IE - nº 14 - Mensal - março.2020

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Indicadores Econômicos | 14ª edição | 23/03/2020

A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (23/03), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado mensal contendo o histórico das projeções macroeconômicas para o Brasil, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2020.

A expectativa para o PIB do Brasil em 2020 sofreu redução de 1,48 pontos percentuais com relação à primeira projeção do ano 2,30% a.a. Desta forma, a expectativa é a de que o PIB cresça em 0,82% no ano 2020.

A expectativa para a inflação (IPCA) sofreu redução de 0,54 pontos percentuais com relação à primeira projeção do ano 3,58% a.a. Assim, a projeção é a de que o IPCA encerre o ano de 2020 em 3,04% a.a.

A expectativa para a taxa Selic em 2020 sofreu redução de 0,75 pontos percentuais com relação à primeira projeção do ano 4,50% a.a. Desta forma, a expectativa é a de que a taxa Selic encerre o ano de 2020 em 3,75% a.a.

A expectativa para a taxa de câmbio em 2020 se manteve estável com relação à primeira projeção do ano 4,50 R$/dólar. Desta forma, a expectativa é a de que a taxa de câmbio encerre o ano de 2020 em 4,50 R$/dólar.

Lembramos que o Boletim Focus é uma publicação do Banco Central do Brasil, que traz a evolução gráfica e o comportamento semanal das previsões para índices de preços, atividade econômica, câmbio, taxa Selic, entre outros indicadores. As previsões são do mercado, não do Banco Central.

O presente informe da Ocepar apresenta um histórico destas projeções semanais com a finalidade de observação do comportamento dos indicadores ao longo do ano, que variam semanalmente conforme as previsões do mercado.

Informe elaborado pela GETEC - Ocepar e indica o histórico das projeções macroeconômicas, por data publicada no Boletim Focus do Banco Central.


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Indicadores Econômicos | 46ª edição | 27/09/2021

A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (27/09), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2021, 2022 e 2023. O PIB é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade, no período de um ano. Ele é um indicador de fluxo de novos bens e serviços finais produzidos durante um período, por exemplo, se um país não produzir nada em um ano, o seu PIB será nulo, por isso ele é um indicador importante para a avaliação do desempenho da economia. A projeção para o PIB do país não variou com relação à projeção da semana passada, ou seja, em 2021 o país deve crescer 5,04%, um crescimento superior ao de 2020. O IPCA é um índice criado para medir a variação de preços do mercado para o consumidor final, e representa o índice oficial da inflação no Brasil. A projeção para o IPCA (inflação) para o ano de 2021 ficou em 8,45 % a.a, acima da projeção da semana passada, ficando acima dos limites da meta estabelecida pelo governo. A Selic é a taxa básica de juros da economia no Brasil, utilizada no mercado interbancário para financiamento de operações com duração diária, lastreadas em títulos públicos federais. A projeção para a taxa SELIC não variou com relação à projeção da semana passada, devendo encerrar o ano de 2021 em 8,25% a.a. A taxa de câmbio é uma relação entre moedas de dois países que resulta no preço de uma delas medido em relação à outra. Além de expressar quantitativamente a condição de troca entre duas moedas, ela expressa as relações de troca entre dois países. O câmbio é uma das variáveis macroeconômicas mais importantes, sobretudo para as relações comerciais e financeiras de um país com o conjunto dos demais países. A projeção para a taxa de CÂMBIO não variou com relação à projeção da semana passada, devendo encerrar o ano de 2021 em R$ 5,20 / dólar. Informe elaborado pela GETEC - Ocepar com base no Boletim Focus de 24 de setembro de 2021 - Bacen.

Indicadores Econômicos | 45ª edição | 30/09/2019

A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (30/09), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado mensal contendo o histórico das projeções macroeconômicas para o Brasil, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019. A expectativa para o PIB do Brasil em 2019 sofreu redução de 1,66 pontos percentuais com relação à primeira projeção do ano 2,53% a.a. Desta forma, a expectativa é a de que o PIB cresça em 0,87% no ano 2019. A expectativa para a inflação (IPCA) sofreu redução de 0,58 pontos percentuais com relação à primeira projeção do ano 4,01% a.a. Assim, a projeção é a de que o IPCA encerre o ano de 2019 em 3,43% a.a. A expectativa para a taxa Selic em 2019 sofreu redução de 2,25 pontos percentuais com relação à primeira projeção do ano 7,0% a.a. Desta forma, a expectativa é a de que a taxa Selic encerre o ano de 2019 em 4,75% a.a. A expectativa para a taxa de câmbio em 2019 aumentou em 0,20 R$/dólar com relação à primeira projeção do ano 3,80 R$/dólar. Desta forma, a expectativa é a de que a taxa de câmbio encerre o ano de 2019 em 4,00 R$/dólar. Lembramos que o Boletim Focus é uma publicação do Banco Central do Brasil, que traz a evolução gráfica e o comportamento semanal das previsões para índices de preços, atividade econômica, câmbio, taxa Selic, entre outros indicadores. As previsões são do mercado, não do Banco Central. O presente informe da Ocepar apresenta um histórico destas projeções semanais com a finalidade de observação do comportamento dos indicadores ao longo do ano, que variam semanalmente conforme as previsões do mercado. Informe elaborado pela GETEC - Ocepar e indica o histórico das projeções macroeconômicas, por data publicada no Boletim Focus do Banco Central.  

Crédito Rural | 02ª edição | 03/05/2019

O informe de Crédito Rural da Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, tem como objetivo observar a evolução do funding do Crédito Rural no Brasil, bem como os recursos disponibilizados para as cooperativas a nível nacional e no Paraná, além de comparar a captação de recursos mensais com safras anteriores. Dos R$ 194,4 bilhões anunciados pelo governo federal para a safra 2018/19, R$ 143,9 bilhões foram aplicados o mês de abrilde 2019, de acordo com dados do Banco Central. O montante representa 74% do total. A maior parte dos recursos, ou seja, 28%, teve origem na poupança rural; 16% em recursos obrigatórios; 21% em recursos com taxas livres; 10% no BNDES equalizável, 9% em fundos constitucionais e 16% em outras fontes.    O informe demonstra que no período que compreende os meses de julho de 2018 até abril de 2019, as cooperativas brasileiras captaram R$ 17,4 bilhões, sendo a maior parte destinados ao custeio e à industrialização. Já as cooperativas paranaenses captaram R$ 6,47bilhões, principalmente em industrialização e custeio.    Verifica-se também, que a captação total de recursos na política do Crédito Rural, em abril da safra atual (2018/2019), se manteve na média em relaçãoao mês de abril das três safras anteriores (2015/2016, 2016/2017, e 2017/18).  

Crédito Rural | 06ª edição | 07/07/2021

O Informe de Crédito Rural da Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, tem como objetivo observar a evolução do funding do Crédito Rural no Brasil, bem como os recursos disponibilizados para as cooperativas a nível nacional e no Paraná, além de comparar a captação de recursos mensais com safras anteriores. Dos R$ 236,3 bilhões anunciados pelo governo federal para a safra 2020/21, R$ 255,7 bilhões foram aplicados até o mês de junho de 2021, de acordo com dados do Banco Central. O montante fechou em alta e representa 108% do total. A maior parte dos recursos, ou seja, 38%, teve origem na poupança rural; 24% em recursos obrigatórios; 20% em recursos com taxas livres; 07% no BNDES equalizável, 10% em fundos constitucionais e 1% em outras fontes.  O informe demonstra que no período que compreende os meses de julho até junho de 2021, as cooperativas brasileiras captaram R$ 29,50 bilhões, sendo a maior parte destinados à industrialização e ao custeio. Já as cooperativas paranaenses captaram R$ 10,49 bilhões, principalmente em industrialização. Verifica-se também, que a captação total de recursos na política do Crédito Rural, em junho da safra atual (2020/2021), se manteve em alta com relação à média do mês de junho das três safras anteriores (2017/2018, 2018/19, e 2019/20).

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