COVID-19 II: Agronegócio mantém-se ativo para garantir a produção de alimentos

covid mafioletti 08 04 2020Em entrevista à Revista Amanhã, o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, destacou que, desde o início da pandemia do coronavírus, a entidade tem mantido diálogos constantes com  autoridades do agronegócio para garantir o fluxo de produção e logística dos serviços essenciais das cooperativas agropecuárias. Segundo ele, a gravidade da situação provocada pela pandemia, que afeta o mundo todo, não permite antecipar o quanto o setor produtivo será afetado.

Incerteza – O superintende ponderou ainda que ainda é muito prematura fazer qualquer mensuração de danos que a pandemia causará para o setor. Disse que há dificuldades na produção e agroindustrialização, principalmente dos produtos perecíveis, como da cadeia de lácteos e hortifrutigranjeiros, ao passo que os preços de grãos e carnes tiveram melhora. “Mas é muito prematuro falar sobre reflexos para o agronegócio devido à complexidade decorrente da imensa crise que afeta o mundo todo.”

Estratégia – Mafioletti destacou que, neste momento delicado, o que tem preponderado é o diálogo em busca de soluções. “Esse é o ponto chave. Temos diálogo direto do nosso Comitê com as cooperativas, com o G7, composto por sete confederações do estado, com o governo do Paraná. Mantemos, diariamente, contato para tentar encontrar soluções para problemas pontuais ou outros”, disse, ao adiantar que, por exemplo, a entidade tem whatsapp com secretários de estado. Além disso, já foram realizadas duas videoconferências com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e toda a sua equipe e cooperativas. “Ao lado do cuidado com as pessoas responsáveis pela produção e logísticas, é preciso ter em mente que não se pode parar o processo produtivo, afinal atuamos num setor essencial que é a produção de alimentos”, argumentou.

Ouça aqui o áudio da Rádio Paraná Cooperativo

 

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