AGRO: Cocamar e Comigo trocam informações sobre sementes contaminantes
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Na última sexta-feira (15/09), o Departamento Técnico da Cocamar promoveu uma reunião virtual com profissionais da área técnica da Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano (Comigo), sediada em Rio Verde.
Manejo de plantas daninhas - A reunião de intercooperação serviu para uma troca de informações a respeito da adoção de medidas para manejar plantas daninhas e prevenir a presença de sementes contaminantes ou quarentenárias em carregamentos de soja após a colheita. Tais sementes podem implicar no não recebimento do produto por parte da cooperativa e, da mesma forma, torná-lo impróprio à exportação.
Tolerância zero I - Com a intensificação na fiscalização nos portos, os contratos para exportação adotaram tolerância zero quanto a incidência de sementes assim, levando à reprova de cargas durante o embarque, ocasionando prejuízos aos produtores e à cooperativa.
Tolerância zero II - Pragas contaminantes ou quarentenárias são as sementes em cargas de soja, milho e sorgo, como as de ervas daninhas, que dificultam o manejo fitossanitário e, não raro, podem ser tóxicas.
Pesquisador - A Comigo conta com um pesquisador em seu Centro Tecnológico, o Dr. Guilherme Braga Pereira Braz, que foi orientado do prof. Dr. Rubem Silvério de Oliveira Júnior, especialista em Plantas Daninhas da Universidade Estadual de Maringá (UEM). O próprio Dr. Rubem participou da reunião e ambos contribuíram com informações sobre as estratégias de manejo de plantas daninhas, principalmente no atual cenário de curta entressafra.
Situações específicas - “Eles compartilharam conosco atualizações em manejo e discutimos sobre situações mais específicas que temos nas áreas de atuação da Cocamar, enquanto agrônomos de nossas unidades tiveram a oportunidade de tirar dúvidas”, explicou o gerente técnico Rodrigo Sakurada, acrescentando que alguns gerentes de unidades também participaram da reunião.
Transtornos - “Não se trata só de uma questão agronômica, mas que envolve também outras demandas das unidades, como as relacionadas à logística e ao armazenamento”, citou Sakurada, completando: “a presença de sementes quarentenárias gera transtornos no recebimento do grão, além de comprometer a liberação de espaço de armazenagem para o recebimento da safra e aumentar os custos operacionais”. (Assessoria de Imprensa Cocamar)