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Mdic divulga balança comercial da 3ª semana de outubro

balanca comercial 14 10 2026FOTO: PixabayO Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) divulgou dados atualizados da balança comercial brasileira. Até a 3ª Semana de Outubro/2026, comparado a Outubro/2025, as exportações cresceram 33,5% e somaram US$ 21,04 bilhões. As importações cresceram 21,5% e totalizaram US$ 15,08 bilhões. Assim, a balança comercial registrou superávit de US$ 5,96 bilhões , com crescimento de 78,3%, e a corrente de comércio aumentou 28,2%, alcançando US$ 36,12 bilhões.

No acumulado Janeiro até 3ª Semana de Outubro/2026, em comparação a Janeiro/Outubro 2025, as exportações cresceram 12,0% e somaram US$ 305,69 bilhões. As importações cresceram 6,5% e totalizaram US$ 237,34 bilhões. Como consequência destes resultados, a balança comercial apresentou superávit de US$ 68,35 bilhões , com crescimento de 36,8%, e a corrente de comércio registrou aumento de 9,5%, atingindo US$ 543,03 bilhões.

Setores e Produtos

Exportações Mensal

Até a 3ª Semana de Outubro/2026, o desempenho dos setores foi o seguinte: crescimento de 21,0% em Agropecuária, que somou US$ 4,09 bilhões; crescimento de 70,7% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 6,40 bilhões e, por fim, crescimento de 20,9% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 10,32 bilhões. A combinação destes resultados levou o aumento do total das exportações.

A expansão das exportações foi puxada, principalmente, pelo crescimento nas vendas dos seguintes produtos: Animais vivos, não incluído pescados ou crustáceos (242,8%), Centeio, aveia e outros cereais, não moídos ( 7.217,1%) e Soja ( 28,9%) na Agropecuária; Minérios de níquel e seus concentrados ( 97,8%), Minérios de metais preciosos e seus concentrados (1.153,5%) e Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (159,6%) na Indústria Extrativa ; Carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas (41,5%), Celulose ( 48,2%) e Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) (192,5%) na Indústria de Transformação.

Por sua vez, ainda que o resultado das exportações tenha sido de crescimento, os seguintes produtos registraram diminuição nas vendas: Produtos hortícolas, frescos ou refrigerados (-24,5%), Especiarias (-11,6%) e Sementes oleaginosas de girassol, gergelim, canola, algodão e outras (-53,6%) na Agropecuária; Pedra, areia e cascalho (-78,9%), Minério de ferro e seus concentrados (-20,4%) e Minérios de cobre e seus concentrados (-68,1%) na Indústria Extrativa ; Carne bovina fresca, refrigerada ou congelada (-24,4%), Açúcares e melaços (-28,4%) e Outras máquinas e equipamentos especializados para determinadas indústrias e suas partes (-72,5%) na Indústria de Transformação.

Importações Mensal

Até a 3ª Semana de Outubro/2026, o desempenho das importações por setor de atividade econômica foi o seguinte: crescimento de 23,3% em Agropecuária, que somou US$ 0,30 bilhões; crescimento de 47,9% em Indústria Extrativa, que chegou a US$ 0,79 bilhões e, por fim, crescimento de 20,2% em Indústria de Transformação, que alcançou US$ 13,89 bilhões. A combinação destes resultados motivou o aumento das importações.

O movimento de crescimento nas importações foi influenciado pela ampliação das compras dos seguintes produtos: Trigo e centeio, não moídos ( 27,0%), Produtos hortícolas, frescos ou refrigerados (228,2%) e Soja ( 36,5%) na Agropecuária; Outros minérios e concentrados dos metais de base (157,6%), Óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus ( 72,9%) e Gás natural, liquefeito ou não ( 62,3%) na Indústria Extrativa ; Óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos (exceto óleos brutos) ( 89,0%), Geradores elétricos giratórios e suas partes (404,1%) e Partes e acessórios dos veículos automotivos ( 44,1%) na Indústria de Transformação.

Ainda que o resultado das importações tenha sido de crescimento, os seguintes produtos tiveram diminuição: Cevada, não moída (-70,7%), Centeio, aveia e outros cereais, não moídos (-58,5%) e Tabaco em bruto (-99,0%) na Agropecuária; Fertilizantes brutos (exceto adubos) (-90,0%) e Carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (-33,1%) na Indústria Extrativa ; Adubos ou fertilizantes químicos (exceto fertilizantes brutos) (-15,0%), Inseticidas, rodenticidas, fungicidas, herbicidas, reguladores de crescimento para plantas, desinfetantes e semelhantes (-16,2%) e Motores e máquinas não elétricos, e suas partes (exceto motores de pistão e geradores) (-74,3%) na Indústria de Transformação. (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços)

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