IE - nº 9 - Expectativas de mercado - março.2019
A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (11/03), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019, 2020 e 2021. Uma análise detalhada está disponível no documento em anexo.
Informe elaborado pela GETEC - Ocepar com base no Boletim Focus de 08 de março de 2019 - Bacen.
Download
Veja mais
Nesta edição, o Informe de Mercado Internacional aborda as tendências e oportunidades de mercado no Sudeste Asiático: Tailândia, Singapura e Indonésia.
Destaques da edição: 📌 CNSP regulamenta as Sociedades Cooperativas de Seguros 📌 Paraná publica decretos que prorrogam benefícios fiscais de ICMS 📌 STF aponta avanço no tratamento tributário das cooperativas de serviços 📌 Portaria institui grupo para discutir operacionalização do split payment 📌 Projeto de Decreto legislativo quer sustar o split payment na Reforma Tributária 📌 Workshop debate impactos da Reforma Tributária para cooperativas agropecuárias 📌 Ocepar promove cursos sobre Reforma Tributária para cooperativas operadoras de planos de saúde e de crédito 📌 Ocepar debate Reforma Tributária para produtores rurais em evento do Sicredi 📌 Notas técnicas atualizam documentos fiscais e exigem atenção das cooperativas 📌 Receita Estadual amplia pós-validação da EFD com novas malhas fiscais 📌 Paraná atualiza regras para restituição de ICMS e operações com energia elétrica 📌 Prorrogada a adesão ao Programa Regulariza Paraná para créditos do IAT 📌 Save The Date: Fórum Jurídico do Sistema Ocepar
A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (03/02), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2020, 2021 e 2022. O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade, no período de um ano. Ele é um indicador de fluxo de novos bens e serviços finais produzidos durante um período, por exemplo, se um país não produzir nada em um ano, o seu PIB será nulo, por isso ele é um indicador importante para a avaliação do desempenho da economia. A projeção para o PIB do país diminuiu com relação à projeção da semana passada, ou seja, em 2020 o país deve crescer 2,3%, um crescimento superior ao de 2019. O IPCA é um índice criado para medir a variação de preços do mercado para o consumidor final, e representa o índice oficial da inflação no Brasil. A projeção para o IPCA (inflação) para o ano de 2020 ficou em 3,4 % a.a, abaixo da projeção da semana passada, ficando dentro dos limites da meta estabelecida pelo governo. A Selic é a taxa básica de juros da economia no Brasil, utilizada no mercado interbancário para financiamento de operações com duração diária, lastreadas em títulos públicos federais. A projeção para a taxa SELIC não variou com relação à projeção da semana passada, devendo encerrar o ano de 2020 em 4,25% a.a. A taxa de câmbio é uma relação entre moedas de dois países que resulta no preço de uma delas medido em relação à outra. Além de expressar quantitativamente a condição de troca entre duas moedas, ela expressa as relações de troca entre dois países. O câmbio é uma das variáveis macroeconômicas mais importantes, sobretudo para as relações comerciais e financeiras de um país com o conjunto dos demais países. A projeção para a taxa de CÂMBIO não variou com relação à projeção da semana passada, devendo encerrar o ano de 2020 em R$ 4,10 / dólar Informe elaborado pela GETEC - Ocepar com base no Boletim Focus de 31 de janeiro de 2020 - Bacen.
O Informe Agrícola nº 03, de abril de 2026, da OCEPAR, analisa a relação de troca entre os preços recebidos pelos produtores de milho, soja e trigo e os valores pagos por insumos e maquinários, com base em dados do DERAL até fevereiro de 2026. No período, os preços médios foram de R$ 54,00 para o milho, R$ 117,67 para a soja e R$ 63,00 para o trigo, mantendo a tendência de queda observada nos últimos anos. Apesar de reduções recentes nos preços de alguns insumos, como sementes, combustíveis, tratores e colhedoras, houve aumento nos adubos, herbicidas e inseticidas, o que pressionou a relação de troca. Para cobrir os custos variáveis, foram necessárias 112 sacas/ha no milho 1ª safra, 73 sacas/ha no milho 2ª safra, 31 sacas/ha na soja e 63 sacas/ha no trigo, indicando redução do poder de troca em 2026 frente a 2025, com exceção da soja, e um ambiente econômico menos favorável aos produtores.