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PNAD COVID: Nível de ocupação no Paraná é um dos maiores do País

pnad covid 31 07 2020O Paraná apresentou em junho nível de ocupação de 55,4% dos moradores, o terceiro maior do País, atrás apenas de Santa Catarina (56,7%) e do Mato Grosso (55.9%). No Brasil, o nível de ocupação, que representa o percentual de pessoas em idade de trabalhar que estão efetivamente ocupados, está em 49%.

Dados - Os dados foram apresentados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Covid-19), feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Pandemia - A PNAD Covid-19 mostra que 461.156 pessoas deixaram de procurar emprego no mês passado no Paraná devido à pandemia (isolamento social). Outros 648 mil moradores do Estado procuraram trabalho, o que mostra que a taxa de desocupação do Estado estava em 11,1%, um pouco acima dos 10% registrados em maio. Além disso, 574 mil estavam afastados do trabalho e 250 mil deixaram de receber remuneração em junho.

Trabalho remoto - Por causa da pandemia, 10,4% dos trabalhadores estavam atuando de forma remota no Estado (no Brasil eram 12,7%) e a taxa de informalidade das pessoas ocupadas estava em 27,3%, número abaixo da média nacional, que era de 34,8%. O Paraná, junto com os outros Estados do Sul, apresenta uma das menores informalidades entre as unidades da federação.

Retrato - “Temos em mãos um retrato do que está acontecendo no Estado do Paraná. Esses números vão nos ajudar na construção do plano de retomada da economia que está em andamento e que esperamos poder colocar em prática em breve”, disse o secretário estadual do Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge.

Profissões - A pesquisa revela que as dez profissões mais afetadas pelo novo coronavírus respondem por 53% dos afastamentos ocorridos em virtude do distanciamento social. A mais afetada em termos absolutos foi a de empregados domésticos – 38 mil pessoas foram afastadas (93,9% da categoria profissional deixou de receber remuneração). No caso de cabeleireiro, manicure e afins, 19 mil pessoas foram afastadas do trabalho e 96,9% deixaram de ser remuneradas. Também foram afetados vendedores, pedreiros, professores de educação física, motoristas de aplicativos, auxiliares de escritório e outros profissionais.

Auxílio emergencial - Já o auxílio emergencial que vem sendo pago pelo Governo Federal contribuiu para o aumento da renda domiciliar média per capita em todos os decis, isto é, nos dez segmentos com a mesma quantidade de pessoas, das mais pobres às mais ricas. No Paraná, 35,7% dos domicílios receberam auxílio da União (no Brasil, 43% receberam em junho). Com isso, no primeiro decil, a renda domiciliar per capita sem auxílio emergencial era de R$ 92 e, com o benefício, subiu para R$ 379, com um incremento de R$ 287. No décimo decil, passou de R$ 6.235 para R$ 6.247.  

Tomada de decisões - “Estamos certos da nossa missão de oferecer dados que refletem a realidade e que ajudam na tomada de decisões, por isso o Ipardes analisou os números da PNAD Covid-19 do IBGE e apresenta os desdobramentos do que aconteceu no Estado com a pandemia”, afirmou o presidente do Ipardes, Carlos Gomes Pessoa.

Pesquisa - A pesquisa foi feita pelo IBGE por telefone, em todo o País. Ela traz a distribuição da estrutura etária da população e mostra o número de pessoas com mais de 60 anos de idade, consideradas como um dos grupos de risco da Covid-19. No Brasil, elas somam 14,3%, porcentagem que sobe para 16,6% no Sul do País. No Paraná, os idosos respondem por 15,4% da população. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Gilson Abreu / AEN

Confira tabela PNDA Covid no https://covid19.ibge.gov.br/pnad-covid/

 

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