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A Philip Morris Kraft Foods vendeu suas marcas de laticínios Glória e Avaré para a Parmalat. Segundo a agência AgroCast o negócio inclui as fábricas de Cerqueira Cesar (SP), Itaperuna (RJ) e Járaguá do Sul (SC).
Em ofício enviado ao presidente da Ocepar, o engenheiro agrônomo e extensionista da Emater Paraná, Silvio Tedéo, agradece a publicação do "álbum" dos construtores do cooperativismo paranaense e aproveita para comunicar sua adesão ao Plano de Demissão Voluntária (PDV) da empresa, onde atuou por mais de 34 anos. Período este em que colaborou de forma direta para o desenvolvimento do sistema cooperativista no Estado do Paraná, sendo considerado pela Ocepar como um dos seus "construtores". Na sua carta, Tedéo afirma que "o cooperativismo tem sido ao longo dos anos um sistema que através da solidariedade entre as pessoas tem permitido uma inestimável melhoria de nossa sociedade. Ficamos felizes por fazer parte daqueles que pessoalmente e profissionalmente acreditam nesta forma de organização social. Em meu nome, de meus familiares, agradecemos a lembrança, desejando que o cooperativismo se firme cada vez mais como uma doutrina econômica-social, proporcionando melhorias ao conjunto de nossa sociedade, em especial para os mais fracos economicamente.
O plantio da primeira safra de feijão da safra das águas 2001/02 está adiantado na região sul, e a previsão são de aumento de área em todos os estados da região sul. O principal fator desse aumento foi os altos preços do produto esse ano, estimulados, pela quebra da safra baiana. No Paraná, maior estado produtor do país, com 468,7 milhões de toneladas 2000/01, o plantio da primeira safra já alcança 397,95 mil hectares para uma intenção de plantio de 440,39 mil hectares, sendo que a previsão de aumento de área será de 11%, em relação a safra passada.
O Relatório semanal do Deral, divulgado ontem (10), indica nova queda na qualidade geral das lavouras de trigo do Paraná em decorrência das fortes chuvas e do vento que vêm atingindo o estado. O Deral estima que 57,7% das lavouras apresentam boas condições e 12,3% estão sendo consideradas em condições ruins. Até o dia 9 de outubro a colheita já foi finalizada em 77% da área total, contra 65,3% da semana passada, o que projeta um volume total já colhido de 1,3 milhão de toneladas.
A Ocepar e o Sescoop-PR estão desenvolvendo o Programa Integral de Apoio às Pequenas Cooperativas que prevê três ações distintas: o acompanhamento do desenvolvimento individual de cada cooperativa; a qualificação dos seus integrantes e a divulgação de suas ações no mercado. No acompanhamento, todas as 103 cooperativas com registro legal na Ocepar foram visitadas e cadastradas por profissional do Sescoop-PR. A qualificação de seus integrantes é realizada conforme demanda levantada pela cooperativa individualmente ou através da Fetrabalho em treinamentos conjuntos. A divulgação está iniciando agora com o Plano de Divulgação dos Serviços do Cooperativismo, cujo objetivo é divulgar as ações das cooperativas no seu mercado de trabalho instituindo o "Portfólio das Cooperativas de Trabalho do Paraná". As cooperativas que apresentam condições de participar do Plano estão recebendo instruções para inclusão de seus dados no portfólio.
Os 10 países que mais compram produtos do Paraná são os Estados Unidos (17,4%), Argentina (7,7%), França (6,3%), Holanda (5,7%), Espanha (5,4%), Alemanha (5,4%), Itália (4,3%), Reino Unido (3,5%), México (2,7%) e China (2,4%). Já o que mais vendem são a Alemanha (17,9%), Estados Unidos (13,3%), Argentina (13,1%), Nigéria (6,8%), França (6,6%), Itália (6,3%), México (3,3%), Espanha (2,9%), Japão (2,7%) e Paraguai (2,4%). A tabela seguinte mostra a participação de cada setor no valor das exportações, dintinguindo-se soja e farelo de soja em primeiro lugar, somando mais de R$ 800 milhões, e o setor automobilístico em terceiro, com R$ 397 milhões. (Tabela 1).
O presidente da Coagel, cooperativa de Goioerê, Osmar Pomini, informou que haverá uma redução de aproximadamente 50% na produção de algodão na região, em relação à última safra. O município, que na safra de 94/95 chegou ostentar o título de maior produtor de algodão do Estado, quando plantou 74 mil hectares, no ano passado plantou apenas 9 mil, com uma produção de 1,4 milhões de arrobas. E no próximo plantio não deverá chegar aos 5 mil hectares cultivados.
Prestes a completar 39 anos de existência, a Copagra - Cooperativa Agrária dos Cafeicultores de Nova Londrina, quer dar a volta por cima nas dificuldades enfrentadas nos últimos anos, encerrando o exercício com um faturamento aproximado de R$ 35 milhões e com a previsão de novos investimentos. Para o engenheiro agrônomo e presidente da cooperativa, Miguel Rubens Tranin, os desafios foram feitos para serem superados, por isso, em parceria com os demais integrantes da atual diretoria, que assumiram suas funções em março último, além do saneamento da Copagra, pretendem torná-la novamente um ponto de referência para toda região Noroeste. "O cooperativismo ainda é a melhor solução e nossos 1.800 cooperados sabem disso e querem uma cooperativa forte e pujante, por isso estamos investindo em projetos viáveis e de fundamental importância para a manutenção destes produtores na atividade", afirma.
Presidente, dirigentes e executivos das cooperativas paranaenses são esperados em Curitiba, no próximo dia 15, para o Fórum de Dirigentes, promovido pela Ocepar e Sescoop Paraná, com objetivo de avaliar as conseqüências econômicas dos recentes atentados terroristas contra os Estados Unidos. Os professores Gilberto Dupas e José Roberto Mendonça de Barros serão os conferencistas. As inscrições devem ser feitas pelo telefone (041) 352-2276 ou e-mail .
Os embarques agrícolas cresceram 19,5% no período, para US$ 8,757 bilhões, sobre janeiro/agosto do ano passado, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Já os gastos com as importações diminuíram 26,5%, para US$ 969 milhões. Mais uma vez os destaques das exportações agrícolas foram os produtos do complexo soja (grão, farelo e óleo) e as carnes - frango, suíno e bovino. Veja nos quadros a seguir os números das exportações e importações realizadas entre os meses de janeiro e agosto.
No mês de setembro, até a 3ª semana, as exportações acumulam US$ 3.605 milhões e as importações, US$ 3.011 milhões, com saldo positivo de US$ 594 milhões. No acumulado do ano, a balança comercial apresenta superávit de US$ 1.253 milhões, com exportações de US$ 43.224 milhões e importações de US$ 41.971 milhões. Os dados foram divulgados hoje (24/09) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Na exportação, comparada a média do período acumulado até a 3ª semana de setembro (US$ 257,5 milhões) com a média de setembro/2000 (US$ 236,2 milhões), houve aumento de 9,0%, por conta dos produtos básicos e semimanufaturados, que apresentaram, respectivamente, aumentos de 53,2% (de US$ 49,9 milhões para US$ 76,5 milhões) e de 2,2% (de US$ 35,9 milhões para US$ 36,7 milhões). (fonte: Min. do Des. Ind. e Comércio Exterior).
As cotações do milho registraram forte queda durante a semana na bolsa de Chicago. Em sete dias, a cotação do grão recuou 3,1% na bolsa norte-americana. O preço de sexta-feira era de US$ 85,53 por tonelada. A queda foi atribuída ao avanço na colheita, com condições climáticas favoráveis. Os preços da soja tiveram fortes oscilações para cima e para baixo, com os contratos de sexta-feira fechando em US$ 175,36 por tonelada, com queda na semana em 0,7%, como resultado do avanço da colheita no meio Oeste.
Segundo informações de Reinaldo Fiuza Sobrinho, gerente da Unidade Industrial de Aves do frigorífico da Cooperativa Lar, instalado no município de Matelândia, já estão sendo realizados cerca de 110 cortes e produtos diferentes, especialmente desenvolvidos e registrados, dos quais cerca de 50 são produzidos todos os dias de acordo com a demanda do mercado interno e externo. Atualmente, a Unidade está abatendo 130 mil aves por dia das quais 96% são comercializadas em cortes e apenas 4% inteiras. Para o diretor presidente, Irineo da Costa Rodrigues, ?a conquista de mercados externos já fornecidos, é um prêmio à excelência da nossa Unidade Industrial de Aves, testemunhada pelos órgãos oficiais de fiscalização e inspeção e reconhecida pelo consumidor?, ressalta o dirigente.
Com uma palestra sobre a inserção do cooperativismo na atividade odontológica, a Uniodonto recepciona na noite de hoje, no auditório da Ocepar, 70 novos cooperados. Segundo o presidente da Uniodonto Curitiba, Luiz Francisco Gianini, como estes novos profissionais, a cooperativa passa a contar agora com 680 associados.
Nesta terça-feira, dia 18, a diretoria da Coagel realiza um ciclo de palestras junto ao seu quadro social. As palestras fazem parte de um calendário anual da cooperativa. O primeiro ciclo de palestras normalmente é realizado no mês de agosto, quando a diretoria faz um relato da evolução do primeiro semestre e apresenta a tendência de mercado para a próxima safra de verão. Excepcionalmente neste ano, em virtude da safra de inverno estar em pleno desenvolvimento, a Coagel resolveu atrasar alguns dias o início das palestras. O segundo ciclo de palestras ocorrerá em janeiro próximo, denominado de pré-assembléia, ocasião em que a Coagel reúne os seus cooperados e discute com antecedência o balanço do exercício que será apresentado na AGO. Este ciclo de palestras da Coagel conta com o apoio do Sescoop-Paraná.
O consultor de empresas Milton Dallari repetiu, ontem, em Maringá, denúncias que fez recentemente em fórum realizado na Ocepar: a atuação de frigoríficos controlados por ??laranjas??. Os frigoríficos abrem, compram e abatem bois normalmente por um período que varia de meses a anos e, de repente, fecham as portas. O abatedouro muda de endereço, geralmente para outro Estado, onde continuará atuando através de novos ?laranjas?. Por onde passam deixam no prejuízo criadores que quiseram ganhar algo a mais, fazendo negócios ?no fio do bigode?, não oficializados através de contratos ou notas fiscais. Sem provas, os criadores não podem oficializar suas denúncias e os industriais da sonegação continuam sua atividade impunemente. Na sua coluna de hoje na Folha do Paraná, Oswaldo Petrin traz a afirmação de Dallari de que ?um dos problemas enfrentados pelos pecuaristas de corte no Paraná não se chama globalização, carga tributária ou custos de produção. O ponto de estrangulamento da atividade está na existência de frigoríficos que, controlados por ??laranjas??, não inspiram confiança no mercado?.(Fonte: Folha do Paraná, 11/09/2001).
A safra de casulo do bicho da seda 2001/2002 da Cocamar deverá ser 31% maior em relação à safra anterior. A perspectiva é de que serão produzidos de setembro/2001 a julho do próximo ano 950 toneladas de casulos verdes, contra 723,4 toneladas na última safra. A expectativa de crescimento da produção se deve principalmente ao aumento no número de produtores. Para esta safra há 260 novos produtores distribuídos por toda a área de ação da Cocamar, com 780 hectares a mais cultivados com amoreira, cujas folhas alimentam as lagartas. O maior número se concentra em Tamarana, sob os cuidados da unidade da Cocamar de Borrazópolis. A primeira entrega de lagartas, cerca de 200 caixas, ocorreu no dia 30 de agosto, e a Cocamar deve começar a receber os casulos de seda deste primeiro lote no início de outubro.
Através de videoconferência a ser transmitida a partir das 15 horas desta terça-feira, o ministro Pratini de Moraes apresenta o Plano Agrícola e Pecuário 2001/2002. Durante a apresentação, será mostrada mensagem do presidente Fernando Henrique Cardoso sobre o plano agrícola com 90 segundos de duração. A videoconferência será transmitida pelo sistema EmbrapaSat para todas a unidades da Embrapa e pela Embratel, podendo ser captada nos seguintes canais de parabólicas: Transponder 6 A 1, polarização Horizontal; Banda C - frequência 3910 mhz; Banda L - freqüência 1240 mhz. Interessados poderão assistir à transmissão nas unidades da Embrapa. Interessados poderão obter informações, no Paraná, pelo fone (041) 666-1863, bem como pelo email .
Os produtores gaúchos de suínos perderam hoje (06/09) seu principal mercado no exterior com a imposição de uma barreira pela Argentina à carne suína com osso do Rio Grande do Sul, por causa da existência de febre aftosa no Estado. O país recebe 58% da produção exportada, que somou 17 mil toneladas entre janeiro e agosto deste ano. O segundo comprador é o Uruguai, que absorve 20,75% das exportações. (fonte: Agrocast)