Governança cooperativa é destaque na revista Bord Review

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artigo 27 05 2026“A governança cooperativa é ferramenta que protege o patrimônio dos cooperados e garante que a missão social da entidade seja cumprida com excelência técnica”. É com essa definição que o presidente-executivo do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, apresenta e defende o conceito de governança cooperativa na revista Bord Review, focada em governança e conselhos, com análises e conteúdo para aprimorar práticas de lideranças empresariais.

O artigo foi publicado na edição nº 15, de abril/maio/junho de 2026. Ricken explicou as recentes mudanças aprovadas em assembleia, que resultaram na reformulação do estatuto da Ocepar. “Consolidamos a transição para um sistema que separa as instâncias de deliberação política da instância executiva, criando o que chamamos de “modelo dual de governança’. A principal inovação reside na estruturação de um Conselho Deliberativo robusto composto por presidentes de cooperativas eleitos, que detêm o comando estratégico e a visão política do setor. Em paralelo, a gestão interna passa a ser exercida por uma presidência executiva em tempo integral, com dedicação exclusiva e amparada por uma equipe técnica de altíssimo nível”.

Até o início do mês de abril de 2026, a Ocepar tinha como modelo de governança uma presidência executiva que operava com a participação ativa de uma diretoria, composta por presidentes de cooperativas de todo o Paraná. Havia o papel de um secretário-geral, posto ocupado por um presidente de cooperativa, que atuava junto à presidência. Com a alteração estatutária, a diretoria foi convertida em Conselho Deliberativo e a figura do secretário-geral foi substituída pelo presidente do Conselho Deliberativo.

A estrutura de governança foi adotada, inicialmente, de forma transitória durante um ano, até se tornar definitiva em 2027. A partir de então, o conselho deliberativo passará a ter 15 integrantes, sendo seis representantes de núcleos regionais e nove representantes por ramos, e terá ainda uma vaga garantida para uma liderança feminina. O presidente da cooperativa Bom Jesus, Luiz Roberto Baggio, foi conduzido do posto de secretário-geral para presidente do conselho deliberativo.

No artigo, Ricken defendeu os investimentos empenhados nesse sentido. “A governança cooperativa não é um custo, mas o investimento mais rentável que uma cooperativa pode fazer. O equilíbrio entre o retorno econômico (sobras) e o impacto social é delicado. Sem resultado, a cooperativa não sobrevive; sem benefício social, ela perde sua razão de existir. E essa perenidade dos negócios vale para todos os ramos do cooperativismo (agropecuária, saúde, transporte, infraestrutura, seguro, consumo e trabalho, bens e serviços)”, finalizou.

Clique aqui e confira na íntegra o artigo do presidente-executivo do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, publicado na revista Bord Review

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