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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4845 | 17 de Junho de 2020

REUNIÃO INSTITUCIONAL I: Coagru recepciona encontro virtual do Sistema Ocepar

 

Com duração de mais de mais de duas horas, a partir das 14 horas, foi realizada nesta terça-feira (16/06) a reunião institucional remota entre o Sistema Ocepar e a diretoria da Cooperativa Agroindustrial União (Coagru), com sede em Ubiratã, no noroeste do Paraná. O objetivo do encontro, o 23º no formato virtual, foi expor e discutir a situação econômico-financeira da cooperativa, por meio de indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região, visando assegurar a qualidade da gestão, credibilidade perante terceiros, transparência perante o quadro social e, principalmente, a solidificação do sistema cooperativista.

 

Ricken - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, no início da reunião com a diretoria da Coagru, ressaltou que o contato por videoconferência, uma modalidade de comunicação implementada em cumprimento das normas sanitárias em substituição aos compromissos institucionais presenciais, “tem feito a gente produzir ainda mais, com agilidade e qualidade”. E relatou que, até o início da tarde, já havia cumprido uma extensa agenda por videoconferência ou por telefone com autoridades do estado, com líderes cooperativistas paranaenses, além das reuniões institucionais com os profissionais da entidade. “A pandemia é coisa muito séria e ninguém passará imune por ela. Por isso temos de nos unir para sairmos forte desse momento e mantermos as cooperativas em funcionamento, para o bem do setor e de toda a sociedade.”

 

Participação - Pelo Sistema Ocepar, além do presidente Ricken, participaram da reunião virtual os superintendentes Leonardo Boesche e Robson Mafioletti, do Sescoop/PR e Ocepar, respectivamente, gerentes, coordenadores e técnicos do Sistema Ocepar, e, pela Coagru, o presidente Áureo Zampronio, diretores e técnicos. Ao final, Zampronio agradeceu pela realização do encontro virtual e elogiou a exposição dos dados da cooperativa. “A apresentação foi muito clara. Aliás, esse trabalho que a Ocepar desenvolve em favor das cooperativas tem sido muito útil, especialmente para a Coagru”, enfatizou.

 

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REUNIÃO INSTITUCIONAL II: Videoconferência reúne lideranças da Evolua e equipe técnica do Sistema Ocepar

 

Durante encontro realizado por videoconferência, na manhã desta quarta-feira (17/06), foram apresentados pela equipe técnica do Sistema Ocepar os principais indicadores econômicos e financeiros da cooperativa de crédito Evolua, com sede na cidade de Francisco Beltrão, Sudoeste do Paraná. Esta foi a 23ª reunião institucional, dentro do Programa de Monitoramento e Autogestão coordenado pelo Sescoop/PR. Leonardo Boesche, superintendente do Sescoop/PR fez a abertura, com um relato de todas as atividades realizadas neste ano de 2020, em especial, as ações pontuais com relação a este período de isolamento social devido à pandemia.

 

Apresentações - Na sequência, Jessé Aquino Rodrigues, analista técnico da gerência de Desenvolvimento Cooperativo fez uma apresentação sobre o cenário da cooperativa em relação às demais cooperativas de crédito do estado. A gerente de Desenvolvimento Cooperativo, Maria Emília Pereira, relatou os principais programas desenvolvidos pelo Sescoop/PR e que estão à disposição da cooperativa. Maiko Zanella, analista de desenvolvimento técnico da Ocepar, falou sobre os aspectos conjunturais do Brasil em decorrência dos impactos da Covid-19.

Números - A Evolua integra o Sistema Ailos e, no último dia 3 de junho, completou 12 anos de fundação, atingindo a marca de 13 mil cooperados, com presença em seis municípios, com nove postos de atendimento e com ativos de R$ 163 milhões e 98 colaboradores. Participaram da reunião, diretores, gestores e lideranças da cooperativa, que avaliaram de forma positiva o encontro virtual. Para o presidente da Evolua, Jerson Vivian, “a parceria com o sistema é salutar na medida que nos apoiam em todas as demandas”, afirmou. “Temos feito nosso trabalho no sentido de poder ajudar na superação deste momento de dificuldades com a pandemia do novo coronavírus. E os dados apresentados por vocês foram muito positivos porque nos ajudam muito”, lembrou. Já o diretor-executivo Kelvi Krauspenhar frisou que “a cooperativa existe para dar apoio aos seus cooperados e ajudar a comunidade crescer e com certeza estamos realizando este importante papel em todos os municípios que estamos presentes”.

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COVID-19 I: Senado aprova MP 936 sobre manutenção de emprego e renda

covid 19 17 06 2020Como medida para manutenção do emprego em meio à crise gerada pela pandemia, o plenário do Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (16/06), o relatório apresentado à MP 936/2020, que institui o Programa Emergencial de Manutenção de Emprego e Renda. No parecer do relator Vanderlan Cardoso (GO), que teve o apoio da OCB e da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) para sua aprovação. Além de medidas para evitar o desemprego, também foram mantidos outros pontos importantes para as cooperativas.

Desoneração - O texto prevê a manutenção do art. 36 que prorroga a política da desoneração da folha de pagamento para diversos setores da economia, dentre eles aves e suínos, por mais um ano, valendo até o dia 31 de dezembro de 2021. Essa medida irá beneficiar nossas cooperativas já que terão mais chances de garantir os empregos de seus funcionários.

Segurança jurídica - Além disso, o parecer aprovado também trará segurança jurídica em relação a empréstimos consignados, que é um tema de competência privativa da União para legislar. Os empregados que tiverem redução na jornada de trabalho e, também, no salário, poderão solicitar a redução da parcela de empréstimos consignados de forma proporcional. Entretanto, o Senado impugnou dispositivo que eleva a porcentagem do salário que pode ser destinada a empréstimos de 35% para 40%.

Outros pontos - A MP 936/2020 autoriza a redução da jornada de trabalho com redução proporcional do salário por até 90 dias. Além disso, trata também da suspensão temporária do contrato de trabalho por até 60 dias.

Benefício emergencial - Em ambos os casos, fica criado um benefício emergencial para aqueles que tiveram redução de jornada de trabalho ou suspensão temporária de contrato. O valor do auxílio será calculado de acordo com salário dos últimos três meses. A matéria segue para sanção presidencial. (OCB)

FOTO: Pedro França / Agência Senado

 

COVID-19 II: Câmara aprova MP que reduz contribuições de empresas ao Sistema S por dois meses

covid III 17 06 2020O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (16/06), a Medida Provisória 932/20, que reduz, em razão da pandemia de Covid-19, as contribuições devidas pelas empresas para financiar o Sistema S. A matéria será enviada ao Senado. O Sescoop Nacional, através do Sistema OCB, acompanhou a tramitação junto com a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), para que os impactos sejam menores nas atividades voltadas para o cooperativismo brasileiro.

 

Original - A MP original determina um corte de 50% dessas contribuições nos meses de abril, maio e junho, mas o projeto de lei de conversão aprovado, de autoria do deputado Hugo Leal (PSD-RJ), restringe o corte aos meses de abril e maio, mantendo as contribuições no valor cheio em junho.

Pretensão inicial - A pretensão inicial do relator era manter o corte apenas para dois meses (abril e maio), sendo de 20% em maio. Entretanto, após negociações em Plenário, ele aceitou manter o corte de 50% também em maio.

Entidades - A medida alcança as contribuições cobradas pelas seguintes entidades: Sescoop (setor de cooperativas), Sesi e Senai (indústria), Sesc e Senac (comércio), Sest e Senat (transporte) e Senar (rural).

Percentuais - Assim, para o Sescoop as empresas pagarão 1,25% em abril e maio; para o Sesi, Sesc e Sest, o devido será de 0,75% nesses dois meses; e para Senac, Senai e Senat, a alíquota será de 0,5% nesse período.

O sistema - O Sistema S reúne um conjunto de entidades privadas vinculadas ao sistema sindical patronal responsável por aplicar recursos na formação profissional e na prestação de serviços sociais aos trabalhadores. As entidades são mantidas pelas contribuições, pagas compulsoriamente pelos empregadores, que incidem sobre a folha de salários com alíquotas variadas.

Repasse - Quem recolhe as contribuições é a Receita Federal, mas o dinheiro é repassado às entidades, não entrando nas estatísticas de arrecadação federal. Em 2019, o Sistema S arrecadou quase R$ 18 bilhões.

Outras perdas - Para o relator, a redução em 50% durante três meses prejudicaria as entidades porque a arrecadação da contribuição já diminuirá devido à contração da atividade econômica, atingindo a parcela incidente sobre o faturamento; devido à inadimplência das empresas e devido às medidas de suspensão e redução dos contratos de trabalho, impactando sobre a base de cálculo da folha de pagamentos.

Iniciativas - “Tomamos conhecimento de várias iniciativas louváveis de distribuição de itens de higiene e alimentação à população, bem como do conserto de respiradores feitos por entidades do Sistema S, provando que é possível redirecionar grande parte da força de trabalho qualificada e da capilaridade para ajudar nas ações de enfrentamento à pandemia”, disse Hugo Leal.

Setor rural - No setor rural, a redução de 50% também recairá sobre o devido em abril e maio. Na primeira versão de seu parecer, o relator pretendia preservar da redução os percentuais incidentes sobre a receita de comercialização da produção, mas agora elas sofrerão a mesma redução, assim como a parcela incidente sobre a folha de pagamentos.

Como fica - Dessa forma, em abril e maio fica o índice de 1,25% sobre a folha e de 0,125% e 0,1% sobre a comercialização.

Setor marítimo - Hugo Leal incluiu reduções que a MP original não previa para as contribuições devidas pelas empresas de navegação marítima, fluvial ou lacustre; de serviços portuários; de dragagem e de administração e exploração de portos.

Alíquota - Como o prazo do pagamento de maio também já passou, a alíquota será zerada em junho. A redução média nos três meses será de 33%. A contribuição normal é de 2,5%.

Julho - Além disso, a partir de julho, empresas de administração portuária, de operações de terminais e de agenciamento marítimo passam a recolher essas contribuições em favor do Serviço Social do Transporte (Sest) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Senat) para serem aplicadas em atividades ligadas ao ensino profissional de transporte marítimo, fluvial ou lacustre.

Fundo - Atualmente, essas contribuições são destinadas ao Fundo de Desenvolvimento do Ensino Profissional Marítimo que, segundo o relator, tem sido contingenciado e não aplica os recursos nessa finalidade.

Receita Federal - A MP 932 estabelecia também que, durante os meses de corte nas contribuições, as entidades do Sistema S teriam que destinar à Receita Federal 7% do valor arrecadado como retribuição pelos serviços de recolhimento e repasse.

Dobro - O percentual é o dobro do até então previsto (3,5%) na Lei 11.457/07, que criou a atual Receita Federal.

Retirado - Entretanto, o deputado Hugo Leal retirou esse aumento do texto com o argumento de que a Receita Federal terá de adequar suas atividades à queda de recursos da mesma maneira que outros órgãos públicos estão fazenda devido à queda de arrecadação.

Sebrae - Quanto ao Sebrae, o relator manteve a determinação de o serviço repassar ao Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe) metade do que recebe com a arrecadação do adicional de 0,3% cobrado sobre as alíquotas do Sistema S. Isso valerá para os meses de abril, maio e junho. Atualmente, esse valor tem diversas destinações. O Fampe fornece garantias a empréstimos bancários tomados por pequenos empreendedores. (Com informações da Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Michel Jesus / Câmara dos Deputados

 

CAPACITACOOP: Tudo sobre assembleias presenciais e digitais

capacitacoop 17 06 2020O coração das decisões de uma cooperativa está em sua Assembleia Geral. É nela que, democraticamente, todos os donos do empreendimento votam sobre as decisões mais importantes a serem tomadas para o próximo exercício. Instância máxima dentro de qualquer instituição cooperativa, a Assembleia Geral é alvo, sempre, de bastante cuidado e dedicação.

Semipresencial e digital - Com o cenário de lock down e home office trazido pela pandemia de Covid-19, os modelos de assembleias semipresenciais e digitais ganharam ainda mais destaque. Por isso mesmo, a plataforma de capacitação do cooperativismo brasileiro – a Capacitacoop – lançou esta semana um curso especial, que ensina tudo o que uma coop precisa saber e fazer.

Condução - “A correta condução das etapas, desde a preparação até a execução das assembleias, é primordial para se obter os resultados esperados no âmbito da gestão e também para que sejam cumpridos os requisitos legais”, avalia a gerente de desenvolvimento humano de cooperativas no Sistema OCB, Geâne Ferreira.

Conteúdo - Neste curso rápido, com 4 horas de duração, e de linguagem simples e acessível, o aluno aprende sobre: legislação cooperativista, reuniões e Assembleias Gerais semipresenciais e digitais e, ainda, redação de editais e atas.

Pré-requisito - Não há nenhum pré-requisito para cursar a capacitação. Fica a sugestão para aqueles que não tenham conhecimento ou experiência com assembleias convencionais, presenciais, que façam primeiramente o curso “Assembleia Geral na Prática”, também disponível na plataforma CapacitaCoop.

Certificado - Ao final do curso, para os alunos que alcançarem o mínimo de 70% de desempenho na avaliação de aprendizagem, será emitido certificado do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). Iniciado o treinamento, o prazo para conclusão é de 30 dias corridos.

CapacitaCoop - Lançada no dia 20 de abril deste ano, a Capacitacoop é a plataforma EaD do cooperativismo brasileiro. Com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento constante de nossas coops, a plataforma – que está em pela atividadejá disponibiliza cursos de curta e longa duração relacionados ao dia a dia do trabalho cooperativista. (OCB)

 

COOPAVEL I: Nova indústria produz fertilizantes foliares

A Coopavel Cooperativa Agroindustrial, com sede em Cascavel, no Oeste do Paraná, empenha 40 anos de tradição na produção de fertilizantes em um novo negócio. É na área de fertilizantes foliares, com produção iniciada em fevereiro.

Nova unidade - A marca Nutriagro reúne o melhor da tradição da Coopavel, que em dezembro chega aos seus 50 anos de fundação. Para produzir a nova linha de produtos, a cooperativa criou uma nova unidade industrial. “Há muito tempo analisamos as possibilidades desse negócio e há um ano trabalhamos na estruturação dele”, conforme Dilvo Grolli.

Finalidade - “Nossa finalidade é fazer desses fertilizantes foliares aliados de produtividades ainda mais altas e rentáveis”, destaca o agrônomo Rogério Rizzardi, gerente da área de Fertilizantes da Cooperativa. Para fazer o negócio acontecer, a Coopavel investiu R$ 12 milhões. “Esse é um investimento estratégico que observa os movimentos e a demanda do mercado e os produtos da nutrição foliar carregam a força de uma cooperativa referência na produção e comercialização de produtos sustentáveis”, conforme Rizzardi.

Valor nutricional - O fertilizante foliar é destinado à nutrição de micro e macroelementos a partir da folha da planta. O portfólio disponibiliza produtos para as culturas de milho, soja, feijão, citrus, cana e também um mix para aplicações em cada período determinante no desenvolvimento dessas culturas.

Sofisticada - A nova indústria da Coopavel é sofisticada e conta, entre outros recursos, com laboratório próprio para garantir a qualidade final de tudo o que a Nutriagro oferece ao mercado. O potencial de fabricação é de quatro milhões de litros por ano, podendo chegar a seis milhões.

A Coopavel - Constituída por 42 produtores rurais em 1970, a Coopavel Cooperativa Agroindustrial tem 5,5 mil cooperados e seis mil colaboradores. Ela conta com 32 unidades espalhadas por 21 municípios das regiões Oeste e Sudoeste do Paraná. Mesmo em um ano de grandes desafios, a Coopavel projeta crescimento de faturamento de 15% em 2020, fechando o exercício com R$ 3,1 bilhões. (Imprensa Coopavel)

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COOPAVEL II: Evento on-line vai fechar o Rally da Safra de 2020

Um dos mais respeitados e tradicionais eventos de apuração de informações sobre o desempenho de safras das principais commodities brasileiras será encerrado de forma inédita na próxima quinta-feira (18/06). O Rally da Safra 2020 terá seu encontro final transmitido on-line a partir das 17h. A inscrição para participar é gratuita e deve ser feita com antecedência no https://bit.ly/EventoRallyMilho.

Informações finais - Durante o encerramento, os participantes vão ter acesso a informações finais das apurações e tabulações que a equipe do Rally da Safra fez especialmente sobre a produção do milho de segunda safra. “Participe e saiba como as estimativas que serão apresentadas influenciam o mercado e conheça as impressões de produtores sobre essa temporada cheia de particularidades”, ressalta a direção da Agroconsult, empresa especializada em consultoria responsável pela organização do Rally.

Parcerias - A exemplo de edições anteriores, a Agroconsult conta com inúmeros parceiros e apoiadores no projeto, entre eles a Coopavel Cooperativa Agroindustrial. O evento de quinta-feira, com início pontualmente às 17h, será transmitido com a ajuda de uma tela LED de 360º que permitirá a interação com produtores rurais de todo o Brasil. (Imprensa Coopavel)

coopavel 17 06 2020

COPAGRIL: Qualidade do ar na suinocultura

A suinocultura é uma atividade que exige dedicação por parte dos envolvidos. Seja nas UPDs (Unidade Produtora de Desmamados), creches e unidades terminadoras, é importante assegurar as condições básicas de manejo em cada fase, garantir o bem-estar aos animais e seguir as recomendações técnicas para alcançar bons índices de produtividade e, em consequência, resultados econômicos satisfatório.

Qualidade do ar - A qualidade do ar dentro das instalações tem influência direta com o conforto térmico e o bem-estar. A ventilação tem grande importância na dissipação do calor e retirada dos gases tóxicos. Um ambiente sem o acúmulo de gases e com uma baixa pressão de infecção se faz extremamente necessário para garantir a saúde e o bom desenvolvimento do plantel. Para isso, um correto manejo de cortinas, a limpeza de muretas e corredores e a nebulização com desinfetantes é extremamente importante na suinocultura.

Condições climáticas - É necessário ficar sempre atento às condições climáticas no dia a dia e a temperatura necessária de cada fase de produção para garantir uma boa qualidade de ar. “O acúmulo de gás ocorre principalmente pelo abafamento dos galpões sem a renovação do ar pela ventilação natural ou por exaustores. Muitas vezes, árvores nas laterais sem as devidas podas influenciam negativamente na circulação e troca do ar interno. A má qualidade do ar favorece a transmissão de agentes patogênicos entre animais doentes e sadios”, explica o médico veterinário da Copagril, Huillian Zecchin.

Gás acumulado - Ele também lembra que o gás acumulado (CO2) é proveniente da decomposição da matéria orgânica de dentro da instalação e ocasiona lesões na mucosa do sistema respiratório dos animais deixando-os mais propícios a uma queda de imunidade e adoecimento, sendo a tosse e a encefalite os principais problemas relacionados.

Inverno - No período de inverno, a fase requer um ambiente térmico mais aquecido e por isso, os galpões são mantidos mais fechados o que pode ser um agravante e termos de renovação de ar. “É importante sempre deixar uma parte aberta no caso de cortinas manuais e regular os equipamentos automáticos para se ter uma abertura com frequência para a entrada de ar e retirada dos gases”, reforça o profissional, que também comenta sobre a limpeza semanal dos corredores e muretas retirando o acúmulo de poeira. “Essas partículas carregam patógenos que podem ser constantemente inaladas pelos suínos”.

Nebulização - Outro fator importante é a nebulização. Sua função, quando utilizada corretamente e na diluição recomendada pelo técnico responsável, é diminuir a pressão de infecção interna, ou seja, ajuda a diminuir a quantidade de bactérias e vírus patogênicos presentes no ambiente interno das instalações diminuindo a chance de adoecimento do plantel.

Frequência - “Nas fases mais críticas de produção, como na maternidade e creches a frequência da nebulização se torna diária. Já nas outras fases, como gestação e terminação, a recomendação é de até três vezes semanalmente. A dosagem e diluição devem ser sempre seguidas de acordo com o recomendado pelo técnico responsável. Essa nebulização deve ser realizada nos horários mais frescos do dia preferencialmente no início da manhã ou final da tarde”, explica o médico veterinário da Copagril.

Prioridade - Cortinas com bom funcionamento, exaustores regulados, árvores com as devidas podas e nebulização devem ter prioridades no dia a dia para garantir um ambiente adequado e menos estresse aos animais, refletindo positivamente na lucratividade dos lotes.

Equipe - A equipe técnica da Copagril está disponível para mais informações e orientações.

Revista - Esta matéria foi divulgada na Revista Copagril Edição 115 (março/abril). Você pode conferir o conteúdo original em: https://www.copagril.com.br/revista/85. (Imprensa Copagril)

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SICREDI UNIÃO PR/SP: Colaboradores apresentam projeto de energia limpa em evento da ONU

sicredi uniao 17 06 2020Três colaboradores da Sicredi União PR/SP, cooperativa de crédito sediada em Maringá (PR), representaram o Brasil na segunda-feira (15/06), no Leaders Summit, um evento promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU), que contou com a participação de líderes mundiais para tratar sobre o desenvolvimento sustentável no cenário pós pandemia.

Energia limpa - O objetivo da cooperativa é ter 100% energia limpa em toda sua estrutura, hoje apenas 11 das 108 agências contam com energia fotovoltaica, por isso, a proposta dos colaboradores apresentada no evento foi tornar a energia renovável uma moeda. Para isso, por meio de uma parceria com uma cooperativa de energia, a Sicredi financiaria a instalação de placas solares comerciais ou residenciais para seus associados. Após a instalação, o associado venderia o excedente da energia para a Sicredi e teria o valor correspondente descontado do financiamento. Ao encerrar os pagamentos, o associado ainda teria uma nova fonte de renda.

ODS - Com isso, segundo Gabriela Ottoboni, uma das representantes do projeto, o sistema atenderia os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) criados pela ONU, além de contribuir para a diversificação da matriz energética do país, promover o desenvolvimento de negócios locais e a intercooperação, já que o sistema engloba e impacta toda a cadeia de valor.

Transformadora - “A experiência de participar do Leaders Summit foi transformadora e de muita responsabilidade, afinal representamos o Sistema Sicredi frente a líderes mundiais com um projeto de extrema relevância socioambiental”, diz.

Apresentação - O trio, composto também por Felipe Morgon e Ana Goffredo, teve cinco minutos para apresentar a ideia e, em seguida, responder três perguntas de avaliadores estrangeiros. “Fomos questionados sobre aspectos que já havíamos discutido como as formas de regulamentação e tarifas de energia do país, dessa forma, os apontamentos dos avaliadores serviram para validar nossa ideia, para vermos que ela realmente faz sentido e é possível de ser realizada”, afirma Morgon.

Virtual - Por conta da pandemia do novo coronavírus, o evento, que seria realizado em Nova York, teve que ser pela internet. Além dos 350 colaboradores da Sicredi União PR/SP, outras 200 pessoas de diversas localidades acompanharam a apresentação online.

Sobre o projeto - O projeto ‘Energia Renovável como moeda’ começou a ser desenvolvido em outubro do ano passado na Sicredi União PR/SP e foi selecionado para participar do INOVA 2030, programa para Jovens Inovadores das empresas que integram a Rede Pacto Global. Participaram do INOVA 2030, empresas como Nestlé, Natura, Americanas, CPFL, Novozymes, Votorantim, Embraco, WayCarbon, Caixa, Sodexo, Corbion, B3, Construtora Barbosa Melo, Solví e Granotec. Ao todo, mais de 300 projetos foram acelerados e a Sicredi União foi a única escolhida para representar o país no SGD Futures Lab no Leader Summit. (Assessoria de Imprensa)

 

MAPA I: Plano Safra 2020/2021 será lançado nesta quarta-feira

mapa I 17 06 2020O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apresenta nesta quarta-feira (17/06) o Plano Safra 2020/2021. O lançamento será às 16h30, em cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), com a presença da ministra Tereza Cristina. O evento será transmitido pela TV Brasil e pelas redes sociais do Mapa e da EBC.

Workshop - Na quinta-feira (18/06), às 8h, o Sistema Ocepar realiza um workshop para as cooperativas paranaenses, com a presença do presidente, José Roberto Ricken, e do diretor de Financiamento e Informação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Wilson Vaz de Araújo, com objetivo de detalhar de forma exclusiva, em primeira mão, as principais medidas anunciadas e de interesse das cooperativas. O evento será realizado por meio de videconferência e posteriormente disponibilizado na TV Paraná Cooperativo, no canal do youtube. (Com informações do Mapa)

 

SERVIÇO:

Lançamento do Plano Safra 2020/2021

Data: Quarta-feira (17/6)

Horário: 16h30 (horário de Brasília)

Local: Palácio do Planalto

 

MAPA II: Ministério registra defensivos bioquímicos inéditos de baixa toxicidade

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta terça-feira (16/06) o registro de dois defensivos agrícolas bioquímicos inéditos. Os dois produtos foram classificados no menor grau de toxicidade existente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Em 2020, já foram registrados 26 produtos biológicos.

Ferrugem da soja - Um dos defensivos registrados, à base de Cerevisane, é um produto bioquímico derivado de um agente biológico de baixo impacto, que pode ser utilizado como indutor de resistência contra a ferrugem da soja. Outro produto, também de baixo impacto, feito de um extrato da alga Laminaria digitata, é um fungicida bioquímico que será utilizado em hortaliças (alface, tomate e cebola) e frutas (morango e uva).

Genéricos e biológicos - O Ato n° 36 do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas da Secretaria de Defesa Agropecuária, publicado nesta terça-feira no Diário Oficial da União, também traz o registro de 25 produtos formulados que utilizam ingredientes ativos já registrados anteriormente no país. Entre eles, estão três defensivos biológicos.

Formulação - O primeiro é formulado à base de Beauveria bassiana para o controle de mosca branca, moleque da bananeira, ácaro rajado e cigarrinha do milho em qualquer cultura onde essas pragas venham a ser encontradas.

Doenças fúngicas - Outro produto biológico registrado é à base de Chrysodeixis includens, utilizado como fungicida biológico para diversas doenças fúngicas de solo que atacam os cultivos brasileiros. Também foi registrado o produto biológico que utiliza Beauveria bassiana e Metarhizium anisoplae para o controle de percevejo marrom e cigarrinha das pastagens em qualquer cultura onde forem encontradas.

Registro - O registro de defensivos genéricos é importante para diminuir a concentração do mercado e aumentar a concorrência, o que resulta em um comércio mais justo e em menores custos de produção para a agricultura brasileira.

Sustentabilidade - Os produtos que utilizam agentes de controle biológicos ou bioquímicos na sua formulação são alternativas de controle para os agricultores no combate às pragas, ao mesmo tempo que contribuem para o aumento da sustentabilidade da agricultura nacional.

Estímulo - O Mapa segue comprometido em estimular o uso de produtos biológicos e microbiológicos por parte dos agricultores. Uma das ações desenvolvidas consiste na priorização das análises de produtos de baixo impacto para que aumente o número de registro desses produtos, o que gera menor concentração de mercado, preços mais competitivos e maior acesso dos agricultores aos produtos de baixo impacto.

Programa - Recentemente, também foi lançado o Programa Nacional de Bioinsumos, para incentivar a utilização de recursos biológicos na agropecuária brasileira. (Mapa)

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Balança comercial tem superávit de US$ 1,599 bilhão na segunda semana de junho

comercio exterior 17 06 2020A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,599 bilhão e corrente de comércio de US$ 6,309 bilhões, na segunda semana de junho de 2020 – com quatro dias úteis –, como resultado de exportações no valor de US$ 3,954 bilhões e importações de US$ 2,355 bilhões. Os dados foram divulgados na segunda-feira (15/06) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

Total - No ano, as exportações totalizam US$ 92,611 bilhões e as importações, US$ 73,72 bilhões, com saldo positivo de US$ 18,891 bilhões e corrente de comércio de US$ 166,332 bilhões.

Análise do mês - Nas exportações, comparadas a média diária até a segunda semana de junho de 2020 (US$ 899,33 milhões) com a de junho de 2019 (US$ 968,74 milhões), houve queda de -7,2%, em razão da diminuição nas vendas na Indústria Extrativa (-22,6%) e de produtos da Indústria de Transformação (-15,7%). Por outro lado, houve aumento nas vendas em Agropecuária (+34,3%).

Queda - A queda nas exportações foi puxada, principalmente, pela diminuição nas vendas dos seguintes produtos da indústria extrativista: óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos, crus (-47,1%); minério de ferro e seus concentrados (-6,5%); minérios de cobre e seus concentrados (-18,2%); minérios de alumínio e seus concentrados (-29,4%) e carvão, mesmo em pó, mas não aglomerado ( -99,9%).

Indústria de Transformação - Já em relação aos produtos da Indústria de Transformação, a queda nas exportações foi puxada, principalmente, por aeronaves e outros equipamentos, incluindo suas partes (-89,4%); carnes de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas (-33,4%); motores e máquinas não elétricos, e suas partes, exceto motores de pistão e geradores (-82,9%); ferro-gusa, spiegel, ferro-esponja, grânulos e pó de ferro ou aço e ferro-ligas (-27,4%); e veículos automóveis para transporte de mercadorias e usos especiais (-57,7%).

Importações - Nas importações, a média diária até a segunda semana de junho de 2020 (US$ 530,5 milhões) ficou -22,6% abaixo da média de junho do ano passado (US$ 685,72 milhões). Nesse comparativo, caíram os gastos, principalmente, com Agropecuária ( -22,3%) e com produtos da Indústria de Transformação ( -25,8%). Já em relação à Indústria Extrativista houve aumento de gastos (21,2%).

Produtos agropecuários - A queda das importações foi puxada, principalmente, pela diminuição dos gastos com os seguintes produtos agropecuários: trigo e centeio, não moídos (-29,2%); pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado (-53,3%); látex, borracha natural, balata, guta-percha, guaiúle, chicle e gomas naturais (-60,5%); milho não moído, exceto milho doce (-94,1%); e frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas (-28,5%). Já na Indústria de Transformação, a queda das importações ocorreu devido à diminuição dos gastos com a compra de óleos combustíveis de petróleo ou de minerais betuminosos, exceto óleos brutos (-54,1); adubos ou fertilizantes químicos, exceto fertilizantes brutos (-27,7%); partes e acessórios dos veículos automotivos (-56,9%); veículos automóveis de passageiros (-67,1%); e torneiras, válvulas e dispositivos semelhantes para canalizações, caldeiras, reservatórios, cubas e outros recipientes (-69,4%). (Ministério da Economia)

Confira os dados completos da balança comercial

 

COMBUSTÍVEL: ANP aprova mudança temporária na mistura do diesel

anp 17 06 2020A diretoria colegiada da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou, nesta terça-feira (16/06), a redução, excepcional e temporária, do percentual de mistura obrigatória do biodiesel ao óleo diesel que passa dos atuais 12% para 10%. A medida vale para o período entre esta terça-feira e o próximo domingo (21/06).

Continuidade - De acordo com o órgão regulador, a mudança é necessária para dar continuidade ao abastecimento nacional diante na possibilidade das entregas de biodiesel não serem adequadas.

Entregas - “As entregas de biodiesel previstas para o período citado poderiam não ser suficientes para atender à mistura de 12% ao diesel B”, apontou a ANP, acrescentando que este produto “vem sendo bastante consumido, apesar da atual situação de pandemia”. (Agência Brasil)

 

INFRAESTRUTURA: Modernização do aeroporto de Cascavel é estratégica para o Oeste

infraestrutura 17 06 2020Cascavel recebe uma das obras mais esperadas pela população do Oeste do Paraná e que deverá ser um marco na região: a modernização do Aeroporto Coronel Adalberto Mendes da Silva ou SBCA. Os trabalhos já ultrapassaram 95% no terminal de passageiros e 75% no pátio de aeronaves, inclusive com a instalação de dois fingers (ponte de acesso às aeronaves), um dos poucos aeroportos do Interior do País com essa tecnologia. A inauguração deve acontecer no próximo semestre.

Polo regional - Cascavel é um dos principais polos regionais do Paraná. Desde 2016 conta com região metropolitana e abrange uma área com 24 municípios e cerca de 1 milhão de habitantes. A modernização do aeroporto é uma vitória de um time de muitos jogadores - prefeitura municipal, Governo do Estado, governo federal, setor empresarial, cooperativismo agroindustrial e a Itaipu Binacional.

Estratégica - “Cascavel é estratégica dentro do nosso planejamento logístico. A revitalização do aeroporto e as novas conexões aéreas, que certamente virão, atrairão mais investimentos e empregos”, afirma o governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Isso se soma ao vetor de exportação pela BR-277, a modernização do Trevo Cataratas e a expansão da atividade na malha férrea administrada pela Ferroeste. O aeroporto vai ajudar o Paraná a crescer nos próximos anos”.

Empreendimento - A obra envolve mais de dez contratos e cerca de R$ 38 milhões. O Governo do Estado participou disponibilizando recursos do Sistema de Financiamento aos Municípios (SFM), administrado pelo Paranacidade e pela Fomento Paraná. Há, ainda, recursos federais a fundo perdido (R$ 2,3 milhões), da Itaipu Binacional e verba municipal. Cerca de 80 funcionários foram empregados diretamente ao longo do último ano.

Intervenção completa - A intervenção completa engloba a revitalização e duplicação de 2,2 quilômetros da Avenida Itelo Webber com novo sistema de iluminação; seis quilômetros de cerca; estacionamento para 398 automóveis; sistema de drenagem da água da chuva do sítio aeroportuário; novo pátio de estacionamento das aeronaves com piso de concreto; iluminação em LED; um novo terminal de passageiros com cinco portões e dois pavimentos; dois fingers; mobiliário aeroportuário, equipamentos de informática e novas esteiras; deslocamento dos nove hangares particulares para uma nova área dentro da faixa de segurança; e demolição da estrutura atual, construída nos anos 70.

Retomada - “Essa obra é um sinal de esperança para a retomada do País. Os empresários saem e chegam a Cascavel com expectativa de fechar novos negócios, acelerar o crescimento a partir do segmento agropecuário, mas também industrial e turístico, dada a proximidade com Foz do Iguaçu”, destaca o prefeito Leonaldo Paranhos. “O novo aeroporto vai ajudar a puxar esse novo País no segundo semestre, conectar o Oeste com o mundo”.

Operações - O aeroporto de Cascavel tem voos com destino a Curitiba, Guarulhos (SP), Campinas (SP) e Porto Alegre, em operações das companhias Gol e Azul.

Mais ambicioso - As primeiras obras no aeroporto começaram em 2011 a partir de um projeto mais simples, porque a demanda projetada era consideravelmente menor na ocasião e ainda havia discussões sobre a necessidade de um aeroporto regional. Contudo, a empresa vencedora da concorrência pública não finalizou a obra e ela foi judicializada.

Três vezes maior - Quando a modernização foi efetivamente retomada, há pouco mais de um ano, o projeto já era bem mais ambicioso, três vezes maior que o desenho original, com cerca de seis mil metros de área construída e possibilidade de expansão para mais dez mil metros sem novas desapropriações.

Desafio - O desafio da engenharia da administração municipal foi reaproveitar o que já tinha sido feito, como as fundações, algumas estruturas de concreto e o máximo da estrutura metálica, que foi recortada e readaptada para ilustrar o novo prédio. O projeto original do terminal de passageiros também não tinha os dois pavimentos, e agora o segundo conta com os dois portões de acesso aos fingers, praça de alimentação e mirante para observar pousos e decolagens.

Feito em casa - “Esse novo aeroporto é fruto de um projeto feito em casa, dentro da prefeitura, com todas as dificuldades inerentes do processo. Um aeroporto é uma obra complexa por conta das exigências técnicas e das normas internacionais que regulamentam a atividade”, aponta o engenheiro responsável pela obra, Sandro Camilo Rocha Rancy.

Dificuldades e surpresas - Ele afirma que houve inúmeras dificuldades, mas também boas surpresas, como os fingers. Apenas Campinas e Foz do Iguaçu contam com estruturas parecidas no Interior. “Essa obra é um divisor de águas para Cascavel”, diz Rancy.

Acabamento - Atualmente a obra está na fase de recebimento técnico e de check list final de acabamento e liberação de algumas estruturas para outras empresas começarem as suas instalações.

Demolições - Concomitantemente acontecem as demolições da estrutura antiga e a formalização das aquisições de mobiliário e da estrutura interna do terminal de passageiros. Ao mesmo tempo a administração municipal busca as novas certificações necessárias junto da Agência Nacional de Aviação Civil e Aeronáutica.

Novo marco - Para o engenheiro Sandro Rancy, Cascavel teve três grandes modificações ao longo da sua história: em 1987 com a instalação da nova rodoviária; em 1989 com a abertura do Show Rural; e em 1994 com o reconhecimento da Unioeste como universidade, e hoje o município conta com sete mil estudantes entre a rede pública e a privada.

Recursos - “O aeroporto será um novo marco. Esse é o verdadeiro papel do poder público, aplicar recursos públicos com qualidade, atender uma demanda da sociedade, fomentar a construção civil, um setor que impulsiona a economia, além de gerar novos investimentos e negócios ao município”.

Novo terminal de passageiros - Apenas o prédio principal do novo terminal de passageiros (Octacílio Mion) custou cerca de R$ 19 milhões. A estrutura está praticamente pronta. Os guichês para caixas eletrônicos, empresas de táxi ou de transporte por aplicativo, informações turísticas ou hotelaria ganharam espaços exclusivos dentro do terminal, mas fora do prédio principal, na área coberta de chegada dos passageiros. O saguão conta com espaço para check-in, com embarque pela esquerda e desembarque pelo lado direito.

Térreo - O térreo tem salas de segurança, canal de inspeção corporal e de bagagens de mão, três máquinas de raio-x, área de revista íntima e sala reservada para os comandantes e funcionários de bordo. Há três portões inferiores para embarque e acesso ao pavimento superior. Também foi projetado no primeiro andar um espaço para um café.

Circulação - O layout da área interna do terminal permite circulação de 600 passageiro e contará com painéis de vídeo e totens de publicidade digital e monitores para consulta dos voos.

Acessibilidade - Os fingers facilitam a acessibilidade e o embarque e desembarque dos passageiros em dias muito frios, muito quentes ou com muita instabilidade. Têm capacidade para atender todas as aeronaves que fazem voos domésticos no País, modelos da Embraer, Boeing e Airbus.

Espaço público - Do outro lado do primeiro andar, no espaço público, haverá dois restaurantes e um mirante para observação dos pousos e decolagens, além de uma sala pública para reuniões, mais reservada, e a sala de controle das operações aeroportuárias, com acesso às 40 câmeras espalhadas em todo o terminal. Haverá tecnologia de reconhecimento facial e das placas dos veículos.

Contrabando - Essa estrutura foi pensada para evitar o “drible” de contrabandistas que optavam por Cascavel para evitar fiscalização supostamente menos rigorosa do que em Foz do Iguaçu, e pela proximidade com a Penitenciária Federal de Catanduvas.

Banheiros - Todos os banheiros do novo terminal foram pensados para acessibilidade, inclusive com dois espaços exclusivos para ostomizados, construídos com apoio da Assessoria de Políticas Públicas e da Inclusão Social da Pessoa com Deficiência de Cascavel, do Hospital Universitário do Oeste do Paraná e da União Oeste Paranaense de Estudos e Combate ao Câncer (Uopeccan). O terminal contará com 155 longarinas (cadeiras conjuntas típicas de aeroportos), sendo seis “duplas” para pessoas obesas.

Pista e infraestrutura do pátio de aeronaves são renovadas - O tamanho da pista do aeroporto de Cascavel não foi objeto de modificação porque é considerado bom dentro da média nacional (1,8 mil metros de comprimento por 45 metros de largura) e a tecnologia Rnav nas cabeceiras, georreferenciadas pela Força Aérea Brasileira, já existe. O novo pleito é o sistema ILS 2, que permite pousos por instrumentos com mais segurança.

Pátio de aeronaves - Entre as benfeitorias, está sendo executada a infraestrutura do pátio de aeronaves – para aeronaves de até 80 toneladas - além de um sistema de drenagem de toda a água da chuva.

Nova instalação - Dentro dessa modernização, uma nova instalação será edificada para o espaço exclusivo da brigada contra incêndio, instalada em um antigo hangar particular que foi desativado. Haverá, ainda, um reservatório de 45 mil litros de água e um farol para ajudar os pilotos em dias com neblina. A projeção futura da prefeitura é de viabilizar, também, um terminal de cargas e um espaço mais moderno para eventual pernoite das aeronaves das companhias aéreas.

Próximos dias - A demolição do antigo terminal de passageiros acontecerá nos próximos dias. Ele foi erguido em 1977 e contava com estrutura precária, ainda com cara de uma rodoviária de cidade do Interior, com banheiros simples, lanchonetes, saguão pequeno e setores acanhados de fiscalização e operação aeroportuária.

Agronegócio, polo metalúrgico e comércio atacadista - Cascavel é um dos principais polos regionais do Paraná. O crescimento é impulsionado pelo agronegócio e atividades do cooperativismo, principalmente no setor aviário. Também é um polo metalúrgico e de comércio atacadista.

Investimentos - “O aeroporto traz uma veia de investimentos muito grande. Ele não é uma ferramenta turística, mas traz possibilidades de geração de emprego e renda. Muitas pessoas serão beneficiadas diretamente por essa nova estrutura, mesmo que não a usem com frequência”, argumenta o prefeito Leonaldo Paranhos.

Falta de estrutura - “Já perdemos oportunidades de trazer eventos para Cascavel, melhorar negócios existentes e tudo por causa da falta de estrutura aeroportuária. Esse assunto sempre pautou as reuniões dos empresários do Oeste”, destaca Alci Lúcio Rotta Júnior, presidente da Coordenadoria das Associações Comerciais e Empresariais do Oeste do Paraná (Caciopar).

Futuro - Segundo Rotta, a inauguração também casa com o momento em que o País começa a planejar o futuro depois da pandemia do novo coronavírus. Ele defende que haverá maior integração regional e diversificação da matriz econômica. “Temos o cooperativismo forte na produção agrícola e nas cadeias de peixes, aves e suínos, mas também um setor de serviços que gera muitos empregos e a indústria metalmecânica. O Oeste tem um potencial muito grande e o aeroporto marca um novo momento desse planejamento”, arremata.

Mais obras - Cascavel está na rota de obras públicas do Governo do Estado. Entre elas estão a revitalização do Trevo Cataratas, a autorização da duplicação do trecho da BR-277 entre o posto da Polícia Rodoviária Federal e o trevo do distrito de São João do Oeste, a ampliação da capacidade de escoamento da Ferroeste depois da assinatura da licença de passagem com a Rumo, a reurbanização de um trecho de 1,8 quilômetro da Avenida Brasil, entre a Rua Corbélia e o Trevo Cataratas, a construção de um ginásio de esportes no distrito de Juvinópolis e a instalação de mais de 800 novos postos de ônibus. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA I: Governo prorroga prazo de pagamento de PIS/Pasep e Cofins

economia 17 06 2020O governo prorrogou o prazo para pagamento da contribuição previdenciária e da Contribuição para o Programa de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). A decisão foi tomada em virtude da crise econômica gerada pela pandemia de Covid-19.

Novos prazos - Portaria publicada na edição desta quarta-feira (17/06) do Diário Oficial da União estabelece os novos prazos. O pagamento das contribuições previdenciárias devidas pelas empresas e a contribuição paga por empregadores domésticos, relativas à competência de maio deste ano, deverão ser pagas no prazo de vencimento das contribuições devidas na competência outubro de 2020. O mesmo período foi estabelecido para o recolhimento do PIS/Pasep e da Cofins. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

ECONOMIA II: Serviços têm queda recorde de 11,7% de março para abril

economia II 17 06 2020Em todo o país, o volume de serviços teve uma queda de 11,7% na passagem de março para abril. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse é o maior recuo nesse tipo de comparação desde o início da série histórica, em janeiro de 2011. É também a terceira retração do indicador, que acumula perda de 18,7% no período.

Outras comparações - Segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgados nesta quarta-feira (17/06), no Rio de Janeiro, foram registradas quedas também nos outros tipos de comparação: em relação a abril de 2019 (-17,2%), no acumulado do ano (-4,5%) e no acumulado de 12 meses (-0,6%).

Isolamento - A queda de abril foi provocada, em grande parte, pelas medidas de isolamento social adotadas devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19), disse o IBGE. O gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, explica que, em fevereiro, mesmo antes da pandemia, o setor já havia apresentado queda (-1%).

Piora - Mas a pandemia piorou a situação dos serviços. “Nesses dois últimos meses, há uma perda acumulada de 17,9%, o que traz o volume de serviços para um patamar 27% abaixo do ponto mais alto da série, em novembro de 2014”, afirmou Lobo.

Atividades - O recuo de março para abril foi observado nas cinco atividades de serviços pesquisadas, com destaque para transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-17,8%) e serviços prestados às famílias (-44,1%).

Demais resultados - Os demais resultados negativos entre as atividades vieram de serviços profissionais, administrativos e complementares (-8,6%), de informação e comunicação (-3,6%) e de outros serviços (-7,4%).

Receita nominal - Em relação à receita nominal, o setor de serviços apresentou quedas de 12,9% em relação a março deste ano, de 16,9% em relação a abril de 2019 e de 2,7% no acumulado do ano. No acumulado de 12 meses, continua apresentando alta (2,3%). (Agência Brasil)

FOTO: Antônio Cruz / Agência Brasil

 

TRIBUTÁRIA: Maia quer priorizar reforma e pede colaboração do setor privado para retomada econômica

camara 17 06 2020O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que a prioridade neste momento na Casa é a votação da reforma tributária e cobrou que o setor privado dê sua contribuição para a retomada da economia. Ele também defendeu a reforma administrativa como instrumento para melhorar a qualidade do gasto público brasileiro, mas disse que a tramitação da proposta deve atrasar em razão de o Executivo adiar o envio da matéria para o ano que vem. Rodrigo Maia participou de uma live promovida pela Conexão Empresarial nesta terça-feira (16/06).

Simplificação e segurança jurídica - “Simplificação e segurança jurídica são importantes. Vamos ter uma longa agenda do segundo semestre para encontrar os caminhos ao desenvolvimento econômico sustentável de médio e longo prazos”, declarou o presidente.

Consumo - “Temos um sistema tributário que tributa mais o consumo do que a renda, o que prejudica mais os trabalhadores do que a elite, e temos uma economia fechada, o que significa que privilegiamos a não concorrência. Isso é importante que seja organizado”, acrescentou.

Tecnologia 5G - Maia afirmou que a politização sobre o 5G pode encarecer o gasto dessa nova tecnologia no Brasil. O País sofre pressão por parte do governo americano para que não use a tecnologia chinesa de telefonia móvel de quinta geração. Segundo Maia, se o Brasil abrir mão da concorrência com a participação dos chineses, vai atrasar a implementação dessa tecnologia.

Concorrência - “Espero que a gente deixe a política de fora e entenda a importância da concorrência para beneficiar o cidadão. Nesse caso, se não tiver a concorrência no produto mais barato, quem vai pagar a conta é a sociedade brasileira”, argumentou.

Papel da imprensa - Rodrigo Maia foi questionado se a imprensa não estaria superdimensionando a crise política e institucional no País. Ele afirmou que os meios de comunicação cumprem o seu papel, sobretudo, ao informarem sobre o que chamou de “atos inaceitáveis de radicalização”, como as ameaças a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e a parlamentares. Maia ressaltou que é preciso respeitar as ações do Executivo, do Legislativo e do Judiciário. O presidente da Câmara reforçou mais uma vez a necessidade do diálogo entre as instituições.

Radicalização - “A imprensa cumpre o seu papel, e há uma radicalização de alguns. Não podemos esquecer que repórteres têm sido agredidos. Isso vem gerando uma sinalização muito ruim na mídia internacional e nos atores internacionais. Estamos discutindo democracia, isso é a pior coisa do mundo, pois, se há essa discussão, é porque há dúvidas sobre o nosso sistema democrático”, disse Rodrigo Maia.

Economia - Segundo ele, o País ainda vai viver um período de pico de crise econômica mais profunda no segundo semestre. Ele defendeu que o Estado brasileiro continue organizando a área social e aja para garantir os financiamentos prometidos para as empresas. Maia lembrou que há setores que não foram beneficiados por políticas por parte do governo.

Aviação - “No setor de aviação estamos vivendo uma tragédia, e a gente não consegue nem organizar uma linha de crédito para capital de giro para as companhias aéreas”, citou. “Se a gente for ao porto de Santos, vamos ver navios parados, sem ter o que fazer. Essa crise não será superada com conflitos e polêmicas, será superada com harmonia e diálogo”, sustentou o presidente da Câmara. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Najara Araujo / Câmara dos Deputados

 

APAE: Deputada Leandre repassa mais de R$ 2 milhões para associações do Paraná

apae 17 06 2020Um total de 47 Apaes (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) do Estado do Paraná foram beneficiadas com R$ 2 milhões pela deputada federal Leandre Dal Ponte (PV-PR). O recurso foi destinado, no último mês, através dos fundos municipais e Estadual de saúde, para ser utilizado em ações de saúde, como incremento de média a alta complexidade (MAC).

Localização - As instituições beneficiadas estão localizadas nas regiões Sudoeste, Centro, Centro-Sul, e Cantuquiriguaçu do Estado do Paraná. A lista com os municípios que tiveram Apaes beneficiadas com o recurso está no final do texto.

Disponível - De acordo com a deputada Leandre, o recurso já está disponível para as instituições, nos respectivos fundos. O montante que cada Apae recebeu varia de acordo com o tamanho do município e número de alunos atendidos.

Acesso - “Nós enviamos ofício a todas as Apaes beneficiadas sobre como acessar este recurso, disponível nos fundos. Também solicitamos apoio do presidente da federação das Apaes do Estado do Paraná para treinamento e esclarecimento das instituições beneficiadas, com o objetivo de agilizar os repasses, principalmente neste momento delicado em que vivemos”, disse a deputada.

Agradecimento - A diretora da Apae de Mariópolis, Sigmar Jeanne Miglioranza Massarotto, agradeceu os recursos enviados pela deputada Leandre. “Em meu nome e de todos os alunos da Apae de Mariópolis, gostaria de agradecer de coração à deputada Leandre pelos recursos destinados a nossa escola, para colaborar com a melhoraria da qualidade de vida e nos permitir a realização de sonhos de nossos alunos. Seus gestos fraternos com a Educação Especial fazem da deputada Leandre uma pessoa nobre, que realmente se preocupa com o bem estar da população”, agradeceu.

Olhar especial - Alice Werner, assistente social da Escola Novos Horizontes (Apae de Barracão), também agradeceu em nome da diretora da escola, Catia Muller, e de todos os educandos da instituição. “Sem receio e demagogia alguma, a senhora Leandre foi a única deputada federal e estadual que nesse período olhou de uma maneira toda especial para os nossos alunos destinando esse recurso que será de suma importância na efetivação das atividades na área de saúde. O nosso muito obrigado e que ações como essa possam ser concretizadas em todas as entidades do estado do Paraná”, destacou. (Assessoria de Imprensa da deputada federal Leandre Dal Ponte)

Apaes beneficiados através do Fundo Municipal:

Amperé, Barracão, Boa Esperança do Iguaçu, Boa Vista da Aparecida, Capanema, Chopinzinho, Dois Vizinhos, Francisco Beltrão, General Carneiro, Marmeleiro, Nova Esperança do Sudoeste, Pinhal de São Bento, Planalto, Realeza, Renascença, São Jorge d´Oeste, Verê.

Apaes beneficiados através do Fundo Estadual

Arapoti, Assis Chateubriand, Candói, Cantagalo, Carambeí, Carlópolis, Foz do Jordão, Guarapuava, Irati, Laranjeiras do Sul, Marquinho, Missal, Nova Laranjeiras, Ortigueira, Pitanga, Palmital, Quedas do Iguaçu, Reserva do Iguaçu, Rio Bonito do Iguaçu, Santa Helena, Santa Tereza do Oeste, São João, Saudade do Iguaçu, Santa Maria do Oeste, Telêmaco Borba, Terra Roxa, Três Barras, Turvo, União da Vitória, Mariópolis, e Pitanga.

 

PNAD COVID-19: Pandemia dificultou acesso de 28,6 milhões de pessoas ao mercado de trabalho em maio

pnad covid 17 06 2020Cerca de 17,7 milhões de pessoas não conseguiram procurar emprego na última semana de maio por causa da pandemia de Covid-19 ou por falta de oportunidade na região em que vivem. Nesse mesmo período, outros 10,9 milhões estavam desempregados e buscaram uma ocupação, mas não encontraram. Com isso, o país alcançou a marca de 28,6 milhões de pessoas que queriam um emprego, mas enfrentaram dificuldades para se inserir no mercado de trabalho, seja por falta de vagas ou receio de contrair o novo coronavírus.

PNAD COVID - Os dados são os primeiros resultados da PNAD COVID19, divulgada nesta terça-feira (16/06) pelo IBGE. O levantamento é uma versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), realizada com apoio do Ministério da Saúde, para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal.

Ocupadas - Em maio, o IBGE estima que 84,4 milhões de pessoas estavam ocupadas no país, embora 169,9 milhões estivessem em idade para trabalhar. Isso significa que menos da metade (49,7%) estava trabalhando no mês passado.

Informalidade - A pesquisa mostra também que o país somava 29,1 milhões de trabalhadores na informalidade, que são os empregados do setor privado sem carteira; trabalhadores domésticos sem carteira; empregados que não contribuem para o INSS; trabalhadores por conta própria que não contribuem para o INSS; e trabalhadores não remunerados em ajuda a morador do domicílio ou parente.

Queda - Esse contingente, porém, caiu ao longo do mês. Na primeira semana de maio, a taxa de informalidade foi de 35,7%. Já na quarta, ela havia recuado para 34,5%, com a redução de 870 mil postos de trabalho informais em relação ao início do mês.

Colchão amortecedor - “A informalidade funciona como um colchão amortecedor para as pessoas que vão para a desocupação ou para a subutilização. O trabalho informal seria uma forma de resgate do emprego, portanto não podemos dizer que essa queda é positiva”, afirma o diretor adjunto de Pesquisas do IBGE, Cimar Azeredo, complementando que é necessário aguardar os próximos resultados para avaliar com mais precisão o impacto da pandemia nesse grupo.

Fora da força de trabalho - Entre as 74,6 milhões de pessoas que estavam fora da força de trabalho (que não estava trabalhando nem procurava por trabalho) na última semana de março, 23,7% gostariam de trabalhar, mas não buscaram trabalho devido à pandemia ou por falta de oportunidade no local onde vivem. Já 25,7 milhões (34,4%) gostariam de trabalhar. Esses indicadores ficaram estáveis nas quatro semanas de maio.

Afastadas - Já entre as 84,4 milhões de pessoas ocupadas, na última semana do mês, 14,6 milhões estavam temporariamente afastadas do trabalho devido ao isolamento social ou férias coletivas, o que representava 17,2% do total de empregados. Da primeira para a quarta semana de maio, o número de trabalhadores afastados caiu em aproximadamente 2 milhões.

Remoto - Ainda entre os ocupados, a PNAD COVID19 mostra que 8,8 milhões trabalharam de forma remota na última semana de maio. Isso representa 13,2% da população ocupada e não afastada do trabalho em virtude da pandemia. Na primeira semana, esse número era de 8,6 milhões de trabalhadores em regime de home office ou teletrabalho.

Atendimento médico - A PNAD COVID19 mostra também que na quarta semana de maio, 3,6 milhões de pessoas com sintomas de gripe procuraram atendimento médico em unidades da rede pública e privada de saúde no país. Mais de 80% desses atendimentos foram na rede pública de saúde.

Hospitais - Desse total em busca de atendimento, 1,1 milhão se dirigiram a hospitais e 127 mil foram internadas. No entanto, 22,1 milhões de pessoas relataram ao menos um dos 12 sintomas comuns a diversas gripes e que podem ocorrer na Covid-19.

Locais - Entre os 3,6 milhões que procuraram atendimento, podendo ter buscado mais de um tipo, 43,6% foram ao Posto de saúde, Unidade Básica de Saúde (USB) ou Equipe de Saúde da Família; 23,4% a pronto socorro do Sistema Único da Família ou Unidade (SUS) de Pronto Atendimento (UPA) e 17,3% a hospital do SUS. Na rede privada, a procura foi de 9,4% em ambulatório ou consultório privado; 12,8% em hospital privado e; 3,6% em pronto socorro privado. A pesquisa verificou que ao longo do mês de maio houve um aumento de 94 mil para 127 mil no número de internações hospitalares.

Sintomas - O sintoma mais frequente, segundo a PNAD COVID19, foi a dor de cabeça, relatada por 10,2 milhões, seguido por nariz entupido ou escorrendo, queixa de 8,3 milhões, pela tosse, estimada em 6,5 milhões e por dor muscular, relatada por 5,9 milhões de pessoas. Dor de garganta (5,0 milhões), febre (4,8 milhões), perda de cheiro ou de sabor (3,7 milhões), fadiga (3,3 milhões) e dificuldade de respirar (2,9 milhões) foram outros sintomas de gripe captados pela pesquisa.

Isolamento - Os resultados da pesquisa mostram que entre a primeira e quarta semana de maio, caiu de 26,8 milhões para 22,1 milhões o número de pessoas que relataram sinais de gripe, bem como diminuiu a frequência de todos os sintomas nesse período.

Distanciamento - Segundo a coordenadora de Trabalho e Rendimento, Maria Lucia Vieira, é possível que esse recuo seja efeito do distanciamento social. “As medidas de isolamento fizeram com que pessoas acabem não se infectando, porque estão em suas casas. Por exemplo, quem tem filhos sabe que eles pegam gripe na creche e na escola, o que não ocorre com a suspensão das atividades”, explicou Maria Lucia.

Automedicação - A PNAD COVID19 mostrou, também, que 83,5% das pessoas com sintomas gripais não procuraram nenhum atendimento ou estabelecimento de saúde. Entre as 18,4 milhões de pessoas que, apesar de terem tido algum sintoma, não procuraram estabelecimentos de saúde, na semana de 24 a 30 de maio, 82,4% disseram ter ficado em casa; 58,6% tomaram remédio por conta própria; 13,3% tomaram remédio por orientação médica; 4,8% ligaram para algum profissional de saúde e; 2,4% receberam visita de algum profissional de saúde do SUS.

Segmentação - “Quando a gente conseguir uma série maior, com resultados de sintomas e atendimento médico por sexo e faixa de idade, inclusive com informações por estado, será possível um melhor mapeamento. Além disso, a pesquisa ajudará a conhecer os setores do mercado de trabalho mais afetados e que poderão ser favorecidos por políticas públicas, destacou Maria Lucia”

PNAD COVID19 - As entrevistas começaram no dia 4 maio, e estão sendo feitas, exclusivamente, por telefone, devido ao distanciamento social. Pouco mais de dois mil agentes do Instituto estão ligando para 193,6 mil domicílios distribuídos em 3.364 municípios de todos os estados do país. Para definir a amostra da nova pesquisa, o IBGE utilizou a base de 211 mil domicílios que participaram da PNAD Contínua no primeiro trimestre de 2019 e selecionou aqueles com número de telefone cadastrado.

Maio - Em maio, foram realizadas mais de 48 mil entrevistas por semana. As entrevistas duram em torno de 10 minutos e os moradores que receberem o telefonema podem confirmar a identidade dos agentes de coleta por meio do site Respondendo ao IBGE ou do telefone 0800 721 8181, e informar matrícula, RG ou CPF do entrevistador.

Quatro semanas - Os dados divulgados nesta terça correspondem às quatro semanas de maio. A partir da próxima divulgação, os indicadores agregados serão divulgados toda a semana. Na última semana do mês, com os dados mensais consolidados, o IBGE vai apresentar dados por grandes regiões e unidades da federação, idade e sexo, entre outros indicadores mais detalhados de afastamento do trabalho e trabalho remoto.

Coleta - A coleta está prevista para acontecer até um mês após o fim das medidas de distanciamento social. (Agência IBGE de Notícias)

FOTO: Tânia Rego / Agência Brasil

 

SAÚDE I: Brasil tem 45,2 mil mortes e 923,2 mil casos confirmados

saude I 17 06 2020O Brasil registrou, nas últimas 24 horas, mais 1.282 mortes pela covid-19, conforme atualização divulgada nesta segunda-feira (16/06) pelo Ministério da Saúde. Com isso, o país chegou a 45.241 óbitos em função da pandemia do novo coronavírus. O balanço contabiliza também 34.918 novos casos da doença, totalizando 923.189.

Aumento - A atualização diária revela aumento de 3% no número de óbitos em relação ao total de segunda-feira (15/06), que era de 43.959. Os novos casos confirmados representam acréscimo de 4% sobre o total de ontem, quando os dados do Ministério da Saúde registravam 888.271 pessoas infectadas.

Menores - Os registros são menores aos domingos e nas segundas-feiras em função da dificuldade de alimentação das estatísticas no fim de semana, e maiores nas terças-feiras, por causa do acúmulo de notificações atualizadas no sistema.

Letalidade - A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 4,9%. A mortalidade (falecimentos por 100 mil habitantes) foi de 21,5. Já a incidência (casos confirmados por 100 mil habitantes) ficou em 439,3. Do total, 436.219 pessoas estão em observação e 441.729 pacientes se recuperaram. Há ainda 4.047 mortes em investigação.

Estados - Os estados com maior número de óbitos são São Paulo (11.132), Rio de Janeiro (7.967), Ceará (5.070), Pará (4.291) e Pernambuco (3.959). Ainda figuram entre os quer apresentam altos índices de mortes os estados do Amazonas (2.549), do Maranhão (1.537), da Bahia (1.181), do Espírito Santo (1.131), de Alagoas (793) e da Paraíba (671).

Mais casos - Os estados com mais casos de covid-19 são São Paulo (190.285), Rio de Janeiro (83.343), Ceará (81.289), Pará (71.243) e Maranhão (62.711). (Agência Brasil)

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SAÚDE II: Sesa divulga 841 casos e 30 óbitos por Covid-19 em um único dia

saude II 17 06 2020O Paraná chegou nesta terça-feira (16/06) a 841 novos diagnósticos positivos de infectados pelo novo coronavírus e 30 óbitos decorrentes de complicações da doença. São os maiores registros desde o primeiro informe com casos confirmados (12 de março), há 97 dias. O boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) indica um total de 10.557 pessoas infectadas no Paraná e 364 óbitos.

Período - As 30 mortes ocorreram em 12 municípios entre 30 de maio e 16 de junho: Andirá, Cascavel, Congonhinhas, Cornélio Procópio, Curitiba, Guarapuava, Leópolis, Londrina, Pontal do Paraná, Rancho Alegre, Santa Mariana e Sertaneja. Os falecidos são 11 mulheres e 19 homens, entre 56 e 90 anos.

Maior registro - O maior registro é de Cornélio Procópio, no Norte Pioneiro, com nove óbitos, mas decorrente de atraso de envio de informações para o sistema da Secretaria de Estado da Saúde por parte da 18ª Regional de Saúde. As mortes no município foram registradas entre 30 de maio e 15 de junho.

Regiões - As regiões do Estado mais afetadas pelo coronavírus, até o momento, também registraram números expressivos de óbitos. Curitiba e Londrina tiveram 4 novos casos cada e Cascavel 3. As três regionais são as que registram os maiores números de casos e de óbitos no Paraná. Em Curitiba os óbitos ocorreram entre os dias 12 e 13 de junho, em Londrina entre 14 e 16 de junho e Cascavel de 13 a 15 de junho.

Recordes anteriores - Os recordes anteriores de casos e óbitos num mesmo dia ocorreram na semana passada. No dia 10 de junho foram 22 óbitos e no dia 11 de junho 627 casos. No dia 13 de junho foram 533 casos e 18 óbitos, os segundos registros mais altos até então.

Municípios - Segundo o boletim, 308 cidades paranaenses (77%) têm ao menos um caso confirmado de Covid-19. Alto Piquiri, Altônia, Inajá, Lidianópolis e São Sebastião da Amoreira registraram os primeiros casos nesta terça-feira. Em 111 municípios (27,8%) há óbitos pela doença.

Internados - São 368 pacientes com diagnóstico confirmado de Covid-19 internados: 262 estão em leitos SUS (113 em UTI e 149 em leitos clínicos/enfermaria) e 106 em leitos da rede particular (39 em UTI e 67 em leitos clínicos/enfermaria). Há outros 885 pacientes em leitos UTI e enfermaria que aguardam resultados de exames. Eles são considerados casos suspeitos de infecção pelo vírus Sars-CoV-2.

Leitos - Apesar desse cenário, o Paraná ainda mantém taxa controlada de ocupação em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) para adultos, atualmente de 58%, e de enfermarias, também para adultos, de 35%.

Ocupação - Em relação a UTIs e enfermarias, os maiores índices de ocupação estão na macrorregião Leste, que vai do Centro-Sul ao Litoral, passando por Curitiba e Região Metropolitana, com taxas de 74% e 41%, respectivamente. A taxa de ocupação de UTIs pediátricas é de 22% e de enfermarias pediátricas de 21%.

Raio X - Segundo o boletim epidemiológico, a população economicamente ativa continua sendo a mais impactada pelos casos no Paraná. São 7.552 entre os 10.557 casos (71%) entre pessoas com 20 a 59 anos. Um dado preocupante é a quantidade de crianças e adolescentes que contraíram a doença no Estado. Foram 652 entre zero e 19 anos, correspondente a 6,1%.

Testes - Os casos têm escalado com mais intensidade nas últimas semanas no Estado em razão do aumento na quantidade de testes. Houve crescimento de 28% no número de casos e de 34% no número de óbitos na comparação das últimas semanas epidemiológicas.

Fora do Paraná - O monitoramento diário da Secretaria da Saúde já registra 133 casos de residentes de fora, sendo dez nas últimas 24 horas. Oito pessoas morreram.

Ajustes - Um caso confirmado em 01 de junho em Cornélio Procópio foi transferido para Santa Mariana. Um caso confirmado no dia 10 de junho em Araucária foi transferido para Curitiba. Um caso confirmado no dia 11, em Rio Branco do Sul, foi transferido para Piraquara.

Transferências - Uma confirmação feita 12 de junho, em Curitiba, foi transferido para Colombo; outro confirmado dia 09, em Ponta Grosa foi transferido para Curitiba. Um caso confirmado na data de 02 de junho, em Campo, Largo foi transferido para Ponta Grossa. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe epidemiológico desta terça-feira AQUI

 

SAÚDE III: Prevenção contra a dengue deve ser mantida mesmo com a chegada do inverno

saude III 17 06 2020A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou nesta terça-feira (16/06) o boletim quinzenal com os números da dengue no Estado: são 212.074 casos acumulados desde o início do período epidemiológico, em julho do ano passado.

Diferença - A diferença do informe anterior para este é de 13.084 casos da doença e o boletim desta quinzena registra 9 mortes confirmadas por dengue.

Em investigação - Já o total de casos em investigação quanto à classificação final para a dengue diminuiu; eram 59.705 e agora são 52.775 casos em análise.

Cuidados - Os cuidados de prevenção e controle da dengue devem seguir por parte da população mesmo diante da pandemia da Covid-19 e da chegada do inverno. A Secretaria da Saúde recomenda a verificação constante dos quintais e dentro das residências para a eliminação dos criadouros do mosquito da dengue, o Aedes aegypti.

Fatal - “A dengue mata e a proliferação do mosquito acontece durante o ano todo; por isso a necessidade da prevenção; neste momento, como existe a recomendação para as pessoas ficarem mais tempo em casa, por conta do coronavírus, a orientação é que aconteça uma busca minuciosa com a eliminação dos focos do mosquito transmissor”, afirma o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. “Os cuidados de higiene redobrados devem se estender para todos os ambientes domésticos, de trabalho e de circulação. É preciso acabar com todos os pontos que acumulem água e que podem servir de criadouros”, acrescenta.

Período sazonal - O período sazonal da dengue será finalizado no mês que vem, mas a curva epidêmica já apresenta tendência de queda desde maio em mais de 170 municípios, segundo a Vigilância Ambiental da Secretaria.

Municípios - Eram 33 municípios em situação de alerta, e agora são 31. A relação dos municípios em epidemia apresentou pouca alteração se comparada às listas divulgadas anteriormente, eram 237 e agora são 240.

Mortes - O período soma 148 mortes, os nove óbitos registrados na publicação desta terça já vinham sendo investigados; oito são do sexo feminino e um do masculino. Dois óbitos são de residentes no município de Ibiporã, duas mulheres, uma de 78 anos e outra de 67, que também apresentavam quadros de hipertensão e diabetes.

Outras - As outras mortes foram em Marilena, uma jovem de 25 anos, com síndrome de Donw; em Cascavel, mulher, 66 anos, com hipertensão e doença crônica do fígado; em Sarandi, mulher de 87 anos, com hipertensão; em Londrina, mulher de 71 anos, também com hipertensão; em Sertanópolis, mulher de 68 anos, sem comorbidades; em Jacarezinho, mulher de 64 anos, também sem comorbidades; e em Paranavaí, um homem de 70 anos, com quadros associados de hipertensão, diabetes e insuficiência cardíaca congestiva.

Vigilância - O trabalho das equipes de vigilância ambiental no combate à dengue foi adaptado em função da pandemia; por enquanto estão suspensos os grandes mutirões de limpeza e arrastões, mas as atividades de apoio junto às Regionais de Saúde e aos municípios estão mantidas.

Locais - Na última quinzena de maio, por exemplo, foi realizada ação em Goioerê, na região de Campo Mourão, com eliminação técnica de criadouros em bairros do centro e na Vila Guaíra. Também foram identificados e desentupidos vários bueiros em outros pontos da cidade e feita visita, inspeção e orientação em associações de reciclagem e no pátio da Secretaria Municipal de Obras que abriga maquinários parados ou em manutenção.

Capacitação - Foi feita ainda capacitação sobre a aplicação de inseticida com equipamento costal, que auxilia na eliminação de focos em espaços maiores, como terrenos baldios, calçadas e praças. “Já fizemos este tipo de trabalho anteriormente, em cerca de 60 municípios do Estado, sempre com resultados positivos”, explicou o técnico da Secretaria, José Carlos Martins, responsável pela ação em Goioerê.

Repasses - Na semana passada, a Secretaria da Saúde repassou R$ 1,5 milhão para 62 municípios. O incentivo financeiro, oficializado pela resolução 782/2020, deve ser aplicado na assistência do paciente com dengue ou em benefício das atividades desenvolvidas por agentes de endemias ou comunitários de saúde diante da situação de alerta ou de epidemia de dengue.

Aporte - Entre fevereiro e março, a Secretaria já aportou cerca de R$ 5,595 milhões para 174 municípios. Os repasses foram autorizados pelas resoluções 190, 227 e 345.

Atento - “Não baixamos a guarda em relação à dengue. O Governo do Estado segue atento neste combate, e mesmo diante atual tendência de queda continuamos o apoio aos municípios e a doença segue como uma das principais preocupações da gestão”, afirmou o secretário Beto Preto. (Agência de Notícias do Paraná)

FOTO: Sesa

 


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