Imprimir
cabecalho informe

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4892 | 21 de Agosto de 2020

OCEPAR: Conselho Fiscal avalia demonstrações contábeis da organização

Na manhã desta sexta-feira (21/08), os membros do Conselho Fiscal da Ocepar se reuniram para avaliar as demonstrações contábeis de janeiro a julho deste ano. O encontro, realizado por videoconferência devido à pandemia da Covid-19, contou com as presenças dos conselheiros Popke Ferdinand Van der Vinne (Sicredi Campos Gerais), Wemilda Marta Fregonese Feltrin (Unimed Francisco Beltrão), Waldenir Romani (Nova Produtiva) e Claudemir Cavalini Carvalho (Coagru). “Em janeiro, quando fizemos o orçamento, a realidade era uma, hoje é outra. Mantivemos a previsão orçamentária, mesmo surgindo várias demandas não planejadas e que exigiram uma forte atuação da Ocepar. Por conta da pandemia, surgiram muitas pautas que impactavam as cooperativas, como a Cosit 11, questões sindicais e outras envolvendo o funcionamento dos frigoríficos durante a pandemia”, disse o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti. “O foco do momento é a reforma tributária. É um assunto que está demandando diariamente da nossa equipe, vamos ficar atentos e tentar compatibilizar os interesses de todos os ramos do cooperativismo e encaminhar isso. A OCB está coordenando esse processo”, contou o presidente da Ocepar, José Roberto Ricken.

Ações - Os projetos apoiados com parte do orçamento do Programa Autogestão 2020 também foram assuntos em pauta.  “Temos um orçamento para este ano e que está sendo cumprido. São projetos de formação e capacitação que as cooperativas ingressam com um pedido detalhado na Ocepar e que, após análise e aprovação de um Comitê de Projetos, recebem recursos para viabilizar a ação”, explicou o coordenador, Claudiomiro Rodrigues.  A mudança no formato de assinaturas dos contratos, que passou de física para digital, também foi destacado. “Antes levávamos de 20 a 30 dias para finalizar a assinatura de contratos físicos. Agora por meio digital, são gerados os contratos e envia por email para as partes envolvidas. Os documentos são criptografados, têm rastreabilidade e são juridicamente válidos. Para nós isso representou menos tempo, economia de recursos financeiros e físicos, principalmente, papel”, explicou Rodrigues. “Essa questão foi um dos resultados da pandemia, porque acelerou o processo de transformação digital. A economia de tempo e de recursos é extraordinária”, ressaltou Mafioletti. O Termo Aditivo ao Contrato de Trabalho, e que trata de questões relacionadas ao home office, e o protocolo de retorno às atividades presenciais no Sistema Ocepar, também foram assuntos tratados na reunião. A próxima reunião do Conselho Fiscal da Ocepar ficou agendada para 20 de novembro.

{vsig}2020/noticias/08/21/reuniao_conselho_ocepar/{/vsig}

 

 

para avaliar as demonstrações contábeis de janeiro a julho deste ano. O encontro, realizado por videoconferência devido à pandemia da Covid-19, contou com as presenças dos conselheiros Popke Ferdinand Van der Vinne (Sicredi Campos Gerais), Wemilda Marta Fregonese Feltrin (Unimed Francisco Beltrão), Waldenir Romani (Nova Produtiva) e Claudemir Cavalini Carvalho (Coagru). “Em janeiro, quando fizemos o orçamento, a realidade era uma, hoje é outra. Mantivemos a previsão orçamentária, mesmo surgindo várias demandas não planejadas e que exigiram uma forte atuação da Ocepar. Por conta da pandemia, surgiram muitas pautas que impactavam as cooperativas, como a Cosit 11, questões sindicais e outras envolvendo o funcionamento dos frigoríficos durante a pandemia”, disse o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti. “O foco do momento é a reforma tributária. É um assunto que está demandando diariamente da nossa equipe, vamos ficar atentos e tentar compatibilizar os interesses de todos os ramos do cooperativismo e encaminhar isso. A OCB está coordenando esse processo”, contou o presidente da Ocepar, José Roberto Ricken.

 

Ações – Os projetos apoiados com parte do orçamento do Programa Autogestão 2020 também foram assuntos em pauta.  “Temos um orçamento para este ano e que está sendo cumprido. São projetos de formação e capacitação que as cooperativas ingressam com um pedido detalhado na Ocepar e que, após análise e aprovação de um Comitê de Projetos, recebem recursos para viabilizar a ação”, explicou o coordenador, Claudiomiro Rodrigues.  A mudança no formato de assinaturas dos contratos, que passou de física para digital, também foi destacado. “Antes levávamos de 20 a 30 dias para finalizar a assinatura de contratos físicos. Agora por meio digital, são gerados os contratos e envia por email para as partes envolvidas. Os documentos são criptografados, têm rastreabilidade e são juridicamente válidos. Para nós isso representou menos tempo, economia de recursos financeiros e físicos, principalmente, papel”, explicou Rodrigues. “Essa questão foi um dos resultados da pandemia, porque acelerou o processo de transformação digital. A economia de tempo e de recursos é extraordinária”, ressaltou Mafioletti. O Termo Aditivo ao Contrato de Trabalho, e que trata de questões relacionadas ao home office, e o protocolo de retorno às atividades presenciais no Sistema Ocepar, também foram assuntos tratados na reunião. A próxima reunião do Conselho Fiscal da Ocepar ficou agendada para 20 de novembro.

SESCOOP/PR Conselho de Administração discute planejamento para o 2º semestre

Na manhã desta sexta-feira (21/08), foi realizada reunião virtual do Conselho de Administração do Sescoop/PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo). Na pauta do encontro, as discussões sobre o balancete acumulativo até julho de 2020, relatório de atividades do período, situação dos treinamentos nas cooperativas, apresentação dos projetos avaliados e recomendados pelo comitê técnico, reformulação orçamentária, revisão do planejamento de atividades e metas e relato dos conselheiros. “As reuniões são importantes para alinhar estratégias para o trabalho do Sescoop/PR. Nesse momento de pandemia, é essencial que tenhamos planejamento, nos adaptando aos desafios e fazendo os ajustes necessários em nossas atividades”, afirmou o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Participantes - Participaram da reunião os conselheiros Marcos Antonio Trintinalha, Luiz Roberto Baggio, Joberson Fernando de Lima Silva, Luciano Ferreira Lopes, Hiroshi Nishitani e Aguinel Marcondes Waclawovsky. Representando o Sescoop/PR, o presidente José Roberto Ricken, o superintendente Leonardo Boesche, o gerente Administrativo, José Ronkoski, a gerente de Desenvolvimento Cooperativo, Maria Emilia Pereira Lima, a assessora jurídica Daniely Andressa da Silva, o coordenador de Planejamento Estratégico, Alfredo Benedito Kugeratski Souza, a auditora interna Daniele Cristiane Radulski Reginatto e a secretária executiva Daniele Luana da Luz.

{vsig}2020/noticias/08/21/sescoop/{/vsig}

 

DIREITO COOPERATIVO: Webinar discute impactos laborais de MPs publicadas para o enfrentamento da pandemia

Três medidas provisórias (MPs) editadas pelo governo federal com o objetivo de enfrentamento da pandemia do novo coronavírus estiveram em debate, na tarde desta quinta-feira (20/08), no Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul, promovido pela Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo (Escoop), em parceria com os Sistemas Ocergs, Ocepar e Ocesc. O objetivo foi esclarecer as principais mudanças que as MPs trouxeram e os impactos no cotidiano laboral das cooperativas. O evento ocorreu virtualmente, por meio da plataforma Microsoft Teams, reunindo cerca de 90 participantes, e foi aberto pelos presidentes da Ocergs, Vergílio Perius, e da Ocepar, José Roberto Ricken. O presidente da Ocesc, Luiz Vicente Suzin, foi representado pelo assessor jurídico, Gilson Flores.

Lei cooperativista - Para Perius, estar em conformidade com a legislação é um dos requisitos para uma cooperativa ser bem-sucedida e o processo se completa com uma boa gestão e governança. Ele lembrou que no ano que vem a Lei 5.764, que rege o cooperativismo, completa 50 anos. “A lei nasceu bem. Foi a manifestação do desejo de termos um cooperativismo moderno e experiências da Europa, França, Itália e algumas da Argentina foram trazidas para o nosso ordenamento jurídico. Ela também representou um clamor por mudanças e pela libertação da tutela do Estado, que só a Constituição de 1988 conseguiu afastar. Hoje, o Estado tem o papel de incentivar e promover o cooperativismo, nunca atrapalhar, e isso deve se refletir em todas as normas legais”, disse o presidente da Ocergs.

Atual e apropriado - Na avaliação do presidente da Ocepar, a pandemia do novo coronavírus provocou mudanças profundas e o setor deve estar preparado para os desafios que vêm pela frente. “O tema desse seminário é atualíssimo. É o que temos que discutir agora e realmente ir a fundo nessas questões de ordem legal porque a pandemia mudou tudo. Foram destruídos mais de 1,2 milhão de empregos formais após a decretação da pandemia no Brasil. Imagine no mundo. O mercado de trabalho, com certeza, está sendo fortemente impactado. A relação entre trabalhadores e empresas não será de forma alguma como era antes. Vamos ter desafios enormes”, afirmou Ricken. “Então, é importante analisar as medidas provisórias, legislações e regulamentações que estão aparecendo. É oportuníssimo vocês da área jurídica nos proteger dessa realidade e nos orientar sobre como podemos cumprir fielmente a legislação nessa situação nova, nesse desafio novo”, completou.

MPs - O Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul tratou sobre as MPs 927, de 22 de março de 2020, que dispõe sobre medidas trabalhistas para enfrentamento do estado de calamidade pública; 932, de 31 de março de 2020, que altera as alíquotas de contribuição aos serviços sociais autônomos, e 936, de 1º de abril de 2020, que institui o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda e dispõe sobre medidas trabalhistas complementares para enfrentamento do estado de calamidade pública.

Palestrante - A palestrante convidada para discorrer sobre os impactos dessas MPs nas cooperativas foi a especialista Leila Andressa Disenha, que é doutora e mestra em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR); especialista em Direito do Trabalho pela PUCPR e professora de Bases Legais do Cooperativismo do Programa da Pós-Graduação em Gestão de Cooperativas da PUCPR, ofertado em parceria com o Sistema Ocepar. “Nós estamos vivendo algo totalmente novo e excepcional. Então, realmente precisamos refletir e nos preparar principalmente para o futuro porque se o momento presente é complicado, o que pode estar por vir pode ser mais ainda”, disse Leila no início de sua explanação. “Nós temos que pensar no seguinte: como será o impacto de tudo que estamos vivendo agora daqui a dois anos, pensando em prescrição trabalhista?”, acrescentou.

Linha do tempo - De acordo com ela, é importante ter em mente a linha cronológica dos acontecimentos. “Em 12 de março, nós tivemos a primeira morte por Covid-19 no Brasil. Hoje, passamos de 100 mil. Nós tínhamos 5% a menos de desemprego no dia 12 de março. Hoje, são 5% a mais de desempregados neste país. Essa já é uma situação delicada por si só. Houve a decretação do estado de calamidade pública, algo que, para mim, pelo menos era inimaginável. E, na sequência, nós tivemos as edições das medidas provisórias, duas convertidas em lei, as MPs 932 e 936, e uma acabou perdendo a sua vigência, a MP 927, mas mantém situações que vão deixar suas cicatrizes e precisamos tratar disso”, frisou.

Temas - Leila selecionou alguns itens das legislações para abordar na palestra, devido à limitação de tempo. Ela falou sobre home office, matéria tratada na MP 927, e apresentou uma série de pontos de atenção que devem ser observados para a instituição de forma segura dessa modalidade de trabalho. “A MP 927 perdeu a sua vigência mas, de acordo com a Emenda Constitucional nº 32, ela teve efeitos enquanto estava em vigor. Os cuidados que temos que ter é em relação a esses efeitos, para que eles não tragam nenhum prejuízo”, disse. De acordo com ela, as empresas também devem se manter atualizadas quanto às normas relativas ao home office pois novas regras devem ser seguidas após a MP 927 ter perdido a validade.

Emprego e renda - Sobre a MP 936, que criou o Programa de Proteção do Emprego e da Renda, a palestrante lembrou que vários questionamentos existentes no período em que a medida provisória estava em vigor foram esclarecidos, com a sua conversão na Lei 14.020 e que, por meio do Decreto 10.422,22, de 13 de julho de 2020, o governo pode prorrogar o prazo das medidas. O programa abrange o Benefício Emergencial de Preservação do Emprego e Renda, a redução de salário e jornada e a suspensão do contrato de trabalho, entre outros itens. Em sua avaliação, a negociação coletiva é sempre o caminho mais seguro para as empresas que optarem pela redução salarial ou suspensão do contrato de trabalho visando manter seus negócios neste período de pandemia.

MP 932 - Em relação à MP 932, convertida na Lei 14.025, de 14 de julho de 2020, Leila destacou que, embora o governo tenha reduzido as alíquotas em relação ao Sistema S, alegando que a medida contribuiria para reduzir os impactos econômicos durante a pandemia, o tema já vinha sendo discutido anteriormente, provocou grande embate jurídico enquanto a MP estava em vigência, e as cooperativas devem ficar atentas. “É um assunto que corre o risco de voltar à tona”, disse.

Mensagem final - No fim de sua explanação, Leila deixou uma mensagem para as cooperativas. “Tenham muito cuidado mas também tenham muita flexibilidade porque a crise e a pandemia não vão afetar somente as cooperativas. Elas afetam também os empregados, ou seja, afetam na mesma medida patrões e empregados. Serão muitas perdas depois disso, não só perdas econômicas, mas, também perdas de vidas. Então, vamos ter mais solidariedade, mais flexibilidade, mas sem descuidar do futuro. Porque no futuro o que podemos ter é uma grande discussão sobre excepcionalidade daquilo que estamos fazendo hoje. E aí nós teremos que lembrar os juízes, os desembargadores, lá no futuro, que o momento que vivenciamos hoje não tem precedentes. Nós tivemos que aprender com o medo, com o receio da própria morte, aprender como trabalhar, como manter as atividades funcionando e manter as pessoas vivas e empregadas. Isso tem que ser lembrado com muito carinho daqui a dois anos, três anos”, destacou.

Painel - O evento contemplou ainda a realização de um painel que mostrou a visão das entidades representativas sobre o tema do Seminário. Mediado pelo assessor jurídico da Ocesc, Gilson Flores, contou com a participação da gerente sindical da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop), Jucélia Ferreira, do assessor jurídico e sindical da Federação e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Fecoopar), Graziel Pedrozo de Abreu, e do assessor jurídico sindical da Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul (Ocergs), José Pedro Pedrassani. Ao final, foi aberto um espaço para que os participantes pudessem esclarecer suas dúvidas.

{vsig}2020/noticias/08/21/direito_cooperativo/{/vsig}

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Cercar e Ocepar debatem soluções aos desafios ao ramo infraestrutura

Na tarde desta quinta-feira (20\08), representantes da Cercar (Cooperativa de Eletrificação e Desenvolvimento Econômico de Marechal Cândido Rondon) e do Sistema Ocepar realizaram reunião institucional, analisando indicadores e perspectivas para o ramo infraestrutura. “Importante ressaltar o trabalho que a Cercar tem feito, levando energia elétrica para os produtores rurais e comunidades, uma ação fundamental para o desenvolvimento das atividades agropecuárias. Sabemos dos desafios enfrentados pelo ramo infraestrutura e vamos atuar em consonância com as cooperativas para apoiá-las e encontrar soluções às demandas do setor”, afirmou o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, na abertura da videoconferência.

A cooperativa- Fundada em 1973, com sede em Marechal Cândido Rondon, no oeste do Paraná, a Cercar tem, atualmente, 1.770 cooperados e 150 funcionários. Em 2019, teve um faturamento de R$ 71,8 milhões, alta de 2,5% em comparação ao ano anterior. “A reunião institucional com a Ocepar é importante por nos apresentar indicadores que podemos comparar com as nossas informações e, dessa forma, temos um referencial para saber se estamos no caminho certo. Os dados apresentados são subsídios para toda a diretoria, o conselho fiscal e o setor administrativo da cooperativa, o que traz segurança ao nosso trabalho”, disse o presidente da Cercar, Alcino Biesdorf.

Indicadores - No Paraná, o ramo infraestrutura tem 14 cooperativas, que congregam 9.381 cooperados e cerca de 300 funcionários. Em 2019, o setor teve um faturamento de R$ 137,2 milhões. Durante a reunião, o coordenador da Gerência Técnica da Ocepar, Silvio Krinski, fez uma explanação sobre o cenário econômico do país e as perspectivas para o ano. O coordenador de Desenvolvimento Humano do Sescoop\PR, Humberto Bridi, falou sobre os trabalhos do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no estado, os principais programas de qualificação do quadro funcional, inovação e melhoria da gestão. Os indicadores econômicos foram apresentados pelo coordenador de Desenvolvimento Cooperativo João Gogola Neto e o analista técnico Rodrigo Gandara Donini.

{vsig}2020/noticias/08/21/reuniao_institucional/{/vsig}

COVID-19 I: Confira os destaques do comunicado 102 do Comitê de Acompanhamento

covid 19 destaque 21 08 2020O Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar emitiu, na manhã desta sexta-feira (21/08), o comunicado 102, informando sobre legislações importantes para o cooperativismo, como a republicação da Lei 13.986/20, conhecida como Lei do Agro, e a sanção da Lei 14.042/20, que trata do Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (Peac) e inclui as cooperativas como beneficiárias do Peac e do Pronampe. Veja abaixo todos os destaques.

1. No dia 20 de agosto, o Sistema Ocepar realizou Reunião da Autogestão de forma virtual, com a cooperativa Cercar, e contando com a participação do presidente, diretores e gestores.

2. O Sistema Ocepar participou, no dia 20 de agosto, do Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul, que teve como tema principal Impactos laborais das medidas provisórias 927/932/936.

3. O Sistema OCB realizou, no dia 20 de agosto, o último encontro que debates sobre a reforma tributária. O 8º Encontro do Ciclo de Debates Cooperativismo na Reforma Tributária, com foco no ramo consumo, contou com a participação de especialistas e parlamentares para explicar os impactos da reforma para as cooperativas.

4. No dia 19 de agosto, o Governo Federal republicou a Lei do Agro (Lei 13.986/20), com a inclusão dos artigos referentes a integração vertical das cooperativas. Para acessar clique aqui.

5. O Governo Federal sancionou, no dia 19 de agosto, a Lei 14.042/20, que teve origem na medida provisória 975/20, instituindo o Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (Peac), incluindo as cooperativas como beneficiárias do Peac e Pronampe, antes restritos às sociedades empresárias. Clique aqui para acessar a Lei nº 14.042/20.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). Desde que o trabalho remoto foi adotado pela instituição, em 20 de março, os integrantes se reúnem diariamente, por meio de videoconferência, para analisar cenários e discutir o andamento das atividades visando atender as demandas das cooperativas. O Comitê tem ainda divulgado os comunicados para informar as principais ações de interesse do cooperativismo paranaense que estão sendo executadas pelo Sistema Ocepar nesse período de pandemia.

 

COVID-19 II: Novos destaques na área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo

covid II 21 08 2020A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo atualiza toda sexta-feira as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira.

 

ACI: Aliança Cooperativa Internacional completa 125 anos

aci 21 08 2020Fundada em 1895, a Aliança Cooperativa Internacional (International Cooperative Alliance, ICA, na sigla em inglês) é uma das organizações não governamentais mais antigas e uma das maiores em número de pessoas representadas: 1,2 bilhão de cooperados do planeta.

Abrangência - A ACI une, representa e atende cooperativas, estimadas em cerca de 3 milhões em todo o mundo, proporcionando uma voz global e um fórum para conhecimento, experiência e ação coordenada para e sobre as cooperativas. A organização trabalha com governos e organizações globais e regionais para criar os ambientes legislativos que permitem que as cooperativas se formem e cresçam.

A rede cooperativa global - Um total de 312 organizações de 109 países são membros da Aliança Cooperativa Internacional de todos os setores da economia, nomeadamente agricultura, banca, consumo, pescas, saúde, habitação, seguros e indústria e serviços.

Aniversário - Esse ano a ACI completa 125 anos e o presidente a frente da entidade, Ariel Guarco, gravou um depoimento em homenagem a essa comemoração global e sua incrível trajetória.

Confira abaixo!

Caros amigos cooperativos em todo o mundo,

Hoje comemoramos o 125º aniversário da Aliança Cooperativa Internacional. Para mim, este não é apenas um marco para a nossa organização, mas também para todo o movimento cooperativo.

Este ano, toda a humanidade está enfrentando enormes desafios. Do confinamento de nossas casas, vimos tantas notícias ruins sobre a pandemia, a violência racial e os efeitos das mudanças climáticas. No entanto, colocamos os princípios cooperativos em ação e testemunhamos como as cooperativas em todo o mundo têm ajudado famílias a lidar com um vírus mortal e ajudaremos a reconstruir as comunidades quando a pandemia acabar. Tenho orgulho de ver que a organização, que nasceu há 125 anos, continua sendo a casa de todas as organizações que praticam uma economia baseada na democracia e na solidariedade e com aquele espírito capaz de enfrentar os desafios globais de hoje.

Nossa identidade cooperativa, valores e princípios permaneceram fortes e são a base para cooperativas em todo o mundo para ajudar suas comunidades a sobreviver e lidar com a pandemia este ano. Durante o mês passado, ouvi cooperadores de todas as partes do mundo contarem suas histórias de resiliência e compromisso para atender às necessidades das pessoas. Soube de ações rápidas e inovadoras de cooperativas que protegeram e ajudaram os membros vulneráveis ​​da população menos favorecida.

Como membro do movimento cooperativo, sei que em tempos de crise, as cooperativas agem sem hesitação. Por isso, neste ano, a atividade cooperativa é essencial para milhões de pessoas em todo o mundo. Este ano, também testemunhamos, em todo o mundo, a ascensão da próxima geração de jovens líderes, que estão comprometidos em erradicar a desigualdade social, lutar contra as mudanças climáticas e conectar isso com o impacto desequilibrado da pandemia. Acredito firmemente que o modelo cooperativo pode ser o canal pelo qual nossos jovens podem se organizar democraticamente e ser o agente de transformação social. Usando nossa identidade cooperativa como uma bandeira, podemos trabalhar continuamente em prol do desenvolvimento sustentável das comunidades que atendemos.

Aos cooperadores em todos os lugares, gostaria de agradecer por suas contribuições para os desafios globais que enfrentamos hoje e por seu pensamento inovador para melhorar nossas vidas no futuro. Vamos continuar a construir um movimento cooperativo forte e transformador para os próximos cem anos e além.

Envio um forte abraço cooperativo à distância!

Ariel Guarco – Presidente da Aliança Cooperativa Internacional (ACI)

(ACI/Mundocoop)

Clique aqui para ver o vídeo

 

 

PESE: Publicada a lei que cria o Programa Emergencial de Suporte a Empregos

pese 21 08 2020O presidente Jair Bolsonaro sancionou, na quarta-feira (19/08) a Lei 14.043/2020, que institui o Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese). O ato foi publicado na edição desta quinta-feira (20/08) do Diário Oficial da União. O Pese é destinado a empresários, sociedades simples, sociedades empresárias e sociedades cooperativas, exceto as sociedades de crédito, organizações da sociedade civil e empregadores rurais.

Linha de crédito - A norma — derivada da Medida Provisória (MP) 944/2020, aprovada pelo Congresso Nacional no fim de julho — concede uma linha de crédito especial para pequenas e médias empresas pagarem salários durante o estado de calamidade pública decorrente do novo coronavírus.

Juros - Os juros fixados são de 3,75% ao ano, com carência de seis meses e prazo de 36 meses para o pagamento. Os bancos participantes podem pedir o crédito até 31 de outubro de 2020. O programa prevê a participação de instituições financeiras privadas na concessão do empréstimo, que entrarão com 15% dos recursos emprestados ao tomador final.

Alterações - As mudanças feitas pelos parlamentares durante a tramitação da MP a transformaram num projeto de lei de conversão (PLV 28/2020). Foram aprovadas, por exemplo, a inclusão de organizações religiosas no rol de beneficiados pela linha de crédito, a criação de um sistema de garantias que facilite o acesso ao crédito, além do aumento da participação da União em R$ 12 bilhões para a concessão de garantias a empréstimos do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe — Lei 13.999, de 2020). 

Vetos O presidente Jair Bolsonaro vetou três pontos da norma recém-sancionada. Entre eles, o artigo 17, autorizando o Fundo Geral de Turismo (Fungetur) a estabelecer programas de empréstimos para o setor. O governo alegou que, apesar do mérito da proposta, o dispositivo vetado autorizaria a criação de nova despesa a ser custeada pelo Fungetur sem estimativa do respectivo impacto orçamentário e financeiro. 

Pontos específicos - Os outros vetos recaíram sobre pontos específicos do artigo terceiro, que trata do financiamento para a quitação de verbas trabalhistas devidas pelos empregadores. 

Limitação - Bolsonaro vetou a limitação em R$ 15 mil do valor máximo da utilização da linha de crédito do programa para o pagamento de acordo homologados na Justiça do Trabalho e para o pagamento de verbas rescisórias decorrentes de demissões sem justa causa para fins de recontratação de empregado demitido. 

Desestímulo - Para o Poder Executivo, a medida, que foi inserida por emenda parlamentar, desestimula a solução alternativa de conflito, que é mais rápida e menos onerosa para o Estado do que a solução litigiosa via sentença trabalhista. Além disso, alegou, "está em descompasso com o objetivo maior do Programa Emergencial de Suporte a Empregos, de forma que não se mostra oportuna qualquer limitação que dificulte o reemprego de trabalhadores”. 

Tramitação - Agora os vetos terão que ser analisados em sessão conjunta do Congresso Nacional. Para a rejeição do veto é necessária a maioria absoluta dos votos dos parlamentares, ou seja, 257 votos de deputados e 41 votos de senadores, computados separadamente. Registrada uma quantidade inferior de votos pela rejeição em umas das Casas, o veto é mantido. (Com informações da Agência Senado)

FOTO: Arquivo Agência Brasil

Clique aqui para conferir na íntegra a Lei 14.043/2020

 

FRIMESA: Central estabelece plano para avançar no mercado com investimentos de R$ 790 milhões

frimesa 21 08 2020Com visão otimista, a Frimesa, que abastece o mercado mundial de alimentos, tem se preparado para as oportunidades que virão no pós-pandemia. Projetos e investimentos para inaugurar uma nova planta de abate de suínos, e ampliar as outras quatro plantas indústrias, contam com recursos de R$ 790 milhões.

Plano de ações - A visão de futuro é que impulsionou a Frimesa, em meados de 2020, a implementar o plano de ações Avança Frimesa, que contempla projetos para ampliar a industrialização de suínos e leite. Até 2022, a empresa planeja concluir a primeira fase da obra da nova planta industrial para abate em Assis Chateaubriand no Oeste do Paraná. Inicialmente a capacidade é de 7.500 suínos por dia com investimentos de R$ 700 milhões. Até 2030, a empresa espera finalizar o projeto com uma planta para abate de 15 mil suínos/dia.

Duas plantas - As outras duas plantas da Frimesa de abate de suínos localizadas em Medianeira e em Marechal Candido Rondon também receberão investimentos para adequar e ampliar processos que buscam atender as demandas de mercado interno e externo. O valor previsto em investimentos é de R$ 59 milhões aplicados até o final de 2020.

Laticínios - Para atender o mercado de laticínios, as duas principais indústrias de leite localizadas em Matelândia e Marechal Cândido Rondon terão seus processos adequados para processar 1 milhão de litros de leite por dia, até julho de 2021.

Faturamento - São projetos e estratégias voltados para o crescimento com a proposta de chegar a um faturamento de R$ 4 bilhões ainda em 2020. Paralelo a esses projetos está a Campanha de Prêmios ‘Um Ano de Mercado Grátis’, que inicia dia 15 de agosto e segue até 27 de novembro, e visa fomentar as vendas e tornar ainda mais conhecida a marca Frimesa.

Espírito empreendedor - De acordo com o diretor presidente da Frimesa, Valter Vanzella, o plano de expansão prevê um investimento final de R$ 790 milhões e simboliza o espírito empreendedor e a visão de crescimento sustentável que movem a empresa. “Nosso desejo é estar na vanguarda dos negócios suíno e leite para prover alimentos de valor para as pessoas. Queremos ser referência internacional em nossas atividades e ser marca reconhecida em qualidade e segurança, pelos clientes e consumidores”, finaliza Vanzella.

Sobre a Frimesa - Presente no mercado brasileiro de alimentos há 42 anos, a Frimesa Cooperativa Central do Oeste paranaense industrializa a matéria-prima de produtores de cinco cooperativas filiadas – Copagril, Lar, C.Vale, Copacol e Primato. Atua no segmento de carne suína e derivados de leite com foco na produção de alimentos de valor agregado. A Frimesa possui um portfólio de mais de 440 produtos e o faturamento de 2019 chegou aos R$ 3,18 bilhões. São quase 8.000 colaboradores e mais de 20.000 pessoas envolvidas nas cadeias de suíno e leite. Ocupa a 303ª posição entre as maiores empresas do Brasil e está em 18º lugar entre as maiores do agronegócio no sul e a décima maior cooperativa do Paraná. (Imprensa Frimesa)

 

C.VALE: Abatedouros da cooperativa contrataram mais de mil e cem pessoas durante pandemia

cvale 21 08 2020Mesmo em meio à pandemia do novo coronavírus, a C.Vale contratou nos últimos meses mais de mil e cem pessoas para atuar nos abatedouros de aves e de peixes em Palotina, Oeste do Paraná. Com a missão nobre de produzir alimentos e garantir a segurança de todos os trabalhadores e futuros funcionários, a cooperativa também inovou nos processos seletivos, conforme explica o analista de RH, Adriano Juvêncio dos Santos. Clique aqui e confira na reportagem de Renan Tadeu Pereira. (Imprensa C.Vale)

 

COOPAVEL: Pandemia traz lições e oportunidades ao agro brasileiro, dizem líderes em live

coopavel 21 09 2020As dificuldades e reflexos da pandemia, os aprendizados e as oportunidades ao agronegócio brasileiro. Esses foram alguns dos temas centrais debatidos em live organizada pela Câmara Júnior de Cascavel e de Medianeira com três dos principais líderes cooperativistas do Paraná. Por quase duas horas na noite de quarta-feira (19/08), Dilvo Grolli, presidente da Coopavel, Elias Zydek, diretor-executivo da Frimesa, e Irineo da Costa Rodrigues, presidente da Lar, debateram sobre questões atuais no 1º Fórum do Agronegócio.

Consensos - Consensos relevantes foram apresentados durante as falas dos três líderes, entre elas sobre a importância de o setor agroindustrial ser considerado essencial, da incorporação de novos hábitos sanitários aos já rigorosos processos observados nas plantas industriais, da urgência de investimentos em infraestrutura e quanto ao papel determinante reservado ao Brasil como grande exportador de alimentos. Eles destacaram também sobre a peso do agronegócio para a economia nacional e para o superávit da balança comercial. Em 2020, 56% dos resultados da balança vêm das exportações do agro.

Paraná - O Paraná desempenha papel importante no contexto das exportações brasileiras e o Oeste é a região do Estado com maior contribuição. “Nosso valor é agregado e isso significa três, quatro vezes mais resultado na comparação com a exportação de grãos”, destacou Dilvo Grolli, apontando para outra característica paranaense: “Temos 380 mil propriedades rurais e 75% delas são pequenas, justamente o foco central das cooperativas”, afirmou. O movimento cooperativista contribui para organizar as propriedades rurais. Com mais informação e tecnologia, o agricultor produz mais, melhor e otimiza custos e resultados.

Pandemia - As cooperativas sempre deram atenção especial às questões sanitárias, mas com a pandemia os cuidados foram ampliados e já incorporados ao cotidiano de cada uma delas. Elias Zydek informou que dois fatores colaboram para os bons resultados do agronegócio e dos avanços sentidos no Oeste do Paraná. O primeiro de o Ministério da Agricultura classificar o setor como essencial, por produzir alimentos, e o segundo a peste suína que dizimou planteis na China e elevou a demanda mundial por proteínas. Um dos desafios, lembra Zydek, foi adaptar rapidamente o portfólio das empresas diante das medidas de isolamento e restrições que paralisaram internamente por meses restaurantes, hotéis e outras estruturas gastronômicas.

Prejuízo - Um dado mostra o tamanho do prejuízo ao campo e ao agronegócio caso o segmento tivesse que suspender as suas atividades. Irineo da Costa Rodrigues destacou que a Lar tinha em determinado momento 126 milhões de animais no campo que precisavam cumprir o seu ciclo. Esse setor é diferente de uma empresa que vende produtos não perecíveis, por isso ele não pode, como alguns tentaram, ser paralisado. A pandemia mostrou para mais gente o que é e a relevância do agronegócio e evidenciou o lado social e solidário das cooperativas. “Ajudamos em várias frentes, como na doação de álcool a unidades de saúde, de alimentos e também na destinação de recursos para melhorar a estrutura de hospitais públicos”, disse Irineo.

Sanidade e investimentos - Dilvo, Zydek e Irineo fizeram menção especial aos trabalhos liderados pela Caciopar, Programa Oeste em Desenvolvimento e governo estadual de preparar terreno para a região e o Estado serem áreas livres de aftosa sem vacinação. O reconhecimento, recentemente anunciado pelo Ministério da Agricultura, vai abrir novos mercados ao Estado. Os líderes entendem chegada a hora de os setores público e privado investirem em novos projetos produtivos para abrir oportunidades e movimentar a economia. As cooperativas e outras empresas do agro anunciam novos investimentos e esperam que o governo, por meio de obras de infraestrutura, faça a sua parte. Eles consideram imprescindível melhorar os modais de transporte, principalmente o ferroviário.

Demanda por alimentos - Com o aumento da população mundial, estimada em mais de 10 bilhões de pessoas em 2050, o mundo precisará de 60% a mais de alimentos na comparação com a produção de 2020. “E isso será uma grande oportunidade para a América do Sul e especialmente ao Brasil’, citou Dilvo Grolli. Ele citou a inovação como agente propulsor das produtividades alcançadas no País nos últimos 30 anos. Zydek destacou que o Brasil deve lidar melhor com as barreiras internacionais e buscar novos acordos bilaterais.

Indústria - Irineo lembrou que há 40 anos a indústria respondia por 45% do PIB nacional e hoje por 14,5%, por outro lado o agronegócio saltou, nessas quatro décadas, de 10% para 40% de participação no Produto Interno Bruto brasileiro. E quanto ao potencial de crescimento de oferta de alimentos nos próximos sete anos, o Brasil lidera o ranking com 41%, seguido da China com 15%, da União Europeia com 12%, dos Estados Unidos com 10%, do Canadá e da Austrália com 9% e da Rússia com 7%. A live, mediada pelo jornalista Diego Krüger, foi encerrada com os três líderes cooperativistas respondendo a questionamentos dos internautas. (Imprensa Coopavel)

 

INTEGRADA I: Saúde e bem-estar para cooperados e colaboradores

Em linha com os propósitos do cooperativismo, principalmente no aspecto social, a Integrada dedica cuidados ao bem-estar de cooperados e colaboradores. Neste contexto, a cooperativa realizou na última terça-feira (18/08), uma transmissão online (live) com a nutricionista Valéria Arruda Mortara.

Tema - Mediada pela coordenadora de sustentabilidade da Integrada, Ana Lúcia de Almeida Maia, a live tratou sobre o tema: Nutrição Descomplicada na Prática. Durante a abertura do evento, o diretor-secretário da Integrada, Sérgio Otaguiri, deu as boas-vindas e enfatizou a importância do nos mantermos saudáveis em um momento de pandemia.

Visualização - A live contou com a visualização de centenas de expectadores, incluindo a participação em massa dos membros de todos os Núcleos Femininos da Integrada. O foco da live, que está disponível no canal do Youtube da Integrada, foi apresentar que é possível ter uma alimentação saudável e saborosa ao mesmo tempo.

Receita - Valéria explicou que a receita para obter uma boa saúde está nas frutas, legumes e verduras. Segundo a nutricionista, esses três grupos de alimentos são essenciais para a vida. Valéria apontou que todo o alimento é permitido, mas desde que a pessoa faça um equilíbrio na sua dieta.

Proporção - “Tudo pode, mas proporção do consumo de carboidratos, proteínas e vegetais depende da situação e do momento de cada um”, sinaliza. Valéria observa, por exemplo, que as proteínas ajudam na manutenção da imunidade.

Distribuir - Outra dica dada pela especialista é distribuir melhor a alimentação durante o dia. Alimentos pesados devem ser consumidos durante o dia e os mais leves no período da noite. “É sempre bom observar o que está consumindo. Comer deve ser feito com atenção e devagar”, concluiu.

Curso - No final da live, foi sorteado um curso online de refeições rápidas com a Valéria. As ganhadoras foram: Maria Ines Satin Marques, de Floraí (PR) e Suemy Takashima Yanase, de Guaíra (PR).

Palestra - Assista a palestra completa: https://youtu.be/vt0OgJLKbuk. (Imprensa Integrada)

{vsig}2020/noticias/08/21/integrada/{/vsig}

INTEGRADA II: Um novo olhar para o futuro

Um novo olhar para um novo futuro; este foi o tema da primeira live promovida pela Associação Comercial e Industrial de Londrina (ACIL), em parceria com a empresa de eventos Frezarin e Aurora Shopping, na última quinta-feira (20/08).

Participantes - O painel reuniu importantes nomes do empresariado londrinense, entre eles Fernando Moraes, empresário e diretor comercial da rede Móveis Brasília e Vivo; Flávio Meneghetti, sócio-fundador do Grupo Marajó e do Consórcio União; Rubens Augusto, fundador da rede de Farmácias Vale Verde.

Cooperativismo - O cooperativismo também marcou presença no evento digital com a participação do superintendente geral da Integrada, Haroldo José Polizel, que iniciou a sua colaboração no debate abordando as medidas adotadas pela cooperativa para manter suas atividades, superando os desafios impostos pandemia. Polizel destacou a criação do comitê de risco e o estabelecimento de protocolos para prevenção e combate à Covid-19.

Contribuições fundamentais - Polizel acrescentou que as contribuições do agronegócio estão sendo fundamentais para o mundo, pois a demanda por alimentos é contínua. O superintendente completou que o objetivo inicial da Integrada foi passar tranquilidade aos colaboradores em relação à segurança e a manutenção do emprego. A Integrada tem incansavelmente cuidado das pessoas, das operações e do futuro dos negócios. Esses esforços, sublinhou, têm mantido as atividades em funcionamento.

Novos horizontes - “Acreditamos que essa crise irá passar. E começamos a buscar novos horizontes”, observou Haroldo. O superintendente mencionou o planejamento estratégico que está sendo elaborado para os anos de 2021 a 2025, cuja meta é de crescimento e expansão. Vale lembrar que neste ano, a Integrada encerra mais um ciclo estratégico com o objetivo de chegar ao final de 2020 com um faturamento de R$ 4 bilhões.

Novos desafios - A industrialização no agronegócio é uma realidade em amplo crescimento. Haroldo destacou a importância das indústrias da Integrada. E o grande desafio, pontuou, é alinhar às novas tendências. Uma delas, citou o superintendente, é a rastreabilidade da cadeia produtiva de alimentos.

Próximo passo - O próximo passo, esclareceu Polizel, á fazer com que o agronegócio se comunique ainda mais com o consumidor final, mostrando a sua força e importância.

Transmissão - Clique no link e acesse a transmissão: https://youtu.be/gt2NfEU9Ew8. (Imprensa Integrada)

{vsig}2020/noticias/08/21/integrada_II/{/vsig}

SICREDI AGROEMPRESARIAL: Cooperativa expande atuação na Região Metropolitana de São Paulo

Para ampliar ainda mais a presença na Região Metropolitana de São Paulo, o Sicredi, instituição financeira cooperativa com atuação em 22 estados e no Distrito Federal, inaugura, nesta sexta-feira (21/08), a primeira agência em Osasco.

Transmissão online - Seguindo as orientações das autoridades de saúde, a cerimônia será realizada por meio de uma transmissão online, às 19 horas, que poderá ser acompanhada pelas redes sociais da Sicredi Agroempresarial PR/SP. Durante a live de inauguração serão realizados sorteios especiais de poupanças nos valores de R$ 500 e R$ 1 mil. Também será possível conhecer o novo espaço de atendimento em um tour virtual.

Mais quatro- Até março de 2021, a cooperativa pretende inaugurar outras quatro agências no estado. “Queremos reforçar a nossa expansão em São Paulo para oferecer os diferenciais do cooperativismo de crédito a um número cada vez maior de pessoas. Com a inauguração em Osasco totalizamos seis agências no estado, além das 21 que a nossa cooperativa já possui no Paraná”, comenta o presidente da Sicredi Agroempresarial PR/SP, Agnaldo Esteves.

Desenvolvimento regional - Com mais de 698 mil habitantes e grande potencial de crescimento, Osasco integra o plano de expansão do Sicredi, que atua para o fomento ao desenvolvimento regional. “Estamos vivenciando um momento com grandes desafios sociais e econômicos. Nessas ocasiões sentimos ainda mais a importância da cooperação e ajuda mútua em prol do coletivo. Com a nova agência em Osasco, reforçamos o nosso objetivo, que é oferecer as melhores soluções financeiras para agregar renda e contribuir com a qualidade de vida do nosso associado e das comunidades onde atuamos”, explica Esteves.

35 anos - Em 2020, a Sicredi Agroempresarial PR/SP completa 35 anos de atuação atingindo a marca de 80 mil associados nos estados do Paraná e São Paulo. Para celebrar mais de três décadas de história de colaboração, a cooperativa realiza a promoção “35 Anos Juntos”. Durante a campanha, os associados concorrem a mais de R$ 500 mil em prêmios, entre eles uma camionete Nissan Frontier 4x4 zero-quilômetro.

Sobre o Sicredi O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

{vsig}2020/noticias/08/21/sicredi_agroempresarial/{/vsig}

UNIPRIME: Cooperativa promove adequação das agências

uniprime 21 08 2020Com a chegada da Covid-19 e as medidas de distanciamento social, foram necessárias mudanças significativas na forma de realizar tarefas diárias como ir ao mercado, ao trabalho ou até mesmo ao banco.

Atendimento - A gerente administrativa da Uniprime Maringá, Sandra de Fátima Carlessi, conta que mesmo com as agências abertas, cerca de 70% dos atendimentos são feitos de forma remota, via Whatsapp, e-mail, Internet ou aplicativo. Segundo ela, ainda existem cooperados que preferem o atendimento presencial, principalmente os idosos. “Eles alegam não gostar ou não saber lidar com a tecnologia. Diante disso, estamos tentando ensinar os que têm dificuldades, porém sem deixar de atendê-los na agência quando necessário”, enfatiza Sandra.

Medidas - Vale lembrar que a Uniprime está cumprindo rigorosamente todas as medidas de higiene e fica atenta às recomendações dos órgãos oficiais em torno à disseminação da Covid-19 e aos decretos municipais emitidos pelas prefeituras das cidades em que possui agências.

Acesso - O acesso às 28 agências localizadas no interior do Paraná e São Paulo, passou a ser controlado para evitar aglomerações, garantindo a segurança de seus colaboradores e cooperados. A Uniprime reforçou, ainda, as medidas de limpeza e distribuiu álcool em gel em todas as mesas de funcionários e nas áreas de atendimento aos cooperados, além de um totem na porta de entrada de cada agência e tapumes de acrílico nos caixas. (Imprensa Integrada)

 

COOPERCAF: Diretoria realiza reunião mensal de análises dos resultados

Para acompanhar o balancete econômico do mês de julho e as projeções dos próximos meses, os diretores da Coopercaf - Cooperativa de Transportes Rodoviários de Cafelândia, participaram, na quarta-feira (19/08), da tradicional reunião mensal do Conselho. Segundo o presidente da cooperativa, Edson Luiz Zonta, o mês foi de resultados bons, garantindo a sustentação dos serviços prestados pelos associados. “Apresentamos também para os diretores o crescimento que tivemos de 15% no primeiro semestre, mesmo com a pandemia”, afirma o presidente.

Composição - A diretoria é composta por: Edson Luiz Zonta (diretor-presidente), Joel José da Paula (vice-presidente) e Elon Matias do Amaral (secretário). São conselheiros vogais: Guido Svolinski, Hussein Heber Martini, Marcos Vander Sassi, Nilto Antonio da Silva, Valdir Feltrin e Valdir Rezino. (Assessoria de Imprensa da Coopercaf)

{vsig}2020/noticias/08/21/coopercaf/{/vsig}

PARANÁ TRIFÁSICO: Inauguradas obras do programa em Capanema

parana trifasico 21 08 2020A Copel inaugurou nesta quinta-feira (20/08) em Capanema, no Sudoeste do Paraná, obras do programa Paraná Trifásico na região. São sete quilômetros de novas redes que se estendem através da Linha Gaúcha e irão beneficiar diretamente mais de 100 famílias. Até hoje, já foram concluídos 900 quilômetros de linhas pelo programa de modernização da rede elétrica no campo.

Energia com qualidade - O Programa Paraná Trifásico atende as necessidades dos produtores rurais paranaenses que, cada vez mais, precisam de energia com qualidade e continuidade de fornecimento para assegurar o crescimento do agronegócio.

Objetivo - “O objetivo do governador Ratinho Junior é que chegue energia na ponta, para quem quer produzir, para gerar mais emprego e renda”, disse o chefe da Casa Civil, Guto Silva. “Serão implantados 25 mil quilômetros de redes trifásicas até 2025, é o maior programa do Brasil e certamente terá grande efeito para a retomada econômica no pós-pandemia”, afirmou.

Novos empreendimentos - Para o diretor geral da Copel Distribuição, Maximiliano Orfali, o programa vai incentivar novos empreendimentos no Estado. “É muito mais energia para dar suporte a novos investimentos e ao crescimento do Paraná, com foco no agronegócio, mas aberto também a outras áreas de atuação empresarial. E é também mais qualidade de vida para quem mora no campo”, afirmou.  

Qualidade - Capanema é um dos municípios paranaenses a contar com recursos do programa, que visa renovar e aprimorar a infraestrutura das redes elétricas no meio rural, para melhorar a qualidade do fornecimento de energia e a agilidade no restabelecimento do serviço, em caso de interrupções. Além disso, a rede trifaseada também garante maior segurança para os empregados envolvidos na manutenção e para a população.

Programa - A Copel vai investir R$ 2,1 bilhões para implantar redes trifásicas de energia em todo o Paraná. O programa começou em 2020 e vai até 2025. Na prática, a espinha dorsal da rede de distribuição no campo será trifaseada, substituindo a tecnologia monofásica hoje existente. Além de garantir energia de mais qualidade e com maior segurança, isso vai proporcionar o acesso do produtor rural à rede trifásica a um custo muito inferior ao que hoje é pago.

Interligação - Com o Programa Paraná Trifásico, haverá interligação entre as redes que hoje são isoladas, criando redundância no fornecimento e garantindo melhoria da qualidade no fornecimento de energia para o campo. A Copel vai, ainda, renovar seus ativos, com cabos totalmente protegidos e nível de resistência reforçada, provendo mais segurança à população e aos seus empregados.

Novas tecnologias - Ele também será a base para levar novas tecnologias às redes de energia rurais, como por exemplo, os religadores automáticos e o controle da rede à distância, por meio de Centro de Operações centralizado da Copel, instalado em Curitiba.

Presenças - A solenidade de inauguração contou também com as presenças de autoridades das cidades do entorno e dos gerentes das áreas de Projetos e Obras e Serviços da região Oeste, respectivamente Maicon Wathier e Paulo Nachtyga. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA I: Arrecadação em julho é a mais baixa para o mês desde 2009

economia 21 08 2020A contração da atividade e a suspensão de vários tributos durante a pandemia fizeram a arrecadação federal fechar julho no menor nível para o mês desde 2009. No mês passado, as receitas da União somaram R$ 115,99 bilhões, com recuo de 17,68% em relação a julho de 2019, descontada a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Soma - Nos sete primeiros meses do ano, a arrecadação federal somou R$ 781,956 bilhões. Esse também representa o menor valor para o período de janeiro a julho desde 2009. Em relação ao mesmo período do ano passado, a arrecadação acumulada desabou 15,16%, em valores também corrigidos pela inflação.

Crise econômica - Segundo a Receita Federal, o principal fator que explica a queda na arrecadação é a crise econômica, que aumentou a compensação de tributos em R$ 9,151 bilhões entre julho deste ano e o mesmo mês do ano passado. Por meio da compensação, empresas que tiveram prejuízos ou lucros menores que o projetado pedem devolução de tributos pagos quando a estimativa de ganhos estava melhor.

IOF - A redução a zero do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre operações de crédito, em vigor até outubro, diminuiu a arrecadação federal em R$ 2,351 bilhões em julho. O adiamento de tributos durante a pandemia teve impacto negativo de R$ 516 milhões nas receitas do mês passado.

Leve recuperação - Apesar de os resultados terem sido os mais baixos desde 2009, a arrecadação melhorou na comparação com o mesmo mês do ano anterior. O recuo real (descontada a inflação) de 17,68% em julho representa desempenho melhor em relação às quedas observadas em abril (-28,95%), maio (-32,92%) e junho (-29,59%).

Tributos - Em relação aos tributos, a maior contribuição para a queda da arrecadação de julho decorreu do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, que encolheram 21,54% em relação a julho do ano passado descontando a inflação. Em seguida, vêm o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), com contração de 20,83%, e as contribuições para a Previdência Social, com queda de 11,38%.

Lucros menores das empesas - No caso do IRPJ e da CSLL, a contração reflete os menores lucros das empresas. A redução de PIS/Cofins reflete a retração de 0,9% nas vendas de bens e de 12,1% nas vendas de serviços. A queda na arrecadação da Previdência resulta do encolhimento de 9,98% na massa salarial decorrente do aumento do desemprego e do trabalho informal. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

ECONOMIA II: Expectativa de inflação cai para o mínimo histórico de 4,3%

Em agosto, a expectativa de inflação dos consumidores para os próximos 12 meses ficou em 4,3%, um mínimo histórico após queda de 0,2 ponto percentual. Na comparação com agosto de 2019, a queda foi de 0,8 ponto percentual.

Ibre/FGV - O indicador foi divulgado nesta sexta-feira (21/08), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). O máximo histórico do índice foi atingido em fevereiro de 2016: 11,4%.

Queda - Segundo a economista Renata de Mello Franco, do IBGE, a queda na expectativa ocorreu mesmo com o aumento dos preços percebidos na gasolina e na energia elétrica. “Apesar da pressão de alguns preços em agosto, como gasolina e energia elétrica, os consumidores continuam otimistas em relação às perspectivas de inflação para os próximos doze meses. Isso sugere que o cenário de atividade econômica deprimida, aliado às baixas expectativas do mercado, continua exercendo forte influência nas expectativas dos consumidores, levando a novos mínimos históricos”, finalizou.

Inflação abaixo da meta - A pesquisa mostrou que 57,5% dos consumidores projetaram valores para a inflação abaixo da meta do governo para 2020, que é de 4%. Já a proporção de consumidores que fizeram a projeção acima do limite superior da meta, de 5,5%, caiu 1,8 ponto percentual, passando de 30,1% para 28,3%.

Faixa de renda - Por faixa de renda, a expectativa diminuiu mais entre os consumidores de menor poder aquisitivo, com a maior variação observada nas famílias com renda entre R$ 2,1 mil e R$ 4,8 mil. Nesta faixa, a expectativa de inflação para os próximos 12 meses caiu 0,4 ponto percentual, passando de 5,3% em julho para 4,9%.

Renda superior - Para as famílias com renda superior a R$ 9,6 mil, a queda foi de 0,1 ponto percentual, ficando em 3,5%. (Agência Brasil)

IBGE: Brasileiros com menor renda consomem mais arroz e feijão e menos industrializados

ibge 21 08 2020Arroz, feijão, pão francês, farinha de mandioca, milho e peixes frescos estão mais presentes na mesa das pessoas com renda mais baixa do que na daqueles com renda mais alta. Já a maioria das frutas e produtos industrializados teve maior frequência nas classes de rendimento maior. Os dados são da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018: Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil, divulgada nesta sexta-feira (21/08) pelo IBGE.

Presentes - O gerente da pesquisa, André Martins, explica que embora haja diferença na frequência de consumo de arroz e feijão entre as pessoas de classes de rendimento diferentes, esses produtos ainda são bastante presentes na dieta dos brasileiros em geral. Mas na classe de rendimento mais baixa a quantidade consumida é maior. “Já os produtos industrializados, que têm valor de mercado maior, são mais encontrados nas famílias de rendimento per capita mais alto”, afirma.

Frequência de consumo - A POF considera como frequência de consumo o percentual da população com 10 anos ou mais de idade que afirmou ter consumido um determinado alimento nas 24 horas que antecedem a entrevista. Já o consumo médio per capita mede a quantidade de um alimento, em gramas, consumida por uma pessoa por dia.

Produtos - Além de produtos como doces, pizzas, salgados fritos e assados e sanduíches serem mais frequentes na classe de rendimento mais alta, a quantidade consumida também é maior entre eles. Um exemplo é a pizza, alimento referido por 4,6% dos moradores dos domicílios com maior rendimento, no período pesquisado. Nos domicílios de renda mais baixa esse número era de 1%. Em relação à quantidade, os moradores com 10 anos ou mais de idade, das famílias do primeiro quarto de rendimento (renda mais baixa) consomem, em média, 1,8 gramas de pizza por dia, enquanto aqueles do último quarto (renda mais alta) consomem 12,5 gramas.

Mais variados - “Isso acontece porque as pessoas de maior rendimento têm condições de comprar alimentos mais variados. A renda permite que essas pessoas façam opções por esses alimentos, que embora não tenha uma qualidade nutricional muito desejada, custam mais caro”, afirma André. A pesquisa também aponta a diminuição na frequência de consumo de arroz e feijão pela população nos últimos dez anos. Nesse período, houve uma redução no consumo de arroz e feijão e aumento das preparações à base desses alimentos. O consumo de feijão variou de 72,8%, em 2008-2009, para 60%, em 2017-2018.

Base da alimentação - De acordo com André Martins, embora o consumo desses alimentos venha diminuindo, eles ainda são bastante presentes na mesa do brasileiro. “A gente observa que a alimentação ainda é muito baseada na culinária tradicional brasileira, com a presença de arroz, feijão e carne. Isso é muito bom, levando-se em consideração que quase 70% da nossa energia diária média vêm dos alimentos in natura ou minimamente processados. Mas ainda consumimos uma quantidade de legumes, frutas e verduras abaixo do recomendado”, analisa.

Adolescentes consomem mais ultraprocessados que adultos e idosos - A frequência do consumo de frutas, verduras e legumes foi menor entre os adolescentes que entre adultos e idosos. As únicas exceções foram açaí e batata inglesa. Além disso, o consumo de ultraprocessados, como salgadinhos chips, salsicha e refrigerantes, foi maior entre os mais jovens. O Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, desaconselha o consumo desse tipo de alimentos. De acordo com o guia, eles são nutricionalmente desbalanceados e tendem a ser consumidos em excesso.

Idosos - Outra diferença nos hábitos alimentares entre os grupos de idade foi indicada pela POF: idosos consomem com mais frequência leite, café, chá e sopas e caldos que adolescentes e adultos. A salada crua está mais presente na alimentação de adultos (22,3%) e idosos (21,1%) que na de adolescentes (14,7%).

Frutas - “As pessoas de 60 anos ou mais têm um consumo maior de frutas do que os adolescentes. E esse grupo etário também tem uma maior participação na energia consumida vinda de produtos in natura e minimamente processados. Já nos adolescentes, essa participação é menor”, explica André. Isso acontece, de acordo com o pesquisador, pelas escolhas alimentares feitas por adolescentes e idosos ao longo do dia.

Característica mantida - “Isso se mantém desde a última POF. Os adolescentes consomem menos frutas, legumes e verduras e têm alto consumo de pizza, salgados e outros itens ultraprocessados. Esse é um tipo de alimentação que favorece o aparecimento de obesidade e outras doenças crônicas”, ressalta a médica e consultora da pesquisa, Rosely Sichieri.

Verduras, legumes e frutas estão mais presentes na alimentação de mulheres - Em relação à divisão por sexo, a frequência de consumo de todas as verduras, legumes e frutas foi maior entre as mulheres que entre os homens. A única exceção foi a batata inglesa. As mulheres também apresentaram maior frequência de consumo para biscoitos, bolos, doces, leites e derivados, assim como café e chá. Além disso, as mulheres também consomem uma maior quantidade da maioria de verduras e frutas, enquanto os homens consomem uma maior quantidade de quase todos os demais alimentos. Já a média diária per capita de consumo de cerveja entre os homens foi mais que o triplo da média feminina (54,5 g/dia contra 16,4 g/dia). (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Licia Rubinstein / Agência IBGE Notícias

 

CÂMBIO: Dólar volta a subir e fecha em R$ 5,55, mesmo com intervenção do BC

cambio 21 08 2020No aguardo da votação, pela Câmara dos Deputados, da manutenção do veto ao reajuste de servidores até o fim de 2021, o mercado financeiro viveu um dia de instabilidade. O dólar aproximou-se dos R$ 5,70 e só fechou com pequena alta depois que o Banco Central (BC) vendeu à vista dólares das reservas internacionais. A bolsa chegou a recuar, mas encerrou em alta.

Cotação final - O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (20/08) vendido a R$ 5,554, com alta de R$ 0,024 (+0,43%). Por volta das 11h, a cotação atingiu R$ 5,67, mas recuou ao longo do dia com o avanço das negociações para a votação do veto pelos deputados, marcada para esta noite.

Leilão - O Banco Central leiloou US$ 1,14 bilhão de dólares à vista das reservas internacionais. Desde 30 de junho, o BC não fazia esse tipo de operação. Nos últimos dias, a autoridade monetária vinha leiloando contratos novos de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro.

Bolsa- Na bolsa de valores, o dia também foi marcado pelas oscilações. O índice Ibovespa, da B3 (a bolsa brasileira), operou em baixa durante a manhã, mas reagiu ao longo do dia até encerrar com alta de 0,61%, aos 101.468 pontos.

Tensões - O dólar tem subido e a bolsa caído desde a saída, na semana passada, de dois secretários especiais do Ministério da Economia. Nos últimos dias, o presidente Jair Bolsonaro e o ministro Paulo Guedes reafirmaram a confiança mútua e a importância da manutenção do teto de gastos, mas a derrubada na quarta-feira (19/08) pelo Senado do veto do reajuste a servidores da saúde e da segurança agravou as tensões no mercado.

Péssimo sinal - Pouco após a votação, Guedes classificou a decisão dos senadores de “péssimo sinal”. A Câmara adiou a votação do veto para hoje para que o Ministério da Economia consiga articular a manutenção do veto.

Maioria absoluta - Um veto só pode ser derrubado com maioria absoluta da Câmara e do Senado. Caso uma das Casas mantenha o veto, nada muda. O congelamento do salário dos servidores federais, estaduais e municipais por 18 meses tinha sido uma condição do governo para aprovar o pacote de socorro aos estados e municípios afetados pela pandemia do novo coronavírus.

Serviços básicos - Ao derrubar o veto, a maioria dos senadores entendeu que os servidores da saúde, da segurança e da educação pública atuaram direta ou indiretamente no combate à pandemia, mantendo serviços básicos e essenciais em um período de confinamento. Por isso, justificaram a derrubada afirmando que esses profissionais merecem ter o reajuste previsto, a despeito da crise econômica. (Agência Brasil)

 

COMBUSTÍVEL: Petrobras eleva gasolina em 6% e diesel em 5%

combustivel 21 08 2020A Petrobras anunciou, nesta quinta-feira (20/08), reajuste nos preços da gasolina, de 6%, e do diesel, de 5%. Os novos preços valem a partir desta sexta-feira (21/08) e são referentes ao cobrado nas vendas às distribuidoras. O valor final nos postos para os motoristas agrega outros custos e varia segundo o mercado.

Preço médio - De acordo com o levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 8 e 15 de agosto, o preço médio da gasolina comum no país foi de R$ 4,234. O diesel S-500 foi de R$ 3,364. O etanol, de R$ 2,769. E o gás de cozinha, de R$ 70,01, para o botijão de 13 kg.

A partir das refinarias - Os preços são referentes ao valor vendido para as distribuidoras a partir das refinarias. O valor final ao motorista dependerá do mercado, já que cada posto tem sua própria política de preços, sobre os quais incidem impostos, custos operacionais e de mão de obra.

Política - “Nossa política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”, explica, em nota, a estatal.

Diferentes - Segundo a companhia, a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. São os combustíveis tipo A: gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel sem adição de biodiesel. “Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis". (Agência Brasil)

FOTO: Marcelo Camargo / Agência Brasil

 

LEGISLATIVO I: Câmara confirma derrubada de veto sobre regime jurídico especial durante pandemia

legislativo I-21 08 2020A Câmara dos Deputados derrubou nesta quinta-feira (20/08) seis vetos presidenciais sobre o regime jurídico civil emergencial para a pandemia de covid-19. Os vetos já haviam sido derrubados pelo Senado. Com isso, os dispositivos recuperados serão promulgados e voltam para o texto da Lei 14.010/2020.

Desocupação - Um dos dispositivos recuperados proíbe a concessão de liminar ordenando a desocupação de imóveis urbanos nas ações de despejo abertas a partir de 20 de março. A proibição vale até o dia 30 de outubro.

Restrição - Também foi restabelecido item que restringe reuniões e assembleias presenciais de associações, sociedades e fundações. No entanto, os parlamentares mantiveram veto ao dispositivo que concedia aos síndicos de condomínios o poder de restringir acesso às áreas comuns, proibir festas e encontros e impedir o uso de garagens por visitantes.

Mais - Os deputados também derrubaram o veto sobre o trecho da lei que veda efeitos jurídicos retroativos para as consequências da pandemia na execução de contratos. Além disso, retornará ao texto dispositivo de acordo com o qual eventos como inflação, variação cambial e troca da moeda nacional não devem ser considerados fatos imprevisíveis para efeitos de algumas normas do Código Civil (Lei 10.406, de 2002).

Pronampe - A Câmara também analisaria nesta quinta os vetos sobre o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) (Lei 13.999, de 2020). Porém, a análise foi adiada para setembro. O Senado já decidiu pela recuperação de quatro trechos da lei, entre os quais a carência de oito meses para que os beneficiados comecem a quitar o empréstimo. Durante esse período, as parcelas serão reajustadas apenas pela taxa básica de juros (taxa Selic).

Alerta - O adiamento vai ao encontro de um alerta feito na quarta-feira (19/08), pelo senador Jorginho Mello (PL-SC), autor do projeto que deu origem à lei do Pronampe. Ele afirmou que alguns dos dispositivos vetados afetariam o aporte de R$ 12 bilhões adicionais ao programa, valor que foi sancionado nesta quinta. “O Banco do Brasil alega que, se nós derrubarmos os vetos, eles vão ter que readaptar o sistema, e vai demorar uns 30 dias ou mais para fazer essas adaptações. Se mudarem as regras, tem que fazer novo contrato, o fundo garantidor vai ter que reavaliar tudo, e vai atrasar a aplicação desses R$ 12 bilhões”, disse o senador. (Agência Senado)

FOTO: Leonardo Sá / Agência Senado

 

LEGISLATIVO II: Deputados decidem manter proibição a reajuste de servidores públicos que atuam no combate à Covid-19

legislativo II 21 08 2020O Congresso Nacional manteve nesta quinta-feira (20/08) a proibição de reajustes e progressão funcional até 31 de dezembro de 2021 para categorias de servidores públicos que atuam na linha de frente no combate ao coronavírus, como os das áreas de saúde, segurança pública, limpeza urbana e serviços funerários.

Veto - A regra consta de veto mantido pela Câmara dos Deputados com o voto de 316 parlamentares contra outros 165 favoráveis à derrubada do veto. Na quarta-feira (19/08), os senadores votaram pela derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro por 42 votos a 30.

Suspensão - A suspensão de reajustes até 2021 foi exigida pelo Poder Executivo na tramitação do Projeto de Lei Complementar 39/20 em troca do socorro financeiro de R$ 125 bilhões aos estados e aos municípios em razão da pandemia de Covid-19. Desse total, R$ 60 bilhões são em dinheiro novo e o restante na forma de adiamento de dívidas com a União.

Aprovação inicial - Ao aprovar o pacote de ajuda a estados e municípios, disciplinado na Lei Complementar 173/20, o Congresso inicialmente autorizou governos locais a reajustar salários de funcionários que trabalham na linha de frente do enfrentamento à Covid-19, a exemplo dos da saúde e da segurança pública. Esse dispositivo, no entanto, foi vetado pelo presidente da República.

Outras áreas - O trecho vetado também liberava a possibilidade de reajustes para algumas categorias de outras áreas, como profissionais de assistência social e de educação pública, desde que diretamente envolvidos no combate à pandemia.

Tempo de serviço - Até 31 de dezembro de 2021, além de não poderem conceder reajustes, a União, os estados, os municípios e o Distrito Federal não poderão contar o tempo decorrido durante o período para o pagamento de progressões funcionais, concessão de anuênios e outros benefícios ligados ao tempo de serviço.

Excluídos - Ficam de fora da restrição os aumentos aprovados antes do estado de calamidade pública, como o concedido aos militares das Forças Armadas pela Lei 13.954/19.

Controle de gastos - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que a manutenção ao veto dos reajustes é uma demonstração de que o Congresso Nacional quer modernizar o Estado brasileiro e controlar o gasto público. “Não é possível que o gasto público cresça acima da inflação”, disse Maia, após a votação.

Investimentos - Para o líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), a proibição de reajustes vai garantir investimentos em outros setores. “O governo tem orçamento limitado, e essa decisão impacta todos os orçamentos daqui para frente. Manter o veto vai gerar um espaço fiscal para mais investimento em educação e saúde e que permitirá, portanto, atender à nossa população”, afirmou.

Críticas - Parlamentares de oposição criticaram a impossibilidade de reajuste e ressaltaram que a medida prejudica especialmente os profissionais de saúde e segurança pública. “O que o governo quer, de fato, é desconhecer a dedicação desses trabalhadores que estão no enfrentamento da pandemia”, disse a líder do PCdoB, deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC). (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Najara Araújo / Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Ministério atualiza dados da pandemia; são 3,5 milhões de casos

O Brasil passou dos 3,5 milhões de casos confirmados de covid-19. O número foi divulgado na atualização diária desta quinta-feira (20/08) do Ministério da Saúde (MS). Nas últimas 24 horas, foram notificadas 45.323 novas pessoas infectadas. Com isso, o número total de casos acumulados atingiu 3.501.975. Na quarta-feira (19/08), o painel registrava 3.456.652 casos acumulados.

Mortes - De acordo como balanço, o total de mortes chegou a 112.304. Foram 1.204 óbitos acrescidos às estatísticas entre ontem e hoje pelas secretarias de saúde estaduais. Ontem, o sistema do MS marcava 111.100 vidas perdidas para a covid-19. Ainda há 3.187 mortes em investigação.

Em acompanhamento - A atualização do Ministério registrou ainda 736.264 pessoas em acompanhamento. O número de recuperados passou de 75%, e contabiliza 2.653.407 de pacientes que não apresentam mais sinais da doença e são considerados “recuperados”.

Letalidade - Veja na tabela outros índices divulgados pela pasta:

saude I quadro 21 08 2020

 

 

 

 

 

 Estados - Os estados com mais mortes são:

1º - São Paulo (27.905)

2º - Rio de Janeiro (15.074)

3º - Ceará (8.245)

4º - Pernambuco (7.303)

5º - Pará (6.027)

Menos óbitos - As unidades da federação com menos óbitos são:

1º - Tocantins (547)

2º - Roraima (576)

3º - Acre (595)

4º - Amapá (626)

5º - Mato Grosso do Sul (686).

Comparação internacional - O Brasil segue na 2ª colocação no ranking de casos e mortes. A liderança é dos Estados Unidos, que, segundo o mapa da universidade Johns Hopkins, chegou a 5.565.928 pessoas infectadas e 174.051 mortes.

Incidência - Já quando considerada a incidência (casos por 1 milhão de habitantes) e mortalidade (óbitos por 1 milhão de habitantes), conforme o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado ontem, o Brasil fica na 8ª posição, com índices de, respectivamente, 2.722 e 98. O país subiu um posto na lista de países por mortalidade em relação à semana passada, quando estava em 9º. (Agência Brasil)

SAÚDE II: Secretaria da registra 84 óbitos por Covid-19 no Paraná

saude II 21 08 2020A Secretaria de Estado da Saúde confirmou nesta quinta-feira (20/08) mais 2.338 diagnósticos e 84 óbitos pela infecção causada pelo novo coronavírus. O Paraná soma agora 111.014 casos e 2.861 mortos em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - Nesta quinta-feira, 913 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19: 752 em leitos SUS (380 em UTI e 372 em leitos clínicos/enfermaria) e 173 em leitos da rede particular (71 em UTI e 102 em leitos clínicos/enfermaria).

Resultados - Há outros 1.158 pacientes internados, 532 em leitos UTI e 626 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Óbitos - As 84 pessoas que tiveram óbitos relatados neste informe estavam internadas. São 36 mulheres e 49 homens, com idades que variam de 37 a 92 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 01 de julho a 20 de agosto.

Residência - Os pacientes que faleceram residiam em Curitiba (38), São José dos Pinhais (4), Piraquara (4), Colombo (3), Foz do Iguaçu (3), Maringá (3), São Pedro do Ivaí (3), Londrina (2), Pinhais (2), Ponta grossa (2), São José da Boa Vista (2).

Uma ocorrência - Além disso, houve uma ocorrência em cada dos municípios de Ângulo, Apucarana, Arapongas, Araucária, Bandeirantes, Campo Largo, Colorado, General Carneiro, Itaperuçu, Jandaia do Sul, Mauá da Serra, Nova Prata do Iguaçu, Quatro Barras, Rebouças, Ribeirão do Pinhal, Rio Bom, Santa Cecília do Pavão e União da Vitória.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 1.231 casos de residentes de fora, sendo que 30 pessoas foram a óbito.

Ajustes - Alteração de município. 17 casos confirmados como residentes de fora do Paraná foram transferidos para Itapejara D'Oeste nos dias 21 e 22 de julho (1 caso em cada dia) e no mês de agosto houve transferências no dia 3 (3 casos), dia 6 (1 caso), dia 9 (2), dia 13 (1 caso), dia 12 (2 casos), dia 15 (2), dia 16 (1 caso) e 17 (3).

Dois casos confirmados no dia 30 de junho, em Maringá, foram transferidos para Cianorte, e um caso confirmado no dia 16 de agosto, em Abatiá, foi transferido para Bandeirantes. Um caso confirmado no dia 26 de julho, em Irati foi transferido para Rebouças; um caso confirmado no dia 15 de julho, em Curitiba, foi transferido para Colombo.

Um óbito confirmado no dia 29/7 em Curitiba foi transferido para Fazenda Rio Grande; masculino, 36 anos. Um óbito confirmado no dia 15 de agosto em Francisco Beltrão foi transferido para Marmeleiro (masculino, 74 anos) e outro óbito confirmado no dia 18 de agosto, em Lages (SC) foi transferido para Curitiba (feminino, 83 anos).

Exclusões - Um caso confirmado no dia 7 de agosto em Francisco Beltrão foi excluído por duplicidade de notificação.

Um óbito confirmado no dia 17 de agosto, em Rio Branco do Sul, foi excluído por duplicidade de notificação (masculino, 54 anos).

Um óbito confirmado no dia 22/07 em Curitiba foi excluído por duplicidade de notificação (masculino, 59 anos). (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando AQUI

 


Versão para impressão


RODAPE