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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4848 | 22 de Junho de 2020

OCEPAR: Reunião da diretoria terá presença do governador Ratinho Junior e do vice Darci Piana, nesta terça-feira

1covid 22 06 2020 A diretoria da Ocepar realiza, nesta terça-feira (23/06), a partir das 13h30, a 14ª reunião ordinária referente à gestão 2019/2023, de forma remota e tendo como convidados especiais o governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, e o vice-governador, Darci Piana. Eles vão tratar da situação do Estado nas áreas de saúde, economia e finanças. Também serão abordadas as parcerias estratégicas com o cooperativismo paranaense.

Plano Safra - Um outro tema de destaque da pauta da reunião da diretoria será o Plano Safra 2020/2021, cujas medidas foram anunciadas pelo governo federal na semana passada.

Clique aqui para conferir a pauta completa da reunião

 

GETEC: Informe nº 29 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 22 06 2020A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (22/06), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2020, 2021 e 2022.

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Ocepar e Coasul debatem estratégias para o futuro e avaliam indicadores econômicos

 

Na manhã desta segunda-feira (22/06), foi realizada a reunião institucional entre o Sistema Ocepar e a Coasul Cooperativa Agroindustrial. O objetivo do encontro, o 26º no formato virtual, foi expor e discutir a situação econômico-financeira da cooperativa, por meio de indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região, visando assegurar a qualidade da gestão, credibilidade perante terceiros, transparência perante o quadro social e, principalmente, a solidificação do sistema cooperativista. Também foram discutidos na reunião temas como a estratégia do cooperativismo para superar os impactos econômicos da pandemia, os treinamentos e projetos do Sescoop/PR e o Plano Safra 2020/2021, lançado no dia 17 de junho pelo governo federal, destinando R$ 236,3 bilhões em recursos para o setor agropecuário brasileiro.

 

A cooperativa - Fundada em 1969, no município de São João, sudoeste do Paraná, a Coasul tem cerca de 10.500 cooperados e atua com o foco no segmento avícola e agrícola. O presidente e o vice-presidente da Coasul, respectivamente, Paulino Capelin Fachin e Jacir Scalvi, junto a outros gestores e cooperados da cooperativa, participaram da reunião institucional. Pelo Sistema Ocepar, acompanharam o encontro o presidente José Roberto Ricken, os superintendentes Leonardo Boesche (Sescoop/PR) e Robson Mafioletti (Ocepar), a gerente do Sescoop/PR, Maria Emilia Pereira Lima, o gerente da Gerência Técnica da Ocepar, Flavio Turra, o gerente da Fecoopar (Federação das Cooperativas do Paraná), Anderson Lechechen, além de coordenadores e analistas da entidade.

Planejamento - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, ressaltou a importância da Coasul como uma cooperativa referencial na região sudoeste, que se consolidou por meio da agroindustrialização, gerando maior valor agregado à produção dos associados. O dirigente também relatou pontos que serão considerados na revisão das diretrizes do planejamento do cooperativismo do Paraná. “O nosso propósito é contribuir e, nesse momento, temos que estar sintonizados com as cooperativas e a OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), dialogando com o governo e demais entidades representativas. Nesse segundo semestre vamos atuar para rever nosso planejamento estratégico, discutindo com os cooperativistas temas como representação, intercooperação, infraestrutura, comunicação, mercados, inovação e gestão e governança”, afirmou.

Gestão - O presidente da Coasul, Paulino Capelin Fachin, disse que a cooperativa está alinhada às prioridades do planejamento do cooperativismo, elencadas pela Ocepar, e ressaltou as principais preocupações. “A atual situação causada pela pandemia, tornou ainda mais evidente a necessidade de investir de forma constante na profissionalização da gestão das cooperativas. Na Coasul, procuramos manter treinamentos contínuos, valorizando os profissionais da casa e buscando preparar os gestores que assumirão a cooperativa no futuro”, finalizou. 

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COVID-19: Comitê de Acompanhamento divulga comunicado 59

covid 19 comite 22 06 2020O comunicado 59, divulgado na manhã desta segunda-feira (22/06) pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar, informa sobre as reuniões ocorridas na sexta-feira (19/06), com o Grupo Técnico do Ramo Crédito das Cooperativas do Paraná e com o Conselho de Administração do Sescoop/PR. Veja abaixo todos os destaques.

1. O Sistema Ocepar realizou de forma virtual, no dia 19 de junho, a Reunião com o Grupo Técnico do Ramo Crédito das Cooperativas do Paraná.

2. No dia 19 de junho, o Sescoop/PR realizou Reunião Ordinária do Conselho de Administração de forma virtual, com destaque os itens da pauta: planejamento orçamentário e de treinamento; relatório da auditoria independente e monitoramento das cooperativas.

3. O Governo do Estado do Paraná, no dia 18 de junho, publicou o Boletim Semanal de acompanhamento dos impactos econômicos e sociais. Para acessar o Boletim completo, clique aqui.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

 

RAMO CRÉDITO I: As novidades do Plano Safra e as ações em defesa das cooperativas em tempos de pandemia

Os principais destaques do Plano Safra 2020/2021 para o cooperativismo de crédito e agropecuário e o trabalho do Conselho Especializado das Cooperativas de Crédito do Sistema OCB em defesa do cooperativismo de crédito foram os principais assuntos da  reunião do Comitê Técnico das Cooperativas de Crédito do Paraná, na última sexta-feira (19/06). O encontro foi organizado pelo Sistema Ocepar. Também esteve em discussão a proposta de um plano de trabalho, que tem como base o levantamento realizado junto às cooperativas do ramo e sugestões dos participantes do Comitê Técnico.

Plano Safra - No dia 17 de junho, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou as políticas para a safra agrícola e pecuária 2020/2021 que passam a vigorar a partir de 1º de julho. O governo prevê a aplicação de um montante de recursos de R$ 236,3 bilhões, um aumento de R$ 13,5 bilhões em relação ao plano anterior, sendo R$ 179,38 bilhões para custeio e comercialização, e R$ 56,92 bilhões para investimentos. Além desse valor, o Mapa ainda irá disponibilizar mais R$ 1,3 bilhão para subvenção ao prêmio do seguro rural e R$ 2,37 bilhões para apoio à comercialização. Em geral, as taxas de juros reduziram em 1,0 ponto percentual para os médios produtores, em até 0,6 pontos percentuais para pequenos produtores e em 2,0 pontos percentuais para os demais.

Regulamentação - “A prioridade agora é regulamentar o que foi aprovado. As resoluções já estão publicadas. O próximo passo é editar as portarias e circulares e encaminhar as instruções aos agentes financeiros. Aí sim, o plano agrícola estará operacional”, disse o diretor de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Wilson Vaz Araújo, durante a reunião com as cooperativas de crédito do Paraná.

Avanços - Convidado pelo Sistema Ocepar para detalhar as medidas anunciadas e comentar o papel que as cooperativas de crédito terão na base, ou seja, na acessibilidade do crédito rural, Vaz disse que considera o novo Plano Safra satisfatório para o setor produtivo, em razão do momento que o país atravessa. “Não tínhamos expectativa de aprovar uma redução de juros linear, mas conseguimos. Isto nos deu a possibilidade de conseguir o montante de 236,3 bilhões, 6,4% a mais em relação aos recursos do ano passado. Desde o início, a ministra Tereza Cristina deixou claro que o apoio ao pequeno produtor seria mantido, então, as políticas públicas para essa parcela de produtores não sofreram prejuízos. O desafio que temos é direcionar os produtores para acessar recursos no mercado, a juros livres”, afirmou.

Reconhecimento– Ao comentar as medidas, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, disse que o setor cooperativista reconhece o esforço do Ministério da Agricultura, especialmente, o trabalho da ministra Tereza Cristina e do secretário Wilson Vaz. “Sabemos que foi feito o possível para atender as demandas que apresentamos. O momento é de dificuldade, em função da pandemia da Covid-19, mesmo assim houve aumento de recursos e os programas foram mantidos. Isto mostra o quanto o nosso setor é forte, organizado e bem representado institucionalmente, porque foi necessário muita articulação e diálogo com os poderes estabelecidos para que tivéssemos um plano safra satisfatório frente ao atual cenário de crise”, afirmou.   

Reunião - Esta foi a quarta reunião do Comitê Técnico do Ramo Crédito do Paraná. Ao explicar a constituição do grupo, o superintendente do Sistema Ocepar, Robson Mafioletti, destacou que o mesmo reflete a importância do ramo e a necessidade de aproximação e diálogo com a OCB, Sistema Ocepar e entre as próprias cooperativas. “É importante que as cooperativas saibam o que está sendo feito em termos de representação. Da mesma forma, precisamos conhecer suas prioridades e desafios, ou seja, saber o que precisam para se desenvolver, o que podemos fazer como organização representativa e o que elas podem fazer juntas, com intercooperação”, frisou.

Acompanhamento - A gerente geral do Sistema OCB, Tânia Zanella, o coordenador do Ramo Crédito, Thiago Borba, e o coordenador do Ramo Agropecuário, Paulo Cesar Dias do Nascimento (OCB), fizeram um relato sobre o trabalho da organização para as cooperativas de crédito nesse momento de pandemia. “Estamos fazendo uma reanalise do nosso plano de trabalho e mantendo contato direto com o Banco Central. Desde março último, sugiram pautas bem específicas, as quais foram encaminhadas ao Banco Central. São temas que preocupam e que estão sendo trabalhados, inclusive, com articulação junto ao Congresso Nacional, o que tem possibilitado que esses temas entrem na pauta, a exemplo do aumento da alíquota da Cofins, dos atuais 4% para 7,6%. A novidade é que praticamente conseguimos tirar as cooperativas desse aumento, proposto pela MPV 944/2020. Toda essa atuação proativa se deve ao profissionalismo da OCB e das organizações estaduais. A Ocepar é muito atuante. E tem também a questão com o relacionamento institucional com o executivo e o legislativo. A articulação ajuda a travar grandes batalhas.  Agradeço o apoio das cooperativas de crédito e tenham certeza de que estamos muito empenhados. Confiem em nós”, ressaltou.

Presenças - Participaram da 4ª reunião do Comitê Técnico do Ramo Crédito, representantes das cooperativas da Central Sicredi PR/SP,RJ, Sicredi Vanguarda PR/SP/RJ, Credialiança, Credicoamo, Sicoob Central Unicoob, Cresol/Baser, Sicredi União, Evolua, Credicoopavel, Coopesf, e Sicredi Centro Sul, CrediBRF e Sicredi Rio Paraná PR/SP). Pelo Sistema Ocepar, além do presidente José Roberto Ricken e do superintendente Robson Mafioletti, participaram: Nelson Costa (superintendente Fecoopar), Flávio Turra (gerente técnico), Alfredo Benedito Kugeratski (coordenador de Gestão Estratégica) Emerson Barcik (analista de Cooperativismo), Jessé Rodrigues (analista de Cooperativismo), Maiko Zanella (analista técnico) e Marli Vieira (analista de Comunicação).

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RAMO CRÉDITO II: Cooperativas podem operar Fungetur

ramo credito II 22 06 2020O Ministério do Turismo (MTur) confirmou na semana passada uma informação importante que já havíamos anunciado por aqui e agora é oficial: cooperativas de crédito podem atuar como agentes financeiros do Fundo Geral de Turismo - o Fungetur.

Confirmação - O Secretário Nacional de Atração de Investimentos, Parcerias e Concessões do Ministério do Turismo, Lucas Fiuza, confirmou em nota publicada na internet que está em curso um novo credenciamento. A intenção é aumentar as opções de atendimento para o público, possibilitando a participação de agentes financeiros oficiais e privados, com destaque para as cooperativas de crédito.

Pleito - "Essa é uma medida que atende a um pleito nosso feito ao Ministério do Turismo logo no começo do ano, e que intensificamos após o governo ter ampliado os recursos do programa para atender o setor, especialmente afetado pela atual pandemia do coronavírus", explicou a gerente geral da OCB, Tânia Zanella.

Credenciamento - Nos próximos dias deverá ser publicado o edital de credenciamento. Enquanto isso, as cooperativas podem ir adiantando a documentação prévia necessária para o cadastramento, que você confere logo abaixo. E aquelas que tiverem alguma dúvida ou precisarem de orientação, podem entrar em contato com o Sistema OCB.

- Ato constitutivo, Estatuto ou Contrato social em vigor e alterações subsequentes devidamente registradas, em se tratando de sociedade comercial, e, no caso de sociedade por ações, acompanhadas da Ata arquivada da Assembleia da última eleição da Diretoria;

- Ato de registro ou autorização para funcionamento expedido pelo Banco Central do Brasil ou Comissão de Valores Mobiliários ou órgão competente;

- Declaração do Banco Central de que a instituição financeira está em pleno uso e gozo de suas atividades e não se encontra em processo de liquidação judicial ou extrajudicial ou cópia do certificado de autorização de funcionamento expedido pelo Banco Central;

- Documento de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ);

- Certidões negativas de tributos e Contribuições Sociais, relativas aos Entes Municipal, Estadual ou Distrital e Federal;

- Certidão de regularidade junto ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS);

- Certidão negativa de débitos trabalhistas (CNDT) ou positiva com efeitos de negativa;

- Declaração de que cumpre as disposições do inciso XXXIII do art. 7º da Constituição Federal;

- Declaração de manifestação de interesse nos termos do Edital.

Mudança - Importante: Esta é uma lista preliminar enviada pelo MTur à OCB, e pode sofrer mudanças até a publicação do edital de credenciamento. (OCB)

FOTO: Roberto Castro / Ministério do Turismo

 

 

 

COOPERATIVISMO: Sistema OCB lança plataforma InovaCoop

cooperativismo 22 06 2020Falar sobre inovação já foi tabu em muitas organizações. Mas com a chegada acelerada de muitas tendências, em especial nos últimos meses, o assunto que já era ponto importante no mercado virou pauta obrigatória em todos os setores. Para as cooperativas, que já nasceram a partir de uma ideia inovadora, se reinventar e fazer algo novo é parte do seu DNA. O caminho é utilizar esse potencial e buscar mais inspirações tanto dentro do próprio cooperativismo quanto fora, para construir a sua proposta de inovação.

InovaCoop - Alinhado às diretrizes definidas no 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo, o Sistema OCB tem investido cada vez mais em processos transformadores para as cooperativas. Dentre as ações propostas está o InovaCoop, a plataforma de inovação do cooperativismo brasileiro. O site reúne novidades sobre inovação no Brasil e no mundo - dentro e fora do nosso setor - cursos, ferramentas, informação e conhecimento, tudo para ajudar as cooperativas a inovarem na prática.

Motivações - Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a pandemia e as crises política e econômica aceleraram as motivações para trabalhar com o cooperativismo na era das inovações. “Inovação é fundamental para se conviver nesse mundo atualizado, para você criar e recriar, e nesses últimos 90 dias de isolamento social a gente tem descoberto que tem muito a fazer e inovar”, destacou Freitas.

Fomento - A plataforma InovaCoop é o ambiente criado pelo Sistema OCB para fomentar a inovação nas cooperativas. “Tá na hora da gente inovar, da gente ousar e ter coragem de fazer diferente, de fazer o novo. E nós precisamos criar um ambiente para isso”, reforçou o presidente do Sistema OCB celebrando o lançamento do site que já está disponível com conteúdos abertos, para qualquer visitante, e também com conteúdos exclusivos para cooperativas registradas e regularizadas. Para ver o site, acesse: www.inova.coop.br.

Cooperativas inovadoras, negócios transformadores - Para lançar um projeto novo como o InovaCoop, era preciso um evento de impacto e que marcasse presença - guardados os devidos cuidados que o momento exige. Então, o Sistema OCB realizou um webinário e convidou ninguém menos que Vinícius David, professor de Liderança e Inovação na Universidade da Califórnia em Berkeley, um dos nomes mais respeitados da inovação no Vale do Silício, com mais de 10 anos no mercado americano, atuando com empresas ranqueadas na Fortune 100.

Participantes - Com o tema “Cooperativas inovadoras, negócios transformadores”, o evento on-line reuniu mais de 450 pessoas, entre cooperados e representantes de unidades estaduais do Sistema OCB. Durante um pouco mais de uma hora, os participantes receberam diversas dicas de como criar um ambiente inovador na sua cooperativa e quais caminhos seguir para isso.

Propósito - Para David, o aspecto central da inovação é o propósito. É a partir dele que se consegue transformar uma comunidade, criar oportunidades. Nesse sentido, o especialista destacou a importância do cooperativismo: “no momento de desafio econômico, o cooperativismo se destacou e foi totalmente contra ao que existia do ponto de vista de economia, de projeções. As coisas cresceram e cresceram por uma seguinte razão: a receita do cooperativismo, onde 1 + 1 nunca é dois, é sempre 3, 4 ou 5. É essa essência, do que significa o cooperativismo, que realmente cria essa oportunidade única de que, em um momento de crise, você consiga se destacar”.

Cuidado- Outro ponto fundamental trazido por Vinicius David é o cuidado que as empresas precisam ter ao se propor inovar. Afinal, a inovação não está diretamente relacionada apenas com o uso da tecnologia. “É preciso pensar de forma estratégica como aquela ferramenta vai impactar o dia a dia das pessoas, como otimizar o produto ou serviço que já é entregue. Inovar e fazer diferente não é apenas seguir a “moda” e colocar algo moderno e tecnológico no mercado, é preciso levar em consideração a funcionalidade e o impacto real daquilo”, ressaltou.

Pessoas - Além de apontar muitos dos diferenciais das cooperativas, Vinícius David também mostrou o quão importante é a criação de estratégias inovadoras centradas nas pessoas. “Para muitas empresas, esse ainda é um grande desafio, mas para as cooperativas, que têm em suas bases a valorização das pessoas, o processo tende a acontecer de forma muito mais natural, reafirmou David.

Nosso webinário - E se você não pôde acompanhar a transmissão ao vivo, fique de olho nas nossas redes sociais. Vamos disponibilizar no canal do Sistema OCB no YouTube a íntegra do evento. (OCB)

 

 

DIA DE COOPERAR: Celebração do Dia C está chegando

dia c 22 06 2020Um dia inteiro de atividades culturais, todas digitais. É assim que vai ser a celebração do Dia de Cooperar (Dia C) neste ano, por causa da pandemia do novo coronavírus. E a banda mineira Skank vai encerrar a programação em alto estilo. O evento vai ocorrer no próximo dia 4 de julho e será transmitido ao vivo no perfil do Sistema OCB, no Facebook e Youtube.

Atividades - Logo de manhã, em várias partes do país, começam as atividades on line. E, a partir das 15h30, a programação é nacional, direta de um estúdio em Brasília, com transmissão ao vivo e cheia de atrações.

Teatro - Além do show dos mineiros, a programação contará com a apresentação do grupo brasiliense de teatro G7, especializado em comédia e premiado pelo Criação Teatral Volkswagen. Um dos pontos mais esperados da programação será a apresentação de 10 cooperativas (duas de cada região) que contarão um pouco das iniciativas em prol do combate aos efeitos da pandemia do novo coronavírus. São elas:

NORDESTE: Sicredi Aracaju (Sergipe) e Cooates (Pernambuco)

CENTRO-OESTE: Unimed Campo Grande (Mato Grosso do Sul) e Cooperforte (Distrito Federal)

SUDESTE: Sicoob Divicred (Minas Gerais) e Coopesg (Espírito Santo)

NORTE: Coapa (Tocantins) e Sicoob Credip (Rondônia)

SUL: Aurora (Santa Catarina) e Sicredi Região da Produção (Rio Grande do Sul)

Números - Até quinta-feira (18/06), 603 cooperativas já haviam inscrito 1.406 iniciativas no sistema do Dia C. Desse total, 1067 têm como foco reduzir tanto a propagação do novo coronavírus quanto os impactos negativos causados na vida das pessoas e na economia.

Atitudes simples - “Esses números comprovam a força das atitudes simples, capazes de mover e de transformar o mundo. Também mostram o quanto as cooperativas brasileiras se empenham para contribuir com o país. Esse comprometimento com as comunidades mais vulneráveis, por exemplo, certifica que as cooperativas, como sempre dissemos, não deixam ninguém para trás”, avalia o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

PROGRAMAÇÃO

15h30: Abertura – com apresentação de cinco cases de coops

15h50: Apresentação humorística

16:20: Painel do bem – com apresentação de cinco cases de coops

16h30: bate-papo e show da banda Skank

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SAIBA MAIS SOBRE O DIA C

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Assista ao vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=7rTxNrLvKVI&t=3s

(OCB)

 

CRESOL PIONEIRA: Entre as maiores cooperativas de crédito do Brasil

cresol pioneira 22 06 2020A Cresol Pioneira, primeira cooperativa do Sistema, fundada em 24 de junho de 1995 em Dois Vizinhos/PR, está entre as 100 maiores cooperativas de crédito do Brasil, segundo indicadores do Banco Central do Brasil.

Ativos - Hoje a cooperativa administra, aproximadamente, R$ 654 milhões de ativos e conta com mais de 13 mil cooperados em uma atuação em 13 municípios paranaenses. Com a diversificação do seu portfólio de soluções financeiras, entre 2018 e 2019, a cooperativa ampliou em 234% o número de cooperados pessoa jurídica.

Solidez financeira - “Os resultados de 2019 confirmam a solidez financeira da Cresol Pioneira. Seus números refletem as inúmeras parcerias com pessoas físicas e jurídicas. Com ótimas perspectivas, estamos acelerando o processo de expansão, inclusive com abertura de uma nova agência ainda em 2020. Outro fator relevante é proporcionar um aumento de 9,2% em ofertas de emprego, atingindo 136 colaboradores, ou seja, estamos contribuindo cada vez mais para o desenvolvimento econômico local”, disse Edemar Vodzicki, diretor superintendente da Cresol Pioneira.

Incorporação - Seguindo a tendência de crescimento das demais instituições financeiras cooperativas, a Cresol Pioneira passou por processos de incorporação das agências do Noroeste do Paraná, de Nova Esperança do Sudoeste, Verê, Nova Prata do Iguaçu e Salto do Lontra, que estão situadas no Sudoeste do Paraná.

Desafios e oportunidades - “São os desafios e oportunidades que a Pioneira não deixou passar que facilitaram a busca de recursos junto ao BNDES para fazer grandes investimentos, além de reduzir gastos e gerar melhor alinhamento nos setores de trabalho”, finaliza Edemar.

Diferencial - Adriano Michelon, superintendente da Central Cresol Baser e vice-presidente da Cresol Confederação, também comenta o crescimento. “Estamos celebrando os 25 anos de um Sistema que iniciou pequeno e que agora cresce cerca de 25% ao ano. Isso significa que as cooperativas de crédito são muito mais do que um modelo de negócios, elas têm o compromisso de estar próxima de quem precisa, e a Cresol cada vez mais fortalece o relacionamento com o cooperado, diferenciando-se no mercado”, destaca.

Presença - Hoje o Sistema Cresol está presente em 17 estados brasileiros e atende mais de 553 mil cooperados em 560 agências de relacionamento. (Imprensa Cresol)

 

SICREDI FRONTEIRAS: Cooperativa realiza entrega de R$ 5 mil a associado de Capanema

sicredi fronteiras 22 06 2020O período da pandemia estimulou os brasileiros a redescobrir a importância de fazer uma reserva financeira e escolher um dos investimentos mais tradicionais e seguros: a poupança. Para incentivar o hábito de poupar, o Sicredi está premiando associados nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, por meio da Promoção Poupar e Ganhar sem Parar. Após depositar na caderneta de poupança, Joe Rafael Muller Dorigon, de 31 anos, morador de Capanema/PR foi contemplado pela campanha e recebeu R$ 5 mil.

Surpresa - Joe é associado da Sicredi Fronteiras há 6 anos e conta que não acreditou que fosse possível ser um dos ganhadores. “Meu pai me contou e eu precisei de um tempo até conseguir acreditar”.

Aplicação - O poupador ainda afirma que esse dinheiro será novamente aplicado na poupança. “Sempre soube o quanto é necessário ter uma reserva financeira e nesse momento, ficou mais evidente ainda”, comenta Joe.

Alegria - Gilvan César Cavalheiro, gerente da agência de Capanema, fala sobre a alegria de poder contar a um associado que ele foi premiado. “Ano passado já tivemos um ganhador da promoção da poupança premiada e agora estarmos concedendo novamente o prêmio para um poupador, mostra como é possível, com apenas R$ 100 reais, ou seja, um número da sorte, ser contemplado”, ressalta o gerente.

Preocupação - De acordo Paulo Vinicius Padilha, gerente de captação da Sicredi Fronteiras, essa promoção mostra como o Sicredi se preocupa com os seus associados e com a comunidade onde atua.

Subsídios - José Carlos Steffen, diretor de negócios da cooperativa relembra que realizar depósitos na poupança de uma cooperativa é dar a ela subsídios para investir esse valor na comunidade. “Quem ainda não fez seu depósito, sua reserva financeira, esta é a hora. Essa é uma grande oportunidade. Você vai poupar o seu dinheiro e ainda concorrer a vários prêmios”, finaliza Steffen.

Promoção Poupar e Ganhar sem Parar Ao todo, a promoção distribui R$ 2,5 milhões em prêmios, o maior valor em cinco edições da campanha. A cada R$ 100 de incremento líquido na poupança do associado, um número da sorte será distribuído para concorrer à promoção. Se as aplicações forem na modalidade programada, quando há o débito programado mensal para conta poupança do associado, as chances de ganhar são em dobro.

Vantagens - “A modalidade de poupança tem muitas vantagens e é uma boa opção para quem está começando a investir ou pretende planejar melhor o orçamento mas não gosta de correr riscos. A poupança oferece remuneração garantida, não incide tributação ou taxa de administração, além da disponibilidade de resgate imediato em caso de emergência”, explica o Presidente da Sicredi Fronteiras, José César Wunsch.

Incremento - Em todo o Sistema Sicredi, a poupança registrou um incremento de mais de R$ 850 milhões em março, o maior desempenho dos últimos três anos na instituição financeira cooperativa, que está presente em mais de 22 estados e no Distrito Federal. Só na região dos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro, houve um incremento de quase R$ 450 milhões no período.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi Fronteiras PR/SC/SP)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SOCIOBIODIVERSIDADE: Mapa seleciona projetos para fortalecer atividades da bioeconomia

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) abriu a seleção de projetos para o fortalecimento da sociobiodiversidade, envolvendo pequenos e médios produtores rurais, agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais. A iniciativa integra o Programa Bioeconomia Brasil – Sociobiodiversidade, da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo.

Programa - As propostas serão escolhidas pelo programa “Fortalece Sociobio” na Plataforma + Brasil (SICONV), onde as instituições interessadas deverão fazer a inscrição até o dia 31 de outubro de 2020. Podem participar municípios das regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste, que constituem consórcios públicos atendendo às exigências previstas Lei nº 11.107/2005, no Decreto nº 6.017/2007 e na Portaria nº 4/ 2020.

Valorização - Entre os objetivos da ação está a valorização do meio rural a partir dos produtos, serviços e processos associados à sociobiodiversidade das comunidades rurais, segundo o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Schwanke.

Tendência - “Existe uma tendência cada vez maior do mercado consumidor de conhecer e valorizar a origem dos alimentos e produtos ofertados. A nossa ideia vai no mesmo sentido, de buscar conectar o público urbano com o ambiente rural, agregando pessoas do campo e da cidade e seus respectivos modos de vida, a partir da produção de alimentos e da valorização das paisagens rurais”, diz Schwanke.

Recursos - O Mapa destinou R$ 4 milhões para o programa em 2020. Os valores das propostas, incluindo a contrapartida dos proponentes, deverão estar enquadrados entre o mínimo de R$ 250 mil e máximo de R$ 1 milhão.

Gastos - Os projetos podem prever gastos de custeio e compra de equipamentos, contemplando atividades em gastronomia, selos e certificações, turismo rural, produtos artesanais qualificados, novos tipos de beneficiamentos de produtos, patrimonialização de bens culturais imateriais agrários, indicação geográfica, dentre outras temáticas de estruturação produtiva e agregação de valor.

Ações - Podem estar previstas ainda ações que contribuam com a capacitação, fomento, assistência técnica e melhoria em normativas que afetem os setores, dialogando e interagindo com diferentes parceiros. Não serão apoiados projetos de infraestrutura. Por isto, são vedadas propostas destinadas a execução de obras e/ou serviços de engenharia.

Temas - “As propostas podem tratar, por exemplo, da realização de intercâmbios de experiências, oficinas de boas práticas, ações educativas e de sensibilização para valorização de produtos da sociobiodiversidade, apoio a eventos de culinária, estruturação de rotas turísticas associadas a sociobiodiversidade, apoio à conservação de Sistemas Agrícolas Tradicionais e outros”, aponta Schwanke.

Coronavírus - O secretário destaca que a ação incentiva o envio de propostas que contribuam para mitigar os impactos socioeconômicos resultantes da pandemia do novo Coronavírus, com atividades capazes de contribuir para a resiliência dos sistemas familiares de produção e para a capacidade de adaptação a condições extremas, de forma a garantir a segurança alimentar mesmo em momentos de crise.

Manual - Para orientar as instituições que desejam participar, o Mapa elaborou o , documento que apresenta diretrizes, critérios para participação, formulários de apresentação de projetos e estabelece os parâmetros a serem utilizados pela Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo, com a colaboração da Secretaria de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, para selecionar os projetos.

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Bioeconomia Brasil - Lançado no ano passado, o Programa Bioeconomia Brasil – Sociobiodiversidade tem o objetivo de promover a articulação de parcerias entre o Poder Público, pequenos agricultores, agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais e seus empreendimentos e o setor empresarial, visando a promoção e estruturação de sistemas produtivos baseados no uso sustentável dos recursos da sociobiodiversidade e do extrativismo, bem como a produção e utilização de energia a partir de fontes renováveis.

Desafio - De acordo com Schwanke, no âmbito da bioeconomia, um dos grandes desafios é dar maior visibilidade às diferentes culturas alimentares, conhecimentos ecológicos e sistemas agrícolas tradicionais e transformar toda essa diversidade em catalisador da economia regional.

Iniciativas - “Assumimos esse desafio e estamos trabalhando em iniciativas capazes de promover a estruturação de cadeias de valores, o fortalecimento da interação entre agentes públicos e privados, a integração entre diferentes setores da economia local e outras ações”, afirma. (Mapa)

FOCUS: Mercado projeta queda do PIB em 6,50% este ano

A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano foi ajustada de 6,51% para 6,50%. A estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – está no boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Próximo ano - Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há quatro semanas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua a projetar expansão de 2,50% do PIB.

Dólar - A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,20, ao final deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5.

Inflação - As instituições financeiras consultadas pelo BC ajustaram a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 1,60% para 1,61%.

2021 - Para 2021, a estimativa de inflação permanece em 3%. A previsão para os anos seguintes - 2022 e 2023 - também não teve alterações: 3,50%.

Meta - A projeção para 2020 está abaixo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%.

Próximos anos - Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 em 2,25% ao ano, a mesma previsão da semana passada.

Percentuais - Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 3% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 5% ao ano e para o final de 2023, 6% ao ano.

Tendência - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Demanda aquecida - Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. (Agência Brasil)

ECONOMIA: Confiança da indústria cresce 15,2 pontos na prévia de junho, diz FGV

O Índice de Confiança da Indústria, divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve um aumento de 15,2 pontos na prévia de junho deste ano, em comparação com o dado consolidado de maio deste ano. Com o resultado, o indicador atingiu 76,6 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos.

Maior alta - Caso a prévia se confirme no resultado consolidado de junho, essa será a maior alta mensal da história da pesquisa.

Avaliação - O avanço da confiança em junho é resultado da melhora da avaliação dos empresários em relação ao presente e, principalmente, da confiança para os próximos três e seis meses.

Futuro - Segundo a FGV, o Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, teve crescimento de 20,6 pontos, para 75,5 pontos, recuperando nos últimos dois meses mais da metade da queda observada em abril.

Situação atual- O Índice de Situação Atual, que mede a confiança no presente, cresceu 9,2 pontos, para 77,8 pontos, o equivalente a um terço da perda de abril.

Capacidade instalada - O Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (Nuci) teve crescimento de 5,9 pontos percentuais e chegou a 66,2%. (Agência Brasil)

PETROBRAS: Preço da gasolina e do diesel vendidos nas refinarias aumenta

O preço da gasolina vendida nas refinarias da Petrobras foi reajustado em 5% na média na sexta-feira (19/06). O anúncio foi feito pela companhia que também divulgou aumento médio de 8% para o diesel vendido às distribuidoras a partir dessas refinarias.

Terceira vez - Essa é a terceira vez que a gasolina tem o preço reajustado em junho. O primeiro foi no dia 1º e o segundo no dia 9. De acordo com a Petrobras, o produto abastece, atualmente, cerca de 60% dos veículos de passeio no Brasil.

Diesel - Já o diesel tem a primeira alta do mês. O anterior tinha sido no dia 27 de maio. Segundo a Petrobras, o consumo de diesel automotivo se restringe basicamente ao setor agrícola e de transporte rodoviário, setores de extrema importância para a economia do país.

Acumulado - Com o aumento de 8%, que representa R$ 0,12 por litro, o preço médio do diesel da Petrobras para as distribuidoras passou a ser de R$ 1,63 por litro. No acumulado do ano, a redução do preço é de 30,2%.

Preço médio - Na gasolina, o preço médio da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passou a ser de R$ 1,53 por litro, considerando a alta de 5%, ou R$ 0,07 por litro desta sexta-feira. No acumulado do ano, o produto tem queda de 20,2% no preço.

Aumentos - Pelos dados da Petrobras, em 2020, a gasolina teve 19 reajustes sendo 7 aumentos e 12 reduções de preços, enquanto para o diesel foram 14, entre eles, 3 elevações e 11 quedas de preços.

Mercados internacionais - “Os combustíveis derivados de petróleo são commodities e têm seus preços atrelados aos mercados internacionais, cujas cotações variam diariamente, para cima e para baixo. Por isso, a variação dos preços nas refinarias e terminais é importante para que possamos competir de forma eficiente no mercado brasileiro”, informa a petroleira. (Agência Brasil)

ANP: Leilão de biodiesel negocia mais de 70 milhões de litros

anp 22 06 2020A Agência Nacional de Petróleo, Biocombustíveis e Gás Natural (ANP) negociou a venda de R$ 72,94 milhões de litros de biodiesel em seu 74º leilão do combustível, realizado na semana passada. O preço médio de negociação foi de R$ 3,803 por litro e o valor total negociado atingiu R$ 277,4 milhões.

Ágio - O preço de negociação teve um ágio médio de 2,97% em relação à média ponderada dos preços máximos de referência regionais (R$ 3,694 por litro).

Abastecimento - Os leilões de biodiesel visam garantir o abastecimento de biodiesel no mercado nacional, devido à obrigatoriedade de sua adição ao óleo diesel vendido ao consumidor final. O 74º Leilão garante abastecimento durante o período de 22 a 30 de junho deste ano. (Agência Brasil)

FOTO: Tomaz Silva / Agência Brasil

 

ENERGIA ELÉTRICA: Paraná Trifásico abre espaço para agropecuária crescer mais

energia eletrica 22 06 2020A Copel instalou 310 quilômetros de redes modernas de energia elétrica nos quatro cantos do Estado em 2020 dentro do Paraná Trifásico, o que é mais do que a distância entre Curitiba e Guarapuava, por exemplo. Mas esse linhão, como está sendo apelidado no Interior, representa apenas 1,24% do total de 25 mil quilômetros que serão implementados nos próximos anos no maior programa elétrico do Estado na era digital.

Investimentos - O Paraná Trifásico envolve investimentos de R$ 2,1 bilhões e será concluído apenas em 2025. O programa precisou ser escalonado porque não havia disponibilidade de insumos suficientes para instalação imediata dos equipamentos e do cabeamento. Serão instalados 2,5 mil quilômetros apenas em 2020.

Maior programa - “É o maior programa do Brasil para os produtores rurais”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Aumento de produtividade - “As novas redes trarão aumento de produtividade. Vai transformar as cadeias produtivas do leite, da avicultura, piscicultura e suinocultura e, acima de tudo, vai levar energia de qualidade para o Paraná crescer em bom ritmo nos próximos 30 anos”, acrescenta. “A linha monofásica impedia saltos maiores, ampliações ou novas instalações porque a rede não suportava as tecnologias. O novo sistema elimina essa dificuldade”.

Reivindicação - O superintendente de Projetos Especiais da Copel, Júlio Omori, afirma que esse programa atende uma reivindicação antiga de produtores rurais em relação à rede trifásica. “Precisamos fazer uma renovação da rede de distribuição. A monofásica teve seu mérito, a Copel foi uma das primeiras empresas do Brasil a levar energia para o campo, mas o objetivo na época era levar rede mais simples e mais barata. Quarenta anos se passaram e algumas já sinalizam a necessidade de renovação, além de que a confiabilidade no fornecimento de energia elétrica passou a ser cada vez mais importante para estes produtores”, destaca.

Oeste - A região Oeste, por exemplo, concluiu apenas 27 quilômetros de obras na rede trifásica até o momento, mas a sensação de cara nova no campo é nítida. O Paraná Trifásico começou a se materializar há dois meses em Matelândia e Serranópolis do Iguaçu, cidades que têm o Parque Nacional do Iguaçu como vizinho. Apenas entre as duas serão instalados mais de mil postes novos georreferenciados em oito etapas.

Vocação agrícola - Essa é uma região com vocação agrícola (soja, milho e trigo) e com muitos aviários, critério que é um dos pilares do programa: beneficiar os colonos (produtores rurais) e a geração de novos negócios no campo. As cadeias do frango, do peixe, do leite e dos suínos, que exigem qualidade integral de energia, foram mapeadas e o programa foi iniciado pelas áreas mais degradadas com maior contingente de produtores desses ramos.

Equipes - A Copel conta com 18 equipes próprias e terceirizadas trabalhando simultaneamente em três momentos nesse projeto no Oeste: uma cava os buracos onde ficarão os postes, outra instala os novos postes e a terceira fixa o cabeamento e os equipamentos necessários para garantir segurança energética.

Meta - A meta para a região Oeste é fechar 2020 com 300 quilômetros de redes trifásicas concluídas, com investimento de R$ 25,8 milhões. A região vai receber 3,1 mil quilômetros de novas redes trifásicas até o fim do programa, com R$ 260 milhões de investimentos.

Melhorias - A espinha dorsal da rede de distribuição no campo será totalmente trifaseada, substituindo a tecnologia monofásica implantada na década de 1980.

Postes - O programa retira os postes antigos do meio da plantação e coloca postes novos nas estradas rurais, o que facilita o acesso dos técnicos, e disponibiliza cabos mais resistentes contra as intempéries. Não são mais cabos nus de alumínio, mas cabos com capa protetora isolante contra toque de árvores, animais e demais objetos estranhos à rede.

Interligação - Com o trifaseamento, haverá interligação entre as redes. O efeito será a criação de redundância no fornecimento, ou seja, redes que hoje estão próximas, mas não conversam, passarão a ser interligadas. Se a energia falha em uma ponta, a outra fornece o abastecimento e, em caso de desligamentos, os produtores rurais terão o restabelecimento da energia mais rápido. Os equipamentos inteligentes também identificam curtos circuitos mais rapidamente.

Resistência a ventos - Os novos postes estão sendo enterrados 1,80 metro para dentro da terra, o que renova resistência contra ventos fortes. Alguns deles têm para-raios para ajudar a enfrentar as intempéries. “Os postes antigos suportavam ventos de 60 km/h ou 70 km/h. Os novos suportam ventos de mais de 100 km/h”, explica Lúcio Godoy, técnico da Copel que fiscaliza as obras do programa na região Oeste.

Retirada - “Vamos tirar 90% dos postes que ficavam no mato, sujeito a quedas de árvores, e também evitar com que as lavouras sejam degradadas diante de eventual manutenção, que exige entrada de caminhões pelas plantações. Antigamente os colonos chegavam a ficar esperando com o trator para ajudar os caminhões da Copel a sair das roças, o que provocava estragos, era ruim para todo mundo”, afirma Godoy.

Surpresa - “Tivemos até uma grata surpresa porque costumava haver resistência com os postes na beira da estrada. Agora o que se fala é que os produtores rurais tiram até as pedras da estrada para o programa passar”, acrescenta.

Monofásica - A rede monofásica implantada na década de 1980 era mais barata porque permitia menos cabos (apenas dois) e postes com distâncias maiores entre si. Eram até 140 metros entre um poste do outro, agora a distância é de cerca de 90 metros.

Custo menor - Além de garantir energia de mais qualidade e com maior segurança, o investimento da estatal vai proporcionar o acesso do produtor rural à rede trifásica a um custo muito inferior ao que hoje é pago. Além disso, equipamentos com motores trifásicos normalmente são mais eficientes, baratos e têm uma taxa de falha menor. As redes elétricas trifásicas também favorecem quem pretende ser produtor de energia elétrica nas suas propriedades, pois a rede monofásica limita esta possibilidade.

Conexões inteligentes - As linhas têm conexões inteligentes com monitoramento constante da rede, chamados de religadores automáticos. Em Matelândia eles foram instalados em dois postes. Têm capacidade para identificar problemas e “abrem temporariamente” para passagens de eventuais curtos para evitar desligamento da rede, e então religam a energia sem precisar de interferência humana. Além disso, os equipamentos podem ser acionados remotamente pelo Centro de Operação da Copel em Curitiba, se preciso.

Época encerrada - “Esse programa encerra uma época em que os colonos chegavam a pagar com sacos de milho uma instalação elétrica. Universalizamos o acesso à luz e agora estamos melhorando a qualidade e confiabilidade de todo o processo”, afirma Godoy.

Atendimento - “Temos grandes programas para melhorar o atendimento da distribuição de energia elétrica. Além do Paraná Trifásico, um projeto de tecnologia de ponta em gestão de redes de energia. Estamos colocando inteligência, softwares modernos e novos sistemas para serem operados diretamente do Centro de Operação, em Curitiba. Tudo será monitorado continuamente e com tempo de resposta cada vez menor”, complementa Omori.

Agronegócio - Energia é um insumo cada vez mais importante no agronegócio. A produção evolui na mecanização, digitalização e nos processos de produção de animais, que têm uso intensivo de energia e novas tecnologias. A expectativa é de ajudar regiões produtoras numa estratégia integrada com o reforço de infraestrutura e logística na malha rodoviária (novo Anel de Integração) e na férrea (novos projetos que contemplam acesso entre Foz do Iguaçu e Paranaguá), e o novo status sanitário com o fim da vacinação contra febre aftosa.

Qualidade - “Teremos melhorias na qualidade de energia porque hoje há muita oscilação. Na rede monofásica os motores necessários para aviários e refrigeração de leite são naturalmente mais fracos. Com o sistema trifásico podemos dar mais carga aos motores e também diminuir o custo de energia”, afirma Silvio Krinski, engenheiro agrônomo e coordenador da gerência técnica da Ocepar.

Inovação - “Na década de 80 levar um bico de luz era inovação. Estamos falando em conectividade. Luz não é mais uma inovação, mas um caminho. As fazendas precisam de estufas, sistema de irrigação, e algumas têm aviários ou sistemas de produção de leite com alta tecnologia agregada. Precisávamos de uma rede para sustentar essa tecnologia”, acrescenta.

Crescimento - De acordo com Irineo Costa Rodrigues, diretor-presidente da cooperativa Lar, o trifaseamento das redes de distribuição contribuirá muito com o crescimento da produção paranaense e do processamento industrial. Ele estima que o Paraná Trifásico ajude a dobrar a produção de frango na região Oeste.

Produtor de frango - “Hoje todo produtor de frango tem um gerador na propriedade, movido a óleo diesel, o que encarece a produção. Temos 850 associados que produzem frango e 280 que produzem suínos, além de centenas focados em leite. E há uma previsão de expansão nas atividades. Anunciamos R$ 1 bilhão em investimentos para gerar quatro mil empregos diretos. Vamos alcançar 1,5 mil associados apenas na cadeia do frango”, afirma. “O Paraná Trifásico vem em boa hora, era uma necessidade absoluta”.

Linhão - José Arlindo Sehn, proprietário rural e ex-prefeito de Serranópolis do Iguaçu, cunhou o programa como linhão. “É a redenção da linha de Matelândia e Serranópolis do Iguaçu. Quando vinha uma nuvem a luz caía, o que me impedia de montar um aviário, os orçamentos para instalação trifásica individual eram muito altos. Com a nova linha vou investir em quatro aviários para 115 mil frangos”, afirma. “O agricultor precisa se sentir bem onde mora. Não pode faltar água e nem luz. Isso é história do passado. Estimo que a nova linha aumentará em R$ 20 mil o valor de um alqueire na região”.

Clic Rural - O Paraná Trifásico é uma evolução do Clic Rural, iniciativa que levou energia para mais de 120 mil propriedades rurais nos anos 1980 e se tornou o principal programa de eletrificação rural da época. Com ele, o Paraná se tornou o Estado com maior número de consumidores rurais ligados à rede de energia elétrica, o que contribuiu para dar condições a quem vivia no campo seguir trabalhando na terra.

Estratégia - Mas, para executá-lo e atender às necessidades do momento, a Copel definiu como estratégia diminuir as sofisticações técnicas e focar no barateamento dos serviços, para torná-los acessíveis. Na época, todas as redes instaladas eram monofásicas. (Agência de Notícias do Paraná)

 

INFRAESTRUTURA: Parceria com iniciativa privada transforma o Porto de Paranaguá

infraestrutura 22 06 2020A parceria entre autoridade portuária e operadores da Portos do Paraná está transformando o Porto de Paranaguá. Nesta semana, começou a funcionar um novo shiploader, equipamento usado para carregar navios, no berço 206. Também está sendo instalado um novo guindaste móvel para descarga de fertilizante, nos berços 208, 209 e 211.

Investimentos - Os investimentos são privados e fazem parte dos contratos firmados entre as empresas operadoras, arrendatárias e o poder público. “O modelo de gestão atual obedece às linhas landlord, em que a autoridade portuária é responsável pela administração do porto e por oferecer a estrutura necessária às atividades de movimentação de cargas. Já a iniciativa privada é responsável pela superestrutura: equipamentos, armazéns e mão de obra”, explica o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Modelo - Neste modelo, os bens reversíveis, adquiridos pelo setor privado, passam a integrar o patrimônio da União após o período de contrato.

Shiploader - O investimento de R$ 30 milhões no berço 206 é da Bunge. O equipamento fez a primeira operação essa semana e carregou 32 mil toneladas de farelo de soja no navio Siana, que partiu com destino a Cingapura.

Modernização - O shiploader faz parte de um projeto de modernização da faixa portuária e possui sistema de captação de pó, que reduz a emissão de partículas no ar durante o carregamento de navios. “Ele permite um carregamento mais direcionado e com isso evita a emissão de poeira no embarque. O resultado é uma operação mais limpa no Porto de Paranaguá”, diz o diretor de Operações, Luiz Teixeira.

MHC - A Rocha Terminais Portuários vai instalar uma nova grua móvel para desembarque de fertilizantes, nos berços 208, 209 e 211. O investimento é de 3,6 milhões de Euros (€). O guindaste tem capacidade de 100 toneladas de carga e grabs de descarga de 28 metros cúbicos. O equipamento chegou no último dia 06 e deve entrar em operação nos próximos dias.

Portêiner - Em julho, dois equipamentos para movimentação de contêineres usados no porto completam um ano. Os portêineres são os maiores do Brasil, com 66 metros de lança e 50 metros de vão livre a partir do trilho, podendo alcançar até 24 fileiras no navio.

Ampliação - A aquisição faz parte da ampliação do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP). Os investimentos superam R$ 600 milhões, sendo considerada a maior obra do setor portuário do Brasil nos últimos anos.

Mais um berço - O terminal da Fospar, operadora de graneis sólidos de importação nos berços 200 e 200A, no Porto de Paranaguá, prevê um aumento de 600 mil toneladas por ano, a partir deste ano, com a conclusão dos recentes investimentos - cerca de R$ 225 milhões - e retomada de utilização do berço interno do píer (200A).

Projeto próprio - Em um projeto próprio de otimização, que teve início em 2016 e foi concluído no ano passado, a empresa construiu um novo armazém, fez a dragagem do berço interno e equipou o terminal com novos sistemas de correias transportadoras para a descarga (dos navios) e também para o carregamento de caminhões e vagões, bem como a implantação de sistemas e tecnologias de ponta para dinamizar a operação logística.

Estrutura - Com as recentes melhorias, a empresa passa a contar com dois armazéns, dois sistemas de correias de descarga de produtos, e outros quatro sistemas de retomada para carregamento, que servem para carregar tanto vagões como caminhões que levam os produtos para o destino.

Operacionalização - As novas estruturas bem como a retomada da utilização do berço interno foram operacionalizadas a partir de março após a obtenção de todas as autorizações dos órgãos competentes.

Armazenagem - Na retroárea, um grande investimento em expansão foi realizado, este ano, pela empresa Cattalini, uma das principais operadoras dos graneis líquidos no Porto de Paranaguá. Desde abril está em operação o novo centro de tancagem, o CT4.

Tanques - Como informa a empresa, na área de 25.700 metros quadrados são 17 tanques com capacidade de armazenar até 91.000 m3 de líquidos. O novo CT, segundo a Cattalini, aumenta a capacidade estática da empresa em 17,5%.

Total - Com as novas instalações, a operadora dispõe de 133 tanques, 610 mil m³ para armazenagem de diversos produtos, distribuídos em cinco Centros de Tancagens (CTs) alfandegados e entrepostados. (Agência de Notícias do Paraná)

 

CONJUNTURA: Estado perde R$ 1,6 bilhão em razão dos efeitos da pandemia

conjuntura 22 06 2020O Governo do Estado deixou de arrecadar R$ 1,614 bilhão em Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) durante a pandemia (março a junho), na comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são do boletim conjuntural divulgado na sexta-feira (19/06) pelas secretarias da Fazenda e do Planejamento e Projetos Estruturantes.

Maior queda - Maio registrou a maior queda na arrecadação, de R$ 776 milhões, ou 29,9% inferior ao quinto mês de 2019. Em abril a perda foi de R$ 434 milhões, ou 16,5% menor. Em março, no início das restrições provocadas pela pandemia da Covid-19, as receitas caíram R$ 169 milhões (-6,3%), e em junho já atingiu de R$ 233 milhões (-12,2%).

Inclusão - Incluindo no cálculo os meses de janeiro e fevereiro, a perda de arrecadação fica um pouco menor. Mesmo assim está 8,8% abaixo das receitas de igual período do ano passado, já com a correção pelo IPCA. O quadro dos primeiros cinco meses do ano indica que o Estado já deixou de arrecadar R$ 1,167 bilhão no ano.

Economia global - Segundo análise de técnicos do Estado, a economia global passa por um “novo normal” e ainda não é possível determinar o retorno da plena atividade e as recontratações de trabalhadores. Do lado das contas públicas, o reflexo final também ainda é incerto. No caso do Paraná, há uma estimativa de queda de receitas de mais de R$ 3 bilhões em 2020.

Compensação - Apenas parte das perdas do Estado deve ser compensada com ajuda do Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus. O Paraná já recebeu a primeira de quatro parcelas de um total de R$ 1,7 bilhão (uso livre) e cerca de R$ 3,2 milhões da cota destinada a ações exclusivas na saúde pública.

Setores - Setorialmente, as perdas mais expressivas em maio foram em combustíveis (-60,9%, ou R$ 381,3 milhões) e no setor automotivo (-56,8%, ou R$ 112,5 milhões), mas as variações negativas superaram a casa dos dois dígitos em oito dos nove setores. O setor de combustíveis tem a maior participação do ICMS, cerca de 21%. Em abril a pior queda foi no comércio varejista (-37,3%, ou R$ 54,8 milhões).

Comparação quinzenal - Na comparação quinzenal, que engloba junho, houve um indicativo de recuperação no setor de combustíveis porque algumas importações foram substituídas por produtos locais, mas esta tendência não deve se confirmar. As quedas na primeira quinzena desse mês impactaram o setor automotivo (-39,7%, ou R$ 72,1 milhões), serviços (-31,3%, ou R$ 58,2 milhões) e outros sete setores analisados.

Atividade econômica - Segundo o balanço da atividade econômica por emissões de nota fiscal, entre 1º e 14 de junho o comércio varejista paranaense operou com 89,9% do nível de antes da pandemia, resultado similar da indústria de alimentos (87,7%). Os setores que ainda estão com desempenho inferior são comércio atacadista (72,3%) e outras atividades da indústria (77,4%).

Regiões - Na macrorregião de saúde Leste (do Centro-Sul ao Litoral, passando por Curitiba, Campos Gerais e Região Metropolitana), o funcionamento do comércio varejista alcançou em junho 90,1%, dado influenciado pela reabertura dos shopping centers. A atividade industrial geral alcançou um nível de operação de 74,9%.

Noroeste - Na macrorregião Noroeste (região de Maringá e Umuarama), a indústria de alimentos já opera com 97,8% da capacidade. O comércio varejista operou no patamar de 90,1%, enquanto o comércio atacadista ficou na casa de 75%.

Norte - A macrorregião Norte (Londrina e região) o comércio varejista atingiu 90,5% e houve quedas nas atividades das indústrias de alimentos (74,1% em junho) e geral (86,9%). No Oeste (Cascavel e Pato Branco), comércio varejista, indústria de alimentos e indústria geral operam acima de 87%, enquanto a atividade no comércio atacadista chegou a 68%.

Notas - Segundo o boletim conjuntural, 94% do total de empresas paranaenses que emitem documentos fiscais (NF-e ou NFC-e) fizeram algum registro no início de junho. Em Arapongas, o índice é de 100% e em Umuarama de 99%. A pior média foi na última semana de março, com apenas 54% das empresas em operação.

Empresas - No cenário específico do funcionamento das empresas, o boletim aponta que 4,6 mil estabelecimentos que operam no Simples Nacional e 1,3 mil do Regime Normal ainda estavam fechados no dia 10 de junho, dados bem superiores aos do pior momento da crise, entre o fim de março e o começo de abril.

Vendas - No acumulado entre janeiro e maio, apenas supermercados e farmácias apresentaram variação positiva de vendas em relação ao mesmo período do ano passado, com crescimento de 10% e 9%, respectivamente. As piores quedas foram em calçados (-32%), vestuário e acessórios (-29%), restaurantes e lanchonetes (-27%), cosméticos e perfumes (-21%) e veículos novos (-19%).

Índices do IBGE - O boletim conjuntural desta semana também destaca as perdas da produção industrial, do comércio varejista e do setor e serviços, calculadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os valores são similares às quedas registradas pelos demais estados e pelo País.

Queda - A produção industrial do Paraná caiu 28,7% em abril na comparação com março, maior da série histórica (desde 2002). Na comparação com o mesmo mês de 2019 a queda foi de 30,6%. A variação acumulada do ano está em -6,2% e mesmo assim o Estado registra evolução de 1,7% no acumulado dos últimos doze meses porque o Paraná teve o maior registro de produção industrial do Brasil em 2019.

Comércio - O comércio paranaense recuou 14,3% em abril na comparação com março, que já havia registrado queda de 12,3% ante fevereiro. Em relação a abril de 2019 o tombo foi de 23,4%, enquanto o índice nacional nesse recorte foi de -27,1%. O setor de serviços, que engloba turismo, alimentação e transportes, registrou perdas de 11,1% em relação a março. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira AQUI o boletim conjuntural da semana.

 

DECRETO ESTADUAL I: Venda e consumo de bebidas alcoólicas ficam restritas no Paraná

decreto 22 06 2020O governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou na sexta-feira (19/06) o decreto 4.886/20 que orienta os municípios de todo o Estado a considerar a restrição da comercialização e do consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos depois das 22 horas e até as 6 horas do dia seguinte. O texto terá validade de 14 dias a partir de sábado (20/06).

Fiscalização e orientação - O decreto também indica que a Secretaria de Estado da Segurança Pública deverá intensificar operações de fiscalização e orientação, a fim de coibir aglomerações, principalmente aquelas com consumo de bebidas alcoólicas. Poderão ser feitas operações em parceria com as Guardas Municipais e as Vigilâncias Sanitárias durante esse período.

Sistema de saúde - “Temos que tirar o estresse do sistema de saúde para focar naquilo que realmente é prioridade, que é a batalha contra a Covid-19. Os policiais estão apoiando todo esse esforço e não podemos gastar energias com outras histórias. Aumentamos o número de leitos de UTI nos últimos meses e precisamos que essa estrutura esteja apta a atender os infectados com a doença”, afirmou Ratinho Junior.

Objetivo - O secretário estadual de Saúde, Beto Preto, disse que o objetivo dessa medida é conter os acidentes de trânsito ou aqueles decorrentes de confusões que provocam traumas. “Os hospitais deslocam grandes forças de trabalho para ajudar esses pacientes, mas estamos em uma fase diferente e, com muito respeito, precisamos deixar os leitos preparados para a Covid-19”, enfatizou. “Estamos entrando em uma nova fase, com acréscimo nos casos, e precisamos estar preparados”.

Cuidados - O governador também voltou a frisar que a circulação só pode ser contida com o auxílio da população, principalmente em relação ao uso obrigatório de máscaras, aglomerações, distanciamento social e higiene pessoal. “De nada adianta essa decisão se o cidadão não colaborar. O bom senso e a consciência coletiva vão vencer esse vírus”, disse Ratinho Junior.

Principais pontos - Confira os principais pontos do decreto válido para todo o Estado

- Decreto válido por 14 dias.

- Orientação para os municípios considerarem a restrição da venda de bebidas alcoólicas após as 22h.

- Orientação para os municípios considerarem a restrição de consumo de bebidas alcoólicas em locais públicos após as 22h. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Rodrigo Felix Leal

 

DECRETO ESTADUAL II: Normas são estabelecidas para reduzir circulação na Região de Curitiba

decreto II 22 06 2020O Governo do Estado emitiu decreto (4.885/20) na sexta-feira (19/06) com novas recomendações para restringir a circulação de pessoas nos municípios que compõem a Região Metropolitana de Curitiba. A região é a que mais concentra casos confirmados de Covid-19 desde o começo da pandemia e onde a ocupação de leitos de UTI está acima de 60%.

Principais pontos - Os principais pontos do decreto são fechamento de shopping centers aos finais de semana e a padronização do horário de funcionamento destes estabelecimentos em dias úteis (das 12h às 20h), a partir de segunda-feira (22/06). As demais atividades de comércio poderão funcionar das 10 horas até as 16 horas. A nova regulamentação será válida por 14 dias e inclui ainda a restrição de acesso de crianças menores de 12 anos em supermercados, a partir de sábado (20/06).

Orientação - O decreto tem caráter de orientação e leva em conta a emergência de saúde pública. Caberá aos municípios editar normas locais de regulamentação da prestação do serviço público com a finalidade de diminuir a circulação de pessoas, bem como instituir regime de teletrabalho, resguardando, para manutenção de serviços essenciais, quantitativo mínimo de servidores em sistema de rodízio.

Acompanhamento - Todas as medidas serão acompanhadas pelos órgãos de fiscalização e pela Secretaria de Estado da Segurança Pública. Eventuais multas serão disciplinadas pelos 29 municípios da Região Metropolitana de Curitiba.

Aglomerações - Ao anunciar as medidas, o governador Carlos Massa Ratinho Junior ressaltou que o decreto tem a motivação de diminuir a circulação de pessoas entre os municípios da RMC e a Capital, principalmente para evitar as aglomerações registradas nos últimos dias no transporte público.

Momento mais agudo - “Estamos entrando em um momento mais agudo da doença e temos que amenizar o impacto do vírus. Desde o início da pandemia temos essa preocupação com o transporte coletivo, em especial na hora de rush, de manhã e no final da tarde”, destacou Ratinho Junior.

Decisão - Ele também disse que a decisão foi construída de maneira colegiada com a Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba (Assomec) para manter o setor produtivo trabalhando, mas com menos circulação e mais cuidados.

Controle - “Tem município na RMC que não registra essa lotação, que tem outra realidade, mas a medida é especialmente necessária para aqueles conurbados na Capital. Temos que ter esse controle para que o vírus não se prolifere de maneira a impedir o bom funcionamento dos hospitais”, acrescentou o governador.

Apoio - Márcio Wozniak, presidente da Assomec e prefeito de Fazenda Rio Grande, destacou o apoio fundamental do Governo do Estado nessa nova diretriz. O decreto atinge quase quatro milhões de habitantes. “Temos que nos unir para enfrentar um inimigo sem cura, e só podemos fazer isso com distanciamento social. Vamos batalhar juntos por 14 dias para ver se estabiliza. É uma grande união”, frisou.

RMC - De acordo com o boletim epidemiológico desta sexta-feira (19), são 4.061 casos e 160 óbitos entre 27 municípios da Região Metropolitana de Curitiba – apenas em Tunas do Paraná e Doutor Ulysses não há casos. Já há mais de 150 diagnósticos positivos em Araucária, Colombo, Pinhais, Piraquara e São José dos Pinhais, além dos 2 mil casos de Curitiba.

Leitos - Diante desse quadro delicado, o Governo do Estado ativou mais 80 leitos de UTI na região, sendo 51 no Hospital do Rocio, em Campo Largo, e 15 no Hospital de Clínicas (HC), e 14 no Hospital de Reabilitação (que pertence ao Complexo Hospitalar do Trabalhador). Também foram adicionados mais 17 leitos de enfermaria no Hospital do Trabalhador.

Macrorregião - A macrorregião Leste tem 358 leitos de UTI e 546 leitos de enfermaria, exclusivos para atendimento de Covid-19, além de 21 UTIs pediátricas e 32 leitos de enfermaria pediátricos. O Paraná já ativou 749 UTIs e 1.171 enfermarias, com taxas de ocupação de 55% e 39%, respectivamente.

Estrutura paralela- “Montamos uma estrutura paralela de enfrentamento e atendimento aos paranaenses. Em pouco mais de três meses temos 749 leitos de UTI disponíveis em todas as regiões do Estado, isso que o estoque dos últimos 30 anos era de 1.200 leitos de UTI. Mas estamos entrando em uma outra fase, com acréscimo de casos em junho. É preciso ter cuidado”, complementou o secretário estadual de Saúde, Beto Preto.

Outro decreto - Além disso, outro decreto, também publicado nesta sexta-feira (19/06), trata da recomendação para proibição de aglomerações, da venda e de consumo de bebidas alcoólicas em espaços públicos depois das 22 horas. Esse texto tem validade em todo o Paraná.

Principais pontos - Confira os principais pontos do decreto válido apenas para a Regional de Saúde Curitiba

- Restrição de horário para todas as atividades comerciais não essenciais: das 10h às 16h. Válido a partir de sábado (20/06).

- Restrição de horário para shoppings: das 12h às 20h. Válido a partir de segunda-feira (22/06).

- Proibição de abertura dos shoppings aos sábados e domingos.

- Municípios terão autonomia para criar critérios de punição para quem não respeitar a solicitação.

- Recomendação de restrição de acesso de crianças menores de 12 anos aos supermercados.

- Decreto válido por 14 dias.

(Agência de Notícias do Paraná)

 

SAÚDE I: Brasil registra 50.617 mortos e 1,085 milhão de casos de Covid-19

saude I 22 06 2020O Brasil teve 641 novas mortes por Covid-19 registradas em 24 horas, de acordo com os dados atualizados do Ministério da Saúde divulgados neste domingo (21/06). Com a soma dos novos números, o país chegou ao total de 50.617 mortos em função da pandemia do novo coronavírus.

Novos casos - O balanço deste domingo contabilizou 17.459 novos casos da doença, totalizando 1.085.038 casos confirmados. A marca de 1 milhão de infectados foi ultrapassada na última sexta-feira (19/06).

Acompanhamento - Do total de casos confirmados de Covid-19 no Brasil, 485.035 pacientes estão em acompanhamento e 549.386 estão recuperados (50,6%). Há ainda 3.817 mortes em investigação.

Epicentro - São Paulo lidera em número de casos (219.185) e têm 12.588 mortos. Em seguida, vêm Rio de Janeiro com 96.133 casos e 8.875 mortos, Ceará com 92.866 casos e 5.523 mortos, e Pará com 84.654 casos confirmados e 4.583 óbitos. O estado com o menor número de casos é o Mato Grosso do Sul, 5.237, e 45 mortes. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE II: Uma em cada quatro cidades registrou mortes pela Covid

saude II 22 06 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou neste domingo (21/06) 674 novas confirmações e 14 mortes pela infecção causada pelo novo coronavírus. O acumulado de casos é de 14.336 e 442 mortos. Há ajustes de município de residência de dois casos detalhados ao final do texto.

Internados - 451 pacientes estavam internados neste domingo (21/06). 319 pacientes em leitos SUS (134 em UTI e 185 em leitos clínicos/enfermaria) e 132 em leitos da rede particular (50 em UTI e 82 em leitos clínicos/enfermaria).

Mais - Há outros 707 pacientes em leitos UTI e enfermaria que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2. Os dados são consultados do Sistema Estadual de Regulação de leitos, das secretarias municipais de saúde e de boletins epidemiológicos. Por isso pode ocorrer diferença ou a não inclusão de algum paciente internado.

Óbitos - A secretaria informa a morte de mais 14 pacientes. Todos estavam internados. São sete mulheres e sete homens, com idades que variam de 30 a 95 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 16 e 21 de junho.

Residência - Os pacientes que faleceram residiam quatro em Curitiba, três em Cascavel, dois em Londrina, um em Fazenda Rio Grande, um em Foz do Iguaçu, um em Ibema, um em Paranaguá e outro em Vera Cruz do Oeste.

Municípios - 328 cidades paranaenses têm ao menos um caso confirmado pela Covid-19. Cândido de Abreu, Iporã, Jaboti, Lupionópolis, Nova Prata do Iguaçu, registram casos pela primeira vez. Em 116 municípios há óbitos pela doença.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria registra 165 casos de residentes de fora. Nove pessoas foram a óbito.

Ajustes - Um caso confirmado na data de 19/06 em Cerro Azul foi transferido para Itaperuçu. Um caso confirmado na data de 18/06 em Espigão Alto do Iguaçu foi transferido para Cascavel.

Critérios - A Secretaria da Saúde reforça que os municípios têm critérios diferentes de confirmação de casos e por isso pode ocorrer divergência de número de pacientes.

Dados - A Secretaria informa, ainda, que os dados são consolidados na gestão estadual, mas os municípios encaminham as informações para as regionais que repassam para o CIEVS na Sesa.

Fabricantes - Segue a lista de fabricantes de testes rápidos validados pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) que têm os resultados positivos incluídos no monitoramento do CIEVS:

1. ONE STEP COVID-2019 TEST®️ da fabricante Guangzhou WondfoBiotechCo., Ltda., cujo representante legal no Brasil é a empresa Celer Biotecnologia S/A.

2. MEDTESTE CORONAVÍRUS (COVID-19) igG/IgM da fabricante Hangzhou Biotest Biotech Co. Ltd cujo representante legal no Brasil é a empresa Medlevensohn Com Repres Prod Hosp Ltda.

3. COVID-19 IgG/IgM ECO do fabricante Eco Diagnóstica Ltda-ME, cujo representante legal no Brasil é a empresa Eco Diagnóstica Ltda-ME

4. COVID-19 IgG/IgM BIO do fabricante Quibasa Química Básica Ltda, cujo representante legal no Brasil é a empresa Quibasa Química Básica Ltda.

5. SARS-CoV-2 Antibody Test da fabricante WondfoBiotechCo., Ltda.

(Agência de Notícias do Paraná)

Confira o boletim no link: http://www.saude.pr.gov.br/Pagina/Coronavirus-COVID-19

 

SAÚDE III: Portarias trazem orientações para ambientes de trabalho durante a pandemia

Publicadas no Diário Oficial da União (DOU) de sexta-feira (19/06), duas portarias conjuntas trazem medidas para prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da covid-19 nos ambientes de trabalho. Uma, de orientações gerais, é assinada pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia (Seprt-ME) e pelo Ministério da Saúde; a outra, específica para frigoríficos e latícinios, além das duas Pastas, tem a assinatura do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Indústria - Específica para a indústria de abate e processamento de carnes e derivados destinados ao consumo humano e laticínios, a Portaria Conjunta 19 visa a prevenção, controle e mitigação de riscos de transmissão da covid-19 nos ambientes de trabalho durante a pandemia.

Orientações - Entre as orientações estabelecidas pela portaria, estão o afastamento imediato, por 14 dias, dos trabalhadores que sejam casos confirmados ou suspeitos de covid-19 e também daqueles que tiveram contato com casos confirmados da doença. No período, a remuneração deve ser mantida pela empresa. Se os empregados estiverem assintomáticos por mais de 72 horas e um exame laboratorial descartar o novo coronavírus, é possível retornar ao trabalho antes das duas semanas.

Orientações gerais - A Portaria Conjunta 20 traz as medidas necessárias a serem observadas pelas mais diversas organizações – exceto serviços de saúde, para os quais há regulamentações específicas –, de forma a preservar a segurança e a saúde dos trabalhadores, os empregos e a atividade econômica. O documento, porém, não determina ou autoriza a abertura de estabelecimentos, limitando-se a apresentar um conjunto de disposições a serem observadas por aqueles que estiverem em funcionamento.

Máscaras - Com exceção do item 7.2 do Anexo I – referente ao fornecimento de máscaras cirúrgicas ou de tecido a todos os trabalhadores –, a Portaria 20 entra em vigor a partir da data de publicação e produz efeitos até o término da declaração de emergência em saúde pública, previsto na Portaria 1.565 de 2020.

Divulgação - Empregadores devem estabelecer e divulgar aos empregados – e terceirizados – os protocolos necessários para a identificação precoce e afastamento dos trabalhadores com sinais e sintomas; os procedimentos para que todos informem os sinais e sintomas, inclusive de forma remota; instruções sobre higiene; e eventuais necessidades de promoção de vacinação.

Medidas - Também estão previstas medidas para possibilitar o distanciamento social nas instalações; para uso de equipamentos de proteção individual (EPI); para limpeza e desinfecção de locais de trabalho e áreas comuns; para o transporte fornecido pelas organizações; bem como ações para garantir a higienização das mãos em locais próximos ao trabalho e nas áreas de circulação. (Ministério da Economia)

CLIMA: Simepar prevê inverno com pouca chuva e oscilações de temperaturas

clima 22 06 2020O inverno começou às 18h44 de sábado (20/06), e termina às 10h31 de 22 de setembro. Segundo o coordenador de Operação do Simepar, meteorologista Marco Jusevicius, neste ano as massas de ar frio devem ser menos persistentes do que o normal. Por essa razão, o inverno apresentará grandes oscilações de temperatura em curtos intervalos de tempo.

Média - Em todas as regiões, a temperatura média deve ficar próxima ou ligeiramente acima da normal climatológica. Há possibilidade de “veranicos”, com vários dias consecutivos secos e mais quentes do que o habitual para a estação, intercalados com períodos curtos de frio intenso.

Chuvas - A meteorologia espera o predomínio de massas de ar seco por diversas semanas, inibindo a formação de chuva de grande extensão e volume. “As chuvas devem ficar abaixo ou dentro da média histórica, sem chance de recuperação do déficit hídrico observado desde o ano passado”, observa Jusevicius.

Mais seco - Para o meteorologista, “mesmo com a ocorrência eventual de episódios volumosos, são esperados períodos mais prolongados sem chuva significativa, indicando que o trimestre será mais seco do que a média climatológica”.

Fenômenos - Não haverá influência do fenômeno El Niño. Os modelos climáticos indicam tendência de início de um ciclo da La Niña no final do inverno no Hemisfério Sul.

Alerta geada - Eventuais massas de ar polar podem causar geadas neste ano no Paraná, nas regiões próximas à divisa com Santa Catarina e na Região Metropolitana de Curitiba. É mínima a possibilidade de ocorrência nas demais regiões.

Predisposição - O Paraná é predisposto a geadas durante o inverno. Esse evento requer a combinação de ar frio e seco, céu limpo, vento fraco, temperatura abaixo de 5° C e umidade relativa abaixo de 70%.

Cristais de gelo - Durante a noite, cristais de gelo são depositados no solo e nas plantas. No início da manhã, o gelo reflete a luz solar nas superfícies, fenômeno conhecido como geada branca. Quando não há formação de gelo nas superfícies expostas ao ambiente, o fenômeno é denominado geada negra, com potencial de causar danos severos às plantações.

Serviço - Para orientar os produtores, já está ativo desde maio o serviço gratuito Alerta Geada, que emite previsões com antecedência de 48 e 24 horas, com base em dados da rede de telemetria do Simepar, Satélite Goes-16 e modelos de previsão do tempo.

Boletins - Mantido pelo Simepar e pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná - Iapar-Emater (IDR Paraná), o serviço divulga boletins pelo Disque Geada (43) 33914500, nas redes sociais e páginas www.simepar.br e www.iapar.br.

Agricultura - Havendo previsão de geada, as agrometeorologistas Heverly Morais e Angela Ferreira da Costa recomendam a proteção das lavouras de hortaliças, mudas de café em viveiros e plantas com até dois anos, bem como frutíferas tropicais recém-plantadas, como abacate e manga.

Danos - Também é preciso prevenir danos causados por geadas tardias às plantações de trigo em fase de florescimento e espigamento e frutíferas de clima temperado, como maçã, ameixa, pêssego e nectarina.

Bom desenvolvimento - O tempo seco no início do inverno favorece o bom desenvolvimento das frutíferas temperadas, café, trigo e milho safrinha – estes últimos um tanto impactados pela seca severa ocorrida no outono.

Tabela - Confira AQUI a tabela com valores das médias históricas de chuva (faixa de variação), temperatura mínima e temperatura máxima para cada região do Paraná nos meses de julho, agosto e setembro. (Agência de Notícias do Paraná)

 


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