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A estiagem afetou o desenvolvimento das lavouras de soja em diversas regiões do Paraná. Mas, com profissionalismo, é possível reduzir os efeitos da estiagem e assegurar boas produtividades. Em parceria com a Integrada, o cooperado Marcio Luiz Bonesi instalou em sua propriedade, em Goioerê, um campo experimental para avaliação de cultivares de soja. Um dia de campo será realizado no local, na tarde desta segunda-feira, para apresentar os resultados de cada material. Há mais de dez anos o cooperado instala campos experimentais na própria área para avaliação de cultivares.
Materiais - Nesse ano, estão sendo avaliados 14 materiais diferentes. "Em uma safra com estresse hídrico como essa é possível fazer uma avaliação bem completa. Serão apresentados os materiais que se destacaram, alguns novos e outros já conhecidos pelos produtores", explica Patric Nava, agrônomo da Integrada em Goioerê. Segundo ele, durante o dia de campo será feita a colheita de cada uma das parcelas para avaliar precisamente os resultados. Para evitar problemas com uma possível estiagem, Marcio Bonesi escalonou o plantio e utilizou cultivares super precoces, precoces e tardias. Ele explica que, com isso, é possível evitar que toda a lavoura esteja em uma mesma fase de desenvolvimento em períodos críticos. E a possível falta de chuva acabou se confirmando. Desde 1998, Bonesi faz medições do volume de chuva na propriedade. Em dezembro foram registrados apenas 70 mm. No mesmo mês do ano anterior foram 455 mm.
Plantio - O primeiro plantio foi realizado dia 28 de setembro. "A expectativa era colher 70 sacas por hectare. Mas, depois de 38 dias sem chuva, a estimativa foi reduzida para cerca de 40 sacas por hectare. Mesmo com a chuva em janeiro, esse resultado não muda. As perdas estão consolidadas", conta. Com as últimas chuvas, a produtividade da lavoura com plantio precoce deve ter uma redução de 62 para 48 sacas por hectare. Já o plantio tardio, realizado dia 20 de outubro, está indo bem e vai se recuperar. "Creio que vamos ter uma pequena redução na produtividade em relação ao último ano, que foi de 58 sacas por hectare. A produtividade também é mais fraca por estar em uma área de solo mais arenoso", diz. (Imprensa Integrada).
O transporte está parado em Rondonópolis, no Sul de Mato Grosso, devido às chuvas que têm atrasado a colheita de soja na região. Os pátios das transportadoras da cidade estão lotados de caminhões aguardando cargas. Com tantos caminhões a disposição o período da safra deve ser menor este ano.
O gerente de frota, Adenir Paulo Bossa, afirmou que a colheita da soja estava prevista para começar em janeiro e que todas as empresas de transportes estavam programadas para isso, mas que com o atraso também vem os prejuízos para o setor. "Programamos a parada do fim do ano e esperávamos cargas para janeiro, mas como tem chovido muito está tudo parado. Os custos da empresa não param. Nessa época procuramos dar férias aos funcionários e não fazemos contratações", fala.
Preço - Adenir explica que com o atraso vai ter acúmulo de caminhões para carregar e descarregar, além do tráfego de veículos que deve ficar bem intenso quando começarem a surgir às cargas. Outro problema apontado pelo gerente de frota será em relação ao preço do frete que este ano não deve atingir o pico. "Com a grande oferta de caminhões se terá uma competividade maior o que faz com que o preço não venha a reagir", alega. (Agrolink/24 Horas News).
Faleceu o senhor João Antonio Ramon, pai do presidente da Associação Comercial do Paraná, Edson José Ramon. O corpo está sendo velado no Cemitério Parque Iguaçu - Capela 3, localizado na rua Nicolau José Gravina, 292, bairro Cascatinha, em Curitiba. O sepultamento ocorrerá nesta quinta-feira (03/11), às 17 horas, no mesmo local.
A destinação correta de embalagens vazias de agrotóxicos atingiu a marca de 27.337 toneladas entre janeiro e setembro deste ano, um crescimento de 11% em relação ao mesmo período do ano anterior. Somente os agricultores paulistas encaminharam para o destino ambientalmente correto 3.100 toneladas de embalagens vazias, alta de 10% em relação ao mesmo período de 2010, quando foram destinadas 2.826 toneladas do material através do Sistema Campo Limpo (logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos).
Comprometimento - De acordo com o inpEV, instituto que representa a indústria fabricante de agrotóxicos para a destinação das embalagens vazias de seus produtos , os resultados reforçam o comprometimento dos elos da cadeia participantes deste programa com a gestão adequada das embalagens vazias. Para promover a entrega das embalagens, o Sistema Campo Limpo realiza, em todo o país, ações de recebimento itinerante e conta com 421 unidades de recebimento. Em São Paulo existem 55 unidades de recebimento, sendo 16 centrais e 39 postos. (Valor Econômico)
Sustentadas por ajustes técnicos e ameaças climáticas em regiões dos Estados Unidos, à produção americana, as cotações do milho recuperaram uma fração das perdas registradas na turbulenta segunda-feira (08/08) e fecharam em leve alta nesta terça-feira (09/08) na bolsa de Chicago. Os contratos do grão para dezembro fecharam a US$ 6,8850 por bushel, ganho de 2,50 centavos de dólar (0,36%) em relação à véspera. Corretores de Chicago afirmaram que a valorização influenciou os ganhos do trigo, cujos papéis também para dezembro subiram 9 centavos de dólar, para US$ 7,0375. No caso da soja, a expectativa de colheita maior que a esperada nos EUA aprofundou as perdas de segunda e os preços desceram ao menor nível em quase cinco meses. Setembro fechou a US$ 12,9325 por bushel, uma retração de 11,25 centavos. (Valor Econômico, com Dow Jones Newswires)
O atleta Edvando Santos da Unimed Maringá, venceu novamente, no último sábado (6), a 2ª edição da Iguassu Night Run realizada em Foz do Iguaçu. Em menos de 25 minutos ele completou a prova noturna de 8 km, competindo com mais de 500 atletas. Bicampeão da prova, Edvando voltou para Maringá já pensando na prova do próximo ano. "Vencer uma vez é bom, duas demais. Ganhar pela terceira vez seria maravilhoso". (Imprensa Unimed Maringá)
Como acontece todos os anos nesta data, a Cocamar promove nesta quinta-feira (28/07), em Maringá, uma missa em louvor ao Dia do Agricultor. A celebração, programada para às 17h no interior da Unidade Maringá, no parque industrial da cooperativa, será presidida pelo arcebispo dom Anuar Battisti. (Imprensa Cocamar)
A Cocamar prevê um ano bom para os produtores de laranja. Com uma produtividade média de 900 caixas de 40,8 quilos por hectare, a um preço de R$ 9,70 pela caixa, o citricultor vai faturar, ao final da safra, R$ 8,730 mil brutos. Descontando um custo de R$ 6 mil aproximadamente, seu lucro será de R$ 2,730 por hectare. "O custo por caixa é calculado em R$ 6,82", informa o superintendente de Negócios da cooperativa, José Cícero Aderaldo. Esses números foram apresentados por Aderaldo nas recentes reuniões realizadas com os cooperados nos entrepostos.
Produção - Com a expectativa de colher de 5,5 milhões a 6 milhões de caixas de 40,8 quilos de laranja em sua área de atuação (que inclui a região de Londrina), a Cocamar planeja processar 24 mil toneladas de suco concentrado e, como subprodutos, obter 740 toneladas de óleo essencial e 190 toneladas de d'limonene. A informação é do gerente industrial da Cocamar Citros, Antonio Airton Basso, o Tuna. Com frutos de bom tamanho e qualidade, a produtividade média dos pomares deve ficar em 650 caixas por hectare. (Imprensa Cocamar)
O conteúdo das palestras apresentadas no Fórum do Agronegócio, promovido pela Ocepar na última segunda-feira (18/07), já está disponível aos interessados no site http://www.ocepar.org.br/, no link Downloauds, na seção Serviços.
Com o objetivo de oferecer cada vez mais opções aos consumidores, a Copacol lança sua nova linha de cortes temperados Sabor Churrasco. Os novos produtos, que contam com cinco opções de cortes (meio da asa, asa inteira, coxinha da asa, coxa e sobrecoxa), destacam-se como a melhor opção de aperitivos para os tradicionais churrascos, que reúnem a família e amigos. Atendendo à solicitação dos mercadistas, a nova linha será de cortes congelados com validade de nove meses para consumo. Os produtos já estão nas gôndolas dos supermercados que comercializam os produtos Copacol desde o mês de julho e são uma alternativa para os consumidores que buscam qualidade, sabor e praticidade em cortes de frango. (Imprensa Copacol)
No dia 27 de junho, a Unimed PR e a ASPF (Associação dos Servidores da Polícia Federal) renovaram a parceria que já dura mais de uma década. O novo contrato assinado inclui também um produto para acomodação em enfermaria e possibilidades de cinco faixas de preço, sem aumentar o custo das faixas de idade mais elevadas. As novas faixas visam a proporcionar melhores valores para os beneficiários mais jovens sendo que o contrato anterior só permitia adesões no plano de apartamento e contava com uma tabela de preços somente com duas faixas. Ao completar 50 anos, o beneficiário via sua mensalidade dobrar. No novo contrato, além da mudança de tabela, foi implantada a coparticipação de 50% sobre as consultas médicas.
Resgate - "A ação procurou resgatar um contrato que vinha registrando alta evasão de pessoas jovens (devido a tabela de preço desfavorável) e altos índices de reajuste devido a utilização ambulatorial excessiva por falta de um fator moderador. Acreditamos que o formato do novo contrato evitará a evasão de pessoas saudáveis devido ao preço e também deverá promover importante redução nos custos assistenciais com a implementação da coparticipação", explica Willian Stocco, coordenador de Gestão de Contratos. Com esta mudança, a expectativa da Unimed Paraná e da ASPF, principalmente da ASPF Curitiba, administradora do acordo, é de um contrato equilibrado e sustentável. O grupo conta com 10 associações (Curitiba, Paranaguá, Londrina, Foz, Guaíra, Joinville, Florianópolis, Itajaí, Dionísio Cerqueira-SC e Vitória), representando para a Unimed aproximadamente 3.000 vidas. (Imprensa Unimed PR)
De janeiro a junho de 2011 foram encaminhadas pelo Sistema Campo Limpo (logística reversa de embalagens vazias de agrotóxicos) para o destino ambientalmente correto 2.172 toneladas desse material no Estado de São Paulo. O volume representa um crescimento de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Somente em junho foi retirado do campo paulista 447 toneladas de embalagens. O Estado de São Paulo é responsável por 12% do volume total destinado no país no mês de junho. Segundo dados do InpEV, instituto que representa a indústria fabricante de agrotóxicos para a destinação das embalagens vazias de seus produtos, no primeiro semestre do ano, o volume destinado em todo o Brasil foi de 18.635 toneladas, índice 11% maior no comparativo ao ano anterior. (Valor Econômico)
O empresário toledense e presidente do Sicoob Oeste, Augusto Sperotto, recebeu o título de Mérito Industrial 2011, concedido pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep). O nome de Sperotto foi indicado pelo Sindicato das Empresas de Reparação de Veículos (Sindirepa/PR) em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à comunidade de Toledo. Com o prêmio, a Fiep homenageia os empresários pelo seu espírito empreendedor e por participarem decisivamente do processo de industrialização do Estado e do País. (Informativo Central Sicoob PR)
Os preços do milho estão em queda no mercado interno, pressionados pela retração compradora, segundo pesquisadores do Cepea. As recentes desvalorizações do milho no mercado interno podem indicar incertezas de agentes quanto ao tamanho da oferta e da demanda em 2011. A colheita de milho de segunda safra ainda está no começo, mas compradores se retraíram, à espera de queda nos preços com o avanço dos trabalhos de campo nas próximas semanas - as aquisições ocorrem apenas para atender à demanda de curto-prazo. O fato é que a oferta disponível ainda é restrita e não haveria motivos para quedas por enquanto, segundo pesquisadores do Cepea. Porém, as produtividades das primeiras lavouras colhidas estão superando as estimativas e têm deixado agentes com expectativa de que a safra será boa.
Mais tarde - De qualquer maneira, é preciso considerar que as lavouras cultivadas mais tardiamente é que devem sinalizar perdas maiores de produtividade, devido ao baixo volume de chuva entre abril e maio. Assim, no correr da safra, pode ser que o volume ofertado registre alterações. Entre 20 e 27 de junho, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas-SP; valores a prazo são convertidos para à vista pela taxa de desconto CDI) caiu 2,5%, fechando a R$ 30,23/saca de 60 kg na segunda-feira, 27. Se considerada a taxa de desconto NPR, na região de Campinas, o preço médio à vista foi de R$ 29,78/sc de 60 kg na segunda-feira, baixa de 1,62% no comparativo com a segunda anterior. (Cepea/Esalq)
Além de favorecer as vendas da safra atual, os preços atraentes da soja estimulam os produtores a comercializar antecipadamente a próxima safra, cujo plantio só deve ser iniciado em setembro. ''Esta é a época em que as cooperativas começam a vender insumos. Em muitos casos, os insumos são trocados pela produção da próxima safra'', explica Margorete Demarchi, engenheira agrônoma do Deral.
Contratado - Segundo o gerente comercial da cooperativa Integrada, Luiz Yamashita, até o momento, 7% da previsão de recebimento de soja para 2012 já foi contratada. Ele esclarece que esse índice é uma média do volume comercializado pelos cooperados. ''O volume de vendas antecipadas está maior do que no ano passado'', revela. Yamashita afirma que a maior parte da comercialização foi feita por meio de permuta entre grãos e insumos. ''Os produtores estão aproveitando o preço da soja e dos insumos'', justifica.
Preços - O diretor-presidente da Cooperativa Coamo, José Aroldo Gallassini, lembra que os preços da oleaginosa estão em melhores patamares do que no mesmo período do ano passado, tendo em vista que em 2010 os valores começaram a subir apenas no segundo semestre. Gallassini revela que, até agora, 8% da previsão de recebimento já está negociada. Segundo ele, a quantidade é semelhante à que havia sido vendida no mesmo período do ano passado. ''Os agricultores estão fazendo a venda antecipada para comprar os insumos'', argumenta. Segundo ele, a intenção dos produtores é aproveitar o bom momento do mercado da soja para equilibrar os custos de produção da próxima safra. (Folha de Londrina)