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Você está preparado para assumir sozinho todo o risco da sua lavoura?

credicoamo 17 09 2026Uma safra reúne investimento, trabalho e expectativa de resultado. Antes mesmo de colocar a produção no campo, o associado já compromete recursos com sementes, fertilizantes, defensivos, operações e tecnologia. Ao longo do ciclo, novos investimentos são feitos até chegar o momento da colheita.

O problema é que, entre o plantio e a comercialização, existe um fator que não responde ao planejamento do associado: o clima.

Granizo, excesso de chuva e tempestades podem atingir a lavoura e comprometer, em pouco tempo, o resultado de meses de trabalho. Por isso, a gestão da atividade rural também passa pela decisão de como lidar com os riscos que não podem ser eliminados.

Além de uma questão cultural, o seguro agrícola é uma ferramenta de gestão e segurança financeira. Para a Credicoamo, proteger a lavoura precisa estar no mesmo planejamento que envolve o investimento na produção, justamente porque o patrimônio e a renda da família rural também estão expostos aos eventos climáticos.

O risco é o mesmo. O tamanho da lavoura não muda o clima

O presidente executivo da Credicoamo, Alcir José Goldoni, chama atenção para uma característica do risco climático: ele não escolhe o tamanho da propriedade. “O evento climático que destrói 10 alqueires pode destruir a área toda. Ninguém controla o clima, mas todo produtor pode escolher como administrar esse risco.”

É justamente nessa decisão que entra o Seguro Agrícola. A proteção busca reduzir o impacto financeiro de eventos previstos na apólice e preservar parte do capital que foi colocado na produção.

A Credicoamo atua há mais de duas décadas no desenvolvimento e aprimoramento de soluções de seguros para seus associados. Nesse período, a evolução das propriedades, da tecnologia e da produtividade também trouxe a necessidade de aperfeiçoar as formas de proteção da lavoura.

Uma parcela do custo diante de todo o investimento realizado

Para o presidente, a análise do seguro precisa considerar não apenas o valor da contratação, mas principalmente o patrimônio que está sendo protegido. “O seguro agrícola representa uma pequena parcela do custo de produção, mas protege todos os demais investimentos da safra.”

A lógica é direta: quanto maior o volume de recursos empregado na lavoura, maior também pode ser o impacto financeiro de uma perda significativa. Uma ocorrência climática não atinge apenas o que estava previsto para ser colhido. Ela pode comprometer o fluxo financeiro da propriedade e a capacidade de manter os próximos ciclos.

Esse cenário também exige atenção ao custo da proteção. Diante da redução dos recursos governamentais destinados à subvenção do prêmio do seguro agrícola, a Credicoamo negociou condições mais competitivas junto às seguradoras, resultando em reduções médias de custo entre 17% e 30% em algumas regiões.

Outro avanço está relacionado às coberturas. Com o aumento dos gatilhos de produtividade, os associados passam a contar com uma proteção mais alinhada à realidade tecnológica e produtiva das propriedades, acompanhando a evolução da assistência técnica, do manejo e da performance das lavouras.

Proteger o investimento antes que o clima surpreenda

O seguro não muda o clima e não elimina o risco de uma ocorrência. Ele permite que o associado não fique sozinho diante das consequências financeiras de um evento coberto.

É uma decisão que precisa ser tomada antes de o problema acontecer, quando ainda existe possibilidade de escolher como proteger o investimento realizado.

A importância dessa decisão pode ser percebida também em uma comparação simples feita por Alcir: muitos consumidores não sairiam de uma concessionária com um veículo novo sem contratar um seguro, mas ainda existe resistência em proteger uma lavoura cujo valor investido pode equivaler a vários automóveis.

A diferença é que, no campo, o risco não está apenas sobre um bem adquirido. Está sobre uma produção que envolve capital, trabalho, renda e a continuidade de uma atividade.

“Você levou anos para construir seu patrimônio. Por que deixar tudo dependente de algo que ninguém controla? Chuva excessiva, tempestades e granizo podem comprometer uma lavoura. O clima é imprevisível. A proteção não precisa ser”, alerta Alcir.

Há ainda outro aspecto que reforça a importância da proteção. As regras atuais do crédito rural estabelecem que produtores que não contratarem seguro agrícola podem perder o direito às condições especiais de prorrogação de dívidas previstas em situações de perdas provocadas por eventos climáticos. Nesses casos, eventuais renegociações podem ocorrer em condições de mercado, geralmente mais onerosas.

Por isso, o seguro também passa a integrar uma visão mais ampla de gestão financeira da atividade: proteger a lavoura é, ao mesmo tempo, preservar a capacidade de atravessar um eventual evento climático e manter o planejamento dos próximos ciclos.

Proteção que garante a continuidade da produção

Na Credicoamo, o associado pode ir ao seu local de relacionamento para conhecer as opções de Seguro Agrícola, verificar as condições de contratação e fazer uma cotação.

O objetivo é oferecer produtos personalizados, custos competitivos e orientação especializada para que cada associado possa avaliar a proteção mais adequada à sua realidade.

O risco faz parte da atividade rural. Administrá-lo também é uma decisão de gestão.

E essa decisão ultrapassa a safra atual. Ela envolve a continuidade da atividade, a segurança da família e aquilo que será deixado para as próximas gerações. “O produtor não tem controle sobre o clima, mas tem controle sobre a proteção do seu investimento. E essa proteção é fundamental para garantir a continuidade da atividade, a segurança da família e o futuro das próximas gerações no campo. Não seja a sua própria seguradora”, finaliza o presidente. (Comunicação Credicoamo)

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