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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4859 | 07 de Julho de 2020

COVID-19: Reunião do G7 com lideranças do governo do Estado é um dos destaques do comunicado 69

covid destaque g7 07 07 2020Os impactos da pandemia, os projetos de infraestrutura e as ações para a retomada da economia do Paraná foram os principais temas tratados na reunião realizada nesta segunda-feira (06/07), entre as lideranças do G7, grupo coordenado atualmente pelo Sistema Ocepar, e representantes do Governo Estadual. Esse é um dos destaques do comunicado 69 emitido pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar nesta terça-feira (07/07). Confira abaixo todas as informações do boletim.

1. O Sistema Ocepar, em conjunto com as cooperativas paranaenses, organizou diversas ações nesta semana, de 6 a 10 de julho, das 14h às 15h, para apresentar e demostrar a força do cooperativismo, em comemoração ao Dia de Cooperar. Acompanhe pelo canal youtube.com/sistemaocepar.

2. No dia 6 de julho, o Sistema Ocepar e representantes do setor de frigoríficos realizaram reunião com a equipe técnica da Sesa – Secretaria de Estado da Saúde, para tratar do alinhamento da Resolução Interministerial nº 19, de 26 de junho, e da Resolução Sesa nº 855/2020.

3. O G7, grupo formado pelas entidades empresariais do Paraná, realizou, no dia 6 de julho, reunião virtual com o vice-governador, Darci Piana, o secretário de planejamento, Valdemar Bernardo Jorge, e o presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin, para tratar de assuntos de interesse do setor produtivo, destacando-se a avaliação dos impactos sociais e econômicos da pandemia da Covid-19, projetos de investimentos em infraestrutura e ações para a retomada da economia.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

 

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Unimed Cascavel participa de reunião virtual com o Sistema Ocepar

Com a presença da diretoria e funcionários, a Unimed Cascavel, com sede em Cascavel, no oeste do Paraná, participou, na manhã desta terça-feira (07/07), da reunião institucional virtual promovida pelo Sistema Ocepar, com o  objetivo de apresentar e discutir a situação econômico-financeira da cooperativa, por meio de indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região. O propósito é manter a qualidade da gestão, credibilidade perante terceiros, transparência perante o quadro social e, principalmente, a solidificação do sistema cooperativista. Também constaram da agenda do encontro, o 31º na modalidade remota, outros assuntos importantes como intercooperação, relatos de ações desenvolvidas pela entidade no período de quarentena da Covid-19, exposição de treinamentos e capacitações do Sescoop/PR, entre outros.

Intensidade - O superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, que coordenou a reunião, explicou que, a modalidade virtual adotada pela entidade em março, como estratégia para evitar a disseminação do coronavírus, tem contribuído para um contato maior e mais frequentes com as cooperativas, porque o tempo que se gastaria com as viagens para as reuniões presenciais é utilizado para o trabalho remoto em outras ações em benefício do setor. “Nunca tivemos tanto contato com as cooperativas, com autoridades governamentais, com representantes de outras entidades, como agora. O trabalho tem de continuar de forma intensa, afinal as cooperativas não podem parar, especialmente as dos ramos agropecuário, crédito, saúde e transporte, que são essenciais neste momento de pandemia”, disse, ao acrescentar que a missão do Sistema Ocepar, alinhada com todo o segmento, inclusive com a OCB,  é contribuir para o desenvolvimento do cooperativismo paranaense.   

Resultado - Ao final da reunião, o presidente da Unimed Cascavel, Danilo Galletto, agradeceu a exposição dos números da cooperativa e ressaltou que “a parceria com o Sistema Ocepar é muito importante para nós. Ficamos felizes com os números apresentados, sobretudo porque é resultado do trabalho do grupo de cooperados, colaboradores e da diretoria, que vem aperfeiçoando modelos de gestão que trazem resultados mais positivos, não só financeiros, mas também que garantem a sustentabilidade da Unimed Cascavel. E todos os recursos que o Sistema Ocepar nos oferece sempre é focado na melhoria constante da nossa gestão”.

Participantes - Pelo Sistema Ocepar, além do superintendente do Sescoop/PR, participaram coordenadores e analistas técnicos. O presidente José Roberto Ricken não pode participar da reunião institucional devido à coincidência de horário da videoconferência com lideranças empresariais do G7, do qual é coordenador. Todas as atividades do Sistema, desde o dia 23 de março, estão sendo desenvolvidas na modalidade home office, seguindo as recomendações das autoridades sanitárias de prevenção à Covid-19.

DIA C I: Semana da Cooperação tem palestra com Aline Castro nesta terça-feira

“Lidando com as mudanças e incertezas” é o tema da palestra que Aline Castro vai apresentar nesta terça-feira (07/07), a partir das 14h, dentro da programação da Semana da Cooperação promovida pelo Sistema Ocepar, em continuidade às comemorações do Dia Internacional do Cooperativismo e do Dia C – Dia de Cooperar. O evento, com transmissão ao vivo pela TV Paraná Cooperativo, está sendo comandado pelo palhaço Alípio e conta com interpretação na linguagem de sinais Libras, feita pelo profissional Ivan de Souza.

Sobre a palestrante - Aline Castro é mestre em inteligência emocional e possui ainda outras formações no Brasil, Estados Unidos e Índia, nas áreas da psicologia, comportamento e neurociência. Ela é jornalista, viveu na Alemanha, foi correspondente na Itália e repórter da TV Globo no Rio de Janeiro. Hoje, a Aline é professora da FGV, faz treinamentos e palestras em organizações.

Atividades - A Semana da Cooperação se estende até sexta-feira (10/07), com apresentações culturais e ações solidárias realizadas pelas cooperativas paranaenses para marcar o Dia C. Na quinta-feira (09/07), José da Paz Cury será o palestrante do dia. Ele vai discorrer sobre “Cooperativismo, a moeda do terceiro milênio”, também às 14h. Cury é formado em Administração de Empresas, atua como palestrante e consultor nas áreas de Desenvolvimento Humano, Cooperativismo, Associativismo, Sindicalismo e Remuneração. Há mais de 40 anos tem se dedicado a cuidar dos talentos humanos nas empresas e já atuou em mais de 800 organizações de todo o país, contemplando 150 mil pessoas ao longo desse período.

 

dia c I 07 07 2020

DIA C II: Celebração do Dia de Cooperar mostra força das coops

dia c destaque 07 07 2020Compromisso com a comunidade! Além de um dos princípios do cooperativismo, essa expressão significa que as cooperativas não deixam ninguém para trás. E, no sábado (04/07), ao celebrar – de maneira digital – o poder das atitudes simples, materializadas por meio do Dia de Cooperar (Dia C), as coops brasileiras também comemoraram o Dia Internacional do Cooperativismo, junto com mais de 100 outros países.

Norte a Sul - Aqui no Brasil, a celebração ocorreu de norte a sul, envolvendo milhares de pessoas que acompanharam a programação no conforto e segurança de suas casas. Até agora, o vídeo da celebração teve mais de 9,2 mil reproduções. Se você não assistiu, clique aqui e veja como foi a comemoração nacional.

Números - Os números do Dia C mostram o quanto as coops atuam para reduzir as desigualdades e contribuem com a erradicação da pobreza extrema, foco da ONU por meio de seus ODS. Confira os números:  

Pessoas - Até o momento, já tivemos 141.058 pessoas beneficiadas com as iniciativas do Dia C, sendo que 136.551 brasileiros foram alvo de iniciativas diretamente ligadas ao combate aos efeitos da covid-19. A previsão é que o Dia C 2020 beneficie mais de 3 milhões de pessoas em todo o Brasil.

Iniciativas - Estamos com 1.895 iniciativas inscritas em nosso sistema, das quais 1.517 estão ligadas ao combate dos impactos gerados pela pandemia. Em 2019, nesse mesmo período, nós tínhamos 1.516 iniciativas inscritas.

Por ramo - Quando analisamos as iniciativas por ramo, vemos que o Crédito é o que tem mais ações cadastradas (71,3% do total de iniciativas). E, ao observarmos os ramos que mais atuam, até agora, para reduzir os efeitos da pandemia temos o Crédito e o Trabalho e Produção de Bens e Serviços, respectivamente com 79,7% e 77,5%. Já Transporte balanceou suas iniciativas, sendo 51,4% delas ligadas à pandemia.

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Por ODS - Ao analisarmos os ODS, vemos iniciativas em todos eles, contudo os que concentram a maior parte são: Saúde e Bem-Estar (52%), Fome e agricultura sustentável (16,7%) e Erradicação da pobreza (12,5%). Quando vemos as iniciativas ligadas à pandemia, esses números correspondem a 56,2%, 18,9% e 12,1%, respectivamente.

Por região - Já analisando as iniciativas por região, vemos que o Sul concentra a maior parte das iniciativas cadastradas, sendo 47,7% das iniciativas totais e 44,7% das ligadas à pandemia. Em seguida vem a região Sudeste com 28,2% e 32,3%, respectivamente.

Mais - quer saber mais? Acesse: Dia de Cooperar e, também, a matéria do G1 (clique aqui). E, se quiser ver como foi a celebração nacional, clique aqui. (OCB)

 

 

ODS: Cooperativas comprometidas com Agenda 2030

ods 07 07 2020Sustentabilidade, cooperação, inclusão. Temas que fazem parte da Agenda 2030 estabelecida pela Organização das Nações Unidas (ONU), a partir de negociação e consenso entre seus 193 Estados-membros, para a construção de um mundo igualitário e baseado em um processo de desenvolvimento que englobe os aspectos econômico, social e ambiental. Essa agenda teve total adesão do cooperativismo brasileiro e com o compromisso de contribuir cada vez mais para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) – 6.828 cooperativas reunindo 14,6 milhões de cooperados e 425,3 mil empregados. Essa aliança, concretizada a partir de uma parceria entre o Sistema OCB e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Brasil, traz novidades para 2020.

Cursos - O primeiro de uma série de cursos criados pelas duas instituições para fomentar projetos dentro das cooperativas com esse propósito já está pronto e disponível na plataforma de Educação a Distância do Sistema OCB. Serão quatro cursos online, entre outras iniciativas, e a ideia é formar multiplicadores dentro das cooperativas e também em unidades do Sistema OCB para colocar em prática ações alinhadas às metas globais de desenvolvimento sustentável. O lançamento ocorreu neste sábado (04/07), durante a celebração do Dia C – Dia de Cooperar, data em que comemoramos também o Dia Internacional do Cooperativismo.

Compromisso - O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, reafirma, mais uma vez, o compromisso do cooperativismo com os ODS. “Nós nos aliamos à ONU e ao PNUD para conscientizar nossas cooperativas da importância da nossa atuação para o cumprimento da Agenda 2030. De Norte a Sul do Brasil, realizamos centenas de projetos que fomentam a geração de emprego e renda, promovem a redução das desigualdades, estimulam educação de qualidade e promovem a sustentabilidade econômica, social e ambiental do nosso país. Acontece que elas nem sempre percebiam o valor estratégico desses projetos e dessas ações comunitárias. Agora — ao saberem que o cooperativismo é parceiro dos 17 ODS —, elas estão mais atentas ao poder transformador de seus projetos”, ressalta.

Benefícios - Para o assessor sênior do PNUD, Haroldo Machado Filho, as cooperativas são um poderoso instrumento de aceleração do cumprimento das metas dos ODS, pela abrangência em larga escala e atuação direta na sociedade. “As cooperativas são organizações que propiciam benefícios para a sociedade, sejam eles de ordem econômica, sejam de ordem social. E devido aos princípios e valores do cooperativismo, em especial o 7º Princípio – Interesse pela Comunidade, elas podem ser consideradas um instrumento de promoção do desenvolvimento local, uma vez que sua atuação, independentemente do segmento, contribui para o desenvolvimento econômico e social das comunidades, tornando-as parceiras e multiplicadoras naturais dos ODS e da Agenda 2030”, comenta.

Mais sobre o curso - A ideia é mostrar que, a partir da Agenda 2030 e dos ODS, é possível identificar questões prioritárias para um processo de desenvolvimento em curto, médio e longo prazos; visualizar a prática dos ODS em uma realidade local e saber como trazer esses conceitos e práticas para o planejamento e o dia a dia da cooperativa. Após iniciar o curso, que tem a carga de 8 horas, o participante tem até 30 dias para sua conclusão. O processo completo dá direito a certificado. Os demais cursos da série estarão disponíveis na plataforma até setembro e tratarão das seguintes temáticas: Cooperativismo e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável; O Cooperativismo de Crédito e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável; Como Desenvolver Projetos de Responsabilidade Social ligados aos ODS.

Dia C – Dia de Cooperar - É um programa de responsabilidade social do cooperativismo brasileiro que acontece durante o ano todo, tem o apoio do Sistema OCB e uma ligação direta com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Neste ano, a celebração do Dia C foi totalmente online, em todo o país, fechando com uma live nacional, dando destaque a projetos desenvolvidos por cooperativas das cinco regiões do Brasil com o objetivo de promover verdadeiras transformações na vida das pessoas e de comunidades inteiras – inclusive exemplos de iniciativas realizadas durante a pandemia. Já são 1.891 iniciativas inscritas no sistema do Dia C – edição 2020, sendo 1.517 delas com foco em reduzir a propagação do novo coronavírus e os impactos negativos na vida das pessoas e na economia. Até o momento, são 141.058 pessoas beneficiadas com as iniciativas do Dia C, sendo 136.551 delas com ações para combater a pandemia. A previsão é que o Dia C 2020 beneficie mais de 3 milhões de pessoas em todo o Brasil. Além das ações promovidas pelas cooperativas, também fizerm parte da programação apresentações do grupo de teatro brasiliense Caixa Cênica e da banda mineira Skank, e com espaço para doações pelo público, direcionadas a ajudar mais pessoas nesse momento de pandemia. A comemoração foi transmitida no canal do Movimento SomosCoop no YouTube, e você pode conferir como foi clicando aqui. (OCB)

ARTE: Ken Robinson/Global Goals

 

SICREDI: Programa de formação capacita lideranças do cooperativismo

sicredi 07 07 2020Os conselheiros de administração das cooperativas de crédito e investimento que integram a Central Sicredi PR/SP/RJ iniciaram, na última quinta-feira (02/07), o programa anual de formação. A iniciativa engloba o trimestre da governança desenvolvido pela instituição em 2020 para públicos específicos das cooperativas. Em maio e junho, o projeto envolveu jovens líderes e mulheres, respectivamente.

O programa - O programa online de formação reúne 320 conselheiros e será realizado durante todo o mês de julho em oito encontros virtuais que abordarão temas como governança, compliance, aspectos jurídicos, auditoria, controles internos e crédito. Para o presidente nacional do Sicredi e da Central Sicredi PR/SP/RJ, Manfred Dasenbrock, a iniciativa reforça os diferenciais do cooperativismo. “Em uma organização, o mais importante são as pessoas e o segundo pilar é a governança, onde encontramos nossa missão, valores e princípios éticos. Uma boa governança resulta em bons seguidores e garante a perenidade do negócio e os propósitos da instituição”, afirmou, na abertura do evento.

Palestrante internacional - Para capacitar os conselheiros atuantes na gestão das cooperativas, o primeiro dia de formação contou com exposição do palestrante internacional, consultor, pesquisador e consultor dedicado à governança, gestão e ética empresarial, Alexandre Di Miceli da Silveira. Na ocasião, o professor doutor abordou a importância da resiliência nas organizações, especialmente neste momento delicado que as instituições enfrentarão no pós-pandemia.

Atributos - Para o especialista, entre os atributos de uma empresa resiliente estão a aprendizagem contínua, ética na criação e manutenção do relacionamento positivo com todos os públicos e a busca contínua e autêntica dos propósitos da instituição. “O exemplo é um ensinamento muito mais importante do que simplesmente falar. Nas organizações precisamos fomentar a ideia de líderes missionários que procuram deixar um legado e queiram servir. Para isso é importante trabalhar a maturidade pessoal e profissional e desenvolver a inteligência emocional”, finalizou Di Miceli.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros www.sicredi.com.br. (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI NOVOS HORIZONTES: Máscaras de mergulho são adaptadas para ajudar vítimas da Covid-19

sicredi novos horizontes 07 07 2020Inspirado numa iniciativa italiana, o projeto Respirar da Sicredi Novos Horizontes PR/SP transforma máscaras de mergulho em máscaras respiratórias, visando oferecer suporte para pacientes que têm síndrome respiratória grave por infecção da Covid-19. Esses equipamentos possuem regulagem e podem ser acoplados aos cilindros de oxigênio, garantindo maior proteção no internamento e durante o transporte. Além disso, as máscaras podem reduzir em até 40% a necessidade de as pessoas precisarem utilizar um respirador.

Dificuldade - Diante do crescimento no número de contaminados, os hospitais e leitos de UTI estão cada vez mais cheios e com dificuldade em suprir a demanda de suporte respiratório aos pacientes. Nesse cenário, é cada vez mais necessário iniciativas que visam incentivar a solidariedade. Consciente da sua responsabilidade social, a cooperativa realizou um investimento de R$ 80 mil na compra de 50 máscaras respiradoras, 3,5 mil máscaras protetoras e 50 unidades de dispenser de álcool em gel, com o objetivo de colaborar com os hospitais.

Dados - Segundo dados do InfoGripe, são mais de 315 mil internações de janeiro a junho de 2020, relacionadas à Covid-19 e síndrome respiratória aguda grave. Além disso, análises da Fiocruz, realizadas entre os dias 7 e 13 de junho, demonstram que 13% dos pacientes infectados pelo novo coronavírus precisam ser internados, sendo 30% em UTI, por causa dos problemas respiratórios. Os dados ressaltam a importância do suporte em aparelhos e reforçam o pensamento do presidente da Sicredi Novos Horizontes PR/SP, Luciano Dias Carneiro Kluppel. “Por meio de uma ação como essa, podemos minimizar a carência de aparelhos nos hospitais locais. A atuação da cooperativa é sempre voltada à comunidade e interligada com as cidades da área de atuação. Dessa forma, buscamos auxiliar o desenvolvimento da região”, afirma.

Distribuição - A distribuição das máscaras e aparelhos para dispenser de álcool em gel é realizada proporcionalmente ao número populacional das cidades. Foram escolhidos municípios da área de atuação da cooperativa. No Paraná, as cidades são: Jaguariaíva e Sengés. Já no estado de São Paulo as doações são feitas em Barão de Antonina, Buri, Capão Bonito, Fartura, Itapeva, Itararé, Riversul e Taquarituba.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins

 

SICREDI ALIANÇA: Cooperativa comemora 35 anos

sicredi alianca 07 07 2020Nesta segunda-feira (06/07), a Sicredi Aliança PR/SP comemorou 35 anos de história. A cooperativa, que nasceu através da força de vontade de 21 sócios fundadores da região oeste do Paraná, hoje está presente em 19 cidades (oeste do Paraná e norte de São Paulo), com 22 agências, mais de 53 mil associados, 430 colaboradores e R$1,3 bilhão em ativos.

Caminho certo - O presidente do Conselho de Administração, Adolfo Rudolfo Freitag, salienta que o crescimento da Sicredi Aliança PR/SP no decorrer destes 35 anos comprova que a cooperativa está no caminho certo. “Crescemos em números, em território, em pessoas, e devemos isso a confiança dos nossos associados que acreditam na nossa proposta e escolhem o Sicredi como a sua instituição financeira. São 35 anos de desafios e conquistas. Nossa comemoração este ano é através de uma mensagem de gratidão aos nossos sócios fundadores, nossos associados, nossos colaboradores e nossos parceiros. São milhares de pessoas a quem, nesta data, gostaríamos de dizer muito obrigado”, considerou.

Campanha - “Em comemoração ao nosso aniversário, estamos desenvolvendo a campanha “35 anos de prêmios”, em que, na semana passada, sorteamos 24 motos e, agora, vamos para os grandes prêmios finais uma S10 e um HB20 Hatch 0 km. Desta vez, optamos por uma campanha multiprodutos, ampliando a participação. Quanto mais produtos e serviços contratar, mais chances de ganhar”, completou. (Imprensa Sicredi Aliança PR/SP)

 

SICREDI FRONTEIRAS: Cooperativa realiza lançamento do Plano Safra 2020/2021 em transmissão ao vivo

sicredi fronteiras 07 07 2020A Sicredi Fronteiras PR/SC/SP realizou o lançamento do Plano Safra 2020/2021 no dia 23 de junho, às 20h, em formato de live (transmissão ao vivo), diretamente da sede da cooperativa, em Capanema (PR), com a presença do presidente da cooperativa, José César Wunsch; do gerente de desenvolvimento de crédito, Fernando de Conti; do assessor de negócios Lucas Lassig, e do assessor de inovação, Tiesco Santos.

Recursos - O Sicredi, instituição financeira cooperativa que reúne mais de 4,5 milhões de associados, irá disponibilizar mais de R$ 22,9 bilhões e crédito rural no Plano Safra 2020/2021, o que representa um aumento de 10% em relação ao ano-safra anterior. A projeção é que os recursos sejam disponibilizados para aproximadamente 227 mil operações.

Operações - Desse total, a expectativa é disponibilizar R$ 10,4 bilhões para operações de custeio, comercialização, industrialização e investimento, R$ 5,2 bilhões via Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e R$ 4,3 bilhões via Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), além de R$ 3 bilhões com recursos direcionados, oriundos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

PR, SP e RJ - Para produtores rurais associados dos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, a instituição prevê a liberação de mais de R$ 6,9 bilhões em crédito rural, entre custeio e investimento. O montante é aproximadamente 18% maior que o ofertado na Safra 2019/20. A expectativa da instituição é gerar mais de 100 mil operações de crédito, nos três estados.

Pronaf - Do total a ser liberado nos três estados, cerca de R$ 1,6 bilhão será destinado ao financiamento realizado por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), subdivididos em R$ 1,2 bilhão para custeio agropecuário e R$ 400 milhões em linhas de investimento.

Agronegócio - No evento realizado pela Sicredi Fronteiras foram seguidos todos os protocolos de higienização recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para a prevenção da Covi-19. Segundo José César Wunsch, a cooperativa tem em seu DNA o agronegócio, ou seja, desde o início da organização da Sicredi Fronteiras, em 1990, o objetivo era fazer com que a economia local permanecesse na região onde ela é gerada em benefício da sociedade e da coletividade.

Recursos próprios - "Toda a demanda de crédito rural - principalmente de custeio de lavoura - dos nossos associados serão atendidos com recurso próprio. Esse recurso é oriundo dos associados que tem aplicação nas cadernetas de poupança. É gratificante ver que o ideal dos fundadores da cooperativa está sendo realizado", afirma o presidente da cooperativa Sicredi Fronteiras.

Evolução - No Plano Safra anterior (2019/2020), a cooperativa Sicredi Fronteiras apresentou uma evolução significativa. Enquanto o sistema financeiro nacional que opera com crédito rural cresceu em média 12%, a Sicredi Fronteiras cresceu 30% nas operações e volume de crédito rural concedido aos associados, sendo que 90% dessas operações foram realizadas com recursos próprios da cooperativa.

Novas linhas - Duas novas linhas de crédito para o Plano Safra 2020/2021 foram anunciadas pelo gerente de desenvolvimento de crédito, Fernando de Conti, durante a live do dia 23 de junho.

Construção e reforma da residência do produtor rural - Independente do enquadramento do produtor rural, será disponibilizado para financiamento o valor de até R$ 150 mil. Esse crédito poderá ser pago em até 5 anos, com parcelas mensais, trimestrais, semestrais ou anuais, com a taxa de juros de 7% ao ano.

Compra de veículos utilitários - Agora o produtor rural poderá adquirir um veículo utilitário, para transporte de suas mercadorias, também na linha de crédito rural, com as mesmas condições de pegamento da linha de construção e reforma da residência, financiando 100% do valor da nota fiscal do veículo e com taxa de juros de 8% ao ano.

Capacitação - "No dia 30 de junho foi realizada uma capacitação com os técnicos que fazem o projeto para custeio e para investimento. Portanto, a equipe já está preparada e orientada sobre as novidades do Plano Safra e prontos para iniciar as contratações", afirma o gerente de desenvolvimento de crédito.

Aprovado - Fernando de Conti ainda lembra que os associados que já financiaram o custeio ou investimento nas safras anteriores, já possuem esses recursos aprovados. "Ao chegar em nossas agências da Sicredi Fronteiras PR/SC/SP os associados serão recebidos pelos colaboradores que estarão prontos para atender todas as suas necessidades, fazendo com que esse recurso chegue o mais rápido possível na mão dos nossos cooperados, em especial nesse momento em que estamos vivendo, fortalecendo a economia local e investindo no seu município, mantendo emprego e renda", finaliza o presidente da cooperativa, José César Wunsch.

Propostas - O Sicredi já está recebendo as propostas de financiamento para o Plano Safra 2020/2021, que vai até o final de junho do próximo ano. Antes de solicitar o crédito, o produtor rural associado deve fazer o planejamento da próxima safra (considerando o que vai plantar, qual é a área de cultivo e o orçamento necessário com base na análise de solo e sob orientação técnica quanto ao uso dos insumos e os demais serviços que serão utilizados). Depois disso, munido de todas essas informações, poderá procurar a sua agência para dar andamento à proposta e demais procedimentos para aprovação e liberação do crédito.

Balanço da safra 2019/2020 no Sicredi - No ano-safra 2019/2020, que ainda não teve os dados consolidados, o Sicredi estima ter liberado R$ 20,7 bilhões - crescimento de 15% se comparado ao ano-safra anterior -, em mais de 203 mil operações. Desse montante, aproximadamente R$ 2,3 bilhões foram concedidos com recursos oriundos do BNDES.

Crescimento - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

 

SICREDI PLANALTO DAS ÁGUAS: Pitanga mobiliza sociedade em iniciativa solidária

Comemorado sempre no primeiro sábado do mês de julho, o Dia Internacional do Cooperativismo é marcado também pela realização do Dia C – Dia de Cooperar, uma iniciativa de responsabilidade social coordenada nacionalmente pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), cujas ações vão ao encontro dos ODS (Objetivo Desenvolvimento Sustentável) da ONU (Organização das Nações Unidas).

Mobilização - Em 2020, a agência da Sicredi Planalto das Águas PRSP de Pitanga (PR), identificando as dificuldades que famílias necessitadas enfrentam nesses tempos de pandemia, decidiu mobilizar a sociedade com a finalidade que ajudar quem mais precisa.

Atrações musicais- Para envolver a população, 18 atrações musicais locais foram convidadas a se apresentarem numa live, transmitida pelo canal do Youtube da Cooperativa Sicredi Planalto das Águas PR/SP, no dia 26 de junho (acesse: https://www.youtube.com/watch?v=Sq0eZtryzvs).

Voluntariado - Desde os fornecedores da parte técnica de vídeo, som, cenário, internet, local, enfim, tudo, foi feito de forma voluntária e solidária. As atividades foram realizadas dentro de todos os protocolos de saúde, com horários marcados para as apresentações e com uma conta corrente à disposição, para as doações. Além da live, os associados e comunidade foram convidados a doar cestas básicas. Todas doações foram destinadas à Associação dos Vicentinos de Pitanga, que já realiza esse trabalho de monitoramento de famílias mais necessitadas.

Total - A arrecadação alcançou R$ 10 mil e 101 cestas básicas (em torno de 3 mil quilos de alimentos). Resultado que emociona todos os envolvidos por comprovar na prática a força da cooperação. “Agradeço a todos os associados, população que fizeram as doações, bem como todos os músicos, apresentador, equipe técnica, equipe de apoio e colaboradores Sicredi da agência de Pitanga, que, de forma voluntária, contribuíram muito para o sucesso desta ação”, comenta Eduardo Carlos Bordin, gerente da Agência Sicredi de Pitanga. (Com informações da Sicredi Planalto das Águas PR/SP)

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SICOOB: Durante a pandemia, Sistema registra recorde no saldo de poupança

sicoob 07 07 2020Durante a pandemia do novo coronavírus, o Sicoob - maior sistema de cooperativas de crédito do País - notou que os cooperados passaram a investir cada vez mais na poupança. Se em maio de 2019 a captação da caderneta ficou em R$ 99,9 milhões, este ano, os poupadores guardaram R$ 411 milhões no mesmo mês, um crescimento que supera 300%.

Saldo - O saldo da poupança no Sicoob alcançou R$ 7,1 bilhões no quinto mês de 2020. Este valor é 30,8% maior do que o registrado há um ano. Para Luciano Ribeiro, superintendente de Negócios e Desenvolvimento, o crescimento da Poupança se deve, principalmente, à facilidade de movimentação que ela oferece. "Isso somado às características do produto, como segurança e liquidez, faz com que o investidor passe a avaliar ainda mais a Poupança para acumular reservas em um momento de crise", explica.

Pesquisa - Uma pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), divulgada no ano passado, mostrou que a Poupança é a modalidade de investimento mais escolhida de 65% dos brasileiros. O perfil conservador dos brasileiros também ajuda a explicar o crescimento da Poupança durante a crise do coronavírus. De acordo com o levantamento da SPC Brasil, os principais motivos para o investimento na caderneta são medo de perder dinheiro, costume, não ter sobras para procurar outras aplicações e preferência por aplicação que permita sacar com facilidade.

Investimentos - Além da poupança, no Sicoob é fácil encontrar um investimento que se encaixe com o perfil de cada cooperado, sempre com segurança, liquidez e facilidades para sua movimentação.

Prêmios - Os cooperados que investem no Sicoob ainda concorrem a prêmios, com as promoções "Sorte Assim Só no Sicoob" e "Poupança Premiada". No caso da primeira campanha, são mais de R$ 5 milhões em prêmios. Já na segunda, os números da sorte oferecem a possibilidade de ganhar carros zero quilômetro, kit casa nova e ainda prêmios em dinheiro que podem chegar a R$ 200 mil reais.

Sobre o Sicoob - O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 4,7 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por mais de 390 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas/entidades de: meios eletrônicos de pagamento, consórcios, DTVM, seguradora e previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a quarta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 3 mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras. Mais informações acesse: www.sicoob.com.br. (Imprensa Sicoob)

FOTO: Ana Rosa de Bastiani / Pixabay

 

SICOOB OURO VERDE: Campanha é lançada para chegar à marca de 50 mil cooperados

sicoob ouro verde 07 07 2020Aproveitando as celebrações do Dia Internacional do Cooperativismo, comemorado no último sábado (4 de julho), o Sicoob Ouro Verde lançou uma campanha de incentivo para atingir o marco de 50 mil cooperados.

Engajamento - Além de contribuir para os resultados da cooperativa, a iniciativa está alinhada ao engajamento das singulares do Sicoob Central Unicoob que, juntas, têm realizado diversas ações e encontrado oportunidades para atrair novas contas e assim, atingir os 500 mil cooperados.

Prêmios - Assim como a campanha sistêmica “Rumo ao cooperado 500 mil”, o Sicoob Ouro Verde vai premiar o dono da conta 50 mil e também a comunidade. Para o cooperado, será entregue a premiação de R$ 5 mil na poupança. Outros R$ 45 mil serão doados para entidades ou campanhas sociais que beneficiem a cidade onde foi aberta a conta.

Escolha - A instituição que receberá o prêmio será escolhida pela cooperativa, considerando o trabalho social que já é desenvolvido na cidade pelo Sicoob e pelo poder público, além, é claro, da indicação dos colaboradores da agência e do próprio cooperado.

Expansão - Segundo o diretor-presidente, Elisberto Torrecillas, o Sicoob precisa expandir a base e levar o cooperativismo de forma mais intensa, enfática e assertiva a todos os cantos do Brasil. “A nossa interação com a comunidade é importante e se dá através desta relação, de trazer para dentro da cooperativa cada vez mais pessoas e transformar cada vez mais a vida dos locais onde estamos presentes. Este é o sentido dessa expansão da base e dessa campanha”, explica. (Imprensa Sicoob Ouro Verde)

 

UNIMED CURITIBA: Uma das 25 melhores empresas para a mulher trabalhar no Brasil

O respeito à diversidade, a busca pela equidade, o estímulo ao protagonismo feminino e a valorização da força da mulher classificaram a Unimed Curitiba e Unimed Laboratório no ranking da GPTW entre as 70 melhores empresas para a mulher trabalhar.

Quarto ano - Este é o 4º ano consecutivo do prêmio, uma iniciativa da consultora GPTW (Great Place to Work), que contou com 640 empresas inscritas, representando mais de 661 mil colaboradores do país. Nessa edição, 70 empresas foram premiadas nas categorias de médio porte e grande porte. Ao avaliar as práticas das empresas para desenvolver a carreira das mulheres e estimular a liderança feminina, a GPTW classificou a Unimed Curitiba na 25ª posição e a Unimed Laboratório na 33ª.

Presença feminina - A Unimed Curitiba e Unimed Laboratório destacaram-se pela forte presença feminina. Elas representam 76% do quadro de da cooperativa e ocupam 57% dos cargos de liderança. No laboratório, 85% é a representatividade feminina no quadro de colaboradores e 43% nos cargos de liderança. A avaliação da consultoria também levou em consideração critérios como as principais práticas destinadas a mulheres dentro no ambiente de trabalho, investimentos em programas de desenvolvimento interno, cursos de capacitação e atualização profissional.

Anúncio - O anúncio da lista das Melhores Empresas para Mulher Trabalhar foi feito dentro da programação do RH Summit, maior evento online para Recursos Humanos na América Latina, que aconteceu até o dia 26 de junho, nas principais plataformas digitais.

Primeira - “A cooperativa paranaense é a primeira e única singular do Sistema Unimed a entrar para o ranking da GPTW Mulher 2020, que celebra as Melhores Empresas para a Mulher Trabalhar. Para nós, ter o reconhecimento em um lugar de destaque no ranking nacional demonstra que estamos no caminho certo: da busca constante por uma cultura organizacional em favor da promoção da equidade e do protagonismo feminino. Recebemos esse reconhecimento com muita humildade, porque o caminho a se percorrer ainda é longo”, afirma o diretor-presidente Rached Hajar Traya. O diretor reforça que este ano a Unimed Curitiba completará 49 anos de história no dia 6 de agosto e é considerada a maior operadora de planos de saúde do estado. Para ele, o propósito da marca, que é cuidar de pessoas, estimula o protagonismo feminino e a redução da violência contra mulher. (Imprensa Unimed Curitiba)

 

unimed curitiba 07 07 2020

COAMO: Revista destaca a transformação pelo cooperativismo

“Cooperativismo que transforma”. Esse é o título de capa da mais nova edição da Revista Coamo, que tem como reportagem especial, histórias inspiradoras de famílias que ao longo dos anos conseguiram evoluir e tiveram suas vidas transformadas pelo cooperativismo. A edição, também, destaca o trabalho de logística da cooperativa para receber e armazenar as safras, que vem crescendo a cada ano.

Versão completa - Acesse a versão completa da Revista Coamo pelo link: http://www.coamo.com.br/revistacoamo/jun20/. (Imprensa Coamo)

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BOM JESUS: Adubação de pastagens no inverno como ótima estratégia

bom jesus 07 07 2020A região sudeste paranaense e o planalto norte catarinense viveram um período seco durante este ano, mas a chuva chegou, sendo em algumas regiões com abundância. Pastagens como azevém e aveia, importantes aliadas do produtor de bovinos de leite nesse período, precisam ser preservadas devidos aos eventos da estação, como baixas temperaturas e possíveis geadas.

Qualidade - Segundo Bruna Simone Siqueira, Desenvolvimento de Mercado da Timac Agro, "essas forrageiras de estação fria apresentam produção de forragem de elevada qualidade e sua produtividade depende diretamente da fertilidade do solo e fornecimento de nutrientes, principalmente do nitrogênio". Para as culturas de aveia e azevém, ela diz que "o nitrogênio é considerado o nutriente que mais limita a produção de massa seca. Se realizada corretamente, a adubação nitrogenada proporciona ganhos desde o aumento na produção de matéria seca até a melhora da qualidade bromatológica da forrageira, como um maior teor de proteína bruta e minerais, elevando o valor nutritivo da forragem, que irá influenciar diretamente o desempenho dos animais. Além disso, pode encurtar o período de utilização inicial do pasto e entre os pastejos. Dados de pesquisa demonstram que, para cada kg de nitrogênio aplicado no azevém, verifica-se aumentos lineares de 2,82 kg/ha de massa de forragem", aponta a Bruna.

Ureia - Outro ponto de atenção de Bruna é em relação ao uso de ureia nas pastagens. "Atualmente, a fonte mais utilizada na adubação nitrogenada é a ureia, porém, seu uso apresenta inconvenientes já que o nitrogênio proveniente da ureia é muito suscetível às perdas e, consequentemente, muito sensível às condições de manejo de aplicação e ambiente. Essas perdas podem chegar a até 70% e essa ineficiência custa caro ao pecuarista. Além disso, a liberação imediata do nitrogênio, disponibiliza o total aplicado no momento, vindo a faltar nutriente durante o desenvolvimento da planta", afirma.

Imprescindível - Para Bruna, o uso de tecnologia de aplicação para buscar melhores resultados é imprescindível. "Buscando otimizar o uso dos fertilizantes nitrogenados no manejo de forrageiras e atingir altos tetos produtivos, é imprescindível a escolha de tecnologias que reduzam as perdas de N e melhorem o aproveitamento pelas plantas. O pecuarista deve dar preferência ao uso de produtos que minimizem as perdas de nitrogênio para o ambiente e o forneçam de forma constante e gradual às plantas. Através dessas escolhas, será possível programar as coberturas a serem realizadas na área, mesmo em condições adversas de clima, otimizando a mão de obra e equipamentos presentes na propriedade, além de garantir segurança sobre o investimento em adubação, permitindo ao pecuarista alcançar maiores produtividades", afirma a profissional da Timac Agro.

Mais informações - Para mais informações sobre adubação de pastagens e produtos com eficiência, entre em contato com o entreposto mais próxima da Cooperativa Bom Jesus. (Imprensa Bom Jesus)

FOTO: Eduardo Lacerda

 

BRDE: Banco promove evento de lançamento do Plano Safra no Paraná

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) promove o lançamento do Plano Safra 2020/2021 no Paraná, nesta quarta-feira (08/07), por meio de uma live especial, a partir das 14h, que será transmitida pelo canal do BRDE no Youtube. Participam do evento o governador Ratinho Junior, o secretário estadual da Agricultura, Norberto Ortigara, o diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley, o presidente do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná, Natalino Avance de Souza, e a gerente adjunta de operações da agência Paraná, Carmem Truite.

Linhas de crédito - No evento serão apresentadas as linhas de crédito disponíveis para os produtores, as projeções de resultados e as oportunidades que o futuro reserva para o agronegócio paranaense.

brde cartaz 07 07 2020

LÁCTEOS: Em primeiro debate sobre a cadeia leiteira, pequenos produtores apontam ideias para driblar a crise no setor

Dificuldades, sim. Mas, a força de vontade, planos de crescimento e esperança em dias melhores são maiores que os problemas. Assim concluíram os seis produtores de leite da agricultura familiar que participaram da primeira audiência virtual do Fórum Nacional de Incentivo da Cadeia Leiteira, realizado pela deputada federal Aline Sleutjes com o apoio da Frente Parlamentar da Agropecuária e da Subcomissão do Leite na Câmara. O primeiro encontro remoto aconteceu na tarde desta segunda-feira (06/07). A parlamentar foi a mediadora da reunião em que os participantes – cujas produções são de até 500 litros – expuseram suas demandas e deram sugestões sobre como superar as dificuldades deste segmento.

Dados nacionais - Na abertura, Sleutjes, que é diretora-executiva da FPA, apresentou dados nacionais acerca da cadeia leiteira. Além do destaque para a economia, a parlamentar ressaltou a importância nutricional do alimento que, para ela, deve ser tratado também como uma questão social por evitar o êxodo rural, melhorar as condições de vida do homem do campo, e promover a sucessão de pais para filhos. O primeiro participante que expôs a realidade ‘da porteira para dentro’ foi Rafael Hermann. A propriedade dele fica em Boa Visto do Cadeado, no Rio Grande do Sul. O produtor usou o adjetivo ‘preciosa’ para se referir à atividade leiteira, que é a única fonte de renda de sua família.

Sonho - “Sonho em transformar esse meu hoje pequeno negócio em um grande. Na minha cidade, problemas relacionados ao clima dificultam os trabalhos. Longos períodos de seca ou de chuvas prejudicam a qualidade do pasto e a alimentação dos animais. Infelizmente nossa realidade é difícil, a maioria dos produtores da agricultura familiar vive no limite e está no ‘vermelho’. Nem mesmo o recente reajuste do preço do leite amenizou a situação”, declarou Rafael.

Propriedade - A produção de leite da propriedade da participante Gislaine Oliveira é de 350 litros de leite por dia. A atividade dela é desenvolvida no município de Dracena, em São Paulo. Durante a audiência virtual, Gislaine expôs que cabe a todos os produtores buscar avanço, tecnologia e inovação.

Eficiência - “Lutamos por eficiência na nossa atividade. Mas, nos faltam equipes técnicas, ferramentas automatizadas para a irrigação do pasto ou a ordenha mecanizada, por exemplo. Trabalhamos durante um mês, aguardamos outros 30 dias pelo retorno financeiro que é bem aquém do que produzimos e mal dá para manter as contas em dia. Era necessário que nós tivéssemos mais autonomia para determinar quanto vale o nosso produto de forma mais justa, sem ficar à mercê de uma decisão do mercado”, avaliou Gislaine, que complementou: “Recorrer às cooperativas é uma alternativa, pois a concorrência com as indústrias é desleal. Muitas vezes, o valor do litro tem centavos de diferença para os das cooperativas, e os produtores não dão prioridade. Também temos que cumprir uma série de normativas, o que é difícil em muitos momentos com a pouca contrapartida por parte do poder público”.

RS - O produtor Airton Gottem, de Boa Vista do Buricá, no Rio Grande do Sul, contou que faz parte da cadeia do leite desde 2008. Sua atividade começou com oito litros por dia. Assim como Rafael, ele pontuou que as condições climáticas do estado dificultam os trabalhos. Além disso, Gottem ressaltou os custos altos da produção: enquanto o preço de alguns insumos é de acordo com valor do dólar, as negociações que envolvem o valor do leite são feitas em real. Airton ainda lamentou a falta de incentivos visando prevenir o êxodo rural.

Desafio - “Vejo como maior desafio a sucessão dessa atividade no âmbito familiar. Nossos filhos não consideram atrativo ou rentável dar continuidade a um negócio em que acordamos por volta das 5 da manhã, diariamente, e não temos hora para finalizar os trabalhos. Não existem sábado, domingo ou feriado para nós, nem mesmo frio congelante ou calor. O retorno financeiro não é tão compensatório. Por isso, precisamos de mais garantias”, declarou Airton Gottem.

“Vilão” - Para Anselmo Pivatto, que tem propriedade em São Miguel do Iguaçu, no Paraná, o produtor de leite ‘não é o vilão’. A observação dele foi feita em relação aos reajustes do preço do alimento para o consumidor final. Segundo Pivatto, ‘o produtor é quem ganha menos na ponta dessa cadeia’.

Investimentos - “Nossa busca por eficiência é diária, mas isso requer investimentos extras. Porém, como gastar mais do que o planejado com um mercado tão volátil e incerto? Gostaríamos de poder contar, por exemplo, com as tecnologias e avanços genéticos disponíveis para nosso mercado, mas é fora da nossa realidade financeira no momento. Vemos negócios indo à falência e ficamos preocupados, não queremos ter que enfrentar isso”, desabafou.

Minas - De Leopoldina, Minas Gerais, Paulo Junqueira pontuou que ‘assistência técnica para o pequeno produtor praticamente não existe’. Ele disse que a burocracia para obtenção de linhas de crédito é um dos principais problemas da categoria, que chega a abrir mão de sua propriedade como garantia para solicitar empréstimos, por exemplo.

Vocação - “O Brasil tem uma vocação divina, que é a da produção de alimentos. Em alguns municípios, somos a principal fonte de arrecadação de prefeituras, mas a maioria dos investimentos acontece nos centros urbanos, enquanto o campo é esquecido. Eu faço parte da cadeia leiteira por amor, mas realmente precisamos de contrapartidas para nos desenvolver de forma mais sólida”, afirmou Junqueira.

Goiás - A audiência virtual contou ainda com a participação do produtor Thiago Rodrigues, de Anicuns, Goiás. Na propriedade dele, a atividade gera 420 litros de leite por dia. Problemas apontados por Thiago foram a falta de mão-de-obra qualificada na área, taxas, juros e outros impostos embutidos nas propostas de financiamentos junto aos bancos públicos, e que a categoria recebe somente de retorno financeiro o valor referente à matéria-prima, enquanto o leite é utilizado em uma grande indústria de derivados.

Necessários - “Sabemos o quanto somos necessários para a economia dos nossos municípios, e que fazemos a diferença nos âmbitos estadual e nacional. Porém, consideramos que há uma grande desvalorização da nossa categoria por sermos classificados como pequenos da agricultura familiar. Mesmo assim, mantemos o foco e a esperança em elevar a produção de leite nesse país a um patamar ainda não visto na história desse produto. Juntos, somos mais fortes”, declarou, otimista.

Balanço positivo - A deputada federal Aline Sleutjes fez balanço positivo da primeira audiência do fórum virtual, destacando que a legislação e as políticas públicas voltadas aos produtores do Agro têm tido avanços significativos nos últimos tempos:

Leite - “O leite está presente na vida de praticamente todo cidadão: no café da manhã das famílias, nas merendas escolares, em muitos produtos caseiros ou industrializados, enfim, o leite faz parte da nossa cultura alimentar. Sabemos que enfrentamos problemas nesse setor há muito tempo, mas agora agravados principalmente pela pandemia do coronavírus, que deixou o mercado interno com mais problemas. Temos batalhado junto ao Governo Federal que está sensível a essa demanda, é um grande parceiro por meio das ações dos ministérios da Agricultura, Economia e outros. Cito como exemplo as condições, vigentes, desde o último dia 1º, de financiamentos para os agricultores por meio do novo Plano Safra, que propõe juros mais baixos, menos burocráticos e outros benefícios. Não queremos que o pequeno produtor pague para trabalhar. Vamos somar esforços para mudar essa realidade”, garantiu a vice-líder do Governo na Câmara.

Plano - Aline Sleutjes acrescentou que, no final das audiências do fórum, que contará com mais cinco encontros virtuais, sendo um por semana, a ideia é apresentar um plano para cadeia leiteira visando às soluções que esse setor necessita.

Economia - O leite faz parte da economia de 99% dos municípios do Brasil e representa o montante de 20 milhões de empregos diretos e indiretos. Espero que possamos olhar para o passado como uma escola de bons aprendizados e sensação de dever cumprido, e vislumbrar o futuro com esperanças redobradas para a evolução, eficiência, tecnologia e adequação da cadeia produtiva do leite”, finalizou a deputada federal. (Assessoria de Imprensa da deputada federal Aline Sleutjes)

FOTOS: Francisco Moreira

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ECONOMIA I: Novo decreto estadual suspende cobranças de dívidas de contribuintes

economia 07 07 2020Um novo decreto assinado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, publicado na sexta-feira (03/07) no Diário Oficial do Estado, suspende os prazos administrativos e a cobrança de dívidas por parte do Estado. O governo já tinha editado, no final de março, um decreto que suspendia essa cobrança por 90 dias, uma das medidas administrativas para minimizar o impacto da pandemia do novo coronavírus no bolso dos contribuintes.

Validade - A nova medida é válida até 31 de julho e inclui créditos com órgãos da Administração Pública Direta, autarquias e fundações estaduais. “Sabemos que muitas pessoas estão com dificuldades financeiras por causa dos impactos da pandemia. Por isso, resolvemos prorrogar essa cobrança, para um momento que afete menos os contribuintes”, disse o governador.

Suspensão - O mesmo decreto também suspende o acesso aos autos dos processos físicos, a apresentação de protesto de certidões de dívida ativa do Estado e o ajuizamento de execuções fiscais, para evitar a circulação e aglomeração de pessoas.

Protestos - A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) realiza cerca de 30 mil protestos e ajuíza em torno de 400 dívidas por mês. Atualmente, a Dívida Ativa Estadual está em torno de R$ 40,3 bilhões. A suspensão dos prazos de pagamento dá novo fôlego a cidadãos e empresas que tenham algum débito com o Estado, como impostos atrasados, multas ambientais, administrativas, do Procon e outros tipos de créditos. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA II: Captação da poupança diminui em junho, mas bate recorde para o mês

economia II 07 07 2020Aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros, a caderneta de poupança voltou a atrair o interesse dos brasileiros em meio à pandemia provocada pelo novo coronavírus (covid-19). No mês passado, os investidores depositaram R$ 20,53 bilhões a mais do que retiraram da aplicação, informou nesta segunda-feira (06//07) o Banco Central. Em junho do ano passado, os brasileiros tinham depositado R$ 2,5 bilhões a mais do que tinham sacado.

Captação líquida - A captação líquida – diferença entre depósitos e retiradas – diminuiu em relação a maio, quando atingiu o recorde de R$ 37,2 bilhões para todos os meses. Mesmo assim, o resultado de junho é o maior já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1995. Com o resultado do mês passado, a poupança acumula entrada líquida de R$ 84,43 bilhões nos seis primeiros meses do ano.

Evolução - A aplicação tinha começado o ano no vermelho. Em janeiro e fevereiro, os brasileiros retiraram R$ 15,93 bilhões a mais do que depositaram. A situação começou a mudar em março, com o início da pandemia da covid-19, quando os depósitos superaram os saques em R$ 12,17 bilhões. A poupança captou R$ 30,46 bilhões em abril e bateu o recorde de R$ 37,2 bilhões em maio.

Reflexo - A queda expressiva da bolsa de valores e a instabilidade em outros investimentos, como títulos do Tesouro, refletiram-se em maior volume de depósitos na poupança. Por causa da turbulência no mercado financeiro, os títulos do Tesouro Direto têm registrado oscilações nas taxas de juros.

Rendimento - Com rendimento de 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia), a poupança atraiu mais recursos mesmo com os juros básicos em queda. Com a Selic no menor nível da história, o investimento estava rendendo menos que a inflação no início do ano. No entanto, a expectativa de que a inflação caia por causa da crise econômica provocada pelo novo coronavírus pode fazer a aplicação terminar o ano com rendimento positivo.

12 meses - Nos 12 meses terminados em junho, a aplicação rendeu 3,19%, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que serve como prévia da inflação oficial, atingiu 1,92%. O IPCA cheio de maio será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no próximo dia 10.

Focus - Para este ano, o Boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, prevê inflação oficial de 1,63% pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Com a atual fórmula, a poupança renderia 1,57% este ano, caso a Selic de 2,25% ao ano estivesse em vigor desde o início do ano. No entanto, como a taxa foi sendo reduzida ao longo do primeiro semestre, o rendimento acumulado será um pouco maior.

Histórico - Até 2014, os brasileiros depositaram mais do que retiraram da poupança. Naquele ano, as captações líquidas chegaram a R$ 24 bilhões. Com o início da recessão econômica, em 2015, os investidores passaram a retirar dinheiro da caderneta para cobrir dívidas, em um cenário de queda da renda e de aumento de desemprego.

Saques - Em 2015, R$ 53,57 bilhões foram sacados da poupança, a maior retirada líquida da história. Em 2016, os saques superaram os depósitos em R$ 40,7 bilhões. A tendência inverteu-se em 2017, quando as captações excederam as retiradas em R$ 17,12 bilhões, e em 2018, com captação líquida de R$ 38,26 bilhões. Em 2019, a poupança registrou captação líquida de R$ 13,23 bilhões. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

ECONOMIA III: Preço da cesta básica cai em junho em 10 capitais

O valor da cesta básica caiu em junho, em 10 das 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Segundo levantamento divulgado nesta segunda-feira (06/07), a maior redução foi no Rio de Janeiro (8,23%), onde o conjunto de itens básicos ficou em R$ 512, 84. Em 12 meses, a cesta básica ainda acumula alta de 2,84% na capital fluminense.

Maior alta- Aracaju apresentou a maior alta no mês passado, 4,97%. No acumulado de janeiro a junho, os itens pesquisados pelo Dieese registram aumento de 19,34% e. em 12 meses, os preços subiram 9,6%. A cesta básica ficou mais cara também em Campo Grande (4,32%), Fortaleza (2,01%), Belém (0,11%), Brasília (2,12%), Natal (3%) e Salvador (2,16%).

A mais barata - A capital baiana tem a cesta mais barata do país (R$ 419,18).

Queda - Brasília é única das capitais pesquisadas que apresenta queda no valor da cesta básica em 12 meses, com retração de 0,98%. O conjunto de itens básicos custam R$ 450,45 na capital federal. No acumulado de janeiro a junho, a cesta registrou queda de 4,95% em Brasília.

Mais cara - São Paulo tem a cesta mais cara do país (R$ 547,03). Em junho, os produtos tiveram queda de 1,68%, mas nos últimos 12 meses a alta acumulada é de 9,04%.

Tomate - O preço do tomate caiu em 15 cidades – em Vitória, a queda o valor foi de 55,89% e, no Rio de Janeiro, de 47,42%. A batata ficou mais barata em oito das dez capitais do Centro-Sul, com redução de 27,68% no preço médio no Rio de Janeiro e de 3,3% em São Paulo.

Outras capitais- A cesta básica também ficou mais barata em junho em Florianópolis (1,35%), Porto Alegre (1,20%), Curitiba (4,75%), Vitória (6,84%), Goiânia (4,98%), Belo Horizonte (1,82%), Recife (3,58%) e João Pessoa (2,23%). (Agência Brasil)

POLÍTICA: Bolsonaro sanciona MP que criou programa de manutenção do emprego

politica 07 07 2020O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta segunda-feira (06/07) a Medida Provisória (MP) 936, que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda. Editada pelo próprio presidente no início de abril, a MP tramitou no Congresso Nacional e foi aprovada pelos parlamentares no mês passado, com algumas alterações.

Suspensão - O dispositivo permite, durante o estado calamidade pública devido à pandemia do novo coronavírus, a suspensão do contrato de trabalho por até 60 dias e a redução de salários e da jornada de trabalho pelo período de até 90 dias. No caso de redução, o governo paga um benefício emergencial ao trabalhador, para repor parte da redução salarial e, ao mesmo tempo, reduzir as despesas das empresas em um período em que elas estão com atividades suspensas ou reduzidas.

Cálculo - Esse benefício pago pelo governo é calculado aplicando-se o percentual de redução do salário ao qual o trabalhador teria direito se requeresse o seguro-desemprego, ou seja, o trabalhador que tiver jornada e salário reduzidos em 50%, seu benefício será de 50% do valor do seguro desemprego ao qual teria direito, se tivesse sido dispensado. No total, o benefício pago pode chegar até a R$ 1.813,03 por mês.

Mudança - Em sua versão original, a MP 936 previa que o contrato de trabalho poderia ser suspenso por até 60 dias. Já a redução salarial não poderia ser superior a 90 dias. Na Câmara dos Deputados, foi aprovada a permissão para que esses prazos sejam prorrogados por um decreto presidencial enquanto durar o estado de calamidade pública, alteração mantida pelos senadores.

Acordo individual - A MP, agora sancionada, prevê ainda que suspensão ou redução salarial poderá ser aplicada por meio de acordo individual com empregados que têm curso superior e recebem até três salários mínimos (R$ 3.135) ou mais de dois tetos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou seja, salários acima de R$ 12.202,12. Trabalhadores que recebam salários entre R$ 3.135 e R$ 12.202,12 só poderão ter os salários reduzidos mediante acordo coletivos. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

SAÚDE I: Brasil tem 65,4 mil mortes causadas pela Covid-19

O Brasil chegou a 65.487 mortes em decorrência da covid-19. Foram registradas mais 620 mortes nas últimas 24 horas, conforme atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta segunda-feira (06/07). No domingo (05/07), o balanço informava a ocorrência de 64.867 mortes em função da pandemia.

Novos casos - Pelas estatísticas do Ministério da Saúde, foram identificados mais 20.229 casos da doença. Com isso, o número total de pessoas infectadas chegou a 1.623.284. No domingo, o painel do Ministério da Saúde mostrava 1.603.555 casos confirmados. Do total de infectados até o momento, 927.292 já se recuperaram e 630.505 pacientes ainda estão em acompanhamento.

Menores - Os números diários do balanço do Ministério da Saúde em geral são menores aos domingos e segundas-feiras pelas restrições nas equipes que fazem contagem de dados nas secretarias municipais e estaduais, e maiores às terças-feiras, quando há aumento de registros em razão do acúmulo do que não foi encaminhado no fim de semana.

Regiões - A região com maior número de mortes por covid-19 é o Sudeste, com 29.900. O Nordeste registra 21.235 óbitos; o Norte, 10.039; o Centro-Oeste, 2.328; e o Sul, 1.985.

Estados - Os estados com mais mortes em função da pandemia são São Paulo (16.134), Rio de Janeiro (10.698), Ceará (6.481), Pará (5.105) e Pernambuco (5.163). As unidades da Federação com menos óbitos são Mato Grosso do Sul (122), Tocantins (224), Roraima (371), Acre (394) e Santa Catarina (406). (Agência Brasil)

SAÚDE II: Paraná registra mais 1.291 casos e 25 mortes pelo coronavírus

saude II 07 07 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta segunda-feira (06/07) mais 1.291 confirmações e 25 mortes pela infecção causada pelo novo coronavírus. O Paraná soma 32.411 casos e 806 mortos em decorrência da doença. Há ajustes nos casos confirmados detalhados ao final do texto.

Internados - Nesta segunda-feira, 794 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estavam internados. Destes, 632 ocupando leitos SUS (245 em UTI e 387 leitos em clínicos/enfermaria) e 162 leitos da rede particular (61 em UTI e 101 em leitos clínicos/enfermaria).

Resultados - Há outros 899 pacientes internados, 461 em leitos UTI e 438 em enfermaria, que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Óbitos - A secretaria estadual informa a morte de mais 25 pacientes. Todos estavam internados. São oito mulheres e 17 homens com idades que variam de 17 a 91 anos. Os óbitos ocorreram entre 5 de junho a 6 de julho.

Residência - Os pacientes que faleceram residiam em Apucarana (1), Arapuã (1), Assaí (1), Campo Largo (1), Clevelândia (1), Colombo (2), Curitiba (2), Guaratuba (1), Londrina (1), Maringá (1), Paranaguá (2), Pinhais (1), Piraquara (1), Pontal do Paraná (1), Prudentópolis (1), Rolândia (2), São Jose dos Pinhais (2), Sarandi (1) e Toledo (2).

Municípios - No Paraná, 372 cidades têm ao menos um caso confirmado de Covid-19. Em 158 municípios há óbitos pela doença.

Fora do Paraná- O monitoramento da secretaria estadual registra 358 casos de pessoas que não moram no Estado. Destas, 14 foram a óbito.

Ajustes - Alteração de município: um caso confirmado em 04/07 em Palmas foi transferido para Coronel Domingos Soares; um caso confirmado em 04/07 em Ampere foi transferido para Toledo; um caso confirmado em 04/07 em Pranchita foi transferido para Toledo; um caso confirmado em 30/05 em Santa Terezinha de Itaipu foi transferido para Londrina. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: ANS disponibiliza dados dos planos de saúde relativos a maio

saude III destaque 07 07 2020Os números de beneficiários de planos de saúde relativos ao mês de maio estão disponíveis para consulta no portal da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A reguladora atualizou as informações nesta segunda-feira (06/07).

Total - Em maio de 2020, o setor totalizou 46.829.760 usuários na segmentação de assistência médica e 25.373.475 na segmentação exclusivamente odontológica em todo o Brasil. No geral, o setor manteve a tendência de estabilidade, com pequenas oscilações em relação aos meses anteriores.

Modificações - Cabe ressaltar que os números podem sofrer modificações retroativas em função das revisões efetuadas pelas operadoras.

Tabelas - Confira nas tabelas abaixo os números de beneficiários por tipo de contratação do plano e por UF nos meses de maio de 2019 a maio de 2020. Clique aqui para acessar os dados completos disponíveis na Sala de Situação, incluindo os comparativos por mês. (ANS)

saude III tab I 07 07 2020

 

 

 

 

  

saude III tab II 07 07 2020

 

 

 

 

 

saude III tab III 07 07 2020

 

 

 

 

 

 

SIMEPAR: Com menor intensidade, novo ciclone se aproxima do Paraná

simepar 07 07 2020Uma semana depois de um ciclone extratropical atingir o Sul do País e trazer muitos estragos para o Paraná, o Estado fica novamente em alerta com a previsão de que o mesmo fenômeno se repita entre esta terça (07/07) e quarta-feira (08/07). Porém, desta vez os transtornos serão menores, já que o ciclone que se forma no Oceano Atlântico, entre o litoral do Rio Grande do Sul e o do Uruguai, é menos intenso, diz o Simepar.

Frente fria - “A frente fria atinge principalmente a metade Sul do Estado, desde o Litoral até a Região Oeste. A previsão para o Paraná é de chuvas moderadas nessas regiões, acompanhadas de raios e ventos entre 50 km/h e 60 km/h, talvez algumas rajadas mais fortes, mas sem chegar aos 100 km/h como na semana passada”, explica o meteorologista do Simepar, Reinaldo Kneib.

Mais frio - Passado o temporal, a previsão é de mais frio para o Paraná no fim da semana, com possibilidade de geada entre a quinta-feira (09/07) e a sexta-feira (10/07) na Região Metropolitana de Curitiba e em outros municípios por onde a frente fria passar.

O que é - Os ciclones extratropicais são resultado de um sistema de baixa pressão atmosférica que se forma sobre o oceano e se aprofunda na superfície. O desta semana vem associado de duas frentes: uma fria, que atinge o Estado, e outra quente, que se desloca para o oceano. “Esses fenômenos acontecem todo ano e são mais fortes nesta época”, afirma Kneib.

Estragos - De acordo com a Coordenadoria Estadual da Defesa Civil, o temporal de semana passada afetou aproximadamente 27 mil pessoas em 83 municípios. Uma pessoa morreu e 11 ficaram feridas. Cerca de 5,3 mil casas foram danificadas e 10 destruídas. A queda de árvores e postes na rede de energia também deixou cerca 1,8 milhão de pessoas sem luz, além de afetar o abastecimento de água.

Alertas - Para não ser pega de surpresa com os eventos climáticos, a população do Paraná pode se cadastrar para receber os alertas meteorológicos da Defesa Civil. É só mandar uma mensagem de texto (SMS) com o CEP de sua residência para o número 40199. O cadastro é gratuito. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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