Notícias
A indústria de alimentos espera encerrar 2001 com produção 2% maior que a do ano passado e faturamento pouco superior, próximo de R$ 100 bilhões. O setor, que tinha dificuldades em reajustar preços, conseguiu impor alta de 1,5% em outubro, recompondo margens de lucro. O aumento nos preços do frango no exterior e a abertura do mercado russo contribuem com os resultados de frigoríficos, como Sadia e Seara. A previsão para encomendas dos supermercados é maior que as do Natal de 2000 para alguns produtos (ver tabela). Mas o varejo espera crescimento máximo de 1% no ano e não aposta em aquecimento no início de 2002.
No único dia útil da primeira semana de novembro, o Brasil vendeu um total de US$ 257 milhões, o que significou um incremento de 17,1% em relação à primeira semana de novembro de 2000, que contou com dois dias. A média das importações também subiu, 0,8%, passando de US$ 251 milhões no ano passado para US$ 253 milhões em 2001. Com o superávit de US$ 4 milhões, o resultado acumulado no ano passa a ser positivo em US$ 1,502 bilhão. De acordo com nota divulgada pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, a maior alta das exportações aconteceu entre os produtos básicos, com 34,1% de aumento. No caso das importações, cresceram principalmente os gastos com adubos e fertilizantes, 106,7%.
Será no dia 7 de dezembro próximo, no Cietep (Fiep), em Curitiba, o Encontro Estadual das Cooperativas, que tem por objetivo ?Avaliar, em conjunto com a família cooperada, os resultados alcançados pelo Sistema Cooperativista Paranaense, lançar as bases de trabalho para 2002?. O encontro, promovido pela Ocepar e Sescoop Paraná, pretende trazer a Curitiba até 900 cooperativistas de todo o Paraná. O Sescoop está preparando uma programação altamente atrativa, com palestras sobre motivação, família e momentos de descontração através de palestra show. Cícero Isolani, gerente de Desenvolvimento Humano do Sescoop, alerta que o número de vagas é limitado.
O Brasil poderá perder a condição de auto-suficiente na produção de algodão, alcançada nesta safra. Para o próximo ano, a estimativa é de redução de até 20% na produção. A menor oferta não significa, no entanto, maior dependência de importações. analistas do mercado acreditam que a necessidade de produtos importados possa ser até 27% maior e outros asseguram que o excedente deste ano poderá suprir a demanda.
Será no dia 7 de dezembro próximo, no Cietep, em Curitiba, o Encontro Estadual das Cooperativas, que tem por objetivo ?Avaliar, em conjunto com a família cooperada, os resultados alcançados pelo Sistema Cooperativista Paranaense, lançar as bases de trabalho para 2002?. O encontro, promovido pela Ocepar e Sescoop Paraná, pretende trazer a Curitiba até 900 cooperativistas de todo o Paraná. O Sescoop está preparando uma programação altamente atrativa, com palestras sobre motivação, família e momentos de descontração através de palestra show. Cicero Isolani, gerente de Desenvolvimento Humano do Sescoop, alerta que o número de vagas é limitado.
As cooperativas paranaenses que vendem produtos no atacado terão uma dupla oportunidade de fazer o seu marketing em Goiás, durante a Expcoop, a ser realizada de 18 a 21 de novembro próximo: a demonstração dos produtos no estande "Cooperativismo Paranaense - Produtos e Serviços", e na rodada de negócios promovida pela OCG - Organização das Cooperativas de Goiás. A rodada de negócios ocorrerá entre dezenas de cooperativas de vários Estados e supermercadistas de Goiás. O estande das cooperativas do Paraná terá 36 m2 e reunirá os principais produtos processados pelas cooperativas paranaenses, além de informações sobre o Cooperativismo.
A Secretaria da Receita Federal divulgou no último dia 23 de outubro, a Instrução Normativa nº 86, que regulamenta o artigo 72 da Medida Provisória (MP) 2158/35 que revoga a Instrução Normativa 68, sobre formas e prazos para apresentação dos arquivos digitais e sistemas utilizados por pessoas jurídicas, das quais estão inseridas as Sociedades Cooperativas quanto a obrigação do cumprimento dos dispositivos nela constante, que vigorará a partir de 1º de janeiro de 2002.
O Brasil pode subir do 6º. para o 4º. maior exportador mundial de carne de suínos, segundo estimativa feita pelo setor, que prevê a venda de 220 mil toneladas de carne neste ano. Até o mês de agosto as vendas totalizaram R$ 226 milhões, ou 128% a mais do que o mesmo período do ano passado. Internamente os preços têm reagido um pouco nos Estados do Sul, chegando a R$ 1,40 kg aos produtores que recebem bonificação por qualidade.
As indústrias exportadoras de frango identificaram leve aumento nas vendas externas entre o final de setembro e o início de outubro, por conta da ofensiva militar dos Estados Unidos no Afeganistão e a decorrente antecipação de contratos de exportação para o Oriente Médio. Num estado de guerra é preciso fazer mais estoques. De janeiro a agosto deste ano, o país teve um expressivo crescimento nas vendas para o oriente médio, exportando 287,9 mil toneladas, resultando em 20% a mais que em 2000.
Com apoio do Sesc PR foi encerrado no dia 19 o ciclo de treinamento promovido pela Unimev -Cooperativa de Médicos Veterinários do Paraná. Os treinamentos foram realizados em 5 cinco regiões do Estado, nas cidades de Londrina (16 e 17/08); Umuarama (30 e 31/08); Cascavel (13 e 14/09); Francisco Beltrão (27 e 28/09) e Curitiba em (18 e 19/10). A Unimev pode atender qualquer empresa ou cooperativa, através dos cooperados que atuam nas várias regiões do Paraná. Interessados em obter mais informações podem telefonar para 041- 363-6333, ou enviar um e-mail para .
Até o final desse mês, a BM&F - Bolsa de Mercadorias e Futuros - vai anunciar as novas regras para o contrato futuro de milho. Uma das novidades é que o produto passará a ser negociado em reais (R$), e não mais em dólares (US$).
A Philip Morris Kraft Foods vendeu suas marcas de laticínios Glória e Avaré para a Parmalat. Segundo a agência AgroCast o negócio inclui as fábricas de Cerqueira Cesar (SP), Itaperuna (RJ) e Járaguá do Sul (SC).
Em ofício enviado ao presidente da Ocepar, o engenheiro agrônomo e extensionista da Emater Paraná, Silvio Tedéo, agradece a publicação do "álbum" dos construtores do cooperativismo paranaense e aproveita para comunicar sua adesão ao Plano de Demissão Voluntária (PDV) da empresa, onde atuou por mais de 34 anos. Período este em que colaborou de forma direta para o desenvolvimento do sistema cooperativista no Estado do Paraná, sendo considerado pela Ocepar como um dos seus "construtores". Na sua carta, Tedéo afirma que "o cooperativismo tem sido ao longo dos anos um sistema que através da solidariedade entre as pessoas tem permitido uma inestimável melhoria de nossa sociedade. Ficamos felizes por fazer parte daqueles que pessoalmente e profissionalmente acreditam nesta forma de organização social. Em meu nome, de meus familiares, agradecemos a lembrança, desejando que o cooperativismo se firme cada vez mais como uma doutrina econômica-social, proporcionando melhorias ao conjunto de nossa sociedade, em especial para os mais fracos economicamente.
O plantio da primeira safra de feijão da safra das águas 2001/02 está adiantado na região sul, e a previsão são de aumento de área em todos os estados da região sul. O principal fator desse aumento foi os altos preços do produto esse ano, estimulados, pela quebra da safra baiana. No Paraná, maior estado produtor do país, com 468,7 milhões de toneladas 2000/01, o plantio da primeira safra já alcança 397,95 mil hectares para uma intenção de plantio de 440,39 mil hectares, sendo que a previsão de aumento de área será de 11%, em relação a safra passada.
O Relatório semanal do Deral, divulgado ontem (10), indica nova queda na qualidade geral das lavouras de trigo do Paraná em decorrência das fortes chuvas e do vento que vêm atingindo o estado. O Deral estima que 57,7% das lavouras apresentam boas condições e 12,3% estão sendo consideradas em condições ruins. Até o dia 9 de outubro a colheita já foi finalizada em 77% da área total, contra 65,3% da semana passada, o que projeta um volume total já colhido de 1,3 milhão de toneladas.
A Ocepar e o Sescoop-PR estão desenvolvendo o Programa Integral de Apoio às Pequenas Cooperativas que prevê três ações distintas: o acompanhamento do desenvolvimento individual de cada cooperativa; a qualificação dos seus integrantes e a divulgação de suas ações no mercado. No acompanhamento, todas as 103 cooperativas com registro legal na Ocepar foram visitadas e cadastradas por profissional do Sescoop-PR. A qualificação de seus integrantes é realizada conforme demanda levantada pela cooperativa individualmente ou através da Fetrabalho em treinamentos conjuntos. A divulgação está iniciando agora com o Plano de Divulgação dos Serviços do Cooperativismo, cujo objetivo é divulgar as ações das cooperativas no seu mercado de trabalho instituindo o "Portfólio das Cooperativas de Trabalho do Paraná". As cooperativas que apresentam condições de participar do Plano estão recebendo instruções para inclusão de seus dados no portfólio.
Os 10 países que mais compram produtos do Paraná são os Estados Unidos (17,4%), Argentina (7,7%), França (6,3%), Holanda (5,7%), Espanha (5,4%), Alemanha (5,4%), Itália (4,3%), Reino Unido (3,5%), México (2,7%) e China (2,4%). Já o que mais vendem são a Alemanha (17,9%), Estados Unidos (13,3%), Argentina (13,1%), Nigéria (6,8%), França (6,6%), Itália (6,3%), México (3,3%), Espanha (2,9%), Japão (2,7%) e Paraguai (2,4%). A tabela seguinte mostra a participação de cada setor no valor das exportações, dintinguindo-se soja e farelo de soja em primeiro lugar, somando mais de R$ 800 milhões, e o setor automobilístico em terceiro, com R$ 397 milhões. (Tabela 1).
O presidente da Coagel, cooperativa de Goioerê, Osmar Pomini, informou que haverá uma redução de aproximadamente 50% na produção de algodão na região, em relação à última safra. O município, que na safra de 94/95 chegou ostentar o título de maior produtor de algodão do Estado, quando plantou 74 mil hectares, no ano passado plantou apenas 9 mil, com uma produção de 1,4 milhões de arrobas. E no próximo plantio não deverá chegar aos 5 mil hectares cultivados.