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title: Notícias representação | Paraná Cooperativo
description: O Sistema OCEPAR reúne e representa as cooperativas do Paraná, promovendo desenvolvimento, capacitação e fortalecimento do cooperativismo paranaense.
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    #  Notícias representação 

  06 de dezembro de 2010

> **Terceiro maior comprador de carne suína do mundo, a Coreia do Sul representa um mercado estratégico para o Brasil, de acordo com o secretário de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Célio Porto. "É prioridade do governo focar em países como a Coreia, mercado que investe R$ 1 bilhão por ano na importação de carnes suína e bovina", informa. Ele lembra que país asiático tem população de 50 milhões de habitantes e a renda per capita coreana é o dobro da brasileira. Porto participa da terceira reunião do Comitê de Cooperação Agrícola Brasil e Coreia do Sul (CCA Brasil-Coreia), que se realizou na capital paulista na quinta e sexta-feira (02 e 03/12);**
> 
> **Equilíbrio - O secretário enfatiza que a abertura do mercado coreano para a carne suína brasileira significa buscar um equilíbrio na balança comercial total entre os dois países, hoje deficitária para o Brasil em cerca de US$ 2 bilhões. "Somos fortes na exportação de vegetais para a Coreia e esperamos iniciar o comércio da carne suína de Santa Catarina em 2011", disse. Porto avalia ainda que o acesso de SC a mercados importantes pode servir como estímulo para outros estados brasileiros alcançarem o status de zona livre de aftosa sem vacinação.**
> 
> **Memorando - A cooperação entre os dois países também esteve na pauta do encontro. O Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), ligado à Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, e o Instituto de Pesquisa Alimentar da Coreia, assinaram memorando de entendimento na quinta-feira. A finalidade é permitir o intercâmbio de experiências e pesquisas em processamento e controle de qualidade de produtos agropecuários e pescados.**
> 
> **Troca de informações - Brasil e Coreia trocaram ainda informações sobre políticas de fomento e biotecnologia agrícola. O Ministério da Agricultura brasileiro apresentou ações de incentivo à produção sustentável, como o programa de Agricultura de Baixo Carbono (ABC). O programa coloca R$ 2 bilhões à disposição dos produtores rurais que investirem em práticas que tragam maior produtividade à lavoura e redução da emissão dos gases de efeito estufa.  A reunião do CCA Brasil-Coreia se encerrou na sexta-feira, quando foram tratadas questões sanitárias relativas às exportações brasileiras de carne suína in natura e das carnes suína e bovina termoprocessadas. (*Mapa*)**

 

 

 

 

 

  02 de dezembro de 2010

> Depois de registrar queda de R$ 900 milhões no faturamento de 2008 para 2009, o setor cooperativista do Paraná volta a crescer com arrecadação R$ 3,1 bilhões maior que a do ano passado. As 240 empresas do setor devem arrecadar R$ 28 bilhões de janeiro a dezembro deste ano. A diferença sobre o resultado de 2009 é de 12%, dois pontos acima do previsto. A estimativa foi revelada pelo presidente da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), João Paulo Koslovski. Com isso, as cooperativas paranaenses atingem um novo recorde de faturamento - o maior até agora, R$ 25,8 bilhões, foi registrado em 2008.
> 
> **Nova marca** - O setor tem receita maior que o orçamento do governo do estado. A nova marca amplia a diferença de R$ 1,4 bilhão, registrada em 2009, para R$ 3 bilhões. O orçamento do estado para 2011 é igual ao de 2010: R$ 25 bilhões. Em 2009, o cooperativismo arrecadou R$ 24,9 bilhões. As cooperativas esperam ampliar ainda mais sua renda nos próximos anos contando com investimentos do Executivo em fiscalização, políticas de crédito e logística. O setor também pretende investir mais em industrialização de produtos para o mercado varejista, afirma Koslovski.
> 
> **Cotações** - As expectativas de alta do dólar em 2010 foram frustradas, mas o impulso das cotações da soja e do milho no segundo semestre deste ano no mercado internacional salvaram o setor. Os novos preços foram considerados determinantes para o resultado final - R$ 25 bilhões ou 90% do faturamento partiram de cooperativas agropecuárias, que representam um terço das empresas que compõem o sistema. Somente as exportações de soja e milho devem somar R$ 1,94 bilhão. O aumento da produção agrícola do Paraná na safra 2009/10 contribuiu para melhorar esse desempenho.
> 
> **Otimismo** - Questionado sobre as perspectivas do setor para um ano em que há transição dos governos estadual e federal, Koslovski se mostra otimista. Às vésperas das eleições, a Ocepar reuniu os dois então candidatos ao governo do Paraná para entregar um documento pleiteando uma série de medidas consideradas fundamentais para o desenvolvimento do setor. Entre os tópicos estavam o pedido de maiores investimentos em fiscalização da sanidade agropecuária e o fortalecimento do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e da Agência de Fomento do Paraná, considerados importantes agentes na captação de recursos junto ao Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ainda não há projeção sobre o faturamento de 2011.
> 
> **Obstáculos** - Para manter o nível de crescimento do setor cooperativista, Koslovski destaca alguns obstáculos. Segundo ele, os gargalos do setor produtivo como um todo vão desde armazenagem até a área logística. O custo por tonelada embarcada do Porto de Paranaguá, por exemplo, é maior que o da Argentina e o da Europa, compara o presidente da Ocepar. "Quando receber recursos do governo federal, o estado precisa mostrar interesse e, principalmente, ter projetos preparados para o desenvolvimento do setor", emenda.
> 
> **Encontro** - O setor se reúne nesta sexta-feira (03/12) em Curitiba para uma avaliação do ano. A celebração anual deve reunir cerca de 2 mil cooperados no Teatro Positivo. O sistema cooperativo do Paraná envolve 490 mil pessoas. É como se 27% da população de Curitiba atuassem no setor. (*Caminhos do Campo / Gazeta do Povo*)

 

 

 

 

 

  02 de dezembro de 2010

> Com o desafio de crescer aos passos da economia nacional, o setor cooperativista do Paraná pretende ganhar maior participação nos produtos de varejo com alto valor agregado, como carnes suínas e de aves, farinha de trigo e leite, por exemplo. "Hoje, nós industrializamos 42% de todos os produtos que recebemos. A meta é chegar a 50% até a 2015", projeta o presidente da Ocepar, João Paulo Koslovski.
> 
> **Destaques** - Entre os destaques de 2010 está a Frimesa, central que congrega cinco cooperativas do estado - C.Vale, Lar, Copacol, Primato e Copagril - e apresenta evolução de faturamento superior ao índice estadual. A receita da Frimesa deve somar R$ 850 milhões até o final do ano, contra R$ 749 milhões registrados em 2009. Valter Vanzella, diretor-presidente da cooperativa, afirma que a meta para o crescimento do faturamento neste ano é de 18% e o objetivo é alcançar R$ 1 bilhão de arrecadação em 2011.
> 
> **Varejo** - Seguindo a tendência paranaense, a Frimesa pretende manter investimentos em industrialização de "produtos de gôndola". A ampliação e modernização das unidades de Matelândia e Medianeira (Oeste) já fazem parte do plano de expansão da cooperativa. As aplicações financeiras devem se concentrar na compra de máquinas e equipamentos, com foco nas áreas de carne e leite. O número de abates de suínos deve dobrar até 2016, passando de 3 mil atualmente para 6 mil unidades por dia. O leite também deve ser cada vez mais transformado em iogurte, bebida láctea, requeijão e leite condensado, avisa o presidente da Frimesa. (*C**aminhos do Campo / Gazeta do Povo*)

 

 

 

 

 

  02 de dezembro de 2010

> O segundo leilão de trigo da safra 2010, promovido pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), nesta quinta-feira (02/11), resultou na comercialização de 397 mil toneladas, o que representa 84,5% das 470 mil toneladas ofertadas. Das 190 mil toneladas do lote paranaense foram negociadas 140 mil toneladas. Foram comercializadas todas as 250 mil toneladas do Rio Grande do Sul e sete mil toneladas das 30 mil toneladas ofertadas de Santa Catarina.

 

 

 

 

 

  02 de dezembro de 2010

> O Instituto Emater promove, no dia 14 de dezembro, na sede da entidade, em Curitiba, uma solenidade em comemoração ao Dia Nacional do Extensionista Rural, que é celebrado no dia 06 de dezembro. O evento inicia às 16 horas. Na ocasião, serão homenageados o governador Orlando Pessuti e outras personalidades pelo apoio prestado ao processo de reestruturação e fortalecimento da extensão rural no Paraná.

 

 

 

 

 

  02 de dezembro de 2010

> A Comissão de Agricultura da Câmara aprovou nesta quarta-feira (01/12) a criação de uma "mini CPI" para investigar o aumento nas importações de produtos lácteos do Uruguai e dos Estados Unidos. A Proposta de Fiscalização e Controle (PFC), cujos poderes são semelhantes ao de uma Comissão Parlamentar de Inquérito, pressionará o governo a adotar, principalmente, travas às "importações predatórias" de leite em pó uruguaio e de soro de leite americano.
> 
> **Prática desleal** - Ao apontar indícios de prática desleal de comércio, triangulação de produtos subsidiados de outros países e até fraudes, os deputados sugerem a criação de cotas baseadas na média das compras dos últimos cinco anos, a imposição de preços mínimos e o licenciamento não-automático das importações. Pelos cálculos dos deputados, o Uruguai teria direito a uma cota de 1,8 mil toneladas para lácteos - a Argentina tem atualmente uma cota de 3 mil toneladas.
> 
> **Críticas** - Os parlamentares criticam as importações "excessivas e desnecessárias" no país. "É um grave problema no setor. Não podemos sobreviver desse jeito, ver os produtores largando a atividade", diz o presidente da comissão, deputado Abelardo Lupion (DEM-PR). "A maioria das prefeituras brasileiras usa leite em pó reidratado na merenda escolar e uma meia dúzia de empresas controlam isso". Na entressafra, os preços pagos ao produtor recuaram 6%. Mas o preço ao consumidor aumentou 1,5% no queijo e 1% no leite em pó.
> 
> **Divulgação** - A iniciativa da Câmara prevê divulgação das importações de lácteos por empresa como forma de evitar fraudes. "Se a empresa produz e comercializa somente leite longa vida e importa em plena entressafra elevadas quantidade de soro ou leite em pó, alguma coisa está errada", afirma o deputado Vitor Penido (DEM-MG).
> 
> **Fora de controle** - Os deputados afirmam que as importações estão fora de controle em 2010. As compras de lácteos têm aumentado. Em 2007, eram de US$ 152, 7 milhões. No ano passado, foram US$ 264,8 milhões e, de janeiro a outubro de 2010, já atingiram US$ 230,7 milhões. Em soro de leite, por exemplo, as compras passaram de 1,548 mil toneladas, em janeiro, para 4,444 mil toneladas em julho - um aumento de 187%.
> 
> **Causa** - Os parlamentares apontam como causas a revogação de medidas restritivas ao comércio internacional. Por um acordo comercial recente, o Uruguai retirou parte de suas travas à importação de frango em troca de elevar suas vendas de lácteos ao Brasil. Resultado: no primeiro semestre do ano, foram importadas 18,8 mil toneladas de lácteos uruguaios, o que representaria 30% do mercado no período. O leite do Uruguai entra no Brasil, segundo a comissão, a R$ 0,63 por litro. O produto brasileiro tem um preço médio de R$ 0,72 por litro.
> 
> **Tributação** - A vantagem uruguaia, por exemplo, teria como origem a alta tributação praticada no Brasil. Os produtores nacionais pagam 9,25% de PIS-Cofins sobre insumos, o que representaria 40% do custo operacional total da produção. "Se, além de circunstâncias desfavoráveis que a pecuária leiteira vem enfrentando, como a sobrevalorização do câmbio, o setor tiver de competir com o leite importado sob condições fraudulentas, parece iminente a falência de nossa pecuária leiteira", diz Penido. (*Valor Econômico*)

 

 

 

 

 

  02 de dezembro de 2010

> Ainda que estudo preliminar da OCDE não identifique na atual volatilidade das commodities agrícolas nada muito anormal em relação ao comportamento dos preços nas últimas décadas, as oscilações dos grãos observadas ontem na bolsa de Chicago voltaram a alcançar níveis incomuns. Sustentado pela desvalorização do dólar e por problemas climáticos, trigo disparou e maximizou os ganhos de milho e soja, que também já subiam por causa do câmbio.
> 
> **Trigo** - No caso do trigo, as adversidades climáticas destacadas pelos traders consultados pela agência Dow Jones Newswires são no leste da Austrália (fortes chuvas) e em regiões produtoras americanas (seca). Com a combinação dólar-clima, os contratos de segunda posição de entrega (normalmente os de maior liquidez) do cereal registraram alta de 7,13% e encerraram o pregão em Chicago a US$ 7,40 por bushel.
> 
> **Milho** - No caso de milho, onde a influência da disparada do trigo foi maior, a segunda posição subiu 4,09%, para US$ 5,6625 por bushel; na soja, o ganho foi de 3,2%, para US$ 12,9150 por bushel. (*Valor Econômico*)

 

 

 

 

 

  02 de dezembro de 2010

> Os preços das commodities agrícolas no mundo subiram em novembro para perto dos níveis da chamada crise de alimentos de 2007/08, impulsionados principalmente pelas altas do açúcar e pela forte valorização dos cereais e oleaginosas, informou a agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, a FAO. O índice de preços de alimentos da FAO - que mede variações mensais de preços de uma cesta de alimentos composta por cereais, oleaginosas, laticínios, carne e açúcar - subiu pelo quinto mês seguido e atingiu um patamar recorde em 28 meses, informou ontem a organização. O indicador registrou uma média de 205,4 pontos no mês passado, acima do índice revisado de outubro, de 198,1 pontos, e alcançando o maior patamar desde julho de 2008.
> 
> **Açúcar e cereais** - O índice de preços do açúcar da FAO disparou para um recorde alta de 374,7 pontos em novembro, ante 349,3 em outubro. O indicador de cereais, que inclui trigo, arroz e milho, avançou para uma média de 224,9 pontos em novembro, o maior patamar desde setembro de 2008, ante 219,9 pontos em outubro. O índice para os óleos comestíveis saltou para 243,3 pontos em novembro, contra 220 pontos em outubro e atingiu o maior valor desde julho de 2008. (*Reuters / Valor Econômico*)

 

 

 

 

 

 

 

 





 

 

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