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PNAD Contínua Trimestral: desocupação cai em 13 das 27 UFs no 2° trimestre de 2026

ibge 14 08 2026FOTO: PixabayA taxa de desocupação do país no segundo trimestre de 2026 foi de 5,4%, redução de 0,7 ponto percentual em comparação com o 1º trimestre de 2026 (6,1%) e recuo de 0,4 ponto percentual frente ao 2º trimestre de 2025 (5,8%).

Frente ao trimestre imediatamente anterior, a taxa de desocupação diminuiu em 13 unidades da federação: Santa Catarina (-0,6 p.p.), Maranhão (-0,9 p.p.), Espírito Santo (-0,9 p.p.), Mato Grosso (-0,9 p.p.), Goiás (-1,0 p.p.), Rondônia ( -1,0 p.p.), Mato Grosso do Sul (-1,1 p.p.), Minas Gerais (-1,2 p.p.), Alagoas (-1,3 p.p), Tocantins (-1,5 p.p.), Acre (-1,6 p.p.), Paraíba (-1,6 p.p.), Rio Grande do Norte (-1,9 p.p.). As demais ficaram estáveis. As maiores taxas de desocupação foram no Amapá (9,8%), Bahia (9,1%), Pernambuco (8,3%), Piauí (8,3%) e Sergipe (7,9%); as menores foram em Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%), Rondônia (2,6%) e Mato Grosso do Sul (2,7%).

A taxa de desocupação por sexo foi de 4,6% para os homens e 6,4% para as mulheres no segundo trimestre de 2026. Já a taxa de desocupação por cor ou raça ficou abaixo da média nacional (5,4%) para os brancos (4,2%) e acima para os pretos (6,9%) e pardos (6,1%).

A taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto (9,0%) superava as taxas dos demais níveis de instrução. Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi 5,6%, quase o dobro da verificada para o nível superior completo (3,0%).

No segundo trimestre de 2026, a taxa composta de subutilização (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada) foi de 12,9%. Piauí (26,6%) teve a maior taxa, seguido por Bahia (24,4%) e Alagoas (23,4%). As menores taxas foram em Santa Catarina (4,1%), Rondônia (6,0%) e Mato Grosso (6,1%).

O percentual de desalentados (frente à população na força de trabalho ou desalentada) no primeiro trimestre de 2026 foi de 2,1%. Maranhão (9,4%), Alagoas (8,1%) e Piauí (7,0%) tiveram os maiores percentuais, enquanto os menores estavam em Santa Catarina (0,2%), Espírito Santo (0,6%) e Rondônia (0,7%).

No segundo trimestre de 2026, o percentual de empregados com carteira assinada era de 74,4% dos empregados do setor privado no país. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (86,7%), São Paulo (82,0%) e Mato Grosso do Sul (81,0%), enquanto os menores foram no Maranhão (53,6%), Piauí (54,2%) e Acre (55,1%).

O percentual da população ocupada do país trabalhando por conta própria no segundo trimestre de 2026 foi de 25,3%. Os maiores percentuais foram no Maranhão (33,8%), Amapá (31,0%) e Pará (30,3%) e os menores, no Acre (17,5%), Distrito Federal (18,0%) e Tocantins (18,9%).

A taxa de informalidade do país foi de 37,4% da população ocupada. As maiores taxas ficaram com Maranhão (56,9%), Pará (55,9%) e Amazonas (51,7%) e as menores, com Santa Catarina (25,4%), Distrito Federal (28,7%) e Mato Grosso do Sul (29,2%).

No segundo trimestre de 2026, o país tinha 1,1 milhão de pessoas que buscavam por trabalho há dois anos ou mais. Esse contingente recuou 15,6% em relação ao segundo trimestre de 2025, quando 1,3 milhão de pessoas estavam nessa condição.

Já 1,1 milhão de pessoas buscavam por trabalho há menos de um mês. Esse contingente caiu 2,4% ante o mesmo trimestre de 2025, quando 1,2 milhão de pessoas buscavam uma ocupação há menos de um mês.

Taxa de desocupação recua em 13 UFs frente ao trimestre anterior

Frente ao trimestre imediatamente anterior, a taxa de desocupação diminuiu em 13 unidades da federação: Santa Catarina (-0,6 p.p.), Maranhão (-0,9 p.p.), Espírito Santo (-0,9 p.p.), Mato Grosso (-0,9 p.p.), Goiás (-1,0 p.p.), Rondônia ( -1,0 p.p.), Mato Grosso do Sul (-1,1 p.p.), Minas Gerais (-1,2 p.p.), Alagoas (-1,3 p.p), Tocantins (-1,5 p.p.), Acre (-1,6 p.p.), Paraíba (-1,6 p.p.), Rio Grande do Norte (-1,9 p.p.). As demais ficaram estáveis. As maiores taxas de desocupação foram no Amapá (9,8%), Bahia (9,1%), Pernambuco (8,3%), Piauí (8,3%) e Sergipe (7,9%); as menores foram em Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%), Rondônia (2,6%) e Mato Grosso do Sul (2,7%).

Piauí tem a maior taxa de subutilização (26,6%) e Santa Catarina, a menor (4,1%)

No segundo trimestre de 2026, a taxa composta de subutilização (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada) foi de 12,9%. Piauí (26,6%) teve a maior taxa, seguido por Bahia (24,0%) e Alagoas (23,4%). As menores taxas foram em Santa Catarina (4,1%), Rondônia (6,0%) e Mato Grosso (6,1%).

Menor percentual de trabalhadores com carteira é no Maranhão (53,6%) e o maior, em Santa Catarina (86,7%)

No segundo trimestre de 2026, o percentual de empregados com carteira assinada era de 74,4% dos empregados do setor privado no país. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (86,7%), São Paulo (82,0%) e Mato Grosso do Sul (81,0%), enquanto os menores foram no Maranhão (53,6%), Piauí (54,2%) e Acre (55,1%).

Maranhão tem a maior proporção de conta própria (33,8%) e Acre, a menor (17,5%)

O percentual da população ocupada do país trabalhando por conta própria no segundo trimestre de 2026 foi de 25,3%. Os maiores percentuais foram no Maranhão (33,8%), Amapá (31,0%) e Pará (30,3%) e os menores, no Acre (17,5%), Distrito Federal (18,0%) e Tocantins (18,9%).

Maranhão tem a maior taxa de informalidade (56,9%) e Santa Catarina, a menor (25,4%)

A taxa de informalidade do país foi de 37,4% da população ocupada. As maiores taxas ficaram com Maranhão (56,9%), Pará (55,9%) e Amazonas (51,7%) e as menores, com Santa Catarina (25,4%), Distrito Federal (28,7%) e Mato Grosso do Sul (29,2%).

Para o cálculo da proxy de taxa de informalidade da população ocupada são consideradas as seguintes populações: empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada; empregado doméstico sem carteira de trabalho assinada; empregador sem registro no CNPJ; trabalhador por conta própria sem registro no CNPJ; trabalhador familiar auxiliar.

Número de pessoas buscando trabalho há dois anos ou mais caiu 15,6% ante 2025

No segundo trimestre de 2026, o país tinha 1,1 milhão de pessoas que buscavam por trabalho há dois anos ou mais. Esse contingente recuou 15,6% em relação ao segundo trimestre de 2025, quando 1,3 milhão de pessoas estavam nessa condição.

Já 1,1 milhão de pessoas buscavam por trabalho há menos de um mês. Esse contingente caiu 2,4% ante o mesmo trimestre de 2025, quando 1,2 milhão de pessoas buscavam uma ocupação há menos de um mês.

Frente ao trimestre anterior, rendimento médio fica estável em todas as regiões

No segundo trimestre de 2026, o rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho, foi estimado em R$ 3.738. Este resultado apresentou estabilidade em relação ao trimestre imediatamente anterior (R$ 3.795) e aumento na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior (R$ 3.635).

Na comparação entre o primeiro e o segundo trimestre de 2026, houve estabilidade estatística do rendimento médio em todas as regiões. Em relação ao segundo trimestre de 2025, as regiões Nordeste (R$ 2.645), Sul (R$ 4.238) e Centro-Oeste (R$ 4.362) apresentaram crescimento, enquanto as demais regiões permaneceram estáveis.

A massa de rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho, foi estimada em R$ 380,3 bilhões, registrando estabilidade em relação ao trimestre anterior (R$ 382,1 bilhões) e aumento frente ao segundo trimestre de 2025 (R$ 367,1 bilhões). (Agência IBGE de Notícias)

A taxa de desocupação do país no segundo trimestre de 2026 foi de 5,4%, redução de 0,7 ponto percentual em comparação com o 1º trimestre de 2026 (6,1%) e recuo de 0,4 ponto percentual frente ao 2º trimestre de 2025 (5,8%).

Frente ao trimestre imediatamente anterior, a taxa de desocupação diminuiu em 13 unidades da federação: Santa Catarina (-0,6 p.p.), Maranhão (-0,9 p.p.), Espírito Santo (-0,9 p.p.), Mato Grosso (-0,9 p.p.), Goiás (-1,0 p.p.), Rondônia ( -1,0 p.p.), Mato Grosso do Sul (-1,1 p.p.), Minas Gerais (-1,2 p.p.), Alagoas (-1,3 p.p), Tocantins (-1,5 p.p.), Acre (-1,6 p.p.), Paraíba (-1,6 p.p.), Rio Grande do Norte (-1,9 p.p.). As demais ficaram estáveis. As maiores taxas de desocupação foram no Amapá (9,8%), Bahia (9,1%), Pernambuco (8,3%), Piauí (8,3%) e Sergipe (7,9%); as menores foram em Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%), Rondônia (2,6%) e Mato Grosso do Sul (2,7%).

A taxa de desocupação por sexo foi de 4,6% para os homens e 6,4% para as mulheres no segundo trimestre de 2026. Já a taxa de desocupação por cor ou raça ficou abaixo da média nacional (5,4%) para os brancos (4,2%) e acima para os pretos (6,9%) e pardos (6,1%).

A taxa de desocupação para as pessoas com ensino médio incompleto (9,0%) superava as taxas dos demais níveis de instrução. Para as pessoas com nível superior incompleto, a taxa foi 5,6%, quase o dobro da verificada para o nível superior completo (3,0%).

No segundo trimestre de 2026, a taxa composta de subutilização (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada) foi de 12,9%. Piauí (26,6%) teve a maior taxa, seguido por Bahia (24,4%) e Alagoas (23,4%). As menores taxas foram em Santa Catarina (4,1%), Rondônia (6,0%) e Mato Grosso (6,1%).

O percentual de desalentados (frente à população na força de trabalho ou desalentada) no primeiro trimestre de 2026 foi de 2,1%. Maranhão (9,4%), Alagoas (8,1%) e Piauí (7,0%) tiveram os maiores percentuais, enquanto os menores estavam em Santa Catarina (0,2%), Espírito Santo (0,6%) e Rondônia (0,7%).

No segundo trimestre de 2026, o percentual de empregados com carteira assinada era de 74,4% dos empregados do setor privado no país. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (86,7%), São Paulo (82,0%) e Mato Grosso do Sul (81,0%), enquanto os menores foram no Maranhão (53,6%), Piauí (54,2%) e Acre (55,1%).

O percentual da população ocupada do país trabalhando por conta própria no segundo trimestre de 2026 foi de 25,3%. Os maiores percentuais foram no Maranhão (33,8%), Amapá (31,0%) e Pará (30,3%) e os menores, no Acre (17,5%), Distrito Federal (18,0%) e Tocantins (18,9%).

A taxa de informalidade do país foi de 37,4% da população ocupada. As maiores taxas ficaram com Maranhão (56,9%), Pará (55,9%) e Amazonas (51,7%) e as menores, com Santa Catarina (25,4%), Distrito Federal (28,7%) e Mato Grosso do Sul (29,2%).

No segundo trimestre de 2026, o país tinha 1,1 milhão de pessoas que buscavam por trabalho há dois anos ou mais. Esse contingente recuou 15,6% em relação ao segundo trimestre de 2025, quando 1,3 milhão de pessoas estavam nessa condição.

Já 1,1 milhão de pessoas buscavam por trabalho há menos de um mês. Esse contingente caiu 2,4% ante o mesmo trimestre de 2025, quando 1,2 milhão de pessoas buscavam uma ocupação há menos de um mês.

Taxa de desocupação recua em 13 UFs frente ao trimestre anterior

Frente ao trimestre imediatamente anterior, a taxa de desocupação diminuiu em 13 unidades da federação: Santa Catarina (-0,6 p.p.), Maranhão (-0,9 p.p.), Espírito Santo (-0,9 p.p.), Mato Grosso (-0,9 p.p.), Goiás (-1,0 p.p.), Rondônia ( -1,0 p.p.), Mato Grosso do Sul (-1,1 p.p.), Minas Gerais (-1,2 p.p.), Alagoas (-1,3 p.p), Tocantins (-1,5 p.p.), Acre (-1,6 p.p.), Paraíba (-1,6 p.p.), Rio Grande do Norte (-1,9 p.p.). As demais ficaram estáveis. As maiores taxas de desocupação foram no Amapá (9,8%), Bahia (9,1%), Pernambuco (8,3%), Piauí (8,3%) e Sergipe (7,9%); as menores foram em Santa Catarina (2,1%), Mato Grosso (2,2%), Espírito Santo (2,3%), Rondônia (2,6%) e Mato Grosso do Sul (2,7%).

Piauí tem a maior taxa de subutilização (26,6%) e Santa Catarina, a menor (4,1%)

No segundo trimestre de 2026, a taxa composta de subutilização (percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a força de trabalho ampliada) foi de 12,9%. Piauí (26,6%) teve a maior taxa, seguido por Bahia (24,0%) e Alagoas (23,4%). As menores taxas foram em Santa Catarina (4,1%), Rondônia (6,0%) e Mato Grosso (6,1%).

Menor percentual de trabalhadores com carteira é no Maranhão (53,6%) e o maior, em Santa Catarina (86,7%)

No segundo trimestre de 2026, o percentual de empregados com carteira assinada era de 74,4% dos empregados do setor privado no país. Os maiores percentuais estavam em Santa Catarina (86,7%), São Paulo (82,0%) e Mato Grosso do Sul (81,0%), enquanto os menores foram no Maranhão (53,6%), Piauí (54,2%) e Acre (55,1%).

Percentual de empregados COM carteira entre os empregados do setor privado, por UFs (%) - 2º trimestre 2026

Maranhão tem a maior proporção de conta própria (33,8%) e Acre, a menor (17,5%)

O percentual da população ocupada do país trabalhando por conta própria no segundo trimestre de 2026 foi de 25,3%. Os maiores percentuais foram no Maranhão (33,8%), Amapá (31,0%) e Pará (30,3%) e os menores, no Acre (17,5%), Distrito Federal (18,0%) e Tocantins (18,9%).

Maranhão tem a maior taxa de informalidade (56,9%) e Santa Catarina, a menor (25,4%)

A taxa de informalidade do país foi de 37,4% da população ocupada. As maiores taxas ficaram com Maranhão (56,9%), Pará (55,9%) e Amazonas (51,7%) e as menores, com Santa Catarina (25,4%), Distrito Federal (28,7%) e Mato Grosso do Sul (29,2%).

Para o cálculo da proxy de taxa de informalidade da população ocupada são consideradas as seguintes populações: empregado no setor privado sem carteira de trabalho assinada; empregado doméstico sem carteira de trabalho assinada; empregador sem registro no CNPJ; trabalhador por conta própria sem registro no CNPJ; trabalhador familiar auxiliar.

Número de pessoas buscando trabalho há dois anos ou mais caiu 15,6% ante 2025

No segundo trimestre de 2026, o país tinha 1,1 milhão de pessoas que buscavam por trabalho há dois anos ou mais. Esse contingente recuou 15,6% em relação ao segundo trimestre de 2025, quando 1,3 milhão de pessoas estavam nessa condição.

Já 1,1 milhão de pessoas buscavam por trabalho há menos de um mês. Esse contingente caiu 2,4% ante o mesmo trimestre de 2025, quando 1,2 milhão de pessoas buscavam uma ocupação há menos de um mês.

Frente ao trimestre anterior, rendimento médio fica estável em todas as regiões

No segundo trimestre de 2026, o rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho, foi estimado em R$ 3.738. Este resultado apresentou estabilidade em relação ao trimestre imediatamente anterior (R$ 3.795) e aumento na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior (R$ 3.635).

Na comparação entre o primeiro e o segundo trimestre de 2026, houve estabilidade estatística do rendimento médio em todas as regiões. Em relação ao segundo trimestre de 2025, as regiões Nordeste (R$ 2.645), Sul (R$ 4.238) e Centro-Oeste (R$ 4.362) apresentaram crescimento, enquanto as demais regiões permaneceram estáveis.

A massa de rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho, foi estimada em R$ 380,3 bilhões, registrando estabilidade em relação ao trimestre anterior (R$ 382,1 bilhões) e aumento frente ao segundo trimestre de 2025 (R$ 367,1 bilhões). (Agência IBGE de Notícias)

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