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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4849 | 23 de Junho de 2020

COVID-19: Confira o comunicado 60 do Comitê de Acompanhamento e Prevenção do Sistema Ocepar

covid 19 comite 23 06 2020O Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar divulgou, na manhã desta terça-feira (23/06), o comunicado 60, com mais informações relativas ao cooperativismo paranaense, como a reunião ocorrida com a Coasul, de São João (PR), sobre os indicadores econômicos e financeiros da cooperativa, dentro das ações do Programa de Autogestão. Veja abaixo as informações.

1. O Sistema Ocepar realizou de forma virtual, no dia 22 de junho, a reunião da Autogestão com a Cooperativa Coasul, contando com a participação do presidente, diretores e gestores.

2. No dia 22 de junho, o Sistema OCB realizou reunião semanal, de forma virtual, com representantes da Ocepar e das cooperativas Copacol e Aurora para avaliar os desdobramentos das estratégias definidas para a Cosit-11.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

 

CRIATIVIDADE: O profissional que que não se adaptar vai deixar de ser relevante

A criatividade e a inovação em tempos estranhos foi o tema da 13ª live promovida pelo Sistema Ocepar, por meio da Gerência de Desenvolvimento Cooperativo do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo do Paraná (Sescoop/PR). “Já reunimos quase mil pessoas nas lives que promovemos para os agentes das cooperativas paranaenses. Nesses encontros, promovemos reflexões importantes sobre o momento que o mundo está passando e como se adaptar a esse novo normal”, disse o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski.  

Cooperativas - O tema da 13ª live foi conduzido pelo diretor da Escola de Criatividade, Jean Sigel, profissional com um longo e diversificado currículo e que já por diversas ocasiões ministrou palestras e cursos para o setor cooperativo. “Gosto muito do modelo cooperativo.  Acho que o mundo precisa aprender com a maneira cooperativa de ser”, afirmou. Segundo ele, o momento é complicado, desafiador e “temos que achar o melhor de nós e neste sentido o cooperativismo têm muito o que ensinar”. 

A mudança já começou - “Para falar sobre criatividade precisamos quebrar alguns rótulos, velhas convicções a que estávamos acostumados há apenas três meses”, completou Sigel.  De acordo com ele, muito do que que vem sendo falado dentro desse “novo normal” que a pandemia está provocando, são questões que já vinham sendo debatidas há muito tempo. “Vivemos uma era de transformação digital, então, a mudança e a necessidade da adaptação não é algo de agora. O que aconteceu é que essa pandemia acelerou o processo”, comentou. 

Aceitação - Ele lembrou que estudos publicados em 2010 já falavam das habilidades e competência exigidas dos profissionais dessa era, entre as quais, a adaptação às mudanças, aprender novas tecnologias, comunicação e empatia. “O digital mudou as nossas vidas, a relação com as empresas, os nossos empregos. E isso não é algo novo. Mas com essa pandemia, essa mudança tornou-se ainda amais real e próxima e se não aceitarmos isso, vamos ficar para trás e deixar de ser relevantes para o nosso trabalho e para a nossa profissão”, alertou. 

Confira algumas reflexões promovidas na live de ontem:

 - É preciso desmitificar a criatividade e a inovação. A falta de recurso é um elemento que pode limitar, mas não é tudo. É preciso aceitar a inovação. 

- A inovação não acontece para a maioria das empresas. Apenas 20% das empresas conseguem transformar ideias em inovação. 

- Estamos vivendo um momento de incerteza, sem precedentes na história humana.  

- E, junto com as mudanças, vem a questão de que as pessoas não querem ser tratadas como números. Há uma tendência de atendimento mais humano. As empresas precisam dar respostas e soluções mais customizadas. Eu não vendo carro, eu vendo mobilidade. E o que você, cooperativa, oferece ao seu cooperado e ao seu cliente?  

- A habilidade de criação e dar vazão aos talentos serão cruciais para a empregabilidade do futuro.  

- O que temos a ver com tudo isso? Ou a gente aceita a mudança ou o mundo vai continuar mudando sem a gente. Temos que aceitar que a mudança já está acontecendo e isso não é de hoje.  

- Temos que adotar alguns hábitos criativos: 1) Atitude autoral; 2) Adaptação; 3) Pensar com a cabeça do outro; 4) Comunicação.  

- Atitude autoral: analisar onde você é bom. Pesquisas mostram que temos duas ou três inteligências, das oito já mapeadas, ou seja, dois ou três pontos que somos realmente bons. Então, que talentos eu tenho e que precisam ser reativados? Faça uma autoanálise: quem sou eu? Onde sou imbatível? Onde posso liderar?  

- Adaptação: não é o mais forte que ganha, e sim o mais adaptável. Uma dica: saia da toca, daquilo que te dá conforto; busque conhecimentos em outras áreas, veja o que estão fazendo; aprenda coisas novas; se coloque em situações desafiadoras.  

- Pensar com a cabeça do outro é saber ouvir, aprender a colaborar. Preciso entender o que o associado precisa para que eu consiga entregar a melhor experiência pra ele. Às vezes, o que não é dito é bem mais importante do que é dito.  

- Sem comunicação verdadeira não há inovação. E não estamos falando em comunicação como meio, profissional ou área e, sim, na comunicação pessoal, na forma como transmito informações para o meu público. Como está a minha comunicação interna, com os colaboradores, com os associados? Estou sendo transparente, deixando claro o que está acontecendo, as mudanças que estão sendo feitas? Estou tranquilizando as pessoas, tornando as relações mais humanas? 

- Toques finais: a criatividade é uma prática pessoal. Nós nascemos criativos, pensantes. É um músculo que tem que ser treinado a todo tempo. A inovação é um processo coletivo e depende de um método. A inovação é um atributo da empresa, enquanto a criatividade é pessoal.  

- Precisamos sair do modo remoto, entender o que está acontecendo no mundo e nos adaptar. Sem isso, seremos irrelevantes para as nossas empresas. 

- Minha marca pessoal é uma promessa e como tal precisa ser cumprida para que as relações sejam próximas. Estou entregando o que esperam de mim ou estou deixando a desejar? O essencial é invisível aos olhos, por isso preciso ir além, sempre.

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SISTEMA OCB: Vem aí o Prêmio Somoscoop Melhores do Ano

sistema ocb 23 06 2020A 12ª edição do Prêmio SomosCoop Melhores do Ano chega cheia de novidades! Mas o objetivo continua o mesmo: destacar as boas práticas de cooperativas que tenham proporcionado benefícios aos seus cooperados e à comunidade. A premiação, realizada pelo Sistema OCB, é também uma oportunidade de mostrar o quanto as cooperativas são essenciais para o país, social e economicamente.

Projetos - Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, tradicionalmente, as ações inscritas no prêmio são sempre relativas ao biênio anterior, “contudo, por conta da pandemia, as cooperativas poderão inscrever projetos realizados em 2020 desde que tenham resultados já neste ano. Assim, vamos poder identificar e premiar iniciativas com foco no combate à disseminação do novo Coronavírus ou que visem à diminuição dos impactos socioeconômicos gerados pela pandemia.”

Novidades - Neste ano, as categorias apresentam duas novidades. A primeira é que Desenvolvimento Sustentável foi incorporada pela Cidadã, reforçando, ainda mais, o compromisso das coops com os ODS da ONU, em sua agenda 2030. As demais categorias são: Comunicação e Difusão do Cooperativismo; Cooperjovem; Fidelização; Inovação; e Intercooperação. E a regra continua a mesma: pode ser inscrito somente um case por categoria.

Influenciadores - A segunda novidade é a criação da categoria Influenciadores Coop, direcionada a pessoas físicas consideradas referência na disseminação do cooperativismo brasileiro. Mas não para por aí: as indicações serão feitas pelas unidades estaduais do Sistema OCB e os vencedores serão escolhidos por votação popular no site do Prêmio SomosCoop Melhores do Ano.

Diferenciais - “O que a gente quer com essa nova categoria, Influenciadores Coop, é reconhecer quem tem levado o propósito e os diferenciais do cooperativismo a mais e mais pessoas, fazendo isso a partir de um trabalho sério, com a produção de conteúdos relevantes e ao mesmo tempo alinhados ao que propõe o nosso movimento. Porque a nossa intenção maior com tudo isso é fazer um Brasil melhor, com mais cooperação, inovação, igualdade e sustentabilidade. E isso não só no discurso, mas na prática”.

Site - Ficou interessado? Acesse agora mesmo o site melhores.premiosomoscoop.coop.br e confira o regulamento completo.

Inscrições - As cooperativas singulares e centrais, confederações e federações sediadas no Brasil, regulares com a OCB podem se inscrever. As interessadas também devem estar com seu cadastro plataforma Sou.Coop atualizado. Vale destacar que o prazo é 3 de setembro. (OCB)

 

DIA C I: Cooperativas de Pato Branco promovem arrecadação de alimentos

Um grupo de sete cooperativas de diferentes segmentos está promovendo uma arrecadação de alimentos, produtos de limpeza e recursos financeiros em benefício de uma série de entidades assistenciais de Pato Branco (PR).

Mega-Arrecadação - Batizada de Mega-Arrecadação, a campanha está sendo promovida por conta do Dia de Cooperar, mais conhecido como Dia C, mobilização nacional de cooperativas em prol de ações sociais.

Participantes - Em Pato Branco participam do Dia C as cooperativas Coopertradição, Unimed Pato Branco, Uniprime, Sicoob, Cresol, Evolua e Sicredi.

Entrega - As doações de alimentos e produtos de limpeza podem ser entregues até o dia 03/07, nas agências e unidades de atendimento das cooperativas participantes, e também nos supermercados Patão, Brasão e Super Pão, e na panificadora Empório do Pão.

Em dinheiro - Também é possível fazer doações em dinheiro por meio de depósitos na conta da Associação dos Colaboradores da Sicredi Parque das Araucárias (Sicredi 748 – Agência 0737, conta: 30294-3, CNPJ: 09.449.036/0001 – 21).

Prazo - Os organizadores deverão realizar a entrega dos donativos no dia 04/07, data em que se celebrará o Dia C. Serão beneficiadas as seguintes entidades: Remanso da Pedreira, ISSAL, Hospital do Câncer, Instituto Policlínica, SOS Vida, Gama, APAC, Casa Abrigo, Lar dos Idosos e Assistência Social.

Pandemia - A mobilização deste ano tem o objetivo de contribuir com as entidades que necessitam de recursos para manter seus trabalhos durante a pandemia de Covid-19. (Imprensa Sicredi Parque das Araucárias PR/SC/SP)

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DIA C II: Primato promove ações solidárias no Dia de Cooperar

dia c II 23 06 2020O primeiro sábado de julho é reservado às comemorações do Dia de Cooperar (Dia C), uma iniciativa das cooperativas do país para promover e estimular a realização de ações voluntárias. Neste ano, também tem como objetivo específico dar visibilidade às ações de prevenção ao Covid-19 e mostrar que, em seu conjunto, o cooperativismo consegue impactar positivamente milhões de pessoas.

Primato - A Primato Cooperativa Agroindustrial está promovendo uma de suas ações para o Dia C na rede supermercados. “Este ano o Dia C está diferente como muitas outras ações que tem a necessidade de adaptação por conta da pandemia do novo coronavírus, por isso na edição de 2020 estamos promovendo uma ação ligada a linha de alimentos Primato”, explicou o diretor executivo da Primato, Anderson Sabadin. “Na compra de produtos da marca Primato em nossos supermercados, iremos destinar 5% das vendas para doação às instituições sociais Fazenda da Esperança e Secretaria Municipal de Assistência Social em Toledo”, complementou.

Alimentos - A ação integra o Dia C – Dia de Cooperar, desenvolvido pelo sistema cooperativista de todo o país por meio de atividades voluntárias que evidenciam os valores e os princípios do setor. “E estamos vivendo um momento totalmente diferente e tomando o máximo de cuidados para que cooperados e clientes possam fazer suas compras com segurança e tranquilidade. Disponibilizamos canais digitais como site e aplicativo de compras com sistema de entrega a domicílio”, enfatizou Sabadin. “E o alimento sem dúvida é fundamental para mantermos a saúde física e mental nesse momento de muitas restrições, por isso, ao adquirir produtos de nossa linha alimentícia é ter qualidade na mesa e com a ação do Dia C, promover a cooperação destinando esse recurso importante para as instituições escolhidas”, concluiu.

Lives - Outra ação é participação de Lives de músicos locais promovidas em Toledo, que a cada quatro cestas compradas na rede de supermercados durante a transmissão, a Primato doa uma as instituições que recebem os recursos dos mesmos.

Supermercados - A linha de alimentos Primato está disponível nas unidades da rede Primato Supermercado em Toledo e Vera Cruz do Oeste e também pelo site supermercado.primato.com.br, ou pelo aplicativo para smartaphones android https://bit.ly/3gMetfB e sistemas apple (IOS) https://apple.co/2U0JqDa . (Imprensa Primato)

 

SICOOB UNICOOB: Cooperativas investem mais de R$ 900 mil em ações de combate ao coronavírus

sicoob unicoob 23 06 2020Diariamente, as singulares do Sicoob Unicoob buscam reforçar seu compromisso com as comunidades nas quais atuam. Neste momento de pandemia, as cooperativas têm colocado isso em prática por meio de ações para combater a Covid-19, contribuir com a segurança e a saúde das pessoas.

Ações - Desde março, quando começaram as recomendações de isolamento social em todo o Brasil, as cooperativas do Sicoob Unicoob realizaram cerca de 70 ações, iniciativas que representam um investimento de mais de R$ 900 mil destinados para diversas finalidades, como compra de insumos hospitalares, de EPIs (Equipamento de Proteção Individual), doação de alimentos e produtos de higiene e limpeza.

Participação - Participaram das ações as cooperativas Aliança, Arenito, Cooesa, Credicapital, Horizonte, Integrado, Marechal, Meridional, Médio Oeste, Metropolitano, Ouro Verde, Ouro Branco, Sul, Três Fronteiras, Unidas e Vale Sul. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB OURO BRANCO: Colaboradores participam de capacitação online sobre cobrança

sicoob ouro branco 23 06 2020O Sicoob Ouro Branco realizou, entre 8 e 12 de junho, um treinamento sobre negociação e ferramentas para cobrança. O curso, que contou com a participação de 60 gerentes de agência e gerentes de relacionamento, foi realizado por meio de videoconferência por conta das medidas de prevenção à Covid-19.

Instrutor - O treinamento foi ministrado pelo professor e doutor em Administração pela Universidade Nacional de Rosário (UNR), Alfredo Bravo. Em sua tese de doutorado, ele desenvolveu uma metodologia denominada Negociação 7.0, que contempla um aplicativo para o planejamento das negociações com base nos estudos de Harvard e Wharton. A ferramenta interativa ajuda nas três etapas do processo de negociação: preparação (antes), execução (durante) e controle (depois).

Importante - Sobre a experiência oportunizada pela cooperativa, a colaboradora Débora Costa avalia que foi um momento importante, já que as atividades se destacaram pela forma diferente e dinâmica de transmitir conteúdos. “A atividade nos proporcionou reflexões sobre o trabalho da cooperativa e sua relação com os cooperados”, sintetiza. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICREDI FRONTEIRAS: Inaugurada segunda agência em Atibaia (SP)

sicredi fronteiras 23 06 2020O Sicredi – instituição financeira cooperativa com mais de 4,5 milhões de associados e presente em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal – inaugura em 03 de julho sua segunda agência no Município de Atibaia/SP. Localizada na Av. Dona Gertrudes, nº 995, bairro Alvinópolis, a agência pertence à Cooperativa de Crédito Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, que atua em 57 municípios, com mais de 68 mil associados e 34 agências, administrando R$ 1,8 bilhão em ativos e patrimônio líquido de R$ 220 milhões.

Experiência cooperativa - Projetado para criar uma experiência ainda mais cooperativa, o espaço de 242m² foi pensado para oferecer conforto, proximidade e interação entre os associados. Além da agência física, o Sicredi também oferece uma múltipla rede de canais de conveniência (aplicativo mobile e internet banking, redes de autoatendimento e agentes credenciados).

Aceitação - Segundo o gerente regional de Desenvolvimento da Sicredi Fronteiras, Sérgio Roberto Jordani, o bairro Alvinópolis mostrou uma grande aceitação ao modelo cooperativo do Sicredi, logo que a primeira agência foi inaugurada no município.

Expectativa - Tiago Matos Barata, gerente da agência, afirma que mesmo em um momento de algumas dúvidas e incertezas, a expectativa é excelente. “Uma nova agência em Atibaia, no bairro Alvinópolis, com instalações modernas e colaboradores preparados para atender nossos associados nos motiva muito. Esperamos retribuir o carinho de Atibaia cooperando sempre com toda sociedade local”, comenta o gerente.

Live - A inauguração será realizada no formato de live (transmissão ao vivo), nos canais oficiais da Sicredi Fronteiras no Facebook e Youtube, diretamente da agência no bairro Alvinópolis, no dia 3 de julho, às 19h30min. Desta vez a cooperativa se valerá da tecnologia para firmar o compromisso e assumir a responsabilidade de continuar oferecendo os melhores serviços para o município de Atibaia.

Momento diferente - Conforme José César Wunsch, presidente da Cooperativa de Crédito Sicredi Fronteiras PR/SC/SP, este é um momento diferente, que demanda cuidado extra com a saúde dos associados, colaboradores e comunidade em geral. “Esses posicionamentos novos foram pensados para continuarmos realizando os propósitos para o qual foi organizada a Cooperativa Sicredi Fronteiras em 1990. Gente que coopera, cuida e gente que coopera, cresce” finaliza o presidente.

Atendimento - A nova agência iniciará os atendimentos ao público a partir do dia 6 de julho e, conforme as diretrizes da Febraban (Federação Brasileira de Bancos) com relação ao enfrentamento do novo coronavírus, funcionará das 9h às 14h.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

COCAMAR: Sexta e sábado tem prevenção da saúde no posto de combustível da cooperativa

Uma série de ações voltadas para a proteção e a prevenção da saúde de caminhoneiros, motoristas e viajantes em geral, será promovida na sexta-feira e no sábado (dias 26 e 27/06), em horário comercial, no Posto Cocamar, localizado na PR-317 saída de Maringá para Campo Mourão. As atividades compreendem orientações e testes para identificação da Covid-19, vacinação contra gripe e sarampo, exames para controle de hipertensão e diabetes.

Selecionado - Um dos maiores e mais movimentados da região, o Posto foi selecionado para receber o evento que é coordenado pela Secretaria de Estado da Saúde e Rede de Postos Ipiranga. Inédita pelo volume de serviços oferecidos, a ação já foi realizada em outras cidades do estado e segue até o dia 7 de julho.

Monitoramento - “O monitoramento é importante para fazermos também o bloqueio do coronavírus. O momento preocupa e nossas ações de enfrentamento são diárias”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto. (Imprensa Cocamar)

 

cocamar 23 06 2020

 

BOM JESUS: Cooperados têm início promissor com a cultura do trigo

bom jesus 23 06 2020A cultura do trigo é uma importante aliada para os produtores no inverno, auxiliando no manejo do solo e contribuindo para culturas subsequentes, como, por exemplo, a soja. Outro fator importante é o consumo da sociedade, que aumentou nos últimos tempos para derivados, como farinhas. Hoje o Brasil produz algo em torno de 6 a 7 milhões de toneladas desse cereal, mas seu consumo chega a 12 milhões de toneladas, conforme informações do Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). 

Irati - A região de Irati (PR) é uma das grandes produtoras da cultura na região de abrangência da Cooperativa Bom Jesus. O plantio já foi iniciado nesta região e, conforme Vitor Elias Pedroso, consultor técnico do entreposto de Irati, "a cultura do trigo está com ótimo desenvolvimento e os produtores bem otimistas, principalmente quem realizou plantio antecipado, pois devido à grande quantidade de chuva nos últimos dias, auxiliou na germinação das sementes". Segundo o consultor, "alguns produtores ainda não realizaram o plantio, mas estão muito confiantes para a safra 2020/2020 de trigo, devido à alta no preço da cultura e previsões positivas para o bom desenvolvimento", afirma. 

Cuidados - Para Vitor, os cuidados com a cultura são muito importantes para seu desenvolvimento. "Os principais cuidados são com oídio, mancha foliar e ferrugem, pois devido à alta umidade aparecem com frequência, sendo assim, é posicionado a realização de aplicações de fungicidas pensando na prevenção dessas doenças", afirma o consultor. Vitor também orienta para quem ainda não plantou a cultura do trigo. "Para produtores que ainda pensam em plantar, indico realizar uma boa adubação nitrogenada na qual deve ser aplicada em duas épocas, uma na semeadura e outra em cobertura no perfilhamento do trigo; e observar as condições climáticas para realizar o plantio, visando na boa germinação das sementes", completa.  

Equipe técnica - A equipe técnica da Cooperativa Bom Jesus está à disposição dos cooperados e produtores locais para melhor desenvolvimento da cultura do trigo na região. (Imprensa Bom Jesus) 

FOTO: Helton Konschak

 

 

EMBRAPA FLORESTAS: “Iniciativa Araucária” realiza evento virtual para discutir viabilidade e incentivo ao plantio de araucárias

embrapa florestas I 23 06 2020Nesta quarta-feira (24/06), em comemoração ao Dia Nacional da Araucária (Araucaria angustifolia), a Embrapa Florestas lança a “Iniciativa Araucária”, um conjunto de ações de articulação e mobilização para pesquisas e transferência de tecnologias para incentivo ao plantio desta espécie. Para isso, realiza um webinar em que diferentes instituições vão abordar a ocorrência atual da floresta com araucária, as oportunidades com plantios, a produção de pinhão no Paraná e os diferentes produtos feitos com a espécie.

Série - “Este é o primeiro de uma série de eventos que pretendemos realizar para discutir o plantio de araucárias com base científica e prática”, explica Erich Schaitza, chefe geral da Embrapa Florestas. “É uma espécie icônica e queremos mostrar a viabilidade do seu plantio como forma de conservação e geração de renda”, completa.

Programação - A programação do evento conta com:

- Joberto Veloso de Freitas, que coordenou o Inventário Florestal Nacional (IFN) realizado pelo Serviço Florestal Brasileiro e, atualmente, é professor da Universidade Federal do Amazonas. Seu tema será “Ocorrência e uso da Araucária no Sul do Brasil: evidências do Inventário Florestal Nacional"

- Gustavo Bediaga, coordenador de Uso Sustentável dos Recursos Florestais do Ibama, que coordenou a elaboração da publicação “Produção madeireira de espécies nativas brasileiras – 2012 a 2017”. A publicação mostra que a araucária foi a 4º madeira de espécie florestal nativa mais importante na economia nacional. Seu tema será “Produção madeireira de Araucária de 2012 a 2017”

- Pablo Signor, engenheiro florestal do Departamento de Economia Rural/Deral, da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, que vai falar sobre “Produção de pinhão no Estado do Paraná”, com dados históricos sobre produção de pinhão e preços pagos ao produtor

- Erich Schaitza, chefe geral da Embrapa Florestas, que vai falar sobre a “Iniciativa Araucária” e as ações de pesquisa e transferência de tecnologias para incentivo ao plantio de araucária. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Florestas)

SERVIÇO

Iniciativa Araucária – Webinar

Data: 24/06/2020

Horário: 10h

Acesse em: www.youtube.com/embrapa

 

 

 

 

 

COMÉRCIO EXTERIOR I: Balança comercial registra superávit de US$ 1,653 bilhão na terceira semana de junho

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,653 bilhão e corrente de comércio de US$ 6,966 bilhões, na terceira semana de junho de 2020 – com cinco dias úteis –, como resultado de exportações no valor de US$ 4,31 bilhões e importações de US$ 2,656 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (22/6), pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Ano - No ano, as exportações totalizam US$ 96,742 bilhões e as importações, US$ 76,377 bilhões, com saldo positivo de US$ 20,366 bilhões e corrente de comércio de US$ 173,119 bilhões

Análise do mês - Nas exportações, comparadas a média diária até a terceira semana de junho de 2020 (US$ 873,22 milhões) com a de junho de 2019 (US$ 968,74 milhões), houve queda de -9,9%, em razão da diminuição nas vendas na Indústria Extrativa (-24,3%) e de produtos da Indústria de Transformação (-18,3%). Por outro lado, houve aumento nas vendas em Agropecuária (+30,2%).

Redução nas vendas - A queda nas exportações foi puxada, principalmente, pela diminuição nas vendas dos seguintes produtos da indústria extrativista: óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (-39,3%); minério de ferro e seus concentrados (-13,8%); minérios de cobre e seus concentrados (-26,1%); minérios de alumínio e seus concentrados (-26,3%) e outros minérios e concentrados dos metais de base (-1,8%).

Indústria de Transformação - Já em relação aos produtos da Indústria de Transformação, a queda nas exportações foi puxada, principalmente, por carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas (-36,0%); aeronaves e outros equipamentos, incluindo suas partes (-81,4%); veículos automóveis de passageiros (-35,7%); farelos de soja e outros alimentos para animais, excluídos cereais não moídos, farinhas de carnes e outros animais (-21,8%); e produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço (-30,3%).

Importações - Nas importações, a média diária até a terceira semana de junho de 2020 (US$ 530,78 milhões) ficou 22,6% abaixo da média de junho do ano passado (US$ 685,72 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com Agropecuária (-14,2%), com a Indústria Extrativa (-2,1%) e também com produtos da Indústria de Transformação (-24,3%).

Compras reduzidas - A diminuição das importações foi puxada, principalmente, pela queda dos gastos com a compra dos seguintes produtos da Indústria de Transformação: óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (-53,5%); veículos automóveis de passageiros (-70,5%); partes e acessórios dos veículos automotivos (-54,5%); torneiras, válvulas e dispositivos semelhantes para canalizações, caldeiras, reservatórios, cubas e outros recipientes (-66,3%); e veículos automóveis para transporte de mercadorias e usos especiais ( -63,1%).

Agropecuária - Com relação a Agropecuária, a queda nas importações foi puxada pela diminuição de compras com pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (-52,5%); látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais (-59,0%); frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas (-33,0%); milho não moído, exceto milho doce (-96,2%); e Cevada, não moída ( -32,5%). Por fim, a queda nas importações também foi influenciada pela diminuição de compras com os seguintes produtos da Indústria Extrativa: carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado (-27,5%); gás natural, liquefeito ou não (-20,6%); outros minérios e concentrados dos metais de base (-52,4%); outros minerais em bruto (-13,1%) e minérios de alumínio e seus concentrados ( -95,2%). (Ministério da Economia)

Confira os dados completos da balança comercial

COMÉRCIO EXTERIOR II: OMC diz que queda recorde no comércio poderia ter sido pior

O comércio mundial de mercadorias caiu a uma taxa recorde nos primeiros meses do ano devido à pandemia da covid-19, mas não chegou a consolidar o pior cenário possível, disse a Organização Mundial do Comércio (OMC) nesta terça-feira (23/06).  

Previsão - O órgão, com sede em Genebra, previa em abril que o comércio global de mercadorias recuaria entre 13% e 32% em 2020, números que o chefe da OMC descreveu como "feios", antes de se recuperar em 21% a 24% em 2021. 

Encolhimento - De fato, o volume do comércio de mercadorias encolheu 3% no primeiro trimestre, informou a OMC, e as estimativas iniciais apontam para um declínio ano a ano de 18,5% no segundo trimestre.  

Grande - "A queda no comércio que estamos vendo agora é historicamente grande - na verdade, seria a mais acentuada já registrada. Mas há um importante lado positivo aqui: poderia ter sido muito pior", disse o diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo.

Reação - A OMC disse que os governos reagiram mais rapidamente do que na crise de 2008 e 2009, e o apoio à renda incentivou os consumidores a continuarem gastando. Alguns setores, como o de automóveis, caíram acentuadamente, mas outros, como eletrônicos, mantiveram-se bem. 

Projeção otimista - Se o comércio crescer 2,5% por trimestre durante o resto do ano, a projeção mais otimista de queda de 13% poderá ser realizada, embora isso ainda seja pior do que no auge da crise financeira em 2009, quando o comércio recuou 12,5%. 

Decepção - No entanto, a OMC disse que o crescimento mais fraco do que o esperado, restrições comerciais mais amplas e uma possível segunda onda de infecções podem fazer com que a recuperação de 2021 decepcione. 

Aquém - O comércio poderia então se recuperar apenas cerca de 5%, deixando-o bem aquém da situação pré-pandemia. As medidas monetárias, fiscais e comerciais terão um papel significativo, disse a OMC. (Reuters / Agência Brasil)

à pandemia da covid-19, mas não chegou a consolidar o pior cenário possível, disse a Organização Mundial do Comércio (OMC) nesta terça-feira (23/06).

 

Previsão - O órgão, com sede em Genebra, previa em abril que o comércio global de mercadorias recuaria entre 13% e 32% em 2020, números que o chefe da OMC descreveu como "feios", antes de se recuperar em 21% a 24% em 2021.

 

Encolhimento - De fato, o volume do comércio de mercadorias encolheu 3% no primeiro trimestre, informou a OMC, e as estimativas iniciais apontam para um declínio ano a ano de 18,5% no segundo trimestre.

 

Grande - "A queda no comércio que estamos vendo agora é historicamente grande - na verdade, seria a mais acentuada já registrada. Mas há um importante lado positivo aqui: poderia ter sido muito pior", disse o diretor-geral da OMC, Roberto Azevêdo.

Reação - A OMC disse que os governos reagiram mais rapidamente do que na crise de 2008 e 2009, e o apoio à renda incentivou os consumidores a continuarem gastando. Alguns setores, como o de automóveis, caíram acentuadamente, mas outros, como eletrônicos, mantiveram-se bem.

 

Projeção otimista - Se o comércio crescer 2,5% por trimestre durante o resto do ano, a projeção mais otimista de queda de 13% poderá ser realizada, embora isso ainda seja pior do que no auge da crise financeira em 2009, quando o comércio recuou 12,5%.

 

Decepção - No entanto, a OMC disse que o crescimento mais fraco do que o esperado, restrições comerciais mais amplas e uma possível segunda onda de infecções podem fazer com que a recuperação de 2021 decepcione.

 

Aquém - O comércio poderia então se recuperar apenas cerca de 5%, deixando-o bem aquém da situação pré-pandemia. As medidas monetárias, fiscais e comerciais terão um papel significativo, disse a OMC. (Reuters / Agência Brasil)

PROJEÇÃO: Economia brasileira deve ter forte queda no primeiro semestre

A economia brasileira deve apresentar queda forte no primeiro semestre deste ano, seguida de recuperação gradual a partir do terceiro trimestre. A previsão é do Banco Central (BC), que divulgou, nesta terça-feira (23/06), em Brasília, a ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), realizada na semana passada, quando o Copom reduziu a taxa básica de juros, a Selic, em 0,75 ponto percentual para 2,25% ao ano.

Perspectivas - Segundo a ata, os membros do Copom (formado pela diretoria do BC) avaliaram que “os dados relativos ao segundo trimestre corroboram a perspectiva de forte contração do PIB (Produto Interno Bruto - a soma de todas as riquezas produzidas pelo país) no período e sugerem que a atividade atingiu o seu menor patamar em abril, havendo recuperação apenas parcial em maio e junho”.

Queda forte - “O Copom considera uma queda forte do PIB na primeira metade deste ano, seguida de uma recuperação gradual a partir do terceiro trimestre”, acrescentou.

Próximos passos- Na ata, o Copom reforça que um eventual futuro corte na Selic será “residual”. Para o Copom, a Selic chegou a um nível muito baixo e manutenção da taxa depende do controle das contas públicas.

Estímulo monetário - “Neste momento, a conjuntura econômica prescreve estímulo monetário [taxa de juros baixa] extraordinariamente elevado, mas reconhece que o espaço remanescente para a utilização de política monetária é incerto e deve ser pequeno.

Decisivas - O comitê avaliou que a trajetória fiscal ao longo do próximo ano e a percepção sobre sua sustentabilidade serão decisivas para determinar o prolongamento do estímulo”, destaca.

Limite mínimo - Na ata, o BC disse que o comitê retomou a discussão sobre um potencial limite mínimo para a taxa básica de juros brasileira. “Para a maioria dos membros do Copom, esse limite seria significativamente maior em economias emergentes do que em países desenvolvidos devido à presença de um prêmio de risco [retorno adicional cobrado por investidores para aceitar correr maior grau de risco]”, explicou a ata do Copom.

Maior - Para o Copom, esse prêmio de risco é maior no Brasil, “dadas a sua relativa fragilidade fiscal e as incertezas quanto à sua trajetória fiscal prospectiva”.

Nível - “Nesse contexto, já estaríamos próximos do nível a partir do qual reduções adicionais na taxa de juros poderiam ser acompanhadas de instabilidade nos preços de ativos e potencialmente comprometer o desempenho de alguns mercados e setores econômicos”, disse o BC.

Custo de crédito - A ata ainda afirmou que o comitê também refletiu sobre a importância relativa dos componentes principais do custo de crédito, e ressaltou que o prêmio por liquidez parece prevalecer no momento. “Esse conjunto de fatores e questões prudenciais justificam cautela na condução da política monetária [definição da Selic]”, disse a ata.

Pandemia - Para os membros do Copom, o impacto da pandemia da covid-19 na economia brasileira será desinflacionário, associado ao aumento do nível de ociosidade da economia. “A elevação abrupta da incerteza sobre a economia deve resultar em aumento da poupança precaucional e consequente redução significativa da demanda agregada”, acrescentou.

Recomposição - Entretanto, o comitê ponderou que programas de estímulo creditício e de recomposição de renda têm potencial de recompor parte significativa da demanda por bens e serviços, perdida devido aos efeitos da pandemia. “Com isso, a recuperação da economia pode ser mais rápida que a sugerida no cenário base”.

Estimativa de inflação - Na ata, o Copom destacou que as projeções para a inflação estão abaixo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e que devem ser perseguidas pelo Banco Central.

Meta - Para 2020, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabeleceu meta de inflação de 4%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.

IPCA - O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), portanto, não poderá superar 5,5% neste ano, nem ficar abaixo de 2,5%. A meta para 2021 foi fixada em 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.

Percentual - A projeção do Copom é que inflação pelo IPCA termine este ano em 2% e chegue a 3,2% em 2021. Esse cenário considera que a Selic encerrará 2020 em 2,25% ao ano e se elevará até 3% ao ano em 2021. A taxa de câmbio será de R$ 4,95.

Curto prazo - No curto prazo, a inflação “tende a mostrar elevação refletindo, principalmente, os impactos da reversão do comportamento dos preços internacionais de petróleo e de reajustes de preços de itens administrados que foram postergados”. (Agência Brasil)

PIX: Novo sistema de pagamentos permitirá saque em lojas, diz Campos Neto

pix 23 06 2020O sistema de pagamentos instantâneos, chamado de Pix, será gratuito para pessoas físicas e permitirá saque por meio das lojas da rede varejista. A informação é do presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, na abertura da 9ª reunião plenária do Fórum Pagamentos Instantâneos, realizada nessa segunda-feira (22/06), de forma virtual.

O sistema - O Pix, lançado em fevereiro pelo BC, é um sistema de pagamentos e transferências instantâneos que poderão ser feitos pelo usuário de forma rápida e segura, em qualquer dia do ano, sem limite de horário, e com o dinheiro imediatamente disponível ao recebedor. A previsão é que o novo sistema comece a funcionar em novembro deste ano.

Anúncio - “Para inaugurar essa agenda evolutiva, anuncio hoje para vocês, em primeira mão, que o Pix permitirá o serviço de saque por meio da rede varejista”, disse Campos Neto. Ele acrescentou que as regras e os primeiros detalhamentos desse produto serão apresentados na próxima reunião do fórum, em agosto.

Eficiência - “O que posso adiantar é que essa facilidade visa a trazer mais eficiência, por meio da reutilização do dinheiro no varejo e do aproveitamento dessa rede, e fomentar a competição, ampliando as opções e a capilaridade das instituições para ofertarem o saque. Além disso, tem potencial de reduzir ainda mais o custo logístico e operacional com a distribuição de numerário”, destacou o presidente do Banco Central.

Conveniência - Segundo Campos Neto, a sistema agregará conveniência aos consumidores e pode gerar negócios adicionais aos varejistas.

Baixo custo - “Gostaria de aproveitar essa oportunidade e salientar uma outra questão central ao Pix, que é o baixo custo na ponta, de forma que seja um meio de pagamento acessível e efetivo para quem paga e para quem recebe. Haverá gratuidade para pessoas físicas, de forma a possibilitar igualdade de condições a outros meios de pagamentos”, afirmou. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

LEGISLATIVO: Maia espera texto pronto da reforma tributária para votação na segunda quinzena de agosto

legislativo 23 06 2020O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que espera que o texto da reforma tributária esteja pronto para ser votado pela comissão especial que analisa a matéria e pelo Plenário na segunda quinzena de agosto. Segundo ele, a reforma é uma peça chave para a retomada econômica do País no período de pós-pandemia.

Live - Maia participou de live promovido pelo Congresso em Foco e pela Federação Brasileira de Associações de Fiscais de Tributos Estaduais. O presidente da Câmara acredita já haver entendimento consolidado sobre a importância da simplificação do sistema tributário e da garantia de segurança jurídica para gerar mais competitividade das empresas brasileiras. Maia destacou que a reforma tributária tem um peso muito grande no crescimento econômico do País.

Esforços - “Vamos precisar de esforços de todos os poderes para a retomada, mas a reforma tributária é uma peça chave para que as condições de competitividade possam aumentar. Sou otimista em relação à tributária, sempre digo que temos as condições de retomar esse debate e de ter um texto pronto na segunda quinzena de agosto para que a Câmara comece a votar na comissão especial e no Plenário”, afirmou.

Mais madura - Segundo Rodrigo Maia, a discussão sobre a reforma está mais madura do que no passado, principalmente em relação aos impostos sobre o consumo. Ele acredita que uma nova legislação tributária vai melhorar o ambiente de negócios no País e destacou que os secretários estaduais de fazenda apresentaram uma proposta que será analisada pelos parlamentares com cuidado.

Renda - Maia disse ser favorável ao debate sobre renda no âmbito da reforma tributária. Segundo ele, o atual sistema tributário é injusto por tributar mais bens e serviços. Para o presidente, essa lógica prejudica a base da sociedade.“Sem falar sobre as deduções do imposto de renda. 70% delas ficam com quem ganha mais do que R$ 33 mil. Somos um país concentrador de renda”, ressaltou Maia, defendendo que quem tem renda maior contribua mais.

Reforma administrativa - Rodrigo Maia voltou a defender a necessidade de outras reformas para melhorar o gasto público no País. Segundo ele, a reforma administrativa, que poderia valer para os novos servidores, vai ajudar a modernizar a economia brasileira. Maia vê nas reformas a possibilidade de lidar com o aumento do endividamento do País devido à pandemia, trazendo instrumentos para organizar a saída da crise.

Qualidade do gasto - “Nossa discussão não é ampliar o estado ou reduzir. O tamanho do estado já é grande, temos que melhorar a qualidade do gasto. A gente tributa tanto e continua com a sociedade reclamando da educação, da saúde, da segurança pública. Nosso primeiro desafio é melhorar a qualidade do gasto público”, disse. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Michel Jesus/ Câmara dos Deputados

 

ENERGIA ELÉTRICA: PCH Bela Vista já está com 50% das obras concluídas

energia eletrica 23 06 2020A Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Bela Vista, entre os municípios de Verê e São João, no Sudoeste do Estado, começa a tomar um contorno mais claro. As obras alcançaram cerca de 50% no começo de junho e a próxima fase é a construção da barragem na margem direita do Rio Chopim, enquanto a casa de força principal evolui rapidamente.

Casa de força - Para aproveitar o fluxo das águas pela alça do rio que ficará com um trecho de oito quilômetros com vazão reduzida, está sendo instalada uma casa de força complementar para manter o fluxo normal e ininterrupto das águas.

Investimento - A PCH Bela Vista é um investimento da Copel e terá capacidade para produzir 29 megawatts (MW) a partir de uma queda estratégica de cerca de 15,5 metros – o limite de uma PCH é 30 MW. A obra orçada em cerca de R$ 217 milhões vai beneficiar cerca de 100 mil consumidores com energia elétrica. Só no canteiro há atualmente 380 funcionários diretos, mas o total de pessoas envolvidas no projeto ultrapassa 450.

Sistema - A energia produzida por Bela Vista será encaminhada para o sistema através de uma linha de distribuição de alta-tensão de 138 mil Volts (kV) até a subestação da Copel em Dois Vizinhos, também no Sudoeste. A extensão da nova conexão é de 18 quilômetros.

Autorização federal - A autorização federal para construir e operar a PCH pertence à sociedade de propósito específico (SPE) Bela Vista Geração de Energia S.A. – subsidiária integral da Copel Geração e Transmissão.

Série de obras - O governador Carlos Massa Ratinho Junior destaca que o investimento é parte de uma série de obras e programas que a Copel tem implementado no Paraná. “Bela Vista é uma obra com baixo impacto ambiental e reforça a geração de energia elétrica no Estado. A Copel parou de fazer investimentos em outros estados e está voltando seus recursos para ampliar as possibilidades de geração de energia, de emprego e renda no Paraná”, afirma. “Geração representa cerca de 60% do escopo da Copel e Bela Vista é mais um ativo importante na nossa rede, como as usinas de Foz de Areia, Segredo e Salto Caxias”, diz o governador.

Potencial - Roberto Seara, diretor da SPE Bela Vista, afirma que há um novo panorama de geração de energia limpa com as pequenas centrais e que o Paraná tem potencial imenso a ser explorado. “É uma tendência porque nessas obras não há necessidade de grandes desapropriações e o potencial dos rios é preservado”, explica Seara.

Mais - O projeto completo ainda prevê uma ponte de 200 metros sobre o Rio Chopim como contrapartida para a comunidade do entorno. “Estamos envolvidos há muitos anos nesse negócio. Temos a expectativa de reforçar a geração de energia no Sudoeste e de aumentar a zona de proteção ambiental em muitas áreas que antes eram formadas por lavouras e pastos com plantio de espécies nativas, além de cumprir o compromisso firmado com a comunidade local de implantar uma ponte rodoviária que soluciona um gargalo logístico de escoamento agrícola entre São João e Verê”, acrescenta Roberto Seara.

O empreendimento - A implantação do empreendimento começou em agosto de 2019, a cerca de 12 quilômetros a jusante (rio abaixo) da foz do rio Santana e imediatamente a jusante da foz do rio Verê, onde havia uma fazenda.

Contratos - A operação inteira envolve três grandes contratos: engenharia para gestão e construção da usina, avaliação e desapropriação fundiárias e implantação de programas ambientais.

Desvio de fluxo - A obra em si prevê o desvio do fluxo do rio entre Verê e São João e a devolução do maior volume de águas, depois da geração de energia, para o mesmo rio. Esse percurso em linha reta tem aproximadamente um quilômetro. Enquanto isso, a casa de força complementar permite fluxo constante no leito até o encontro, novamente, com as águas restituídas que passaram pelo circuito de geração principal num percurso de cerca de oito quilômetros.

Estudos iniciais - Os estudos iniciais indicam que o reservatório vai ocupar cerca 285 hectares, sendo que 210 já correspondem a área ocupada naturalmente pelo rio. A previsão de alagamento é de somente 75 hectares.

Construção civil- Na parte de construção civil estão em andamento as atividades de armação e lançamento de concreto nas estruturas permanentes no desvio do curso do rio, como o vertedouro e casa de força, localizados onde antes havia um morro de 30 metros de altura. As equipes trabalham na montagem dos condutos forçados que levarão a água até as turbinas para geração de energia e na terraplanagem de algumas estruturas secundárias.

Adufas - As adufas para desvio temporário do Rio Chopim foram concluídas no começo de junho e o fluxo dele foi alterado para que a barragem na margem direita possa ser finalizada. Uma vez pronta, a estrutura inteira terá 400 metros de largura por 12,2 metros de altura.

Detonações e desapropriações - Até o momento foram realizadas 200 detonações de rochas e cerca de 60 desapropriações. A programação envolve, ao todo, 35 mil metros cúbicos de concreto convencional e 18 mil metros cúbicos de concreto compactado com rolo. O próximo grande marco da obra é o início da montagem eletromecânica, prevista para o dia 8 de agosto.

Geração - A PCH Bela Vista terá capacidade de engolimento de 200 metros cúbicos de água por segundo na capacidade máxima, com as três turbinas operando. A primeira fica pronta em fevereiro, a segunda em março e a terceira em abril de 2021. A expectativa é de término para implantação do empreendimento até junho de 2021.

Mercado livre - “Temos 19 contratos no mercado regulado com distribuidoras de energia e eles vão começar a vigorar apenas em 2024 porque o leilão indicava que poderíamos usar seis anos para construir a PCH. Como antecipamos a obra vamos gerar energia para o mercado livre, provavelmente entre abril de 2021 a dezembro de 2023”, destaca o diretor da SPE Bela Vista.

Marco - “A usina de Bela Vista é um marco para a Copel porque antecipamos os prazos de instalação e vamos beneficiar diretamente o sistema elétrico brasileiro e a sociedade”, garante o presidente da Copel, Daniel Pimentel Slaviero.

Vazão - A casa de força complementar foi incorporada na barragem para manter a vazão sanitária para que o rio não perca o fluxo. Nesse caso haverá aproveitamento para gerar um adicional de energia de 0,48 MW.

Programa de proteção ambiental faz o resgate da fauna e flora - Em maio teve início o programa de Resgate da Fauna da PCH Bela Vista. Uma equipe multidisciplinar integrada por biólogos, médicos veterinários, zootecnistas, engenheiro agrônomo e auxiliares realiza atividades em campo para afugentar ou, quando for o caso, capturar animais silvestres que estiverem na área reservatório durante os trabalhos de limpeza e retirada de vegetação.

Processo - Quando capturados, eles passam por processo de medição de tamanho, peso, identificação do sexo, idade reprodutiva, dentre outras características físicas. Se necessário, passam por atendimento veterinário.

Marcação - Todos os animais silvestres resgatados são marcados com brincos, microchips, anilhas ou tinta fluorescente e soltos em áreas próximas de mata, de acordo com um plano de trabalho aprovado junto ao Instituto Água e Terra (IAT).

Flora - O Programa de Resgate de Flora também já começou e tem como objetivo coletar espécies vegetais que estão nos locais destinados à implantação do empreendimento para replantio na Área de Preservação Permanente (APP) do futuro reservatório.

Triagem - As plantas passam por um processo de triagem e poda antes de serem replantadas. Frutos e sementes das espécies encontradas são coletados e encaminhados para viveiros especializados em produzir mudas.

Recomposição - Com instalação da PCH, será recomposta uma faixa de 100 metros de vegetação nativa ao redor do reservatório, resultando em 290 hectares de mata preservada na APP - mais que o dobro da área de floresta atual.

Projeto engloba ponte em comunidade rural - A Copel iniciou neste mês as obras da ponte que fará a ligação rodoviária entre os municípios de Verê e São João, no Sudoeste, atendendo a um compromisso firmado com a comunidade local durante as audiências públicas para construção da PCH Bela Vista. A previsão é de que a ponte seja liberada para o tráfego até março de 2021.

Ponte - A ponte sobre o Rio Chopim terá extensão de 200 metros e estrutura de ferro e concreto. Ela será erguida no eixo onde atualmente a travessia acontece por balsa. As equipes trabalham na implantação do canteiro de obras, terraplanagem, cercamento da área e lançamento de material para as fundações.

Paraná é um dos estados com o maior potencial energético - O governador Carlos Massa Ratinho Junior sancionou no fim de maio a lei que autoriza a construção e regularização de mais 15 empreendimentos hidrelétricos e de geração de energia no Paraná. São duas Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e 13 Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), que somam 41,45 MW de potência instalada e serão construídas em 18 municípios. Desde o ano passado, o Governo do Estado já autorizou a instalação de 31 usinas desse porte.

Aprovados - O Paraná é um dos estados com o maior potencial energético do País. De acordo com a Associação Brasileira de PCHs e CGHs (AbraPCH), com estes 15 novos empreendimentos, serão 40 projetos no Paraná já aprovados e prontos para serem construídos entre 2020 e 2021. Eles somam 180 MW de potência instalada, R$ 1,2 bilhão em investimentos e poderão gerar mais de 10 mil empregos diretos e indiretos.

Em operação - Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), há 31 PCHs e 68 CCHs em operação no Estado, que somam 388 Megawatts (MW) de potência instalada, 6,3% do total do País. “PCHs são obras menores, mas geram muitos empregos nas regiões de menor IDH, onde a agricultura não é mecanizada. O Paraná tem um potencial hidráulico muito grande e essas centrais energéticas ajudam a captar energia sem grandes linhas. E a questão do menor impacto ambiental, com reservatórios minúsculos e aproveitamento de quedas naturais”, explica o presidente do Conselho de Administração da AbraPCH, Pedro Dias.

Licenças - Nos últimos cinco anos foram licenciados, nas categorias de Licença Ambiental Prévia (LP) e Licença de Operação de Regularização (LOR), 85 novos empreendimentos hidrelétricos, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e Turismo. Outros 300 outros empreendimentos estão em diferentes estágios de análise.

Horizonte - A pasta trabalha com um horizonte de 1.100 empreendimentos de geração de energia elétrica no Estado, incluindo CGHs, PCHs, Usinas Hidrelétricas (UHE), Termoelétricas (UTE), Usinas Eólicas (EU), Usinas Fotovoltaicas (UF) e Microgeração.

Retomada - O governador também defende que a construção de PCHs e de Centrais Geradoras Hidrelétricas CGHs é uma forma de garantir a retomada econômica após a pandemia do novo coronavírus. “Setores como o de energia e construção civil são estratégicos para a geração de mão de obra. São investimentos que não dependem do poder público, a não ser nas decisões administrativas dos órgãos que fazem a regulamentação e o licenciamento”, argumenta Ratinho Junior. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INSS: Portaria orienta retorno do atendimento presencial a partir do dia 13

Com a publicação, nesta segunda-feira (22/06), da Portaria Conjunta nº 22, o governo federal confirma a reabertura das agências da Previdência Social no dia 13 de julho e disciplina o retorno gradual do atendimento presencial. O atendimento por meio de canais remotos continuará sendo realizado, mesmo após a reabertura das agências.

Data - Na sexta-feira passada (19/06), a data de 13 de julho já havia sido anunciada, após reunião do Conselho Nacional de Previdência. Agora, a Secretaria de Especial de Previdência e Trabalho (Seprt) do Ministério da Economia (ME) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) disciplinaram que o retorno “gradual e seguro” do atendimento presencial deve considerar as especificidades de cada agência, de forma a preservar a saúde e a vida das pessoas, garantindo a segurança sanitária dos servidores, dos contratados e dos usuários dos serviços.

Providências - Todas as agências da Previdência Social deverão adotar as providências a seu cargo para o retorno. As determinações a serem observadas são as seguintes:

I - a implementação das medidas mínimas de segurança sanitária recomendadas pelo Ministério da Saúde;

II - as orientações estabelecidas pela Secretaria de Gestão e Desempenho de Pessoal do Ministério da Economia, na condição de órgão central do Sistema de Pessoal Civil da Administração Pública Federal;

III - as regras de isolamento, quarentena e outras condições de funcionamento estabelecidas por estados, Distrito Federal e municípios; e

IV - as diretrizes estabelecidas no plano de ação elaborado pelo grupo de trabalho instituído pela Portaria Conjunta nº 13, de 29 de abril de 2020.

Organização - Caberá às superintendências regionais do INSS a organização e verificação das condições de funcionamento de cada agência. Deverão, para tanto, adotar as seguintes medidas como condição para o retorno do atendimento presencial:

I - fornecimento e instalação de equipamentos de proteção individual e coletiva contra a disseminação da covid-19;

II - acesso controlado ao interior das agências, que ficará restrito aos servidores e contratados, e aos usuários com prévio agendamento para atendimento presencial;

III - adequação dos espaços, mobiliários e sinalização das agências, de modo a permitir o adequado distanciamento social e limite máximo de pessoas no mesmo ambiente, de acordo com suas dimensões; e

IV - limpeza e desinfecção, realizados periodicamente ao longo do expediente, em especial nos ambientes de uso comum e nos consultórios destinados à avaliação médico-pericial.

Atendimento - Em um primeiro momento, o tempo de funcionamento das agências será parcial, com seis horas contínuas, e o atendimento será exclusivo aos segurados e beneficiários com prévio agendamento pelos canais remotos (Meu INSS e Central 135). Também serão retomados os serviços que não possam ser realizados por meio dos canais de atendimento remotos como, por exemplo, realização de perícias médicas, avaliação social e reabilitação profissional.

Aptas - De acordo com estudos feitos pelo INSS, atualmente 753 agências estão aptas a voltar a funcionar, o que representa 70% da capacidade de atendimento do Instituto – são 1.525 no total. As unidades que não reunirem as condições necessárias para atender o cidadão de forma segura continuarão em regime de plantão reduzido. “Todos os critérios devem ser atendidos, se faltar um pequeno detalhe, a agência não poderá ser reaberta”, enfatizou o presidente do INSS, Leonardo Rolim. Ele explicou ainda que esse número é dinâmico e que, no dia 13 de julho, mais agências poderão ter cumprido os requisitos necessários.

Painel eletrônico - O INSS irá disponibilizar um painel eletrônico contendo informações sobre o funcionamento das agências da Previdência Social, os serviços oferecidos e o horário de funcionamento. O secretário de Previdência, Narlon Gutierre Nogueira, anunciou que “será proposta a edição de um decreto do Poder Executivo que irá autorizar a prorrogação das antecipações do auxílio-doença, cujo prazo inicial se encerra no início do mês de julho”.

Medidas - Dessa forma, todas as medidas tomadas para garantir o direito dos cidadãos durante a pandemia da covid-19, incluindo a simplificação dos procedimentos, a dispensa de exigências e a oferta de serviços por meio de canais remotos, continuarão valendo mesmo após a retomada do atendimento presencial.

Demais serviços - Os serviços que não estarão disponíveis de forma presencial neste primeiro momento continuam pelos canais remotos – o Meu INSS (gov.br/meu INSS, site e aplicativo) e telefone 135. Além disso, o regime de plantão para tirar dúvidas continua enquanto o atendimento presencial não for totalmente retomado, a fim de continuar prestando serviço de qualidade aos cidadãos que têm dúvidas em relação a serviços e benefícios. (Ministério da Economia)

 

SAÚDE I: Brasil chega a 1,1 milhão de casos e 51,2 mil mortes

saude I 23 06 2020O Brasil teve 654 novas mortes por covid-19 registradas nas últimas 24 horas, de acordo com atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta segunda-feira (22/06). Com esse acréscimo às estatísticas, o país chegou a 51.217 óbitos em função da pandemia do novo coronavírus.

Óbitos - A atualização diária traz um aumento de 1,1% no número de óbitos em relação a domingo (21/06), quando o total estava em 50.617.

Novos casos - O balanço também teve 21.432 novos casos registrados, totalizando 1.106.470. O acréscimo de pessoas infectadas marcou uma variação de 1,9% sobre o número de ontem, quando os dados do ministério registravam 1,085 milhão de pessoas infectadas.

Observação - Do total, 483.550 pacientes estão em observação, 571.649 foram recuperados e 3.912 mortes estão em investigação.

Letalidade - A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 4,6%. A mortalidade (falecimentos por 100.000 habitantes) foi de 24,4. Já incidência (casos confirmados por 100.000 habitantes) ficou em 526,5.

Estados - Os estados com maior número de óbitos são São Paulo (12.634), Rio de Janeiro (8.933), Ceará (5.604), Pará (4.605) e Pernambuco (4.252). Também apresentam altos índices de vítimas da pandemia os estados do Amazonas (2.671), Maranhão (1.760), Bahia (1.441), Espírito Santo (1.362), Alagoas (903) e Paraíba (784).

Mais casos confirmados - Os estados com mais casos confirmados da doença são São Paulo (221.973), Rio de Janeiro (97.572), Ceará (94.158), Pará (86.020) e Maranhão (70.689). (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

saude I tabela 23 06 2020

 

SAÚDE II: Paraná se aproxima de 15 mil confirmações e já registra 460 mortes

saude II 23 06 2020A Secretaria de Estado da Saúde, em informe emitido nesta segunda-feira (22/06), divulga 612 novos casos da Covid-19 e 18 óbitos pela infecção no Paraná. O Estado soma 14.948 diagnósticos confirmados e 460 mortos em decorrência da doença. Há um ajuste de município de residência de caso confirmado.

Internados - Nesta segunda-feira havia 524 pacientes com diagnóstico confirmado internados: 405 em leitos SUS (160 em UTI e 245 em leitos clínicos/enfermaria) e 119 em leitos da rede particular (46 em UTI e 73 em leitos clínicos/enfermaria).

Resultados - Há outros 894 pacientes em leitos UTI e enfermaria que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Óbitos - As 18 pessoas que faleceram estavam internadas. São nove mulheres e nove homens, com idades que variam de 20 a 89 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 16 e 22 de junho.

Residências - Sete pacientes que foram a óbito residiam em Curitiba. Dois residiam em São José dos Pinhais e dois em Rolândia. Houve um falecimento em cada um dos municípios de Almirante Tamandaré, Campina Grande do Sul, Cornélio Procópio, Goioerê, Londrina, Ibaiti, Quatro Barras.

Municípios - 330 cidades paranaenses têm ao menos um caso confirmado pela Covid-19. Borrazópolis e Espigão Alto do Iguaçu tiveram registro pela primeira vez. Em 118 municípios há óbitos pela doença.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 176 casos de residentes de fora. Nove pessoas foram a óbito.

Ajustes - Um caso confirmado no dia 10 de junho, em Curitiba, foi transferido para Campina Grande do Sul.

Critérios -   A Secretaria reforça que municípios têm critérios diferentes de confirmação de casos e por isso pode ocorrer divergência de número de pacientes. Os dados são consolidados na gestão estadual, mas os municípios encaminham as informações para as regionais que repassam para o Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde do Paraná (CIEVS) da Secretaria da Saúde

Lista de testes rápidos - Segue a lista de fabricantes de testes rápidos validados pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), que têm os resultados positivos incluídos no monitoramento do CIEVS:

1. One Step Covid-2019 Test®️ da fabricante Guangzhou WondfoBiotechCo, cujo representante legal no Brasil é a empresa Celer Biotecnologia S/A.

2. Medteste Coronavírus (Covid-19) igG/IgM da fabricante Hangzhou Biotest Biotech Co. Ltd cujo representante legal no Brasil é a empresa Medlevensohn Com Repres Prod Hosp Ltda.

3. Covid-19 Igg/Igm Eco do fabricante Eco Diagnóstica Ltda-ME, cujo representante legal no Brasil é a empresa Eco Diagnóstica Ltda-ME.

4. Covid-19 IgG/IgM BIO do fabricante Quibasa Química Básica Ltda, cujo representante legal no Brasil é a empresa Quibasa Química Básica Ltda.

5. SARS-CoV-2 Antibody Test da fabricante WondfoBiotechCo., Ltda.

Confira o Informe Completo  AQUI

(Agência de Notícias do Paraná)

 

SAÚDE III: ANS divulga novos dados do monitoramento do setor

saude III 23 06 2020A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou nesta segunda-feira (22/06) a segunda edição do Boletim Covid-19, com dados do monitoramento do setor de planos de saúde durante a pandemia. A publicação contém números atualizados até maio que permitem avaliar o impacto assistencial e econômico-financeiro do Coronavírus, através de informações coletadas junto a uma amostra representativa de operadoras. Essa nova edição também contempla informações referentes às demandas dos consumidores registradas nos canais de atendimento da ANS no período. A publicação foi elaborada por técnicos das diretorias de Normas e Habilitação dos Produtos, de Normas e Habilitação das Operadoras e de Fiscalização.  

Dados assistenciais - Os dados assistenciais refletem as informações enviadas por 50 operadoras classificadas como verticalizadas, ou seja, que possuem hospitais próprios. Já os dados econômico-financeiros registram as informações enviadas por 102 operadoras que atendem 74% dos consumidores de planos de saúde médico-hospitalares. A maior parte das informações resulta de dados enviados pelas operadoras de planos de saúde em atendimento a Requisições de Informações da Agência e extraídos do Documento de Informações Periódicas (DIOPS) enviados trimestralmente pelas operadoras, bem como dados de envio obrigatório aos sistemas de informação da ANS.  

Retomada - No geral, os dados coletados até o momento não indicam desequilíbrios de ordem assistencial ou econômico-financeira no setor. Os números de maio mostram leve retomada das consultas em pronto-socorro não relacionadas à Covid-19 e no número de exames e terapias realizados fora do ambiente hospitalar, mas esses ainda são inferiores ao mesmo período do ano anterior. Observou-se o mesmo comportamento em relação à taxa de ocupação geral de leitos (comum e de UTI) relacionadas ou não à Covid-19. Em relação aos dados econômico-financeiros, chama a atenção a redução da sinistralidade medida pelo fluxo de caixa (percentual das mensalidades usado para pagamento de custos médicos) no mês de maio. Quanto à inadimplência, foi verificado aumento pouco expressivo em relação a abril.

Tendência - Nesta edição do Boletim Covid-19, além dos dados relativos a atendimentos realizados nas unidades hospitalares da rede própria, foram coletadas informações que mostram a tendência de utilização de Serviços de Apoio Diagnóstico Terapêutico (SADT), ou seja, exames e terapias realizados fora do ambiente hospitalar. São dados importantes para verificar a evolução dos custos assistenciais, já que as despesas com internações representavam 32,69% dos valores informados em 2019, contra 67,31% de despesas ambulatoriais.

Consultas em pronto-socorro - A quantidade de consultas em pronto-socorro que não geram internações teve uma variação positiva de 4,4% em maio, no comparativo com abril. Tal variação ainda não representa uma retomada ao nível de consultas em pronto-socorro que se observava em fevereiro ou março (antes da crise), porém, denota mudança de tendência. Os dados relativos à utilização de SADT (exames e terapias) também mostram retomada em maio, no comparativo com os meses de março e abril, mas ainda abaixo dos números de fevereiro e do mesmo período no ano anterior.

Internações - Já o impacto da pandemia nas despesas de internação pode ser observado a partir da análise dos dados hospitalares. Na comparação com abril de 2020, o mês de maio registrou aumento na taxa de ocupação geral de leitos (com e sem UTI), passando de 51% para 61%. Entretanto, a taxa de ocupação geral de leitos de maio de 2020 manteve-se abaixo da taxa de ocupação no mesmo mês do ano passado, como havia sido verificado no relatório anterior. A taxa de ocupação de leitos alocados exclusivamente para atendimento à Covid-19 cresceu no comparativo com o mês anterior, passando de 45% em abril para 61% em maio.  

Custos assistenciais - O boletim traz ainda custos assistenciais por dia e duração média das internações cirúrgicas, clínicas e para os casos de Covid-19, tanto em leitos de UTI como em leitos gerais. Os dados coletados indicam que o custo por diária de internação para pacientes Covid-19 apresentou aumento significativamente superior em maio em relação ao mês anterior no tocante às internações clínicas e cirúrgicas. O valor do custo por diária da internação por Covid-19 com UTI se mantém próximo ao custo de internação cirúrgica com UTI, enquanto o custo da internação por Covid-19 sem UTI se posiciona entre o custo por diária da internação clínica e cirúrgica.

Informações econômico-financeiras - As informações econômico-financeiras nesta edição do boletim abrangem 101 operadoras para o estudo de fluxo de caixa e 102 para o estudo de inadimplência. Assim como no boletim anterior, nesse tópico foram verificados o fluxo de caixa das operadoras, através do movimento de entrada (recebimentos) e saída (pagamentos) de recursos em um dado período; a evolução do índice de sinistralidade de caixa; e a análise da inadimplência – não pagamento de obrigações no prazo estabelecido, observando-se os pagamentos recebidos e os saldos vencidos.

Sinistralidade - Os dados de 2020 mostram inicialmente baixa variação do índice de sinistralidade de caixa e aquém do observado no último trimestre de 2019. Contudo, houve uma redução significativa em maio de 2020, abaixo dos registros históricos anteriores. O índice médio em maio foi de 66%, ante um percentual de 76% registado em abril. Dos dados anteriores à pandemia, percebe-se nitidamente a variação sazonal característica desse indicador, que está relacionada a períodos de maiores ocorrências relacionadas a doenças respiratórias e períodos de férias dos beneficiários, fatores que influenciam na utilização do plano.

Inadimplência - Já os dados que mostram a inadimplência do setor indicam que os percentuais não se afastaram de valores anteriormente observados nos registros históricos dos planos por preços pré-estabelecidos. Neste caso, a mediana da inadimplência passou de 9% em abril para 11% em maio.

Demandas dos consumidores - Esta edição do boletim também inclui dados sobre informações e reclamações efetuadas pelos beneficiários de planos de saúde no período da pandemia. Do início de março até 15 de junho, foram contabilizadas 7.149 solicitações de informação e 4.701 queixas relacionadas ao tema Coronavírus.

Dificuldades - Do total de reclamações, 36% (1,7 mil) se referem a dificuldades assistenciais relativas ao exame para detecção ou tratamento da Covid-19. Outros 43% tratam de problemas relacionados outras assistências afetadas pela pandemia e 21% são temas não assistenciais (contratos e regulamentos, por exemplo). Quando comparado com o ano passado, o número de reclamações nos meses de abril e maio ficam abaixo do número de demandas registradas nesses meses de 2019.  

Metodologia - É importante esclarecer que na metodologia utilizada para a classificação das demandas relacionadas à pandemia do novo Coronavírus, utilizou-se marcadores específicos relativos à Covid-19 tendo como base os relatos dos consumidores ao cadastrar suas reclamações e pedidos de informação na ANS. Não há, portanto, em relação a essas demandas, qualquer análise de mérito sobre eventual infração da operadora ou da administradora de benefícios à Lei 9.656/98 e seus normativos ou aos termos contratuais.

Primeira edição - A primeira edição do Boletim foi divulgada em maio. A ANS continuará realizando este monitoramento contínuo durante todo o desenvolvimento da pandemia, com o intuito de aprofundar as análises sobre os impactos da Covid-19 no setor e garantir transparência. (ANS)

Clique aqui e confira a segunda edição do Boletim Covid-19

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Confira a primeira edição do Boletim Covid-19.

 


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