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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4911 | 21 de Setembro de 2020

EDUCAÇÃO: Programa Cooperjovem realiza evento em homenagem ao Dia do Professor, com palestra de Marcos Piangers

O autor do best seller O Papai é Pop, Marcos Piangers, vai ministrar palestra com o tema “A educação que nos espera após a pandemia”, no dia 15 de outubro, no Encontro Estadual de Educadores do Programa Cooperjovem. O evento é uma iniciativa do Sistema Ocepar, realizada por meio do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR), com o objetivo de comemorar o Dia do Professor. O encontro será transmitido pela TV Paraná Cooperativo (youtube.com/sistemaocepar), das 15h às 17h. Haverá ainda a participação do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e do superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche.

O palestrante - Piangers é especialista em novas tecnologias, criatividade, inovação e uma das maiores referências sobre paternidade do país. O livro O Papai é Pop teve mais de 300 mil exemplares vendidos e foi lançado em Portugal, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos. Ele já deu aulas e palestras para os maiores eventos e empresas nacionais, além de ser cinco vezes palestrante do TED, a maior conferência de ideias do mundo. Seus vídeos já ultrapassaram a marca de 400 milhões de visualizações no Facebook.

Cooperjovem - Destinado a fomentar a cultura da cooperação no ambiente escolar e na comunidade ao entorno, com base em uma prática pedagógica cooperativa, o Programa Cooperjovem é realizado no Paraná pelo Sescoop/PR, em parceria com mais de 20 cooperativas, abrangendo cerca de 34 mil alunos, 2.200 professores e aproximadamente 348 escolas de ensino fundamental em 66 municípios paranaenses.

Informações - Mais informações sobre o Encontro Estadual de Educadores do Programa Cooperjovem com a analista do Sescoop/PR, Fabianne Ratzke (fabianne.ratzke@sistemaocepar.coop.br).

 

cooperjovem folder 21 09 2020

COOPER LÍDER: Lideranças femininas das cooperativas do PR participam de encontro virtual na sexta-feira, 25 de setembro

Faltam poucos dias o Encontro Virtual das Lideranças Femininas Cooperativistas. O evento ocorre na sexta-feira (25/09), às 13h30, numa promoção do Sistema Ocepar realizada por meio do Programa Cooper Líder Feminino. O evento será transmitido pelo canal da entidade no Youtube e terá grandes atrações, como o poeta Bráulio Bessa e a dupla musical Overdriver Duo.

Painel - Questões relevantes ligadas às mulheres cooperativistas também estarão em debate em um painel que contará com as presenças de Yuna Bastos, conselheira de Administração da Sicredi União PR/SP, Solange Martins, presidente do Sicoob Unicoob Meridional, Wemilda Feltrin, presidente da Unimed Francisco Beltrão e Maura Carrara, presidente da Sicredi Nossa Terra. O evento será aberto pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Overdrive Duo - Overdrive Duo é um fenômeno global, com mais de 3,2 bilhões de visualizações nas redes sociais. A dupla fez turnê mundial e passou por 14 países, com apresentações nos maiores palcos e festivais do mundo. O Do foi premiado por destaque internacional e está entre os artistas mais vistos do planeta na internet.

Bráulio Bessa - O poeta ultrapassou a marca de 100 milhões de visualizações em seus vídeos. Participa do programa de TVV Encontro com Fátima Bernardes, do qual é consultor em cultura nordestina. Disseminando sua poesia aos quatro cantos, Bráulio é considerado um dos maiores ativistas da cultura nordestina no mundo.

Informações - Mais informações com a analista do Sescoop/PR, Eliane Lourenço Goulart Festa (eliane.goulart@sistemaocepar.coop.br / 41 99191-9172).

 

cooperlider folder 03 09 2020

COVID-19: Comitê de Acompanhamento divulga comunicado 121

covid 19 destaque 21 09 2020O Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar divulgou, na manhã desta segunda-feira (21/09), o comunicado 121, destacando a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e diversas outras ações que contaram com a participação da entidade, como na reunião com representantes dos adidas agrícolas brasileiros, no dia 18 de setembro. Confira abaixo todos os destaques do boletim.

1. O Sistema Ocepar, no dia 18 de setembro, realizou de forma virtual Reunião da Autogestão com a cooperativa Cerpa e participação do corpo diretivo e gestores.

 

2. No dia 18 de setembro, o Sistema Ocepar realizou, com os representantes das cooperativas participantes do projeto compartilhamento de soluções em TI, uma reunião para avaliar a primeira entrega do estudo.

 

3. O Sistema Ocepar, no dia 18 de setembro, por meio do Sescoop/PR realizou 27ª live do Encontro com Agentes das cooperativas paranaenses, com o tema – comunicação colaborativa no mundo cooperativo.

 

4. No dia 18 de setembro, o Sistema OCB, em conjunto com os representantes do Sistema Ocepar e Ministério da Agricultura - Mapa, realizou três reuniões com os representantes dos adidos agrícolas brasileiros do Japão, Coreia do Sul, Índia e Tailândia.

 

5. No dia 18 de setembro de 2020, entrou em vigor a Lei 13.709/2018, conhecida como Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que regulamenta o tratamento de dados pessoais, por pessoas naturais e jurídicas, incluindo as Cooperativas, com o objetivo de proteger direitos como a liberdade e a privacidade em relação ao uso destas informações. Lei n º 13.709/2018 e Lei nº 14.010/2020, no artigo 65, I-A, as sanções administrativas entram em vigor apenas em 1o de agosto de 2021.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

GETEC: Informe nº 45 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 21 09 2020A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (21/09), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2020, 2021 e 2022.

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

 

LIVE: Marlene Marchiori fala sobre comunicação colaborativa no mundo cooperativo

 

Na sexta-feira (18/09), cerca de 50 agentes e assessores de comunicação das cooperativas paranaenses acompanharam a 27ª live promovida pelo Sistema Ocepar, que contou com a participação da especialista em comunicação organizacional e professora, Marlene Marchiori. O evento, mediado pelo jornalista e coordenador de comunicação do Sistema Ocepar, Samuel Milléo Filho, abordou o tema: comunicação colaborativa no mundo cooperativo.

 

Habilidades - Durante 45 minutos, Marlene falou como as cooperativas são locais para desenvolvimento da identidade humana e precisam cada vez mais falar com públicos diversos. “Precisamos cada vez mais formar pessoas para habilidades como cooperação, empatia, aprendizado constante, experimentação, criatividade, inovação as quais exigem equipes multidisciplinares, ágeis e colaborativas. A palavra colaboração deriva do latim com e laborare e significa trabalho em conjunto. Colaboração é a articulação de um esforço comum em direção a um objetivo. E não existe lugar melhor para uma comunicação colaborativa do que no mundo cooperativista, afinal, isso faz parte dos princípios do setor”, lembrou.

 

Engajamento - A especialista afirmou que hoje comunicação não é apenas função de um setor específico. Saber bem se comunicar é cada vez mais uma exigência do mercado. “Quando as pessoas têm uma percepção clara de estarem colaborando como parte de um time, elas ficam mais engajadas e motivadas a trabalhar em suas tarefas até o fim. As decisões antigamente eram de cima para baixo, hoje não, elas são e devem ser compartilhadas com todos, em especial no meio cooperativo”.

 

Mudanças - Em sua fala, Marlene destacou a objetividade e clareza na hora de se comunicar e a importância de se definir os melhores canais e meios para que a mensagem seja entendida por todos os públicos. “O que é preciso acontecer para haver colaboração no mundo cooperativo? As pessoas devem ser convidadas a conviver umas com as outras. Entender o convite. Escolher fazê-lo e que percebam ganhos evolutivos ao colaborar, participar deste ou daquele evento promovido pelas cooperativas. Contexto adequado à colaboração, trazendo para a prática estratégias que promovam o diálogo e a cocriação. E vocês agentes de desenvolvimento humano e profissionais de comunicação tem este importante desafio: mudar a forma de pensar. Materialize ideias. Busque soluções inovadoras, pratique o ato de comunicar”, frisou.

 

Perfil - Marlene Marchiori atua junto a empresas desenvolvendo planos de comunicação e de relacionamento para mudar o mindset, conectando propósito e sustentando a identidade, levando ao fortalecimento da reputação. Desenvolve equipes e potencializa o exercício da comunicação & liderança com Workshops e Palestras. Ela possui pós-doutorado em Comunicação Organizacional pela Brian Lamb School of Communication, Purdue University, dos Estados Unidos da América. Doutorado em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, tendo estudado no Theory, Culture & Society Centre com Professor Mike Featherstone na Nottingham Trent University, do Reino Unido. Graduada em Comunicação e Administração de Empresas. Escritora e articuladora entre o mundo acadêmico e mercado, tem 16 livros publicados e organizados, nos temas comunicação, cultura e estratégia, além de participar como autora convidada em obras nacionais e internacionais.

 

Clique aqui para acessar o link com a apresentação completa

 

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REUNIÃO INSTITUCIONAL: Cerpa reune-se virtualmente com o Sistema Ocepar

Na tarde da última sexta-feira (18/09), diretores, conselheiros e funcionários da Cooperativa de Infraestrutura e Eletrificação Rural de Palotina (Cerpa), liderados pelo presidente Mércio Francisco Paludo, recepcionou, em reunião virtual,  integrantes do Sistema Ocepar. O intuito do encontro foi apresentar e discutir a situação econômico-financeira da cooperativa por meio de indicadores e comparativos com outras do mesmo ramo e região, visando manter a qualidade da gestão, credibilidade perante terceiros, transparência perante o quadro social e a solidificação do sistema cooperativista. Ainda durante a reunião institucional – a 62ª no formato virtual  – foi detalhado o trabalho que o Sistema Ocepar tem desenvolvido em prol do setor cooperativista, apresentada a perspectiva da economia nacional e reflexos para o setor, os indicadores socioeconômicos das cooperativas paranaenses, além das atividades finalísticas do Sescoop/PR.

Cooperação - A abertura do encontro virtual foi feito pelo coordenador de Monitoramento do Sistema Ocepar, João Gogola Neto, que detalhou a pauta e a nova sistema das reuniões, com o intuito de manter o contato permanente entre a entidade e as cooperativas. Por sua vez, o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, disse que, mesmo em um “momento diferente que estamos vivendo”, referindo-se aos contatos virtuais por causa da pandemia da Covid-19, a equipe do Sistema Ocepar mantém-se ativa e muito coesa no cumprimento de sua função de representação institucional das cooperativas. “Lógico que sentimos falta do encontro presencial, mas as atividades prosseguem. Por exemplo, por meio de forte alinhamento com a OCB, tem diso mantidas as negociações na esferal federal, tanto no Congresso Nacional como nas diversas áreas de governo, para tratrar de questões de interesse do cooperativismo como um todo e, em especial, do Paraná”, acrescentou, alinhando ainda uma série de ações no âmbito do Paraná,  junto ao governo e entidades, como o G7 (grupo que reúne lideranças das principais federaçoes do setor produtivo), para tratar de assuntos pertinentes ao setor, como a questão do pedágio no estado.

Agilidade - Mafioletti destacou que o momento tem permitido também participar de vários eventos em curto espaço de tempo, tratanto de questões relativas aos negócios das cooperativas, como reuniões com instituições financeiras, agências reguladoras, entre outros segmentos. Citou, por exemplo, o encontro realizado com adidos agrícolas no Japão e na Tailândia. “Hoje (sexta-feira), em 30 segundos, sai de uma reunião no Japão e entrei em outra na Tailândia, graças à modalidade virtual.”

Reconhecimento - O presidente da Cerpa, Mércio Paludo, agradeceu ao Sistema Ocepar pela iniciativa de utilizar ferramentas virtuais para se manter próxima e apoiar as cooperativas em suas demandas. “Sempre fomos bem atendidos por vocês. E esse acompanhamento e avaliação é muito importante  para o nosso processo de gestão. Aliás, a contribuição do  Sescoop/PR, desde a formação de funcionários e capacitação de gestores, tem sido muito importante para o desenvolvimento da cooperativa. E estamos todos unidos, diretoria, conselheiros e funcionários, para atingir o planejado”, acentuou. Por sua vez, Mafioletti enfatizou que as ações e esforços da entidade buscam o benefício das cooperativas paranaenses, pois estão focados “nas questões relevantes e essenciais do cooperativismo. Portanto, existimos por causa de vocês. Podem nos demandar”. 

Cerpa - Fundada em janeiro de 1975, em Palotina, no oeste do Paraná, a cooperativa  tem 2.112 cooperados e 45 funcionários. E a previsão, segundo o presidente Paludo, é fechar o ano com faturamento de R$ 28 milhões, frente aos R$ 27 milhões de 2019.

Equipe - Pelo Sistema Ocepar, também participaram da reunião virtual a gerente de Desenvolvimento Cooperativo, Maria Emilia Pereira Lima, Silvio Krinski, coordenador de Desenvolvimento Técnico da Getec, e Rodrigo Gandara Donini, analista técnico do Sescoop/PR.

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PROTEÇÃO DE DADOS: LGPD entra em vigor

protecao dados 21 09 2020Depois de muito debate e controvérsias, com a publicação no Diário Oficial da União de sexta-feira (18/09) da Lei 14.058/20 sem a prorrogação prevista originalmente, a vigência da Lei 13.709/18 foi alterada e entrou em vigor a Lei Geral de Proteção de Dados. A OCB e a Frencoop atuaram junto aos parlamentares para que o início da vigência da LGPD fosse prorrogado para 31 de dezembro deste ano, conforme emenda do deputado Evair de Melo (ES), porém o Senado Federal optou pela retirada desse dispositivo do texto da lei.

Medida provisória - Em abril, o governo havia editado uma medida provisória para, entre outras coisas, adiar a entrada em vigor da LGPD de agosto de 2020 para 3 de maio de 2021. Os deputados haviam acordado com o governo um meio-termo: 31 de dezembro de 2020. No entanto, o Senado resolveu não adiar a entrada em vigor da lei e estipulou que a mudança seria imediata, a partir da sanção do projeto oriundo da MP. Como o trecho foi retirado pelos senadores, não restava alternativa ao governo a não ser sancionar o texto, que já está valendo desde sexta-feira (18/09).

Sanções administrativas - Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, é importante lembrar que os dispositivos da LGPD que tratam das sanções administrativas já tiveram o prazo de início de vigência adiado para 1º/8/2021, com a sanção da Lei 14.010/2020, situação que foi mantida mesmo com as alterações dos dispositivos citados anteriormente. “A medida, no entanto, não dispensa a obrigatoriedade de adaptação imediata das atividades às exigências legais que asseguram a proteção no tratamento de dados pessoais”, orienta Freitas.

Webinário para cooperativas - Considerando o início de vigência da LGPD e a importância das cooperativas se adequarem a ela, o Sistema OCB promoverá no dia 7/10 um webinário sobre o tema. Serão duas palestras: a primeira ocorrerá às 9h30, conduzida pela especialista Patrícia Peck, abordando as questões teóricas da lei, e, a segunda, às 14h30, conduzida por Cristhian Groff, abordando os aspectos práticos para adequação à LGPD.

Contexto - A LGPD foi elaborada com dois pilares principais: a proteção dos direitos dos titulares dos dados e a criação de um ambiente propício para a livre circulação de dados. De acordo com os especialistas, o primeiro princípio é bem intuitivo. Ele tem a ver com a privacidade, que é um tema já relativamente conhecido pelo nosso ordenamento jurídico. Além disso, ele também visa resguardar os titulares de problemas como spam, limitações indevidas de crédito, decisões injustas, por exemplo.

Uso devido dos dados - O segundo pilar, entretanto, demanda um pouco mais de aprofundamento. Ele diz respeito à criação de um ambiente em que negócios, pessoas e organizações de todos os tipos saibam as regras do jogo e possam se sentir confiantes para jogá-lo. Isso quer dizer que a LGPD vem não apenas para restringir usos indevidos de dados pessoais, mas também para fomentar o uso devido dos mesmos – e os consequentes benefícios econômicos de tal uso. (OCB, com informações do Congresso em Foco)

 

RAMO TRABALHO: OCB debate sobre negócios no pós-pandemia

ramo trabalho 21 09 2020As cooperativas precisam estar preparadas para as novas oportunidades de negócio que virão pela frente, no cenário já chamado de pós-pandemia. Com isso em mente, a OCB iniciou na sexta-feira (18/09), o seminário on-line do Ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços, que é dividido em três partes. O objetivo é sensibilizar as 909 cooperativas do ramo sobre organização e estruturação dos negócios, com foco na retomada econômica.

Reorganização dos ramos - Segundo o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, o seminário serve para reforçar que a reorganização dos ramos – processo realizado ao longo de 2019 – tem a finalidade de fortalecer o trabalho de identificação e atendimento às demandas das cooperativas, como é o caso da derrubada da Súmula 281, do Tribunal de Contas da União.

Atuação - “O Sistema OCB tem atuado para derrubar a súmula 281/TCU uma vez que ela aparece como um dos normativos utilizados para vedar a participação das cooperativas em licitações. No Seminário será mostrada a caminhada já realizada nesse processo e o plano de ação traçado para chegar ao resultado que as cooperativas merecem”, adianta o presidente do Sistema OCB.

Três partes - A programação foi dividida em três partes e inclui outros dois seminários nesta semana, nos dias 22 e 24. Confira a agenda abaixo e se organize para não perder nada. (OCB)

PROGRAMAÇÃO

1º ENCONTRO - 18/09 (OCORRIDO SEXTA-FEIRA)

16h – abertura institucional

16h10 – apresentação da nova estrutura de governança do ramo.

16h20 – debate sobre a participação de cooperativas em licitação (súmula 281/TCU)

17h – rodada de perguntas

17h30 – encerramento

2º ENCONTRO - 22/09 (TERÇA-FEIRA)

16h – abertura institucional

16h10 – palestra: (Re)organizando as finanças para enfrentar os desdobramentos da pandemia

16h50 – debate sobre o acesso à linhas de crédito do BNDES

17h10 – rodada de perguntas

17h25 – sorteio de consultorias

17h30 – encerramento

3º ENCONTRO – 24/09 (QUINTA-FEIRA)

16h – abertura institucional

16h10 – palestra: O futuro dos negócios: vem criar o seu!

17h – bate-papo sobre as plataformas InovaCoop e o CooperaBrasil

17h20 – rodada de perguntas

17h30 – encerramento

(OCB)

 

AUDIÊNCIA PÚBLICA: OCB participa de debate sobre clima no STF

A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) participa, nesta terça-feira (22/09), da audiência pública convocada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), para debater sobre mudanças climáticas e meio ambiente. O evento vai reunir integrantes do governo federal, de universidades e da iniciativa privada. Entidades de representação de outros também estarão presentes a convite do ministro. O evento será transmitido ao vivo pela TV Justiça e no canal do STF no YouTube.

Arguição - Os debates ocorrerão nesta segunda e terça-feira (21 e 22/09) no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 708, apresentada por PT, PSOL, PSB e Rede, que questionam a atuação do governo em relação ao Fundo Nacional sobre Mudanças do Clima (Fundo Clima). A OCB e o movimento cooperativista serão representados por Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócios da FGV/EESP e embaixador especial da FAO para as cooperativas.

Cooperativismo - O movimento cooperativista pretende deixar evidente que é possível conciliar a proteção ambiental à produção rural, segundo a atual legislação, garantindo, assim, a viabilidade dos pequenos e médios produtores. Segundo a OCB, o novo Código Florestal já traz, em si, uma grande preocupação em aliar essas duas vertentes de um mesmo setor, que precisa cada dia mais de sustentabilidade, preservando tanto os recursos naturais quanto a atividade de milhares de agricultores familiares.

Quem mais deve participar - No despacho do ministro, assinado em 31/8, foram incluídas as participações do vice-presidente Hamilton Mourão; dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Rodrigo Maia; além de seis ministros: general Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), André Mendonça (Justiça), Ricardo Sales (Meio Ambiente), Tereza Cristina (Agricultura) e Bento Ribeiro (Minas e Energia). Órgãos governamentais como Ibama e Funai também terão expositores.

Universidades e entidades - Representantes de universidades e entidades da sociedade civil, como OAB e Instituto Socioambiental (ISA), também participarão. Estão na lista atores da iniciativa privada que atuam na área ambiental, como Natura, além de grandes bancos: Itaú, Bradesco e Santander.

Presencial - O evento ocorrerá de forma presencial na sala da Primeira Turma do STF e obedecerá as medidas sanitárias (distanciamento social e uso de máscaras) em razão da pandemia da covid-19. O palestrante que preferir poderá participar por videoconferência.

Manifestação oral - Somente os participantes que farão manifestação oral na audiência pública poderão comparecer presencialmente. Para o público em geral e jornalistas, o evento será transmitido pela internet. Veja a lista completa de expositores.

Acompanhe - Para acompanhar os debates, clique aqui. (OCB)

SICREDI: Na Semana dos Objetivos Globais, instituição destaca ações conectadas aos propósitos da ONU

A Organização das Nações Unidas (ONU) considera que as empresas e organizações possuem grande potencial para transformação coletiva. De acordo com a entidade, dos 200 maiores PIBs do mundo, 157 são de empresas. Por esse motivo, o Pacto Global tem por missão engajar corporações para o alinhamento de estratégias buscando o desenvolvimento sustentável. Visando a promoção e o progresso das ações, a ONU realiza a Semana dos Objetivos Globais, entre 18 e 26 de setembro, com reuniões virtuais de líderes mundiais e cidadãos que almejam transformar positivamente o planeta e, especialmente esse ano, minimizar os impactos da Covid-19 com a realização de inúmeras iniciativas.

Brasil - No Brasil, a rede do Pacto Global é a terceira maior do mundo, com mais de 950 membros. O Sicredi, primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, integra o Pacto Global desde fevereiro de 2020. Conectado aos princípios do cooperativismo, o Sicredi já desenvolve, ao longo de sua história, projetos que estão diretamente ligados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela ONU.

Ações solidárias - Recentemente, as ações solidárias desenvolvidas pelas cooperativas de crédito, em celebração ao Dia de Cooperar, beneficiaram mais de 1,6 milhão de pessoas e envolveram cerca de 11 mil voluntários, somente nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Entre as mais de 600 iniciativas, estão doações de cestas básicas, produtos de limpeza e de sangue. “Nossa atuação é baseada no ideal dos fundadores que fortaleceram conceitos importantes, como ajuda mútua e colaboração, visando ao desenvolvimento das comunidades”, explica o presidente nacional do Sicredi e da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock.

Oitavo objetivo - Essa conexão com os princípios norteadores do cooperativismo garante também a promoção do oitavo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável, que trata do trabalho decente e crescimento econômico. Nos últimos anos, a atuação do Sicredi tem promovido a democratização do acesso aos serviços financeiros, especialmente nas pequenas localidades. Em mais de 200 municípios brasileiros, o Sicredi é a única instituição financeira presente e disponível aos moradores.

Impacto positivo - O impacto positivo no desenvolvimento econômico regional também foi demonstrado na pesquisa “Benefícios Econômicos do Cooperativismo de Crédito na Economia Brasileira”, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). De acordo com o estudo, o cooperativismo incrementa o Produto Interno Bruto (PIB) per capita dos municípios onde atua em 5,6%, cria 6,2% mais vagas de trabalho formal e aumenta o número de estabelecimentos comerciais em 15,7%. O levantamento ainda aponta que cada R$ 1,00 em crédito concedido pelas cooperativas gera R$ 2,45 em renda entre os demais agentes e atividades da economia brasileira, resultando em crescimento do PIB.

Benefícios concretos - Para Dasenbrock, os dados estatísticos reforçam os benefícios concretos gerados pelo cooperativismo de crédito. “Estamos presentes nos locais onde as pessoas mais precisam gerando valor por meio de nossa atuação próxima ao associado. Trabalhamos constantemente para oferecer as soluções financeiras adequadas, além do crédito consciente que faz o país crescer, gera renda, emprego e negócios”, analisa.

Educação e lideranças femininas - A igualdade de gênero também tem norteado a atuação do Sicredi. O apoio às lideranças femininas possibilitou a formação de Comitês Mulher em 24 cooperativas, que têm 675 participantes ativas nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro (números de dezembro de 2019). O processo resultou em 62 integrantes eleitas coordenadores de núcleo e 15 nomeadas como conselheiras nas eleições do ano passado.

Reconhecimento internacional - O trabalho realizado garantiu ao Sicredi o reconhecimento internacional Athena Award, em 2018. A premiação, promovida pelo Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (WOCCU, na sigla em inglês), é dedicada às instituições financeiras ou executivos e executivas que contribuíram para o desenvolvimento de lideranças femininas no setor.

A União Faz a Vida - Já a principal iniciativa de responsabilidade social do Sicredi, o Programa A União Faz a Vida, atua na educação integral de crianças e adolescentes, ajudando a despertar a essência da cooperação e contribuindo para formar uma sociedade mais colaborativa, ética e empreendedora. Conectada ao ODS 4, que aborda a educação de qualidade, a iniciativa já impactou mais de 3 milhões de crianças e adolescentes, com o envolvimento de mais de 1,9 mil escolas, em 370 municípios de todo o país. Em 2019, o projeto ultrapassou fronteiras e chegou ao Haiti.

Experiência bem-sucedida - A experiência bem-sucedida no país caribenho impactou positivamente tanto os moradores quanto os colaboradores do Sicredi. “A sequência desse aprendizado fez com que olhássemos com carinho a possibilidade de continuar focando mais nessa direção. A alegria e a satisfação dos voluntários que lá estiveram, as histórias que eles contam, realmente nos impactam muito”, finaliza Manfred Dasenbrock.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

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SICOOB OURO VERDE: Treinamento aborda controles internos e gerenciamento de riscos

sicoob ouro verde 21 09 2020Nos dias 8 e 9 de setembro o Sicoob Ouro Verde promoveu o treinamento “Controles Internos e Gerenciamento de Riscos”, com participação aberta a todos os colaboradores da cooperativa.

Temas - Com temas como auditoria interna, compliance, gerenciamento e tipo de riscos, entre outros, o treinamento teve por objetivo gerar conhecimento sobre o tema, além de fortalecer a cultura de controles internos na cooperativa. Para respeitar as medidas de saúde e segurança, o treinamento ocorreu de forma on-line, via zoom.

Privilégio - Para Jéssica Zago Cunha, que é assistente na agência Saul Elkind, em Londrina (PR), é um privilégio participar dos diversos cursos ofertados pela cooperativa. “Todos me proporcionaram muito conhecimento e crescimento profissional e pessoal. Me sinto muito grata e honrada por fazer parte do Sicoob, pois os valores e princípios da cooperativa vêm ao encontro da minha essência e de tudo o que acredito”, destaca. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB OURO BRANCO: Coral se reinventa em tempos de pandemia

sicoob ouro branco 21 09 2020O Coral do Sicoob Ouro Branco tem mostrado que mesmo sem reunir todos os membros no mesmo ambiente, é possível fazer música. Este ano, devido à pandemia do novo coronavírus, os coralistas precisaram se reinventar e por isso, adotaram as plataformas digitais para os ensaios. Como resultado, gravaram em vídeo a tradicional apresentação de final de ano do grupo.

Desafios - Segundo a maestrina Ester Back, foram muitos os desafios vencidos devido ao distanciamento social. “Não pudemos estar fisicamente juntos, mas cada um fez a gravação de áudio e vídeo de sua casa e foi lindo. A vontade e a energia dos coralistas em produzir música impulsionou esse trabalho", afirma.

Preocupação - Levar arte em forma de música para os colaboradores e para a comunidade diante do cenário atual, também foi uma preocupação e desejo do coral da cooperativa, que foi incentivado pelo diretor do Sicoob Ouro Branco Écio Almir Oliveira, a prosseguir com os ensaios.

Novos aprendizados - Para a colaboradora Érica Regina de Oliveira, o início dos encontros virtuais trouxe novos aprendizados. “Tivemos que conhecer novas tecnologias e nos adaptarmos. Com isso, desenvolvemos nossa aptidão vocal e auditiva por estarmos cantando sozinhos. Gravar uma canção de forma totalmente virtual foi muito gratificante, nos proporcionou momentos de risadas e descontração e ao mesmo tempo exigiu muito esforço e dedicação. O resultado ficou fantástico”, destaca.

Festival - O Coral Sicoob Ouro Branco participará do 1º Festival Brasil on-line de Coros, que acontecerá em outubro. O evento tem como finalidade dar continuidade à prática do Canto Coral, proporcionando a apresentação dos coros através da exibição de vídeos em modo on-line. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

PRIMATO: A otimização da propriedade com a pecuária

primato 21 09 2020A bovinocultura é uma das principais atividades da economia brasileira e vem ganhando destaque nos mercados interno e externo, fornecendo produtos com qualidade e em larga escala, proporcionando, assim, maior renda para o país, atuando diretamente na geração de emprego, qualidade de vida e desenvolvimento tecnológico.

Ápice da produção - Segundo estudos aplicados, as características ambientais brasileiras permitem o desenvolvimento das atividades ligadas a pecuária com qualidade em geral e, deste modo, se associadas a práticas adequadas para manejo dos animais, produção de pastagens, nutrição animal e tecnologias inovadoras, podem fornecer subsídios para grandes produções, fazendo com que o país alcance o ápice da produção.

Alternativa - E otimização da propriedade rural e atuação com pecuária de corte e de leite se apresenta como alternativa, desde que o pecuarista saiba gerenciar cada uma das atividades de forma correta.

Diamante do Sul- Seguindo essa premissa, apresentamos a história do cooperado Helio Oliveira de Caldas, da Fazenda Diamante, em Diamante do Sul (PR). Em sua propriedade, Caldas atua com a pecuária de corte e de leite. “Nossa propriedade tem 220 alqueires onde atuamos com a pecuária de corte na parte de cria e com a atividade de leite também. O plantel de gado leiteiro atualmente é de 80 animais, sendo 32 em lactação com médias de 16 litros cada”, explicou Helio que complementou, “na parte do gado de corte temos um plantel de 500 matrizes”.

Atuação - O cooperado atua com ambas atividades na propriedade e conta com a ajuda de seu filho Lucas Ribas Caldas que é médico veterinário, além de mais quatro funcionários.

Ração - Na parte de nutrição animal Helio explicou que tem suas pastagens bem trabalhadas e utiliza a ração da Primato há muito tempo. “Para o gado de leite eu utilizo a Prima Raça 18% especial e para o gado de corte utilizo a 16% especial para as novilhas. Para mim, trata-se da melhor ração do mercado, eu brinco até que reconheço o cheiro dela. Das três rações que já utilizei, a da Primato é a melhor com certeza, pois venho usando há mais de dez anos e me sinto satisfeito com o resultado, tanto em produção, sanidade dos animais e no custo x benefício”, destacou o cooperado.

Cooperativa - Helio é cooperado da Primato há mais de dez anos e fez questão de enaltecer a parceria. “Sou cooperado da Primato há mais de uma década e além da ração, compro medicamentos, vacinas, vermífugos e todo aparato agropecuário que eventualmente precisamos em nossa propriedade. Logo, nossa parceria é muito boa e pretendemos continuar dessa forma por muito tempo”, concluiu.

Leilão - O cooperado relatou que em breve fará um leilão virtual direto de sua propriedade e está com boas expectativas. (Imprensa Primato)

 

SISTEMA S: Agência Brasil explica o que é e como funciona

sistema s 21 09 2020O termo Sistema S aparece com frequência no noticiário para se referir a nove instituições prestadoras de serviços que são administradas de forma independente por federações e confederações empresariais dos principais setores da economia. Apesar de prestarem serviços de interesse público, essas entidades não são ligadas a nenhuma das esferas de governo.

Educação profissional - Estão no grupo tanto organizações voltadas à educação profissional, como:

» Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai);

» e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senac).

Bem-estar social - Quanto outras voltadas para a prestação de serviços ligados ao bem-estar social, como:

» Serviço Social do Comércio (Sesc);

» e o Serviço Social da Indústria (Sesi).

Mais - Completam a lista:

» Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar);

» Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop);

» Serviço Social de Aprendizagem do Transporte (Senat);

» Serviço Social de Transporte (Sest);

» e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Manutenção - Mantidas com recursos das empresas de cada setor, essas organizações oferecem um conjunto variado de serviços à população, como escolas, cursos técnicos, pesquisas, atividades culturais e esportivas.

Funcionamento - A Agência Brasil explica esta semana como funcionam essas entidades, que, apesar de administrativamente separadas, têm muitas semelhanças entre si, além da letra S no início de suas siglas.

História - A história do que hoje é chamado de Sistema S começa oficialmente em 22 de janeiro 1942, com o decreto do então presidente Getúlio Vargas, que criou o Senai, a mais antiga organização do grupo. A fundação do serviço de aprendizagem durante o Estado Novo (1937-1945) faz parte de uma tentativa de avançar na industrialização do país, qualificando a mão de obra operária.

Números - Desde sua fundação, o Senai já teve mais de 70 milhões de alunos, e o número atual de matrículas está em cerca de 2,4 milhões. A oferta de vagas acompanha o desempenho da economia e já chegou a ser de 4 milhões em 2014.

Criação - Com a queda de Getúlio Vargas e a redemocratização, foram criados em 1946 o Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senac) e os serviços sociais da indústria e do comércio, Sesi e Sesc, inspirados pela Carta da Paz Social, em que representantes patronais se comprometem a melhorar as condições de trabalho.

CNC - Em 10 de janeiro de 1946, um decreto do ex-presidente José Linhares (ficou no cargo de 29 de outubro de 1945 a 31 de janeiro de 1946) atribui à Confederação Nacional do Comércio (CNC) a função de organizar e administrar escolas de aprendizagem comercial, o Senac. Já em 13 de setembro do mesmo ano, outro decreto presidencial, agora do ex-presidente Eurico Gaspar Dutra, atribui à CNC as mesmas responsabilidades sobre um serviço social para "o bem-estar social e a melhoria do padrão de vida dos comerciários e suas famílias, e, também, para o aperfeiçoamento moral e cívico da coletividade".

CNI - Dutra já havia determinado em 25 de junho de 1946 que a Confederação Nacional da Indústria (CNI) criasse e administrasse o Sesi, "com medidas que contribuam para o bem-estar social dos trabalhadores na indústria e nas atividades assemelhadas, concorrendo para a melhoria do padrão geral de vida no país, e, bem assim, para o aperfeiçoamento moral e cívico e o desenvolvimento do espírito de solidariedade entre as classes".

Sebrae - O quinto serviço mais antigo do Sistema S é o Sebrae, criado em 1972 e, diferentemente dos demais, vinculado ao governo federal. Um fato curioso é que sua sigla na época começava com C, por ser o Centro Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Só a partir de 1990, a entidade transformou-se num serviço social autônomo, trocando o C pelo S de serviço.

Senar - Em 1991, foi criado o Senar, para a aprendizagem rural, e, em 1993, foi a vez do Sest e Senat, para a assistência e o treinamento de trabalhadores dos transportes. A lista continuou em 1998, com o Sescoop, para a aprendizagem dos trabalhadores de cooperativas.

Serviços - As entidades do Sistema S cresceram ao longo das décadas e ampliaram o leque de serviços oferecidos. O Senai, por exemplo, além dos cursos profissionalizantes, atua de forma relevante nas áreas de metrologia e pesquisa, ajudando nas certificações e aprimoramentos de produtos e cadeias de produção.

Atendimentos - Seu equivalente para o comércio e os serviços, o Senac oferece uma gama de atendimentos prestados por seus alunos e profissionais que vão de saúde e beleza a hospedagem. Já o Sesi e o Sesc têm escolas, teatros, serviços de saúde, clubes esportivos, prêmios de incentivo à cultura e uma extensa programação de eventos artísticos e culturais em todas as regiões do país.

Abrangência - As ações e serviços chegam a municípios de todos os estados, inclusive com escolas que funcionam em unidades móveis e itinerantes, e os trabalhadores e empresários interessados devem pesquisar o que está disponível em sua região ou no formato virtual.

Cursos - Sebrae, Sest Senat, Senar e Sescoop também oferecem cursos de atualização e especialização, capacitação, consultorias, parcerias para micro e pequenas empresas e cooperativas e uma série de eventos e palestras presenciais e a distância.

Pandemia - Além da oferta cursos e serviços online para a população em quarentena, as entidades do Sistema S atuaram para reforçar as respostas da sociedade e do poder público à pandemia do novo coronavírus em diversas frentes. O Sesc, por exemplo, mobilizou seu banco de alimentos, o Mesa Brasil, em prol da segurança alimentar das famílias impactadas pela paralisação das atividades econômicas. Segundo o diretor-geral do Sesc, Carlos Artexes, o volume de alimentos doados chegou a 40 milhões de quilos distribuídos em todo o país.

Atuação - "Atuamos em todos os estados e fizemos uma coleta extraordinária de alimentos. O Sesc faz isso há muitos anos e entendemos que tínhamos que dar prioridade a esse atendimento", disse ele, que defende a importância da promoção do bem-estar social para a construção empresas de alto nível, além de benefícios para a sociedade.

Desafio - "Nosso grande desafio é que vamos viver um momento muito difícil. O aumento da pobreza no Brasil é um registro evidente, e, portanto, vamos ter que atuar não só no campo da assistência e da saúde como na questão do lazer, que se torna fundamental, e no campo da própria educação formal", afirmou.

Editais - Entre outras ações, o Sebrae, por sua vez, lançou editais para apoiar micro e pequenas empresas de diversos setores. Em uma das chamadas públicas, aberta no Rio de Janeiro, foi oferecido apoio a setores como os de panificação e confeitaria, instalações prediais, indústria moveleira fluminense e de moda.

Testagem - Já o Sesi São Paulo incluiu na resposta à pandemia a possibilidade de testagem para covid-19 nas empresas, além de orientações sobre a escolha do teste mais indicado e outras medidas de prevenção e segurança.

Parceria - No caso do Senai, as ações incluíram uma parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) para o Edital de Inovação da Indústria Missão contra a covid-19. O diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi, explicou que as ações apoiadas eram de implementação imediata e permitiram a renovação de mais de dois mil respiradores que estavam parados, e a redução da dependência brasileira em relação à importação desses aparelhos e também de equipamentos de proteção individual.

Respiradores - "Em março, o Brasil produzia menos de 500 respiradores, e hoje é capaz de produzir até seis mil respiradores por mês, o que torna o país autossuficiente", afirmou Lucchesi, que vê a transformação digital exigida pela Quarta Revolução Industrial como um desafio que vai requerer o fortalecimento da educação profissional no país.

Agenda importante - "Essa é uma agenda importante para o país. Se o Brasil quer ter ambições para a Quarta Revolução Industrial, e acho que temos e devemos ter, o Senai é uma instituição importante. O Brasil tem um grave problema de produtividade no trabalho", opinou.

Financiamento - As nove entidades do Sistema S são mantidas com recursos de empresas dos setores correspondentes. As contribuições dessas companhias ao sistema incidem sobre a folha de pagamento, são recolhidas pelo governo e repassadas às entidades. Além disso, parcerias com as empresas para ações específicas de consultoria e treinamento, venda de ingressos, cursos pagos e outras medidas também contribuem para a receita dessas organizações.

Alíquota - A alíquota da contribuição empresarial para os serviços de aprendizagem (Senai, Senac e Senat) é de 1%. As exceções são o Senar, que tem contribuição variável de 0,2% a 2,5%, e o Sescoop, para o qual a alíquota é de 2,5%. Já os serviços sociais (Sesi, Sesc e Sest) recebem 1,5% da folha. No caso do Sebrae, as micro e pequenas empresas (aquelas com faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões) contribuem com alíquotas que vão de 0,3% a 0,6%.

Arrecadação total - Em 2019, a arrecadação total dessas entidades foi de R$ 17,791 bilhões. Com a pandemia de covid-19, uma das medidas propostas pelo governo federal em 2020 foi a redução das contribuições empresariais ao Sistema S pela metade nos meses de abril a junho. O corte de 50% nas contribuições foi definido pela Medida Provisória 932/2020. (Agência Brasil)

FOTO: Agência Brasil / CNI / José Paulo Lacerda

 

AGROPECUÁRIA: Boletim destaca término da colheita do café

agropecuaria 21 09 2020O término da colheita do café no Paraná é o destaque do Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, referente à semana de 13 a 18 de setembro. O documento, produzido por técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, também analisa a situação de outras culturas.

Números finais - A colheita do café da safra 2019/20 já está encerrada no Paraná. Os números finais de produção ainda serão aferidos pela equipe de campo do Deral, mas a estimativa é de que tenham sido produzidas 943 mil sacas de 60 quilos em uma área de 35.556 hectares. Caso o número se confirme, a produtividade média será de 26,5 sacas por hectare, ligeiramente superior à obtida na safra anterior.

Clima quente e seco - O clima quente e seco predominante na safra que se encerra provocou efeitos distintos. No período da frutificação, foi desfavorável para o desenvolvimento da cultura, mas, ao persistir durante a colheita e secagem, garantiu que o produto resultante fosse de boa qualidade. A manutenção do mesmo clima desde o primeiro semestre deste ano já passa a preocupar os cafeicultores em relação ao potencial produtivo da próxima safra.

Comercialização - A comercialização ainda está em ritmo lento, com os produtores optando pela venda apenas para cobrir despesas imediatas. Estima-se que 43% da produção estão negociados, repetindo o que se observou no mesmo período do ano passado. As cotações no mercado físico estão sujeitas às incertezas econômicas e financeiras internacionais, mas o que se observa é que a remuneração ao produtor está abaixo do custo de produção.

Mandioca - O clima seco e quente também continua dificultando os trabalhos de campo tanto no plantio quanto na colheita da mandioca. E isso reflete nas indústrias de fécula, que estão com maior ociosidade, e parte delas passa a se abastecer em São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Soja - Situação semelhante vivem os produtores de soja. Mesmo com o fim do vazio sanitário, o plantio praticamente não iniciou. Na safra anterior esse problema já foi enfrentado e o plantio começou efetivamente somente em outubro, o que pode se repetir.

Milho e trigo- O boletim registra, ainda, que a colheita da segunda safra de milho está na reta final, restando apenas 132 mil hectares de uma área total de 2,3 milhões de hectares. A produção deve ficar em torno de 11 milhões a 12 milhões de toneladas. Os produtores também já estão plantando a safra 2020/21.

Área colhida - O último relatório de plantio e colheita de trigo apontou que aproximadamente 23% da área semeada já foram colhidos, o que equivale a 258,6 mil hectares. A estimativa de produção é de 3,47 milhões de toneladas.

Outros produtos - O documento preparado pelo Deral também traz um panorama do plantio de feijão e informações da produção de orquídeas, crisântemos e rosas no Paraná. Na olericultura a análise é sobre o preço em queda da cebola e da batata nas Ceasas do País, enquanto o tomate está em alta.

Pecuária - No setor de pecuária, os analistas do departamento comentam a expressividade internacional da carne bovina brasileira, com volume e faturamento em alta, além da crescente importância que a avicultura de ovos conquista. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária - semana de 13 a 18 de setembro.

FOTO: Jaelson Lucas / AEN

 

SAFRA 2020/21: Live debate influência do La Niña na agricultura do Paraná

A safra 2020/21 do Paraná começou sob influência do La Niña – fenômeno climático que se caracteriza pelo resfriamento das águas do Oceano Pacífico, o que impacta as condições de tempo do continente. Em consequência, as previsões são de que o Paraná tenha chuvas bastante irregulares, com volumes entre abaixo e próximo da média até o mês de dezembro, o que pode trazer dificuldades para o produtor rural.

Informações - As informações foram apresentadas pelo meteorologista do Instituto Simepar Marco Jusevicius, durante transmissão ao vivo promovida na sexta-feira (18/09) no canal do Youtube do Sistema Faep/Senar-PR.

Perspectivas - O evento debateu as perspectivas para os próximos seis meses no Paraná, que deve estar sob influência do La Niña, mas em fraca intensidade. “Devemos ter uma persistência do fenômeno, principalmente na primavera e no início do verão, entre setembro e dezembro. A partir de então, entra um período de neutralidade climática”, disse o especialista.

Chuvas - A influência do La Niña deve interferir diretamente no volume e na distribuição das chuvas pelo Paraná. Entre outubro e dezembro, a previsão é que o Estado apresente índices de precipitação menores a até próximos em relação às médias históricas e distribuídas de maneira irregular.

Regularidade - Depois, haverá um período de transição, em direção à neutralidade climática e as chuvas voltam a cair mais regularmente, inclusive com perspectivas de atingirem níveis acima da média. “Fica um primeiro sinal de que, no início do verão, pode ter uma reversão do quadro de La Niña, com o início de neutralidade, sem dias tão secos e com o retorno gradual da atividade de chuvas. Podemos esperar até chuvas acima da média neste período”, observou Jusevicius.

Safra 2020/21 - Edivan Possamai, coordenador do Programa Grãos Sustentáveis do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná – Iapar-Emater (IDR-Paraná), lembrou que a estiagem é um dos fatores que podem comprometer a produtividade.

Produtividade média - Na safra 2018/19, em que o Paraná enfrentou escassez de chuvas, a produtividade média foi de 2,9 toneladas por hectare. Na seguinte, em que os índices pluviométricos foram satisfatórios, a produtividade ficou na casa de 3,7 toneladas por hectare.

Boas práticas - Para minimizar os impactos causados pela eventual falta ou excesso de chuvas, o produtor rural pode lançar mão de boas práticas que foram abordadas na transmissão ao vivo. Uma das orientações é que o agricultor adote uma série de cuidados, como a rotação de cultura, a fim de manter as boas condições do solo e evitar a compactação.

Solo - “O solo é o grande regulador de água no sistema de produção agrícola. É como se fosse uma caixa d’água que vai armazenar água para os períodos de estiagem”, comparou Possamai. “Um solo compactado impede as raízes de descerem ao perfil do solo, sem aproveitar a água armazenada no subsolo. Entre seis e sete dias de estiagem, as plantas já apresentam deficiência. Com um solo bem cuidado, as plantas podem ficar 15 ou mais, sem ter reflexos”, acrescentou.

MIP - O especialista também mencionou o Manejo Integrado de Pragas (MIP), conjunto de práticas de monitoramento da lavoura. Com o ele, o produtor utiliza inimigos naturais – como insetos e aracnídeos – para combater as pragas. Além de ter uma produção mais sustentável, o agricultor consegue economizar, reduzindo o número de aplicação de defensivos.

Aplicações - Hoje, as áreas cultivadas de modo convencional no Paraná demandam uma média de 3,9 aplicações. Nas lavouras em que os produtores recorrem ao MIP a média é de 1,9 aplicação, uma economia de 51%.

MID - Outro programa mencionado foi o Monitoramento Integrado de Doenças (MID), que desenvolve um trabalho preventivo de controle da ferrugem asiática da soja. Atualmente, há 250 coletores de esporos da praga, instalados em regiões produtivas do Paraná. Por meio desse sistema, é possível que o agricultor esteja sempre um passo à frente. “Quando se detecta que há esporos no coletor, dá-se um sinal para o produtor, que é o melhor momento para fazer o controle”, apontou Possamai.

Boas práticas - O presidente do Sistema Faep/Senar-PR, Ágide Meneguette, lembrou que o produtor também precisa fazer a sua parte, apostando em boas práticas e tecnologia. Ele mencionou a participação do Senar-PR, que investiu R$ 12 milhões em uma parceria com o Governo do Estado para manter e ampliar pesquisas relacionadas às condições de solo do Estado. Citou, ainda, alternativas que podem proteger a produção rural e garantir renda do agricultor, como modalidades de seguro rural.

Alternativas - “Eu gostaria que ninguém precisasse investir em seguro rural, mas ele tem alternativas que resguardam a produção e asseguram renda ao produtor”, afirmou.

Auxílio - O secretário de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, mencionou que tanto as informações sobre o clima, quanto sobre as boas práticas auxiliam o produtor rural neste momento em que, oficialmente, se iniciou a safra 2020/21. Na avaliação do secretário, o agricultor deve ter todas informações em mãos para planejar sua produção de forma segura.

Conciliação - “Estamos calibrando forças para fazer nossa safra de forma sustentável. Em um quadro com possível La Niña e com falta de chuvas no próximo quadrimestre. Temos que conciliar essas informações com a nossa realidade individual, levando em conta o zoneamento de risco climático. Tudo isso para que não coloquemos em risco nosso patrimônio”, disse.

Sustentabilidade - De acordo com o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, é importante o Paraná manter sua produção dentro de conceitos de sustentabilidade – um requisito exigido cada vez mais por compradores internacionais. “O Brasil é um dos países que mais preserva no mundo e o Paraná é o Estado do País que mais preserva. É possível e necessário o produtor ter alta produtividade e cuidar do meio ambiente, garantir a conservação. E isso, nós temos conseguido fazer”, disse. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Sistema Faep/Senar-PR

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ECONOMIA: Governador sanciona lei do Cartão Futuro Emergencial

economia 21 09 2020O governador Carlos Massa Ratinho Junior sancionou na sexta-feira (18/09) a lei que cria o Cartão Futuro Emergencial, que garante a manutenção de 15 mil vagas de emprego de jovens de 14 a 18 anos. Proposta pelo Governo e aprovada por unanimidade pela Assembleia Legislativa, o programa é uma das medidas de enfrentamento à pandemia da Covid-19 e vai destinar uma ajuda de custo aos empregadores que mantiverem o contrato de adolescentes aprendizes durante a vigência do estado de calamidade pública no Paraná.

Desdobramento - O programa emergencial é um desdobramento do Cartão Futuro, criado no ano passado pelo Governo do Estado com o intuito de incentivar a inserção de jovens no mercado de trabalho. Para receber o benefício, os empregadores devem se comprometer a manter os contratos vigentes com adolescentes ou o mesmo número de jovens aprendizes que a empresa tinha antes da crise do coronavírus.

Estímulo - “Nossa proposta é estimular a contratação, a retomada da economia e também contribuir com as empresas que oferecem essa oportunidade aos jovens. O acesso ao emprego formal é uma das formas mais eficientes para melhorar a vida das pessoas”, afirmou Ratinho Junior. “Sabemos que a crise impactou fortemente as famílias e também os negócios de muitos empreendedores. Para evitar que eles dispensem o jovem aprendiz, o governo vai pagar parte do salário dos adolescentes”, explicou.

Subsídios - Serão destinados R$ 20 milhões para o pagamento do subsídio aos empregadores, para complementar o salário dos jovens aprendizes. Os recursos são do Fundo da Infância e Adolescência (FIA), administrado pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedca). O programa será coordenado pela Secretaria de Estado da Justiça, Família e Trabalho, com o acompanhamento do Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda (Ceter).

Formação - Além da inserção no mercado de trabalho, o benefício também vai proporcionar formação técnica, profissional e uma remuneração mensal a jovens em situação de vulnerabilidade social. “O Cartão Futuro fomentará a contratação de jovens aprendizes pelos pequenos empreendedores, para garantir não só o primeiro emprego, mas também que o jovem seja capacitado de acordo com a necessidade de cada empresa”, destacou o secretário da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost.

Como funciona - De acordo com a lei, o empregador que mantiver contrato ativo com aprendizes menores de 18 anos terá acesso a subvenção econômica no valor de R$ 300,00, por aprendiz, por um prazo de 90 dias a partir da solicitação. Aqueles que contratarem novos aprendizes, mesmo que em substituição dos que tiveram o contrato encerrado durante a pandemia, terão acesso ao valor de R$ 500,00.

Contratos - Nos dois casos, os empregadores deverão manter os contratos com os aprendizes por, no mínimo, mais sessenta dias após o pagamento da última parcela da subvenção. Eles também ficam responsáveis pelo pagamento das demais verbas salariais devidas, bem como pelos encargos trabalhistas e previdenciários.

Para participar - Todo o processo será feito por meio das Agências do Trabalhador, tanto os pedidos dos empregadores para adesão ao programa, como a abertura de vagas. Para participar do programa, o jovem deve pertencer a uma família com renda mensal per capita de até meio salário-mínimo; ter concluído o ensino médio ou estar matriculado e frequentando regularmente o ensino fundamental, médio ou cursos de educação de jovens e adultos. Também deve estar cadastrado nas unidades do Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda (Sine-PR) ou nas 216 Agência do Trabalhador do Paraná.

Contratação e qualificação - “Nenhum estado brasileiro tem um programa nesse molde para garantir a manutenção das vagas e a contratação de jovens aprendizes”, afirmou Suelen Glinski, chefe do Departamento do Trabalho e Estímulo à Geração de Renda da secretaria da Justiça, Família e Trabalho. “Sabemos da dificuldade na busca pelo primeiro emprego, tendo em vista que o jovem não possui a experiência e a qualificação que muitas vagas exigem. Procuramos, dessa forma, estimular a sua contratação e qualificação”, ressaltou. (Agência de Notícias do Paraná)

 

FOCUS: Mercado financeiro reduz projeção de queda da economia para 5,05%

A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano foi ajustada de 5,11% para 5,05%. A estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – está no boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Próximo ano - Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há 17 semanas consecutivas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua projetando expansão de 2,50% do PIB.

Inflação - As instituições financeiras consultadas pelo BC ajustaram a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA - a inflação oficial do país) em 1,94% para 1,99% este ano.

Mesmo percentual - Para 2021, a estimativa de inflação foi mantida em 3,01%. A previsão para 2022 e 2023 também não teve alteração: 3,50% e 3,25%, respectivamente.

Piso da meta - O cálculo para 2020 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%. Para 2021, a meta é 3,75%, para 2022, 3,50%, e para 2023, 3,25%, com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo em cada ano.

Selic - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Expectativa - Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 em 2% ao ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 2,5% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 4,5% ao ano e para o final de 2023, 5,63% ao ano.

Tendência - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Demanda - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar - A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,25, ao final deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5. (Agência Brasil)

IPEA: Taxa de desocupação cresce porque pessoas estão buscando emprego

ipea 21 09 2020Em análise técnica divulgada na sexta-feira (18/09), o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) destaca que uma parcela de pessoas que estava fora do mercado de trabalho voltou a procurar emprego. A constatação de se dá a partir dos dados da mais recente edição da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19.

Taxa de desocupação - Disponibilizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a pesquisa traz dados referentes ao período entre 23 e 29 de agosto e revela que a taxa de desocupação atingiu 14,3%, o maior nível desde o início do levantamento em maio deste ano.

Elevação - "A elevação deveu-se ao aumento da taxa de participação na força de trabalho, que passou de 55,1% em julho para 55,8% em agosto", registra a análise assinada pelo diretor adjunto de Estudos e Políticas Macroeconômicas do Ipea, Marco Antônio Cavalcanti, e pelos técnicos de planejamento e pesquisa Maria Andreia Lameiras e Lauro Ramos.

Providência - A população desocupada corresponde às pessoas não estão trabalhando, mas que tomaram alguma providência para conseguir trabalho. Já a população na força de trabalho engloba tanto ocupados quanto desocupados. Isso significa que, quanto mais pessoas estão procurando emprego, maior é a participação na força de trabalho. "Muitas pessoas que gostariam de trabalhar pararam de procurar emprego por conta da pandemia. Então, não eram contadas como desocupadas, e sim como população fora da força de trabalho", observa Cavalcanti.

Contingente - Esse contingente de pessoas que deixou de procurar emprego na pandemia chegou a ser de 19,4 milhões no fim de junho e.agora está em 16,8 milhões. A redução significa que as pessoas estão voltando a procurar emprego, levando a um aumento simultâneo de desocupados e de participação da força de trabalho.

Fatores- Segundo Cavalcanti, três fatores influenciaram a queda na busca por emprego no primeiro semestre. "O primeiro foi o desalento. No início da pandemia, muitas pessoas acreditaram que era baixa a possibilidade de encontrar emprego e sequer se dispuseram a procurar trabalho. O segundo é o distanciamento social. Por conta das restrições e do temor de se contaminarem, muitas pessoas não puderam ou não quiseram sair às ruas para buscar emprego. E o terceiro fator é o auxílio emergencial, que deu condições para que algumas pessoas pudessem esperar um pouco mais para procurar trabalho", explica o pesquisador.

Efeito - Ele afirma que tais fatores já não exercem o mesmo efeito. A recuperação gradual da economia gera algum otimismo e motivação para que as pessoas voltem a acreditar nas chances de obter emprego. Além disso, o relaxamento das restrições e a redução do valor do auxílio emergencial também contribuem para aumentar a busca por trabalho. A análise técnica, no entanto, sinaliza que o impacto negativo da pandemia no mercado de trabalho tende a persistir ainda durante algum tempo.

Ocupação - Cavalcanti nota que, ao mesmo tempo em que subiu a taxa de desocupação, subiu o nível de ocupação, passando de 47,9% em julho para 48,2% em agosto. Para ele, esse crescimento sinaliza que os efeitos da pandemia estão se arrefecendo gradualmente e, como resultado, cada vez mais pessoas devem se estimular a procurar emprego. "É razoável esperar que a taxa de desocupação volte a elevar-se nas próximas semanas e mantenha-se em patamar elevado no próximo período", avalia o pesquisador.

Teletrabalho - A nota técnica também sugere que parte das pessoas ocupadas no país podem ter passado de forma definitiva para o modo teletrabalho (ou home office). "Os dados mostram que, embora o contingente atual tenha recuado em relação ao início da pandemia, este vem se mantendo constante ao longo das últimas semanas", registra o documento.

Estabilidade - Atualmente, 8,29 milhões de pessoas estão em teletrabalho. Esse número tem se mostrado estável desde o início de julho, tendo variado entre 8,18 milhões e 8,61 milhões nas últimas seis edições da Pnad Covid-19. "Acreditamos que algumas das mudanças que) estão ocorrendo vieram pra ficar. Em alguns casos, vemos as empresas percebendo que é possível operar algumas atividades de forma razoável em modo remoto", acrescenta Cavalcanti. (Agência Brasil)

FOTO: Vítor Abdala / Agência Brasil

 

CONGRESSO NACIONAL: Para debatedores, sistema tributário acentua desigualdades

congresso nacional 21 09 2020Em audiência pública remota da comissão mista que analisa a reforma tributária, realizada na sexta-feira (18/09), os palestrantes convidados criticaram a legislação vigente, que consideram regressiva (cobra mais tributos de quem ganha menos) e acentuadora de desigualdades. As opiniões divergiram, porém, quanto à eficácia e à profundidade das proposições atualmente em análise pelo Congresso. A audiência foi presidida pelo deputado Hildo Rocha (MDB-MA), vice-presidente do colegiado.

Disposição favorável - Aristóteles de Queiroz Câmara, pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV), espera do Legislativo uma disposição favorável para a reforma tributária, desde que se mantenha a “relação de confiança” que a Constituição estabelece entre os entes federados. Ele criticou a atual separação de impostos por bases econômicas (indústria, comércio e serviços), situação que considera estimular a guerra fiscal, e relativizou a autonomia financeira dos estados e municípios, entendendo que a “gestão compartilhada” de tributos não fere o princípio do federalismo. Na reforma, Câmara defendeu a regra da tributação no destino para que o cidadão de um estado não seja submetido a normas de jurisdições alheias.

Constituição - “A Constituição de 1988 errou, no meu entender, ao manter a tributação na origem. A reforma sobre o consumo é apenas o começo de uma reforma mais ampla para um sistema menos regressivo”, declarou.

Equilíbrio - Comentando questão apresentada pelo senador Major Olimpio (PSL-SP), o pesquisador da FGV sugeriu reunir os pontos mais vantajosos de cada uma das propostas de emenda à Constituição (PECs) em tramitação, levando a um texto equilibrado.

Caráter regressivo - Para Eduardo Fagnani, professor da Universidade de Campinas (Unicamp), grande parte da desigualdade no país é causada pelo caráter regressivo da tributação. Segundo estatísticas que apresentou, metade da receita tributária vem do consumo, enquanto os tributos sobre a renda e o patrimônio correspondem a 20% do total. ele avalia que uma reforma que não enfrente esse problema será “limitada”, mas as três proposições em análise não levam isso em conta.

Crise - “Com a crise, o problema fica ainda maior, pois o Estado tem que ser fortalecido para garantir renda mínima e saúde pública, e a forma de fortalecê-lo economicamente é pela tributação progressiva”, disse.

Consenso - Fausto Júnior, diretor do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), chamou atenção para o consenso sobre a necessidade de correção das distorções tributárias geradas pela complexidade, regressividade e falta de transparência, mas a reforma implica em escolhas que terão seus efeitos exacerbados diante da crise da covid-19. “Não vamos efetivar de fato uma reforma que lide com alguns problemas sem tratar da regressividade. E não se pode discutir isso sem saber para onde vão os recursos arrecadados.”

Enfrentamento - O diretor do Dieese afastou as críticas à elevada carga tributária sobre salários no Brasil, que, segundo afirmou, está abaixo da média praticada pelos membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), mas classificou como necessário o enfrentamento da desigualdade pela discussão em torno dos impostos sobre rendas elevadas, propriedades, grandes fortunas e herança — debate que considera “interditado” no Brasil e ausente das PECs da reforma. “Não há outro meio de colocar a reforma tributária como ferramenta para a distribuição de renda”, disse.

Mais ambiciosa - Para Luiz Gustavo Bichara, procurador tributário do Conselho Federal da OAB, a reforma tributária deve ser “mais ambiciosa” do que a da discussão pré-pandemia, contemplando necessariamente estados e municípios e instituindo de alguma forma o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) unificando tributos existentes. No entanto, as regras de repartição da arrecadação podem tornar-se obstáculos nas mãos dos que não querem reformar. Bichara afastou o que chamou de “fetiche” da alíquota única, esperando que o Poder Executivo tenha alguma margem de manobra para reduzir alíquotas para estimular certos setores.

Baixo crescimento - Marcos Lisboa, economista e presidente do Insper, correlacionou o baixo crescimento do Brasil em relação a outros países emergentes — situação que vem de anos anteriores à crise do coronavírus — com o funcionamento das regras de organização da economia nacional, incluindo distorções do sistema tributário que induzem investimento em atividades pouco produtivas. O regulamento tributário, para ele, também é complexo e causa estranheza na comparação com outros países, gerando uma situação que distorce os preços relativos das mercadorias. “Em geral, quando os países enriquecem, a carga tributária aumenta. No Brasil é diferente”, definiu.

Consumo - Para Marcos Lisboa, o imposto sobre consumo deveria ter uma alíquota única como retirada a um entrave ao desenvolvimento; ele também sugeriu, a exemplo do que ocorre nos países ricos, reduzir a tributação à pessoa jurídica e aumentar a carga das famílias na proporção de sua renda.

Unificação de alíquotas - Sérgio Wulff Gobetti, professor do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), defendeu uma reforma dos tributos sobre o consumo, com unificação de alíquotas. Segundo simulações que mostrou, todas as unidades da federação de mais baixo PIB per capita teriam ganhos com a cobrança de imposto sobre consumo no destino, e, no caso dos municípios, os que aumentariam sua receita concentram 64% da população brasileira. Ele contestou argumentos contra a unificação de ICMS e ISS, avaliando que a medida removeria as distorções que beneficiam a arrecadação de poucos municípios. “As minorias acabam tendo um poder de lobby, expressando-se como se representassem a maioria”, lamentou. (Agência Senado)

FOTO: Reprodução TV Senado

 

SAÚDE I: Brasil tem 363 novos óbitos

saude I 21 09 2020Segundo a última atualização do Ministério da Saúde, mais 363 pessoas morreram por causa da covid-19 no Brasil neste domingo (20/09). Com isso, o total de óbitos chega a 136.895 desde 27 de março.

Letalidade - A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 65,1. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 2.162,6. As informações são do Ministério da Saúde e estão disponíveis na internet.

Novas contaminações - De acordo com a atualização de dados feita às 18h, 16.389 pessoas tiveram confirmadas novas contaminações neste domingo. O balanço totaliza 4.544.629 casos de contaminação pelo novo coronavírus. Segundo o ministério, 3.851.227 de pessoas recuperaram a saúde depois da infecção – cerca de 85% dos casos.

Sudeste - A Região Sudeste registra um total de 1,581 milhão de casos de infecção pela covid-19, seguida pela Região Nordeste com 1,272 milhão de casos. No Norte do país, somam 600,8 mil casos. No Sul, 545,2 mil. E no Centro-Oeste, mais de 544 mil casos.

São Paulo - O Estado de São Paulo, o mais populoso é o com maior número de contaminações. Desde o início da pandemia no Brasil, a região registra 935.300. Nesse período, 33.952 mortes ocorreram no estado por causa da covid-19. (Agência Brasil)

 

SAÚDE II: Paraná tem mais 1.407 casos confirmados e 17 óbitos

saude II 21 09 2020A Secretaria de Estado da Saúde confirmou, neste domingo (20/09), 1.407 novos casos e 17 óbitos pela infecção causada pelo novo coronavírus. O Paraná soma agora 163.161 casos e 4.067 mortos em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados, que são detalhados ao final do texto.

Internados - 1.053 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados; 870 pacientes estão em leitos SUS (420 em UTI e 450 em leitos clínicos/enfermaria) e 183 em leitos da rede particular (76 em UTI e 107 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.013 pacientes internados, 440 em leitos UTI e 573 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 17 pacientes, todos estavam internados. São 7 mulheres e 10 homens, com idades que variam de 28 a 89 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 21 de julho e 20 de setembro.

Residência - Os pacientes que faleceram residiam em: Curitiba (5), Almirante Tamandaré (2), Araucária (2), Piraquara (2), Ponta Grossa (2), Telêmaco Borba (2), Campo Largo (1) e Colombo (1).

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 1.727 casos de residentes de fora, 43 pessoas foram a óbito.

Ajustes - Alteração de município:

Um caso confirmado no dia 12/6 em Curitiba foi transferido para Piraquara.

Um óbito confirmado no dia 21/7 em Curitiba (M, 53a) foi transferido para Piraquara.

Um óbito confirmado no dia 01/8 em Curitiba (F, 47a) foi transferido para Piraquara.

Um óbito confirmado no dia 11/8 em Curitiba (F, 76a) foi transferido para Piraquara.

Exclusões - 10

Um caso confirmado no dia 16/9 em Colombo foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 17/9 em Curitiba foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 17/9 em Florestópolis foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 17/9 em Cascavel foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 17/9 em Londrina foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 17/9 em Iguaraçu foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 17/9 em Rolândia foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 18/9 em Carambeí foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 4/9 em Ponta Grossa foi excluído por duplicidade de notificação.

Um caso confirmado no dia 17/9 em Telêmaco Borba foi excluído por duplicidade de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando aqui.

 

SAÚDE III: Após seis meses, Paraná mantém enfrentamento ao coronavírus

saude III 21 09 2020Seis meses após a confirmação dos primeiros casos de Covid-19 no Paraná, o Governo do Estado mantém o enfrentamento à pandemia, com ações na área da saúde e de proteção aos mais vulneráveis. Ao reforço na rede hospitalar, que foi completamente equipada para receber os pacientes com o novo coronavírus, soma-se uma série de medidas para auxiliar os cidadãos mais impactados pela crise, com um olhar também para a retomada da economia.

Medidas - Na semana passada, o governador Carlos Massa Ratinho Junior lançou o programa Paraná em Obras, que prevê R$ 4 bilhões para projetos de infraestrutura, importantes para a geração de emprego e renda em todas as regiões paranaenses no pós-pandemia. Ratinho Junior também sancionou as leis que criam o Cartão Social e o Cartão Futuro, medidas para ajudar na manutenção de empregos dos jovens e para auxiliar aqueles que buscam uma recolocação no mercado de trabalho.

Números - Até a sexta-feira (18/09), a Secretaria de Estado da Saúde tinha confirmado 160.228 casos e 4.024 óbitos pela doença no Paraná. Confira abaixo as medidas adotadas nesta semana:

Reforço nos hospitais - Dois importantes hospitais do Oeste receberam investimentos do Governo do Estado nesta semana. O Hospital Municipal Germano Lauck, de Foz do Iguaçu, recebeu 20 respiradores e 20 monitores para ampliar a ala do Pronto Socorro Respiratório, que será aberta na próxima semana. A unidade vai contar com 12 leitos de UTI exclusivos para o atendimento de pacientes com Covid-19. Em Cascavel, o Hospital Universitário do Oeste do Paraná passa a contar com a ala de ressonância magnética que dará mais precisão aos diagnósticos por imagem.

Hospital da Criança - O Governo do Estado repassou na sexta-feira, em transferência formalizada pelo vice-governador Darci Piana, mais R$ 9 milhões para a conclusão do Hospital da Criança de Maringá, a última parcela do termo de cooperação mútua do Estado com o município. Com o novo repasse, o investimento total na obra chega a R$ 153 milhões. Deste montante, R$ 124,2 milhões (81%) são oriundos de transferências da Secretaria de Estado da Saúde e de convênios com o Governo Federal. A Organização Mundial da Família (OMF) participou do projeto com outros US$ 10 milhões.

Cartão Futuro - O governador sancionou na sexta-feira a lei que cria o Cartão Futuro Emergencial, que garante a manutenção de 15 mil vagas de emprego de jovens de 14 a 18 anos. Proposta pelo governo e aprovada por unanimidade pela Assembleia Legislativa, o programa é uma das medidas de enfrentamento à pandemia da Covid-19 e vai destinar uma ajuda de custo aos empregadores que mantiverem o contrato de adolescentes aprendizes durante a vigência do estado de calamidade pública no Paraná.

Cartão Social - Outra medida confirmada pelo governo vai auxiliar os trabalhadores que buscam uma recolocação no mercado de trabalho. Previsto na lei 20.231/20, sancionada pelo governador Ratinho Junior, o Cartão Social vai custear as passagens de ônibus de quem sair para procurar emprego. As passagens serão adquiridas pela Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec), válidas para uso no Sistema de Transporte Coletivo Metropolitano. As empresas do sistema precisam cumprir uma série de contrapartidas para serem beneficiadas pelo programa.

Feito no Paraná - Para a estimular a retomada econômica e dar mais visibilidade para a produção estadual, o Governo do Estado está lançando o programa Feito no Paraná. O objetivo é estimular a valorização e a compra de mercadorias paranaenses. O programa terá como base as vocações produtivas locais e o Governo do Estado fará campanhas para apresentar produtos e valorizar histórias de “quem faz o Paraná crescer”. Também vai incentivar a compra segura durante a pandemia da Covid-19.

Lei Aldir Blanc - Segue aberto, até o dia 14 de outubro, o cadastramento de trabalhadores de toda a cadeia produtiva da cultura que preenchem os requisitos para receber o auxílio emergencial de renda, previsto pela Lei Aldir Blanc (Lei Federal nº 14.017/2020). Quem tiver seu cadastro aprovado terá direito a três parcelas de R$ 600 de auxílio, pagas de uma única vez, retroativamente. O cadastro deve ser feito no seguinte site: www.sic.cultura.pr.gov.br/auxilio/renda.php.

Parques fechados - Os parques localizados na Serra do Mar voltaram a ser fechados para a visitação desde a sexta-feira. A medida, prevista na Portaria do Instituto Água e Terra (IAT) nº 269/2020, atinge os parques estaduais Pico Paraná, Pico do Marumbi, Serra da Baitaca e Ibicatu. De acordo com o IAT, a crise hídrica e os incêndios que ocorreram na última semana foram o principal motivo para o fechamento, além da superlotação nos fins de semana, aglomeração nas filas, uso incorreto das máscaras e o descarte de lixo nas unidades.

Aula Paraná Turbo - O Governo do Estado lançou na quinta-feira o Aula Paraná Turbo, uma versão avançada do Aula Paraná, sistema de ensino remoto da Secretaria da Educação e do Esporte, oferecido a 1,07 milhão de alunos da rede estadual. O programa conta com novas ferramentas, como um Intensivo do Enem, um sistema de correções automáticas de redação, aulas de programação para alunos e professores, além de mais aulas ao vivo e uma plataforma de matemática gamificada.

Primavera dos Museus - Mesmo ainda fechados para o público, os espaços culturais do Governo do Estado vão participar da 14ª Primavera dos Museus, uma ação nacional promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) entre os dias 21 e 27 de setembro. Do Estado, do participam o Museu da Imagem e do Som do Paraná (MIS-PR), Museu Paranaense (MUPA), Museu Oscar Niemeyer (MON) e Museu Casa Alfredo Andersen (MCAA), em ação conjunta com o Centro Juvenil de Artes Plásticas (CJAP). (Agência de Notícias do Paraná)

 

SAÚDE IV: Nova edição do Boletim Covid-19 atualiza dados sobre utilização dos planos de saúde na pandemia

saude IV 21 09 2020A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizou, na sexta-feira (18/09), uma nova edição do Boletim Covid-19, com o monitoramento do setor de planos de saúde durante a pandemia de Coronavírus. O informativo contempla dados coletados até agosto e apresenta novidades em relação às edições anteriores: além das informações assistenciais, econômico-financeiras e demandas dos consumidores recepcionadas pela ANS, foram incluídos dados que detalham a evolução do número de beneficiários e número de exames relacionados à Covid-19 realizados na saúde suplementar no período da pandemia.

Monitoramento - O objetivo do boletim Covid-19 é monitorar a evolução de indicadores relevantes do setor durante o período da pandemia, subsidiando análise qualificada da Agência Reguladora e prestando mais informações à sociedade.  

Clique aqui para acessar a publicação.

Tendências - Os indicadores assistenciais apontam as principais tendências em relação à utilização de serviços de saúde hospitalares durante a pandemia e suas implicações nas despesas das operadoras. Os dados abrangem ainda informações sobre atendimentos em Serviços de Apoio Diagnóstico Terapêutico (SADT), permitindo uma análise da utilização de procedimentos eletivos fora do ambiente hospitalar. Já os indicadores econômico-financeiros analisam a sinistralidade observada através do fluxo de caixa das operadoras - movimento de entrada (recebimentos) e saída (pagamentos) de recursos em um dado período - e a inadimplência, ou seja, o não pagamento de obrigações no prazo estabelecido. O boletim também inclui análise das demandas dos consumidores registradas pelos canais de atendimento da ANS.

Novidade - A novidade desta edição do Boletim é o acréscimo de informações sobre a variação da base de beneficiários de planos de saúde, com detalhamentos da evolução do número de vínculos por tipo de contratação e por faixa etária. Também foram adicionados dados referentes à realização de exames de detecção de Covid-19 e de imagem de tórax, extraídos da base do Padrão TISS (Padrão de Troca de Informações da Saúde Suplementar).

Amostra - Para a análise dos indicadores assistenciais, a ANS considerou informações coletadas junto a uma amostra de 52 operadoras que possuem rede própria hospitalar. Para os índices econômico-financeiros, foram analisados dados de 100 operadoras também selecionadas via amostragem, de acordo com a relevância da base de beneficiários. Juntas, as operadoras respondentes para estes dois grupos de informação compreendem 73% dos beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares. Para esta coleta adicional, as informações são provenientes de dados enviados através de Requisições de Informações. Adicionalmente, na construção do boletim, para estes e demais indicadores relacionados a demandas de consumidores e variação da base de beneficiários, foram utilizados dados oficiais da ANS, entre eles, o Documento de Informações Periódicas (DIOPS), o Sistema de Informações de Fiscalização (SIF) e o Sistema de Informação de Beneficiários (SIB).

Evolução de beneficiários - A evolução de beneficiários no setor reflete o movimento de adesões e cancelamentos de planos de saúde diante da pandemia e é uma informação relevante a ser monitorada, já que impacta tanto em despesas assistenciais quanto na receita das operadoras. Em julho, a evolução mensal de beneficiários em planos médico-hospitalares apresentou leve crescimento de 0,1% no comparativo com o mês anterior, totalizando 46.758.762 beneficiários.

Julho - Quando analisados os dados de julho em relação a março de 2020, por tipo de contratação do plano, observou-se que somente os coletivos por adesão apresentaram crescimento no período, ainda que pequeno (0,57%). Já os planos coletivos empresariais e individuais ou familiares registraram queda nesse período, respectivamente de 0,98% e de 0,55%.  

Tipo e faixa etária - Considerando o tipo de contratação do plano e a faixa etária do beneficiário, observa-se que a taxa de crescimento de beneficiários idosos (acima de 59 anos) foi positiva em todos tipos de contratações nesse mesmo período (março a julho de 2020): 1,05% de aumento nos coletivos empresariais, 0,79% nos individuais ou familiares e 0,59% nos coletivos por adesão. Já no caso dos beneficiários da faixa etária até 59 anos, houve redução na evolução de beneficiários nos planos de contratação coletivo empresarial e individual ou familiar, sendo 1,16% e 1,05% de queda, respectivamente. Nos coletivos por adesão, foi registrado aumento de 0,57%.

Conjuntura - Esse resultado é condizente com a conjuntura da pandemia, indicando que a população mais vulnerável se esforça para preservar ou ampliar a cobertura assistencial e os efeitos da crise econômica e do desemprego prejudicam mais a população em idade ativa do que os aposentados.

Informações assistenciais - Em agosto, a taxa geral de ocupação geral de leitos manteve-se semelhante ao mês anterior, com 65% de ocupação ante 64% em julho. Entretanto, continua abaixo da taxa de ocupação de agosto de 2019 (72%), mantendo o padrão que tem se verificado desde março. Essa informação considera a ocupação tanto para o atendimento à Covid-19 quanto para demais procedimentos não relacionados à doença e engloba leitos comuns e de UTI. Já a taxa geral de ocupação dos leitos alocados para Covid-19 (com ou sem UTI) em agosto ficou em 57%, levemente abaixo do percentual verificado em julho (59%).

Pronto-socorro - A quantidade de consultas em pronto-socorro que não geraram internações manteve-se estável em relação ao mês anterior, o que pode apontar a mudança de comportamento dos beneficiários de planos de saúde (já verificada no boletim anterior), que têm buscado manter os cuidados durante a pandemia. Também pode refletir mudança na organização das operadoras no que diz respeito à forma de acesso aos serviços de saúde, indicando que a demanda de atendimento pode estar sendo absorvida pela Atenção Primária, inclusive quanto à facilidade de acesso às consultas médicas por telessaúde.  

SADT - Já a busca por atendimentos de Serviços de Apoio Diagnóstico Terapêutico (SADT) continua apresentando retomada gradual, embora ainda esteja abaixo do patamar anterior ao início da pandemia. Em agosto foi verificada variação positiva de 2% em relação a julho. O acompanhamento desse indicador durante a pandemia apontou redução significativa na busca por esse tipo de atendimento em 2020. A queda se apresentou mais acentuada no mês de abril (63% em relação ao mesmo período do ano passado) e vem diminuindo gradativamente. Em agosto, a redução da demanda por SADT em relação ao mesmo mês do ano anterior foi de 12%.  

Custos - O boletim mostra ainda comparação dos custos de internação - por Covid-19 e outras internações (clínicas e cirúrgicas) - considerando, além dos custos assistenciais por dia de internação, a duração média das internações para cada tipo. Os custos por diária em internações com ou sem UTI mantiveram-se estáveis em relação ao mês anterior.

Testes - Dos novos dados sobre realização de exames, extraídos da base do Padrão TISS, destaca-se o número de testes de detecção de Covid-19, entre março e junho, relativamente baixo frente à população atendida por planos de saúde; e a alta de exames de tomografia computadorizada de tórax, ferramenta bastante usada no auxílio aos diagnósticos de Covid-19.  

Junho - Em junho, foram contabilizados 124.376 exames para detecção de Covid-19 do tipo Pesquisa de RT-PCR (teste considerado padrão-ouro para diagnóstico, incluído no Rol de Procedimentos em 13/03/2020). Também foram contabilizados no período 3.384 exames diversos para detecção de vírus respiratórios e 105 exames do tipo sorológico. Em relação aos exames de imagem do tórax, observou-se aumento no número de procedimentos de tomografia computadorizada, que em junho tiveram alta de 51,7% em relação a fevereiro.

Informações econômico-financeiras - Nessa seção do Boletim Covid-19 foram verificados dados de 100 operadoras para análise do fluxo de caixa e de inadimplência. Nos gráficos apresentados no boletim, é possível verificar a redução dos valores pagos pelos beneficiários em agosto comparado a julho, bem como um aumento das despesas assistenciais. Como consequência se observa um aumento do índice de sinistralidade, que passou de 64% em julho para 71% em agosto. A elevação ocorreu devido à redução dos valores pagos pelos beneficiários em agosto comparado a julho, bem como um aumento, mas ainda abaixo do patamar histórico, das despesas assistenciais.

Inadimplência - Os dados relativos à inadimplência, tanto para planos individuais ou familiares quanto para coletivos, continuam próximos dos níveis históricos. Em agosto, o percentual geral ficou em 7%, mesmo índice do mês anterior. Nos planos individuais, também não houve variação em relação a julho, tendo sido registrado 11% de inadimplência em agosto. Nos coletivos, o índice foi de 5% (em julho foi de 4%).  

Demandas de consumidores - O Boletim Covid-19 informa ainda a quantidade de demandas registradas pelos beneficiários de planos de saúde pelos canais de atendimento da ANS. Em agosto, houve queda de 6,3% no número total de reclamações (relacionadas ou não à Covid-19), em comparação ao mês anterior. Nesse mês, foram registradas 14.023 queixas, ante 14.965 registradas em julho.  

Reclamações - Quando consideradas apenas as reclamações de natureza assistencial, observamos que a redução no mês de agosto foi ainda maior: 12,5% em comparação ao mês anterior. As reclamações assistenciais são um indicador importante para estimar o comportamento da utilização de serviços de saúde no setor, pois têm relação direta com a procura dos beneficiários por atendimento.  

Demandas específicas - Em relação às demandas relacionadas especificamente à Covid-19, o boletim informa que, de março até o final de agosto, foram registrados 15.221 pedidos de informações e 11.123 reclamações sobre o tema. Do total de reclamações, 57% dizem respeito a dificuldades relativas à realização de exames e tratamento; 28% se referem a outras assistências afetadas pela pandemia; e 15% são reclamações sobre temas não assistenciais (contratos e regulamentos, por exemplo).

Mediação - É importante destacar que as demandas de reclamação dos consumidores passam pela mediação de conflitos realizada através da Notificação de Intermediação Preliminar (NIP), conforme definição prevista na Resolução Normativa nº 388/2015. A mediação possibilita que as operadoras reparem sua conduta irregular e resolvam os problemas dos beneficiários e evitando, assim, a abertura de processo administrativo e judicial. Entre os meses de março e junho de 2020, a NIP alcançou 92% de resolutividade, considerando todas as demandas cadastradas na ANS no período que foram passíveis de mediação, bem como 89,2% de resolutividade quando consideramos somente as demandas relacionadas à Covid-19. Esse dado informa que a maioria das reclamações apresentadas foram solucionadas no âmbito da mediação, demostrando um esforço relevante das operadoras para informar e solucionar as queixas de seus beneficiários.

Metodologia - Cabe também esclarecer que na metodologia utilizada para a classificação das demandas relacionadas à pandemia de Coronavírus, utilizou-se marcadores específicos relativos à Covid-19 tendo como base os relatos dos consumidores ao cadastrar suas reclamações e pedidos de informação na ANS. Não há, portanto, em relação a essas demandas, análise de mérito sobre eventual infração da operadora ou da administradora de benefícios à Lei 9.656/98 e seus normativos ou aos termos contratuais. (ANS)

Clique aqui e confira informações completas sobre o monitoramento das demandas.

Confira as outras edições do Boletim Covid-19.

 


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