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Após uma semana turbulenta por conta das incertezas geradas pelas catástrofes no Japão, o mercado de grãos fechou em alta nos EUA, mas, para analistas, novas ondas de volatilidade não estão descartadas nas próximas semanas. Os dois primeiros vencimentos de milho negociados na bolsa de Chicago chegaram a subir 45 centavos de dólar por bushel, o máximo permitido. Mas julho, o contrato mais negociado, fechou a sexta-feira (18/03) com alta de 36,25 centavos de dólar a US$ 6,90. Já a soja com vencimento em julho encerrou o dia com ganho de 28 centavos a US$ 13,715 por bushel. O contrato de trigo para entrega no mesmo mês subiu 13,25 centavos em Chicago, para fechar a US$ 7,585.
Alta - Apesar do sobe e desce da última semana, os três produtos ainda fecharam o período em alta. No milho, o ganho foi de 3,88%, na soja, de 2,77% e no trigo, de 5,53%. No mês, porém, milho e trigo perdem 5,61% e 7,16%, respectivamente, segundo o Valor Data. A soja ainda sobe 0,49%. O que sustentou a alta do milho na última sexta foi uma inesperada demanda da China, o que renovou a preocupação em relação aos baixos estoques, segundo a Dow Jones Newswires. Os negócios surpreenderam os traders, já que os preços altos haviam reduzido a expectativa de demanda da China. A Coreia do Sul também foi às compras. Essa demanda aliviou o temor em relação ao Japão, o maior importador de milho dos EUA. "O desastre vai impactar a importação do Japão, mas não a ponto de mexer muito (com o mercado)", disse Felipe Netto, da Safras & Mercado, observando que há importações que não podem ser substituídas, como alimentos.
Soja - A soja subiu na sexta após a consultoria Informa Economics projetar um plantio de 75,3 milhões de acres na safra 2011/12 nos EUA, abaixo dos 78 milhões esperados pelo mercado, segundo Renato Sayeg, da Tetras. Com essa área, a produção deve alcançar 88 milhões de toneladas, 2,6 milhões a menos que a safra atual. Como o consumo mundial de soja tem crescido 4,5%, em média, por ano, o cenário é de oferta apertada. "Os fundamentos são de alta, mas a situação no Japão pode trazer nuances para o mercado que fogem do controle", comentou Sayeg. (Valor Econômico)
Em uma ação inédita, os cooperados da Coasul Cooperativa Agroindustrial estão recebendo um bônus de 1% sobre as compras realizadas em 2010 nos supermercados da cooperativa em São João, São Jorge D'Oeste e Sulina. Mais de 1.300 associados foram beneficiados com valores de até R$250,00 em vale compras nos supermercados. O valor total distribuído é de R$ 24 mil. A iniciativa conforme explica o encarregado pelas unidades, Ademir Rizzo, é a fidelização do cooperado. "Esta é uma vantagem que só quem é associado tem", destaca. Ele ressalta que a campanha continua em 2011 e que para retirar o prêmio e obter mais informações, o cooperado deve ir ao supermercado ou ao entreposto da cooperativa mais próximo. (Imprensa Coasul)
Em sua oitava edição, a Campanha Solidária arrecadou R$ 1.162.970,00, um recorde, como resultado do repasse de 116.297 cupons, dinheiro que fica com aproximadamente 300 entidades assistenciais. Desde agosto, quando a iniciativa começou, as entidades recolheram embalagens cartonadas que foram entregues na Cocamar, em troca de cupons. Estes, por sua vez, seguiram para as comunidades onde, a cada R$ 10,00 doados, os participantes adquiriam o direito de concorrer a prêmios. Nélson Ambrósio Neto, de Santa Mariana, e Osmar Leonício dos Santos, de Maringá, ganharam os 2 veículos Gol geração IV; Rosemiro dos Santos Martins e Josias Ribeiro (ambos de Atalaia), ficaram com as 2 motocicletas Dafra Super 100; por fim, Alice Souza dos Santos e Guilherme Araújo Marques (ambos de Maringá) e Eliana Maria de Souza (Atalaia) foram contemplados com netbooks. (Imprensa Cocamar)