IA - nº 12 - Relação de Troca - 2025
O Informe Agrícola nº 12, de dezembro de 2025, elaborado pela OCEPAR, apresenta a relação de troca entre os preços recebidos pelos produtores de milho, soja e trigo no Paraná e os custos dos principais insumos e máquinas agrícolas. Em dezembro de 2025, os preços médios foram R$53,44 para o milho, R$121,89 para a soja e R$63,92 para o trigo, todos inferiores aos de 2024. Houve aumento nos preços de adubos (+8,9%), herbicidas (+20,7%), inseticidas (+6,8%) e combustíveis (+2%), e redução nos de sementes (-0,7%), tratores (-2,5%) e colhedoras (-11,8%). A análise mostra que, para cobrir os custos variáveis, foram necessárias 108 sacas/ha no milho 1ª safra, 73 sacas/ha no milho 2ª safra, 28 sacas/ha na soja e 56 sacas/ha no trigo, indicando uma relação de troca menos favorável ao produtor em comparação a 2024.
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O Informe de Crédito Rural da Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar tem como objetivo monitorar a evolução do financiamento agrícola no Brasil, com foco especial na destinação de recursos para as cooperativas, tanto no âmbito nacional quanto no estado do Paraná. Além disso, realiza a análise e a comparação do volume de recursos contratados mensalmente em relação às safras anteriores. No quatro primeiro meses de vigência do Plano Safra 2025/26, os recursos aplicados no crédito rural têm origem em diversas fontes, sendo a principal os Recursos Livres, que respondem por 32% do total. Na sequência, destacam-se os Recursos Obrigatórios (23%), LCA (18%), Poupança Rural (11%), Fundos Constitucionais (7%), BNDES (6%) e Outras Fontes (3%). Os dados, divulgados pelo Banco Central do Brasil, evidenciam a diversificação das fontes de financiamento disponíveis para o setor rural. A evolução do crédito rural nos últimos anos revela uma tendência de redução no volume contratado, reflexo, em grande parte, do aumento das taxas de juros em decorrência da elevação da taxa Selic. No Plano Safra 2023/24, o montante contratado foi de R$ 415,46 bilhões, enquanto no ciclo seguinte (2024/25) totalizou R$ 377,99 bilhões. Para a safra atual (2025/26), estão disponíveis R$ 594,4 bilhões para contratação. Contudo, o acumulado nos quatro primeiros meses de operação (julho a outubro de 2025) foram contratados R$ 134,61 bilhões, valor 18,2% inferior ao registrado no mesmo período da safra passada (R$ 164,56 bilhões). As cooperativas brasileiras contrataram, neste período inicial da safra 2025/26, R$ 15,8 bilhões em financiamentos rurais. Desse total, as cooperativas paranaenses responderam por, aproximadamente, 33% (R$ 5,16 bilhão), reforçando a relevância do Paraná no cenário nacional do crédito rural.
O Informe de Crédito Rural da Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, tem como objetivo observar a evolução do funding do Crédito Rural no Brasil, bem como os recursos disponibilizados para as cooperativas a nível nacional e do estado do Paraná, além de identificar e comparar o volume de captação de recursos mensais com safras anteriores. O total das contratações de Crédito Rural na Safra 2022/23, superou em R$ 33 bilhões no primeiro mês do seu lançamento. O valor disponibilizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento – MAPA, foi de R$ 340,8 bilhões. Vale destacar que a maior parte dos recursos usados para contratação teve origem na poupança rural (55%); recursos obrigatórios (20%); recursos com taxas livres (16%); fundos constitucionais (6%) e BNDES equalizável (3%). O informe demonstra que no período que compreende os meses de julho de 2022 até agosto de 2022, ou seja, o primeiro mês do novo Plano Safra, as cooperativas brasileiras captaram R$ 2,4 bilhões, sendo a maior parte destinados apenas para à industrialização e custeio, nesta ordem de importância. Já as cooperativas paranaenses captaram R$ 0,90 bilhões, representando, no plano safra 2022/23, mais de 40% dos recursos captados pelas cooperativas nacionais, destacando-se os segmentos: industrialização e custeio. Essa captação de recursos poderia ser ainda maior se existisse uma disponibilidade de recurso orçamentário do Plano Safra disponível em instituições financeiras que as cooperativas já possuem relações e se asa taxas de juros fossem mais atrativas (menores). Entretanto, apesar das adversidades impostas pelo cenário econômico as cooperativas paranaenses acreditam que a agregação de valor seja o fator diferencial para expandir mercado e suas margens de lucros, consequentemente. Verifica-se também, que a captação total de recurso na política do Crédito Rural, em julho da safra 2022/23, apresentou um forte crescimento em relação ao mesmo período do ano passado. Contudo, dado o aumento do custo de produção provocado pelo cenário econômico, o volume captado até o momento é relevante, porém poderia ser maior se as taxas de juros fossem mais atrativas.
A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (12/09), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado mensal contendo o histórico das projeções macroeconômicas para o Brasil, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2022. Lembramos que o Boletim Focus é uma publicação do Banco Central do Brasil, que traz a evolução gráfica e o comportamento semanal das previsões para índices de preços, atividade econômica, câmbio, taxa Selic, entre outros indicadores. As previsões são do mercado, não do Banco Central. O presente informe da Ocepar apresenta um histórico destas projeções semanais com a finalidade de observação do comportamento dos indicadores ao longo do ano, que variam semanalmente conforme as previsões do mercado. Informe elaborado pela GETEC - Ocepar e indica o histórico das projeções macroeconômicas, por data publicada no Boletim Focus do Banco Central.
A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (07/10), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019, 2020 e 2021. O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade, no período de um ano. Ele é um indicador de fluxo de novos bens e serviços finais produzidos durante um período, por exemplo, se um país não produzir nada em um ano, o seu PIB será nulo, por isso ele é um indicador importante para a avaliação do desempenho da economia. A projeção para o PIB do país não variou com relação à projeção da semana passada, ou seja, em 2019 o país deve crescer 0,87%, um crescimento inferior ao de 2018. O IPCA é um índice criado para medir a variação de preços do mercado para o consumidor final, e representa o índice oficial da inflação no Brasil. A projeção para o IPCA (inflação) para o ano de 2019 ficou em 3,42 % a.a, abaixo da projeção da semana passada, ficando dentro dos limites da meta estabelecida pelo governo. A Selic é a taxa básica de juros da economia no Brasil, utilizada no mercado interbancário para financiamento de operações com duração diária, lastreadas em títulos públicos federais. A projeção para a taxa SELIC não variou com relação à projeção da semana passada, devendo encerrar o ano de 2019 em 4,75% a.a. A taxa de câmbio é uma relação entre moedas de dois países que resulta no preço de uma delas medido em relação à outra. Além de expressar quantitativamente a condição de troca entre duas moedas, ela expressa as relações de troca entre dois países. O câmbio é uma das variáveis macroeconômicas mais importantes, sobretudo para as relações comerciais e financeiras de um país com o conjunto dos demais países. A projeção para a taxa de CÂMBIO não variou com relação à projeção da semana passada, devendo encerrar o ano de 2019 em R$ 4,00 / dólar. Informe elaborado pela GETEC - Ocepar com base no Boletim Focus de 04 de outubro de 2019 - Bacen.