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title: Notícias representação | Paraná Cooperativo
description: O Sistema OCEPAR reúne e representa as cooperativas do Paraná, promovendo desenvolvimento, capacitação e fortalecimento do cooperativismo paranaense.
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    #  Notícias representação 

  13 de dezembro de 2011

> O Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) e a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) encaminharam um ofício conjunto aos deputados federais ressaltando que as duas entidades consideram de fundamental importância que a Câmara dos Deputados aprove ainda este ano o Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 30/2011, que institui o Novo Código Florestal, encaminhado na última semana pelo Senado Federal. “As eventuais imperfeições que por acaso existirem, tais como, custos do Cadastro Ambiental Rural e outros, podem ser corrigidas posteriormente”, afirmam os presidentes da Ocepar, João Paulo Koslovski, e da Faep, Ágide Meneguette, no documento.
> 
> **[Clique aqui para acessar o ofício na íntegra.](https://paranacooperativo.coop.br/images/upl/outro/Codigo_Florestal_I_Clique_Aqui_131211.pdf)**
> 
> **Audiência** - A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural realizou, na manhã desta terça-feira (13/12), um debate entre os parlamentares, para comparar o projeto que muda o Código Florestal aprovado na Câmara com a proposta sobre o tema aprovada na última terça-feira (06/12) no Senado. A audiência foi acompanhada por representantes do cooperativismo, entre eles, o assessor da área de meio ambiente da Ocepar, Sílvio Krinski.

 

 

 

 

 

  13 de dezembro de 2011

> Apesar do calendário apertado para encerrar o ano legislativo, o governo federal tentará mobilizar a base aliada na Câmara dos Deputados para votar o projeto que reforma o Código Florestal - aprovado no Senado na semana passada e que poderá ser revisto pelos deputados até o final deste mês. A ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, afirmou que o trecho do documento que trata de proteção ambiental em regiões urbanas poderá ser revisto, após análise dos ministros Miriam Belchior (Planejamento) e Mário Negromente (Cidades).
> 
> **Avaliação** - "Aquilo que já foi realizado em termos de obras, que afeta o meio ambiente, isso estaria consolidado. Agora, qualquer outra obra (...) estaria submetida a uma avaliação do Conselho do Meio Ambiente. Então, isso poderia impedir a necessidade de andamento de execução de determinadas obras", disse.
> 
> **Decreto** - Apesar da força do Planalto em tentar aprovar o projeto ainda este ano, o decreto assinado na última sexta-feira (09/12) pela presidente Dilma Rousseff já aliviou a tensão sobre propriedades irregulares. O decreto prorrogou por mais quatro meses a aplicação de multas e sanções a desmatadores e a produtores que não aderirem a programas de regularização ambiental até 11 de abril do ano que vem.
> 
> **Último passo** - A votação na Câmara é o último passo antes da sanção presidencial do projeto que atualiza o Código Florestal. A realização da votação vai depender do acordo entre líderes partidários, em meio a uma agenda que já inclui outras duas votações prioritárias para o governo como o 2º turno da DRU (Desvinculação de Receitas da União)- mecanismo que libera o governo para gastar até 20% de todas as receitas arrecadadas e o Orçamento Geral da União, previstos para acontecer entre os dias 20 a 22 de dezembro. (*UOL Notícias*)

 

 

 

 

 

  13 de dezembro de 2011

> O Ministério do Meio Ambiente começou nesta segunda-feria (12/12) a receber, via internet, inscrições para o Cadastro Ambiental Rural (CAR), de adesão ao Mais Ambiente, o programa de regularização ambiental do governo. A estimativa do governo é que cerca de 5 milhões de proprietários rurais se cadastrem. Com o CAR, o produtor que estiver irregular com a legislação ambiental ganha novos prazos para resolver as pendências. Também fica livre de restrições de acesso ao crédito rural e à comercialização da produção.
> 
> **Decreto** - Quem não aderir ao programa nem averbar a reserva legal da propriedade \[área de preservação ambiental obrigatória\] estará sujeito a sanções, entre elas, perder o acesso ao financiamento rural do Banco do Brasil. No entanto, as medidas, que começariam a valer no domingo (11/12), tiveram a entrada em vigor adiada mais uma vez com a edição de um novo decreto presidencial. Publicado nesta segunda no Diário Oficial da União, o Decreto 7.640 prorrogou até 11 de abril de 2012 o prazo para que os produtores averbem as áreas de reserva legal.
> 
> **Validade** - As regras deverão mudar novamente com a aprovação do novo Código Florestal Brasileiro, ainda este ano, pelo Congresso. Com a nova lei, o decreto poderá perder a validade, uma vez que quem desmatou até julho de 2008 pode ser anistiado das punições, desde que se comprometa com a recuperação dos passivos ambientais.
> 
> **Declaratória** - A inscrição no CAR pela internet será declaratória. O produtor é quem vai dizer se está respeitando as áreas de preservação permanente (APPs) e de reserva legal previstas na lei. De acordo com o ministério, os dados passarão por análise antes de ser assinado um termo de compromisso com o proprietário para manutenção da mata ou recomposição do que foi desmatado ilegalmente.
> 
> **Adesão** - O governo estima que a adesão ao programa de regularização irá resultar na recomposição de 23 milhões de hectares de matas ciliares, topos e encostas de morros e reservas legais. O cadastro pode ser feito na página do ***[Programa Mais Ambiente](http://www.maisambiente.gov.br)*** na *internet*. (*Agência Brasil*)

 

 

 

 

 

  13 de dezembro de 2011

> O lançamento oficial no Brasil do ano declarado pela Organização das Nações Unidas (ONU) como Ano Internacional das Cooperativas será nesta quarta-feira (14/12), na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). A cerimônia contará com a presença do ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, além de parlamentares e autoridades ligadas ao setor. Para o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, a iniciativa da ONU confirma a contribuição efetiva do movimento cooperativista mundial para a redução da pobreza, a partir da geração de trabalho e renda. “É um reconhecimento internacional do importante papel que tem o setor para a promoção do desenvolvimento sustentável”, afirma.
> 
> **Presenças** - Para o lançamento, são esperadas cerca de 100 pessoas, entre deputados, senadores, ministros, líderes cooperativistas e representantes de entidades parceiras. O ano de 2012 será marcado por diversas ações com o intuito de fazer a população reconhecer, no seu dia a dia, a presença e a importância das cooperativas. Diversas comemorações em todos os estados brasileiros contarão com a participação do Sistema OCB, entre elas já está previsto o lançamento, em março, da Agenda Legislativa do Cooperativismo, com foco no ano internacional, e o 2º Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo, que será realizado em junho, com o objetivo de mapear a produção de conhecimentos sobre cooperativismo no país.
> 
> **Momento** - “Vamos aproveitar esse momento para mostrar de que forma já contribuímos e podemos somar ainda mais para o desenvolvimento global, por meio da prática dos valores e princípios cooperativistas”, enfatiza Freitas. Segundo o dirigente, a intenção durante o ano internacional das cooperativas é disseminar a essência do movimento a um número ainda maior de pessoas, em todos os cantos do mundo, e mostrar que a força do setor está justamente na valorização do capital humano. (*Informe OCB*)

 

 

 

 

 

  13 de dezembro de 2011

> O governo federal está mobilizado para as comemorações do Ano Internacional das Cooperativas, 2012, estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU). Nesta segunda-feira (12/12), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) promoveu um workshop para discutir as atividades de promoção e desenvolvimento do cooperativismo com órgãos e entidades que representam o setor.
> 
> **Prioridade** - Aumentar o interesse público sobre as cooperativas, mostrando a sua contribuição para o desenvolvimento socioeconômico e o alcance das metas do milênio é meta comum entre as instituições. Na abertura do evento, o secretario-executivo do Mapa, José Carlos Vaz, disse que o cooperativismo é uma das prioridades para o ministro Mendes Ribeiro. “O assunto está na nossa pauta de discussão e fará parte da Política Agrícola na qual estamos trabalhando”, disse.
> 
> **Ações e sugestões** - Em seguida, o superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Renato Nobile, apresentou as principais ações e sugestões a serem feitas em conjunto com as instituições presentes. Entre essas, ele destacou a criação de um hotsite específico para divulgação do Ano 2012, que entrará no ar nesta quarta-feira (14/12). Nele, constarão informações gerais sobre o movimento cooperativista, além de histórias de 366 cooperativas, notícias, eventos e outros dados relevantes.
> 
> **Benefícios** - “Nosso objetivo é fazer disseminar os benefícios do cooperativismo à sociedade. Estamos trabalhando para que o ano seja marcado por muitas comemorações, em todos os estados brasileiros”, resumiu Nobile. O superintendente da OCB também ressaltou que o governo é um grande parceiro na construção de políticas, leis e regulamentações condizentes e propícias para a formação, o desenvolvimento e a estabilidade das cooperativas. A criação de um selo postal e uma moeda alusivos ao Ano Internacional das Cooperativas foram algumas das sugestões a serem desenvolvidas com o grupo.
> 
> **Propostas** - A representante do Departamento de Cooperativismo e Associativismo (Denacoop) do Mapa, Aura Domingues, também apresentou propostas, como a realização de seminários, exposições, cerimônia de lançamento oficial no Palácio do Planalto e divulgação de produtos das cooperativas.
> 
> **Presenças** - Além da OCB e do Ministério da Agricultura, o evento contou com representantes dos ministérios do Desenvolvimento Agrário; Trabalho e Emprego; União Nacional de Cooperativas de Agricultura Familiar (Unicafes) e Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários (Unisol). (*Informe OCB*)

 

 

 

 

 

  13 de dezembro de 2011

> O Sicoob Metropolitano inaugurou, entre os dias 22 de novembro e 05 de dezembro, mais três pontos de atendimento em sua área de atuação no Estado do Paraná. A cidade de Maringá foi presenteada com mais um ponto de atendimento, o PAC Paraná. Em sua inauguração contou com a presença de autoridades, dirigentes das cooperativas singulares do Paraná, colaboradores e cooperados. Também nesse período, houve a reinauguração do PAC Santa Rita, comemorado com um coquetel oferecido aos convidados.
> 
> **Parceria** - Através de uma parceria firmada em junho de 2011 entre a ACEU e o Sicoob, com o objetivo de se instalar em Ubiratã um posto de atendimento ligado à cooperativa para gerar emprego e crescimento para o município, foi inaugurado mais um ponto de atendimento do Sicoob Metropolitano. A comunidade da cidade comemorou juntamente com o presidente do Sicoob Metropolitano, Luiz Ajita, autoridades da região, o Fábio de Oliveira D'Alécio, a presidente da ACEU, Maria Berenice de Melo Maria Berenice de Melo, dirigentes do sistema no Paraná e colaboradores. O Sicoob é a maior instituição financeira presente na cidade de Maringá em número de pontos de atendimento. (*Informativo Central Sicoob Paraná*)

 

 

 

 

 

  13 de dezembro de 2011

> No dia 29 de novembro, o Sicoob Central Paraná e o Sicoob Metropolitano receberam a visita de colaboradores do Sicoob Agrorural de Goiás. A comitiva, composta por 13 integrantes, esteve em Maringá, Noroeste do Paraná, a fim de trocar experiências de gestão com a diretoria executiva do Sicoob PR. Também foram conhecer a Central, o diretor presidente e o responsável pela área de Tecnologia de Informação (TI) do Sicoob de Rondônia, Valdecir Moura da Costa, e Luiz Fernando Ramos Sampaio, respectivamente. Na oportunidade, o diretor presidente do Sicoob Central PR, Marino Delgado, fez uma apresentação das principais atividades realizadas pelo Instituto Sicoob no Estado e os acompanhou em uma visita à Biblioteca Digital Comunitária de Maringá. (*Informativo Central Sicoob Paraná*)

 

 

 

 

 

  13 de dezembro de 2011

> O presidente da Uniodonto Curitiba, Luiz Humberto de Souza Daniel, e o diretor clínico, Eduardo Carrilho, estiveram no Conselho Regional de Odontologia (CRO/PR), no dia 21 de novembro, com o objetivo de buscar informações para que as ações da cooperativa estejam adequadas à legislação exigida pelo Conselho, que desempenha o papel de fiscalizar o cumprimento dessas medidas no mercado. Além do presidente do CRO/PR, Roberto Cavali, o encontro contou com a participação de funcionários do setor de Ética e de Fiscalização da entidade. Segundo o presidente da Uniodonto Curitiba, após passar aos representantes do Conselho como é o funcionamento da cooperativa, foram discutidos temas ligados à estrutura administrativa e também relacionados às regras de publicidade.
> 
> **Homenagem** – O CRO/PR realizou no dia 31 de outubro, na sede da entidade, em Curitiba, a "Solenidade Alusiva ao Dia do Cirurgião-Dentista". Na oportunidade, foi entregue o Certificado de Honra ao Mérito àqueles que completaram 50 anos ou mais de exercício profissional e ainda desempenham as atividades. Entre os homenageados, um dos fundadores da Uniodonto Curitiba, Bonifácio Sielski, que há 58 anos se dedica à odontologia.
> 
> **Justa** - "Esta é uma homenagem justa às pessoas que se dedicam à profissão. Por muitas vezes ficamos longe de prazeres e familiares para se dedicar à Odontologia. Antigamente lutávamos muito para nos mantermos na profissão, tínhamos que procurar estar sempre atualizados", disse Sielski. Ele destacou também o orgulho de ser um dos fundadores da Uniodonto Curitiba. "Começamos com uma sala emprestada para fazer as primeiras reuniões. O crescimento da Uniodonto Curitiba foi e contínua espetacular", afirma. Sielski mantêm ainda laços familiares na cooperativa. Sua filha, Mirian Sielski, é atualmente cooperada da Uniodonto. O presidente da Uniodonto Curitiba, Luiz Humberto de Souza Daniel, e o diretor clínico, Eduardo Carrilho, prestigiaram a solenidade. (*Imprensa Uniodonto Curitiba*)

 

 

 

 

 

  13 de dezembro de 2011

> A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) divulgaram o relatório mensal de atividades pertinentes ao cooperativismo, relativo ao mês de novembro. ***[Clique aqui para conferir o documento na íntegra](https://paranacooperativo.coop.br/images/upl/outro/Agenda_Parlamentar_Clique_aqui_131211.pdf).*** (*Com informações da Assessoria Parlamentar da OCB*)

 

 

 

 

 

  13 de dezembro de 2011

> O Valor Bruto da Produção (VBP), que corresponde ao faturamento agrícola obtido nas 20 principais lavouras, atingiu o recorde de R$ 205,8 bilhões em 2011, trata-se do maior valor registrado desde 1997. Com o ano praticamente encerrado, o número é 11,7 % maior em relação a 2010. Os produtos que mais colaboraram para obter esse resultado foram o algodão, com aumento real do valor de 124,7%, café (36,4%), laranja (10,5%), milho (30,7%), tomate (12,1%) e uva (41,17%).
> 
> **Regiões** - Os dados regionais de 2011 destacam a liderança do valor da produção no Sudeste, Sul e Centro-Oeste, respectivamente. Essas três regiões representam quase 80% do valor gerado em 2011. Os números obtidos neste ano são recorde também para o Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste do país. Os maiores aumentos observados no valor da produção ocorreram, principalmente, em Mato Grosso e no Ceará.
> 
> **Previsões otimistas** - O coordenador de Planejamento Estratégico do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), José Gasques, destaca que as previsões para 2012 são otimistas. “O valor da produção esperado é de R$ 212,3 bilhões, 3% superior ao registrado em 2011”, destaca o coordenador do Mapa, responsável pelo estudo. Se essa tendência se confirmar será possível registrar um aumento do valor, sem interrupção, desde 2009.
> 
> **Saiba mais** - Elaborado pela Assessoria de Gestão Estratégica desde 1997, o Valor Bruto da Produção (VBP) é calculado com base na produção e nos preços de mercado das 20 maiores lavouras do Brasil. Para realizar o estudo são utilizados dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O VBP é correspondente à renda dentro da propriedade e considera as plantações de soja, cana-de-açúcar, uva, amendoim, milho, café, arroz, algodão, banana, batata-inglesa, cebola, feijão, fumo, mandioca, pimenta-do-reino, trigo, tomate, cacau, laranja e mamona. Mensalmente, o Ministério da Agricultura divulga a estimativa do valor da produção agrícola para o ano corrente. Esse valor pode ser corrigido, de acordo com as alterações de preço e a previsão de safra anunciados ao longo do ano. (*Mapa*)

 

 

 

 

 

  13 de dezembro de 2011

> O plantio de soja e milho de verão chega ao final em todo o país com potencial para safra cheia em lavouras ampliadas. Houve expansão de 1,6 milhão de hectares de cultivo, mostra o Indicador Brasil elaborado pela Expedição Safra Gazeta do Povo com base nas sondagens realizadas nos últimos dois meses. Tanto o cereal quanto a oleaginosa avançaram cerca de 800 mil hectares, verificaram as equipes de técnicos e jornalistas, que percorreram 12 estados do Sul, Centro-Oeste, Sudeste e Centro-Norte do país. A oleaginosa cresceu nas zonas de fronteira agrícola e o milho tomou área de sua principal concorrente em regiões de cultivo consolidado, conclui o agrônomo Robson Mafioletti, assessor técnico-econômico da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) que integra o projeto.
> 
> **Produção** - Apesar da previsão de recuo de 1,7% no volume de soja a ser colhido no Sul, devido à falta de chuvas, a produção cresce nas demais regiões do país. No Centro-Oeste, houve expansão de área (4,3%) e Mato Grosso do Sul tende a superar a produtividade do ano passado (com 2,95 mil quilos por hectares, +6,5%) – quando uma enxurrada em plena colheita puxou o índice para baixo.
> 
> **Centro-Norte e Sudeste** - No Centro-Norte, a ampliação do plantio de soja (8,9%) compensa com folga a diminuição prevista na produtividade (-1,7%), e a colheita tende a ser 7,1% maior. No Sudeste, o cultivo também se expandiu (3,6%) e a previsão é que o rendimento por hectare seja praticamente igual ao do último ciclo (2,88 mil kg/ha).
> 
> **Milho** - Em relação ao milho, a expansão da área nacional (10,4%) sustenta a expectativa de crescimento na produção (11,9%). O Indicador considera perda na produtividade de 1% no Paraná e Santa Catarina e de 1,5% no Rio Grande do Sul. Em Tocantins, o recuo em relação ao índice de 2010/11 foi estimado em 5,8%. Porém, a expectativa é de ampliação de 4,4% no rendimento nos estados de Mato Grosso, Mato Gros­­so do Sul e Goiás.
> 
> **Mais cedo** - O plantio de verão teve um bom arranque, começou mais cedo em todas as regiões e não faltaram chuvas nas primeiras semanas do ciclo. As regiões que sofrem com o clima mais seco ainda podem ser consideradas zonas isoladas, avalia Mafioletti.
> 
> **Estimativa inicial** - O quadro sustenta a estimativa inicial da Expedição, de que a produção nacional de grãos deve atingir 165 milhões de toneladas, podendo chegar a 170 milhões (sendo 112,91 milhões de soja e milho de verão) em 2011/12. A pesquisa considera a possibilidade de a safra de milho de inverno passar de 23 milhões de toneladas.
> 
> **RS e MT** - Neste momento, falta chuva para as lavouras de milho gaúchas plantadas em outubro e o potencial produtivo dessas áreas está comprometido, afirma o técnico da Emater do Rio Grande do Sul Dulphe Pinheiro Machado Neto. O estado, por enquanto, é o mais afetado pelo La Niña. Em Mato Grosso, os produtores também reclamam de estiagem e chuvas irregulares, principalmente nas regiões Sul e Oeste. A soja sente sede em propriedades discriminadas pelas nuvens carregadas. O problema, segundo os técnicos, terá sua dimensão definida mais à frente. (*Caminhos do Campo / Gazeta do Povo*)

 

 

 

 

 

  13 de dezembro de 2011

> A produção brasileira de grãos na safra 2011/12 deve chegar a 166,683 milhões de toneladas, incremento de 6% sobre o total colhido na temporada anterior, segundo levantamento divulgado há pouco pela consultoria Safras &amp; Mercados. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), por sua vez, prevê redução da produção de grãos na safra 2011/12. Segundo estimativa divulgada pelo órgão na semana passada, o Brasil deverá colher 159,07 milhões de toneladas de grãos e fibras, um volume 2,4% inferior ao ciclo 2010/11.
> 
> **Cereais** - De acordo com a Safras, a produção de cereais no período deve crescer 10%, para 87,886 milhões de toneladas, contra 79,898 milhões da temporada anterior, com destaque o milho, cuja produção deve crescer 17%. Para as oleaginosas, a consultoria prevê colheita 2% maior, com a produção passando de 77,555 milhões para 78,797 milhões de toneladas.
> 
> **Soja** - No caso da soja, carro-chefe do agronegócio brasileiro, a produção da safra 2011/12 deve chegar a 75,347 milhões de toneladas, 1% superior ao ciclo 2010/11, de acordo com a Safras. Na manhã de hoje, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) também divulgou sua projeção para a produção nacional de soja na safra 2011/12. Segundo a entidade, os agricultores devem colher 74,6 milhões de toneladas da oleaginosa.
> 
> **Produção** - As estimativas da Abiove e da Safras para a soja destoam da projeção da Companhia Brasileira de Abastecimento (Conab). Segundo a Conab, a produção da oleaginosa deve atingir 71,28 milhões de toneladas na temporada 2011/12. (*Valor Econômico*)

 

 

 

 

 

  13 de dezembro de 2011

> A área de Agronegócio da Gazeta do Povo encerrou nesta segunda-feira (12/12) a série de 11 eventos programada para 2011 com o Fórum Paraná Agroindustrial, realizado no Hotel Bourbon, em Curitiba. Cerca de 80 produtores e líderes do setor assistiram à palestra de Gilmar Mendes Lourenço, presidente do Instituto Paranaense de Desen­volvimento Econômico e Social (Ipardes), que demonstrou o peso da agroeconomia e as transformações em curso. Desde o evento que fez parte da programação do Show Rural Coopavel, em fevereiro, o Agronegócio Gazeta do Povo reuniu ao todo 2 mil pessoas, oferecendo informações e análises como forma de contribuir para a tomada de decisões.
> 
> **Nova fase** - Lourenço detalhou que, a partir de 1995, a indústria do Paraná entrou em uma nova fase, com forte investimento privado na agroindustrialização de produtos do campo. Em sua avaliação, o setor agroindustrial é responsável atualmente por 30% do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria e por 45% do PIB do setor de serviços. Esses índices não levam em conta o Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária, que representa o valor do que se produz antes de qualquer transformação.
> 
> **Tendência** - Para Lourenço, ao contrário do que indicam avaliações técnicas baseadas no quadro das exportações, a tendência é que o volume de matéria-prima transformado seja cada vez maior em âmbito estadual. Ele atenua a influência da China, principal cliente do agronegócio brasileiro, que prefere produtos primários. Para o especialista, é necessário levar em conta os investimentos constantes, como a indústria de milho de R$ 350 milhões que a Cargill anunciou para Castro e o projeto de R$ 6,8 bilhões que a Klabin deve implantar em Telêmaco Borba, ambos nos Campos Gerais.
> 
> **Cooperativas** - O palestrante destacou o papel das cooperativas no desenvolvimento da agroindústria. As empresas é que tornaram o Paraná o estado mais agroindustrializado do país, apontou. O executivo Jorge Gomes Rosa Filho, da Diretoria Financeira do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), disse que 60% das operações da instituição em 2011 envolveram a agroindústria, somando R$ 396 milhões.
> 
> **Prioridade** - As discussões relacionadas ao agronegócio continuarão sendo prioridade para o Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCom), disse a diretora da Unidade de Negócios Jornais, Ana Amélia Filizola. “Queremos contribuir para o desenvolvimento socioeconômico e sustentável do setor”, afirmou. O Fórum Paraná Agroindustrial contou ainda com a participação de deputados e representantes dos governos estadual e federal. (*Caminhos do Campo / Gazeta do Povo*)

 

 

 

 

 

  13 de dezembro de 2011

> A proposta orçamentária de R$ 669,7 milhões para a subvenção do seguro agrícola em 2012 aprovado pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) da Câmara dos Deputados pode sofrer uma redução drástica. Relatório setorial, de autoria do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), pretende baixar o montante para R$ 46,5 milhões, quantia 93% inferior à expectativa do setor agrícola.
> 
> **Documento** - Antes mesmo da votação das alterações na proposta, que ocorreria nesta segunda-feira (12/12) à noite, a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) encaminhou documento aos ministérios da Agricultura, Fazenda, Planejamento e à Casa Civil pedindo a manutenção dos recursos inicialmente previstos para o seguro agrícola
> 
> **Fim** - A Faep busca contato com a bancada de deputados federais do Paraná e membros da CRA para evitar o corte de recursos. ''Se a decisão não for revista, significará o fim do seguro agrícola no Brasil'', afirma o presidente da Faep, Ágide Meneguette, no documento. Segundo o economista da Faep, Pedro Loyola, os produtores esperam que o governo seja transparente na execução do orçamento e que o recurso seja disponibilizado no início do ano. ''O governo não enxerga a importância do seguro rural. Não podemos mais patinar nessa questão'', critica.
> 
> **Contingenciamento** - Loyola lembra que programa de subvenção tem sofrido contingência nos dois últimos anos e que, dos R$ 406 milhões previstos para 2011 na Lei Orçamentária Anual (LOA), apenas R$ 252 milhões foram disponibilizados. ''O valor proposto para 2012 seria um retrocesso'', avalia. O recurso atual viabiliza a cobertura de menos de 10% da área agrícola do Brasil e a intenção da Federação é chegar a 2015 com a cobertura de 50% dessa área. O economista explica que os R$ 669,7 foram propostos com base em consulta feita pelas seguradoras que apontaram uma demanda reprimida de dois anos em que os agricultores buscavam seguro, mas não havia recurso suficiente para atendê-los. O valor possibilitaria a cobertura de 20% da área agrícola nacional.
> 
> **Expectativa** - Apesar da preocupação, Loyola está na expectativa de que o a situação seja revertida. De acordo com o assessor do senador Ricardo Ferraço, Waldyr Leal, o relatório seria apresentado nesta segunda para a Comissão Mista de Orçamento. ''Diante do limite orçamentário imposto pelo relator geral, essa foi a distribuição realizada. Os R$ 46,5 milhões são um valor possível, com ele, o relator abriu a previsibilidade orçamentária para essa ação'', afirma Leal. Segundo ele, há possibilidade de suplementação orçamentária para ampliação da verba destinada à subvenção. Após avaliação da Comissão Mista de Orçamento, o relatório será encaminhado para avaliação do relator geral, deputado Arlindo Chignalia Junior (PT-SP). (*Folha de Londrina*)

 

 

 

 

 

  13 de dezembro de 2011

> Grande produtor agrícola, com uma colheita que deve chegar a 159 milhões de toneladas de grãos na safra 2011/2012, e terceiro maior exportador de alimentos, o Brasil ainda importa cerca de 70% dos fertilizantes que utiliza em sua agricultura. Foram 24,5 milhões de toneladas desses produtos em 2010 e 23,9 milhões de toneladas entre janeiro e outubro deste ano, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda). Com a estimativa de ampliação da produção agrícola brasileira em 40% até 2019, maior será a necessidade de adubos e, portanto, dos minerais que entram em sua composição, como potássio e fosfato. Juntamente com o nitrogênio, produzido a partir do petróleo, eles são utilizados na formulação básica (NPK) dos fertilizantes. As importações de fosfato correspondem a 49% do consumo nacional e as de potássio chegam a 90%.
> 
> **Investimentos totais** - De acordo com o presidente da Anda, David Roquetti Filho, os investimentos totais em fertilizantes no país devem somar US$ 13 bilhões no período de 2010 a 2016 e representa 182 milhões de toneladas de capacidade de produção adicional. "Se os investimentos forem concretizados, a relação entre importação e produção nacional vai mudar muito", diz Roquetti.
> 
> **Potássio do Brasil** - A Potássio do Brasil já investiu US$ 30 milhões, desde 2009, em um projeto de exploração de potássio no Estado do Amazonas e vai destinar mais US$ 50 milhões nos próximos 12 meses para definir o tamanho da jazida e sua viabilidade econômica. Segundo Helio Diniz David Argyle, diretor executivo da companhia, as estimativas apontam para uma produção de 4 milhões de toneladas anuais de cloreto de potássio, correspondentes a 60% do consumo nacional. A operação deve demandar investimentos totais de até US$ 4 bilhões em quatro anos.
> 
> **Vale** - Já a Vale pretende investir US$ 15 bilhões, até 2020, na expansão de operações e abertura de novas unidades na área de fertilizantes, o que deverá colocar a companhia entre os principais players mundiais do setor. Em 2010, a empresa adquiriu a Fosfertil e as operações de nutrientes da Bunge no Brasil, por um total de US$ 5,88 bilhões, e criou a Vale Fertilizantes, com negócios de fosfato e nitrogenados em São Paulo, Minas, Goiás e Paraná. Em Sergipe, a Vale detém a única mina de potássio em operação no Brasil, a Taquari-Vassouras, com capacidade para 650 mil toneladas por ano. Além disso, a companhia recebeu este ano a licença prévia do projeto Carnalita, também em Sergipe, previsto para ser, segundo a Vale, a maior planta em extração de potássio do país. Com início de operação previsto para 2016, o projeto prevê uma unidade de beneficiamento com produção de 1,2 milhão de toneladas anuais.
> 
> **Projeto Salitre** - A Vale também desenvolve o projeto Salitre, em Patrocínio (MG), em fase de estudo de viabilidade econômica, que consiste em uma mina com capacidade inicial estimada de 2,2 milhões de toneladas anuais de rocha fosfática.
> 
> **Testes** - A canadense Rio Verde Minerals, criada em dezembro de 2010 para investir no Brasil, realiza testes em um projeto de potássio na bacia de Sergipe, no município de São Cristóvão e prevê inaugurar, no primeiro semestre de 2012, uma indústria de fosfato no Pará. (*Valor Econômico*)

 

 

 

 

 

  13 de dezembro de 2011

> O Brasil assume papel importante para rechaçar o "compromisso antiprotecionismo" da maneira que a Austrália tentará emplacar na conferência ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) nesta semana, em Genebra. A Austrália quer validar a nível multilateral o que países do G-20 aprovaram no encontro de cúpula do mês passado - a não adoção de novas medidas protecionistas até o fim de 2013, para não piorar o estado já calamitoso da economia mundial.
> 
> **Congelamento** - O Brasil aceitou o compromisso no G-20, mas na OMC insiste que a questão é do que está contido no "standstill" (congelamento da situação atual). "A grande objeção do Brasil está na seletividade do que está contido na proposta e na unilateralidade das contribuições pelos países", disse o embaixador brasileiro na OMC, Roberto Azevedo. Segundo ele, os desenvolvidos querem congelar apenas as tarifas, mas não os subsídios que em boa parte distorcem as trocas internacionais. Além disso, o Brasil considera que uma coisa é procurar responder à crise econômica e outra é transformar isso em posição por tempo determinado, quando a situação é diferente de 2009, inclusive com as assimetrias cambiais que reemergiram desde então.
> 
> **Real** - Em 2008, o real brasileiro se desvalorizou por algum tempo, em seguida países desenvolvidos adotaram estímulos monetários, voltaram a dar subsídios para suas indústrias, e a moeda brasileira voltou a se valorizar "alucinadamente", na expressão de alguns negociadores.
> 
> **Reações contrárias** - A movimentação australiana provocou reações contrárias de vários países em desenvolvimento, que não admitem a possibilidade de perder espaço de políticas públicas que estimam ter pelas regras da OMC. Para a delegação brasileira, desde que uma medida seja compatível com as regras do comércio internacional, sua adoção é absolutamente legitimada, e pode estar inclusive respondendo a outras ações protecionistas, como as provocadas por outros países na área cambial.
> 
> **Avaliação** - A avaliação do lado brasileiro é de que, se as tarifas de importação forem congeladas na realidade cambial de hoje, o corte tarifário seria maior do que os países desenvolvidos exigiam no começo da negociação da Rodada Doha.
> 
> **Suspeita** - A suspeita é de que os países desenvolvidos se deram conta de que o congelamento da situação atual é uma boa maneira de conseguir uma tarifa aplicada baixa, mais ambiciosa que na Rodada Doha e obtida de graça, sem necessidade de dar contrapartida em outros setores. No G-20, em novembro, o Brasil ficou isolado, com o raro apoio da Argentina, mas evitou o compromisso proposto por países desenvolvidos e pela China de ampliar o congelamento de tarifas para até 2015 e a retirada de medidas adotadas recentemente pelos países. Nesta semana, quando mais de 60 ministros estarão em Genebra, o mais provável é que o "standstill" como quer a Austrália não passe.
> 
> **Brics** - Ministros do grupo dos Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) se reunirão nesta quarta-feira (14/12) em Genebra e a divisão sobre o "compromisso antiprotecionismo" deverá ser escondida diplomaticamente num comunicado que enfatizará mais as convergências na área comercial. A China, que defende a maior abertura possível dos mercados dos outros, deverá apoiar a posição do resto dos Brics mais por solidariedade do que por interesse, pelo menos no momento. Índia e África do Sul estão firmes com o Brasil.
> 
> **Rússia** - Já a Rússia entrará nesta semana na OMC, depois de ter negociado sua adesão como país desenvolvido, enquanto os outros Brics procuram justamente manter a briga pelo status de países em desenvolvimento para fazerem menos concessões nas negociações internacionais. (*Valor Econômico*)

 

 

 

 

 

  13 de dezembro de 2011

Questões relativas a mudanças climáticas e ao novo Código Florestal Brasileiro estarão em debate no Fórum Jurídico e de Meio Ambiente que o Sistema Ocepar promove, na próxima sexta-feira (16/12), a partir das 9h30, na sede da organização, em Curitiba. Entre os especialistas convidados a ministrar palestra estão o professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e pós doutor pela Universidade de Sorbone, Francisco de Assis Mendonça; a pesquisadora do Icone -Instituto de Estudos do Comércio e Negociações Internacionais e da RedeAgro, Laura B Antoniazzi; o consultor jurídico da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), doutorando em Direito Socioambiental na PUC/PR e mestre em Direito Ambiental pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Leonardo Papp e Moises Savian, da Gerência de Sustentabilidade Ambiental do Ministério de Meio Ambiente.

**Informações** - Mais informações com Sílvio Krinski (e-mail: Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.) ou Márcia Bezerra (Este endereço de e-mail está sendo protegido de spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.).

***[Clique aqui e confira a programação completa do Fórum Jurídico e de Meio Ambiente](https://paranacooperativo.coop.br/images/upl/outro/Forum_Meio_Ambiente_081211.pdf)***

 

 

 

 

 

 

  12 de dezembro de 2011

> Foi publicado, no Diário Oficial da União desta segunda-feira (12/12), o decreto de n° 7.640, assinado pela presidente Dilma Rousseff, prorrogando por 120 dias o prazo para que os agricultores possam fazer em cartório a averbação da reserva legal de suas propriedades rurais. O decreto anterior (7.497) venceu neste domingo (11/12). A intenção do governo com essa prorrogação é esperar a aprovação do novo Código Florestal Brasileiro na Câmara Federal. É a quarta vez que o prazo para a averbação da reserva legal está sendo prorrogado. As duas primeiras prorrogações foram feitas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. (*Assessoria de Imprensa do deputado federal Moacir Micheletto*)
> 
> ***[Clique aqui](https://paranacooperativo.coop.br/images/upl/outro/Decreto_7640_121211_1.pdf)*** para conferir a íntegra do Decreto 7.640

 

 

 

 

 

 

 

 





 

 

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