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IBGE: Novas tecnologias entram na mira do Instituto

ibge 16 09 2019O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai reformular parte de suas pesquisas estruturais para começar a mensurar a revolução tecnológica no Brasil, como a chamada internet das coisas, inteligência artificial, robótica e economia de compartilhamento.

Indicadores - A ideia do instituto é passar a medir, em diferentes pesquisas, indicadores como a proporção de empresas com internet 5G, o número companhias com departamento de “big data” e mesmo os ganhos de produtividade dentro das empresas a partir dos investimentos em inovação.

Mudança de paradigma - “Não existe estatística oficial sobre esses fenômenos. Mais do que reformular e revisar pesquisas, o que o IBGE quer nos próximos anos é uma mudança de paradigma”, disse Cimar Azeredo, diretor-adjunto de pesquisa do instituto.

Debate - O debate sobre as pesquisas que poderão criadas ou adaptadas e as formas de mensuração da inovação será ampliado em novembro, quando o instituto vai realizar um seminário no Rio com a presença do setor privado e de integrantes do governo, como a Finep e o Ministério de Ciência e Tecnologia.

Inovação Tecnológica - Após a realização do seminário, uma das pesquisas que deverão ser reformuladas é a de Inovação Tecnológica (Pintec), que está hoje em campo. Realizada a cada três anos, a Pintec consulta 15 mil empresas por edição, a maior parte indústrias. As mudanças devem ser feitas visando a edição seguinte da pesquisa. “Eu não poderia mudar o paradigma da pesquisa em cima do início da coleta” afirma Azeredo.

Comércio eletrônico - Além das novas tecnologias, o IBGE quer mapear de forma mais abrangente o comércio eletrônico brasileiro. Hoje, o instituto levanta receita do e-commerce pela Pesquisa Anual do Comércio (PAC). Dados do IBGE obtidos com exclusividade mostram que o setor vendeu R$ 3,7 bilhões em 2017, 4,2% a mais que no ano anterior em valores nominais.

Aprimoramento - Alessandro Pinheiro, coordenador das Pesquisas Estruturais e Anuais no IBGE, afirma que os indicadores sobre comércio eletrônico podem ser aprimorados. “O indicador não cobre ainda toda a economia. Ele não inclui a parte de serviços on-line”, exemplifica. (Agência Brasil)

 

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