, afirma o produtor.

A cafeicultura se estabeleceu na família de Wagner desde a chegada do seu avô imigrante no Brasil, em 1927, e pode ser considerado um exemplo bem-sucedido de sucessão familiar no campo. Após o trabalho de 25 anos nas plantações de café, o avô conseguiu comprar uma propriedade para iniciar a atividade agrícola para o próprio sustento, e a cafeicultura foi repassada para os filhos e netos.

“Tive contato com o café desde a infância, então desde muito pequeno aprendi a cultivar. Com o passar dos anos, fui aprimorando os processos e busco cada dia mais melhorar a qualidade do café”, conta Wagner.

Sobre a Capal Cooperativa Agroindustrial

Com 65 anos de história, a Capal conta atualmente com mais de 3,8 mil produtores associados. A área assistida ultrapassa 178 mil hectares, abrangendo 82 municípios nos estados do Paraná e de São Paulo. Com 23 unidades de negócio e uma cadeia agrícola diversificada, a cooperativa recebe 740 mil toneladas de grãos por ano – com destaque para soja, milho, trigo e cevada –, produz 226 mil toneladas de ração anualmente e comercializa 12 milhões de litros de leite por mês, além de 34 mil toneladas de suínos por ano. A cafeicultura vem ganhando relevância nas atividades, com comercialização que ultrapassou 1 milhão de sacas de café em 2025. Guiada pelo propósito de unir pessoas, produzir alimentos e contribuir para um mundo melhor, a Capal desenvolve suas atividades com base nos princípios do cooperativismo. (Assessoria de Imprensa Capal)

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