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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4901 | 03 de Setembro de 2020

COOPER LÍDER: Encontro virtual vai reunir lideranças femininas das cooperativas do PR no dia 25

Uma programação especial está sendo preparada para receber as lideranças femininas das cooperativas do Paraná, que devem se reunir no encontro virtual promovido pelo Sistema Ocepar, no dia 25 de setembro, a partir das 13h30, por meio do Programa Cooper Líder Feminino. O evento será transmitido pelo canal da entidade no Youtube e terá grandes atrações, como o poeta Bráulio Bessa e a dupla musical Overdriver Duo.

Painel - Questões relevantes ligadas às mulheres cooperativistas também estarão em debate em um painel que contará com as presenças de Yuna Bastos, conselheira de Administração da Sicredi União PR/SP, Solange Martins, presidente do Sicoob Unicoob Meridional, Wemilda Feltrin, presidente da Unimed Francisco Beltrão e Maura Carrara, presidente da Sicredi Nossa Terra. O evento será aberto pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Inscrições e informações - As inscrições para o Encontro Virtual das Lideranças Femininas Cooperativistas podem ser feitas pelo link: https://bit.ly/32Rm2LL. Mais informações com a analista do Sescoop/PR, Eliane Lourenço Goulart Festa (eliane.goulart@sistemaocepar.coop.br / 41 99191-9172).

cooperlider folder 03 09 2020

COMPLIANCE: Programa oferece formação inicial sobre integridade a cooperativas agropecuárias

compliance 03 04 2020Uma formação inicial sobre a implementação de sistemas de prevenção à corrupção será realizada exclusivamente para cooperativas agropecuárias registradas no Sistema Ocepar, a partir do 17 de setembro, por meio da plataforma Microsoft Teams. Trata-se de um treinamento de promoção à integridade, promovido pela Alliance for Integrity, em parceria com os Sistemas OCB e Ocepar e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). 

Temas - O programa vai tratar sobre o que é corrupção e seus diferentes tipos; mostrar como a empresa pode ser afetada por este problema e as formas de se prevenir com base em exemplos práticos, e abordar os componentes essenciais de um programa de ética e compliance. Serão ainda apresentados os riscos típicos e as possíveis medidas para reduzi-los, entre outros pontos. O treinamento é dividido em quatro módulos, que serão realizados nos dias 17, 21, 24 e 28 de setembro, das 14h30 às 16h30.   

Desdobramento - A iniciativa é um dos desdobramentos do acordo de cooperação firmado entre a OCB e o Mapa, no sentido de estimular e reconhecer as cooperativas do agronegócio que adotam práticas de integridade sob a ótica da responsabilidade social, sustentabilidade, ética e, ainda, o comprometimento em inibir a fraude, o suborno e a corrupção. Também integra uma das ações do Programa de Compliance do Cooperativismo Paranaense, criado pelo Sistema Ocepar em 2019.

Inscrições - As inscrições ao treinamento podem ser efetivadas acessando este link. As vagas por cooperativa são limitadas. Mais informações com Alfredo Benedito Kugeratski Souza ( alfredo.souza@sistemaocepar.coop.br / 41 99926-5723) 

FOTO: Pixabay

CONSULTA PÚBLICA: Cooperativas debatem propostas para o Plano Nacional de Resíduos Sólidos

O Sistema Ocepar promoveu na tarde desta quarta-feira (02/09) mais uma edição do seu Fórum do Meio Ambiente. Participaram 17 profissionais das cooperativas Castrolanda, C.Vale, Agrária, Coamo, Copagril, Copacol, Lar, Cocamar, Cocari e Capal, bem como integrantes da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). O analista técnico do Sistema Ocepar, Moisés Knaut Tokarski, conta que o Ministério do Meio ambiente abriu consulta pública sobre o Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Planares), portanto, a Ocepar está dialogando com as cooperativas para elas enviem suas considerações. “Faremos a compilação e, via OCB, será protocolada a posição do cooperativismo na consulta pública”. disse. A considerações e contribuições das cooperativas para a consulta pública devem ser encaminhadas até 20 de setembro para o e-mail moises.knaut@sistemaocepar.coop.br.

Mobilização - Para falar sobre os principais pontos do Planares e a importância das cooperativas se mobilizarem em torno do tema, participou ontem do Fórum do Meio Ambiente, o advogado especialista em logística reversa e meio ambiente, Alessandro Panasolo. “Temos que trabalhar muito forte essa questão da consulta pública. O Governo Federal propõe um aumento nas metas de reciclagem e logística reversa, e reduz a participação pública do processo. É importante que o setor produtivo apresente propostas que tragam o Planares à um patamar alcançável, inclusive, com contrapartidas do ponto de vista fiscal e incentivos econômicos que viabilizem ações de logística reversa e a economia circular”, completou.

O Planares - Alinhado com o novo marco regulatório do saneamento básico, a versão proposta do Planares traz metas sobre a gestão do lixo no Brasil. Está previsto em lei e faz parte da Política Nacional de Resíduos Sólidos, lançada há 10 anos, como explicou o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. Com 186 páginas, o Plano Nacional de Resíduos Sólidos propõe, por exemplo, novas regras para melhorar a gestão de resíduos, a atuação dos catadores de materiais recicláveis, o consumo consciente e o descarte adequado. As metas propostas, se aprovadas, vão valer por 20 anos, podendo ser revisadas a cada 4 anos.

Rádio  - Ouça aqui a entrevista com o analista de Desenvolvimento Técnico da Ocepar, Moisés Knaut Tokarski, em que ele destaca os objetivos do Fórum e a importância dei incentivar o debate sobre a Plano Nacional de Resíduos Sólidos.

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LIVE: Momento do agronegócio é extraordinário, mas exige cautela

Apesar da recessão mundial e dos desafios impostos pela pandemia do novo coronavírus, o agronegócio brasileiro passa por um momento positivo, com demanda e preços aquecidos. As perspectivas favoráveis devem se sustentar ao longo de 2021, quando se espera a recuperação da economia mundial e a retomada do crescimento. Apesar dos bons ventos, a recomendação é de cautela, principalmente no que diz respeito a investimentos que demandem desembolsos significativos por parte do produtor rural. As projeções foram apresentadas pelo especialista em agronegócio, Alexandre Mendonça de Barros, em transmissão ao vivo promovida pelo Sistema Faep/Senar-PR, com apoio do Sistema Ocepar eSecretarias Estaduais de Desenvolvimento Sustentável e Economia, nesta quarta-feira (02/09).

Salto - Ao longo da apresentação, Mendonça de Barros apontou que 2020 tem sido extraordinário ao agronegócio brasileiro, com projeções de um salto do setor. Nos últimos quatro anos, os rendimentos agropecuários giraram em torno dos R$ 500 bilhões por temporada, mas as perspectivas são de que este volume chegue ao fim deste ano na casa dos R$ 625 bilhões – o que configuraria um aumento de 25%. Se a safra 2020/21 transcorrer em condições ideais, a renda agropecuária pode fechar 2021 perto dos R$ 700 bilhões, conforme as projeções do especialista.

Sem precedentes - “Neste ano, [teremos] um salto extraordinário e sem precedentes”, resumiu Mendonça de Barros. “Mesmo diante de uma pandemia e problemas de recuperação econômica mundial, nós vivemos um momento extraordinário”, acrescentou.

Exceção - O caso do agronegócio brasileiro, no entanto, é considerado uma exceção por Mendonça de Barros. O especialista aponta que a combinação de alguns fatores contribuiu, de forma decisiva, para que o setor venha se sustentando com resultados históricos. No plano global, a pandemia aqueceu a demanda mundial por commodities agrícolas, sustentando os preços. O mercado de proteínas também se manteve em alta, principalmente pelo maior apetite de China, que ao longo de 2019 enfrentou um surto de Peste Suína Africana, que dizimou parte significativa do rebanho.

Taxa de câmbio favorável - No âmbito internacional, a taxa de câmbio também acabou por beneficiar o setor agropecuário brasileiro. Ainda que algumas commodities tenham sofrido, em momentos específicos, queda nos preços nominais, a alta do dólar garantiu os rendimentos dos produtores rurais brasileiros. “A depreciação fortíssima do real segurou os preços dos produtos exportáveis, principalmente da soja”, ressaltou o especialista. “A depreciação do real também tornou a logística brasileira mais barata. O país ficou extremamente competitivo internacionalmente”, acrescentou.

Cadeias produtivas - Esse bom momento beneficiou praticamente todas as cadeias produtivas. Além do excelente cenário registrado no mercado de grãos, o setor de proteína animal – suinocultura, avicultura e bovinocultura – também foi impactado positivamente. Além disso, a maior demanda por combustíveis se converteu em oportunidades para o setor sucroenergético.

Auxílio emergencial - No mercado interno, o auxílio emergencial pago pelo governo federal a trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados teve papel decisivo. Essa injeção de dinheiro – cinco parcelas de R$ 600 e mais quatro de R$ 300 nos últimos meses de 2020 – manteve o aquecimento da economia, contribuindo de forma decisiva para o aquecimento dos preços internos, mesmo ante a crise mundial.

Virada - “O voucher [auxílio emergencial] foi uma virada extraordinária. Começou a entrar dinheiro na economia brasileira, um volume sem precedente de renda. Muitas famílias, principalmente em áreas mais pobres, passaram a receber R$ 1,2 mil, até mesmo R$ 1,8 mil”, disse Mendonça de Barros. “Nós vamos ter, pelo menos até o final do ano, uma injeção de renda, um poder de consumo muito agressivo que permite pagar os preços altos, que por tabela se reflete em renda agrícola elevada ao produtor”, observou.

Lácteos - O setor de lácteos, por ser em sua maioria voltado para o mercado interno, é um bom termômetro, na avaliação de Barros, para analisar a capacidade de repasse do aumento dos preços dos produtos do agronegócio ao varejo. “Não achava que teria uma transferência de preços dos lácteos por causa da crise, mas estamos vendo esse segmento subindo de forma importante. Acredito que enquanto durar o voucher (do governo), esse cenário vai seguir”, avaliou.

Cautela - Mendonça de Barros projeta que, ao longo de 2021, se observe a recuperação da economia internacional, o que deve manter o cenário favorável para o agronegócio brasileiro. Com a retomada do crescimento, a expectativa é de que a demanda por produtos agropecuários continue aquecida, sustentando os preços agropecuários em alta. Além disso, o especialista destacou que os preços internacionais das commodities já estão em movimento de alta.

Incertezas - Apesar disso, o fim do auxílio emergencial a partir de 2021 provoca um cenário de incertezas, principalmente porque não é possível garantir que o mercado interno se mantenha tão aquecido. Por isso, Mendonça de Barros recomenda cautela ao produtor rural.

Corda esticada - “A corda está esticada em um limite que ninguém imaginaria. Mas isso não é sustentável. É bom entendermos que somos uma anomalia no mundo em relação a preços agropecuários. E anomalias não duram para sempre”, disse o especialista. “Não é uma boa hora para fazermos investimentos exagerados em ativos caros. É um excepcional momento de capitalização. [O ano de] 2021 tende a um cenário bom, mas a gente tem muitas dúvidas. Se tirarmos o voucher, será que vamos continuar tendo preços dessa magnitude?”, questionou Mendonça de Barros.

Avaliações - O presidente do Sistema Faep/Senar-PR, Ágide Meneguette destacou a importância da infraestrutura paranaense para o desenvolvimento do agronegócio. Mesmo durante a pandemia, o Porto de Paranaguá conseguiu manter as operações, batendo recordes de embarques de soja e outros produtos. “Foi montada uma estrutura de guerra para que o porto pudesse agilizar as exportações e estamos batendo recordes”, destacou.

Novo status sanitário - Além disso, Meneguette lembrou que o Paraná deve conquistar, em maio de 2021, o novo status sanitário de área livre de febre aftosa sem vacinação. O reconhecimento internacional vai ajudar a abrir novos mercados, criando novas oportunidades ao setor agropecuário. Apesar disso, o presidente do Sistema Faep/Senar-PR concorda que o momento é de cautela.

Produtividade e eficiência - “Temos que ter produtividade, eficiência. Não só apenas em grãos, mas avicultura, suinocultura, pecuária moderna, pecuária de carbono neutro. Tudo isso dá perspectiva para que o Paraná esteja preparado para galgar melhores mercados. O produtor está fazendo a sua parte, de investir em tecnologia, em pesquisa. Estamos preparados”, disse Meneguette. “Não vamos ficar afoitos, mas precisamos fazer investimentos e aproveitar as oportunidades”, acrescentou.

Articulação - Por sua vez, o secretário estadual de Desenvolvimento Sustentável, Márcio Nunes, ressaltou a articulação entre as pastas do governo do Paraná e o setor produtivo, para agilizar procedimentos e criar condições para que o Estado continue em rota de crescimento. “O Estado somos todos nós, no mesmo caminho, puxando a corda para o mesmo lado para que possamos evoluir, usando o que temos de mais moderno, com agricultura e meio ambiente caminhando juntos”, disse.

Cooperativas - Para o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, as cooperativas agropecuárias do Paraná estão prontas para aproveitar o bom momento e que existe um planejamento para expansão. Apesar disso, o executivo também reconhece que é preciso prudência. “Nesse momento de pandemia, devemos acrescentar 6,5 mil postos de trabalho, em projetos que estão em amadurecimento e em novos investimentos. Estamos num bom caminho. Mas concordo com a recomendação de cautela. Não vamos manter esse nível de demandas interna e internacional”, disse. Ricken destacou o importante trabalho que vem sendo realizado em conjunto com a Faep, no G-7, grupo de entidades do setor produtivo no sentido de debater temas de interesse da sociedade paranaense. “Tanto o secretário Norberto Ortigara como Márcio Nunes tem sido interlocutores dessas demandas junto ao governo estadual”, frisou o dirigente.

 

Valor Bruto da Produção - O secretário estadual de Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara, lembrou que, em 2019, as proteínas animais, pela primeira vez, ultrapassaram os grãos e florestas em Valor Bruto de Produção (VBP), no Paraná. Ele também fez coro às perspectivas positivas para o setor, ao longo do próximo ano. “Para 2020, estamos projetando um acrescimento de 15% do VBP, para R$ 111 bilhões. Dobramos a venda antecipada da soja e, neste ano, estamos com um terço da safra de soja vendida previamente”, apontou. “Estamos com um cenário otimista, mas sem loucuras, com prudência, com cabeça no lugar e com ousadia no que pudermos fazer para melhorar a produtividade”, disse. (Com informações da Assessoria de Imprensa do Sistema Faep)

Baixe aqui a apresentação de Alexandre Mendonça de Barros

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COVID-19: Comunicado 111 do Comitê de Acompanhamento traz mais informações sobre atividades do Sistema Ocepar

covid 19 destaque 03 09 2020As atividades mais recentes que contaram com a participação do Sistema Ocepar estão em destaque no comunicado 111, emitido na manhã desta quinta-feira (03/09) pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção, como o debate sobre os cenários do agronegócio, que teve Alexandre Mendonça de Barros como palestrante. Veja abaixo todas as informações do boletim.

1. No dia, 2 de setembro, a Secretaria de Desenvolvimento Sustentável – Sedst e a Secretaria de Agricultura - Seab, com apoio do Sistema Ocepar e Sistema Faep, realizaram um evento virtual para apresentar os cenários do agronegócio, com o palestrante Alexandre Mendonça de Barros.

2. O Sistema Ocepar, por meio do Sescoop/PR, no dia 2 de setembro, realizou evento virtual do Programa Cooperjovem com a cooperativa Castrolanda.

3. No dia 2 de setembro, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participou da reunião virtual com o grupo estratégico da cooperativa Bom Jesus, para apresentar o panorama do cooperativismo e a estruturação do novo ciclo do Plano Paraná Cooperativo - PRC.

4. O Sistema Ocepar, no dia 2 de setembro, realizou de forma virtual Reunião da Autogestão com a cooperativa Copan e participação do corpo diretivo e gestores.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

JUDICIÁRIO: OCB participará de debate no STF sobre mudança climática

judiciario 03 09 2020A audiência pública convocada pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre mudanças climáticas e meio ambiente, vai reunir integrantes do governo federal, de universidades e da iniciativa privada. Alguns participantes se inscreveram, como é o caso da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), e outros foram convidados pelo ministro.

Debates - Os debates ocorrerão nos dias 21 e 22 de setembro no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 708, apresentada por PT, PSOL, PSB e Rede, que questionam a atuação do governo em relação ao Fundo Nacional sobre Mudanças do Clima (Fundo Clima). A OCB e o movimento cooperativista serão representados por Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócios da FGV/EESP e embaixador especial da FAO para as cooperativas.

Cooperativismo - O movimento cooperativista pretende deixar evidente que é possível conciliar a proteção ambiental à produção rural, segundo a atual legislação, garantindo, assim, a viabilidade dos pequenos e médios produtores. Segundo a OCB, o novo Código Florestal já traz, em si, uma grande preocupação em aliar essas duas vertentes de um mesmo setor, que precisa cada dia mais de sustentabilidade, preservando tanto os recursos naturais quanto a atividade de milhares de agricultores familiares.

Quem mais deve participar - No despacho do ministro, assinado na segunda-feira (31/08), foram incluídas as participações do vice-presidente Hamilton Mourão; dos presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Rodrigo Maia; além de seis ministros: general Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), André Mendonça (Justiça), Ricardo Sales (Meio Ambiente), Tereza Cristina (Agricultura) e Bento Ribeiro (Minas e Energia). Órgãos governamentais como Ibama e Funai também terão expositores.

Mais - Representantes de universidades e entidades da sociedade civil, como OAB e Instituto Socioambiental (ISA), também participarão. Estão na lista atores da iniciativa privada que atuam na área ambiental, como Natura, além de grandes bancos: Itaú, Bradesco e Santander.

Local - O evento ocorrerá de forma presencial na sala da Primeira Turma do STF e obedecerá às medidas sanitárias (distanciamento social e uso de máscaras) em razão da pandemia da covid-19. O palestrante que preferir poderá participar por videoconferência.

Manifestação - Somente os participantes que farão manifestação oral na audiência pública poderão comparecer presencialmente. Para o público em geral e jornalistas, o evento será transmitido pela internet. Veja a lista completa de expositores. (OCB, com informações do STF)

FOTO: Nelson Jr / SCO /STF

 

COOPERATIVISMO: OCB presente em seminário do Cicopa-Américas

cooperativismo I 03 09 2020A OCB participou na terça-feira (01/09) do Seminário Internacional As Cooperativas de Trabalho Associado e a Covid-19, promovido pelo Cicopa-Américas, a organização setorial para as cooperativas de trabalhadores da Aliança Cooperativa Internacional para as Américas. O evento reuniu dirigentes de cooperativas da Argentina, Uruguai, Costa Rica, Colômbia, México e Brasil.

Impacto da pandemia - As discussões giraram em torno do impacto da pandemia no cooperativismo de trabalho e serviços nos países americanos. Dirigentes cooperativistas também puderam compartilhar experiências sobre comas cooperativas têm apoiado os governos locais na redução dos impactos da crise gerada pela pandemia.

Representante - O Brasil foi representado por Margaret Cunha, presidente do Comitê Consultivo do Ramo Trabalho Produção de Bens e Serviços e representante da OCB junto ao Comitê Executivo do Cicopa-Américas e pela equipe técnica da OCB. E, ainda, José Alves Neto, presidente do Sistema Uniodonto, que foi convidado a falar sobre a reação das cooperativas de saúde no Brasil. Ele fez uma apresentação sobre o panorama do cooperativismo de saúde no país e seus projetos de contenção da propagação da pandemia no Brasil.

Participação ativa - A OCB tem participado ativamente dos debates promovidos pelos organismos internacionais de representação do cooperativismo. Membro de 13 organismos internacionais ligados ao movimento cooperativista, a OCB tem colaborado com a aproximação e cooperação entre os diversos movimentos cooperativistas. (OCB)

 

SICREDI: Instituição cooperativa adere ao Peac FGI para apoiar pequenas e médias empresas impactadas pela pandemia

sicredi 03 09 2020O Sicredi está entre as instituições financeiras habilitadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para oferecer crédito com garantia do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac FGI), lançado recentemente pelo Ministério da Economia. O Programa tem como objetivo ajudar pequenas e médias empresas (PMEs) a atravessarem a crise econômica decorrente da pandemia de Covid-19.

Capacidade de atendimento - “A medida aumenta nossa capacidade de atender a necessidade de crédito dos associados, incluindo as médias empresas, que ainda não contavam com uma ação emergencial específica. Neste momento, é fundamental que as empresas tenham acesso a capital de giro para manter suas atividades econômicas e minimizar impactos da crise e nós estamos empenhados em buscar soluções para apoiá-los”, explica Gustavo Freitas, diretor executivo de Crédito do Banco Cooperativo Sicredi.

Complemento - O Peac FGI foi criado como possibilidade de complemento às garantias de credores nas operações de crédito até 31 de dezembro deste ano, prazo de vigência do programa. O objetivo do Programa é gerar maior segurança e assim estimular o crédito com boas condições para os empresários. A estimativa do Sicredi é atender cerca de 10 mil associados por meio da iniciativa em 22 estados e no Distrito Federal.

Regras - Pelas regras do Peac FGI, terão direito a solicitar o recurso da garantia as pequenas e médias empresas com receita bruta apurada no ano de 2019 entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões. O valor mínimo por operação é de R$ 5 mil e o máximo, por empresa é de R$ 10 milhões. Outras informações podem ser acessadas em www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/financiamento/peac.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

CRESOL: Lançada campanha em rede nacional

cresol 03 09 2020A Cresol – instituição financeira cooperativa com aproximadamente 600 mil cooperados e com atuação em 17 estados brasileiros - lançou na terça-feira (01/09), sua nova campanha em rede nacional. O mote “evoluímos juntos” retrata a evolução da cooperativa neste último período em que esteve ainda mais próxima do cooperado.

Segurança - Com a pandemia do Covid-19, a Cresol inovou, mas se manteve tradicional para atender o cooperado no momento em que ele mais precisava, proporcionando segurança para investir. “Esta campanha demonstra a evolução da Cresol nesses últimos meses, onde a nossa essência e o relacionamento com o cooperado continuou o mesmo. Neste período apoiamos quem precisou de auxílio e conectamos pessoas. Assim, evoluímos juntos, cooperativa e cooperado”, destaca Luiz Panzer, diretor de comunicação e relacionamento da Central Cresol Baser e responsável pela comunicação da Cresol Confederação.

Posicionamento - A Cresol reforça seu posicionamento de ser uma cooperativa para todos e que humaniza suas relações. “Conseguimos estar próximos para gerar segurança em ser digital e tradicional ao mesmo tempo, e essa comunicação é parte daquilo que faz com que a Cresol continue crescendo”.

Outros veículos - A campanha “evoluímos juntos”, além de veicular em rede nacional pela televisão, se estende às rádios, jornais e revistas que circulam nas áreas de atuação da Cresol e também ganhará destaque pelos canais digitais e online. (Imprensa Cresol)

 

SICOOB SUL: Voluntários ajudam Hemepar com campanha de doação sangue

sicoob sul 03 09 2020Como forma de contribuir para a manutenção dos estoques do banco de sangue do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), colaboradores voluntários do Sicoob Sul se mobilizaram para uma campanha solidária.

Ação - A ação aconteceu em Curitiba (PR), no dia 29 de agosto, e os voluntários foram até o Hemepar para realizar as doações, seguindo todas as recomendações de saúde e segurança.

Gratificante - Para a colaboradora Dheneffer Conradi de Camargo, é uma sensação de gratidão poder ajudar a salvar vidas. “O sábado foi tão gostoso, porque a sensação de fazer o bem aquece muito o coração. Já tinha doado outras vezes, mas tinha esquecido como era bom”, afirma.

Compaixão - “Sentimento de grandeza, altruísmo, compaixão. Pelo fato de querer fazer bem ao próximo”, relata o estagiário, Matheus de Souza Rosa.

Sobre o Hemepar - o Hemepar é responsável pela coleta, armazenamento, processamento, transfusão e distribuição de sangue para 384 hospitais públicos, privados e filantrópicos que atuam em todas as regiões do Paraná. É uma entidade sem fins lucrativos e atende à demanda de fornecimento de sangue e hemoderivados do Estado graças às doações dos voluntários. Uma doação pode ajudar no tratamento de pelo menos 4 pessoas. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB METROPOLITANO: Cooperativa apoia lojistas de shopping que pegou fogo em Maringá

sicoob metropolitano 03 09 2020Desde 2004, o Sicoob Metropolitano é parceiro dos lojistas do Avenida Fashion, shopping atacadista de moda em Maringá (PR). A cooperativa atende os proprietários e funcionários na agência localizada ao lado do centro comercial.

Incêndio - Em agosto, um incêndio de grandes proporções atingiu o shopping e deixou várias lojas destruídas. Para que os lojistas pudessem retomar os atendimentos, foram realocados em instalações provisórias, com boxes montados em outro shopping da cidade.

Apoio - Para apoiar os comerciantes do Avenida Fashion nesse momento complicado, o Sicoob Metropolitano também está presente no novo espaço. No estande, eles podem tirar dúvidas e saber mais sobre as condições diferenciadas oferecidas pela cooperativa, como as linhas de crédito em parceria com a Noroeste Garantias, com até 60 meses para pagamento, além de taxas de juros especiais, isenção de aluguel na maquininha Sipag com carência de seis meses, seguro empresarial com valores especiais e sem juros.

União - Segundo o gerente Lucas da Costa Rodrigues, o momento é de união, para que todos passem por essa situação difícil. “Como nossa agência fica no espaço do shopping, não teria como não os acompanhar os lojistas neste novo cenário. Sendo assim, criamos nosso ponto de apoio junto a eles, com soluções em crédito, domicílio bancário, abertura de conta para não cooperados e demais assuntos relacionados”, explica. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

LAR: Novo frigorífico gera 1,9 mil empregos no Norte do Paraná

O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou nesta quarta-feira (02/09) da inauguração do novo frigorífico da Lar Cooperativa Agroindustrial em Rolândia, no Norte do Paraná. O complexo industrial terá um abatedouro de aves com capacidade de processamento diário de 175 mil frangos, uma fábrica de rações com capacidade de produzir 19 mil toneladas/mês e uma unidade de recepção e beneficiamento de grãos com capacidade de 16,8 mil toneladas.

Arrendamento - A Lar fez um arrendamento de longo prazo para operar o complexo industrial da Frango Granjeiro no município, que existe há 34 anos. Esse contrato prevê compromisso futuro de compra e incorporação da frota de veículos leves e pesados da empresa. Neste frigorífico serão gerados 1.911 empregos diretos.

Recuperação - O governador afirmou que o Estado aos poucos vem recuperando os empregos perdidos na pandemia e que o apoio das cooperativas será fundamental no processo de retomada da economia no Paraná. “A Lar é um grande orgulho do Estado, uma das maiores cooperativas da América Latina. É uma alegria ver esses investimentos e a geração de emprego nesse período. Estamos trabalhando arduamente para recuperar a economia e a Lar é uma das locomotivas que movem o desenvolvimento do Paraná”, afirmou Ratinho Junior.

Carteira assinada - Ele citou os 8.833 empregos com carteira assinada gerados em julho, o crescimento de 6,3% da indústria de alimentos no primeiro semestre de 2020 e o desempenho da agropecuária no primeiro trimestre do ano, com aumento de 14,96% no Produto Interno Bruto (PIB) do setor. “O ano passado encerrou com um ritmo fantástico e R$ 24 bilhões de investimentos. A pandemia travou a economia do planeta, mas já começamos a recuperação, estimulamos o crédito e a infraestrutura. Esses empregos vão gerar uma onda positiva”, acrescentou o governador.

Programas - Ratinho Junior destacou, ainda, que o Paraná tem programas voltados a facilitar o agronegócio, como Descomplica Rural, criado para acelerar o licenciamento de novos empreendimentos do campo, os novos investimentos planejados no Porto de Paranaguá para ajudar a exportação dos produtos congelados, o status sanitário alcançado junto ao Ministério da Agricultura, Abastecimento e Pecuária com o fim da vacinação da febre aftosa, e o Paraná Trifásico, que vai implementar 25 mil quilômetros de linhas mais seguras nas zonas rurais.

Operação - Na operação de arrendamento, a Lar assumiu 300 aviários envolvendo 270 produtores distribuídos em 41 municípios do entorno de Rolândia. Com esse frigorífico, a cooperativa deve atingir a marca de 700 mil aves abatidas ao dia já a partir deste mês, com expectativa de alcançar 900 mil aves abatidas ao dia em 2023.

Outras unidades - As outras unidades da Lar são em Matelândia e Cascavel. "É a primeira unidade em Rolândia, levamos dez meses para concluir o negócio, mas esse trabalho com a avicultura vem sendo desempenhado há 21 anos pela cooperativa. Abatemos em Matelândia sete dias por semana, em Cascavel seis dias e em Rolândia vamos buscar os seis dias”, disse Irineo da Costa Rodrigues, diretor-presidente da cooperativa. “Hoje começamos o abate de frango com nome, embalagem e selo da Lar. Essa transição ocorreu da melhor forma possível”.

A que mais emprega - Segundo ele, a Lar é a cooperativa que mais emprega no País, e, para cada emprego gerado nesse setor, há 17 indiretos envolvidos, ou seja, é uma cadeia de milhares e milhares de pessoas. “Ainda pretendemos incorporar mais 70 aviários e 300 funcionários no futuro porque temos margem para crescer. Nossa produção é dividida em 50% no mercado interno e 50% externo. A Lar exporta para 74 países, mas o Estado já alcança 160 países. Estamos buscando novos mercados”, acrescentou o diretor-presidente.

Localização estratégica - A localização da indústria é estratégica para a cooperativa porque está instalada a 15 quilômetros da ferrovia, o que reduz o custo de transporte em direção ao Porto de Paranaguá e países importadores da carne paranaenses. A nova planta também viabilizará o atendimento ao mercado da faixa Norte do Paraná e cidades do interior de São Paulo. No segmento avícola, a Lar tem dois incubatórios e 1.002 associados integrados.

Lar - Em 2019 a Lar Cooperativa Agroindustrial faturou R$ 6,95 bilhões, crescimento de 6,84% em relação ao ano anterior, e a expectativa é encerrar 2020 com R$ 10 bilhões em negócios. As conquistas dos 11,5 mil associados e 18,3 mil funcionários foram alcançadas em 11 municípios do Oeste do Paraná, Paraguai, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. A marca Lar está presente em aproximadamente 300 produtos (enlatados, congelados, cortes de frangos, além dos grãos, principalmente milho e soja) e as exportações alcançam América do Norte, Europa, Ásia e países árabes.

Presenças - Participaram da cerimônia o secretário estadual da Saúde, Beto Preto; os deputados estaduais Cobra Repórter e Tiago Amaral; o proprietário da Frango Granjeiro, João Welter; além de lideranças locais e empresariais da região. (Agência de Notícias do Paraná)

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COOPAVEL: Show Rural Edição de Inverno terá fase presencial de 8 a 11 de setembro

coopavel 03 09 2020Cooperados da Coopavel e produtores rurais convidados que moram nos municípios da área de abrangência da cooperativa vão ter a chance de conhecer o que há de melhor para a cultura do trigo na atualidade. A fase presencial do Show Rural Coopavel Edição de Inverno será realizada de 8 a 11 de setembro observando protocolo de prevenção com cuidados especiais contra o coronavírus.

Plataformas virtuais - “Desde junho, o evento é apresentado por plataformas virtuais. São capítulos que detalham aspectos fundamentais da cultura. Agora, em setembro, entramos em uma etapa importante com a presença de produtores rurais no parque. Ali, e na companhia de técnicos especializados, eles poderão ver ao vivo tudo aquilo que foi disponibilizado na internet, e muito mais”, diz o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli.

Visita - A visita ao parque será das 8h às 11h30 e das 14h às 17h. Cada período contará com a presença de um grupo máximo de 200 pessoas. Serão agricultores filiados à Coopavel e outros produtores que cultivam ou que têm interesse em passar a investir na triticultura. A tecnologia aumentou muito a produção do trigo nos últimos anos e ele tem tudo para se tornar uma das principais commodities brasileiras, segundo Dilvo. Atualmente, o Brasil produz entre 6,5 milhões e 6,8 milhões de toneladas e consome 12,5 milhões. “Quer dizer, a triticultura é bastante promissora no nosso País, já que a demanda é maior que a produção”.

O melhor do melhor - “Ali, eles serão informados sobre qualidade do grão, produtividade, fertilidades do solo e sobre todos os aspectos agronômicos importantes dimensionados para altas produtividades. E terão acesso a informações sobre combate a pragas e invasoras. Ou seja, terão à mão tudo o que é preciso saber para plantar e obter os melhores resultados possíveis com o trigo”, diz o coordenador geral do evento, o agrônomo Rogério Rizzardi. Além da cultura principal, cooperados e produtores rurais convidados também receberão informações sobre cobertura verde, triticale, aveia e pastagens.

Empresas - Nessa primeira edição do Show Rural Coopavel Edição de Inverno, 15 empresas participam. São empresas brasileiras e multinacionais que atuam nos mais diversos segmentos ligados às culturas de inverno. Os produtores rurais convidados também poderão fazer negócios durante o evento. Além de insumos e sementes, haverá mostra de máquinas próprias a essas culturas em exposição. Algumas instituições financeiras foram convidadas para apresentar opções de linhas de crédito aos participantes. (Imprensa Coopavel)

 

COCAMAR I: Lourenço destaca cooperativismo em webinar

Oitenta por cento dos produtores rurais paranaenses são considerados pequenos, com áreas inferiores a 100 hectares, percentual esse que se aplica ao quadro social da Cocamar, com mais de 15 mil integrantes. Ao participar como um dos convidados da webinar promovida na manhã de quarta-feira (02/09) pelo Observatório Social do Brasil, o presidente do Conselho de Administração da Cocamar, Luiz Lourenço, destacou o quanto o sistema cooperativista é importante para a sobrevivência e o desenvolvimento dos produtores paranaenses.

Painel - O tema abordado no painel Agro, Inovação, Cooperativismo e Economia fez parte da programação do 4º Congresso Pacto pelo Brasil e 5º Congresso Integra e foi analisado também por outros dois convidados: o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, e o consultor Plínio Nastari.

Berço - Lourenço fez questão de lembrar, no início, que Maringá foi o berço dos Observatórios Sociais que atualmente se encontram espalhados por grande número de cidades do país, ajudando a sociedade e fiscalizar os entes públicos.

Quarto escuro - Ele fez um histórico do sistema cooperativista na região norte do Paraná, surgido em função do café e que se adaptou depois para os cultivos de grãos. “O produtor trabalhava em um quarto escuro e a cooperativa acendeu uma luz”: o dirigente fez a analogia para explicar que a Cocamar democratizou a informação, tornando o conhecimento sobre as nuances do mercado, por exemplo, mais acessível aos agricultores.

Transferir tecnologias - “Hoje, a função mais nobre da cooperativa é promover a transferência de tecnologias, melhorando a relação entre os produtores e os avanços tecnológicos que são fundamentais para a sua competitividade, como o uso de boas sementes, o cuidado com solo e outros”, afirmou o dirigente da Cocamar.

ILPF - Lourenço mencionou a transformação pela qual vem passando a região noroeste paranaense com a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), incentivado pela Cocamar, “um modelo inovador e sustentável que está fazendo do noroeste uma ‘fabrica’ de soja e carne.”

Surpreendidos - O presidente comentou que quando a Cocamar chegou ao estado de São Paulo, há alguns anos, produtores locais ficaram surpresos com a forma de trabalhar da cooperativa, que se dispõe a oferecer respaldo técnico e transferir conhecimentos, além de estruturas de recebimento e comercialização de insumos, para que eles cresçam em seus negócios.

Crescimento - Ao comentar sobre o processo de expansão da agricultura brasileira, Roberto Rodrigues lembrou que há 30 anos, a partir do período do governo Collor (1990/91), houve uma expansão de área cultivada de 74% para um aumento de produção de 375%. Isto se deve, segundo ele, ao uso de tecnologias com sustentabilidade, ao empreendedorismo dos produtores e aos grandes mercados que se abriram.

Ninguém fez igual -“No Brasil são cultivados atualmente 66 milhões de hectares com agricultura, mas se utilizássemos as mesmas tecnologias do começo dos anos 1990, precisaríamos de mais 99 milhões de hectares para chegar à produção de hoje”, destacou Rodrigues. Segundo ele, nenhum outro país fez algo parecido, assinalando que os produtores brasileiros não puderam contar com subsídios (como os que são distribuídos fartamente pelos governos em outras nações). O Brasil seria, atualmente, o segundo país com menos subsídios à sua agricultura em todo o mundo, abaixo apenas da Nova Zelândia.

Avanço - “Um grande avanço desses se deve, em grande parte, ao cooperativismo”, citou Rodrigues, acrescentado que estudos da ONU apontam que até 2050 a população global deverá chegar a 10 bilhões de indivíduos e precisará haver um aumento de 70% da oferta de alimentos para suprir esse contingente, dos quais 40% terão o Brasil como origem. “As cooperativas apoiam o produtor em todos os aspectos, fornecem assistência técnica, recebem a produção, comercializam insumos, industrializam e exportam. Nos municípios onde há cooperativas, o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) é superior em comparação a outros. Em resumo: o cooperativismo é sustentabilidade na veia.”

Números - Por sua vez, Plínio Nastari comentou alguns números sobre o agro que foram mencionados no início da transmissão: em 2019, o setor teria movimentado 1,55 trilhão de reais (68% com agricultura e 32% pecuária) e apresentado um crescimento de 4,62% no primeiro semestre de 2020 (dados do Cepea). A seu ver, a movimentação financeira seria maior, pois não estão embutidos aí o desempenho da indústria de máquinas agrícolas, produtos químicos e mesmo das operações bancárias relacionadas ao campo. “Talvez a participação de 21% do agro no PIB nacional seja modesta”, disse.

Agroenergia - Nastari fez referência também ao fato de que não se trata só de agricultura alimentar, mas também de agricultura energética, em relação a qual o país é, igualmente, uma referência mundial. No Brasil, 46% da matriz energética é renovável, contra 14% da média mundial. Só a cana representa 17% da matriz energética.

País confiável- O fator pandemia mostrou que o Brasil é um país competente e confiável, no que refere ao fornecimento de alimentos. De acordo com Roberto Rodrigues, de janeiro até agora, o país aumentou em 31% a exportação de soja, em 55% a de açúcar, em 52% os embarques de farinha e em 50% os volumes de carne destinados a outros mercados.

Conquista - “A segurança alimentar é uma grande conquista, pois ela tem uma vertente social, política e econômica. Sem ela não há paz social”, frisou Rodrigues, lembrando que durante a Segunda Guerra Mundial a população da Europa passou fome e, terminado o conflito, as nações se reuniram com o objetivo prioritário de nunca mais deixar esse flagelo assolar o continente. “No Brasil, quem garante a segurança alimentar é o produtor”, destacou, ressaltando que isto é feito de forma sustentável.

Rigores da lei - Sobre as denúncias de desmatamento e queimadas que prejudicam a imagem do produtor, Rodrigues foi enfático: “Precisamos atacar a ilegalidade do desmatamento, pois 2% de produtores ilegais que promovem 60% do desmatamento, é preciso aplicar os rigores da lei.

Logística - A realização de obras importantes, como a construção da BR-163 – que estava parada há 30 anos – tem melhorado a logística do setor, segundo Rodrigues, mas Lourenço citou que como a produção brasileira vai continuar crescendo fortemente, precisa haver mais melhorias em portos, ferrovia etc.

Integrar cidade e campo - Por fim, o ex-ministro destacou que quando uma pessoa saboreia um bombom, ou veste a calça jeans de sua preferência, não pode se esquecer isso originou do trabalho do agricultor. “Nós não sabemos nos comunicar muito com a sociedade”, disse, salientando que não pode haver uma divisão entre o urbano e o rural.

Um depende do outro - “Quando um produtor cultiva uma semente de soja, essa semente é resultado de milhões de dólares de investimentos de empresas urbanas.” Da mesma forma, os engenheiros agrônomos, as faculdades, as empresas fornecedoras, os bancos, são todos urbanos. A fábrica de alimentos fica na cidade, a exemplo dos supermercados. “O produtor não existe sem a cidade e a cidade depende do trabalho do produtor”, resumiu. Segundo ele, a integração entre cidade e campo faz parte da economia circular e quando se fala em agronegócio, se faz referência à soma das atividades produtivas que estão no campo e na cidade. (Imprensa Cocamar)

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COCAMAR II: Especialista orienta sobre manejo de ervas daninhas

A convite da Cocamar e da empresa parceira Basf, o especialista em fitotecnia e professor Alfredo Junior Paiola Albrecht, do campus de Palotina da Universidade Federal do Paraná (UFPR), esteve na manhã de terça-feira (01/09) em Teodoro Sampaio, no oeste paulista, onde ministrou orientações a uma equipe técnica da cooperativa sobre a forma mais eficaz de promover o manejo de ervas daninhas de difícil controle. 

Renovação - Desde o ano passado, a Cocamar desenvolve em vários municípios do Pontal do Paranapanema um programa de renovação de áreas de canaviais em parceria com várias usinas e também de pastagens, com pecuaristas. 

Rotação - A iniciativa oferece oportunidade para que produtores associados da Cocamar – responsável por arrendar cerca de 25 mil hectares naquela região – faça o cultivo de soja para a rotação com cana e a reforma de pastagens. 

Giro - Paiola percorreu três áreas – duas de cana e uma de pastagem – em companhia de Rafael Franciscatti, representante técnico de vendas da Basf e de engenheiros agrônomos da cooperativa envolvidos com o programa. 

Potencial - Segundo Paiola, “a região apresenta um enorme potencial para a soja, a melhor opção para rotacionar com a cana, quebrando o sistema e trazendo uma série de benefícios”. Sobre o manejo de ervas, algumas das quais resistentes a herbicidas, ele salientou que a realidade local não difere de outras regiões do país. “O que muda um pouco o cenário é a cana, pois em outros locais nós temos a soja e o milho de segunda safra e as ervas resistentes são praticamente as mesmas”. 

Manejo - Algumas espécies de ervas, em especial a buva e o capim-amargoso, exigem um manejo mais cuidadoso para que a soja “entre no limpo” e tenha boa produtividade. ‘É importante que nas áreas onde estará sendo feita a rotação, as ervas não roubem fertilidade e não atrapalhem o potencial da soja”, adverte o especialista. 

Orientação - Sobre fazer o controle diante da expectativa de um clima mais seco no mês de setembro, Paiola orienta que como algumas localidades do oeste paulista receberam bons volumes de chuvas nas últimas semanas, a primeira aplicação para o controle de ervas deve ser feita o quanto antes nas áreas mais infestadas. “Ainda há um pouco de umidade no solo e sabemos que daqui para a frente, pelo menos até o final do mês, os prognósticos indicam pouca chuva”, cita Paiola, acrescentando: “se uma área vai exigir aplicações sequenciais, a primeira deve ser feita logo para que as demais aconteçam, depois, em um cenário mais favorável. Assim, quando voltar a chover, pode ser que já se esteja na boca da semeadura da soja e não haja mais uma janela para o manejo proativo das ervas daninhas”. 

Limpo - Ele afirma que “as ervas daninhas apresentam características de agressividade, mas não resistem a um bom manejo, permitindo cultivar soja num ambiente bem favorável. E quando a soja sair, o cenário vai estar limpo e propício para o retorno da cana”.  

Parceira - “A Basf, como empresa parceira da Cocamar, está junto da cooperativa quanto ao manejo de pragas e doenças nesse desafio nas áreas de renovação no estado de São Paulo”, afirma o representante técnico de vendas da empresa, Rafael Franciscatti. 

Inovação - Segundo ele, a exemplo da cooperativa, a Basf é uma empresa inovadora e possui moléculas que ajudam a controlar os problemas enfrentados pelos produtores e técnicos, contribuindo para a eficácia do manejo junto com a recomendação técnica da Cocamar”. (Imprensa Cocamar)

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C.VALE I: Investimentos e doações que salvam

A C.Vale, que é responsável pela geração de renda e empregos para mais de 130 mil pessoas entre associados, funcionários e familiares, continua dando a sua contribuição para o controle do Covid-19. Em parceria, ou diretamente, a cooperativa já investiu mais de R$ 10 milhões em doações e medidas de segurança.

Repasses - Através da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), foram repassados recursos ao Ministério da Saúde. A Cotriguaçu também repassou verba para a Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (AMOP), para a compra de aparelhos respiradores e testes de Covid-19.

Doações - A C.Vale também fez doações para o Projeto Máscara para Todos/Palotina. Foi parceira e organizadora de campanhas de agasalhos e alimentos que resultaram em quase três mil cestas básicas e 17 mil peças de roupas.

Mais - Disponibilizou recursos para a Santa Casa de Campo Mourão. Auxiliou na compra de aparelhos respiratórios e testes de coronavírus para a Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (Amop). Respiradores para o Hospital Universitário do Oeste do Paraná (HU/Cascavel). Doação de EPI’s (máscaras, luvas, óculos e aventais), aos profissionais de saúde do Hospital Beneficente Moacir Micheletto e vigilância sanitária de Assis Chateaubriand (PR).

Indústria - Além de ações voltadas à comunidade, a C.Vale levantou barreiras visíveis e invisíveis em todas as suas unidades de negócios para evitar a proliferação do coronavírus. No complexo industrial a proteção começa antes mesmo do funcionário sair de casa, com sanitização dos ônibus e ampliação de linhas e triagem no embarque.

Procedimentos - Ao chegar na indústria, a temperatura é aferida através de câmera termométrica. Rotineiramente todos os ambientes são sanitizados. Funcionários usam máscaras e viseiras em acrílico na linha de produção. Horários e ambientes dos refeitórios foram ajustados para evitar aglomerações. Essa mesma medida foi adotada na área de lazer. É realizado triagem clínica e tele monitoramento com equipe multidisciplinar de saúde. Todos os funcionários foram imunizados com a vacina H1N1. A cooperativa também adquiriu testes do Covid-19. (Imprensa C.Vale)

NÚMEROS

R$ 10 milhões em doações e medidas protetivas

42 toneladas de alimentos

22.300 peças de roupas

6.700 produtos de limpeza

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C.VALE II: Corrente da solidariedade

Funcionários, associados, cooperativas, entidades de classe e de ensino, órgãos públicos e comunidades se uniram e promoveram no mês de julho, a maior ação já realizada na história do sistema cooperativo para celebrar o Dia C – Dia de Cooperar. A solidariedade em tempos de Covid-19 resultou na arrecadação de mais de 42 toneladas de alimentos, 5.300 peças de roupas, 6.700 itens de produtos de limpeza, além de algumas cifras que foram convertidas em cestas básicas e equipamentos hospitalares.

Proteção - “Não estamos medindo esforços e nem recursos para proteger e ajudar nossos funcionários, associados, comunidade e negócios neste período de pandemia. O que for preciso, vamos fazer”, enfatizou o presidente da C.Vale Alfredo Lang.

Parcerias - Estabelecendo parcerias com cooperativas e entidades, a C.Vale praticamente realizou em todas as suas unidades de negócios alguma ação que beneficiou diretamente a comunidade aonde está inserida. “A maior arrecadação não foi em produtos ou dinheiro. Foi em solidariedade, compaixão, empatia, união e amor ao próximo. Mais do que nunca, demonstramos que juntos somos imensamente fortes”, comentou uma das coordenadoras da ação dentro da C.Vale, Mirna Klein Fúrio. Ela e a analista administrativa, Oriana Nicolau Leão centralizaram e computaram todas as iniciativas.

Cestas de doações - O portfólio da solidariedade contou com arrecadação de alimentos, produtos de limpeza, álcool gel, agasalhos, brinquedos e venda de máscaras para compra de aparelho de hemodiálise. Campanhas preventivas e educativas sobre Covid-19, dengue, escassez de água e recolhimento de lixo eletrônico. Valorização do comércio local e de cantores regionais com live para arrecadação de donativos. Produção de fraldas geriátricas, reforma de unidade hospitalar, doações de sangue e recursos financeiros.

Criativos - “Os gestores e funcionários das unidades de negócios da C.Vale no Paraná, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Rio Grande do Sul foram muito criativos e proativos. Promoveram desde lives, feijoada, até produção de máscaras e fraldas geriátricas”, enfatizou o gerente da assessoria de Qualidade e Comunicação da C.Vale, Jonis Centenaro.

Hospital Moacir Micheletto - A diretora técnica do Hospital Beneficente Moacir Micheletto, de Assis Chateaubriand (PR), Roberta Dantas Lugli, enalteceu a ação voluntária das cooperativas e entidades para a compra do aparelho de hemodiálise. A meta era vender seis mil máscaras e arrecadar R$ 60 mil. “A comunidade vestiu a máscara do voluntariado ao abraçar essa causa nobre. Esse equipamento veio para transformar uma realidade, manter o equilíbrio social, tirar os pacientes graves de situações de instabilidade e prover a vida”, enfatizou a médica. (Imprensa C.Vale)

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UNIMED COSTA OESTE: Curso para gestantes, cuidado que não pode parar

Viver uma gravidez em um período tão delicado quanto o que passamos merece mais atenção e informação. E mesmo que a proximidade física não seja aconselhada para a segurança e a saúde das gestantes, a Unimed Costa Oeste não poderia deixar de continuar de dar atenção às grávidas e seus acompanhantes por meio do Projeto Nascer Bem. Por isso, a adaptação do presencial para o online foi a estratégia escolhida para levar conhecimento a esse grupo.

Primeira turma - A primeira turma nesse formato iniciou o curso no fim de maio e depois de oito encontros, em dias distintos, finalizou a formação. As aulas em vídeo foram conduzidas pelos profissionais das áreas que mesclaram conteúdos teóricos e práticos, com instruções sobre primeiros socorros, amamentação e primeiros cuidados com o recém-nascido.

Proveitoso - Dinâmica que agradou Jaqueline Gallo, que encerrou o curso perto de ganhar a sua filha, Lívia. “Foi muito proveitoso por trazer profissionais conhecidos da nossa região e por oferecer um espaço, mesmo online, para questionamentos”, avaliou.

Conteúdo - Além da nova metodologia, o Projeto Nascer Bem contou com uma reestruturação no conteúdo, primando por temas que a gestante não tem tanto contato durante o pré-natal e logo após o nascimento do bebê. As especialidades escolhidas foram: pediatria, odontopediatria, fisioterapia, psicologia, cuidados com o recém-nascido, amamentação e primeiros socorros. Muitas mudanças superadas com sucesso. “Para nós foi um grande desafio, pois não sabíamos se o formato do curso e o novo conteúdo teriam adesão por parte dos inscritos”, detalhou a coordenadora da Atenção à Saúde, Bianca Aline Neske. “Mas conseguimos transmitir o carinho que temos em desenvolver esse curso e o quanto ele é especial para todos nós que estamos na sua organização”, concluiu.

Participação - Para participar do Projeto Nascer Bem a gestante não precisa ser cliente da Unimed Costa Oeste. A data do início da próxima turma será divulgada nas redes sociais da cooperativa. (Imprensa Unimed Costa Oeste)

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IBGE I: Produção industrial cresceu 8% de junho para julho

A produção industrial brasileira cresceu 8% na passagem de junho para julho deste ano, informou nesta quinta-feira (03/09) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa é a terceira alta consecutiva do indicador, que ainda não conseguiu eliminar a perda de 27% registrada no segundo bimestre do ano (março e abril) devido à pandemia de covid-19.

Média móvel trimestral - A produção também registrou alta (8,8%) na média móvel trimestral. Nos demais tipos de comparação, no entanto, houve quedas: na comparação com julho de 2019 (-3%), no acumulado do ano (-9,6%) e no acumulado em 12 meses (-5,7%).

Categorias - O avanço de 8% na passagem de junho para julho foi resultado de altas nas quatro grandes categorias econômicas da indústria, com destaque para os bens de consumo duráveis (42%). Os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo, cresceram 15%.

Bens intermediários - No caso dos bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo, houve alta de 8,4%. Já os bens de consumo semi e não duráveis cresceram 4,7%.

Atividades - Entre as atividades industriais, houve altas em 25 dos 26 ramos pesquisados. A principal alta ocorreu no setor de veículos automotores, reboques e carrocerias (43,9%). “A indústria automotiva puxa diversos setores em conjunto, sendo o ponto principal de outras cadeias produtivas”, afirma o pesquisador do IBGE André Macedo.

Mais - Também houve altas importantes na metalurgia (18,7%), indústrias extrativas (6,7%), máquinas e equipamentos (14,2%), coque e produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,8%).

Queda - Por outro lado, o ramo de impressão e reprodução de gravações foi o único setor em queda (-40,6%). (Agência Brasil)

IBGE II: 6 em cada 10 empresas percebem impacto da Covid como pequeno, inexistente ou positivo na 2ª quinzena de julho

ibge 03 09 2020De 3 milhões de empresas em funcionamento na segunda quinzena de julho, 37,5% perceberam impactos negativos decorrentes da crise do novo coronavírus em suas atividades. Por outro lado, para 36,3%, o impacto foi pequeno ou inexistente; e, para 26,1%, o efeito foi positivo. Na maioria das atividades, a soma da percepção de impactos pequenos ou inexistentes e de efeitos positivos é superior a de impactos negativos. Os dados são da Pesquisa Pulso Empresa: impacto da Covid19 nas empresas, divulgados nesta quarta-feira (02/09), pelo IBGE.

Melhora - “Apesar da continuidade dos efeitos negativos, destaca-se a percepção de melhora em relação às quinzenas anteriores. Na segunda quinzena de junho, a incidência de efeitos negativos era percebida por 62,4% das empresas; na primeira quinzena de julho, por 44,8%; e agora, na segunda quinzena de julho, por 37,5%. Isso já era esperado, pois, a medida em que aumenta o processo de flexibilização, as empresas passam a ter maiores receitas”, explica Flávio Magheli, coordenador de Pesquisas Conjunturais em Empresas do IBGE.

Maior - A percepção de impacto negativo é maior entre as empresas de grande porte (37,8%), aquelas acima de 500 funcionários; e, entre as de pequeno porte, com até 49 funcionários, (37,6%). Mas são também as empresas de grande porte, as que mais perceberam impactos pequenos ou inexistente (41,25%).

Serviços - “O setor de serviços continua sendo o mais impactado negativamente, enquanto o da construção tem o maior percentual de efeitos pequenos ou inexistentes”, ressalta Magheli.

Mais afetadas - A pandemia afetou 42,9% de 1,3 milhão de empresas de serviços, especialmente serviços profissionais, administrativos e complementares (53,8%) e aqueles prestados às famílias (48%). No comércio, 36,1% de 1,2 milhão de empresas relataram efeitos negativos, com destaque para o comércio de veículos, peças e motocicletas (38,3%), e comércio varejista (37,8%).

Indústria - No setor industrial, 30,6% das 334 mil empresas destacaram impacto negativo; enquanto para 35,8%, o efeito foi pequeno ou inexistente; e, para 33,6%, o impacto nessa quinzena foi positivo. “Destaque para a melhora de percepção e maior incidência de efeitos positivos e efeitos pequenos ou inexistentes, observada nos segmentos de serviços prestados às famílias, outros serviços e atividades do comércio. Por regiões, destaque para as regiões Sudeste e Sul, com a maior incidência de efeitos pequenos ou inexistentes na quinzena”, analisa Magheli.

Construção - Na construção, o percentual de percepção de efeitos pequenos ou inexistentes, passou de 26,7% na primeira quinzena de junho para 55,4% na segunda quinzena de julho. No comércio, os impactos são pequenos ou inexistentes para 36,5% das empresas e positivos para 27,4%. Enquanto que, na indústria, 35,8% das empresas perceberam impactos pequenos ou inexistentes; e 33,6%, efeitos positivos; e, nos serviços, os índices foram de 33,6% e 23,5%.

Grandes regiões - Entre as grandes regiões, o Norte concentra a maior incidência de empresas que perceberam impactos positivos 41,1%. O Sul e o Sudeste continuam com a evolução de menor incidência de efeitos negativos, registrando, respectivamente, 36,7% e 33,3%, taxas que, nas quinzenas anteriores, se situavam acima de 40%. Já o Nordeste é a região onde as empresas foram mais atingidas pela crise do novo coronavírus (49,6%), seguido por Centro-Oeste (44,75).

Três em cada dez empresas tiveram redução nas vendas - Para 34,4% das empresas em atividade, houve percepção de redução nas vendas, uma melhora em relação à quinzena anterior (46,8%). A queda nas vendas foi sentida por 34,4% das companhias de pequeno porte, 33% das intermediárias e 26,4% das de grande porte.

Impacto ou inexistente - Mas o impacto foi pequeno ou inexistente para 37,1% das empresas, percentual que chega a 46,6% das companhias de grande porte, as menos afetadas. E, para 28,4% das empresas, houve aumento de vendas na segunda quinzena de julho.

Redução das vendas - Por setores, a percepção de redução nas vendas foi sinalizada por 29,5% do comércio, 38,6% das empresas de serviços, 30,7% de indústria e 43,6% de construção. Destaca-se a maior incidência de efeitos pequenos ou inexistentes nos segmentos de indústria (35,6%), comércio (37,1%) e serviços (38,4%).

Mais da metade das empresas não perceberam impacto negativo na fabricação de produtos ou acesso a fornecedores - A maior parte das empresas (55%) relatou não ter havido impacto da Covid-19 sobre a fabricação dos produtos ou a capacidade de atendimento aos clientes. Esse percentual chega a 61,8% entre as empresas de grande porte e a 57,4% entre as de porte intermediário. Mas 33,1% do total de empresas ainda relataram dificuldades, e 11,6% acusaram facilidades.

Sem alteração - Para 44,8%, não houve alteração significativa no acesso a seus fornecedores. Mas cresceu o percentual de empresas que voltaram a sinalizar dificuldades, 45,3%, taxa que, na quinzena anterior, foi de 38,6%.

Influência - “O que influenciou mais a taxa foram as empresas de pequeno porte (45,5%). Entre as atividades, os destaques são as empresas do comércio (65,2%), especialmente o comércio varejista (71,9%) e o de veículos, peças e motocicletas (70,45), que ficaram na faixa de sete em cada dez empresas sinalizando dificuldade de acesso aos fornecedores”, completa Magheli.

Pagamentos de rotina - Também cai a percepção de dificuldades na capacidade de realizar pagamentos de rotina, passando de 47,3% na primeira quinzena de julho para 38,9%, na segunda quinzena de julho. Por outro lado, cresce para 49,7% o percentual de empresas sinalizando que não houve alteração significativa, percentual que chega a 69,9% entre as empresas de grande porte e a 60,9% entre as de porte intermediário.

Atividades - Entre as atividades, os destaques são as empresas da construção (67,5%) e indústria (55,5%), sinalizando não ter percebido alteração significativa. “Trata-se de uma sinalização de melhora das receitas, permitindo realizar os pagamentos de rotina”, diz Magheli.

Empresas de pequeno porte são as que mais mantêm empregos - Mais de oito em cada dez empresas (84,6% – cerca de 2,5 milhões de empresas) reportaram não ter havido mudança no quadro de funcionários ao final da segunda quinzena de julho em relação à quinzena anterior.

Redução de funcionários - Apenas 7,9% (242 mil empresas) informaram ter reduzido o número de funcionários. Desse total, a maior proporção de redução (68,4% ou 165 mil empresas, das quais apenas 155 são empresas de pequeno porte) foi observada na faixa inferior a 25%. Independentemente de porte, atividade econômica ou localização geográfica, os maiores percentuais de redução ficaram no patamar de até 25% do pessoal.

Campanhas - A realização de campanhas de informação e prevenção e adoção de medidas extras de higiene continua sendo a principal iniciativa entre as medidas de reação para enfrentar a pandemia, sendo adotada por 93% das empresas. O trabalho remoto para os funcionários foi adotado por 34,9%; a antecipação de férias dos funcionários foi a medida de 20,3% das empresas; o adiamento de pagamento de impostos foi adotado por 30,5%; o método de entrega de produtos ou serviços, incluindo a mudança para serviços online, foi alterado por 29,1%; e linha de crédito emergencial foi a medida tomada por 11,4% das empresas.

Pesquisa Pulso Empresa reflete as percepções das empresas - Os resultados da quarta rodada da Pesquisa Pulso Empresa refletem as percepções das empresas em funcionamento ao final da segunda quinzena de julho em comparação à primeira quinzena. A pesquisa acompanha a evolução de alguns dos principais efeitos da pandemia de Covid-19 na atividade das empresas não financeiras e faz parte das estatísticas experimentais do IBGE.

Quarta edição - “Na segunda quinzena de julho (quarta edição), percebemos a incidência ainda de empresas que sinalizaram que os efeitos foram negativos, mas segue a trajetória de aumento da percepção de empresas entre o efeito nulo e os efeitos positivos, que se destacam neste período de abertura e de retomada gradual da atividade econômica”, conclui Magheli. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Claudio Vieira / PMSJC

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ECONOMIA: Governo destina recursos para redução da tarifa de energia elétrica

O governo federal editou medida provisória (MP) que destina recursos à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para a redução da tarifa de energia elétrica para os consumidores até 31 de dezembro de 2025. A MP 998/2020 foi publicada nesta quarta-feira (02/09) no Diário Oficial da União e regulamenta o setor elétrico, com a alteração em diversos dispositivos legais.

Fundo - A CDE é um fundo do setor elétrico que custeia políticas públicas e programas de subsídio, como o Luz para Todos e o desconto na tarifa para irrigação.

Outras destinações - A medida ainda destina recursos da Reserva Global de Reversão (RGR) e da CDE para atenuar aumentos tarifários para os consumidores das distribuidoras da Eletrobras recém-privatizadas: Amazonas Distribuidora de Energia S.A., Boa Vista Energia S.A., Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), Companhia Energética de Alagoas (Ceal), Companhia Energética do Piauí (Cepisa), Centrais Elétricas de Rondônia S.A (Ceron) e Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre).

Transferência de ações - Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência informou que, entre as alterações, também está a transferência das ações de propriedade da Comissão Nacional de Energia Nuclear para a União. As ações são representativas do capital social das Indústrias Nucleares do Brasil (IBN) e da Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep). A MP transforma as duas entidades em empresas públicas, vinculadas ao Ministério de Minas e Energia, por meio do resgaste das ações dos acionistas privados.

Contração de potência - Ainda foram alteradas regras para permitir, não apenas a contratação de energia pelas distribuidoras, mas também a contratação de potência, que é a energia para as horas de maior consumo. A partir de agora também está permitida a devolução da energia comprada pelas distribuidoras e não utilizada.

Prazos - De acordo com a Presidência, a MP ajusta prazos para viabilizar a privatização de empresas de energia estaduais, associadas a outorga de concessão por 30 anos, e institui o regime emergencial no caso de insucesso do processo de entrega para a iniciativa privada para garantir o fornecimento de energia aos consumidores.

Conselho - Outra alteração realizada por meio da MP, foi atribuir ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) a competência para autorizar a outorga para exploração da usina termelétrica nuclear Angra 3 e a celebração de contrato para a comercialização dessa energia. O prazo da outorga será de 50 anos, podendo ser prorrogado por até mais 20 anos. (Agência Brasil)

CÂMBIO: Dólar fecha no menor nível em quatro semanas

cambio 03 09 2020Num dia de expectativas em relação ao envio ao Congresso da proposta de reforma administrativa, o dólar caiu pela segunda sessão seguida e fechou no menor nível em quatro semanas. O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (02/09) vendido a R$ 5,359, com recuo de R$ 0,026 (-0,49%). A cotação está no menor valor desde 6 de agosto, quando tinha encerrado em R$ 5,343.

Ações - No mercado de ações, o dia foi marcado pelos ajustes. Depois da forte recuperação na terça-feira (01/09), o índice Ibovespa, da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou o dia com pequena queda de 0,25%, aos 101.911 pontos. O Ibovespa subiu durante a manhã, mas reverteu o movimento e passou a operar em queda no início da tarde.

Reforma administrativa - Nesta quinta-feira (03/09), o governo envia ao Congresso o texto da reforma administrativa, conforme anunciado ontem pelo presidente Jair Bolsonaro. A promessa foi entendida como sinal de maior compromisso do governo com a agenda de reformas e de equilíbrio fiscal, o que favorece a queda dos juros de longo prazo, indicados como medida de desconfiança em relação ao país.

Declarações - Os investidores também acompanharam declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, de que a autoridade monetária não trabalha com nível de preço para o câmbio e que poderá intervir “pesadamente” caso ache necessário. Segundo Campos Neto, a autoridade monetária continua estudando os fatores que estão provocando a volatilidade, citando a realização de mais contratos pequenos e o uso do real como hedge (proteção cambial).

Transferência - O debate sobre níveis de câmbio na mira do BC voltou à tona depois de o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovar, na semana passada, transferência de R$ 325 bilhões do lucro cambial da instituição financeira para reforçar o caixa do Tesouro Nacional. (Agência Brasil, com informações da Reuters)

 

TURISMO: Senado confirma programa de créditos com R$ 5 bi para reduzir impacto da pandemia no setor

turismo 03 09 2020Os senadores aprovaram em votação simbólica nesta quarta-feira (02/08) a medida provisória (MP) que reservou R$ 5 bilhões para socorrer o setor de turismo, como forma de reduzir os impactos causados pelo novo coronavírus. A MPV 963/2020, que abriu o crédito extraordinário no Orçamento deste ano, segue agora para promulgação. 

Relevância e urgência - “A MP 963/2020 é dotada de justificativas de relevância e urgência condizentes com a programação orçamentária que contempla, uma vez que as perdas consideráveis no setor do turismo ocasionadas pela pandemia impõe a necessidade de alocar recursos com a finalidade de amenizar os impactos econômicos dela decorrentes”, afirmou o relator, o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), que recomendou a aprovação da MP sem modificações.

Destinação - O texto determina que os recursos devem ser destinados a empréstimos para financiar a infraestrutura turística nacional. Segundo o Ministério do Turismo, o dinheiro deve compor o capital de giro de micros, pequenas, médias e grandes empresas.

Fungetur - Em abril, uma portaria ministerial alterou as regras de empréstimos do Fundo Geral do Turismo (Fungetur) para operadores cadastrados. Houve redução dos juros para capital de giro, de 7% para 5% ao ano, e ampliação da carência do início de pagamento. O programa de empréstimos é feito pelo Fungetur, do Ministério do Turismo.

PIB - De acordo com estudo do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC, na sigla em inglês), publicado em março de 2019, o setor é responsável por 8,1% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil. Além de empregar cerca de 6,9 milhões de pessoas, o equivalente a 7,5% do número total de vagas no país.

Crédito extraordinário - Segundo comenta o relator em seu voto, o governo federal alegou que o crédito extraordinário é necessário porque o setor do turismo vem registrando perdas consideráveis, pois houve inúmeros cancelamentos na realização de feiras, congressos e convenções que concentram os maiores orçamentos do turismo de negócios, além das perdas significativas provocadas pelo isolamento social, causando forte impacto no fluxo de viagens.

Aplicação - Fernando Bezerra Coelho explica ainda que os recursos serão aplicados para financiamento de capital de giro emergencial; financiamento para investimentos em capital fixo, tais como bens e equipamentos; obras civis para implantação, ampliação, modernização e reforma de empreendimentos turísticos. 

Gasto efetivo- Até agora, dos R$ 5 bilhões autorizados, apenas cerca de R$ 1,4 bilhão estão empenhados. E o total efetivamente pago é de R$ 418,4 milhões.

Dados - Os dados são da Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira da Câmara dos Deputados, que acompanha os gastos voltados ao combate à covid-19. O levantamento mostra que a MP 963/2020 é a que apresenta a menor execução entre as medidas provisórias: apenas 8,37% do total previsto foram gastos.

Validade - A MP 963 tem validade até a sexta-feira (04/09). Agora, a medida será promulgada pelo Congresso para virar lei em definitivo. (Agência Senado, com informações da Agência Câmara Notícias)

FOTO: Jefferson Rudy / Agência Senado

 

IGI: Brasil fica em 62ª posição no Índice Global de Inovação

igi 03 09 2020O Brasil ficou na 62ª posição o Índice Global de Inovação (IGI), em 2020, subindo quatro posições na comparação com 2019, quando o país ficou na 66ª colocação no ranking que abrange 131 países. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (02/09) pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (WIPO, na sigla em inglês). Apesar da melhora em relação a 2019, o país ainda está abaixo da posição que ocupava em 2011, quando ficou na 47ª colocação.

América Latina e Caribe - Em relação aos 37 países da América Latina e Caribe, o Brasil aparece na quarta posição atrás do Chile (54º), México (55º) e Costa Rica (56º). No ranking global, os 10 países mais bem colocados do índice são: Suíça, Suécia, Estados Unidos, Reino Unido, Holanda, Dinamarca, Finlândia, Singapura, Alemanha e Coreia do Sul.

CNI - Na avaliação da Confederação Nacional da Indústria (CNI), parceira na produção e divulgação do IGI desde 2017, apesar da melhora em relação ao ano passado, a posição do Brasil é incompatível com o fato de o país ser a 9ª maior economia do mundo.

Abaixo do potencial - “O Brasil continua numa posição abaixo de seu potencial. Precisamos melhorar o financiamento à inovação, fortalecer parcerias entre governo, setor produtivo e academia, estruturar políticas de longo prazo e priorizar a formação de profissionais qualificados”, disse o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

Obstáculo - O relatório destaca que a pandemia do novo coronavírus (covid-19) tende a ser um obstáculo para certas atividades inovadoras, mas ao mesmo tempo catalisa a inventividade em outros setores, notadamente na área da saúde.

Imprescindível - "Para a CNI, o papel da inovação se mostra cada vez mais imprescindível diante de um período de incertezas e de retração na economia provocadas pela pandemia. Se de um lado as empresas se veem com possibilidades escassas de investimentos, de outro precisam buscar alternativas para sobreviverem e manterem seus empregados. Daí a necessidade de ser criativo e apostar na inovação como um diferencial para sair mais forte da pandemia", informou a CNI.

Indicadores - O IGI é composto por 80 indicadores de 30 fontes internacionais públicas e privadas. De acordo com a CNI, desse total, 58 representam dados concretos, 18 são indicadores compostos e quatro são perguntas de pesquisa. A pontuação em cada um dos indicadores é analisada e comparada entre os países, estabelecendo a posição no ranking para cada indicador, subpilar e pilar. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE I: Brasil tem 123,7 mil mortes e 3,99 milhões de casos

O Brasil chegou a 123.780 mortes em função da pandemia do novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, as autoridades de saúde registraram 1.184 novos óbitos pela covid-19. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Saúde durante entrevista coletiva para apresentar os dados do boletim epidemiológico sobre a doença. Na terça-feira (01/09), o painel do ministério marcava 122.596 óbitos. Há 2.658 falecimentos em investigação.

Casos acumulados - De acordo com o balanço da pasta, o número de acasos acumulados alcançou 3.997.865. Entre terça e esta quarta-feira (02/09), as secretarias estaduais de saúde identificaram 46.934 novas pessoas infectadas. Na terça, o sistema de dados sobre a pandemia trazia 3.950.931 casos desde o início da pandemia.

Acompanhamento - Ainda de acordo com a atualização, 663.680 pessoas estão em acompanhamento e outras 3.210.405 já se recuperaram.

Covid-19 nos estados - Os estados com mais morte são: São Paulo (30.673), Rio de Janeiro (16.315), Ceará (8.480), Pernambuco (7.656) e Pará (6.201). As Unidades da Federação com menos óbitos são: Roraima (595), Acre (618), Amapá (668), Tocantins (701) e Mato Grosso do Sul (903). (Agência Brasil)

 

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SAÚDE II: Sesa confirma 54 novas mortes e 2.022 casos de Covid

saude II 03 09 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quarta-feira (02/09) 2.022 novas confirmações e 54 mortes pela infecção causada pelo novo coronavírus. O Paraná acumula 134.162 diagnósticos positivos e 3.360 mortos em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - 1.053 pacientes com diagnóstico confirmado estão internados. 881 estão em leitos SUS (396 em UTI e 485 em leitos clínicos/enfermaria) e 172 em leitos da rede particular (59 em UTI e 113 em leitos clínicos/enfermaria).

Exames - Há outros 1.251 pacientes internados, 520 em leitos UTI e 731 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos.

Óbitos - A secretaria estadual confirma a morte de 54 pacientes. Todos estavam internados. São 18 mulheres e 36 homens, com idades que variam de 18 a 97 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 3 de julho e 2 de setembro. Os pacientes que faleceram residiam em Curitiba (15), Cambé (5), Ponta Grossa (3), Maringá (3), Assai (3), São José dos Pinhais (2), Tamarana (2) e um caso confirmado em cada município a seguir: Almirante Tamandaré, Alvorada do Sul, Campo Magro, Castro, Colombo, Coronel Vivida, Enéas Marques, Ibiporã, Inajá, Loanda, Mandirituba, Manoel Ribas, Marilena, Ortigueira, Paraíso do Norte, Paranavaí, Piraquara, Quitandinha, Santa Helena, Santa Terezinha de Itaipu, São Pedro do Ivaí.

Fora do Paraná - O monitoramento registra 1.447 casos de residentes de fora. 39 pessoas foram a óbito.

Ajustes - Alteração de município:

Um caso confirmado no dia 31/8 em Maringá foi transferido para Tapejara;

Um caso confirmado no dia 1/9 em Japurá foi transferido para Maringá;

Um caso confirmado no dia 30/7 em Ibaiti foi transferido para Curitiba;

Um caso confirmado no dia 17/7 em Ibaiti foi transferido para Curitiba;

Um caso confirmado no dia 18/7 em Ibaiti foi transferido para Pinhalão;

Um caso confirmado no dia 13/8 em Ibaiti foi transferido para Curitiba;

Um caso confirmado no dia 29/7 em Ibaiti foi transferido para Telêmaco Borba;

Um caso confirmado no dia 18/7 em Ibaiti foi transferido para Japira;

Um caso confirmado no dia 19/7 em Ibaiti foi transferido para Figueira;

Um caso confirmado no dia 31/7 em Ipiranga do Norte/MT foi transferido para Eneas Marques;

Exclusões - Um caso confirmado no dia 9/8 em Maringá foi excluído por duplicidade de notificação;

Um caso confirmado no dia 28/8 em Curitiba foi excluído por duplicidade de notificação;

Um caso confirmado no dia 29/8 em Mandaguari foi excluído por duplicidade de notificação;

Um caso confirmado no dia 31/8 em Londrina foi excluído por duplicidade de notificação;

Um caso confirmado no dia 29/8 em Boa Ventura de São Roque foi excluído por duplicidade de notificação;

Um caso confirmado no dia 8/8 em São José dos Pinhais foi excluído por duplicidade de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando aqui.

 

ARTIGO: A influência da teoria contingencial na implementação da governança corporativa nas cooperativas agro do PR

artigo II 03 09 2020*Rafael Dell Antonia e Leonardo da Silva Tedardi

No século XXI, a governança coorporativa tornou-se aliada das grandes empresas, proporcionando fortalecimento de estratégias, redução de custo de capital, valor de mercado e, ainda, facilidade de acesso a capital de terceiros. O trabalho de conclusão do Curso de Ciências Contábeis que apresentamos no ano passado na Faculdade Unimeo Cetsop, de Assis Chateaubriand, Oeste do Paraná, teve como objetivo analisar a influência dos fatores contingenciais na implementação da governança corporativa, de acordo com a visão dos auditores e controllers das cooperativas de agronegócio do Paraná e, também, mapear a quantidade de auditores internos nas cooperativas. A coleta de dados foi realizada por meio de levantamento/survey, que se utiliza de questionários.

A Teoria da Contingência abrange cinco fatores contingentes e enfatiza como eles afetam o funcionamento das organizações, retratando variáveis que qualificam os ambientes interno e externo da organização e que podem afetar sua estrutura e desempenho. Entende-se por contingência algo incerto ou eventual, que pode ou não acontecer (CHIAVENATO, 2000). Tais fatores consistem em Ambiente, Tecnologia, Estrutura, Estratégia e Porte Organizacional (MARQUES, 2012).

Nosso estudo identificou que, entre os cinco fatores contingentes, a variável Tecnologia influencia positivamente na implementação da governança corporativa, sendo a que apresenta a maior significância na opinião dos respondentes. Por outro lado, o fator Porte influencia negativamente, ou seja, de acordo com os respondentes, quanto maior a empresa, mais difícil será para se implementar a governança corporativa. As demais hipóteses não possuem relação significativa na implementação.

Quanto ao número de auditores internos vinculados às cooperativas do ramo agro do Paraná, o resultado foi que, das 32 cooperativas respondentes, 26,47% possuem apenas um auditor, número que pode ser insuficiente, dependendo do porte da organização, sobrecarregando o responsável.

* Rafael Dell Antonia é analista de Sistemas da Cooperativa C.Vale e Leonardo da Silva Tedardi é analista de Crédito do Sicoob Médio Oeste. Artigo relativo ao trabalho de conclusão do Curso de Ciências Contábeis da Faculdade Unimeo Cetsop, de Assis Chateaubriand (PR). Clique aqui para obter mais detalhes sobre o estudo


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