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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4847 | 19 de Junho de 2020

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Ocepar e Cooperativa Central Unitá avaliam indicadores econômicos e Plano Safra

 

Na tarde desta quinta-feira (18/06), foi realizada reunião institucional entre o Sistema Ocepar e a Cooperativa Central Unitá. O objetivo do encontro, o 25º no formato virtual, foi expor e discutir a situação econômico-financeira da cooperativa, por meio de indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região, visando assegurar a qualidade da gestão, a credibilidade perante terceiros, a transparência perante o quadro social e, principalmente, a solidificação do sistema cooperativista. Outros temas da reunião foram os treinamentos e projetos do Sescoop/PR e o Plano Safra 2020/2021, lançado na quarta-feira (17/06) pelo governo federal, destinando R$ 236,3 bilhões em recursos para o setor agropecuário brasileiro.

 

Indicadores - Fundada em 2011, no município de Ubiratã, oeste do Paraná, a Unitá é uma central formada pelas cooperativas Copacol, Coagru e Cooperflora. Com o foco no segmento avícola, a central abate 350 mil aves/dia, gerando cerca de 5 mil empregos diretos. O presidente e o vice-presidente da Unitá, respectivamente, Valter Pitol e Claudemir P. Carvalho Cavalini, junto a outros gestores e cooperados da central, participaram da reunião institucional. Pelo Sistema Ocepar, acompanharam o encontro os superintendentes Leonardo Boesche (Sescoop/PR) e Robson Mafioletti (Ocepar), a gerente do Sescoop/PR, Maria Emilia Pereira Lima, além de coordenadores e analistas da entidade.

 

Informações - Ao final da reunião institucional, o presidente da Unitá, Valter Pitol, avaliou como positivos os resultados do encontro. “A gestão de uma central cooperativa tem características diferenciadas que precisam ser consideradas quando se analisam seus resultados. Por isso, o trabalho de acompanhamento do Sistema Ocepar nos oferece informações importantes para a formulação de nossas estratégias de atuação. Os dados dão suporte e segurança às atividades da Unitá, que exporta seus produtos para mais de 40 países, com espaço em mercados competitivos e que geram maior valor agregado à produção dos cooperados”, concluiu.

 

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AGROINDÚSTRIA: Ministérios publicam portaria para prevenção da Covid-19

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em conjunto com o Ministério da Economia e com o Ministério da Saúde, publicou a Portaria Interministerial nº 19/20 que atualiza as ações que devem ser aplicadas pelas indústrias de alimentos buscando a prevenção e diminuição dos riscos de contágio pela Covid-19. A norma contempla tanto os estabelecimentos frigoríficos, como os laticínios.

Participação - O trabalho de construção da norma contou com a participação do setor privado, incluindo a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), que participou ativamente das reuniões para definição das medidas e harmonização com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Ministério da Saúde e do Ministério Público do Trabalho. A fundamentação das contribuições da OCB contou com a participação dos técnicos das cooperativas e unidades estaduais, que identificaram pontos para atenção nas orientações para frigoríficos e laticínios.

Recomendações - Dessa forma, as recomendações governamentais definidas na referida Portaria continuam priorizando ações que possibilitem alcançar um controle seguro na prevenção do contágio da Covid-19, minimizando riscos, definindo medidas de controle e estabelecendo critérios para o afastamento de colaboradores que apresentarem sintomas da Covid-19 ou forem diagnosticados como portadores desta enfermidade.

Ações - Entre as ações de controle sobre as equipes de colaboradores, destacam-se ações que envolvem o transporte, a entrada e saída dos estabelecimentos industriais, as rotinas nos vestiários e refeitórios, bem as paradas obrigatórias. Além dessas ações, a norma enfatiza a necessidade de reorganização dos postos de trabalho afim de propiciar o afastamento mínimo recomendado entre os colaboradores.

Mais - Outros pontos importantes são: o uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual – EPIs, a instalação de barreiras físicas (quando aplicáveis), a manutenção das condições higiênico-sanitárias de instalações e equipamentos, o uso das barreiras sanitárias nos acessos à fábrica e a aplicação rigorosa das Boas Práticas de Higiene e Conduta pelos colaboradores. Todas as medidas têm por objetivo preservar a saúde dos colaboradores com relação à COVID-19, bem como manter as atividades das Cooperativas garantindo a regularidade da produção de alimentos.

Cooperativas - As cooperativas seguem firme na preservação da saúde dos seus colaboradores, cooperados e consumidores. O cooperativismo possui forte representatividade na produção de carnes, leite e seus derivados, portanto também está atuante para manter o abastecimento de alimentos. (OCB)

Saiba mais

COVID-19 II: Comitê de Acompanhamento do Sistema Ocepar emite comunicado 58 com mais informações

 

covid 19 comite 19 06 2020Diversas questões relativas ao ramo agropecuário estão em destaque no comunicado 58 emitido, na manhã desta sexta-feira (19/06), pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19, como eventos que discutiram as medidas do Plano Safra 2020/21 anunciadas pelo governo federal nesta semana e a portaria conjunta publicada pelos Ministérios da Agricultura, Saúde e Economia. Confira abaixo.

1. Sistema Ocepar realizou, de forma virtual, no dia 18 de junho, a Reunião da Autogestão na Cooperativa Unitá, contando com a participação do presidente, diretores e gestores.

2. No dia 18 de junho, o Sistema Ocepar realizou Workshop sobre o novo Plano Safra 2020-2021 para avaliar as principais medidas de interesse do cooperativismo. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

3. A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar participou de reunião, no dia 18 de junho, com profissionais das cooperativas agropecuárias para tratar do recebimento da safra de inverno, avaliar os protocolos de prevenção nas unidades de recebimento de safra contra o coronavírus, adequação das unidades de recebimento aos novos parâmetros dos determinadores de umidade e programa de certificação de unidades armazenadoras das cooperativas.

4. No dia 18 de junho, superintendente e o gerente técnico da Ocepar, Robson Mafioletti e Flávio Turra, respectivamente, participaram de forma virtual do Ciclos de Debates Cocamar sobre o novo Plano Safra 2020-2021. Para acessar a matéria, clique aqui.

5. O Ministério da Economia publicou, no dia 18 de junho, a Portaria Conjunta nº 19 com os Ministérios da Saúde e Agricultura, Pecuário e Abastecimento, que estabelece as medidas a serem observadas visando à prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da Covid-19 nas atividades desenvolvidas na indústria de abate e processamento de carnes e derivados destinados ao consumo humano e laticínios. Para acessar, clique aqui.

 

 

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

 

COVID-19 II: Área destinada ao coronavírus no Portal PR Cooperativo é atualizada

covid II 19 06 2020A Área Covid-19 do Portal Paraná Cooperativo atualiza toda sexta-feira as notícias que foram destaques durante a semana no Informe Paraná Cooperativo e na Rádio Paraná Cooperativo. Lá, é possível acessar também os comunicados do Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar. Há ainda uma seção de perguntas e respostas, com esclarecimentos relativos à pandemia. Clique aqui e confira

 

COCAMAR: Plano Safra é analisado no Ciclo de Debates

cocamar 19 06 2020Informações transmitidas com clareza e objetividade marcaram na tarde de quinta-feira (18/06) a primeira edição do Ciclo de Debates Cocamar, que teve como tema o Plano Safra Agrícola e Pecuário 2020/21 anunciado no dia anterior pelo governo federal. Cerca de 250 produtores acompanharam e foram muitos os elogios.

Virtual - Ao fazer a abertura, o presidente da cooperativa, Divanir Higino, fez uma saudação aos cooperados e explicou que, por causa da pandemia, a apresentação do Plano para os cooperados teve que ser feita de forma virtual e não presencialmente, como ocorre por ocasião das reuniões para prestação de contas do primeiro semestre.

Participantes - Participaram o gerente executivo financeiro da Cocamar, Guilherme Valente, e os convidados Robson Mafioletti e Flávio Turra, superintendente e gerente técnico de desenvolvimento, ambos da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar).

Recursos obrigatórios - Valente iniciou fazendo um esclarecimento: diferente do que algumas pessoas possam supor, o montante de R$ 236 bilhões previstos no Plano não sai dos cofres públicos e, sim, corresponde a recursos de aplicação obrigatória em crédito rural feitas pelo sistema bancário, dos quais R$ 154,3 bilhões oferecidos a juros controlados e R$ 82 bilhões a taxas livres. O desembolso do governo está limitado a R$ 11,5 bilhões, destinados à equalização das taxas de juros.

Participação da Cocamar - Segundo Flávio Turra, para a elaboração do Plano o Paraná teve uma participação importante, como acontece todos os anos, em que foram ouvidas as demandas da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) e dos sistemas Faep e Ocepar. “A Cocamar contribuiu com várias sugestões, o time da cooperativa trabalhou para que o Plano fosse o melhor possível”, afirmou Turra.

Prioridades - Segundo ele, uma das prioridades do governo – por meio de uma ampla defesa feita pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina - é atender com mais recursos os pequenos e médios agricultores, que terão disponíveis R$ 33 bilhões, um volume 33% maior em comparação ao Plano anterior.

Juros - De um modo geral, as taxas de juros para custeio variam de 2,75% a 6,0% e, os investimentos, de 4,5% a 8,5%. Para o Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), os juros foram estabelecidos entre 2,75% e 4,0%.

Seguro - Na opinião de Turra, a maior conquista do Plano são os R$ 1,3 bilhão, 30% a mais em relação ao período anterior, previstos para a subvenção do seguro rural. “O produtor está desenvolvendo a cultura do seguro, ele não pode ficar a descoberto”, ressaltou o gerente do Sistema Ocepar.

Melhor - “O Plano Safra é o melhor que se poderia conseguir”, enfatizou Robson Mafioletti, lembrando que o setor agropecuário não parou durante a pandemia por ser de atividade essencial, voltado à produção de alimentos. Costurar o Plano anual é um trabalho que começa no final do ano anterior e, em fevereiro, as prioridades são apresentadas ao Ministério da Agricultura. “O governo reconhece a importância do agronegócio para a recuperação da economia, são 100 bilhões de dólares de exportação e participação de 25% no PIB”, ilustrou.

ABC - Quanto ao seguro rural, Mafioletti disse que o avanço foi importante, embora ainda haja alguns pontos que precisam de atenção, como o seguro para as culturas de milho e citros. Ele destacou também os recursos de R$ 2,5 bilhões previstos para o programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), que nasceu por iniciativa da Cocamar, em meados da década passada, quando o presidente Luiz Lourenço conseguiu sensibilizar o ministro Reinhold Stephanes e também o então vice-presidente de Agronegócio do Banco do Brasil, Osmar Dias.

Inovação - A Agricultura de Baixo Carbono, com atividades como a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), também defendida e incentivada de longa data pela Cocamar, foi apontada por Flávio Turra como uma das grandes inovações do setor. Ele citou que o Plano prevê redução de taxas de juros para incentivar inovações e tecnologias, entre as quais a agricultura de precisão e a irrigação, para tornar os produtores mais competitivos. “Se o produtor quiser automatizar sua irrigação, a sua ordenha, essa é a oportunidade”, comentou.

Um dos pilares - Quanto a sustentabilidade, um termo que tem sido muito utilizado pela ministra, Robson Mafioletti disse que esse é um dos pilares do Plano 2020/21, voltando a mencionar como exemplos a Agricultura de Baixo Carbono e os sistemas de integração. “Falta ainda as cooperativas focarem mais na transformação do boi em carne, elas avançaram muito no processamento de frangos, suínos e peixes, por exemplo, mas este é um setor com grande potencial para evoluir.” Ainda sobre sustentabilidade, o superintendente da Ocepar lembrou que 29% da proteção ambiental no Paraná se encontram dentro das propriedades rurais.

Impacto - A respeito das expectativas em relação aos efeitos da pandemia do novo coronavírus na economia, Flávio Turra destacou que a projeção de uma possível queda de 7% do PIB brasileiro neste ano, terá um efeito muito negativo, podendo comprometer com dívidas 93% do orçamento do governo. De acordo com ele, o governo tem demonstrado que vê a agricultura como uma espécie de âncora de recuperação, “tem se percebido uma preocupação do governo em incentivar a agricultura”.

Concentração bancária - Ao ser indagado porque as taxas de juros para o setor não caem na mesma proporção da Selic (que no dia 17 foi reduzida de 3% para 2,25%), Mafioletti explicou que a elevada concentração bancária, em que apenas cinco grandes bancos detêm cerca de 80% do mercado no país, justificam o spread alto, pois as instituições não demonstram apetite ao risco.

Opiniões - Em outra transmissão ao vivo, realizada logo em seguida pela Sicredi União PR/SP, o secretário da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, Norberto Ortigara, definiu o novo Plano como “realista”. Segundo ele, o Plano ficou um pouco abaixo das expectativas, “mas está de bom tamanho”, lembrando que no momento a relação de troca favorece parcialmente o produtor.

Cultura do seguro - Na visão do diretor de Gestão de Riscos do Ministério da Agricultura, Pedro Loyola, o produtor brasileiro está, aos poucos, adquirindo a cultura do seguro. “No ano passado, quando a ministra Tereza Cristina assumiu, o país tinha quatro milhões de hectares de áreas seguradas. Até 2022, esperamos chegar a 20 milhões de hectares”, disse.

Capacitação de peritos - Loyola acrescentou que para possibilitar que o seguro seja maior nos próximos anos, o Ministério está se preocupando também em capacitar peritos. E, em breve, irá disponibilizar um aplicativo em que o produtor poderá consultar, no seu município, quais são as seguradoras que ali operam e as melhores opções em propostas. (Imprensa Cocamar)

 

COPAGRIL: Participação no Dia C tem ações voltadas para a comunidade

O Dia C representa uma grande mobilização de todas as cooperativas, que movimentam suas áreas de atuação e também a comunidade. Em cada ano são realizadas diferentes atividades, mas todas com o mesmo propósito: promover o cooperativismo. Em 2020, em decorrência dos cuidados para com a Covid-19, houve uma reorganização, mudou-se o modo de celebração, mas o objetivo é ainda mais especial, com foco nas necessidades de cada comunidade. Para a Cooperativa Agroindustrial Copagril não será diferente. Várias ações serão realizadas nas Unidades, reforçando as prioridades de cada município e região de atuação.

Compromisso - O Dia C (Dia de Cooperar) é uma data para reafirmar o compromisso das cooperativas brasileiras na busca por um país mais justo e feliz, em 2020 será no dia 4 de julho (primeiro sábado do mês). Em todos os anos, as ações e atividades começam semanas antes para fortalecer a celebração. “Neste ano, por causa da pandemia, essa celebração tradicionalmente realizada em locais públicos será feita de forma digital. Essa também é mais uma ação do movimento cooperativista, já que estimula as pessoas a ficarem em casa, evitando, assim, aglomeração”, ressalta o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Impactos - Neste ano, as cooperativas realizam várias iniciativas focadas em reduzir os impactos da pandemia. “As nossas cooperativas realizam, há mais de 10 anos, uma série de ações para transformar a realidade onde estão inseridas, mostrando que, para cuidar das pessoas, basta começar. E, agora, com este cenário de coronavírus, isso se faz ainda mais necessário”, comenta Freitas.

Na Copagril - O diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla, reforça que em tempos diferentes precisamos ter ações especiais e é muito importante priorizar a saúde e bem-estar de nossa comunidade. “Vamos desenvolver projetos de responsabilidade social, colocando em prática os valores e princípios cooperativistas, por meio de ações voluntárias. Neste ano, com a pandemia do coronavírus, as ações serão realizadas de modo diferente dos anos anteriores para evitar aglomerações e seguindo as orientações dos órgãos de saúde”, explica.

Ações - Para 2020, em cada município onde há atuação da Copagril (Unidades, Lojas, Postos e Supermercados) haverá ações conforme as necessidades levantadas junto aos órgãos e entidades de assistência social de cada localidade. “Vamos priorizar a necessidade de cada região, compreendendo e direcionando a nossa atuação para atender aquilo que é mais necessário, de modo que possamos fortalecer a mensagem do cooperativismo e compromisso com a comunidade”, diz Chapla.

Campanhas - “Vamos ter principalmente campanhas de recebimento de donativos e cada localidade vai focar em produtos e materiais de necessidade mais urgente, atendendo a demanda local. Todos os cooperados, clientes e colaboradores são convidados a fazer parte desta corrente do bem, de ajuda e cooperação”, completa.

Participação - Para participar, entre em contato com a Unidade Copagril de sua localidade. Uma grande onda de solidariedade que reforça o sentimento de que todo dia é Dia de Cooperar, uma grande corrente do bem para mostrar que as atitudes simples movem e transformam o mundo. (Imprensa Copagril)

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CAPAL: Capacidade da unidade de comercialização de combustível é ampliada em quatro vezes

capal 19 06 2020A Capal quadruplicou a capacidade do seu TRR, o Transportador, Revendedor e Retalhista de combustível instalado em Arapoti (PR). A unidade é estratégica para o atendimento da demanda dos cooperados, mas também fornece óleo diesel para outros clientes localizados na área de atuação da cooperativa no Paraná e São Paulo.

Salto - O investimento da cooperativa fez com que o TRR saltasse de 60 mil litros de combustível de capacidade para 240 mil litros. O foco, agora, é o novo produto da unidade, o diesel S10, que se soma ao já comercializado S500.

Ampliação - A ampliação do TRR da Capal acontece três anos após o início das operações e foi planejada para a venda e entrega de óleo diesel para propriedades rurais e outros estabelecimentos que geram essa demanda, como transportadoras, construtoras e até empresas que têm máquinas e equipamentos que não podem ser transportados.

Serviços - Junto à comercialização, a cooperativa realiza serviços de instalação de tanque de armazenamento, proporcionando comodidade, economia, cuidados com a saúde dos colaboradores dos clientes e ainda com o meio ambiente, isso porque o fornecimento e a unidade instalada seguem rigorosas medidas de segurança.

Sobre a Capal Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1960, a Capal conta atualmente com mais de 3 mil associados, distribuídos em 20 unidades de negócios, nos estados do Paraná e São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 70% das operações da cooperativa, produzindo mais de 640 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, milho, café e trigo. A área agrícola assistida ultrapassa os 140 mil hectares. O volume de leite negociado mensalmente é de 9 milhões de litros, proveniente de 360 produtores com uma média de produção de 2,5 mil litros por dia. Além disso, a cooperativa comercializa mais de 27 mil toneladas de suínos vivos. (Imprensa Capal)

 

SICOOB: Com maior atuação digital, Sistema registra grande crescimento de cooperados

Em um período de um ano, entre o primeiro trimestre de 2019 e março de 2020, o Sicoob - maior sistema de cooperativas financeiras do Brasil - registrou um expressivo aumento na quantidade de cooperados. O número chegou a 4,7 milhões, 8,5% maior do que o registrado um ano antes.

Associação remota - Além de ser consequência da oferta de uma gama de produtos e serviços, com taxas muito mais acessíveis do que no sistema bancário tradicional, parte desse crescimento se deve à possibilidade de associação remota, pelo aplicativo Sicoob Faça Parte. A ferramenta se torna ainda mais relevante no período de pandemia causada pelo novo coronavírus, já que os interessados em se tornarem cooperados do Sicoob não precisam sair de casa para realizar os processos de filiação.

Novos cooperados - Somente entre janeiro e março de 2020, o Sicoob registrou cerca de 40 mil novos cooperados pelo Faça Parte, totalizando R$ 43 milhões em operações de crédito e R$ 37,6 milhões em depósito remotos. Por meio do aplicativo, as etapas de associação são realizadas de forma completamente digital.

Movimentações bancárias - Com a conta aberta e filiado ao Sistema, o cooperado pode realizar todas as suas movimentações bancárias através do App Sicoob. Também no primeiro trimestre de 2020, as transações em canais digitais representaram 77% do total de operações financeiras e não financeiras do Sicoob. Somente o aplicativo realizou mais de 56% das operações do Sistema. A plataforma oferece também ferramentas completas para gestão da vida financeira dos cooperados.

Aplicativo - O sistema também reformulou o aplicativo Sicoob Moob para que este suportasse a realização de assembleias e votações digitais, sem que os cooperados necessitassem sair de suas residências. A atualização já estava prevista antes da pandemia do coronavírus, mas surgiu em momento oportuno: desta forma, os cooperados podem decidir os rumos das cooperativas e, ao mesmo tempo, respeitar as indicações de isolamento social das autoridades de saúde.

Sobre o Sicoob - O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, Sicoob, possui 4,7 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por mais de 390 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). Integram, ainda, o Sistema, o Banco Cooperativo do Brasil do Brasil (Bancoob) e suas subsidiárias (empresas/entidades de: meios eletrônicos de pagamento, consórcios, DTVM, seguradora e previdência) provedoras de produtos e serviços especializados para cooperativas financeiras. A rede Sicoob é a quarta maior entre as instituições financeiras que atuam no país, com mais de 3 mil pontos de atendimento. As cooperativas integrantes do Sistema oferecem aos cooperados serviços de conta corrente, crédito, investimento, cartões, previdência, consórcio, seguros, cobrança bancária, adquirência de meios eletrônicos de pagamento, dentre outras soluções financeiras. Mais informações acesse: www.sicoob.com.br. (Imprensa Sicoob)

SERVIÇO

Sicoob Faça Parte (http://www.sicoob.com.br/web/sicoob/app-faca-parte)

App Sicoob (http://www.sicoob.com.br/web/sicoob/app-sicoob)

Sicoob Moob (http://www.sicoob.com.br/web/sicoob/app-moob)

Disponíveis para Android e iOS

UNIPRIME: Letras de Crédito Imobiliário, uma nova opção de investimento ofertada pela cooperativa

As Letras de Crédito Imobiliário (LCI) são títulos de renda fixa emitidos por instituições financeiras, incluindo as cooperativas de crédito, de acordo com a autorização do Banco Central em abril de 2020. Ao investir em LCI, o cooperado aplica seu dinheiro na instituição financeira emissora e ajuda a fomentar o setor imobiliário. Em troca, ele receberá, em uma data predefinida, seu dinheiro corrigido com juros.

Prazos diferenciados - “É um produto altamente interessante em razão de seus prazos diferenciados. O cooperado pode analisar junto ao seu Gerente qual o seu perfil de investidor e configurar os prazos e carência de acordo com suas expectativas”, explica Dr. Jayr Paula Gomes Gonçalves, Diretor Financeiro da Uniprime. Outra grande vantagem da LCI é a isenção de Imposto de Renda para Pessoa Física. “É uma alternativa recomendada para quem não quer arriscar, pois a rentabilidade nunca será negativa”, completa o Diretor.

Momento oportuno - “Foi um momento oportuno para o lançamento da LCI. A Uniprime aposta nas opções ofertadas aos seus cooperados. Todos os produtos lançados recentemente colocam a cooperativa em igualdade com outras instituições financeiras e por ser uma das responsáveis em injetar recursos no mercado”, afirma Antonio Hernandes, Diretor Gerente da Uniprime.

Saiba mais - Procure um gerente Uniprime e saiba mais sobre as novas linhas de investimento da cooperativa. (Imprensa Uniprime)

POLÍTICA AGRÍCOLA: Plano Safra é realista, afirma o secretário estadual da Agricultura

politica agricola 19 06 2020O Governo Federal divulgou na quarta-feira (17/06) o Plano Safra 2020/2021 com a destinação de R$ 236,3 bilhões para apoiar a produção agropecuária de pequenos, médios e grandes produtores.

Aumento - Esse volume é 6,1% superior ao disponível para a safra 2019/20, que se encerra no final deste mês. Também haverá redução nas taxas de juros aplicadas sobre os recursos para as atividades no campo.

Realista - “Em que pese a possibilidade de fazer crítica aqui ou acolá, o Plano Safra anunciado parece bastante realista”, afirmou o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara. “Espero que a gente tenha um bom ano com esse apoio da política agrícola federal.”

Aumento dos custos - O primeiro aspecto analisado por ele é a resposta que o plano dá em relação ao aumento de custos da agricultura, sobretudo em decorrência da valorização do dólar, que impacta em alguns insumos. “Temos redução importante da taxa de juros nas várias linhas”, destacou Ortigara. Para agricultores enquadrados no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), a taxa de juros foi reduzida de 3 a 4,6% para 2,75% a 4%, enquanto o volume de crédito é 5,7% maior, chegando a R$ 33 bilhões.

Médios - Os produtores do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) terão o maior aumento de recursos para custeio e investimentos, com 25,1% a mais que na safra 2019/20, chegando a R$ 33,12 bilhões. A taxa de juros foi reduzida de 6% para 5%. “Muitos produtores que eram pronafianos passaram a ser médios e agora podem contratar um pouco mais de gente”, disse o secretário da Agricultura.

Demais - No caso dos demais produtores e cooperativas, houve redução de dois pontos porcentuais na taxa de juros, ficando em 6%. A eles, o Plano Safra destinou R$ 170,17 bilhões. “Eventualmente, alguns setores poderão reclamar que poderia ter caído mais em razão da queda importante da taxa de juros básica da economia Selic”, ponderou Ortigara. “Mas para os investimentos, de forma geral, há uma redução importante no custo do dinheiro”.

Seguro - O secretário destacou, ainda, o aumento de R$ 300 milhões na subvenção ao prêmio do seguro rural, que terá R$ 1,3 bilhão disponível para a próxima safra. “Esse é um importante instrumento que vem ganhando espaço na política agrícola nacional”, ressaltou.

Importância - Por entender essa importância, o Paraná tem um programa de seguro rural complementar ao federal. Para a atual safra foram destinados R$ 15 milhões. Os recursos ficam à disposição dos produtores para proteger várias lavouras. Auxiliar em casos de perdas climáticas, o programa é, neste instante, alternativa para redução de prejuízos devido à pandemia do novo coronavírus

Inovação - Para Ortigara, também merece destaque o apoio que o plano dá à inovação. O Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro) terá volume de recursos 33,3% maior, de R$ 2 bilhões. “Está em alinho com a agricultura 4.0, o crescimento do refinamento da agricultura de precisão, a produção de bioinsumos, especialmente na questão do controle biológico de pragas e doenças, que substitui os químicos tradicionais”, disse.

Outras linhas - O plano prevê também aumentos de recursos para programas de irrigação, produção em ambiente protegido, modernização da agricultura e conservação de recursos naturais. “São linhas importantes que financiam coisas que a agricultura precisa cada vez mais introduzir na área de avicultura, suinocultura, peixe, leite, toda forma de inovação para financiar o produtor”, afirmou Ortigara. (Agência de Notícias do Paraná)

 

MEIO AMBIENTE: Estados discutem mudanças em processos do Ibama

meio ambiente 19 06 2020Uma reunião online nesta quinta-feira (18/06) discutiu com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) as demandas dos 17 estados que possuem áreas de Mata Atlântica.

Associação - Esses estados são membros da Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema). O Paraná foi representado pelo diretor de licenciamento e outorga do Instituto Água e Terra, José Volnei Bisognin.

Pedidos- A reunião foi para esclarecer os pedidos já feitos pela Abema e de interesse comum para que sejam feitas modificações na Instrução Normativa (IN) do Ibama nº009/2019.

Demandas - A lei define que todo corte de Mata Atlântica acima de 50 hectares na área rural e de 3 hectares na área urbana deve ter anuência do Ibama. O Paraná possui 93% de propriedades com Mata Atlântica e cerca de 450 mil imóveis - sendo 420 mil abaixo de quatro módulos fiscais - e todas estão com o Cadastro Ambiental Rural (CAR) efetuado.

Processo - Para realizar uma obra que possua supressão de vegetação, é aberto um processo no órgão ambiental estadual, que o remete ao Ibama, junto com uma série de documentações. O pedido dos Estados, segundo o diretor, é que esse processo seja simplificado.

Obras públicas - De acordo com ele, outro problema é o atraso em obras públicas. O Paraná possui muitas hidrelétricas e diversos empreendimentos de linhas de transmissão, cujas obras podem ser prejudicadas pelo processo complexo.

Cobertura florestal - “Em 20 anos, o Estado trabalhou para a recuperação da cobertura florestal da Mata Atlântica, possuindo hoje 29% desse bioma. O Paraná trabalha para recuperar a cobertura do bioma e só autorizamos desmatamento para obras públicas”, disse Bisognin.

Diálogo - A reunião foi comandada pelo presidente da Abema, Germano Luiz Gomes Vieira, e teve a participação do presidente do Ibama, Eduardo Bim. “O diálogo é importante para construir soluções”, disse Vieira, ao solicitar que os encontros sejam periódicos para que todos os Estados trabalhem juntos na recuperação e preservação da Mata Atlântica.

Outros temas - Também foram temas da reunião a atualização do mapa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que define onde está inserido o bioma da Mata Atlântica, e a discussão da Lei da Mata Atlântica correlacionado com o Novo Código Florestal Brasileiro, na discussão do marco temporal de Julho de 2008. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA: Ipea revê previsão e diz que inflação deve fechar em 1,8%

economia 19 06 2020O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) decidiu rever sua previsão de inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), para 2020. De acordo com seu boletim de conjuntura de junho, divulgado nesta sexta-feira (19), no Rio de Janeiro, a expectativa é que a inflação feche 2020 em 1,8%.

Previsão - A previsão é de 1,1 ponto percentual menor que a estimativa feita no boletim de conjuntura anterior do Ipea, divulgado em março, que era de 2,9%.

Crise - A revisão para baixo foi provocada pela crise econômica motivada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19), que gerou impacto deflacionário (de queda de preços) em setores como serviços e comércio de bens de consumo duráveis.

Deflação - Com base nos dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Ipea constatou que, apesar da alta dos preços dos alimentos de 4,3% no acumulado de janeiro a maio deste ano, a média do IPCA neste período registrou deflação (queda de preços) de 0,16%.

Mudança na trajetória - “Em contrapartida, as medidas de isolamento social impostas para a contenção da pandemia – e seus efeitos imediatos sobre a contração da demanda por serviços e bens de consumo –, aliadas à forte queda do preço internacional do petróleo, geraram uma expressiva mudança na trajetória dos demais preços da economia”, informou nota de conjuntura.

Fim das deflações expressivas - Para os próximos meses, o Ipea prevê o fim das deflações expressivas dos combustíveis e reajustes das tarifas de energia elétrica e de medicamentos já programados para o segundo semestre, o que deve causar aumento dos preços de serviços e produtos administrados.

Ritmo menor - Por outro lado, é esperada uma redução do ritmo de crescimento do preço dos alimentos, que devem encerrar o ano com inflação de 3%.

Serviços livres - No caso dos serviços livres e dos demais bens de consumo, são estimadas altas de 2,2% e 1%, respectivamente, devido a uma expectativa de retomada moderada da demanda interna, ao lado da existência de capacidade ociosa e ausência de pressão significativa sobre os custos de produção.

Maior - A inflação de 2020 pode ser maior do que 1,8%, caso haja pressões adicionais sobre a taxa de câmbio e sobre os preços das commodities.

Retomada - Para 2021, a expectativa é de retomada do crescimento da economia, o que deve dar maior dinamismo no mercado de trabalho e uma demanda mais aquecida. Assim, espera-se uma inflação maior, de 3,1% para o próximo ano. (Agência Brasil)

FOTO: Marcelo Camargo / Agência Brasil

 

CÂMBIO: Dólar tem forte alta e fecha no maior valor desde 1º de junho

cambio 19 06 2020O dólar fechou em forte alta ante o real nesta quinta-feira (18/06), terminando no maior patamar desde 1º de junho e não apenas revertendo a queda acumulada no mês como passando a subir, puxado pela combinação de exterior arisco e de noticiário local ainda inspirando cautela para o câmbio.

Cotação - O dólar à vista subiu 2,10%, a R$ 5,3715 na venda. É o maior patamar desde 1º de junho (R$ 5,3843) e o sétimo pregão consecutivo de alta.

Volatilidade - A volatilidade seguiu presente e intensa. Na máxima, a cotação saltou 2,44%, a R$ 5,3893, depois de chegar a cair 0,62%, a R$ 5,2285.

Reversão - O dólar reverteu a queda de 1,49% em junho até a véspera e passou a subir 0,58%. Na semana, a moeda ganha 6,46%. No ano, o dólar dispara 33,86%, o que mantém com folga o real na lanterna entre as principais divisas globais.

Exterior - A valorização do dólar no Brasil decorreu em boa parte da força da moeda no exterior, onde receios sobre uma segunda onda de covid-19 em economias centrais conduziram investidores a ativos considerados seguros, como dólar, iene e títulos do Tesouro norte-americano.

Outras - Pares emergentes do real também mostraram firmes quedas. O peso mexicano cedia 2,1% no fim da tarde. Mas, de novo, a taxa de câmbio brasileira liderou as perdas globais, em meio a um fluxo de notícias do lado político que ainda dita cautela, um dia depois de o Banco Central sinalizar chance de novo corte da taxa básica de juros da economia, a Selic --que caiu na véspera a nova mínima recorde de 2,25% ao ano.

Juros - A queda dos juros é citada como elemento que pressionou o câmbio nos últimos tempos, já que reduziu a taxa paga por títulos de renda fixa e colocou o Brasil em desvantagem em relação a outros emergentes com juros básicos mais elevados. Pesa sobre o real o fato de os retornos da renda fixa estarem em queda livre enquanto a percepção de risco segue elevada --contrariando a lei do mercado de quanto menor o retorno, menor o risco.

Risco - O risco-país medido pelo CDS de cinco anos subiu nesta sessão, enquanto a inclinação da curva de juros --outra medida de risco-- também mostrou alta, com expressivo ganho de prêmio nos contratos longos, estes mais associados ao cenário estrutural para a economia.

Política - No noticiário político, Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, foi preso na manhã desta quinta-feira em Atibaia, interior de São Paulo, pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Estado. O ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou uma série de recados indiretos ao governo Jair Bolsonaro nesta quinta-feira, ao dar o nono voto a favor da legalidade do inquérito das fake news. Abraham Weintraub anunciou nesta quinta-feira, em vídeo ao lado do presidente Jair Bolsonaro, que está deixando o Ministério da Educação e que irá assumir uma diretoria do Banco Mundial. A demissão de Weintraub vinha sendo negociada há algumas semanas, mas Bolsonaro não queria deixar o ministro, um de seus maiores defensores, sair sem ter um novo cargo.

Avaliação - "Nossa avaliação (sobre mercado) sempre contempla a questão do risco político", disse Adriano Cantreva, sócio e responsável pela gestão de portfólios da Portofino Investimentos. "Pela falta de conhecimento total dos fatos, sempre existe uma nuvem que vai acabar afetando preços e deixando gestores mais desconfortáveis", acrescentou. Para ele, o patamar atual do real não parece fora do que seria um nível condizente com o atual combo de riscos. "Mas quando se pensa em crescimento (econômico), por exemplo, se houver frustração, o real poderá desvalorizar ainda mais."

Recomendação - O banco Crédit Agricole recomenda compra de dólar e mira a taxa de R$ 5,650, citando enfraquecimento do apetite por risco, consequências da pandemia, sinalização de mais afrouxamento monetário pelo Banco Central, maior tensão política em Brasília e incerteza sobre agenda de reformas.

Status - "O real já havia perdido status de moeda de carry, mas o BC continuar cortando o juro obviamente não ajuda", disse o estrategista sênior para mercados emergentes Italo Lombardi. "É tanta incerteza no radar, incluindo fiscal, que você pode ver de novo o dólar sofrer um 'overshooting' para perto das máximas históricas", disse.

Recorde - O recorde de fechamento nominal para o dólar foi alcançado no último dia 13 de maio (R$ 5,9012). Ante essa cotação, a moeda acumulou queda de 17,73% ao bater a mínima recente de 8 de junho (R$ 4,855), mas desde essa data disparou 10,64%, reduzindo as perdas frente ao pico histórico para 8,98%. (Agência Brasil)

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Receita federal reduz efeitos econômicos da pandemia para beneficiários de regimes aduaneiros especiais

comercio exterior 19 06 2020Foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (18/06), a Instrução Normativa RFB nº 1.960, que estabelece medidas para a redução dos impactos econômicos decorrentes da pandemia causada pela covid-19 com relação aos beneficiários do Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado (Recof) e do Regime Aduaneiro Especial de Entreposto Industrial sob Controle Informatizado do Sistema Público de Escrituração Digital (Recof-Sped).

Regimes especiais - O Recof e o Recof-Sped são regimes especiais que permitem à empresa beneficiária importar ou adquirir no mercado interno, com suspensão do pagamento de tributos, mercadorias a serem submetidas a operações de industrialização de produtos destinados à exportação ou ao mercado interno.

Condição - Para permanecer como beneficiárias, as empresas devem exportar produtos industrializados no valor mínimo anual equivalente a 50% do valor total das mercadorias admitidas no regime, bem como aplicar anualmente, na produção dos bens que industrializar, pelo menos 70% (setenta por cento) das mercadorias admitidas.

Índices - Com a nova IN, os índices de industrialização e exportação exigidos para a permanência no regime foram reduzidos em 50% para os períodos de apuração encerrados entre 1º de maio de 2020 e 30 de abril de 2021. Além disso, no caso das mercadorias admitidas entre o dia 1º de janeiro de 2019 e o dia 31 de dezembro de 2020, foi proposto, também, que o prazo de vigência dos regimes, ou sua prorrogação, seja acrescido em um ano.

Armazenamento - A nova legislação também permite que as empresas beneficiárias armazenem mercadorias nacionais adquiridas ao amparo dos regimes citados e os produtos delas decorrentes em recinto alfandegado de zona secundária ou armazém-geral. Por fim, as competências relacionadas a autorizações para registro de declarações preliminares e destruição periódica de resíduos, no âmbito do Recof e do Recof-Sped, foram transferidas da Delegacia Especial da Receita Federal do Brasil de Fiscalização de Comércio Exterior (Delex), em São Paulo, para as unidades da Receita Federal com jurisdição sobre o estabelecimento da empresa. (Ministério da Economia)

 

CONGRESSO NACIONAL: Medida provisória que revoga Contrato Verde e Amarelo é prorrogada

congresso 19 06 2020O presidente da Mesa do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, prorrogou por 60 dias a revogação da Medida Provisória 905/2019, que institui o Contrato de Trabalho Verde e Amarelo e altera a legislação trabalhista. O ato foi publicado no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (18/06).

MP 955 - A revogação é prevista na MP 955, editada no dia 20 de abril de 2020 e agora prorrogada, após entendimento entre a Presidência da República e o Senado. Na ocasião, Davi declarou que o presidente Jair Bolsonaro atendeu ao pedido do Congresso para que houvesse mais tempo para análise da MP 905.

Reedição - “O presidente da República decidiu revogar a MP 905, reeditando suas partes mais relevantes na sequência. Essa é uma decisão importante para que o Congresso possa aperfeiçoar o importante programa e garantir o emprego dos brasileiros”, afirmou.

Emendas - Considerada complexa, a MP do Contrato Verde e Amarelo recebeu quase duas mil emendas. A medida estabelecia contrato com duração de dois anos, além da redução de encargos trabalhistas e previdenciários patronais, visando a estimular a abertura de vagas para o primeiro emprego de jovens de 18 a 29 anos. Se for mantido, o novo programa valerá para trabalhadores que recebem até um salário mínimo e meio, ou seja, R$ 1.567,50.

Segunda reforma - Para a oposição, essa seria uma segunda reforma trabalhista que desmontaria os direitos dos trabalhadores em plena pandemia de coronavírus. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

SENADO: Plenário aprova projeto que suspende pagamento de empréstimo consignado durante a pandemia

senado 19 06 2020Em sessão remota nesta quinta-feira (18/06), o Plenário do Senado aprovou o projeto que suspende por 120 dias o pagamento de parcelas de contrato de crédito consignado (PL 1.328/2020). A medida alcança quem recebe benefícios previdenciários, além de servidores e empregados públicos e do setor privado, ativos e inativos. Do senador Otto Alencar (PSD-BA), o projeto foi relatado pelo senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) e segue agora para a análise da Câmara dos Deputados.

Conversão - Conforme o texto aprovado, as prestações suspensas serão convertidas em prestações extras, com vencimentos em meses subsequentes à data de vencimento da última prestação prevista para o financiamento. As prestações suspensas não poderão ser acrescidas de multa, juros de mora, honorários advocatícios ou de quaisquer outras cláusulas penais. Também fica vedada a inscrição em cadastros de inadimplentes ou a busca e apreensão de veículos financiados, devido à suspensão das parcelas.

Impacto - De acordo com Otto Alencar, é inegável que a pandemia vem causando grande impacto na economia, fazendo com que milhões de famílias tenham sua renda diminuída ou cessada. Segundo o senador, é essencial que o Congresso Nacional tome medidas para mitigar os efeitos da crise nas famílias. “É um projeto de grande alcance social. Muitos aposentados e pensionistas estão recebendo seus filhos e netos de volta em casa. As dificuldades são muito grandes”, observou o autor.

Origem - O texto aprovado no Senado foi fruto de um destaque apresentado pelo senador Weverton (PDT-MA). O destaque resgatou a ideia do texto original de Otto Alencar, de suspensão do pagamento de parcelas de contrato de crédito durante a pandemia. Com votação de forma separada, a emenda foi aprovada por 47 votos a 17. “Esse projeto é uma forma de justiça social e uma maneira de ajudar o trabalhador”, ressaltou Weverton.

Substitutivo - O senador Oriovisto havia apresentado seu relatório na forma um substitutivo. Ele informou que foram apresentadas 36 emendas, mas nenhuma foi acatada. Segundo o relator, “a melhor solução” seria a apresentada pelo seu substitutivo, que cumpriria o duplo propósito de assistir à população em momento de necessidade e de preservar a ordem institucional e a segurança jurídica, “essencial para crescimento socioeconômico e melhoria da qualidade de vida da própria população no longo prazo”. Oriovisto ressaltou que havia construído seu texto em acordo com o autor.

Análise - “Procuramos analisar adequadamente a situação, buscando a solução que, de fato, irá atender ao interesse público não de apenas algumas categorias, mas de todos os cidadãos, da melhor maneira. É algo possível, que vai beneficiar milhões de brasileiros e não provoca briga jurídica nem desorganiza o sistema financeiro”, argumentou o relator, ao defender sua proposta.

Opção - O substitutivo estabelecia que o pensionista, o aposentado, o servidor público ou o empregado privado que sofrer redução proporcional de jornada de trabalho e de salário ou tiver a suspensão temporária do contrato de trabalho poderia optar pela repactuação do empréstimo consignado, que teria prazo de carência para desconto em folha de pagamento de até 90 dias.

Encargos - O texto do substitutivo também previa encargos nas parcelas adiadas e regras para os empregadores ajustarem a suspensão e os valores reduzidos dos pagamentos das parcelas, conforme o caso. As repactuações ocorreriam mediante renegociação entre as partes envolvidas e somente seriam aplicáveis aos servidores públicos e empregados com remuneração inferior ao limite máximo estabelecido para o Regime Geral de Previdência Social, hoje em R$ 6.101,06.

Pequenos bancos e cooperativas - Com aprovação do destaque de Weverton, segundo Oriovisto, os pequenos bancos e as cooperativas de crédito “vão quebrar” e o projeto, possivelmente, nem chegará a ser votado na Câmara dos Deputados. Ele fez questão de destacar que apresentou o substitutivo por convicção pessoal e que não tem relação alguma com representantes do setor bancário. Apesar dos apelos do relator, o destaque foi aprovado, prejudicando a ideia do substitutivo.

Outros destaques - Os senadores Rogério Carvalho (PT-SE) e Eliziane Gama (Cidadania-MA) apontaram que o substitutivo inviabilizaria a essência inicial do texto de Otto Alencar e defenderam o destaque do senador Weverton. Na mesma linha, a senadora Zenaide Maia (PROS-RN) afirmou que o sistema bancário não sente os efeitos da crise. Além do destaque do senador Weverton, foram apresentados outros quatros destaques para ampliar o alcance do projeto. O destaque do senador Fernando Collor (PROS-AL) foi rejeitado. Os outros três foram retirados como parte do acordo que permitiu a aprovação do destaque do senador Weverton.

Outros projetos - Outras sete proposições tramitavam de forma conjunta com o projeto aprovado, por tratarem de temas semelhantes. Assim, os projetos PL 1.452/2020, de Jaques Wagner (PT-BA); PL 1.519/2020, de Acir Gurgacz (PDT-RO); PL 1.603/2020, de Ciro Nogueira (PP-PI), PL 1.708/2020, de Mailza Gomes (PP-AC); PL 1.800/2020, de Paulo Paim (PT-RS); PL 1.857/2020, de Mara Gabrilli (PSDB-SP); e PL 2.757/2020 de Dario Berger (MDB-SC), foram considerados prejudicados e enviados ao arquivo. (Agência Senado)

FOTO: Pedro França/Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil chega a 47,7 mil mortes e 978,1 mil casos confirmados

O Brasil teve 1.238 novas mortes registradas em função da covid-19 registradas nas últimas 24 horas, de acordo com atualização do Ministério da Saúde divulgada nesta quinta-feira (18/06). Com esses acréscimos às estatísticas, o país chegou a 47.748 óbitos em função da pandemia do novo coronavírus.

Novos casos- O balanço da pasta contabilizou também 22.765 novos casos da doença, totalizando 978.142.

Aumento - A atualização diária traz um aumento de 2,6% no número de óbitos em relação a quarta-feira (17/06), quando o total estava em 46.510. Já o acréscimo de casos confirmados marcou uma variação de 2,3% sobre o número de ontem, quando os dados do Ministério da Saúde registravam 955.377 pessoas infectadas.

Observação - Do total, 448.292 pessoas estão em observação, 482.102 foram recuperadas e 2.982 mortes estão em investigação.

Letalidade - A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 4,9%. A mortalidade (falecimentos por 100.000 habitantes) foi de 22,7. Já incidência (casos confirmados por 100.000 habitantes) ficou em 465,5.

Platô - “Quando você olha a inclinação da curva epidemiológica por semana, dá a entender que nós estamos entrando em um platô, que a curva se encaminha para uma estabilidade. Precisamos confirmar se esta tendência permanece com o passar das duas próximas semanas epidemiológicas”, declarou o novo secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo de Medeiros, em entrevista no Palácio do Planalto.

Mortes - Medeiros acrescentou que no caso da curva de novas mortes, também há uma tendência de estabilização. “Da última semana para cá, houve diminuição do número de novos óbitos. A gente precisa acompanhar os dados mas isso nos mostra uma tendência de diminuição de novos óbitos”, comentou o secretário.

Estados - Os estados com maior número de óbitos são São Paulo (11.846), Rio de Janeiro (8.412), Ceará (5.377), Pará (4.395) e Pernambuco (4.057). Ainda figuram entres os com altos índices de vítimas fatais em função da pandemia Amazonas (2.605), Maranhão (1.607), Bahia (1.263), Espírito Santo (1.217), Alagoas (831) e Paraíba (709).

Mais casos - Os estados com mais casos são São Paulo (192.628), Rio de Janeiro (87.317), Ceará (82.273), Pará (76.623) e Maranhão (66.091).

Comparação mundial - Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil é o segundo colocado em número de mortes e de casos confirmados, atrás apenas dos Estados Unidos. Mas, na incidência por milhão de habitantes, quando é considerada a população dos países, o Brasil cai para a 16ª posição. No ranking de mortalidade, quando o número de óbitos é avaliado proporcionalmente ao total de pessoas de cada nação, o Brasil fica na 10ª posição.

Hospitalizações - De acordo com o boletim epidemiológico apresentado pela equipe do Ministério da Saúde, as hospitalizações de pessoas com síndrome respiratória aguda grave (SRAG) por covid-19 somaram até o momento 105.869, e ainda há outras 65.472 internações em investigação.

Perfil - Dos hospitalizados por covid-19, 68% tinham mais de 50 anos. No recorte por gênero, 60.940 eram homens e 44.899 eram mulheres. Na distribuição por cor, 32.182 eram pardos, 29.243 eram brancos, 4.780 eram pretos, 1.002 eram amarelos e 286, indígenas.

SRAG - Já nas mortes por SRAG por covid-19 (39.417), 71% tinham acima de 60 anos. No recorte de gênero, 23.180 eram homens e 16.223 eram mulheres. Na divisão por cor, as vítimas fatais eram em sua maioria pardos (13.862), seguidos por brancos (9.349), pretos (1.847), amarelos (410) e indígenas (145).

Orientações - O secretário executivo da pasta, Élcio Franco, anunciou que uma portaria será publicada em breve com orientações que classificou como “amplas” para medidas de mitigação e combate à pandemia. Estas envolverão desde procedimentos de segurança em atividades econômicas até recomendações para espaços públicos, condomínios e outras formas de aglomerações.

Gestores - Franco lembrou que cabe aos gestores estaduais e municipais definir as medidas de distanciamento social - prerrogativa determinada pelo Supremo Tribunal Federal, mas a portaria trará um conjunto de indicações mais detalhadas de apoio às autoridades locais de saúde, que devem seguir avaliando as condições de abertura.

Segurança - “Estas recomendações vêm a reforçar que caso o gestor adote estas medidas, ele poderá fazer isso com segurança e retroceder de imediato ao identificar que o crescimento está sendo além do que ele tem capacidade de suportar com a sua rede de saúde”, ressaltou Franco.

Sistema de dados - Os representantes do Ministério da Saúde foram questionados durante a entrevista coletiva sobre reclamações da Secretaria de Saúde de São Paulo acerca da dificuldade de alimentar os bancos de dados nacionais com suas informações de casos e de óbitos relativos à pandemia.

Momentos de instabilidade - O secretário de Vigilância em Saúde afirmou que o sistema pode “eventualmente ter momentos de instabilidade”. “Temos duas maneiras de extrair os dados deste sistema. Pode ser por download rápido por meio de um aplicativo API, que recomendamos para locais com densidade maior, e eventualmente temos instabilidade. Mas a confiabilidade dos dados e a segurança são devidamente garantidas”, respondeu Medeiros.

Orientações - O diretor do Departamento de Análise em Saúde e Vigilância de Doenças não Transmissíveis da pasta, Eduardo Macário, complementou informando que a equipe do ministério passou orientações à Secretaria de São Paulo de uma nova forma para alimentar os dados. (Agência Brasil)

saude I quadro 19 06 2020

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

saude I 19 06 2020

SAÚDE II: Com quase 12 mil casos, Paraná tem média de 121 confirmações por dia

saude II 19 06 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou nesta quinta-feira (18/06) 832 novas confirmações e 20 mortes pelo novo coronavírus. O Paraná soma 11.919 casos e 406 mortos. Há seis ajustes de municípios de residência de casos confirmados.

Internados - 445 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 estão internados nesta quinta-feira. 309 pacientes estão em leitos SUS (sendo 136 em UTI e 173 em leitos clínicos/enfermaria) e 136 em leitos da rede particular (sendo 52 em UTI e 84 em leitos clínicos/enfermaria).

Resultados - Há outros 857 pacientes em leitos UTI e enfermaria que aguardam resultados de exames. Eles estão em leitos das redes pública e particular e são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus.

Mortes - A secretaria informa a morte de mais 20 pacientes. Todos estavam internados. São nove mulheres e 11 homens, com idades que variam de 26 a 88 anos. Os óbitos ocorreram entre os dias 9 e 18 de junho.

Residências - Os pacientes que faleceram residiam cinco em Curitiba, quatro em Londrina, dois em Cascavel e São José dos Pinhais. Um caso em cada um dos seguintes municípios: Bom Jesus do Sul, Colombo, Francisco Beltrão, Pinhais, São Sebastião da Amoreira, Toledo e Umuarama.

Municípios - 315 cidades paranaenses têm ao menos um caso confirmado. Atalaia, Cerro Azul, Pérola D’Oeste, Prudentópolis registraram casos pela primeira vez. Em 114 municípios há óbitos pela doença.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria registra 140 casos de residentes de fora. Oito pessoas morreram.

Critérios diferentes - A Secretaria da Saúde lembra que os municípios têm critérios diferentes de confirmação de casos e por isso pode ocorrer divergência de número de pacientes. Informa, ainda, que os dados são consolidados na gestão estadual, mas os municípios encaminham as informações para as regionais que repassam para o CIEVS na Secretaria.

Fabricantes de testes - Segue a lista de fabricantes de testes rápidos validados pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) que têm os resultados positivos incluídos no monitoramento do CIEVS:

1. One Step Covid-2019 Test®️ da fabricante Guangzhou WondfoBiotechCo., Ltda., cujo representante legal no Brasil é a empresa Celer Biotecnologia S/A.

2. Medteste Coronavírus (Covid-19) igG/IgM da fabricante Hangzhou Biotest Biotech Co. Ltd cujo representante legal no Brasil é a empresa Medlevensohn Com Repres Prod Hosp Ltda.

3. Covid-19 IgG/IgM ECO do fabricante Eco Diagnóstica Ltda-ME, cujo representante legal no Brasil é a empresa Eco Diagnóstica Ltda-ME

4. Covid-19 IgG/IgM BIO do fabricante Quibasa Química Básica Ltda, cujo representante legal no Brasil é a empresa Quibasa Química Básica Ltda.

5 - SARS-CoV-2 Antibody Test da fabricante WondfoBiotechCo., Ltda.

Ajustes - Um caso confirmado em 16/6, em Irati, foi transferido para Campo Largo. Um caso confirmado na data de 16/6, em Colombo, foi transferido para Ponta Grossa.

Dois casos confirmados na data de 10/6 em Atalaia/AL e Umuarama foram transferidos para Tuneiras do Oeste.

Um caso confirmado na data de 13/6 em São Tomé foi transferido para Tuneiras do Oeste.

Um caso confirmado na data de 15/6 em Atalaia/AL foi transferido para Tuneiras do Oeste.

Um caso confirmado na data de 5/6 em Maringá foi transferido para Jandaia do Sul. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando no link: http://www.saude.pr.gov.br/sites/default/arquivos_restritos/files/documento/2020-06/INFORME_EPIDEMIOLOGICO_18_06_2020.pdf

 

SAÚDE III: Governo ativa mais 139 leitos e reforça estrutura hospitalar na Região de Curitiba e Cascavel

saude III 19 06 2020O Governo do Estado ativou 94 novos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e 45 de enfermaria para atendimento a pacientes suspeitos ou confirmados com a Covid-19, nesta quinta-feira (18/06). O total é de mais 139 leitos exclusivos na rede hospitalar do Paraná.

Unidades contempladas - As unidades contempladas na ampliação são o Hospital de Reabilitação, o Hospital do Trabalhador (ambos de Curitiba, vinculados ao Complexo Hospitalar do Trabalhador), Hospital de Clínicas, também da capital; Hospital do Rocio, em Campo Largo, e Hospital Municipal Allan Brame Pinho, de Cascavel, que atuava como UPA e agora é uma unidade exclusiva para coronavírus.

Acesso - “Estamos colocando mais leitos à disposição do sistema de saúde do Paraná e facilitando o acesso aos paranaenses que venham precisar de um tratamento mais específico. Colocamos para rodar em 90 dias, mais de 700 leitos”, disse o secretário da Saúde, Beto Preto.

Ampliação - O Hospital do Rocio é a unidade hospitalar com o maior número de alas de UTI nesta ampliação, somando 51 novos leitos; seguido pelo Hospital de Clínicas, com 15, e Hospital de Reabilitação e Municipal de Cascavel, com 14 cada. Os 45 leitos clínicos foram habilitados no Hospital do Trabalhador (17) e Hospital Municipal de Cascavel (28).

Primeiros - Os primeiros leitos exclusivos no Estado foram habilitados em 26 de março. Inicialmente o Paraná contava com 52 leitos de UTI adulto e 212 de enfermaria. Agora, 84 dias depois, o Paraná tem 749 leitos de UTI – um aumento de 1.340% no período – e 1.171 leitos clínicos – um crescimento de 452% no período.

Prevenção - Segundo o secretário Beto Preto, a ampliação não deve servir como motivo para relaxamento nas medidas já adotadas. “Não podemos nos esquecer da importância do isolamento domiciliar e distanciamento social. O Governo tem atuado para ofertar o maior número possível de leitos, mas isso é finito, se a população não se conscientizar, não haverá leitos que consigam suprir toda a demanda”, afirmou.

Curitiba - Beto Preto também comentou sobre a atual situação de ocupação de leitos exclusivos na capital paranaense. “Curitiba tem enfrentado uma alta procura de leitos, com uma média, nesta semana, de pelo menos 80% de ocupação. O Governo, vendo esta necessidade tem atuado em conjunto com o município buscando alternativas, e hoje pudemos abrir 29 leitos de UTI e 17 de enfermaria na capital”, explicou. Nesta quinta-feira, a taxa de ocupação do município para UTIs adulto é de 74% e 62% na Macrorregião Leste. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Geraldo Bubniak / AEN

 


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