Sondagem Industrial: Empresários esperam um 2005 melhor para a economia brasileira
2004 - A Sondagem Industrial apontou que em 2004 apenas 8,06% das empresas paranaenses não registraram aumentos de produtividade. Este percentual é o menor já registrado desde 1995. Em 2003, este percentual ficou em 10,42%, sendo que o menor índice foi apontado no ano de 2000 (9,59%). Entre aquelas empresas que registraram ganhos de produtividade, o principal fator para ampliar a produção foi o Melhor gerenciamento de pessoal (56,67%). Depois, vieram Modernização tecnológica (35,83%), Melhor tratamento e administração das informações (32,78%), Utilização de técnicas gerenciais modernas (22,22%) e Terceirização (11,67%).
Competitividade - A grande maioria das empresas paranaenses (95,91%) considera que a informação é estratégica para os negócios. Para isto, eles contratam serviços de Instituições privadas (37,91%), Consultores (28,57%) e Instituições públicas (25,27%). Estas informações são usadas na ação das indústrias para que possam se tornar mais competitivas no mercado. Quase a metade dos entrevistados (44,92%) afirma que vem ganhando a competitividade. Outra parcela (45,76%) avalia que estão mantendo a sua competitividade e apenas um pequeno número vem perdendo competitividade. Quanto à competitividade internacional, 25,83% das empresas consideram que têm produtos aptos para ganhar mercado. Em função disto, 23,33% pretendem expandir seus esforços em ampliar as exportações.
Gargalos - Quando o assunto são entraves econômicos, as empresas sinalizam que carga tributária elevada (72,78%) é o maior peso na economia. A segunda queixa é sobre os encargos sociais (61,93%), seguido de problemas de distribuição (25,56%) e mão-de-obra (22,78%). A infra-estrutura paranaense é critica pelos empresários. Mais da metade dos entrevistados (57,50%) considera que estão insatisfeitos com as rodovias paranaenses. Trinta por cento dos empresários não estão satisfeitos com os portos paranaenses. Na avaliação dos industriais, os melhores serviços são de telefonia (58,89%) e o de energia elétrica (63,06%). (Fiep)