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COCAMAR: Setecentas famílias recebem cestas doadas pela cooperativa e Ihara

cocamar 03 06 20210Em parceria com a empresa Ihara, uma de suas fornecedoras, a Cocamar doou 700 cestas básicas para instituições que prestam atendimento a famílias em situação de vulnerabilidade, incluindo refugiados estrangeiros. Além de Maringá, as doações foram feitas durante a live realizada no domingo (31/05) pelo padre José Carlos dos Santos, o Frei Zeca, encaminhadas para a região de Presidente Prudente (SP).

Entidade beneficiada - Uma das entidades beneficiadas é a Associação dos Estrangeiros da Região de Maringá (AERM), que atende a cerca de 1,5 mil pessoas, a maioria haitianos e venezuelanos que passam por muitas dificuldades nesses tempos de pandemia.

Atendimento - O presidente da AERM, Ronelson Furtado Balde, natural de Guiné Bissau e que está em Maringá desde 2006, onde cursou direito e constituiu sua família, conta que essa parcela da população não é servida por programas oficiais de apoio. “Os refugiados dependem atualmente da ajuda de empresas e da sociedade até mesmo para suas necessidades básicas”, afirma Balde. Elas vão desde a falta de empregos, alimentos, medicamentos, agasalhos e artigos de higiene, a condições dignas de moradia.

Fome e frio- Segundo ele, se em tempos normais já é difícil, em época de pandemia os problemas são ainda maiores, pois os refugiados são os primeiros a perderem seus empregos. O objetivo da AERM, explica, é capacitar e tentar achar postos de trabalho para os estrangeiros que tiveram que deixar os seus países e hoje estão em Maringá e região. Para a capacitação, há o apoio de instituições como UEM, Unicesumar e PUC. No entanto, no atual momento, a entidade precisa se desdobrar para ajudá-los também no aspecto assistencial. E garante: “Muitos refugiados estão passando fome e frio por aqui, pois não há como atender a todos”.

Sem atendimento presencial - Balde explica também que, por conta da pandemia, a entidade teve que paralisar o atendimento presencial. Entre os haitianos, cerca de 75% são homens, a maioria solteiros, que geralmente se unem para dividir os custos da moradia. Entre os venezuelanos, o percentual de homens e mulheres é praticamente igual, havendo muitos casais e grande parte deles com capacitação. “Há pessoas formadas em advocacia que ficariam felizes trabalhando como empacotadores.”

Sala - A prefeitura de Maringá cedeu uma sala na rodoviária para que seja usada como sede pela AERM, a qual depende ainda de ser reformada e estruturada para poder atender aos seus objetivos.

Serviço - Para conhecer mais sobre a AERM, visite o seu perfil no Facebook. Para fazer doações, entre em contato pelo telefone (44) 98439-4082. (Imprensa Cocamar)

 

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