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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4840 | 09 de Junho de 2020

COVID-19: Comitê de Acompanhamento emite comunicado 51

covid 19 comite 09 06 2020O Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 do Sistema Ocepar emitiu, na manhã desta terça-feira (09/06), o comunicado 51, que informa sobre a reunião do Programa de Autogestão realizada com a Cooperativa Primato, nesta segunda-feira (08/06), e, ainda, sobre as novas medidas anunciadas pelo BNDES para amenizar os impactos econômicos da pandemia do novo coronavírus. Veja abaixo todos os destaques.

1. No dia 8 de junho, o Sistema Ocepar realizou reunião da Autogestão de forma virtual, com a Cooperativa Primato, contando com a participação do presidente, diretores e gestores.

2. No dia 8 de junho, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, enviou o convite para a 14ª Reunião Ordinária da Diretoria – gestão 2019/2023, que será realizada remotamente, via Microsoft Teams, no dia 23 de junho, das 13h30 às 16h30.

3. No dia 8 de junho, o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, e demais diretores apresentaram novas ações emergenciais de combate aos efeitos da pandemia de Covid-19: programa emergencial de acesso ao crédito; crédito cadeias produtivas; crédito direto emergencial – saúde; programa de apoio ao setor sucroalcooleiro; estados e munícipios. Para acessar a apresentação, clique aqui.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção da Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

 

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Dilvo Grolli, presidente da Coopavel, participa de reunião com Sistema Ocepar

Videoconferência realizada na manhã desta terça-feira (09/06) contou com a participação do presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, dos superintendentes, Leonardo Boesche, Robson Mafioletti e Nelson Costa, do Sescoop/PR, Ocepar e Fecoopar, respectivamente, gerentes, coordenadores e técnicos do sistema.

Objetivo - O encontro teve como objetivo fazer um relato das principais ações realizadas pelo Sistema Ocepar neste período de quarentena em decorrência da pandemia e uma apresentação dos principais indicadores econômicos e financeiro pela área de monitoramento e autogestão. Outros temas relevantes também foram abordados na reunião, como o novo Plano Safra, crédito rural, conjuntura, capacitações e treinamentos do Sescoop/PR. Dilvo avaliou esta nova sistemática como positiva pelo fato de evitar o deslocamento da equipe do sistema até a região Oeste. “Diante deste cenário que vivemos atualmente, a ferramenta da comunicação tem que ser utilizada a nosso favor, para podermos realizar encontros produtivos e bem objetivos como o de hoje”, frisou.

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E-BOOK: Livro digital mostra como mapear tendências para o pós-Covid

e book 09 06 2020Como se preparar para um mundo em transformação? A resposta está no décimo livro digital da série Inovando na Crise, lançado na sexta-feira (05/06). Neste momento em que o “novo normal” vem se estabelecer com mais rapidez, mais do que nunca é importante refletir sobre a necessidade da resiliência organizacional.

Dicas - Encerrando a série de ebooks pensados para ajudar as cooperativas brasileiras a enfrentarem esse momento de pandemia, o Sistema OCB traz uma relação de dicas para mapear tendências e planejar o futuro dos negócios.

Acesso - Acesse agora mesmo: Mapear tendências: dicas para planejar o futuro de sua cooperativa e saiba como se preparar para um mundo em transformação.

Conheça toda a série - Quer ficar por dentro dos temas dos outros 9 ebooks da série? Clique aqui. (Informe OCB)

 

 

INTEGRADA I: Cooperativa apoia projeto da UEL que usa material alternativo para confeccionar máscaras

integrada 09 06 2020Com objetivo de conter a disseminação do Covid-19, a campanha “Cooperar em todo tempo”, da Integrada, doou, na última semana de maio, 1.200 folhas de mantas de SMS (material sintético) ao projeto “UEL contra o Coronavírus”. Com o material, serão confeccionadas cerca de 19,2 mil máscaras. As unidades deverão ser destinadas ao Hospital Universitário (HU) de Londrina (PR).

Entrega - As mantas foram entregues para a instituição pelo diretor vice-presidente da Integrada, João Francisco Sanches Filho e pelo gerente da área de relacionamento da cooperativa, Marcelo Peluso. Para Sanches Filho, este é o momento de ajudar e a cooperação move o sistema cooperativista, colaborando para a proteção e segurança de pacientes e profissionais da área da saúde.

Novo modelo - O novo modelo de máscara, voltado exclusivamente para profissionais da saúde, foi desenvolvido por professores dos Departamentos de Enfermagem do Centro de Ciências da Saúde (CCS), e de Design, do Centro de Educação e do departamento de Comunicação e Artes (CECA). Danielly Negrão, docente do curso de enfermagem da UEL, e uma das integrantes do projeto, explica que o SMS é muito utilizado em centros cirúrgicos.

Outros materiais - Devido à falta de máscaras voltadas para os profissionais da saúde, os pesquisadores da universidade estudaram a utilização de outros materiais para a confecção das máscaras. O trabalho resultou no desenvolvimento e produção de um novo modelo de máscara – com a mesma segurança - que poderá substituir o tradicional utilizado em hospitais.

Demanda - A doação da Integrada, explica Danielly, veio em boa hora, já que o sistema hospitalar tem demandado muitas máscaras. A ideia, conta a professora, é inovadora e pretendem continuar até que haja demanda.

Ações - O Coronavírus evidenciou ainda mais a força da solidariedade presente no cooperativismo. Já o início da pandemia, a Integrada doou 8 mil máscaras para os hospitais Universitários de Londrina, Maringá e Cascavel. O retorno veio em forma de agradecimento por parte das entidades que reconheceram a preocupação e os cuidados da Integrada com a comunidade.

Máscaras e aventais - A regional da Integrada em Cornélio Procópio (PR) também doou, no início da pandemia, 210 metros de tecido para a confecção de máscaras e aventais. No mesmo município, com o apoio cooperado Paulo Geraix, a Integrada, junto com a Spraytec, foram destinados 300 litros de álcool gel para Santa Casa e outros 200 litros para o Instituto do Rim. Além de dezenas de outras doações de máscaras, destinadas a instituições de saúde localizadas nas áreas de atuação da cooperativa.

Mais doações - Nos próximos dias, a Integrada efetuará novas doações, atendendo 40 hospitais, localizados em 34 municípios nos estados do Paraná e São Paulo, com aproximadamente 9 mil litros de álcool gel, produto essencial no combate à Covid-19.

Pilar - A comunidade é um dos pilares essenciais do sistema cooperativista. O diretor-presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, afirma que a Cooperativa está trabalhando com afinco para suprir as necessidades da população, principalmente, no fornecimento de alimentos, e segue atenta às recomendações de segurança dos órgãos competentes, para proteção dos colaboradores, cooperados, clientes, parceiros e comunidade. (Imprensa Integrada)

 

INTEGRADA II: Live da Sustentabilidade

integrada II 09 06 2020A Integrada, com o objetivo de celebrar o Dia do Meio Ambiente, realizou, na sexta-feira (05/06), uma live, pelo seu canal no Youtube, com o diretor-presidente do Instituto Água e Terra do Paraná, Everton Luiz da Costa Souza. Mediado por Ana Lúcia de Almeida Maia, coordenadora de sustentabilidade da cooperativa. Souza abordou temas relacionados à estiagem, manejo adequado dos recursos hídricos, legislação, entre outros assuntos.

Preocupação - Durante a abertura da transmissão, o diretor secretário da Integrada, Katsumi Sérgio Otaguiri, destacou a preocupação da cooperativa em relação a preservação ambiental. “Apresentamos para os nossos cooperados a importância de preservar o meio ambiente, sem deixar de aumentar o índice de produtividade das lavouras”, observou Otaguiri.

Consciência - O diretor-presidente do Instituto Água e Terra afirmou que os produtores paranaenses estão cientes da importância da conservação do meio ambiente, principalmente em relação aos recursos hídricos. Segundo ele, a taxa de cobertura florestal no Estado é de 30% sobre o território paranaense.

Atenção especial - Contudo, ele pediu atenção especial por parte dos agricultores quanto à gestão ambiental da atividade agrícola. O uso de um plantio direto bem feito, a construção de terraços e uma curva de nível adequada, ajuda tanto o meio ambiente, quanto ao produtor. Souza explicou que a maior quantidade de palhada no solo retém mais umidade, o que é bom para a planta e, ao mesmo tempo, evita erosões.

Outorga - Outro ponto abordado foi sobre a legalização sobre o uso da água (outorga). Souza pontou que é importante que os agricultores façam o registro para que o Estado possa administrar melhor a situação das bacias hidrográficas, principalmente neste período de estiagem.

Lançamento - A coordenadora do departamento de sustentabilidade da Integrada, Ana Lúcia de Almeida Maia, aproveitou a transmissão e o Dia do Meio Ambiente para lançar o Programa Pensari. Derivado do programa Nossa Água, o Pensari surgiu com o objetivo de trazer uma reflexão ainda maior sobre o conceito de sustentabilidade na cooperativa.

Eixos - Ana explicou que o Pensari está baseado em sete eixos: Aprimorar, Preparar, Mensurar, Preservar, Abraçar, Prosperar e Integrada. Com o novo Programa, a ideia é incentivar ainda mais as boas práticas de produção, dentro do eixo da sustentabilidade.

Recuperação - O Programa Nossa Água já recuperou 3,7 mil hectares de área com o plantio de 1,3 milhão de árvores. Além disso, mais de 90 nascentes já foram recuperadas e conservadas e mais de 700 mil peixes foram soltos nos principais rios do Paraná. No âmbito social, mais de 20 mil crianças já foram beneficiadas com ações de educação ambiental. (Imprensa Integrada)

 

COPAGRIL: Energia que vem do sol

Gerar a própria energia elétrica é uma opção para baratear os custos de produção na área rural, em especial para as atividades pecuárias, como aves, suínos, leite e peixes. E essa energia pode vir do sol, com o uso do sistema de energia solar, que capta os raios solares por meio de placas fotovoltaicas e transforma em energia elétrica, e pode ser usada em todos os equipamentos elétricos da propriedade.

Outros países - Em outros países o uso da energia solar é uma realidade há vários anos e esse movimento está ganhando mais espaço e, literalmente, mais área em nosso país, seja em zonas urbanas ou rurais. “Este é um mercado ascendente e a tendência é que ele alcance o auge nos próximos anos. Ainda podemos conquistar bons números no segmento de energia limpa, tanto com o uso das placas fotovoltaicas, quanto com outras formas de geração de energia sustentável”, revela Henrique Schmidt, profissional do segmento de energia solar.

Tendência - Ele também explica que a tendência de comportamento dos consumidores é de aumento do uso de energia elétrica, como por exemplo, com mais equipamentos tecnológicos, automatização de processos e também conforto, tanto para os seres humanos, quanto para os animais (ambientação e bem-estar animal). “O uso de energia solar é importante aliado na produção rural, já que pode alcançar até 98% de redução nos custos com energia”, explica Henrique ao descrever um exemplo, em que, atividades como suinocultura, bovinocultura, avicultura e piscicultura, com uma conta de energia de R$ 5 mil podem passar para apenas R$ 40 ao mês, condicionado ao investimento no sistema de energia.

Módulos solares - O sistema fotovoltaico inclui módulos solares, inversores e outros componentes que produzem a energia com a luz do sol, não emitindo gases que colaboram com o efeito estufa ou outros poluentes. Por isso, ao mesmo tempo em que atendem os princípios da sustentabilidade, também garantem economia ao consumidor com menos custo na conta de energia. “Podemos, de forma simples, dizer que é uma troca de dívidas, ou seja, você sairá de uma dívida mensal de R$ 5 mil com a conta de energia para uma parcela de instalação do sistema solar, muitas vezes, economizando dinheiro logo no primeiro mês, já que a parcela tende a ser menor do que os antigos gastos com energia. Outro detalhe muito importante e não podemos deixar de levar em consideração é de que a conta de energia terá aumentos anuais e o sistema de energia solar estará pago em pouco tempo, sobretudo ainda com uma vida útil entre 45 e 50 anos de geração eficiente”, destaca.

Instalação - A instalação do sistema de placas pode ser realizada sobre o telhado das construções, sejam casas, granjas ou barracões, ou então em solo, sobre estruturas específicas para o sistema, sempre com o objetivo de otimizar espaço e produção. “Caso o produtor tenha um telhado para instalação com orientação e inclinação boa, que receba sol na maioria do dia e sem árvores ou obstáculos que possam gerar sombras, pode ser instalado no telhado”, explica Henrique ao fazer o comparativo com a opção de solo que, segundo ele, é uma alternativa um pouco mais cara, mas também possui suas vantagens, como a de ter produção maior, pois é alocada na melhor orientação e com a inclinação ideal. Também é mais prática e acessível para a limpeza periódica, evitando o trabalho em altura.

Excedente - O produtor que instalar a energia solar em sua propriedade rural, também poderá usar a energia excedente em outras unidades consumidoras sobre a mesma titularidade e concessionaria. “O produtor que tem uma propriedade rural e uma casa ou comércio na área urbana, pode usar o excedente produzido no sítio e abater nas suas outras contas, reduzindo ainda mais os gastos com energia”, completa Henrique.

Revista - Essa matéria foi divulgada na Revista Copagril Edição 115 (março/abril). Você pode conferir o conteúdo original em: https://www.copagril.com.br/revista/85. (Imprensa Copagril)

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COCARI: Encontro virtual com espetáculos e palestra será nesta terça-feira

Na noite desta terça-feira (09/06), a Cocari irá reunir pelas redes sociais cooperados, colaboradores e a comunidade externa em um grande evento cultural com apresentações artísticas da companhia Espaço Sou Arte, palestra de João Carlos de Oliveira e sorteio de prêmios. O evento terá início às 18h30 e será transmitido nos perfis @cocaricoop no Facebook e Youtube.

Novo fôlego - Todos os anos, a Cocari realiza encontros para festejar o trabalho cooperativista. Este ano, a aproximação feita por meio de eventos culturais será muito bem-vinda para amenizar a tensão vivida desde o início da pandemia e dar novo fôlego para o enfrentamento deste período sem perder a esperança de que dias melhores virão.

Atrações- Por isso, utilizando a internet como canal, a cooperativa reunirá a comunidade interna e externa para juntas celebrarem o cooperativismo, assistindo ao carismático palestrante João Carlos de Oliveira e às apresentações dos artistas do Espaço Sou Arte, de Campo Mourão-PR.

Exibição - A transmissão será realizada pelas redes sociais da cooperativa, no Facebook e Youtube. Também será possível interagir pelo Instagram. Pelas mídias sociais, os participantes deste encontro serão presenteados com o sorteio de três cafeteiras e kits do recém-lançado Café Cocari em cápsulas, entre outros prêmios.

Doações - Como extensão do evento, haverá a arrecadação de alimentos não perecíveis nos entrepostos da cooperativa, que serão doados a instituições beneficentes de municípios da área de ação da Cocari. Os participantes também poderão fazer doações em dinheiro, que serão revertidas em alimentos, acessando o QR Code disponibilizado durante a transmissão. Participe! (Imprensa Cocari)

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CREDICOAMO: Canais Digitais, mais fáceis, práticos e seguros

A pandemia do coronavírus está provocando mudança de hábitos por parte das pessoas no mundo todo e na atividade agrícola não é diferente. Os cooperados atenderam as orientações da Coamo e da Credicoamo e estão evitando deslocamentos desnecessários e a aglomeração de pessoas em um mesmo ambiente.

Mais facilidade - Para facilitar o acesso das suas operações no dia a dia com a Credicoamo, os cooperados estão utilizando com mais intensidade os canais digitais, com o uso do Internet Banking/Mobile. A aceitação desde o lançamento em julho de 2018 é positiva para os produtores associados. “Há dois anos, a entrada em operação do Internet Banking/Mobile foi um marco na história da cooperativa de crédito dos cooperados da Coamo, que por meio do aplicativo baixado no celular ou no site da Credicoamo, passaram a realizar transações financeiras de uma maneira mais simples, segura e prática”, comenta Alcir José Goldoni, presidente Executivo da Credicoamo.

Vantagens - O cooperado Roberto Lotário Scholz, de Toledo, no Oeste do Paraná, é um usuário efetivo e satisfeito com o uso da plataforma. Ele aponta as vantagens, principalmente, em tempo de coronavírus. “É muito bom este serviço, neste momento precisamos ter cuidado, seguir as recomendações e sair de casa somente se precisar. Assim, o aplicativo entra em cena e a gente pode fazer as coisas diretas pela internet, celular ou computador. Tenho usado bastante esta ferramenta que nos ajuda muito. Faço todas as transações na palma da mão com total segurança e estou contente com a qualidade e os resultados” comemora Scholz.

Economia de tempo - A economia no tempo para otimizar as atividades é um aspecto destacado pelo cooperado Fabiano Silveira Marcondes, da Credicoamo em Manoel Ribas, no Centro do Paraná. “Desde que surgiu não perdi tempo, passei a usar e só tenho elogios. A gente aprende a usar e depois não para mais, porque é muito fácil e de uma forma simples, sem complicação."

Prático e tranquilo - No caso de Marcondes, o tempo é dinheiro, já que sua propriedade está distante cerca de 40 minutos da cidade. “É bem prático e tranquilo usar o aplicativo, a gente ganha tempo para fazer outras coisas, sem contar os riscos que corríamos com a estrada. Agora faço direto no celular com muita agilidade e segurança.”

Crescimento - O gerente da agência da Credicoamo em Toledo, Sergio Batasim, diz que está aumentando o número de cooperados usuários do Internet Banking. “Orientamos aqueles que ainda não têm o aplicativo para que procurem sua agência da Credicoamo para fazer o cadastro e começar a usar pelo celular ou computador. É um benefício que o cooperado valoriza muito, pois com um clique ele pode acompanhar sua movimentação financeira com total segurança e praticidade, além de fazer aplicações, resgate, transferências, pagamento de boletos e convênios, entre outros serviços.”

Novo horário para pagamentos - A Credicoamo informa aos cooperados que foi ampliado o horário para pagamento de boletos bancários e convênios das 17 para às 20 horas. O agendamento dos pagamentos pode ser feito em qualquer horário pelo internet banking ou celular.

Cadastro biométrico - No caixa eletrônico da Credicoamo foi desenvolvido o cadastro biométrico dos cooperados para autenticação das suas movimentações, substituindo o uso de senhas. Os cooperados podem fazer no aplicativo da Credicoamo, consultas de sobras, de seguros vigentes e saldos de empréstimos e financiamentos. “Na consulta de seguros, por exemplo, ao clicar sobre o item seguros, aparece o telefone da seguradora, facilitando o acionamento em caso de sinistro”, informa o diretor de Controladoria, José Luiz Conrado. (Imprensa Credicoamo)

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SICREDI UNIÃO PR/SP: Ações do Dia C já começaram nas agências da cooperativa

sicredi uniao 09 06 2020O primeiro sábado de julho é reservado às comemorações do Dia de Cooperar, uma iniciativa das cooperativas do país para dar visibilidade, promover e estimular a realização de ações voluntárias.

DNA - “Embora cooperar esteja no DNA das cooperativas, ter um dia para dar visibilidade à cooperação é importante alertar a sociedade”, comenta Carla Sonoda, gerente de Desenvolvimento Regional Norte da cooperativa de crédito Sicredi União.

Necessidades - Este ano atípico, com muitas pessoas precisando de auxílio, levou as agências da cooperativa a adiantarem suas ações. Na agência Duque de Caxias, de Londrina, foi decidido pela arrecadação de cobertores para doação às famílias atendidas pelo Instituto União para a Vitória e, diante da necessidade, as doações já foram entregues, conforme informa o gerente Rosiel Martins.

Fraldas e cobertores - Ainda em Londrina, a agência Santos Dumond está envolvendo o Comitê da Agência, associados e os funcionários na arrecadação de fraldas para bebês de até três meses para doação ao Hospital Universitário, informa a gerente Vânia Pereira. E o gerente da agência Tiradentes, Flávio Maschietto, diz que os esforços de sua equipe estão concentrados em arrecadar cobertores e fraldas para idosos atendidos no Lar dos Vovozinhos, numa ação conjunto com a agência Ayrton Senna.

Alimento - Na agência de Cambé, a gerente Ivângela Palermo informa que será feita uma galinhada para 170 pessoas de duas entidades: cooperativa de recicladores e Lar Santo Antonio. A entrega será dia 20 de junho. “Gostaríamos de preparar o prato com a participação de comitês, associados e colaboradores; mas em função da pandemia, a galinhada será feita na casa de uma de nossas colaboradoras pelo marido dela”, menciona Ivângela.

Agasalhos - Em Alvorada do Sul, a opção foi pela coleta de agasalhos e cobertores. De acordo com o gerente Junior Gustavo da Cunha, as doações serão entregues a entidades.

Envolvimento - Todas as agências da Sicredi União realizam ações para comemorar o Dia C. Cada uma delas tem total liberdade para definir como colaborar, de acordo com as necessidades mais prementes de comunidades próximas. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

 

MAPA: Campanha tem como foco apoiar produtores de orgânicos durante pandemia

mapa 09 06 2020O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou, nesta segunda-feira (08/06), a XVI Campanha Anual de Promoção do Produto Orgânico. Realizada desde 2005, a edição deste ano da campanha tem como slogan “Tem alimento saudável perto de você - Alimento Orgânico, melhor para vida”, e objetivo de estimular a divulgação das redes de produtores para comercialização dos alimentos durante a pandemia.

Venda - Na abertura da campanha, pela internet, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) destacou as formas encontradas pelos produtores orgânicos para a venda neste momento, por meio da entrega de cestas em pontos das cidades ou em domicílio. “Tem muita gente se unindo para oferecer esse tipo de serviço porque é também na hora da crise que surgem as boas ideias. É muito importante apoiarmos financeiramente esses empreendedores, pois estaremos garantindo, além de alimento saudável para nossas famílias, geração de renda para produtores de hortifrutigranjeiros que enfrentam com resiliência este momento difícil. E que vão continuar precisando do apoio do governo e da sociedade para se reerguer no período pós-crise”, disse, acrescentando o compromisso do Ministério com a sustentabilidade da agropecuária e a qualidade e segurança dos alimentos orgânicos e convencionais.

Políticas públicas - O secretário de Defesa Agropecuária, José Guilherme Leal, ressaltou que o Ministério vem investindo na elaboração de políticas que facilitem a certificação de produtores orgânicos no país e fortaleçam o controle e a segurança dos alimentos.

Certificação - A comercialização dos produtos orgânicos em supermercados, lojas, restaurantes, hotéis, indústrias e outros locais depende de certificação junto aos Organismos da Avaliação da Conformidade Orgânica (OAC) credenciados no Mapa. Os produtos orgânicos nacionais ou estrangeiros devem apresentar o selo federal do SisOrg nos rótulos. E os restaurantes e lanchonetes que servem pratos ou ingredientes orgânicos devem colocar à disposição dos consumidores a lista dos produtos utilizados e seus fornecedores. Os agricultores familiares que fazem parte de organizações de controle social cadastradas no Ministério ou que vendem exclusivamente de forma direta aos consumidores são dispensados da certificação. Neste caso, os produtores não podem vender para terceiros, somente em feiras ou para serviços do governo (merenda e Conab), e devem portar uma declaração de cadastro junto ao Mapa para comprovar que faz parte de um grupo que se responsabiliza pela produção.

Seminário virtual - Nesta segunda e terça-feira (08 e 09/06), está sendo realizado um seminário online com temas relacionados ao setor, entre eles, requisitos para certificação de produtores orgânicos e perspectivas e oportunidades para o setor após a pandemia. Os interessados podem acompanhar as palestras pelo canal do Mapa no Youtube. Confira aqui  aprogramação do seminário virtual

Agroecologia - A coordenadora de Produção Orgânica do Mapa, Virgínia Lira, ressaltou que esse tipo de agricultura se caracteriza por utilizar sistemas de produção baseados na agroecologia, que possibilitam a produção de alimentos de forma sustentável, além de contribuir para a geração de renda e qualidade de vida para todos os envolvidos na cadeia produtiva, principalmente agricultores familiares. Ela incentivou que os consumidores busquem comprar de produtores orgânicos de suas cidades. (Mapa)

FOTO: Free-Photos / Pixabay

 

CONAB: Início da colheita de milho confirma recorde de 250,5 milhões de t na produção total de grãos

conab 09 06 2020O 9º Levantamento da Safra 2019/2020, divulgado nesta terça-feira (09/06) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), confirma o crescimento recorde da produção de grãos no país, estimada em 250,5 milhões de toneladas, ou seja, ou 8,5 milhões de t (3,5%) a mais do que o colhido em 2018/19. Em relação ao levantamento passado, houve queda de 400 mil toneladas na estimativa de produção. Mas o recorde da safra se mantém, resultado de uma área semeada de 65,6 milhões de hectares, com crescimento de 2,3 milhões de hectares (3,6%) sobre a safra passada.

Colheita finalizada - Com a colheita finalizada praticamente em todas as culturas de primeira safra, e as de segunda em andamento, o que falta agora é a conclusão do plantio das culturas de inverno e os números resultantes da terceira safra. Além disso, será necessário observar o comportamento climático, que pode influenciar na produtividade destas culturas.

Soja - A soja apresenta uma produção recorde de 120,4 milhões de t, 4,7% a mais do que a safra 2018/19. Já o milho total, somatório da primeira, segunda e terceira safras chega ao recorde de 101 milhões de t com uma área de 18,5 milhões hectares. A produção nas três safras devem alcançar, respectivamente, 25,4 milhões de t, 74,2 milhões de t e 1,33 milhão de toneladas. A colheita de arroz está próxima do fim e sua produção está estimada em 11,1 milhões de t, 6,5% superior ao volume produzido na safra passada.

Feijão - A produção de feijão chegará a 3,07 milhões de t, 1,9% superior ao obtido em 2018/19. A primeira safra está totalmente colhida, enquanto as lavouras de segunda safra estão em processo de colheita e as de terceira safra finalizando o plantio. Já o algodão em pluma tem uma produção estimada em 2,89 milhões de t, 3,9% superior à safra passada.

Culturas de inverno - Finalmente, nas culturas de inverno, o trigo tem boas perspectivas, com um crescimento de 6,7% na área a ser cultivada e a produção devendo chegar a 5,7 milhões de t, dependendo do comportamento climático.

Safras de milho – Depois de se firmar como uma opção rentável para os produtores que aproveitam melhor a janela de plantio na segunda safra, começa a surgir a terceira safra de milho na região da Sealba (Sergipe, Alagoas e nordeste da Bahia). A estimativa para este ano é uma colheita de 1,3 milhão de toneladas. (Conab)

Clique aqui para conferir os números completos do 9º Levantamento – Safra 2019/20, publicado no Portal da Conab.

FOTO: Assessoria Integrada

 

IBGE: Instituto prevê alta de 1,8% na safra nacional de grãos em 2020

ibge 09 06 2020A safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas deve fechar o ano com produção de 245,9 milhões de toneladas, segundo previsão feita em maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O volume é 0,5% menor do que o estimado em abril, mas ainda assim representa uma alta de 1,8% em relação a 2019 (241,5 milhões de toneladas).

Recorde - E, mesmo com a queda da previsão em relação a abril, a estimativa de maio mantém-se recorde. A área colhida, estimada para 2020, deve ser de 64,6 milhões de hectares, um crescimento de 2,1% em relação ao ano anterior.

Principais lavouras - Entre as principais lavouras de grãos, são estimadas altas na produção, em relação a 2019, para a soja (5,2%), arroz (5,3%), trigo (31,4%), sorgo (5,3%) e o algodão herbáceo (0,1%). Por outro lado, são esperadas quedas nas safras de milho (-3,8%) e de feijão (-1,3%).

Outros produtos - Além dos grãos, o IBGE estima safras de outros produtos importantes da matriz agrícola brasileira. A cana-de-açúcar, por exemplo, deve ter alta (0,9%), assim como o café em grãos (14,7%) e a laranja (4,2%).

Expectativa - São esperadas quedas nas safras de banana (-3,8%), batata-inglesa (-4,3%), mandioca (-1,6%) e tomate (-5,2%). A produção de uva deve se manter a mesma de 2019. (Agência Brasil)

 

DESENHO CARTOGRÁFICO: Paraná tem novo mapeamento de cobertura vegetal

desenho cartografico 09 06 2020O Governo do Estado já tem em mãos o novo mapa de cobertura vegetal do território paranaense. O Mapeamento do Uso e Cobertura da Terra que foi concluído pelo Instituto Água e Terra fornece a distribuição geográfica da tipologia de uso e cobertura. Os dados serão fundamentais para o monitoramento e planejamento periódicos de questões ambientais e socioeconômicas.

Levantamentos - O novo desenho foi desenvolvido a partir de levantamentos feitos pelo Consórcio Araucária e servirá como ferramenta para a utilização racional do espaço geográfico. Os dados serão utilizados para propostas futuras de desenvolvimento econômico, norteando as tomadas de decisões, de acordo com a capacidade de suporte ambiental, frente aos diferentes manejos empregados na produção.

Gestão territorial - O secretário estadual do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Marcio Nunes, disse que o trabalho é motivo de orgulho para a equipe, pois se trata de importante instrumento de gestão territorial. “Com esse trabalho realizado pelos técnicos do Instituto Água e Terra, podemos ter a dimensão atualizada da cobertura florestal do Paraná, das áreas ocupadas e suas características. E, principalmente, tomar decisões acertadas referentes ao desenvolvimento socioeconômico sustentável”.

Realidade ambiental - O presidente do Instituto Água e Terra, Everton de Souza, falou sobre a importância do trabalho cartográfico para conhecimento da realidade ambiental do Paraná e como suporte para decisões de gestão. Segundo ele, é um instrumento de extrema importância para a sociedade de um modo geral, mas principalmente para os técnicos. Souza acrescenta que todos os empreendimentos e investimentos no Paraná têm características próprias que estão muito bem definidas nesse mapeamento de uso e cobertura do solo. “Motivo de orgulho para esquipe do Governo Estadual que agora tem essa ferramenta para nortear nossos técnicos”, afirmou.

Vegetação - O mapeamento apresenta a vegetação em dois âmbitos: áreas de vegetação natural que são as florestas nativas (Floresta Estacional Semi-Decidual; Floresta Ombrófila Mista; Floresta Ombrófila Densa, Aluviais, Submontana, Montana e Altomontana) e as áreas antrópicas agrícolas que englobam os plantios florestais, ou seja, as espécies Nativa (Araucaria angustifolia) e Exóticas/Silvicultura (Pinus spp e Eucalyptus spp) e Sistemas Agroflorestais; a agricultura perene (Frutíferas perenes (café, seringueira, banana) e a agricultura anual (culturas de ciclo curto (milho, trigo, soja, tubérculos e hortaliças). O Bioma Mata Atlântica incide sobre 93% da área coberta pela floresta nativa.

Área - Na área de 19.987.987,15 hectares do Estado, 29,117% são ocupados por florestas nativas (5.819.950,07 ha) e 6,466% por plantios florestais (1.292.507,40 ha).

Agricultura - Os espaços preenchidos pela agricultura correspondem a 0,683% (136.561,00 ha) de agricultura perene e 33,014% (6.598.748,26) de agricultura anual. Os campos e pastagens ocupam 25,321% (411.158,04 ha), as várzeas 1,354% (270.637,73 ha) e os corpos d`água 2,057% (411.158,04).

Mangue - A área de mangue é 0,156% (31.140,24), a de restinga 0,087% (17.330,58) e a linha da praia com 0,003% (584,57 há). O Paraná ainda tem 0,061% (12.281,08) solo exposto/mineração; 1,445% (288.777,22 ha) de área urbanizada. A área construída ocupa 0,236% (47.062,31).

Parcerias - Gislene Lessa, engenheira cartógrafa e coordenadora da área de Cartografia do Instituto Água e Terra, disse que o trabalho é resultado de várias parcerias que agrupou técnicos especializados nas áreas de cartografia e sensoriamento remoto de diversas instituições interessadas nessa temática. “Hoje nós ficamos muito satisfeitos em poder apresentar o resultado, que demandou o empenho e tempo dos nossos técnicos, e que poderá ser utilizado pela sociedade em geral”.

Apoio - O coordenador do Desenvolvimento Governamental e Projetos Estruturantes da Secretaria de Estado do Planejamento e Projetos Estruturantes, Nestor Braganollo, considerou que o apoio ao mapeamento concluído pelo Instituto Agua e Terra fornece a distribuição geográfica da tipologia de uso e cobertura do Estado. “As informações serão fundamentais para monitoramento e planejamento das questões ambientais e socioeconômicas do Estado. O Banco Mundial considerou a conclusão e disponibilização para a sociedade, um grande avanço do Estado na conscientização e concretização de um desenvolvimento mais equilibrado e sustentável”.

Metodologia - A partir das imagens captadas por satélites e disponibilizadas pela Copel, técnicos do Instituto Água e Terra, da Embrapa Florestas, da UFPR, da Secretaria da Agricultura do Estado, e do Instituto de Desenvolvimento Rural (Emater) trabalharam em conjunto com o Consórcio contratado, no desenvolvimento do sistema metodológico para o mapeamento do uso e cobertura da terr.

Classificação - Foi utilizada a classificação automática supervisionada e metodologias de verificação da acurácia, com o objetivo de obter o mapeamento na escala de 1:25.000, gerando 1.237 folhas a partir de legenda pré-definida com as áreas mínimas mapeadas de 1 (um) hectare e atingindo a acurácia de 80%.

Sistema - Os dados do produto cartográfico estão no Sistema de Projeção UTM (Universal Transversa de Mercator), fusos 21 e 22 e referenciados pelo Datum horizontal SIRGAS 2000. Os metadados foram atestados conforme Perfil MGB Sumarizado (CEMG-CONCAR).

Insumos - As imagens utilizadas para o mapeamento foram Imagens Ópticas Ortorretificadas, no formato geotiff, dos sensores WorldView2 e Pleiades 1A e 1B, compostas por 4 bandas (RGB e infravermelho próximo) com 2 metros de resolução espacial tendo sido coletadas entre 2011 e 2016.

Consórcio - O Consórcio Araucária foi constituído pelas empresas Senografia Desenvolvimento e Soluções Eireli e Geopixel Geotecnologias Consultoria e Serviço Ltda e foi contratado por meio da Secretaria de Estado do Planejamento e Projetos Estruturantes, Contrato SEPL nº 002/2018, em parceria com o Banco Mundial. O valor do contrato foi de R$ 2.891.276,05. (Agência de Notícias do Paraná)

 

IPEA: Investimentos caíram 27,5% em abril, divulga Instituto

ipea 09 06 2020O indicador econômico que mede o nível de investimentos teve queda de 27,5% em abril, divulgou nesta segunda-feira (08/06) o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea). A Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), como é chamado o indicador, sofreu forte impacto da pandemia de covid-19, segundo avaliou o instituto.

Mais severa - A queda registrada em abril foi ainda mais severa que a constatada em março, quando os investimentos recuaram 11,3% na comparação com fevereiro, mês que havia apresentado uma leve alta, de 0,2%. Como resultado, o trimestre encerrado em abril teve uma queda de 11% frente ao período imediatamente anterior.

Acumulado - No ano, o país acumula uma queda de 5,2% nos investimentos, e, em 12 meses, o saldo está positivo em 0,2%.

Retração - Segundo o Ipea, houve, em abril, uma retração de 39,4% no consumo aparente de máquinas e equipamentos, que considera tanto o que é produzido no país quanto as importações. A parte comprada internamente teve um recuo de 43,4%, enquanto os importados caíram 27,6%.

Construção civil - Os investimentos em construção civil também tiveram retração, de 19,6% em relação a março.

Comparação - Quando comparado ao resultado do mesmo mês de 2019, abril de 2020 teve uma queda de 32,8% na formação bruta de capital fixo. Nessa base de comparação, o consumo de máquinas e equipamentos recuou 46%, e a construção civil, 25,6%. (Agência Brasil)

FOTO: Public Domain Pictures / Pixabay

 

INDÚSTRIA: Produção cai em 13 das 15 regiões pesquisadas

Os efeitos do isolamento social imposto no país para conter a pandemia da covid-19 se refletiram nos dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) de abril, divulgada nesta terça-feira (09/06) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Taxas negativas - Na série com ajuste sazonal, as taxas foram negativas em 13 das 15 regiões pesquisadas, com oito delas apresentando o pior resultado da série histórica, iniciada em 2002, assim como o resultado nacional, que apresentou queda de 18,8% da atividade industrial de março para abril de 2020.

Estados - As maiores quedas ocorreram no Amazonas (-46,5%), Ceará (-33,9%), Região Nordeste (-29,0%), Paraná (-28,7%), Bahia (-24,7%), São Paulo (-23,2%) e Rio Grande do Sul (-21,0%). Espírito Santo teve queda de 16,7%, Minas Gerais de 15,9%, Santa Catarina recuou 14,1% e Rio de Janeiro teve a produção 13,9% menor do que o mês anterior. Completam a lista dos índices negativos da PIM Pernambuco, com queda de 11,7%, e Mato Grosso, que recuou 4,3%.

Crescimento - Tiveram resultados positivos apenas o Pará, com crescimento de 4,9% na comparação com março, e Goiás, que subiu 2,3%. Os dois estados voltaram a crescer após apresentar queda no mês anterior, de -14,4% e -2,5%, respectivamente. Pará cresceu em abril de 2020 37,6% na comparação com o mesmo mês do ano anterior e o Goiás subiu 0,4%.

Índice - No trimestre encerrado em abril de 2020, o índice da indústria caiu 8,8% na comparação com o trimestre encerrado em março.

Comparação - Em relação a abril de 2019, a queda na produção industrial nacional foi 27,2%, a mais intensa da série histórica, assim como em nove dos 15 locais pesquisados. As mesmas 13 regiões tiveram queda nos índices na comparação anual: Amazonas (-53,9%), Ceará (-53,0%), Rio Grande do Sul (-35,8%), Região Nordeste (-33,1%), São Paulo (-31,7%), Santa Catarina (-30,8%), Paraná (-30,6%), Pernambuco (-29,1%), Bahia (-26,5%), Espírito Santo (-23,9%), Minas Gerais (-20,4%), Mato Grosso (-11,6%) e Rio de Janeiro (-5,4%).

Acumulado do ano - No acumulado do ano, a média nacional está com queda de 8,2%. O recuo foi de 15,9% no Espírito Santo, de 14,2% no Amazonas, de 14,1% no Ceará, de 13,2% no Rio Grande do Sul, de 11,8% em Santa Catarina, de 11,4% em Minas Gerais e de 10,3% em São Paulo.

Menos que a média nacional - Também com queda, mas menor do que a média nacional, ficaram o Paraná (-6,2%), Região Nordeste (-5,1%), Mato Grosso (-4,4%), Pernambuco (-3,0%), Bahia (-1,8%) e Goiás (-0,7%). Tiveram resultado positivo no acumulado do ano apenas o Rio de Janeiro, com alta de 6,1%, e o Pará, que cresceu 5,8% em 2020 na comparação com o mesmo período de 2019.

Recuo - No acumulado dos últimos 12 meses, o recuo na média nacional foi 2,9% em abril de 2020. (Agência Brasil)

CÂMBIO: Dólar tem forte queda e fecha em R$ 4,85

cambio 09 06 2020O dólar voltou a cair forte ante o real nesta segunda-feira (08/06), renovando mínima em 12 semanas, em mais um dia de notável apetite por risco em todo o mundo diante de otimismo com a recuperação da economia global.

Cotação - O dólar à vista caiu 2,66%, a R$ 4,855 na venda, menor patamar desde 13 de março (R$ 4,8128).

Futuro - Na B3, o dólar futuro de maior liquidez cedia 2,40%, a R$ 4,8530, às 17h36.

Fim da sessão - O mercado acelerou as vendas de moeda no fim da sessão ao mesmo tempo que o dólar ampliou as perdas no exterior e ativos de risco ganharam ainda mais tração, conforme prevalece no mercado percepção de que o pior da crise econômica causada pelo coronavírus já ficou para trás.

Wall Street - Em Wall Street, o índice Nasdaq Composite, com forte peso de papéis do setor de tecnologia, fechou em máxima histórica, confirmando novo "bull market" (mercado em alta). O S&P 500, referência para os mercados acionários dos EUA, apagou as perdas do ano. E o Ibovespa, principal índice das ações brasileiras, teve a sétima alta seguida, mais longa sequência do tipo desde 2018.

Empregos - Boa parte dessa euforia é explicada ainda pela surpresa positiva com dados de emprego nos EUA divulgados na sexta-feira (05/06). A expectativa era de perda de postos de trabalho, mas houve geração de vagas em maio, o que fortaleceu esperança de que a economia começa a se recuperar.

Otimismo - O otimismo dos últimos dias pegou um mercado de câmbio no Brasil com posição técnica amplamente comprada em dólar. A virada na moeda forçou desmonte de posições, o que retroalimentou a correção.

Abaixo da linha - Depois de perder no fim de maio a média móvel de 50 dias, o dólar fechou nesta segunda abaixo da linha de 100 dias pela primeira vez desde janeiro. As médias móveis são acompanhadas de perto pelo mercado e quedas sustentadas abaixo delas costumam ser entendidas como indicação de continuação do movimento (no caso, de recuo do dólar).

Próxima média móvel - A próxima média móvel a ser testada é a mais relevante, de 200 dias, atualmente em R$ 4,5511.

Últimos pregões - Nos últimos 14 pregões, o dólar caiu em 11. A moeda recua 9,09% em junho e 17,73% desde que bateu a máxima recorde para um fechamento (de R$ 5,9012 em 13 de maio).

Cautela - Mas a magnitude do ajuste, bem como da recuperação dos mercados no mundo, começa a atrair alguma cautela. "Vejo esse otimismo todo como meio exagerado", disse Luis Laudisio, operador da Renascença. No entanto, ele ponderou que, mesmo com a exuberante recuperação, o real ainda ocupa o posto de pior desempenho entre as moedas globais neste ano. "Ainda acho que o noticiário sobre fiscal pode atrapalhar (a alta do real), mas, por ora, isso vem sendo ignorado, e não apenas aqui."

Perda - Em 2020, o real ainda perde 17,35%.

Rabobank - O Rabobank vê o câmbio mais pressionado até o fim do ano, com o dólar fechando a R$ 5,45, alta de 12,3% ante o encerramento desta segunda. "Embora a alta volatilidade de meados de maio tenha diminuído nas últimas duas semanas, ainda vemos incertezas globais e domésticas se aproximando. Com uma volatilidade mais forte e persistente, o Covid-19 e as incertezas fiscais ainda deixarão o real pressionado até o final do ano", disseram em nota. (Reuters / Agência Brasil)

 

BNDES: Banco anuncia novas medidas de combate aos impactos da Covid-19

bndes 09 06 2020O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, anunciou nesta segunda-feira (08/06) um conjunto de ações emergenciais, no valor de R$ 4,3 bilhões, para combater impactos da pandemia de covid-19 no país. Entre as medidas, destaca-se a suspensão, até o fim de dezembro deste ano, do pagamento de juros em contratos de financiamento do BNDES com estados, municípios e o Distrito Federal.

Repasse emergencial - Montezano anunciou também a aprovação de repasse emergencial de recursos para os 13 estados que têm contratos ativos com o banco: Acre, Amapá, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O objetivo é que possam investir em ações de enfrentamento à pandemia e na redução do impacto das consequências econômicas. A medida permite também prorrogar os prazos das operações pelo mesmo período.

Potencial - Pelos cálculos do BNDES, a suspensão temporária de pagamentos, conhecida como standstill, tem potencial de irrigar a economia com R$ 3,9 bilhões neste ano, uma vez que os recursos poderão permanecer nas contas dos estados e do Distrito Federal, além de 44 municípios. A suspensão temporária já tinha sido adotada pela instituição para empresas. Montezano destacou que o banco está preparado e organizado para processar o grande volume de operações e conseguirá gerenciaro processo, apesar da grande demanda que pode ocorrer nas próximas semanas.

Saldo - Com os repasses emergenciais, os estados que têm contratos ativos com o BNDES poderão usar o saldo a desembolsar de operações vigentes para o combate à crise, com a condição de que isso não comprometa a conclusão de obras em andamento. De acordo com o BNDES, o potencial total da medida é de R$ 456 milhões, e os recursos liberados serão ajustados à capacidade de execução de investimentos de cada estado.

Obrigações - “Não serão alteradas as obrigações dos estados. O banco só vai liberar os recursos com mais flexibilidade e agilidade para que os estados possam se utilizar dos R$ 456 bilhões para atuar em obras, construções e infraestrutura, tão importantes na retomada da nossa economia”, disse Montezano. Segundo ele, essa ação de apoio a estados e municípios estava sendo preparada há algum tempo e só foi possível agora, após a sanção presidencial do projeto de lei que trata do assunto.

Saúde - Outra iniciativa anunciada é a liberação de linha de crédito emergencial para empresas do setor de saúde, como hospitais e laboratórios privados com faturamento acima de R$ 300 milhões por ano, com a contrapartida de manutenção ou ampliação de empregos.

Linha - Montezano informou que a linha é de R$ 2 bilhões e segue todos os trâmites normais, com a etapa de apresentação de garantias, mas sem necessidade de definir algum tipo de investimento ou infraestrutura. A linha pode usar apenas para ampliar a liquidez das empresas: “tem como objetivo apoiar essas instituições que são protagonistas no combate ao momento em que vivemos”.

Acesso ao crédito - O BNDES também anunciou crédito novo para atender à necessidade de capital de giro de cadeias produtivas com foco nas pequenas e médias empresas. Montezano disse que o programa não vai alterar a relação direta da instituição financeira com o cliente, mas ressaltou que o BNDES atuará para reduzir os riscos do banco que faz o empréstimo às empresas. “Ele vai funcionar como um fundo de aval, em que parte do risco vai ser assumida pelo fundo. Então, a instituição financeira continua com uma parte substancial desse risco, mas como o fundo, ele, entre aspas, vai assegurar a garantia de parte desse empréstimo."

Fundo - Montezano disse que o fundo tem até R$ 20 bilhões e será lançado em quatro parcelas de R$ 5 bilhões, com atuação prevista até o fim do ano.

Medida comum - Ele acrescentou que a liberação de crédito para pequenas e médias empresas é medida comum em diversos momentos da economia, mas precisa passar por uma mudança para atender melhor. “Quando se compara o patamar de juros que essas pequenas e médias empresas pagam no Brasil com o de outras empresas no mundo, é bem notório que a situação não é a ideal, no que a gente vive aqui.”

Menos apoio - Montezano destacou que tais empresas recebem menos apoio do sistema financeiro durante a crise. “De fevereiro a abril, o crédito para grandes empresas cresceu quase R$ 100 bilhões, é um número muito substancial, diria até que impressionante, e mostra uma velocidade, uma agilidade e uma disponibilidade do sistema financeiro bem robusta para apoiar as grandes empresas. O crescimento é notório e adequado para combater a crise. No entanto, quando se observam pequenas e médias empresas, existe um crescimento, que não é desprezível, da ordem de 2%, mas ainda aquém do necessário e incomparável ao reservado às grandes empresas”, afirmou.

Cadeia Produtiva - No tocante à valorização da cadeia produtiva, o BNDES informou que atenderá às pequenas e médias empresas por meio de grandes empresas. “O BNDES empresta para uma grande empresa, e ela, com os recursos, repassa o empréstimo para pequenas e médias nas mesmas condições que recebeu do BNDES. É um produto muito parecido com o conceito como o banco faz hoje nas suas operações de repasse, em que empresta a instituições financeiras que repassam a linha para pequenas e médias empresas. A única diferença é que o receptor é uma empresa da economia real”, explicou Montezano.

Orçamento - Ele disse que a previsão é de orçamento de até R$ 2 bilhões, que, se for bem-sucedida, pode ser expandida.

Sucroalcooleiro - Montezano falou também sobre o Programa de Apoio ao Setor Sucroalcooleiro (PASS), que tem como foco o financiamento para garantir a estocagem de etanol. Para este programa, estarão à disposição pelo menos R$ 3 bilhões, sendo a metade pelo BNDES e a outra de bancos comerciais, diminuindo os riscos para quem vende e para quem compra o produto.

Empregos - Segundo o BNDES, o setor de etanol emprega cerca de 1 milhão de trabalhadores e vem sofrendo forte queda de consumo decorrente da pandemia de covid-19. “Para cada R$ 1 que o banco operador fornece de crédito, o BNDES coloca mais R$ 1 dobrando o volume de crédito disponível na ponta”, disse Montezano.

Terceira etapa - As medidas anunciadas nesta segunda-feira representam o terceiro conjunto de ações do banco para reduzir os impactos da pandemia nas atividades econômicas. De acordo com Montezano, com as medidas anteriores, o BNDES mobilizou, direta ou indiretamente, R$ 102 bilhões em diferentes ações e instrumentos para públicos distintos.

Novo passo - “Hoje é um complemento, um novo passo. É uma jornada em terras novas e ambientes desconhecidos, e a gente vai colocando medidas, aprendendo com ações e reações, e à medida que sentimos necessidade e ouvimos a reação da população, dos empresários e dos governos locais, vem com novas ações”, disse Montezano, durante apresentação virtual. Ele afirmou que a terceira etapa não será a última. “Ela não se exaure, ela não é a última e, naturalmente, complementa o que já foi feito até o momento.” (Agência Brasil)

FOTO: Valter Campanato / Agência Brasil

 

CÂMARA I: Proposta cria linha de crédito para hospitais pequenos e médios durante pandemia

camara 09 06 2020O Projeto de Lei 2894/20 cria uma linha de crédito oficial de R$ 3 bilhões para hospitais privados de pequeno e médio porte durante a pandemia de coronavírus. O Congresso Nacional reconheceu estado de calamidade pública em decorrência da Covid-19.

Financiamento - Conforme o texto em tramitação na Câmara dos Deputados, o programa destina-se a financiar, com recursos públicos, capital de giro, folha de pagamentos e investimentos, especialmente em leitos de internação e de Unidades de Tratamento Intensivo (UTI).

Beneficiários - A proposta contemplará as instituições com ou sem fins lucrativos que disponham de até cem leitos. O empréstimo poderá corresponder a até 30% do valor total da receita bruta anual registrada em 2019, e a União deverá arcar com os riscos da operação.

Juros - A taxa de juros anual será de 3%, e o prazo de pagamento, de 48 meses, com carência de 6 meses. O hospital que comprovar expansão dos empregos e dos investimentos em pelo menos 20% nos seis primeiros meses terão redução de 50% na taxa de juros.

Contrapartida - Como contrapartida, os hospitais beneficiados deverão manter empregos e salários; não poderão reajustar a remuneração dos dirigentes ou distribuir bônus, lucros e dividendos; e deverão manter os preços dos serviços prestados, entre outras obrigações.

Dificuldade - “Apesar da importância decisiva na pandemia, esses hospitais têm dificuldades de financiamento para a manutenção e a expansão de suas necessárias atividades”, disseram os autores da proposta, deputado Eduardo Costa (PTB-PA) e outros dez parlamentares. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Cleia Viana / Câmara dos Deputados

 

CÂMARA II: Plenário pode votar projeto que suspende cadastro negativo de consumidor durante pandemia

camara II 09 06 2020O Plenário da Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (0/069) o Projeto de Lei 675/20, que suspende a inclusão de novos inscritos em cadastros negativos como Serasa e SPC durante a pandemia de Covid-19. A proposta foi aprovada pelos deputados no último dia 9 de abril e será novamente analisada porque foram feitas alterações no Senado.

Calamidade pública - Segundo o texto do Senado, durante o estado de calamidade pública relacionada ao coronavírus (até 31 de dezembro de 2020), a inscrição de registros de informações negativas de consumidores relativas às obrigações de dívidas deverá ser apartada dos cadastros normais. Transcorrido esse período, o cadastro volta à situação normal, exceto se houver pedido de renegociação por parte do devedor.

Restrição ao crédito - O texto estabelece que, durante o estado de calamidade pública, as inscrições de registros de informações negativas dos consumidores, inclusive aquelas anteriores à pandemia da Covid-19, não poderão ser usadas para restringir o acesso a linhas de crédito ou programas de fomento que visem ao enfrentamento das consequências econômicas da pandemia.

Execuções judiciais - Ficarão suspensas as execuções judiciais cíveis propostas contra consumidores por obrigações vencidas a partir de 1º de janeiro de 2020.

Combate à Covid-19 - Em caso de descumprimento das regras pelos cadastros de crédito, os valores arrecadados com multas serão destinados ao combate à Covid-19: aquisição de medicamentos, insumos, materiais e equipamentos.

Linhas especiais - O texto do Senado também obriga os bancos públicos a disponibilizar linhas especiais de crédito de até R$ 10 mil para a renegociação de dívidas dos consumidores inscritos nos cadastros negativos.

Pauta - Além do PL 675/20, a pauta desta terça-feira inclui outros sete projetos de lei e quatro medidas provisórias. A sessão está marcada para as 13h55. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados

 

SAÚDE I: Ministério aponta 15.654 novos casos e 679 novas mortes por covid-19

O levantamento mais recente do Ministério da Saúde mostra que foram registrados 15.654 novos casos de Covid-19 e 679 novas mortes.

Nova plataforma - A nova plataforma do Ministério da Saúde sobre Covid-19 no Brasil mostrou, na noite desta segunda-feira (08/06), o total de casos confirmados e de mortes provocadas pelo novo coronavírus. Segundo a plataforma, os casos acumulados chegam a 707.412. Já a quantidade de óbitos acumulados é de 37.134. Os dados são iguais aos apresentados pelo Conselho Nacional de Secretarias Estaduais de Saúde (Conass).

Ajustes - A nova plataforma interativa ainda passa por ajustes e deve apresentar também os óbitos em suas datas de ocorrência.

Resultados - "Atualmente, são divulgados os resultados laboratoriais notificados diariamente, independente do dia do falecimento do paciente. Há casos de resultados laboratoriais de mortes registradas há semanas, mas que contam para a contabilidade do dia. Com o aumento dos testes e da capacitação de laboratórios e de profissionais, a rede pública vem aumentando sua capacidade de diagnóstico. Ou seja, os usuários da nova plataforma conseguirão visualizar quantas mortes foram notificadas no dia e a que data se refere cada óbito”, destaca nota do ministério.

Informações públicas - A pasta ressaltou ainda que as informações são públicas e repassadas pelas secretarias estaduais de Saúde. O ministério consolida as informações.

Repasse dos estados - O secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, anunciou durante entrevista coletiva na tarde desta segunda, que os estados deverão repassar os dados diariamente até as 16h e que, se não informarem até esse horário, os dados serão contabilizados no boletim do dia seguinte. O Ministério da Saúde se comprometeu a atualizar e divulgar diariamente todas as informações sobre Covid-19 na nova plataforma às 18h30. (Agência Brasil)

saude I quadro 09 06 2020

SAÚDE II: Paraná ultrapassa 7 mil casos e registra 243 mortes pela Covid-19

saude II 09 06 2020A Secretaria de Estado da Saúde informa mais 134 confirmações e seis mortes pelo novo coronavírus. Total de pessoas contaminadas é de 7.031 e 243 pacientes mortos pela infecção. Entre todos os 399 municípios paranaenses, 283 têm ao menos uma ocorrência da doença, aproximadamente 70% do total de cidades.

Internados - 307 pacientes com o diagnóstico confirmado pela Covid-19 estão internados nesta segunda-feira (08/06). Em leitos SUS estão 226 (sendo 82 em UTI e 144 em leitos clínicos/enfermaria) e 82 em leitos da rede privada (sendo 33 em UTI e 49 em leitos clínicos/enfermaria).

Mortes - A secretaria divulga a morte de mais seis pacientes que estavam internados, dois homens e quatro mulheres que morreram entre os dias 3 e 7 de junho. Um homem, 81 anos, de Rolândia, faleceu na quarta-feira (03/06), o outro residia em Curitiba, tinha 85 anos, morreu na sexta-feira (05/06).

Sábado e domingo - Duas mulheres morreram no sábado (06/06), uma de 81 anos residia em Maringá, e outra, de 50, era moradora de Araucária. No domingo (07/06), morreram duas mulheres que residiam em Londrina, uma tinha 86 e outra 47 anos.

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria registra 90 casos que foram atendidos no Paraná, mas residem fora daqui. Sete pessoas morreram.

Municípios - 283 cidades paranaenses têm ao menos um caso confirmado pela Covid-19. Em 84 municípios há registro de óbitos pela doença. Quantidade de casos novos e municípios:

9 casos confirmados – Curitiba; Londrina;

7 casos confirmados – Maringá; São José dos Pinhais;

6 casos confirmados – Cornélio Procópio;

5 casos confirmados – Carlópolis; Guapirama;

4 casos confirmados – Araucária; Cascavel; Pinhais;

3 casos confirmados - Campo Largo; Pato Branco; Santa Mariana; Toledo;

2 casos confirmados – Andirá; Apucarana; Bandeirantes; Braganey; Cianorte; Corbélia; Fazenda Rio Grande; Guaraniaçu; Ibaiti; Ibema; Irati; Joaquim Távora; Mandirituba; Nova Fátima; Paranavaí; Quedas do Iguaçu; Santa Tereza do Oeste; Tomazina; Vera Cruz do Oeste;

Um caso confirmado – Abatiá; Agudos do Sul; Anahy; Assis Chateaubriand; Campina Grande do Sul; Campo Mourão; Capitão Leônidas Marques; Colombo; Diamante do Sul; Iguatu; Itambaracá; Jaguariaíva; Jundiaí do Sul; Leópolis; Lindoeste; Mandaguari; Quatiguá; Rio Azul; Rolândia; Santo Antônio da Platina; Sertanópolis; Tupãssi; Uraí; Wenceslau Braz.

Ajustes - Um caso confirmado na data de 5/6 em Araucária foi transferido para Curitiba. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando aqui

 

OPINIÃO: Cooperação é aliada na retomada econômica pós-pandemia

opiniao 09 06 2020* Lotário Luiz Dierings

O novo coronavírus trouxe mudanças no modo de vida e impactos na economia global. As consequências da crise sanitária afetam diferentes países, estados e comunidades e nos propõe uma reflexão sobre as possíveis saídas para esse momento tão desafiador. Parte das soluções para um novo mundo já está sendo apresentada com iniciativas que contemplam desenvolvimento sustentável, economia colaborativa e solidariedade.

Esses três princípios, apesar de atuais, não são novidade no Brasil. Há mais de um século, instituições cooperativas atuam com base na colaboração, inclusão e desenvolvimento das comunidades. Com início em Nova Petrópolis, na Serra Gaúcha, a primeira cooperativa de crédito da América Latina foi fundada por iniciativa do padre suíço Theodor Amstad, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social da localidade.

Inspiradas no ideal dos fundadores, cooperativas que integram o sistema pioneiro, como a Sicredi Iguaçu PR/SC/SP, realizam suas ações visando crescimento do associado, que é também dono do negócio, a geração de renda e o desenvolvimento das comunidades. O ciclo virtuoso possibilita que os recursos gerados sejam reinvestidos nas áreas de atuação de cada cooperativa. Princípios básicos e seculares do cooperativismo que estão constantemente se adequando às atuais necessidades da sociedade.

Várias ações desenvolvidas estão conectadas à agenda moderna da Organização das Nações Unidas (ONU), com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). As iniciativas de inclusão e educação financeira, os projetos para fomento de liderança feminina e jovem, e programas para o crescimento sustentável demonstram que, para além da geração de renda, da expansão e da apresentação de soluções financeiras adequadas, o Sicredi e suas cooperativas trabalham pelo coletivo com ações que trazem benefícios diretos para o maior número de pessoas.

Esse impacto positivo foi demonstrado recentemente em pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O levantamento avaliou dados econômicos de cidades brasileiras entre 1994 e 2017, e concluiu que o cooperativismo incrementa em 5,6% o Produto Interno Bruto (PIB) per capita dos municípios, cria mais vagas de trabalho formal (6,2%) e estimula o empreendedorismo com acréscimo de 15,7% de estabelecimentos comerciais.

Com todas essas ações e resultados positivos, o cooperativismo tem demonstrado, ao longo do tempo, que a colaboração e a solidariedade são saídas possíveis para o desenvolvimento das comunidades. Em períodos de crise como o que estamos vivendo, esses princípios ficam ainda mais fortes, refletindo que conceitos trazidos para o Brasil, há mais de 100 anos, estão atuais do que nunca.

*Lotário Luiz Dierings é presidente da Sicredi Iguaçu PR/SC/SP

 


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