Imprimir
cabecalho informe

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4841 | 10 de Junho de 2020

REUNIÃO INSTITUCIONAL I: 19º encontro é realizado com a Cooperativa Cooperaliança

“Essas informações são importantes para nós, para toda a diretoria, gerentes e superintendentes. Desde que começamos a ter acesso a esses dados, nós estamos tendo mais condições de tomar decisões e avaliar melhor o nosso negócio”, afirmou Edio Sander, presidente da Cooperativa Cooperaliança, sediada em Entre Rios, distrito de Guarapuava, na região Centro-Sul do Paraná, ao agradecer à equipe do Sistema Ocepar pela realização da reunião institucional, na tarde desta terça-feira (09/06), por videoconferência, em atendimento às orientações das autoridades sanitárias e do governo de evitar aglomerações devido à pandemia do novo coronavírus. “A reunião virtual tem os seus benefícios e provavelmente muitas coisas passarão a ser feitas dessa forma, pois é mais objetiva e representa menos gastos”, disse ainda Sander.

Autogestão - Foi o 19ª encontro promovido pelo Sistema Ocepar neste ano dentro das atividades do Programa de Autogestão. O objetivo é realizar 42 reuniões institucionais até o final de 2020. Trata-se de uma oportunidade de discutir a situação econômico-financeira das cooperativas por meio da apresentação de indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região. Uma das novidades dessa rodada é que a coordenadoria de monitoramento do Sescoop/PR também preparou um levantamento a respeito dos impactos da pandemia sobre os negócios das cooperativas.

Abertura - O debate com a Cooperaliança foi aberto pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, que tem acompanhado todos os eventos. “Para mim, é uma satisfação participar das reuniões institucionais, agora facilitado pelo meio virtual. Hoje, por exemplo, teremos condições de fazer três visitas. De manhã, estivemos com a Coopavel, de Cascavel, agora com vocês, em Entre Rios, e ainda nos reuniremos com os representantes da Coopertradição, em Pato Branco. Dessa forma, temos um trecho grande para fazer. A gente tinha uma dificuldade enorme de realizar qualquer reunião por videoconferência. Nunca tínhamos conseguido fazer uma reunião da diretoria da Ocepar dessa forma, por exemplo. Agora, difícil será os diretores quererem promover uma reunião presencial. Isso economiza, diminui riscos, dá agilidade, sem nenhum prejuízo às apresentações. Assim, eu acho que vamos ter alguns aprendizados importantes depois dessa pandemia que estamos vivendo”, afirmou.

Crise - Na avaliação de Ricken, ainda não é possível ter uma noção precisa sobre os reflexos desse cenário inusitado vivido atualmente. “Além da questão da pandemia, nós temos uma crise econômica, que vai trazer impactos ainda não bem dimensionados. Nós precisamos monitorar isso, verificar as perspectivas e, com certeza, junto com essa crise, novas oportunidades vão surgir. Empresas vão deixar de existir e isso tudo está dentro de um escopo que nós nunca imaginávamos. Quem diria que entre o fim de fevereiro e início de março estaríamos nessa situação em 2020?”, questionou.

Abastecimento - O presidente da Ocepar destacou também a importância das cooperativas na manutenção do abastecimento de alimentos para a população. “Nós, que lidamos com a produção, talvez ainda não estejamos sentindo os efeitos econômicos dessa crise porque a maior parte das cooperativas atua nas áreas essenciais. Assim, nós temos ainda perspectivas favoráveis. Até aqui nós não paramos. E, na realidade, não porque não queríamos mas porque não é viável parar. Para você manter uma produção, é preciso ter uma agroindústria e um fluxo. E, graças a isso, não faltou alimento nos grandes centros consumidores”, afirmou. “Nós estamos indo para o terceiro mês nessa situação. Imagine lá atrás, com a greve dos caminhoneiros, que durou 12 dias e estava provocando enormemente o desabastecimento nos meios urbanos. E agora, com 60 a 70 dias, estamos com o abastecimento normal. Então, a grande contribuição do cooperativismo é nesse sentido. E a população está vendo de forma concreta o esforço que está sendo feito e os riscos que temos”, frisou.

Representação institucional - Em sua explanação, Ricken falou sobre o trabalho de representação institucional realizado pelo Sistema Ocepar em defesa dos interesses do cooperativismo paranaense. Ele salientou a importância de haver uma grande integração dentro do sistema cooperativista. “A gente tem que estar muito integrado, a cooperativa com a Ocepar, a Ocepar com a OCB, porque a circulação entre as pessoas já diminuiu muito. Até pouco tempo, a gente ajudava a OCB nas ações que ela tinha lá em Brasília. Então, mandávamos equipes nossa para lá. Agora isso não é mais viável. Por isso, acho que cada um tem que fazer a sua parte bem feito e, por aqui, nós priorizamos uma análise mais profunda de cada cooperativa, para que possamos nos antecipar aos fatos”, disse.

Ações - Ele elencou várias ações realizadas recentemente junto ao Ministério da Agricultura, visando atenuar os efeitos da pandemia sobre as atividades das cooperativas agropecuárias e assegurar um bom Plano Safra 2020/21 para o setor. “A nossa expectativa é de que o Plano Safra seja anunciado no dia 17 de junho e que contemple boa parte das nossas propostas, que abrangem redução de juros, manutenção dos nossos programas, principalmente de investimentos.”

Mobilizações - Ricken destacou ainda outras mobilizações, envolvendo o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Banco Central, os principais bancos que atuam com as cooperativas, o governo do Estado do Paraná e o G7, entidade formada por sete federações representativas do setor produtivo no Estado. “Esse é o trabalho que é possível fazer para que as coisas caminhem no sentido de viabilizar as demandas e necessidades das cooperativas”, comentou.

Diretrizes estratégicas - A representação institucional é um dos 11 itens que integram as diretrizes estratégicas do Sistema Ocepar para o período 2019 a 2023, juntamente com planejamento; infraestrutura; desenvolvimento; comunicação e relacionamento; soluções para cooperativas; mercados; gestão e governança; inovação e gestão organizacional. O presidente da Ocepar discorreu sobre todos eles na reunião institucional. “Nós selecionamos esses 11 principais pontos da nossa ação sabendo que nós queremos fazer aquilo que é relevante e essencial para as cooperativas. Não adianta inventar nesse momento. Temos que fazer o básico bem feito e apoiar as demandas das cooperativas. Esse é o nosso propósito e as nossas diretrizes. E é nessa linha que queremos fazer o nosso planejamento para os próximos anos, para que possamos chegar aos R$ 100 bilhões este ano e que tenhamos um outro desafio para motivar as cooperativas a continuar crescendo. Essa é a linha que estamos buscando e temos certeza de que vamos evoluir”, finalizou.

Programação - A reunião institucional com a Cooperaliança teve início às 14h30 e durou quase duas horas. Nesse período, também foram tratados outros temas, como perspectivas de mercado, com o analista da Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec), Alexandre Monteiro; cenários econômico e financeiro, com o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, João Gogola Neto; crédito rural, com o analista da Getec, Maiko Zanellam e atividades finalísticas do Sescoop/PR, com o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Leandro Macioski. Houve ainda a participação dos superintendentes do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, e da Ocepar, Robson Mafioletti.

{vsig}2020/noticias/06/10/reuniao_institucional_I/{/vsig}

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL II: Pauta variada marca videoconferência entre o Sistema Ocepar e Coopertradição

 

No final da tarde desta terça-feira (09/06), foi realizada a reunião remota entre o presidente José Roberto Ricken, os superintendentes Leonardo Boesche e Robson Mafioletti, respectivamente do Sescoop/PR e Ocepar, gerentes, coordenadores e técnicos do Sistema Ocepar e diretores, conselheiros e funcionários da Cooperativa Agropecuária Tradição (Coopertradição), de Pato Branco, no sudoeste do estado. Representando o presidente Julinho Tonus, que não pode estar presente, o vice-presidente da cooperativa, Gelson Corrêa, foi quem recepcionou a equipe da entidade estadual.

 

Pauta - Ao longo da videoconferência, que durou mais de duas horas, foi feita a apresentação e discussão da situação econômico-financeira da Coopertradição, por meio de indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região. O acompanhamento do desempenho da cooperativa visa manter a qualidade da gestão, credibilidade perante terceiros, transparência perante o quadro social e, sobretudo, a solidificação do sistema cooperativista. Outros assuntos importantes ao cooperativismo também foram expostos durante a reunião, como o Plano Safra 2020/21, intercooperação, ações internas de prevenção e combate à Covid-19, conjuntura econômica, e treinamentos e capacitações do Sescoop/PR.

 

Comunicação - Na abertura do encontro, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, enfatizou a importância dos contatos com as cooperativas, por meio virtual, como alternativa para manter o diálogo com o setor e dar visibilidade ao trabalho que a entidade vem realizando neste momento, além de, com isso, estabelecer estratégias e desenvolver ações visando ao bem comum do cooperativismo e, por extensão, da sociedade. “A videoconferência tem dado resultado muito mais expressivo que a reunião presencial, porque permite vários contatos no mesmo dia, com mais rapidez, com várias cooperativas. Portanto, é um formato que veio para ficar, mesmo porque representa um avanço na comunicação, que vale para nós e para sociedade toda”, argumentou.

 

Cuidados - Por sua vez, o vice-presidente da cooperativa, Gelson Corrêa, ao dizer que “sempre fomos muito alinhados com a Ocepar, que sempre nos ajudou”, destacou que as atividades da Coopertradição foram mantidas, observando as recomendações das instituições sanitárias. “Temos tomado todos os cuidados e a cooperativa está muito bem graças a Deus”, disse, informando que foi constituído um comitê interno sobre a Covid-19. “Não há registro de nenhum caso da doença entre os funcionários da cooperativa”, acrescentou.

 

{vsig}2020/noticias/06/10/reuniao_II/{/vsig}

 

COVID-19 I: Confira o comunicado 52 do Comitê de Acompanhamento

 

covid 19 comite 10 06 2020O Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar divulgou, na manhã desta quarta-feira (10/06), o comunicado 52, com mais informações sobre ações do cooperativismo paranaense, como as reuniões institucionais promovidas com três cooperativas nesta terça-feira (09/06) e a organização de um encontro com as secretarias estaduais da Saúde e da Agricultura para discutir ações e o protocolo de segurança sanitária. Veja abaixo.

1. No dia 9 de junho, o Sistema Ocepar realizou três reuniões da Autogestão de forma virtual, com as cooperativas Coopavel, Cooperaliança e Coopertradição contando com a participação dos presidentes, diretores e gestores. Na avaliação do presidente da Cooperativa Coopavel, Dilvo Grolli, diante deste cenário que vivemos atualmente, a ferramenta da comunicação tem que ser utilizada a nosso favor, para podermos realizar encontros produtivos e bem objetivos como o de hoje.

2. No dia 9 de junho, o Comitê do Sistema Ocepar, em conjunto com as secretarias de Saúde e Agricultura do Paraná, iniciou a organização da reunião virtual, que será realizada na próxima semana, com os profissionais da área de segurança e medicina do trabalho dos frigoríficos das cooperativas agropecuárias, com objetivo de discutir ações e o protocolo de segurança sanitária.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

 

COVID-19 II: Conselho de Contribuintes do PR se reúne virtualmente pela primeira vez desde 1972

covid 19 10 06 2020Desde que foi criado, em 1972, e devido à pandemia e ao isolamento social, pela primeira vez na história o Conselho de Contribuintes e Recursos Fiscais – CCRF, vinculado à Secretaria da Fazenda (Sefa), realizou a sua reunião ordinária de forma virtual, através de videoconferência, nesta terça-feira (09/06), com a presença de todos que representam o Estado e a iniciativa privada. Representando o setor cooperativista nessas reuniões de trabalho, está o assessor jurídico do Sistema Ocepar, Rogério dos Santos Croscato.

Avaliação - Segundo Croscato, “a experiência foi avaliada muito bem por todos os conselheiros, sendo respeitados todos os princípios legais que norteiam as decisões do Conselho. Neste momento de pandemia, foi necessário adotar este sistema virtual seguindo todas as recomendações da Secretaria de Saúde e demais órgãos responsáveis, para manter o andamento dos processos administrativos fiscais garantindo o princípio da ampla defesa do processo tributário, seja para o contribuinte ou para o Estado. As sessões são públicas e tem link de acesso disponível no site da Secretaria da Fazenda”, frisou.

Representatividade - O Conselho de Contribuintes e Recursos Fiscais é um órgão colegiado de segunda e última instância dos processos administrativos fiscais, formado por 12 conselheiros indicados pelo Estado (seis titulares e seis suplentes) e outros 12 por entidades de setores econômicos da iniciativa privada (também seis titulares e seis suplentes). Em média, o conselho analisa cerca de 700 processos que dão entrada a cada ano e a entidade tem conseguido resolver pelo menos 600 no decorrer de um ano.

 

EDUCAÇÃO FINANCEIRA: Governo federal publica decreto com nova estratégia nacional

O governo federal publicou, no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (10/06), o Decreto nº 10.393, que institui uma nova estratégia nacional de educação financeira com a finalidade de promover a educação financeira, securitária, previdenciária e fiscal no País. “Finanças pessoais, orçamento, planejamento, previdência social, sistema financeiro e investimento são temas que já estão em desenvolvimento pela Secretaria de Educação Básica, do governo federal”, afirma o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR, Devair Mem. “A estratégia nacional de educação financeira é uma política pública lançada em 2010, com a finalidade de promover a educação financeira e previdenciária da população, além de contribuir para o fortalecimento da cidadania, a eficiência e solidez do sistema financeiro nacional e a tomada de decisões conscientes por parte dos consumidores”, acrescenta.

Clique aqui para conferir na íntegra o Decreto nº 10.393

BAHIA: OCEB celebra 50 anos com live comemorativa

Atenta aos cenários político, econômico e social do cooperativismo, há 50 anos a OCEB (Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado da Bahia) oferece serviços que contribuem com a sustentabilidade das cooperativas, atuando na sua missão de promover um ambiente favorável para o desenvolvimento das cooperativas baianas, por meio de representação político-institucional, sempre pautada nos valores de fidelidade aos princípios e à doutrina cooperativista; desenvolvimento e valorização das pessoas; respeito à diversidade; compromisso com a inovação e resultados; e transparência e austeridade.

Transparência - E é dentro desse ambiente transparente e forte que a instituição assume o seu papel e deixa muito claro que, quando o tema é cooperativismo baiano, o assunto é da OCEB. “Por conta da pandemia, comemoraremos esse marco para o cooperativismo baiano e brasileiro utilizando a tecnologia a nosso favor, com uma conversa entre amigos”, explica o presidente do Sistema OCEB, Cergio Tecchio.

Live - Na terça-feira (16/06), por meio do canal do Sistema OCEB no YouTube, haverá uma conversa animada, por meio de uma live comemorativa, entre Tecchio e o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas. Também participarão o conselheiro Alexandre Cerqueira e o superintendente, Alberto Batista, ambos da OCEB.

Inscrição - Agende-se e participe: https://bit.ly/2XG0v7H. Não deixe de se inscrever no canal do Sistema OCEB no YouTube e ative o lembrete! (Sistema OCEB/ Informe OCB)

bahia 10 06 2020

UNIMED CURITIBA: Cooperativa faz doação de protetor facial para hospitais

Com o objetivo de cumprir seu papel social como cooperativa e ajudar a ampliar a proteção médicos e profissionais da saúde que estão atendendo pacientes com Covid-19, a Unimed Curitiba adquiriu protetores faciais feitos de PVC e até o momento já doou quase 4 mil equipamentos de proteção individual para sete hospitais da Capital e Região Metropolitana. Cajuru, Evangélico, Angelina Caron, Hospital do Rocio, Pequeno Príncipe, Nossa Senhora das Graças e Hospital Erasto Gaertner já receberam as doações.

Reflexão - Para o diretor-presidente da Unimed Curitiba, Rached Hajar Traya, fazer isso é mais do que uma obrigação para uma cooperativa de trabalho médico com 48 anos de história, que é considerada a maior operadora de plano de saúde do Paraná e está entre as cinco maiores do país. “Mais do que nunca, a pandemia da Covid-19 está nos fazendo refletir sobre a importância de valorizar a vida e de cooperar. Eu costumo dizer que essa pandemia tem nos desafiado a sermos mais humanos, a sermos mais conscientes de que nossas ações individuais impactam no bem-estar coletivo, e a sermos mais cuidadosos uns com os outros. O cuidado está em nosso DNA enquanto cooperativa e, por isso, nós decidimos destinar esses equipamentos de proteção duráveis e reutilizáveis para médicos e profissionais da saúde que estão na linha de frente, dentro desses hospitais”, afirma.

Entregas - No dia 7 de maio, as entregas para o Hospital Erasto Gaertner e o Grupo Hospitalar Nossa Senhora das Graças foram acompanhadas pela equipe de Sustentabilidade e Marketing Institucional e Comunicação da Unimed Curitiba.

Simbólica - No Erasto Gaertner, a analista da área de Sustentabilidade da cooperativa, Katia Lessa, fez a entrega simbólica para o coordenador assistencial do hospital, Heleno Farias. “As máscaras, em formato de escudo para encobrir o rosto, vão somar aos insumos utilizados por nossos colaboradores, que embora não estejam atendendo pacientes diagnosticados com a Covid-19, atuam diariamente no enfrentamento de uma doença que debilita os pacientes e os torna muito vulneráveis. Por isso, são de extrema importância para a proteção individual de cada colaborador do complexo hospitalar”, agradece.

Proteção e saúde - Para a Diretora-Geral do HNSG, Ir. Maria de Fátima Sobral, que também recebeu a doação, esses EPIs são muito importantes para garantir a proteção e a saúde do profissional da área assistencial. "Agradecemos à Unimed pela doação dos protetores faciais. O colaborador que trabalha protegido se sente mais seguro e exerce sua atividade com tranquilidade e eficiência", afirma, ressaltando que, além do Graças, em Curitiba, os hospitais que compõem o grupo, em sua maioria, atendem usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Dia C - A ação fez parte do Dia C – Dia de Cooperar, um movimento nacional de solidariedade realizado pelas cooperativas para celebrar o Dia Internacional do Cooperativismo e que, aqui no Paraná, é organizado pelo Sistema Ocepar e pelo Sistema Sescoop/PR. Este ano, com a pandemia do novo coronavírus, o Dia C foi reformulado para atender às comunidades em um momento tão sensível como esse de enfretamento do COVID-19, demonstrando à sociedade a importância e a força do cooperativismo. (Unimed Curitiba / Informe OCB)

SICREDI UNIÃO PR/SP: Cooperativa atinge a marca de 250 mil associados

A cooperativa de crédito Sicredi União PR/SP atingiu a marca de 250 mil associados. “Alegra-me muito essa conquista. E gostaria de prestar um agradecimento especial a todas as pessoas que observam o mercado e mostram que ser associado não é somente uma movimentação financeira. É algo muito maior, é olhar para o bem comum. É estar ao lado do associado em momentos de crise”, comemora o diretor-executivo da cooperativa, Rogério Machado.

Relacionamentos - Ele informa que os números alcançados pela Sicredi União PR/SP se tornam ainda mais relevantes ao serem considerados os poupadores e também os segundos titulares dos associados, somando 390 mil relacionamentos. “Este é um feito superior que estamos escrevendo no setor de cooperativismo de crédito”, menciona.

Presença - A Sicredi União PR/SP é a maior cooperativa do sistema Sicredi e está presente em 109 municípios das regiões Norte e Noroeste do Paraná, Leste e Centro-Leste Paulista. Em 11 desses municípios, a Sicredi União é a única instituição financeira presente.

Início - A cooperativa foi criada em 1985, com o nome de Credimar (Cooperativa de Crédito Rural de Maringá Ltda.), e com o objetivo de utilizar a força do associativismo para que os produtores rurais pudessem depender menos do sistema bancário. De lá para cá, a Instituição – que se uniu ao sistema Sicredi em 1998, vem escrevendo uma história sólida junto a associados e à comunidade. Em 2005, tornou-se uma das primeiras cooperativas de crédito do Paraná a receber a autorização para atuar com livre admissão, o que contribuiu para ampliar a base de associados e a impulsionar seu crescimento.

Conquistas - “Acreditamos que o relacionamento é o que temos de melhor e isso tem nos levado a grandes conquistas. Nosso jeito próximo, mesmo quando o momento pede distanciamento, faz diferença e nos dá credibilidade para seguirmos juntos, sempre ao lado dos associados e da comunidade”, arremata o presidente da cooperativa, Wellington Ferreira. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

CAPAL: Marca própria de sementes é lançada e produzirá 750 mil sacas por ano

capal 10 06 2020A Capal lança sua mais nova marca: a de sementes. O selo amplia o catálogo de produtos da cooperativa, que já atuava nas sementes de soja e trigo. Agora, também estará presente no mercado com aveia, feijão, entre outras. A marca visa atender ao mercado em geral, inicialmente do Paraná e São Paulo, estados onde a cooperativa está presente. Ao todo, serão produzidas 750 mil sacas por ano.

Estratégia - O lançamento da Capal Sementes é parte de uma estratégia da diretoria executiva da cooperativa, que adquiriu em dezembro do ano passado uma Unidade de Beneficiamento de Sementes (UBS) no município de Wenceslau Braz (PR). O empreendimento, que tem capacidade de produção de 600 mil sacas (40 kg) por ano, nas safras de verão e inverno, se somou ao know-how que a CAPAL tem, de 150 mil sacas.

Área construída - A área construída da unidade é de mais de 7 mil metros quadrados e está anexa ao Parque Industrial de Wenceslau Braz, à margem da PR-092.

Mercado - O presidente-executivo da Capal, Adilson Fuga, conta que a nova marca auxilia a cooperativa a se fortalecer no mercado de sementes, elevando o número de players de venda ao setor. “Dessa forma, beneficiamos o trabalho de nossos associados e conseguimos ampliar a nossa presença no mercado”, destaca.

Anseio - A aquisição da Unidade de Beneficiamento de Sementes era um anseio dos cooperados, que solicitavam por uma estrutura para produzir mais sementes, agregando, assim, mais valor à sua produção, além de auxiliar para disseminar a marca Capal.

Outros produtos - Além de sementes, a Capal tem como marcas próprias rações para cães, bovinos (de corte e leite), aves e suínos; o Transportador Revendedor e Retalhista (TRR) de combustível; o posto de combustível; as lojas agropecuárias; e as marcas de café Robusto e Jucafé.

Sobre a Capal Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1960, a Capal conta atualmente com mais de 3 mil associados, distribuídos em 20 unidades de negócios, nos estados do Paraná e São Paulo. A cadeia agrícola responde por cerca de 70% das operações da cooperativa, produzindo mais de 640 mil toneladas de grãos por ano, com destaque para soja, milho, café e trigo. A área agrícola assistida ultrapassa os 140 mil hectares. O volume de leite negociado mensalmente é de 9 milhões de litros, proveniente de 360 produtores com uma média de produção de 2,5 mil litros por dia. Além disso, a cooperativa comercializa mais de 27 mil toneladas de suínos vivos. (Imprensa Capal)

 

COOPAVEL: Cooperativa cria evento on-line inédito para culturas de inverno

coopavel 10 06 2020A inovação é uma das marcas fortes da Coopavel, cooperativa agroindustrial que em 15 de dezembro vai comemorar os seus 50 anos de fundação. Atenta ao que ocorre no mundo, à demanda do campo e com o suporte do melhor da tecnologia, a Coopavel cria o Show Rural de Inverno, evento técnico que levará o melhor em informações e conhecimentos aos produtores por meio de canais digitais e de plataformas on-line de comunicação.

Conteúdo de ponta - O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, afirma que a Coopavel inova mais uma vez para levar aos agricultores conteúdo de ponta sobre culturas que, em função da época do Show Rural, em fevereiro (verão), não são apresentadas com o destaque que merecem. “Agora, com esse novo evento totalmente digital, vamos aprofundar a disseminação de conhecimentos sobre cultivos de inverno, principalmente sobre trigo”.

Capítulos - Para compartilhar o melhor do conhecimento atualmente disponível sobre culturas de inverno, a Coopavel contratou uma produtora que já produz os conteúdos. Apenas sobre o trigo, para citar um exemplo, serão 20 capítulos, programas de curta duração veiculados pelo youtube, site, Instagram e Facebook, diz o coordenador geral do Show Rural, o agrônomo Rogério Rizzardi. “Teremos imagens mostrando todas as fases das culturas e detalhamento técnico repassado por especialistas de renome em todo o País”. E esse material ficará nesses canais à disposição para consulta a qualquer tempo e de qualquer lugar.

Exibição e comentários - Tudo que se refere ao trigo será cuidadosamente exibido e comentado. Os capítulos iniciais deverão ser exibidos ainda no mês de junho. “Os produtores vão ter acesso a questões amplas sobre mercado, vantagens da cultura, variedades, técnicas de plantio, tratos culturais, manejos em geral, colheita, tecnologias de ponta para melhorar performance e resultados, dessecamento, entre outros”, explica a gerente do Show Rural, Adriana Gomes.

Importância - Dilvo Grolli ressalta que o trigo tem grande importância à economia brasileira. “E hoje, com as novas tecnologias e as condições que temos, a triticultura tem tudo para ser uma das grandes commodities nacionais, ao lado da soja e do milho”. O Brasil consome de 12,5 milhões de toneladas por ano e a safra nacional chega à metade disso. “O trigo é uma grande oportunidade de renda aos produtores rurais e o Paraná tem as melhores condições de crescimento na cultura”, informa o presidente da Coopavel.

Consumo - O presidente afirma também que o trigo está entre os produtos que os consumidores brasileiros e do mundo mais usam devido à sua facilidade de preparo e consumo. O trigo tem mercado em todos os países, observa Dilvo. “Por isso, a tendência é de crescimento na demanda”.

Inovador - O evento técnico on-line da Coopavel, além de mostrar os campos experimentais da própria cooperativa, onde há 32 anos acontece o Show Rural, tratará imagens e informações de lavouras de trigo, depoimentos de produtores e também de laboratórios de pesquisa em geral, sempre com a participação de autoridades no assunto. Outras culturas vão ser amplamente apresentadas, como aveia, triticale, fruticultura, adubação verde e pastagens.

Lições - As lições aprendidas em mais de 30 anos de Show Rural Coopavel facilitam a construção de um novo evento. Mesmo assim, por ser essencialmente virtual, a formatação apresenta inúmeros desafios. “Criamos uma comissão e ficamos meses pensando na melhor forma de o evento ser construído, produzido e levado ao público. Será, a exemplo do Show Rural Coopavel que está entre os três maiores do mundo, um enorme desafio e, principalmente, um aprendizado extraordinário”, afirma Dilvo Grolli.

Parcerias - A exemplo do primeiro de 32 anos atrás, o Show Rural de Inverno também começará com apenas 15 empresas. “São parceiros que entenderam a proposta e que, como nós, querem estar na vanguarda de um projeto que, sem dúvida, fará muito bem aos agricultores do Brasil e do mundo”, conforme Rogério Rizzardi. (Imprensa Coopavel)

 

COPAGRIL: O DNA da produção de leite

copagril 10 06 2020O melhoramento genético do rebanho leiteiro tem por objetivo obter animais que agrupem características de maior produção de leite por lactação, longevidade (muitas lactações) e maior qualidade do leite produzido. Mas, para iniciar um programa de melhoramento deve-se avaliar cuidadosamente a situação de cada produtor e propriedade.

Preço - O preço de mercado do leite é um fator importante ao se definir os objetivos da seleção. Por exemplo: uma fração do preço do leite pago corresponde à qualidade, então, o produtor deve optar por uma genética que proporcione este objetivo. Deve investir naquilo que trará melhor remuneração para a propriedade. “Lembrando que os objetivos de seleção não devem ser alterados no decorrer dos anos para que tenhamos um efeito acumulativo sobre as gerações, com maiores ganhos genéticos ao longo do tempo”, explica a supervisora do Fomento Leite da Copagril, Caroline Hoscheid Werle.

Seleção - “É importante selecionar as melhores vacas do rebanho e fazer o uso da inseminação artificial com touros que realmente favorecerão a resolução dos problemas encontrados na propriedade”, ressalta Roberto Ottaviano, zootecnista. Ele explica que o adequando é eleger de 3 a 5 critérios de correções, e destes, utilizar 70% na parte funcional.

Produção e longevidade - Se o produtor pretende aumentar a produção, deve lembrar que a genética será estabelecida a longo prazo. No caso da longevidade (tempo de produção) e conformação, deve entender que o objetivo não é só obter vacas que vivem mais, mas sim obter animais com mais idade acompanhada por alta produção de leite. Entretanto, não devemos selecionar somente para longevidade, pois muitos fatores podem influenciar a característica e na maioria das vezes estes fatores não têm natureza genética. A herdabilidade da vida de rebanho é de 8% (baixa herdabilidade).

Cálculo - Além disso, são necessários de 7 a 8 anos para que as filhas de um touro completem a vida dentro de um rebanho, que é o tempo necessário para calcular de maneira confiável a capacidade prevista de transmissão estimada para estes touros. Passado este período de tempo, o touro pode até já estar morto, ou o mérito genético deste touro pode ter sido ultrapassado por outros touros mais jovens.

Fatores - “Na realidade, a longevidade de vacas em muitos rebanhos depende principalmente de três fatores: não ter casos sérios de mastite, não ter problemas sérios de reprodução (habilidade para reproduzir-se) e ter produção de leite aceitável para o produtor”, comenta a médica veterinária.

Gordura e proteína - Sobre a quantidade e porcentagem de gordura e proteína, Roberto destaca que é muito importante selecionar touros que tem essa qualidade. Sobre gordura e proteína especificamente, “quando pensamos em exportações, vamos exportar em quilograma de gordura e proteína, por isso, a importância do melhoramento genético”.

Tipo funcional - Quando o produtor resolve fazer a seleção para o tipo funcional: úbere, pernas e pés, deve observar que as características de conformação, geralmente não são bons preditores de longevidade. Pesquisas mostram que a seleção do touro deve ser feita baseada nas características de produção e, secundariamente, em características de conformação. “Dentre todas as características de conformação, as características de úbere e em particular o posicionamento dos tetos, profundidade do úbere e inserção de úbere, são mais associados com longevidade. Pesquisas mostram que vacas com profundidade de úbere média ficam no rebanho mais tempo que vacas nos dois extremos (úbere raso e úbere profundo). Isto acontece, pois, vacas com úbere raso tendem a produzir menos leite e vacas com úberes muito profundos estão mais predispostas à mastite e a acidentes físicos”, descreve Caroline.

Discussão - A escolha entre vacas de grande porte ou vacas de pequeno porte é uma discussão em todo o mundo. Caroline explica que o tamanho do animal depende de componentes genéticos e de ambiente. “Vacas maiores comem mais e, portanto, produzem mais. Porém, o tamanho não está intimamente relacionado com maiores produções de leite. Em outras palavras, a seleção para maior produção de leite não necessariamente aumenta o tamanho corporal”, lembra.

Descarte - “Escolher touros com bastante longevidade, para vacas com um número maior de lactações e maior produção de leite em sua vida produtiva; podendo desta forma, fazer um descarte voluntário, descartando as vacas que apresentam maiores problemas dentro do rebanho. Um rebanho que tem vida produtiva longa, também terá mais fêmeas, podendo assim, selecionar as melhores pelo valor genético de suas mães ou por um processo de genotipagem, formando um plantel que realmente seja muito produtivo”, comenta o Roberto.

Escolha adequada - “Hoje a inseminação artificial é a tecnologia mais aplicada na reprodução animal e o objetivo é poder utilizar touros com alto valor zootécnico. Quando usamos monta natural, temos a certeza do resultado somente após 6 anos e nem sempre é o esperado. Hoje a maioria das empresas de inseminação, oferecem touros com uma confiabilidade mínima de 75%, isso significa que o produtor tem um ganho de 6 anos”, explica Ronaldo Luis Tonin, médico veterinário da Evolution do Brasil. Ele também explica que os touros são selecionados para vários tipos de manejo: produção a pasto, confinamento, propriedades com robô, produção de leite, sólidos e funcionalidade. Por isso é muito importante identificar o perfil de cada propriedade e a utilização dos mesmos de acordo com a necessidade.

Identificação - Cabe ao produtor identificar seus objetivos produtivos, traçar as metas de melhoramento genético e trabalhar para obter os resultados. A equipe de assistência técnica da Copagril está disponível para sanar dúvidas e fornecer maiores esclarecimentos sobre o assunto.

Revista - Essa matéria foi divulgada na Revista Copagril Edição 115 (março/abril). Você pode conferir o conteúdo original em: https://www.copagril.com.br/revista/85. (Imprensa Copagril)

 

COCARI: Evento on-line alcança mais de 41 mil pessoas nesta terça-feira

cocari 10 06 2020A Cooperativa Cocari reuniu, nesta terça-feira (09/06), a comunidade interna e externa em um evento cultural que contou com a palestra de João Carlos de Oliveira e com as apresentações da companhia Espaço Sou Arte, de Campo Mourão (PR). Neste grande encontro, foi possível celebrar a arte e valorizar uma postura mais otimista em nossas vidas em um momento em que isso se mostra essencial. Na abertura do evento, o presidente da Cocari, Vilmar Sebold, deixou uma mensagem de agradecimento aos participantes.

Público - A transmissão teve duração de duas horas, mais de 41 mil pessoas alcançadas e mais de 16 mil visualizações pelas redes sociais da cooperativa, no Facebook e Youtube, além da interação pelo Instagram. Pelas mídias sociais, foram sorteados prêmios, presenteando participantes com três cafeteiras e kits do Café Cocari em cápsulas, entre outros brindes.

Sorteio - Os ganhadores das cafeteiras sorteadas foram:

Pamela Graneiro – Instagram

Adriana Marco Bengozi – Facebook

Leticia Segantim – Facebook

Cocari na Comunidade - Aproveitando a reunião da comunidade dos diversos municípios em que a Cocari está presente, além de espectadores de outras cidades do país, o evento também promoveu a arrecadação de alimentos não perecíveis nos entrepostos da cooperativa, que serão doados a instituições beneficentes. Os participantes também puderam fazer doações em dinheiro, que serão revertidas em alimentos, acessando o QR Code disponibilizado durante a transmissão ou via transferência bancária.

Cooperativismo - A Cocari agradece a todos os participantes que permitiram o sucesso deste evento on-line e que provaram que os laços do cooperativismo ultrapassam a distância física e renovam nossa energia para continuarmos trabalhando, cuidando das pessoas e abastecendo as famílias brasileiras.

Assista pelo Youtube- O Conexão Cocari continua disponível no Youtube: https://www.youtube.com/watch?time_continue=3&v=lZ8eHO3YDDk&feature=emb_title. (Imprensa Cocari)

 

FERRUGEM ASIÁTICA: Vazio sanitário da soja tem início neste dia 10 no PR

ferrugem asiatica 10 06 2020O vazio sanitário da soja tem início nesta quarta-feira (10/06), no Paraná. A partir do dia 15 de junho, a medida se estende para outros cinco estados brasileiros: Santa Catarina, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia. No Brasil, 13 estados e o Distrito Federal adotam o vazio sanitário, estabelecido por meio de normativas estaduais. Confira aqui o calendário completo com os períodos do vazio sanitário no Brasil e no Paraguai.

Manejo - Segundo o Consórcio Antiferrugem essa medida é uma das principais estratégias para o manejo do fungo Phakopsora pachyrhizi, causador da ferrugem-asiática da soja, a mais severa doença que atinge a cultura da soja. O vazio sanitário é o período de, no mínimo, 60 dias em que não se pode semear ou manter plantas vivas de soja no campo. A medida objetiva reduzir a sobrevivência do fungo causador da ferrugem-asiática durante a entressafra e assim, atrasar a ocorrência da doença na safra.

Planta viva - De acordo com a pesquisadora Claudine Seixas, da Embrapa Soja, o fungo que causa a doença precisa da planta viva de soja para se desenvolver e se multiplicar. “Por isso, é importante que o produtor elimine as plantas de soja guaxa ou voluntária (plantas de soja que nascem espontaneamente) na entressafra para interromper o ciclo de multiplicação do fungo e reduzir a quantidade de esporos presentes no ambiente, retardando o surgimento da doença na safra”, diz Claudine.

Mapa interativo - O Consórcio Antiferrugem, por meio de um mapa interativo em sua página na internet (www.consorcioantiferrugem.net), registra também na entressafra a identificação de ocorrências de soja guaxa com a doença. Esses focos serão marcados em amarelo, enquanto os registros de ferrugem-asiática, que ocorrerem durante a safra comercial, serão destacados em vermelho.

Ferrugem da soja - O controle da ferrugem-asiática da soja possui um custo médio de US$ 2,8 bilhões por safra. Além da eliminação de plantas de soja voluntárias durante o vazio sanitário, as estratégias de manejo da ferrugem-asiática incluem: a utilização de cultivares de ciclo precoce e semeaduras no início da época recomendada; a utilização de cultivares com genes de resistência; o monitoramento da lavoura desde o início do desenvolvimento da cultura e a utilização de fungicidas. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

IBGE: Capacidade de armazenagem agrícola chega a 177,7 milhões de toneladas

A capacidade de armazenamento de produtos agrícolas no Brasil chegou a 177,7 milhões de toneladas no segundo semestre de 2019. É o que mostra a Pesquisa de Estoques, divulgada nesta terça-feira (09/06) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo levanta informações sobre o volume e a distribuição geográfica dos estoques de produtos agrícolas básicos armazenáveis.

Aumento - O aumento na capacidade foi de 1,3% em relação ao semestre anterior. Os produtos estocados totalizaram 26,5 milhões de toneladas, 2,3 milhões de toneladas a mais do que havia em 31 de dezembro de 2018. O maior volume estocado é de milho, com 11,9 milhões de toneladas, seguido pela soja (5,5 milhões), o trigo (4,1 milhões), arroz (1,7 milhão) e café (1,0 milhão).

Parcela - Somados, esses produtos representam 91,6% do total de estoque monitorado pelo IBGE na pesquisa. Os 8,4% restantes são o algodão, feijão preto, feijão de cor e outros grãos e sementes. Os estoques de milho cresceram 6,8% e os de soja tiveram aumento de 0,7%, na comparação com o segundo semestre de 2018. Apresentaram queda os estoques de arroz (-21,2%), de café (-19%) e de trigo (-2,2%).

Silos - O principal tipo de armazenagem do país é o silo, que teve aumento de 2,2% na comparação com o primeiro semestre de 2019. Eles representam 48,7% da capacidade total, chegando a 86,6 milhões de toneladas. Em segundo lugar vêm os armazéns graneleiros e granelizados, que mantiveram a capacidade total de 66,7 milhões de toneladas, responsáveis por 37,5% da armazenagem nacional.

Convencionais - Os armazéns convencionais, estruturais e infláveis representam 13,8% da capacidade de armazenamento do país, com um total de 24,5 milhões de toneladas de produtos agrícolas, um aumento de 1,7% em relação ao primeiro semestre de 2019.

Queda - Segundo o IBGE, houve queda de 0,5% no número de estabelecimentos ativos, que somaram 7.940 no segundo semestre de 2019. Apenas a Região Norte apresentou acréscimo no período, de 0,9%. Tiveram queda as regiões Nordeste (-1,9%), Sudeste (-1,8%) e Sul (-0,2%). No Centro-Oeste, o número de estabelecimentos com estoque ficou estável.

Estados - O estado de Mato Grosso permanece com a maior capacidade de armazenagem do país, com um total de 44,5 milhões de toneladas - 58,0% dessa capacidade em armazéns graneleiros e 33,8% em silos. Em seguida vêm o Paraná, com 32,3 milhões de toneladas de capacidade, e o Rio Grande do Sul, com 32,2 milhões. Nos dois estados predomina o uso de silos. (Agência Brasil)

COMÉRCIO EXTERIOR: Navio carrega 103 mil toneladas de farelo no Porto de Paranaguá

comercio exterior 10 06 2020O navio Pacific South atracou no Porto de Paranaguá para marcar novos recordes no Corredor de Exportação. Além de ser um graneleiro de 292 metros de comprimento e 45 de boca (largura) – o maior já recebido no complexo até hoje – a embarcação vai carregar um volume histórico para o segmento dos granéis sólidos nos terminais paranaenses. Serão 103 mil toneladas de farelo de soja.

Capacidade operacional - “Tanto o volume, quanto o tamanho do navio, que vamos operar atestam a nossa capacidade operacional. Uma ação desse porte exige trabalhadores portuários qualificados, praticagem experiente e capacidade de infraestrutura, terrestre e marítima”, diz o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Embarcação - A embarcação atracou no final da tarde de segunda-feira (08/06) no berço 214, um dos três do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá.

Bandeira - De bandeira das Ilhas Marshall, o navio Pacif South veio do porto de Xangai, na China, e chegou na Baía de Paranaguá no último dia 1.

Três terminais - As 103 mil toneladas de farelo de soja serão carregadas a partir de três terminais. Cerca de 84 mil toneladas sairão da Coamo; 15 mil da Cotriguaçu; e quatro mil toneladas dos silos públicos (horizontais).

Cinco dias - Segundo a empresa responsável pela operação, a Cargill, o carregamento do Pacif South deve levar cerca de cinco dias, se as condições do tempo ajudarem e não houver paralisações por chuva ou umidade excessiva. O farelo irá para o porto de Amsterdã, na Holanda.

Superação - O volume de 103 mil toneladas - suficiente para carregar 3.400 caminhões - supera, em 13 mil toneladas, o recorde anterior registrado há pouco mais de um ano. Em 27 de maio de 2019, o navio chinês Lan Hua Hai, de 254 metros, carregou 90 mil toneladas de farelo de soja.

Maior - Desta vez, a embarcação é 38 metros maior. Em média, os navios graneleiros recebidos no Porto de Paranaguá medem entre 199 e 229 metros de comprimento. Esses, em geral, costuma receber pouco mais de 60 mil toneladas de carga (soja, milho ou farelo).

Shiploaders - No Corredor, são seis shiploaders (carregadores de navio) com capacidade para carregar cerca de mil toneladas por hora. Os equipamentos carregam, por esteiras, a carga de 11 diferentes terminais.

Nove terminais - O Corredor de Exportação é formado por nove terminais privados: Cargill, AGTL, Interalli, Centro Sul, Coamo, Louis Dreyfus, Cotriguaçu, Cimbesul e Rocha. Além de dois terminais públicos: um silo vertical, com capacidade estática de cem mil toneladas, e um silo horizontal, com capacidade total de 60 mil toneladas.

Embarques simultâneos - Como afirma Luiz Fernando, esse modelo adotado, de vários terminais interligados para carregar em três berços prioritários, permite os embarques simultâneos em um único navio, o que cria maior flexibilidade de utilização de capacidade estática de cada terminal e permite uma maior produtividade de cada berço.

Silos públicos - Pelos silos públicos, atualmente, operam Céu Azul, Grano Logística, Gransol, Marcon, Sulmare, Tibagi e Transgolf, que trabalham com diversos exportadores menores. (Agência de Notícias do Paraná)

 

PRONAMPE: Receita regulamenta Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte

pronampe destaque 10 06 2020A Receita Federal iniciará envio de comunicado às Microempresas (ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP), com a informação do valor da receita bruta, com base nas declarações desses contribuintes ao fisco, para viabilizar a análise à linha de crédito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), junto às instituições financeiras.

Primeira etapa - Nesta primeira etapa, receberão o comunicado, a partir de 9 de junho, via Domicílio Tributário Eletrônico do Simples Nacional (DTE-SN) as ME e EPP optantes pelo Simples Nacional.

Segunda etapa- Numa segunda etapa, que terá início, a partir do dia 11 de junho, o comunicado será enviado via Caixa postal localizada no e-CAC às ME e EPP não incluídas no Simples Nacional.

Critérios - Terão direito ao programa as empresas com data de abertura até 31 de dezembro de 2019. Somente receberão os comunicados as ME e as EPP que declararam, respectivamente, suas receitas nas respectivas declarações da tabela acima (Origem das informações enviadas pela RFB).

Divergência - Caso exista divergência na informação da receita bruta ou não tenha ocorrido a entrega da respectiva declaração, a retificação ou inclusão da informação de receita bruta deverá ser realizada por meio da respectiva declaração.

Detalhamento - O detalhamento da medida está na Portaria RFB nº 978 de 8 de junho de 2020, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (09/06).

Pronampe - O Pronampe, que poderá ser acessado por um total de aproximadamente 4,58 milhões de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (cerca de 3,8 milhões do Simples e cerca de 780 mil de fora do Simples), prevê como regra geral, que a linha de crédito corresponderá a no máximo 30% (trinta por cento) da receita bruta anual, calculada com base no exercício de 2019.

Menos de um ano - No caso das empresas que tenham menos de 1 (um) ano de atividade, a linha de crédito concedida corresponderá ao maior valor apurado, desde o início das suas atividades, entre: 50% (cinquenta por cento) do seu capital social; ou 30% (trinta por cento) da média de seu faturamento mensal.

Recursos - Os recursos recebidos no âmbito do Pronampe servirão ao financiamento da atividade empresarial nas suas diversas dimensões e poderão ser utilizados para investimentos e para capital de giro, vedada a sua destinação para distribuição de lucros e dividendos entre os sócios.

2020 - A medida não será aplicada às Microempresas, Empresas de Pequeno Porte que iniciaram as suas atividades em 2020, conforme estabeleceu a Lei nº 13.999, de 18 de maio de 2020, que instituiu o programa.

Adesão - A Receita Federal está trabalhando para facilitar a adesão das Micro e Pequenas Empresas ao Pronampe, tornando mais fácil para as empresas interessadas comprovarem a sua receita declarada, entretanto, a concessão depende da instituição financeira participante do programa. (Ministério da Economia)

pronampe tabela 10 06 2020

pronampe ilustracao 10 06 2020

 

 

 

 

 

IPCA: Índice registra queda de preços de 0,38% em maio

ipca 10 06 2020O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, registrou deflação (queda de preços) de 0,38% em maio deste ano. A queda de preços foi ainda mais intensa do que a registrada em abril (-0,31%).

Menor variação mensal - Essa é a menor variação mensal do IPCA desde agosto de 1998, quando foi registrada uma deflação de 0,51%.

Deflação - Com o resultado de maio, o IPCA acumula deflação de 0,16% no ano e inflação de 1,88% em 12 meses. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (10/06) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). (Agência Brasil)

FOTO: Agência Brasil

 

ECONOMIA I: Pedidos de seguro-desemprego chegam a 960 mil em maio

Em meio à pandemia de covid-19, foram feitos 960.258 pedidos de seguro-desemprego em maio, aumento de 53% na comparação com o mesmo mês do ano passado (627.779) e de 28,3% na comparação com abril deste ano (748.540). As informações foram divulgadas nesta terça-feira (09/06) pelo Ministério da Economia.

Requerimentos - Em maio, os três estados com maior número de requerimentos foram São Paulo (281.360), Minas Gerais (103.329) e Rio de Janeiro (82.584).

Perfil - Sobre o perfil dos solicitantes, 41,3% eram mulheres e 58,7% homens. A faixa etária que concentrava a maior proporção de solicitantes era de 30 a 39 anos, com 32,3%. Em termos de escolaridade, 61,4% tinham ensino médio completo. Em relação aos setores econômicos, os pedidos estiveram distribuídos entre serviços (42%), comércio (25,8%), indústria (20,5%), construção (8,2%) e agropecuária (3,4%).

Isolamento social - Com as medidas de isolamento social decorrentes da pandemia da covid-19, os atendimentos via web (734.353) representaram 76,5% dos pedidos. No mesmo mês de 2019, os atendimentos pela internet chegaram a apenas 8.597 (1,4% dos pedidos).

Acumulado do ano - De janeiro a maio, foram contabilizados 3.297.396 pedidos, acréscimo de 12,4% em comparação com o acumulado no mesmo período de 2019 (2.933.894).

Canais - Do total de requerimentos em 2020, 50,1% (1.653.040) foram realizados pela internet, seja por meio do portal gov.br ou pela Carteira de Trabalho Digital, e 49,9% (1.644.356) foram feitos presencialmente. No mesmo período de 2019, 1,5% dos pedidos (44.427) foram realizados via internet e 98,5% (2.889.467) presencialmente.

Serviço essencial - O Decreto n° 10.329, de 28 de abril de 2020, definiu como essenciais as atividades de processamento do benefício do seguro-desemprego e de outros benefícios relacionados. Com isso, diversas unidades do Sistema Nacional de Emprego (Sine), de administração estadual e municipal, reabriram e as solicitações estão em patamar de regularidade, informou o ministério.

Atípico - “Não foi mais verificado número atípico de beneficiários que ainda não tenham realizado a solicitação do seguro-desemprego. Cabe lembrar que o trabalhador tem até 120 dias para requerer o seguro-desemprego e os pedidos podem ser feitos de forma 100% digital. Não há espera para concessão de benefício”, disse o ministério. (Agência Brasil)

ECONOMIA II: Guedes confirma prorrogação do auxílio emergencial por dois meses

economia 10 06 2020O ministro da Economia, Paulo Guedes, confirmou nesta terça-feira (09/06) que o auxílio emergencial será prorrogado por mais dois meses, conforme já havia sido anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro e que, durante esse tempo, o setor produtivo pode se preparar para retomar as atividades, com a adoção de protocolos de segurança. “E depois [a economia] entra em fase de decolar novamente, atravessando as duas ondas [da pandemia e do desemprego]”, disse Guedes, durante a 34ª Reunião do Conselho de Governo.

Benefício - O auxílio é um benefício financeiro concedido pelo governo federal a trabalhadores informais, microempreendedores individuais, autônomos e desempregados, e visa fornecer proteção no período de enfrentamento à crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, causador da covid-19. Inicialmente, a previsão era o pagamento de três parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras).

Custo - Na semana passada, o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, informou que a eventual prorrogação do auxílio emergencial por mais dois meses deve elevar o custo do programa para um valor entre R$ 202 bilhões e R$ 203 bilhões.

Transmissão - A 34ª Reunião do Conselho de Governo, realizada nesta terça-feira (09/06) no Palácio da Alvorada, foi transmitida ao vivo pela TV Brasil e em suas mídias sociais. (Agência Brasil)

FOTOS: Marcos Corrêa / Agência Brasil

 

SENADO: MP que permite suspensão dos contratos de trabalho deve ser votada nesta quarta

senado 10 06 2020Deve ser votada nesta quarta-feira (10/06) a medida provisória que permitiu a redução de salários e da jornada de trabalho ou a suspensão do contrato trabalhista durante o estado de calamidade pública relacionada ao coronavírus. A decisão de incluir a MP 936/20 na pauta veio após um apelo feito pelo relator, senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), em sessão remota desta terça-feira (09/06).

Insegurança jurídica - De acordo com o senador, a demora na votação coloca milhões de trabalhadores em uma situação de insegurança jurídica. Isso ocorre porque, embora o prazo máximo para a votação desse tipo de medida seja de 120 dias, o prazo da suspensão do contrato previsto no texto é de 60 dias. Esse prazo já se esgotou para as suspensões iniciadas logo após a edição da MP e, para prorrogá-lo, é preciso aprovar a medida.

Volta ao trabalho - “Esses trabalhadores dos contratos que foram suspensos teriam que voltar a trabalhar a partir do dia 1º de junho, só que a maioria dos setores — cito o setor do turismo, que representa 8% do PIB nacional, e 12% do PIB no Nordeste — ainda não voltou ao trabalho, e eles precisam dessa suspensão desses contratos, dessa ajuda”, explicou o relator.

Mudanças - A MP foi aprovada com mudanças pela Câmara, na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 15/2020. Além de permitir a redução de salários e jornada de trabalho ou a suspensão de contratos, o texto prevê o pagamento de um benefício emergencial pelo governo aos trabalhadores. As regras valem para quem tem carteira assinada e para os contratos de aprendizagem e de jornada parcial.

Reuniões - Vanderlan afirmou ter feito várias reuniões com representantes de sindicatos e segmentos empresariais, que temem a situação de insegurança jurídica. Segundo o relator, 9,9 milhões trabalhadores mantiveram seus empregos por causa da medida e milhares de empresas conseguiram evitar o fechamento definitivo. De acordo com o relator, o número de trabalhadores que já tiveram que retornar às empresas, muitas delas com as atividades ainda suspensas, é de 1,5 milhão.

Urgência - Vários senadores demonstraram apoio ao pedido de Vanderlan. O líder do MDB e da maioria, senador Eduardo Braga (MDB-AM), concordou com o pedido para que a MP fosse pautada para quarta-feira e pediu a Vanderlan que apresente o relatório assim que possível para que os senadores possam analisar as mudanças propostas. “Essa é uma matéria que, a cada dia que nós deixamos de deliberar, causa prejuízos à população”, ressaltou.

Peculiar e urgente - Apesar de defender que a definição da pauta semanal seja feita na reunião de líderes às segundas-feiras, o líder do DEM, senador Rodrigo Pacheco (MG), afirmou que a situação é peculiar e urgente e, por isso, merece ser tratada de maneira diferente. “O inusitado dessa situação, a excepcionalidade dessa situação em relação à MP 936, vai nos permitir conferir a segurança jurídica necessária para evitar esse hiato, esse limbo desses contratos de trabalho que estão suspensos há 60 dias e que precisam ser novamente suspensos”, explicou.

Situação indefinida - O líder do PSL, senador Major Olimpio (SP), afirmou que a cada semana mais trabalhadores e empresas entram nessa situação indefinida, motivo pelo qual a votação é necessária com a maior brevidade possível. Segundo o parlamentar, uma semana de atraso na votação pode significar prejuízo a 3 milhões de trabalhadores.

Garantia de empregos - Carlos Fávaro (PSD-MT) afirmou que, além da perplexidade com a perda de tantas vidas, é preciso ter atenção à garantia dos empregos e da retomada da atividade econômica. Para ele, é preciso votar logo o texto.

Diálogo - Ao defender a votação da matéria na quarta-feira, o líder do PT, senador Rogério Carvalho (SE), agradeceu ao relator pelo diálogo com as centrais sindicais. “O trabalho que ele vem fazendo é um trabalho de diálogo, de construção, de escuta, tentando encontrar a melhor formulação que contemple todos os segmentos, um trabalho de fôlego. Portanto, merece e requer que a gente faça o esforço de apreciar essa matéria nesta quarta.”

Jabutis - Paulo Rocha (PT-PA) também agradeceu ao relator a atenção com que recebeu representantes dos trabalhadores. Apesar de concordar com a urgência da votação, o senador criticou a quantidade de temas estranhos ao objeto da medida, conhecidos como “jabutis”, que foram inseridos durante a tramitação na Câmara. Ele defendeu a retirada dessas mudanças da MP.

Emendas - O texto recebeu 48 emendas de senadores. Segundo o relator, o ideal seria que só fossem aprovadas mudanças de redação, não no mérito, para que o texto não tivesse que voltar à Câmara.

Alteração - Em entrevista à Agência Senado, o líder do PDT, senador Weverton (MA), afirmou que seu partido não abrirá mão de tentar alterar a MP. Para ele, o argumento da urgência não pode impedir os senadores de aperfeiçoarem a medida. (Agência Senado)

FOTO: Marcos Oliveira / Agência Senado

 

CÂMARA: Plenário aprova projeto que suspende inscrição de nomes em cadastros negativos

camara 10 06 2020O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (09/06) o Projeto de Lei 675/20, que suspende por 90 dias a inclusão de novos inscritos em cadastros negativos como Serasa e SPC. A matéria será enviada à sanção.

Substitutivo - Os deputados rejeitaram o substitutivo do Senado para o texto aprovado pela Câmara há dois meses, segundo o parecer do relator, deputado Julian Lemos (PSL-PB). "O substitutivo aprovado pelo Senado Federal promove impacto sobre as despesas da União, mas não se fez acompanhar da estimativa de impacto requerida pelo mandamento constitucional", disse.

Inadimplência - Segundo o texto aprovado, a suspensão vale apenas para inadimplência registrada após 20 de março de 2020, ou seja, relacionada com as consequências econômicas provocadas pelas medidas de isolamento social usadas no combate ao coronavírus.

Autorização - A proposta autoriza ainda a Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça a prorrogar a suspensão das novas inscrições nos cadastros de devedores enquanto durar a calamidade.

Acesso ao crédito - O objetivo da suspensão prevista no projeto, de autoria dos deputados Denis Bezerra (PSB-CE) e Vilson da Fetaemg (PSB-MG), é garantir acesso ao crédito pelos atingidos pela pandemia.

Regulamentação - A proposta atribui ao Poder Executivo a regulamentação e a fiscalização necessárias, sem prejuízo da aplicação de sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor. Se houver cobrança de multa por descumprimento da norma, o dinheiro deverá ser aplicado em medidas de combate à Covid-19.

Linha de crédito - Entre os pontos do substitutivo rejeitado constava a determinação de que bancos públicos ofereceriam linhas especiais de crédito de até R$ 10 mil para a renegociação de dívidas dos consumidores inscritos nos cadastros negativos de consumidores.

Em paralelo - Os senadores também propunham que, durante o período da pandemia, os registros poderiam ser feitos em paralelo e valeriam depois do fim da calamidade pública (31 de dezembro de 2020). (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Maryanna Oliveira / Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Brasil tem mais 1,2 mil mortes e 32 mil casos confirmados de Covid-19

saude I 10 06 2020Balanço do Ministério da Saúde divulgado nesta terça-feira (09/06) aponta 1.272 novas mortes e 32.091 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas. Com esses acréscimos às estatísticas, o país chegou a 38.406 óbitos em função da pandemia do novo coronavírus e 739.503 pessoas infectadas.

Aumento - O balanço traz um aumento de 4,5% no número de casos em relação à segunda-feira (08/06), quando o total estava em 707.412. Já as mortes aumentaram 2,4% em comparação com o dado de segunda-feira, quando foram contabilizadas 37.134.

Letalidade - A taxa de letalidade (número de mortes pela quantidade de casos confirmados) ficou em 5,19%. A taxa de mortalidade (falecimentos por 100.000 habitantes) foi de 18,3. E a taxa de incidência (casos confirmados por 100.000 habitantes) correspondeu a 351,9.

Recuperados - De acordo com o Ministério da Saúde, 311.064 pacientes foram recuperados e 390.033 estão em acompanhamento.

Estados - Os estados com maior número de óbitos são São Paulo (9.522), Rio de Janeiro (6.928), Ceará (4.309), Pará (3.853) e Pernambuco (3.453). Também apresentam altos índices de mortes em função da pandemia Amazonas (2.315), Maranhão (1.285), Bahia (937), Espírito Santo (904), Alagoas (640) e Minas Gerais (399).

Casos confirmados - Os estados com mais casos confirmados de covid-19 são São Paulo (150.138), Rio de Janeiro (72.979), Ceará (68.384), Pará (59.148) e Maranhão (52.069).

Conselho - Os dados divulgados pelo Conselho Nacional de Secretarias Estaduais de Saúde (Conass) coincidem com informações apresentadas pelo Ministério da Saúde.

Nova base de dados - O balanço do conselho (batizado de Painel Conass) foi criado no fim de semana após o Ministério da Saúde mudar a dinâmica de divulgação dos dados sobre a pandemia. Até a semana passada, o Ministério da Saúde consolidava os dados das secretarias estaduais no início da noite.

Mais tarde - A pasta passou a divulgar o balanço cada vez mais tarde (por volta de 22h) e parou de informar o total de casos. Ontem foi apresentado o novo método de anunciar a consolidação. As mudanças foram objeto de questionamento do Ministério Público Federal.

Apresentação - Na segunda-feira (08/06), secretários do Ministério da Saúde apresentaram em linhas gerais como devem ser os novos balanços diários do órgão, privilegiando as mortes por covid-19 em função da data de ocorrência. Nesta terça-feira (09/06), o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, participou de audiência na Câmara dos Deputados sobre o tema, onde respondeu a questionamentos de parlamentares sobre as mudanças. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

saude I tabela 10 06 2020

SAÚDE II: Sesa confirma mortes por coronavírus em todas as regionais

saude II 10 06 2020A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirma 287 novos casos de Covid-19 e mais e dez óbitos, de acordo com o boletim divulgado nesta terça-feira (09/06). No Paraná, 7.314 pessoas foram infectadas e 253 morreram por causa do novo coronavírus. Há ao menos um caso em 285 municípios paranaenses e mortes registradas nas 22 Regionais de Saúde.

Internados - Há 317 pacientes com o diagnóstico confirmado de Covid-19 internados nesta terça-feira (09/06). Ocupam leitos do SUS 236 pessoas, 85 delas em UTI e 151 em leitos clínicos/enfermaria. Outras 81 estão em leitos da rede privada (33 em UTI e 48 em leitos clínicos/enfermaria).

Óbitos - A secretaria estadual divulga a morte de mais dez pacientes. Todos estavam internados. São seis homens e quatro mulheres que morreram entre 9 de maio e 8 de junho, com idades entre 60 e 87 anos.

Pacientes - Os pacientes que morreram em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus são:

09 de maio: homem, 72, residia em Guarapuava;

02 de maio: homem, 76, residia em Curitiba;

04 de junho: mulher, 84, residia em Campo Magro; homem, 87, residia em Curitiba; mulher, 71, residia em Carambeí;

06 de junho: homem, 60, morava em Cantagalo;

07 de junho: dois homens, um de 72 que morava em Fazenda Rio Grande e outro de 75 que residia em Curitiba;

08 de junho: duas mulheres, uma residia em Cascavel, de 61 anos; outra, de 78 anos, morava em Curitiba.

Fora do Paraná – O monitoramento registra 96 casos de Covid-19 de pessoas atendidas no Paraná, mas que não moram no Estado. Sete pessoas foram a óbito.

Municípios - No Paraná, 285 cidades têm ao menos um caso confirmado de Covid-19 e 88 municípios registram mortes em decorrência da doença. Novas confirmações:                              

62 casos confirmados - Cascavel e Londrina

35 casos confirmados - Curitiba

14 casos confirmados - Maringá                  

13 casos confirmados - Morretes

7 casos confirmados - Toledo

6 casos confirmados - Cambé; Cornélio Procópio; Santa Helena

4 casos confirmados - Apucarana; Campo Largo; Campo Mourão; Clevelândia; São José dos Pinhais

3 casos confirmados - Fazenda Rio Grande; Rolândia

2 casos confirmados - Assis Chateaubriand; Centenário do Sul; Colombo; Florestópolis; Ibiporã; Jaguariaíva; Matinhos; Paranaguá; Pinhais; Ponta Grossa; Santa Terezinha de Itaipu; Telêmaco Borba; Tupãssi

1 caso confirmado - Arapongas; Cafelândia; Cambará; Campo Magro; Chopinzinho; Colorado; Coronel Domingos Soares; Foz do Iguaçu; Guarapuava; Itaguajé; Jacarezinho; Medianeira; Nova Esperança; Palmas; Paranavaí; Pato Bragado; Peabiru; Piraí do Sul; Quedas do Iguaçu; Realeza ; Santo Inácio; São Tomé; Terra Roxa; Umuarama.

Ajustes - Três casos confirmados em 25 de maio em Céu Azul foram transferidos para Alta Floresta (MT). Um caso confirmado na data de 24 de abril em Santo Antônio do Caiuá foi excluído por duplicidade de notificação. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo.

 

SAÚDE III: Casos sobem 40% em uma semana e alcançam mais de 70% dos municípios

O boletim epidemiológico publicado na segunda-feira (08/06) pela Secretaria de Estado da Saúde mostra que a circulação do novo coronavírus aumentou 40% no Paraná na última semana. A diferença é entre os 1.477 casos da semana epidemiológica 22 (período de 24 a 30 de maio) e os 2.068 da semana 23 (de 31 de maio a 6 de junho). No mesmo quadro houve aumento de 83% no número de óbitos, de 29 para 53. A doença já atingiu 283 cidades no Paraná (70,9%).

Macrorregiões - As macrorregiões que registraram maior quantidade de casos novos foram Noroeste (54%), Leste (45%) e Oeste (42%). A primeira pulou de 195 para 300 novos casos em sete dias, a segunda de 543 para 788 e a terceira de 420 para 596. A incidência aumentou 20% na região Norte, de 319 diagnosticados com a doença para 384. Confira em fotos o mapa das macrorregiões da Secretaria da Saúde.

Crescimento - Entre a semana 21 (de 17 a 23 de maio) e a semana 22 houve crescimento de 68% no número de casos, e a maior incidência foi na região Oeste (163%).

Data - A pesquisa da semana epidemiológica leva em consideração a data do diagnóstico do caso ou do óbito e é alterada com frequência nos boletins conforme a identificação de novos registros. A média de novos casos por dia, a partir desse registro, foi de 295 na semana 23 e de 211 na semana 22. A de óbitos foi de 7,5 na semana passada, contra 4,1 na semana anterior.

Análise - Uma análise sobre a evolução diária dos casos e óbitos no mesmo período mostra aumento superior de casos diagnosticados (54,5%), de 1.381 (semana 22) para 2.133 (semana 23), e crescimento de 67,7% em relação às mortes, de 31 para 52. Esse índice é a base dos informes epidemiológicos no Paraná e leva em consideração a quantidade de confirmações em 24 horas.

Média - Nesse indicador, a média de novos casos por dia ficou em 304 na semana passada, contra 197 nos sete dias anteriores. Foram 7,4 mortes por dia na semana 23, contra 4,4 na semana 22.

Continua crescendo - Os dados do boletim epidemiológico indicam que a curva de infecções pelo novo coronavírus continua crescendo e a tendência ainda é de evolução porque mais pessoas serão testadas nas próximas semanas. A testagem está dentro da estratégia adotada pelo Governo do Estado de ampliar o mapeamento, o que envolve testes rápidos, novos laboratórios credenciados e os perfis selecionados para os testes gold (RT-PCR) no Laboratório Central do Estado e no Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP). Cerca de 43 mil testes já foram realizados na rede pública.

Cidades - A doença alcançou 283 cidades nesta segunda-feira. Algumas regionais de Saúde já registram casos em todos os municípios de sua área de cobertura, como Paranaguá (1ª) e Cianorte (13ª), e outras concentram casos em 80% ou mais das suas cidades, como Curitiba e Metropolitana (2ª), com 86%; Pato Branco (7ª), com 80%; Foz do Iguaçu (9ª), com 88%; Cascavel (10ª), com 92%; Paranavaí (14ª), com 82%; Londrina (17ª), com 85%; Cornélio Procópio (18ª), com 80%; Jacarezinho (19ª), com 81%; e Telêmaco Borba (21ª), com 85%.

Menos casos - Os bolsões com menos casos no rol de cidades ficam na regional de Ivaiporã (22ª), com apenas 25%, e Umuarama (12ª), com 42%.

Regionais - Ainda na divisão regional, Curitiba e RMC (2ª) concentram 2.346 casos confirmados, com 873 recuperados e 92 óbitos, maior registro absoluto. A segunda região em incidência é a de Cascavel (10ª), com 980 casos, 242 recuperados e 13 óbitos, e a terceira é a de Londrina (17ª), com 770 casos, 133 recuperados e 44 óbitos.

Cascavel - A regional de Saúde de Cascavel é a que concentra o maior coeficiente de incidência por 1 milhão de habitantes do Paraná: 177. É seguida por Cianorte (169) e Cornélio Procópio (139). O coeficiente de mortalidade pela mesma proporção populacional é maior em Paranavaí (5,4) e Londrina (4,5). Em ambos os casos a incidência é menor do que a média nacional e maior do que a estadual.

Disseminação estadual - A disseminação estadual de casos do novo coronavírus começou em Curitiba e no Interior concomitantemente. Em 12 de março os primeiros casos foram identificados na Capital e em Cianorte. Dez dias depois eram 11 municípios e oito Regionais de Saúde diferentes com confirmações.

Evolução - No dia 1º de abril eram 43 municípios e 19 das 22 regionais atingidas. Um mês depois, em 1º de maio, 132 municípios e apenas a 4ª Regional de Saúde (Irati) ainda não apresentava casos confirmados. Dois meses depois, em 1º de junho, 255 municípios já estavam com a doença.

Segunda-feira - Na segunda-feira (08/06), com casos em todas as regionais, a Capital ultrapassou 1.300 diagnosticados, a RMC tem três cidades (São José dos Pinhais, Pinhais e Araucária) com mais de 100 infectados e Londrina e Cascavel já ultrapassaram 600 registros positivos.

Idade - O boletim demonstra que a população economicamente ativa ainda é a mais afetada pelo coronavírus, conforme evolução desde o começo dos registros. As quatro faixas etárias entre 20 e 59 anos já contam com mais de 1.000 casos cada.

20 a 59 anos - O boletim mostra que 5.482 casos da Covid-19 são de pessoas entre 20 e 59 anos, o que representa 77,9% do total de 7.031 casos no Paraná. Entre 22 de abril (data em que essa métrica foi inserida nos informes) e 8 de junho, a evolução foi percentualmente mais rápida entre os mais jovens e a população adulta na comparação com os idosos. Em números absolutos, foram 396 novos casos entre crianças e adolescentes, 4.698 entre adultos e 876 entre idosos.

Escalada - Os casos escalaram 752% entre pessoas com 20 a 29 anos (de 147 para 1.253); 630% entre 40 e 49 anos (de 200 para 1.460); 589% entre 30 a 39 anos (de 242 para 1.669); 464% entre 50 e 59 anos (de 195 para 1.100); e 361% entre pessoas com mais de 60 anos (de 242 para 1.118).

Crianças - O boletim também indica crescimento expressivo entre crianças. Já são 189 casos entre bebês e crianças até 9 anos e 242 entre jovens de 10 a 19 anos. Entre zero e 19 anos o salto foi de 722% entre 22 de abril e 8 de junho, de 35 para 431 casos.

Queda na média - Esse crescimento contínuo da circulação da doença na população adulta e infantil ajuda a justificar a queda na média da faixa etária dos infectados no Paraná, que já está em 42,3 anos, menor índice desde o começo desse registro.

Perfil - As mulheres continuam sendo as mais atingidas no Paraná: 3.656 x 3.375 (homens). São 2.558 pessoas já recuperadas (36,4%) e 308 continuam internadas (115 em UTI e 193 em enfermarias). A média é de 79 casos por dia no Estado desde o começo da pandemia, no dia 12 de março (há 89 dias).

Óbitos - O Paraná já perdeu 157 homens e 62 mulheres para a doença. A média de idade é de 67,4 anos. Segundo os dados estatísticos, 73% tinham algum tipo de comorbidade (hipertensão, diabetes, cardiopatia, doença pulmonar, obesidade, doença renal crônica) e 27% eram saudáveis. Quase 80% eram brancos e o grau de escolaridade era variado, com predominância de pessoas com ensino médio completo.

Percentual - Os óbitos já alcançaram 21% municípios do Paraná (84 dos 399). Apenas a 5ª Regional de Saúde (Guarapuava) ainda não havia contabilizado óbito pelo novo coronavírus até esta terça-feira (09/06).

SRAG - Segundo o informe epidemiológico, 1.320 paranaenses morreram por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), entre elas a Covid-19, nos cinco primeiros meses do ano.

CASOS

FAIXA ETÁRIA

0 – 5 anos – 134 casos – 1,9%

6 – 9 anos – 55 casos – 0,7%

10 – 19 anos – 242 casos – 3,4%

20 – 29 anos – 1.253 casos – 17,8%

30 – 39 anos – 1.669 casos – 23,7%

40 – 49 anos – 1.460 casos – 20,7%

50 – 59 anos – 1.100 casos – 15,6%

60 – 69 anos – 562 casos – 7,9 %

70 – 79 anos – 342 casos – 4,8%

80 anos ou mais – 214 casos – 2,9%

Total: 7.031 casos

LABORATÓRIOS DOS CASOS POSITIVADOS

Laboratório Central do Estado – 1.461 testes positivos

IBMP – 2.654 testes positivos

Demais laboratórios – 2.170 testes positivos

Testes rápidos – 695 testes positivos

Análise clínico/epidemiológica – 50 casos positivos

Total: 7.030 *

*Um dos pacientes com diagnóstico positivo fez o teste nos Estados Unidos, não sendo incluído no gráfico de testes realizados.

GÊNERO

3.375 homens

3.656 mulheres

CIDADES

Curitiba – 1.322

Cascavel – 760

Londrina – 612

Maringá – 252

Cornélio Procópio – 153

São José dos Pinhais – 148

Cianorte – 146

Foz do Iguaçu – 132

Pinhais – 132

Paranavaí – 118

Araucária – 113

Toledo – 103

Ponta Grossa – 101

REGIONAIS COM MAIS CIDADES ATINGIDAS

Paranaguá (1ª) – 100% (7 dos 7 municípios)

Cianorte (13ª) – 100% (11 dos 11 municípios)

Cascavel (10ª) – 92% (23 dos 25 municípios)

Foz do Iguaçu (9ª) – 88% (8 dos 9 municípios)

Curitiba e Metropolitana (2ª) – 86% (25 dos 29 municípios)

Londrina (17ª) – 85% (18 dos 21 municípios)

ÓBITOS

FAIXA ETÁRIA

0 – 5 anos – 1 caso – 0,4%

10 – 19 anos – 1 caso – 0,4%

30 – 39 anos – 10 casos – 4,1%

40 – 49 anos – 20 casos – 8,2%

50 – 59 anos – 42 casos – 17,2%

60 – 69 anos – 47 casos – 19,3%

70 – 79 anos – 58 casos – 23,8%

80 anos ou mais – 64 casos – 26,3%

Total: 243

GÊNERO

157 homens

86 mulheres

CIDADES

Curitiba – 58

Londrina – 33

Maringá – 11

Cascavel – 10

São José dos Pinhais – 8

Paranavaí – 6

Piraquara – 6

(Agência de Notícias do Paraná)

{vsig}2020/noticias/06/10/saude_III/{/vsig}


Versão para impressão


RODAPE