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UNIMED PONTA GROSSA: Projeto Pezinho em Casa completa um ano no HGU

unimed ponta grossa 06 03 2023O Projeto Pezinho em Casa, do Hospital Geral Unimed (HGU), da Unimed Ponta Grossa, está completando um ano. Com o intuito de personalizar o atendimento da mãe e do bebê, as coletas para o teste do pezinho são realizadas em domicílio.

Origem - A ideia surgiu em 2020, durante a pandemia e, após alguns testes-piloto, o programa foi estruturado e implantado no hospital no ano passado. De acordo com Fernanda Silva Martins, técnica de enfermagem responsável pelas coletas, quando não há complicações, um paciente pós-cirúrgico normalmente recebe alta 24 horas após a cirurgia. No caso das parturientes, este prazo se estendia por causa do teste do pezinho. “Se a coleta pudesse ser feita em casa, a paciente poderia receber alta em 24 horas e ser atendida no aconchego familiar, sem deixar de lado a segurança das condições clínicas, tanto da mãe quanto do bebê”.

Coleta - Antes de receber alta, a paciente pode optar pela coleta em domicílio e aguarda o contato da equipe para o agendamento. A coleta é feita de acordo com a recomendação do Ministério da Saúde, entre o terceiro e o quinto dia de vida do recém-nascido.

Cuidados - A enfermeira coordenadora da maternidade do HGU, Heidlane Cezar, ressalta outros cuidados realizados durante a visita. “Para garantir a segurança da alta precoce, e também para atender às recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria de segurança na alta, além da coleta, vários outros aspectos são avaliados, como amamentação, avaliação física do bebê e da mãe”.

Rotina - Para Vivian Silva de Melo Fiala, dentista e mãe do Gabriel, a coleta em domicílio favorece também a rotina das famílias. “Muito mais que apenas o teste do pezinho, tirou dúvidas sobre vários assuntos. O atendimento hospitalar domiciliar é bem melhor, pois tenho outro filho pequeno e estávamos todos ansiosos para chegar em casa logo. Fiquei muito feliz com os cuidados com minha família”.

Exame - O exame é feito a partir da coleta de sangue do calcanhar do bebê e é obrigatório em todo o país. O teste permite detectar precocemente 50 doenças genéticas e metabólicas que podem desencadear a deficiência intelectual, comprometendo a saúde da criança, como fenilcetonúria, hipotireoidismo congênito, fibrose cística, toxoplasmose congênita e doença falciforme, por exemplo.

Experiência - O engenheiro Tiago da Silva Alves, pai do Oliver que nasceu em fevereiro, comenta sobre a experiência. “Damos preferência para fazer o maior número de intervenções em casa onde nos sentimos mais seguros com nosso bebê. Por isso, fazer o teste do pezinho em casa foi surpreendente. Adoramos”.

Nascimentos - Em 2022, o HGU registrou 1.388 nascimentos e, destes bebês, 902 receberam a equipe para coleta do teste e orientações. No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, em 2021, o programa de triagem testou 2,2 milhões de recém-nascidos. (Imprensa Unimed Ponta Grossa)

 

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