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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4839 | 08 de Junho de 2020

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Diretoria da Primato recebe visita virtual do Sistema Ocepar

Membros da diretoria, conselho e executiva da Cooperativa Primato, com sede em Toledo, na região Oeste do Paraná, recebeu de forma virtual a equipe do Sistema Ocepar, que apresentou os indicadores econômicos e financeiros da cooperativa, dentro das ações de acompanhamento e monitoramento.

Pandemia - A abertura do encontro foi realizada pelo presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, que ressaltou a integração existente entre a entidade com a cooperativa e os desafios que o setor deverá enfrentar devido à pandemia. “Temos muitos desafios pela frente em decorrência deste novo cenário que estamos enfrentando, mesmo que nossas cooperativas não tenham paralisado suas atividades. O ano de 2020 está totalmente fora do script que tínhamos previsto. A pandemia mudou nosso foco e tivemos que replanejar tudo”, frisou.

Queda no PIB - Para o dirigente, são dois grandes desafios: saúde e economia do país. “Temos ciência que, desde 2015/2016, tivemos uma redução no PIB e isso atingiu a todos, ninguém está imune. Como vivemos numa área estratégica e essencial, talvez não sintamos a curto prazo nos nossos negócios, mas já percebemos uma menor liquidez e estamos trabalhando junto às instituições financeiras, mantendo reuniões com bancos, BNDES, BRDE, para que linhas de crédito sejam disponibilizadas para o setor”, frisou Ricken.

Diálogo - O presidente do Sistema Ocepar destacou que essas reuniões institucionais “servem para poder dialogar com cada cooperativa e suas lideranças no sentido de ouvir as principais demandas. “Precisamos estar muito alinhados para que possamos fazer uma avaliação bem consistente sobre o momento atual. Hoje já temos uma situação melhor diante dos bancos. Estamos realizando uma ação junto com as entidades do setor produtivo, o G7, junto ao governo do estado e entidades vinculadas para levar nossas demandas e para que sejamos ouvidos. Estamos muito próximos”, disse.

Prioridades – “Tivemos que rever nossa estratégia interna e discutimos isso nas pré-assembleias. Definimos onze pontos importantes para dar continuidade ao nosso trabalho em apoio ao cooperativismo paranaense.” 1. Representação; 2. Planejamento; 3. Intercooperação; 4. Desenvolvimento; 5. Infraestrutura; 6. Comunicação e Relacionamento; 7. Soluções para as cooperativas; 8. Mercado; 9. Gestão e Governança; 10. Inovação e 11. Gestão Organizacional.”

Pontos – O presidente da Primato, Ilmo Werle Welter, destacou que a reunião foi muito esclarecedora e objetiva. “Foi, sem dúvida, uma experiência nova e muito boa porque, mesmo sem estarmos presentes de forma física, pudemos interagir e questionar”. Ele destacou três pontos que precisam de uma atenção especial do Sistema Ocepar: “Destacaria como primeiro ponto a importância da representação política, que vem sendo realizada pelo sistema de forma eficiente. Mas temos nossas preocupações com a vinda de algumas cooperativas para nossa região. Precisamos articular um diálogo neste sentido para que uma não acabe prejudicando a outra. O segundo é sobre a intercooperação, que precisa ser intensificada com a liderança do Sistema Ocepar. Formas de parcerias onde todos ganham. E o terceiro ponto é a questão da comunicação, que precisa ser cada vez mais intensificada diante desses novos desafios”.

Apresentações – Durante duas horas, além da apresentação dos indicadores financeiros e econômicos, realizada pelo coordenador do Programa de Autogestão, João Gogola Neto, também houve o repasse de informações nas áreas de mercado, técnica e de conjuntura, com Moisés Knaut Tokarski e Maiko Zanella, agrônomos da gerência Técnica da Ocepar e ,no final, o coordenador da gerência de Desenvolvimento Cooperativo, Leandro Macioski, falou das ações realizadas pelo Sescoop/PR e dos programas disponíveis para que a cooperativa possa utilizar. O superintendente do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, coordenou os trabalhos.

COVID-19: Comunicado 50 do Comitê de Acompanhamento destaca mais ações do cooperativismo

covid 19 comite 08 06 2020Além da segunda reunião virtual realizada pela diretoria executiva com os funcionários do Sistema Ocepar, na sexta-feira (05/06), o comunicado 50 do Comitê de Acompanhamento da entidade traz entre os seus destaques várias ações do cooperativismo relacionadas ao segmento agro, que discutiram questões ligadas aos frigoríficos, Plano Safra 2020/21 e Cosit-11. Veja abaixo todas as informações.

1. Na sexta-feira, dia 5 de junho, a diretoria executiva do Sistema Ocepar realizou reunião virtual com todos os colaboradores com o propósito de compartilhar informações sobre como está o andamento das atividades e demonstrar os resultados dos primeiros meses de 2020. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

2. No dia 5 de junho, a Ocepar coordenou, em conjunto com as entidades Fiep e Faep, a reunião com os secretários estaduais, Beto Preto, da Saúde e Norberto Ortigara, da Agricultura e Abastecimento, e representante do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), com a participação das lideranças do cooperativismo e indústrias de proteína animal, para tratar assuntos relacionados aos protocolos de segurança para manter o pleno funcionamento das unidades frigoríficas.

3. No dia 5 de junho, a OCB reuniu o Grupo Técnico do Crédito Rural para discutir com o diretor do Mapa a proposta do Plano Safra de 2021/2021.

4. No dia 5 de junho, a OCB realizou reunião virtual com representantes da Ocepar, Copacol e Aurora para alinhar e revisar as estratégias em relação à Cosit-11.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção do Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

 

GETEC: Informe nº 27 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 08 06 2020A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (08/06), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2020, 2021 e 2022.

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

 

MEIO AMBIENTE: Governo promove consulta pública sobre logística reversa

O Ministério do Meio Ambiente abriu, na quinta-feira (04/06), consulta pública para aprimoramento do Termo de Compromisso a ser adotado pelas organizações no âmbito da Política Nacional de Resíduos Sólidos. A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) considera o tema de grande importância para o cooperativismo, principalmente para as cooperativas agro e de reciclagem.

Abrangência nacional - O termo de compromisso terá abrangência nacional e vai estabelecer novas medidas com foco em estimular a não geração, a redução, a reutilização, a reciclagem e o tratamento das embalagens, bem como incentivar o uso de produtos sustentáveis. O termo também incentiva a indústria de reciclagem com ações de fomento para a utilização de matérias-primas e insumos recicláveis e reciclados.

Faça sua parte - As contribuições e sugestões devem ser realizadas até o dia 3 de julho, por aqui. (Informe OCB)

 

COCAMAR: Cooperativa e Instituto Cidade Canção firmam parceria para plantar uma floresta

O Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado na sexta-feira (05/06), não passou em branco na Cocamar. A cooperativa e o Instituto Cidade Canção firmaram parceria para o plantio de 15 mil árvores em áreas de reflorestamento no início da primavera, em setembro.

Impulsionamento - Detalhe é que o impulsionamento para a formação dessa nova floresta – em local ainda a ser definido - vai ser dado pelos consumidores da rede de Supermercados Cidade Canção, sediada em Maringá (PR) e com lojas em vários estados. Na compra de quatro itens produzidos pela Cocamar, no período de 5 a 30 de junho, fica automaticamente programado o plantio de uma árvore.

Inclusão social - As mudas de várias espécies nativas já estão prontas e foram produzidas pelo Cultivar, um projeto de inclusão social mantido pela cooperativa com a participação de dezenas de alunos da Apae (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais) em seus viveiros em Maringá e Rolândia.

Mudas - A analista de Responsabilidade Social da Cocamar, Sabrina Ambrósio, comenta que a pandemia do novo coronavírus interrompeu temporariamente as atividades do projeto, mas as mudas estão sendo cuidadas para que o plantio seja efetuado logo após o inverno, possivelmente no dia 21 de setembro (Dia da Árvore). “Antes disso, as plantas ficam muito suscetíveis ao frio e pode haver perdas”, explica.

Valores semelhantes - Para a coordenadora de cultura e projetos sociais do Instituto Cidade Canção, Priscila Costa Santos, trata-se de uma ação diferente e inovadora para marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente. Sobre a Cocamar, ela diz "ser uma parceira que tem valores semelhantes aos nossos, além de ser socialmente responsável e nascida em Maringá”.

Produtos - Um variado leque de produtos da Cocamar pode ser encontrado nas gôndolas, desde óleos de soja, milho, girassol e canola, a cafés, sucos e néctares de frutas, bebidas à base de soja, farinha de trigo, maioneses, catchup e mostarda. (Imprensa Cocamar)

 

cocamar 08 06 2020

COAMO: Produção industrializada e agregação de valor

Na Coamo, a transformação não para. Mudam as colheitas, as estações, as pessoas, o mercado. Tudo está o tempo todo se transformando. Com as indústrias, novas tecnologias, métodos inovadores e muito trabalho fazem parte da busca constante da cooperativa, por oferecer produtos cada dia melhores.

50 anos - Fundada em 1970, a cooperativa completará em novembro, 50 anos de existência e a agroindustrialização sempre esteve presente. Passados todos esses anos, novas indústrias surgiram outros produtos foram industrializados, sempre buscando a agregação de valor à produção dos cooperados.

Início - O processo de industrialização na Coamo começou em 1975 com a implantação do moinho de trigo. Seis anos mais tarde, em 1981, entrou em funcionamento a primeira indústria de processamento de óleo de soja. Na sequência vieram em 1985, a fiação de algodão, 1990 a indústria de processamento de soja e Terminal Portuário em Paranaguá, 1996 refinaria de óleo de soja, 1999 indústria de hidrogenação, 2000 fábrica de margarina e gordura vegetal, 2009 torrefação e moagem de café e 2015 novo moinho de trigo. Em novembro de 2019, a cooperativa inaugurou em Dourados (MS), duas novas indústrias para produção de processamento de óleo de soja e refinaria de óleo de soja.

Empenho e dedicação - Todo processo industrial exige empenho e dedicação. É uma engrenagem que depende de várias peças para se manter funcionando e transformar mais de 3,0 milhões de toneladas de produtos por ano, agregando valor à produção dos cooperados e gerando empregos e divisas nas regiões em que atuam. É deste parque fabril com indústrias em Campo Mourão e Paranaguá, no Paraná, e Dourados, no Mato Grosso do Sul, saem os produtos Coamo que, junto com as commodities agrícolas, são comercializados nos mercados interno e externo.

Processamento - Originados dos campos dos seus associados, os grãos que chegam até as indústrias são processados e ampliam a renda dos cooperados gerando mais qualidade de vida no campo, além de garantir divisas para o país. Com papel relevante no processo da cadeia produtiva, a Coamo transforma matéria-prima em óleo de soja degomado, farelo e em produtos acabados, como óleo, margarinas, gorduras, farinha de trigo, café e fios de algodão. Estes produtos saem do complexo industrial da cooperativa para atender as demandas do mercado consumidor, seja para as linhas humana, animal e têxteis.

Cooperativa de grãos - “Quem tem indústria pode possibilitar uma margem maior e até pagar mais com a venda do produto industrializado”, afirma o presidente do Conselho de Administração da Coamo, José Aroldo Gallassini. Segundo ele, desde o início da aprovação e funcionamento das suas indústrias, a Coamo sempre pensou em industrializar os produtos in natura para agregar mais valor à produção dos seus cooperados com a venda desses produtos no mercado interno ou externo, dependendo da demanda e do mercado consumidor.

Industrialização na essência - A própria essência da Coamo motivou a industrialização dos produtos. Segundo o diretor Industrial da Coamo, Divaldo Corrêa, empresas do agronegócio que possuem indústrias, têm melhores resultados. “É importante ter sempre duas pontas: uma com commodities, produtos in natura, e a outra com produtos industrializados. Isso porque, quando uma não estiver passando por um bom momento, a outra equilibra”, comenta. Ele lembra que o único produto recebido nos armazéns da cooperativa e que ainda não é industrializado é o milho. Porém, já existe estudo de viabilidade para novos projetos.

Rigor - Corrêa esclarece que o rigor com os processos é fundamental nessa etapa. “O objetivo do cooperativismo é valorizar a produção e incrementar a renda do homem do campo. Então, na década de 1970, a Coamo percebeu que o caminho era a industrialização.”

Boas práticas - Corrêa garante que as indústrias da cooperativa praticam as boas práticas de fabricação para dar continuidade ao processo de qualidade que começa no campo de milhares de cooperados. “O grão entregue na cooperativa deve atender a mesma padronização para exportação. Todos os produtos da nossa linha alimentícia carregam os selos e certificações que atestam essa qualidade. Tudo para agregar valor ao produto do cooperado e atender um mercado exigente”, ressalta.

Novas tecnologias - A busca constante pela transformação passa também pela evolução e implantação de novas tecnologias que possam aprimorar a produção em toda a cadeia industrial. É a chamada indústria 4.0. A Coamo caminha a passos largos com investimentos e modernização de todos os parques industriais.

Atualização - Na vanguarda no que tange à tecnologia industrial, Divaldo Corrêa acrescenta que é preciso manter-se constantemente atualizado. “Temos tecnologia de ponta para que os produtos dos cooperados sejam competitivos.”

Moinho de trigo - Inaugurado em 2015, o novo moinho de trigo em Campo Mourão é um dos mais modernos do Brasil, com equipamento de última geração. O mesmo ocorre com as indústrias em Dourados, que contam com estrutura automatizada e foi inaugurado em novembro do ano passado. “Estas indústrias permitem expandir a presença da Coamo no mercado brasileiro com óleo refinado, nos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul com farelo de soja e, também, ampliar a nossa participação no mercado europeu com farelo de soja.”

Óleo - As novas indústrias de óleo e refinaria de óleo de soja foram construídas à margem da BR 163, entre Dourados e Caarapó, com investimento superior a R$ 780 milhões e capacidade para processamento de 3.000 toneladas/dia de soja, produção de farelo de soja e uma refinaria para 720 toneladas/dia de óleo de soja, equivalente a 15 milhões de sacas. “Com as indústrias de Dourados, somados aos outros dois parques industriais, a Coamo amplia a capacidade de processamento de soja para 8.000 toneladas/dia e a de refino para 1.440 toneladas/dia de óleo de soja refinado”, revela Divaldo Correa.

Crescimento - De acordo com ele, com as novas indústrias, a Coamo passou a esmagar 40 milhões de sacas de soja por ano. “Isso representa quase a metade da soja recebida pela Coamo. Crescemos também na produção de alimentos abrindo mais mercado no Mato Grosso do Sul e interior de São Paulo deixando a Coamo mais competitiva a atividade alimentícia.”

Serviço - Veja a reportagem completa na Revista Coamo: http://www.coamo.com.br/revistacoamo/mai20/. (Imprensa Coamo)

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COOPAVEL: Dia de Cooperar arrecada produtos de higiene e limpeza para entidades

coopavel 08 06 2020Cooperativas de Cascavel (PR) somam forças na edição de 2020 da campanha Dia de Cooperar. A finalidade é arrecadar, até o próximo dia 25 de junho, materiais de higiene e limpeza que serão doados a quatro entidades assistenciais do município.

Diferentes públicos - O Dia C, como é mais conhecido, envolve cooperativas de todo o Paraná que realizam ações solidárias para assistir entidades filantrópicas de suas comunidades. “É um gesto que precisa se apoiado, porque as associações contempladas prestam determinante serviço aos mais diferentes públicos de suas cidades”, diz Aguinel Marcondes Waclawovsky, gerente de Recursos Humanos da Coopavel.

Envolvimento - Com o tema Atitudes simples mudam o mundo, a campanha quer envolver cooperados, clientes, parceiros e toda a população. Os donativos que podem ser entregues são: água sanitária, detergente, sabão em barra, álcool antisséptico, sabonete, creme dental, papel higiênico, papel toalha, sabão em pó e xampu. Todo material arrecado será entregue ao Albergue Noturno André Luiz, Cootacar, Caremel e Recanto da Criança.

Pontos de arrecadação - Os donativos podem ser entregues nos seguintes pontos de arrecadação: Coopavel (sede administrativa/recepção, Ucas), Credicoopavel, Show Rural, Frigorifico de Suínos, Frigorífico de Aves, Getran, UBS, Unicoop, restaurante, indústria de óleo, indústria de ração, indústria de fertilizante, incubatório e também nas 32 filiais da cooperativa.

Participantes - Além da Coopavel e da Credicoopavel, o Dia de Cooperar conta com a participação, em Cascavel, da Cotriguaçu, Cresol, Sicoob, Sicredi, Unimed e Uniprime. A campanha tem a colaboração do Sescoop e do SomosCoop. Outras informações podem ser conseguidas pelo telefone (45) 3218-5096. (Imprensa Coopavel)

 

COPACOL: Famílias recebem 27 toneladas de alimentos doados pela cooperativa e Ihara

Famílias receberam cestas básicas doadas pela Copacol e pela empresa Ihara, especializada em defensivos agrícolas. Os donativos também foram entregues a entidades que prestam serviços à comunidade, como Apaes, asilos e cozinhas sociais nas cidades com unidades da cooperativa: Goioerê, Iracema do Oeste, Jesuítas, Formosa do Oeste, Nova Aurora, Cafelândia e Tupãssi (Jotaesse).

Dia C - A ação feita nesta semana integra o Dia C, Dia de Cooperar, desenvolvido pelo sistema cooperativista de todo o País por meio de atividades voluntárias que evidenciam os valores e os princípios do setor. “O Dia C é uma ação forte, em que a cada ano a cooperativa proporciona e participa de contribuições para fortalecer cada vez mais o setor na região. Neste ano a parceria é com a Ihara. É um trabalho feito a várias mãos que também fortalece as ações da cooperativa e marca presença da Copacol na comemoração internacional do cooperativismo”, enfatiza o presidente da Copacol, Valter Pitol.

Total - Ao todo são 27 toneladas em alimentos divididas em 900 cestas entregues a moradores que enfrentam dificuldades financeiras diante do agravante cenário da pandemia do Coronavírus (Covid-19). “A Ihara integra essa ação pensando nas famílias que estão sofrendo mais nesta época. Nossa empresa atua no setor de produção de alimentos e nada mais justo do que ajudar a comunidade com algo que é essencial”, explica o administrador técnico de vendas Ihara, Líbero José Outeiro. A empresa desenvolveu a mesma ação com 20 clientes diferentes em todo o País – no oeste do Paraná a parceria é com a Copacol.

Beneficiados - Os beneficiados foram identificados pelos 21 grupos femininos da Copacol, Pastorais de Auxílio Fraterno, Secretarias de Assistência Social. Impulsionadas pela solidariedade, as cooperadas de todos os municípios de abrangência da Copacol iniciaram os trabalhos separando os itens das cestas básicas. “É uma satisfação muito grande poder participar e ajudar quem mais precisa. Também tenho um grande orgulho de fazer parte da Copacol. Minha filha foi Jovem Aprendiz. Toda nossa família participa da cooperativa”, diz a cooperada de Goioerê, Rosimeire Donars Garcia da Silva.

Higienização - Os alimentos foram devidamente higienizados com álcool antes de serem embalados. Durante todo o trabalho, as voluntárias utilizaram equipamentos necessários para amenizar os riscos de contaminação do Covid-19, como álcool em gel 70% e máscaras. Além disso, houve o cuidado em evitar aglomerações nos ambientes em que ocorreu a embalagem dos produtos.

Dia C contra a Covid-19 - Neste ano, as ações do Dia C estão concentradas em amenizar os impactos da Covid-19. A Copacol realiza doações desde o início da pandemia. A cooperativa entregou luvas e camisas impermeáveis em parceria com a Unitá para mais de 12 mil profissionais de saúde. O HU (Hospital Universitário), em Cascavel, referência no oeste e sudoeste do estado, recebeu 4 mil kits. As secretarias municipais de saúde também receberam as doações, repassando os itens aos profissionais que prestam atendimento pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Hospitais da área de atuação da Copacol receberam mais de 1,6 tonelada de frango: alimento incluso no cardápio para atender os pacientes internados, acompanhantes e servidores.

Recursos - Por meio da Cotriguaçu (Cooperativa Central Regional Iguaçu), a Copacol colaborou na junção de R$ 1 milhão, repassado à Amop (Associação dos Municípios do Oeste do Paraná). Além disso, doou mais R$ 350 mil, por meio da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), ao Ministério da Saúde, para que fossem aplicados em ações contra o Covid-19. Ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), a cooperativa doou mais R$ 50 mil para reforço em trabalhos de prevenção.

Sobre a Ihara - A Ihara é uma empresa química brasileira formada por acionistas do Japão. Ela atua em tecnologia de inovação, no desenvolvimento de novas moléculas para o avanço da agricultura. A mais recente molécula criada é o inseticida Dinotefuran, voltado ao combate de percevejos e moscas brancas na soja. Com 55 anos de atuação, a empresa oferece mais de 60 defensivos agrícolas, entre fungicidas, herbicidas, inseticidas e produtos especiais. (Imprensa Copacol)

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COCARI: Cooperativa realiza evento on-line aberto à comunidade

Nesta terça-feira (09/06), às 18h30, a cooperativa transmite o Conexão Cocari, um evento on-line com diversas atrações. Anualmente, a cooperativa se organiza para celebrar o cooperativismo e promover atividades culturais entre associados e colaboradores.

Programação - Este ano, o evento é aberto a toda a comunidade, que vai acompanhar a palestra de João Carlos de Oliveira, cujo tema será: “O mundo está em crise, nós não”. A noite também contará com apresentações da companhia de artistas parceira da Cocari, Espaço Sou Arte, de Campo Mourão (PR).

Sorteio de prêmios - Durante a transmissão, serão sorteados vários prêmios, entre eles, três cafeteiras com kits do Café Cocari em cápsulas.

Ação solidária- Como parte do evento, serão arrecadados alimentos e doações em dinheiro, que serão encaminhados a instituições beneficentes.

Transmissão - A exibição do Conexão Cocari pode ser acompanhada pelas redes sociais da cooperativa, no Facebook e Youtube. Participe interagindo conosco também no Instagram. Acesse as páginas do perfil @cocaricoop. (Imprensa Cocari)

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PRIMATO: Forte parceria no sudoeste paranaense

primato 08 06 2020Um dos principais objetivos de uma cooperativa é trazer representatividade e desenvolvimento aos seus cooperados, ajudando a construir um ambiente mais seguro e propício nas atividades dentro da propriedade rural, seja agrícola ou pecuária. Outro fator importante é que juntos ambos conseguem se desenvolver, criando um ciclo sustentável de negócios.

Pecuária de leite - Para a pecuária de leite, a parceria começa na assistência técnica, contribuindo com as instruções de manejo de plantel, nutrição animal, ambientação e ciclo de produção. Quando há reciprocidade nessa relação os resultados são propriedades otimizadas, sanidade animal e alta produtividade e baixo custo operacional.

Verê - Para demonstrar um exemplo de parceria que apresentamos o cooperado Almir José Berton, da Linha Planalto no município de Verê (PR). Segundo o filho do cooperado, Robson Antonio Berton, a família vem desenvolvendo uma boa parceria com a cooperativa. “Nossa propriedade tem dez hectares onde atuamos exclusivamente com a pecuária leiteira. Nosso plantel atualmente é de 50 animais, sendo 25 em lactação, com uma média diária de 25 litros de leite cada”, disse.

Ração - “Nós estamos utilizando a Prima Raça 20% especial há mais de dois anos e posso dizer que é uma ração muito boa, top de linha, trazendo ótimos resultados em nossa produção de leite”, exaltou Robson que complementou, “e também na sanidade dos animais que dificilmente tem alguma doenças ou problemas, sem contar que a qualidade do leite é uma boa também”.

Cooperativa - Sobre a relação com a cooperativa, Robson fez questão de enaltecer a parceria também em outros negócios. “Posso classificar a relação com a Primato como muito boa e positiva, sendo que além da assistência técnica, a ração e os medicamentos, também adquirimos máquinas agrícolas para uso na propriedade e também fora, já que meu pai (Almir) faz o trabalho de colheita em outros estados”, destacou Berton que concluiu, “por isso espero que esta parceria continue por muito tempo, afinal, com uma cooperativa nós temos a possibilidade de trabalharmos com uma ração de qualidade, boa assistência técnica, melhores negociações e no final de cada ano ter a participação das sobras”.

Família - Atuam na propriedade o cooperado Almir José Berton e sua esposa Marilei Aparecida, além do filho Robson Berton. (Imprensa Primato)

 

SICREDI: Prazo para entrega do IR 2020 termina no fim do mês; confira dicas para não cair na malha fina

sicredi 08 06 2020O prazo para entrega do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) termina no próximo dia 30 e, de acordo com a Receita Federal, cerca de 16 milhões de brasileiros ainda não enviaram a declaração de 2020. A data para entrega foi prorrogada por dois meses devido à pandemia do novo coronavírus. Ao todo, a Receita espera receber 32 milhões de declarações.

Dados corretos - “Com tantas mudanças recentes, a declaração pode ter ficado em segundo plano para muitos contribuintes. Mesmo assim, é importante se organizar e separar um tempo para preencher os dados corretamente. Não deixar para a última hora ajuda a corrigir eventuais erros a tempo”, explica o diretor de Desenvolvimento da Central Sicredi PR/SP/RJ, Adilson Felis de Sá.

Dicas - Para evitar surpresas nesta reta final, o Sicredi separou algumas dicas para facilitar o preenchimento da declaração e evitar que o contribuinte caia na malha fina:

Quem precisa declarar? - Deve entregar a declaração do IR quem se enquadra nos quesitos abaixo:

- Em 2019, recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 e, em relação à atividade rural, obteve receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50;

- Possui, em 31 de dezembro de 2019, propriedade de bens ou direitos, de valor total superior a R$ 300.000,00;

- Recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, acima de R$ 40.000,00;

- Realizou operações na Bolsa de Valores.

Organização com os documentos - Antes de começar a declaração é preciso separar documentos para facilitar o envio de informações. Esse planejamento facilita o processo e ajuda a diminuir divergências nos dados, primeiro passo para não cair na malha fina. “Vale lembrar que o contribuinte pode importar os dados da declaração feita em 2019, o que facilita o preenchimento. Nesse caso, é importante ficar atento em caso de retificação, valendo o número do recibo da última versão enviada para a Receita”, explica Felis de Sá, que ainda indica os documentos mais importantes para a declaração:

- Informe dos rendimentos do ano de 2019. Normalmente oferecida pelo empregador, também contém dados como contribuições ao INSS e Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF);

- Informe de rendimentos da instituição financeira com a qual opera;

- Informe de rendimentos de corretoras;

- Comprovantes de rendimento ou pagamento de aluguéis;

- Número do CPF dos dependentes;

- Comprovantes de despesas médicas, odontológicas e escolares do contribuinte e dos dependentes;

- Doações a instituições com deduções legais;

- Comprovantes de contribuições de Previdência Privada na modalidade Programa Gerador de Benefício Livre (PGBL).

- No caso de compra ou venda de bens, como carros ou imóveis, é necessário lançar na declaração a inclusão ou a retirada do bem, junto do cpf da pessoa que comprou o patrimônio ou de quem foi comprado, para evitar problemas na comparação com declarações anteriores.

Atenção na hora de declarar idoso como dependente

Dependentes - A Receita Federal permite colocar pais, avós e bisavós idosos como dependentes no Imposto de Renda. Neste caso, é importante ficar atento ao rendimento total do dependente que não pode ser superior a R$ 22.847,76 em 2019. A aposentadoria ou pensão deve ser declarada, assim como veículos ou imóveis. Na declaração é possível deduzir gastos como as despesas médicas. O importante é ficar atento e declarar todas as informações. A omissão ou inconsistência de algum dado pode gerar problemas com a Receita Federal.

Outros - Para outros dependentes, como cônjuge, companheiro (a), filho ou enteado, também existem regras específicas e definidas pela Receita Federal e que precisam ser seguidas durante a declaração.  

Atenção com o prazo - O contribuinte que entregar a declaração depois do dia 30 de junho terá que pagar multa de, no mínimo, R$ 165,74 ou o valor máximo que corresponde a 20% do imposto devido.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.800 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

FOCUS: Mercado financeiro prevê queda de 6,48% da economia este ano

focus 08 06 2020A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano chegou a 6,48%. Essa foi a 17ª revisão seguida para a estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Na semana passada, a previsão de queda estava em 6,25%.

Focus - A estimativa consta do boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Próximos ano - Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há duas semanas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua a projetar expansão de 2,50% do PIB.

Dólar - A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,40, ao final deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5,08, a mesma expectativa da semana passada.

Inflação - As instituições financeiras consultadas pelo BC continuam a reduzir a previsão de inflação de 2020. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu pela 13ª vez seguida, ao passar de 1,55% para 1,53%.

Mesmo índice - Para 2021, a estimativa de inflação permanece em 3,10%. A previsão para os anos seguintes - 2022 e 2023 - também não teve alterações: 3,50%.

Centro da meta - A projeção para 2020 está abaixo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%.

2021 - Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Expectativa - Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 em 2,25% ao ano, a mesma previsão da semana passada. A expectativa do mercado financeiro é que a taxa caia para esse patamar (2,25% ao ano) na reunião do Copom deste mês, marcada para os dias 16 e 17 e nas reuniões seguintes ao longo deste ano seja mantida pelo comitê.

Fim de 2021 - Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 3,50% ao ano. A previsão da semana passada era 3,38%. Para o fim de 2022, a previsão passou de 5,13% para 5% ao ano. Para o final de 2023, a projeção permanece em 6% ao ano.

Tendência - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

SANIDADE: Mapa libera trânsito de animais entre Estados que retiraram a vacina da aftosa

sanidade 08 06 2020O trânsito de bovinos e bubalinos entre seis estados que estão em processo de retirada da vacina contra a febre aftosa está facilitado a partir de agora. A medida beneficia a comercialização destes animais entre Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e regiões do Amazonas e do Mato Grosso, já que esses cumprem as regras de segurança sanitária.

Transição - De acordo com o ofício nº 121/2020, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), esses Estados e regiões estão em fase de transição, cumprindo os requisitos necessários para o pleito de áreas livres de febre aftosa sem vacinação junto à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), com regramentos e controles sanitários consonantes.

INs anuladas - O documento do Mapa anula as Instruções Normativas SDA nº 37, de 27 de dezembro de 2019, e nº 23, de 29 de abril de 2020, que proibiam o ingresso e a incorporação de animais vacinados entre o Paraná e os demais Estados.

Paraná - Desde outubro do ano passado, o Paraná está, oficialmente, livre da vacinação contra a febre aftosa. Naquele mês, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, assinou a Instrução Normativa (IN) que, a partir de 31 de outubro, proíbe a manutenção, comercialização e o uso de vacinas contra a doença em terras paranaenses. Com o fim da imunização, o Paraná deu mais um passo definitivo em direção ao reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação.

Reconhecimento - A expectativa do Paraná é ser reconhecido pela OIE como área livre de aftosa sem vacinação em maio de 2021. A conquista do novo status sanitário será resultado de um longo caminho, iniciado na década de 1970, quando o Paraná começou seu programa de profilaxia e controle da febre aftosa. A participação da iniciativa privada no processo de estruturação do sistema sanitário paranaense sempre foi decisiva.

Investimento - De 1997 para cá, o Sistema Faep/Senar-PR investiu mais de R$ 40 milhões no desenvolvimento sanitário do Paraná, em uma série de ações, como treinamentos, divulgações de programas e implementação de boas práticas, além da capacitação de técnicos e produtores, viagens técnicas e acompanhamento de organismos internacionais, como a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e Comissão Sul-Americana para a Luta Contra a Febre Aftosa (Cosalfa).

Adapar está com inquérito epidemiológico em aberto - Como mais um passo para o reconhecimento do Paraná como Área Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) está com um inquérito epidemiológico em aberto. A entidade divulgou em ofício, no final de maio, que os prazos continuam definidos conforme programação inicial.

Última fase - A última fase, referente à realização de um inquérito soroepidemiológico no rebanho, teve início no dia 18 de maio, com prazo de quatro semanas para conclusão. Essa etapa tem o objetivo de constatar que não há circulação viral de febre aftosa no território paranaense. De acordo com a Adapar, serão coletadas amostras de sangue de quase 10 mil animais em 330 propriedades rurais. (Assessoria de Comunicação do Sistema Faep)

Leia mais sobre o inquérito aqui.

FOTO: José Gomercindo

 

MAPA I: Mais de 700 estabelecimentos já foram habilitados a exportar para 24 países

Mais de 700 estabelecimentos foram habilitados a exportar produtos agropecuários para 24 países desde janeiro de 2019. No início desta semana, mais quatro unidades frigoríficas de aves e uma de suínos foram credenciadas e irão vender as carnes do Brasil ao Vietnã.

Grande fornecedor de alimentos - A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) comemora a ampliação das habilitações para mais um país. “Isso mostra que o mundo olha o Brasil como grande fornecedor de alimentos, supridor de alimentos”, destaca.

Estados - As novas plantas frigoríficas de aves aptas a exportar para o Vietnã estão localizadas nos estados de São Paulo, do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Já as suínas, em Minas Gerais.

Soma - As exportações de produtos agrícolas para o Vietnã, em 2019, somaram US$ 27,5 bilhões. Em 2018, totalizaram US $ 22,6 bilhões.

Abertura de mercados - Desde janeiro de 2019, o Brasil abriu 65 mercados para produtos agropecuários, sendo 30 aberturas registradas somente este ano.

Tailândia - No último dia 25 de maio, a Tailândia, por exemplo, comunicou que irá importar carne bovina com osso, carne desossada e miúdos comestíveis de bovino do Brasil, mercado com potencial de receita de US$ 100 milhões nos próximos anos. O país também abriu seu mercado para os lácteos brasileiros.

Filipinas - Já no início do mês passado, o governo das Filipinas credenciou estabelecimentos de carnes bovinas (Goiás, São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Minas Gerais, Tocantins e Pará), de aves (Paraná, Santa Catarina e rio Grande do Sul), de peru (Rio Grande do Sul) e suína (Santa Catarina).

Outros - Outros novos mercados são castanha-de-baru para Coreia do Sul, melão para China (primeira fruta brasileira para o país asiático), gergelim para a Índia, castanha-do-Brasil (castanha-do-Pará) para Arábia Saudita, material genético avícola para diversos países e milho de pipoca para Colômbia.

Valor recorde - As exportações do agronegócio atingiram valor recorde em abril, ultrapassando pela primeira vez a barreira de US$ 10 bilhões no mês. O recorde anterior das vendas externas neste mês ocorreu em abril de 2013, quando as exportações somaram US$ 9,65 bilhões.

PIB agropecuário - A agropecuária apresentou crescimento de 0,6% no primeiro trimestre de 2020 em comparação ao quarto trimestre de 2019, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do país. O setor foi o único da atividade econômica nacional a crescer no período analisado.

Crescimento - Em relação a igual período do ano anterior, no caso primeiro trimestre, a agropecuária teve crescimento de 1,9%. (Mapa)

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MAPA II: Governo antecipa liberação de recursos do Funcafé

mapa II 08 06 2020O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento está antecipando, de forma inédita, a liberação dos recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), como forma de apoio ao setor neste momento de crise provocada pela pandemia do novo Coronavírus. Normalmente, a liberação ocorreria na segunda quinzena de julho.

Necessidade - “O ministério buscou a liberação antecipada dos recursos em virtude da premente necessidade dos produtores para atender o custo de mão de obra e preparo do café no momento da colheita, sobretudo nesse ano que aumentou as exigências de proteção aos trabalhadores por conta da Covid-19”, diz o diretor de Comercialização e Abastecimento do Mapa, Sílvio Farnese,

Comercialização - Farnese explica que a medida também permitirá o acesso à linha de crédito de comercialização, reduzindo a necessidade dos produtores de venderem a sua produção no momento da colheita, quando normalmente ocorre queda nos preços.

Primeiro contrato - O primeiro contrato com os agentes financeiros para aplicação dos recursos do fundo em crédito aos produtores, cooperativas, industriais e exportadores foi assinado na sexta-feira (05/06). Na próxima semana, o recurso já estará disponível nos bancos aos interessados.

Habilitados - Estão habilitados 31 bancos comerciais e bancos cooperativos para aplicação de R$ 5,7 bilhões distribuídos em: R$ 1,6 bilhão para custeio, R$ 3,45 bilhões para comercialização e R$ 650 milhões para capital de giro das indústrias. O volume de recurso para essa safra é 11,7% maior que o da safra passada. (Mapa)

 

BNDES: Banco cria programa de apoio à pequena e média empresa

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) criou o Programa BNDES Crédito Cadeias Produtivas, para atender a necessidade de capital de giro de pequenas e médias empresas (PMES) no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Orçamento - O Programa Crédito Cadeias Produtivas tem orçamento de R$ 2 bilhões e vai apoiar as PMEs por meio das chamadas empresas-âncora‚ que serão as beneficiárias diretas dos empréstimos. Caberá às empresas-âncora repassar o dinheiro para a sua cadeia de fornecedores, distribuidores ou franqueados. “Estas PMEs ancoradas poderão usar esse capital de forma livre para se manter durante a crise”, disse o BNDES.

Pedidos - Os pedidos de empréstimos poderão ser feitos até o dia 30 de setembro. Os trâmites para a concessão de crédito seguirão a esteira de crédito emergencial, desenvolvida no Plano de Ação Emergencial de combate à pandemia da covid-19. O objetivo é agilizar o tempo usual de processamento de pleitos e garantir o rápido acesso das empresas aos recursos das ações durante a pandemia.

Condições - O banco esclareceu ainda que os recursos entregues às grandes empresas serão repassados às PMES da cadeia produtiva nas mesmas condições financeiras previstas no contrato de empréstimo da empresa-âncora. Isso significa que, por esse sistema, as grandes empresas repassarão os recursos financeiros às PMEs, mas sem obter lucro financeiro com essa operação.

Critérios - As empresas-âncora deverão ter Receita Operacional Bruta (ROB) igual ou superior a R$ 300 milhões. Os valores de financiamento do BNDES serão de R$ 10 milhões a R$ 200 milhões, com prazo de empréstimo de até cinco anos, com até dois anos de carência. A taxa de juros equivalerá à soma do custo financeiro do BNDES, da sua remuneração básica de 1,1% ao ano e da taxa de risco de crédito definida para cada empresa-âncora.

Retomada - De acordo com o BNDES, essas PMES que integram as cadeias produtivas têm importância fundamental para a retomada mais acelerada da economia brasileira. O Programa BNDES Crédito Cadeias Produtivas faz parte de uma série de medidas emergenciais do BNDES voltadas a diversos setores da economia, que vêm sendo anunciadas desde o início da pandemia.

Total - Até agora, as principais ações implementadas pelo BNDES com o propósito de apoiar as empresas brasileiras na pandemia totalizam R$ 15,5 bilhões em valores aprovados a cerca de 126 mil empresas, que empregam quase 4 milhões de brasileiros. (Agência Brasil)

FRENCOOP: Dois projetos da deputada Leandre foram aprovados pelo Senado

frencooo 08 06-2020Na semana passada, dois importantes projetos da deputada federal Leandre Dal Ponte (PV-PR), integrante da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), foram aprovados pelo Senado Federal: o Projeto de Lei 1888/2020, que cria um auxílio financeiro para as Instituições de Longa Permanência de Idosos (ILPIs) e o Projeto de Lei 2780/2020, que trata de ações emergenciais destinadas ao setor da cultura. Ambos os projetos seguem para sanção presidencial.

Plano de contingência - De acordo com a deputada autora do projeto, existem mais de 8 mil instituições que acolhem idosos, hoje, no Brasil. “As instituições de longa permanência não possuem uma estrutura de atendimento que possa contemplar um plano de contingência na área de saúde. Então, nós entendemos que, como as pessoas idosas são o grupo mais vulnerável frente ao coronavríus, temos que ter também um auxílio emergencial para atender, justamente, estes que vivem nestas instituições. Como são várias pessoas idosas vivendo em um mesmo lugar, se um for contaminado é muito difícil conter o vírus. E nós não queremos que aconteça no Brasil o que vimos acontecer em outros países”, afirmou Leandre.

Relator - O relator do PL 1888/2020 no Senado, José Maranhão (MDB-PB) foi favorável ao projeto. Ele rejeitou as emendas apresentadas para que a matéria não precisasse voltar à Câmara dos Deputados. Assim, o texto segue a sanção.

Valor - O auxílio financeiro da União para as instituições de longa permanência pode chegar a R$ 160 milhões. Parte do dinheiro provém do descontingenciamento do Fundo Nacional do Idoso. Conforme o texto, poderão receber o auxílio as instituições sem fins lucrativos inscritas nos Conselhos Municipais da Pessoa Idosa ou nos Conselhos Municipais de Assistência Social. Na ausência destes, vale a inscrição nos órgãos equivalentes de esfera estadual ou nacional.

Destino - Os recursos devem ir, preferencialmente, para ações de prevenção e de controle da Covid-19, compra de insumos e de equipamentos de segurança e higiene dos residentes e funcionários dos asilos, assim como a compra de medicamentos e adequação dos espaços para isolamento dos casos suspeitos e leves da doença.

Auxílio para a cultura - O Plenário do Senado aprovou também o PL 1.075/2020, que libera R$ 3 bilhões em auxílio financeiro a artistas e estabelecimentos culturais durante a pandemia. Tramitando em conjunto, foi também aprovado o Projeto de Lei 2780/2020, de autoria da deputada Leandre, que trata de tema semelhante.

Indicação - No dia 22 de maio, Leandre apresentou uma indicação ao Ministério da Economia, sugerindo uma abertura de crédito extraordinário para o setor cultural. No documento, a deputada paranaense aponta a existência de dois fundos que podem ser utilizados para financiar o auxílio aos profissionais da cultura. São eles: o Fundo Setorial do Audiovisual e o Fundo Nacional da Cultura. (Com informações da Assessoria de Imprensa da deputada federal Leandre Dal Ponte)

 

CÂMARA: Deputados querem derrubar veto em recursos para os estados

camara 08 06 2020Deputados se mobilizam para derrubar o veto do presidente Jair Bolsonaro no trecho na lei 14.007/20 que destinava cerca de R$ 9 bilhões para o combate ao coronavírus nos estados e municípios. A lei foi resultado da medida provisória 909/19, que extinguiu o Fundo de Reserva Monetária do Banco Central. O governo pretende usar o dinheiro para abater a dívida pública.

Defesa - O relator, deputado Luis Miranda (DEM-DF), defendeu a derrubada do veto e disse que tudo havia sido acordado com o governo. “E aprovado por unanimidade na Câmara, unanimidade no Senado, com anuência do Banco Central", emendou. "Inclusive em contato com o Ministério da Economia e com o apoio do governo, na Câmara e no Senado, que votou favorável ao parecer. O que aconteceu depois são aquelas obscuridades que poucos conhecem na política, onde o lobby do sistema financeiro falou mais alto no ouvido de Jair Messias Bolsonaro e, principalmente, do ministro Paulo Guedes”, disse.

Orientação - Mas, o vice-líder do governo, deputado Sanderson (PSL-RS), disse que a Advocacia-Geral da União orientou o veto, afirmando que não houve previsão de impacto orçamentário com a proposta. Sanderson explicou, porém, que a população não sofrerá prejuízos:

Destinação - “Os recursos foram destinados para o Tesouro Nacional. E o Tesouro Nacional já está destinando e enviando a estados e municípios importantes recursos; e recursos bilionários, inclusive, para utilização no enfrentamento do coronavírus.”

Fundo de Reserva Monetária - O Fundo de Reserva Monetária foi criado em 1966 para dar ao Banco Central uma fonte de recursos para intervir nos mercados de câmbio e de títulos. Ele deixou de receber aportes em 1988 e, em 2016, foi considerado irregular pelo Tribunal de Contas da União.

Votação - Os vetos do presidente serão votados em sessão do Congresso Nacional, ainda sem data marcada. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Maryanna Oliveira / Câmara dos Deputados

 

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: MP libera crédito de R$ 60,19 bilhões para ajuda a estados e municípios

administracao publica 08 06 2020O Poder Executivo publicou na quinta-feira (04/06), em edição extra do Diário Oficial da União, a Medida Provisória 978/20, que destina crédito extraordinário de R$ 60,19 bilhões para ajuda financeira a estados, Distrito Federal e municípios durante a pandemia de Covid-19. Esse socorro está previsto na Lei Complementar 173/20.

Divisão - Os recursos serão divididos pelos entes federados conforme detalhado na lei, para a compensação de perdas com a arrecadação devido às medidas de combate ao novo coronavírus e para o reforço de ações na saúde pública. O texto prevê ainda alívio aos estados e municípios por meio da suspensão do pagamento de dívidas, inclusive com a União.

Origem - O montante de R$ 60,19 bilhões será oriundo de operações de crédito (emissão de títulos). O endividamento da União em decorrência de ações contra a Covid-19 está autorizado pela Emenda Constitucional 106, que criou o chamado “orçamento de guerra” durante o estado de calamidade pública reconhecido pelo Congresso Nacional.

Medidas - Entre outras medidas, a emenda permite até dezembro a criação de despesas sem as amarras existentes em situações normais, dispensa o Executivo de cumprir a “regra de ouro” e simplifica o processo de compras e contratação de pessoal. Também confere poderes ao Banco Central (BC) para atuar na mitigação dos efeitos da pandemia.

“Regra de ouro” - A “regra de ouro” é um mecanismo constitucional que limita a capacidade de endividamento público, evitando que o governo recorra a empréstimos para pagar despesas do dia a dia, como água, luz, salários e benefícios previdenciários.

Rito sumário - Conforme o Ato Conjunto 1/20, das Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, durante a pandemia as medidas provisórias que tratam de crédito extraordinário deverão seguir um rito sumário. Assim, por esse rito a MP deverá ser agora analisada diretamente no Plenário da Câmara, sem passar antes por uma comissão mista.

Procedimentos adicionais - Como esse mesmo ato conjunto também faculta a cada Casa dispor sobre procedimentos adicionais, o Senado, por determinação do presidente Davi Alcolumbre, não votará nenhuma das MPs de crédito extraordinário destinadas ao combate à Covid-19. Segundo Alcolumbre, a execução dessas despesas independe da aprovação de parlamentares. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Renato Palet / Agência Câmara

 

SAÚDE I: Dados divergentes são divulgados pelo ministério

saude I 08 06 2020Segundo o jornal Valor Econômico, o Ministério da Saúde divulgou, neste domingo (07/06), dados diferentes sobre a Covid-19. O painel de acompanhamento da doença trouxe, num primeiro momento, 1.382 mortes nas últimas 24 horas, elevando o total de óbitos para 37.312. Depois, o número de mortes passou para 525, totalizando 36.455 óbitos. “A diferença é de 857 vítimas fatais. O Ministério da Saúde não postou em seu site ou emitiu nota informando o motivo da mudança no número até o momento. O número de casos confirmados também foi alterado. Inicialmente, eram 12.581novos casos, o que daria um total de 685.427. Mas no painel, são 18.912 novos casos, somando 691.758 casos”, informa o jornal.

Estatísticas - Ainda de acordo com o Valor, “o Ministério da Saúde voltou a divulgar neste domingo o número consolidado das estatísticas, após ter sofrido com uma forte reação de especialistas, políticos e integrantes do Judiciário sobre a forma de divulgação dos dados do coronavírus nos últimos dias.”

FOTO: Pixabay

 

SAÚDE II: Secretaria divulga mais 293 confirmações e cinco óbitos pela Covid-19

saude II 08 06 2020A Secretaria de Estado da Saúde informou 293 novas confirmações e cinco óbitos pela infecção causada pelo novo coronavírus no boletim deste domingo (07/06). O acumulado de casos é de 6.897 e 237 mortos em decorrência da doença.

Internados - Os cinco homens que morreram estavam internados. Um deles, de 49 anos, residia em Fernandes Pinheiro e faleceu quinta-feira (04/06). Outros três moravam em Curitiba e morreram sexta-feira (05/06), dois tinham 87 anos e um deles 77. O outro homem que foi a óbito era residente de São José dos Pinhais, 59 anos, faleceu neste domingo (07/06).

Municípios - 281 cidades paranaenses têm ao menos um caso confirmado pela Covid-19. Em 83 municípios há registro de óbitos pela doença.

Novos casos - Os 293 novos casos confirmados foram nos seguintes municípios:

48 casos confirmados - Curitiba;

27 casos confirmados - Toledo;

16 casos confirmados - Cianorte;

14 casos confirmados - Cascavel; Londrina;

13 casos confirmados - Paranavaí;

11casos confirmados - Tijucas do Sul;

10 casos confirmados - Quatro Barras;

07 casos confirmados - Colombo; Paranaguá;

05 casos confirmados - Campo Largo; Cornélio Procópio; Fazenda Rio Grande; Maringá; Ponta Grossa;

04 casos confirmados - Araucária; Pinhais;

03 casos confirmados - Carambeí; Guaraniaçu; Imbaú; Laranjeiras do Sul; São José dos Pinhais;

02 casos confirmados - Assis Chateaubriand; Cambé; Campina Grande do Sul; Campo Magro; Campo Mourão; Catanduvas; Foz do Jordão; Guairacá; Guarapuava; Jaguariaíva; Juranda; Mandirituba; Marmeleiro; Pato Branco; Pinhão; Pontal do Paraná; Siqueira Campos; Tomazina; Tupãssi; Virmond;

01 caso confirmado - Antonina; Assaí; Bandeirantes; Bela Vista do Paraíso; Boa Vista da Aparecida; Bocaiúva do Sul; Cafelândia; Campina da Lagoa; Corbélia; Coronel Vivida; Cruzeiro do Oeste; Francisco Beltrão; Guaporema; Itaguajé; Japurá; Jussara; Manfrinópolis; Mangueirinha; Marechal Cândido Rondon; Mariluz; Morretes; Ortigueira; Palmas; Palotina; Piraquara; Pitanga; Quatro Pontes; Quedas do Iguaçu; Rancho Alegre D''Oeste; Rio Branco do Sul; Rolândia; Santo Antônio do Sudoeste; Telêmaco Borba; Terra Boa; Terra Rica; Umuarama; Vera Cruz do Oeste; Vitorino.

Fora do Paraná - O monitoramento da Sesa registra 90 casos de residentes de fora. Sete pessoas foram a óbito.

Critérios diferentes - A Sesa reforça que os municípios têm critérios diferentes de confirmação de casos e por isso pode ocorrer divergência de número de pacientes. A secretaria informa, ainda, que os dados são consolidados na gestão estadual, mas os municípios encaminham as informações para as regionais que repassam para o CIEVS na Sesa. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o informe completo clicando aqui.

 

OPINIÃO: Como manter o seu negócio vivo em tempos de pandemia

opiniao 08 06 2020*Claudio Shimoyama

Com a pandemia do coronavírus, estamos navegando sobre forte neblina e não sabemos o que tem pela frente, mas devemos olhar para frente sempre e retomar a confiança. O novo cenário com o coronavírus muda os hábitos e as prioridades de consumo são alteradas. O dinheiro circula com velocidade menor na economia, as empresas menos preparadas se obrigam a demitir funcionários e fechar as portas. Temos uma nova realidade econômica e social com a presença da Covid-19.

Sabemos que uma crise tem começo, meio e fim, mas a pós pandemia, haverá grandes mudanças no mundo, com choque no consumo mundial, interrupções na cadeia produtiva, investimentos adiados, estabelecimentos industriais, comerciais e de serviços fecharão. Nesse momento, os empresários, executivos e gestores precisam estar conscientes que o mercado não será mais o mesmo.

As empresas terão um longo caminho para enfrentar o novo cenário com o coronavírus, e o segmento supermercadista teve uma demanda que explodiu no início da crise, mas deve se estabilizar no longo prazo, principalmente para alimentação e produtos de limpeza.

Então, por onde podemos começar para iniciar a estratégia dos negócios nesse momento de pandemia? Primeiro, devemos olhar para dentro da empresa revendo custos, processo, pessoas, relacionamento e cultura. Depois, olhar para fora da empresa, buscando novas fontes de receitas, novos mercados e novos canais de comunicação.

No ambiente interno, as empresas precisam rever o seu planejamento estratégico e ações para não deixar que o negócio pare completamente. Prioritariamente, deve-se reduzir os custos drasticamente, reduzir os custos desnecessários, renegociar dívidas e buscar novos créditos, fortalecer parcerias, novos fornecedores, renegociar contratos, estabelecer novos procedimentos para atender o cliente, valorizar o trabalho remoto e capacitar os funcionários para o novo momento do mercado, visando a segurança e processo de acordo com os procedimentos sanitários.

No ambiente externo, rever as estratégias quanto aos investimentos em marketing, com foco em mídias sociais, verba para produtos com margem maior, antecipar as vendas através de vale compra ou vale presente, praticar os descontos e flexibilização de pagamento, buscar novos canais de comunicação, através de vendas online e plataformas digitais, e explorar novos mercados.

O trabalho do profissional de marketing e vendas deverá ser permanente e eficaz. Além de informações sobre os concorrentes e os acontecimentos do ambiente macro e micro, os profissionais precisam utilizar novas ferramentas de marketing, em especial, as técnicas de pesquisa e modelagem, e aproveitar as vantagens da TI, as plataformas de CRM - Customer Relationship Management (gestão de relacionamento com o cliente) voltadas ao entendimento e antecipação das necessidades e potenciais do mercado.

As pesquisas mercadológicas serão fundamentais nesse momento, com estudos sobre o potencial de mercado, avaliações da satisfação e do comportamento de compra do cliente ativo e inativo, monitoramento sobre os preços praticados, novos produtos substitutos e concorrentes entrantes, nova forma de distribuição, atividades promocionais e decisão de localização.

Os profissionais de gestão de pessoas serão ainda mais importantes para o sucesso da empresa e engajamento dos colaboradores. Em tempo difíceis, a área de Recursos Humanos deverá ser mais transparente, intensificar a comunicação interna, criar espaços de orientação sobre os cuidados com higiene e limpeza, monitorar e oferecer assistência em relação a saúde dos funcionários, implantar condições mais flexíveis de trabalho, rever o regime de trabalho presencial para o teletrabalho, trabalho remoto ou outro tipo de trabalho a distância. Com certeza, o diálogo dos gestores com suas equipes será fundamental para o fortalecimento de todos, devendo visualizar modelos de negócio e ambiente de trabalho diferentes e transformados no futuro.

A inovação, especialmente para os pequenos varejos, será fundamental nesse momento de crise, devendo adotar novas tecnologias, rever os seus modelos de negócio e aumentar as transações de comércio e serviço a distância. O varejo deve diversificar sua atividade-fim, buscando se adequar à nova realidade. As plataformas digitais serão umas das aliadas mais importantes para os grandes e pequenos estabelecimentos, para as vendas on-line e de aplicativos de entrega a domicílio. As empresas precisam se adaptar aos ambientes digitais, pois os clientes passam mais tempo em casa e precisam da compra online.

Com certeza, entramos nessa crise de um modo e sairemos dela diferente, portanto, avalie as ações implantadas para enfrentar esse momento. Use a toda a tecnologia a seu favor no relacionamento com os clientes e nos canais de venda, implante e otimize o e-commerce. As medidas implantadas durante a crise deverão permanecer e ser constantemente atualizadas. E não existem respostas certas ou estratégias simples em um cenário incerto.

Enfim, para manter o seu negócio vivo em tempos de pandemia, a sua empresa precisa ser uma agente de transformação, buscando o relacionamento com a sociedade, envolvendo fornecedores, clientes e funcionários. Ser uma empresa que entregue segurança, ética e valores para a sociedade.

Ser uma marca sustentável será o desafio das empresas, pois uma marca não sai do mercado por fazer apenas as coisas erradas, mas também sai por fazer as coisas certas durante muito tempo. Pense nisso!!

*Claudio Shimoyama é CEO do Grupo Datacenso, consultor em Marketing Estratégico e mentor empresarial

 


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