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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4836 | 03 de Junho de 2020

REUNIÃO INSTITUCIONAL: Indicadores da Credialiança são apresentados durante videoconferência

Na manhã desta quarta-feira (03/06), foi realizada a décima sexta reunião institucional do Sistema Ocepar, desta vez com os conselhos da cooperativa Credialiança, com sede em Rolândia, região Norte do Paraná. O evento contou com a presença do presidente da cooperativa, José Carlos Bizetto, do diretor executivo, Ivan Marcos Wentz, e demais membros da diretoria.

Independentes - A Credialiança foi fundada em 20 de agosto de 1983 por 27 agricultores, com objetivo de atender os associados em suas atividades especificas com eficiência. Na abertura da reunião, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, destacou a importância do ramo crédito e do trabalho desenvolvido pela Credialiança nesses 37 anos de existência. “Através do monitoramento, estamos acompanhando o desenvolvimento experimentado nos últimos anos. Sabemos do desafio por ser uma cooperativa independente, da forte sintonia que a cooperativa tem com o ramo agropecuário e do espaço que ainda existe para crescer.”

Estímulo - O dirigente destacou que ouviu do próprio presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, na semana passada, durante uma videoconferência promovida pelo Sistema OCB, que o banco quer estimular o crescimento das cooperativas de crédito no Brasil. “Uma excelente notícia, especialmente neste momento de dificuldades de crédito devido a retração da economia. Uma visão de que o setor pode contribuir muito para dar acesso para os pequenos. O que depender do Sistema Ocepar, vamos continuar cobrando das autoridades um olhar mais atento para o ramo crédito, em especial para as cooperativas independentes”, frisou.

Intercooperação - José Carlos Bizetto agradeceu a parceria com o Sistema Ocepar. Ele lembrou o quanto é importante essas informações do monitoramento para as estratégias da cooperativa. Ele ressaltou sobre a necessidade de fortalecer o processo de intercooperação na região. “Estamos nos sentindo à margem, temos muita coisa para oferecer para cooperativas da região, para seus funcionários, não estamos tendo a abertura necessária. No meu ponto de vista, não estamos inseridos nesta discussão”, frisou. Ricken disse que uma das metas do sistema para este ano é focar na continuidade do planejamento estratégico, o PRC-100, “dentro deles temos o foco no fortalecimento das parcerias e de intercooperação e vamos dar uma atenção a esta demanda da cooperativa”.

Safra - Bizetto disse que a região, não diferente do restante do estado, colhe uma safra boa e que o produtor está capitalizado. “Nunca tivemos tanta captação e os produtores estão buscando novos investimentos. Não estamos tendo recursos suficientes para toda esta demanda e o crédito é essencial neste momento de crise”, frisou. A Credialiança tem por objetivo proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados em suas atividades específicas, com a finalidade de fomentar a produção e a produtividade rural, bem como sua circulação e industrialização.

Abrangência - Com sede em Rolândia e Postos de Atendimento em quatorze municípios Rolândia, Arapongas, Cambé, Sabáudia, Jaguapitã, Pitangueiras, Primeiro de Maio, Bela Vista do Paraíso, Sertanópolis, Alvorada do Sul, São Sebastião da Amoreira, Nova Santa Bárbara, Londrina-Sindicato Rural e Cornélio Procópio, a cooperativa possui atualmente 3,7 mil associados, buscando a formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através de ajuda mútua, da economia sistemática e do uso adequado do crédito.

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FIAÇÃO: Representantes de cooperativas participam de videoconferência

fiacao 03 06 2020Com intuito de acompanhar a situação do segmento das indústrias de fiações, o Sistema Ocepar realizou, nesta terça-feira (02/06), a segunda reunião virtual com a participação das cooperativas que atuam neste ramo no Paraná, que é um dos setores mais impactados no cooperativismo neste momento de pandemia do novo coronavírus.

Pauta - A reunião foi coordenada pelo superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, que conduziu a pauta que já havia sido formalizada no encontro anterior. Na oportunidade, foram tratadas as informações atualizadas sobre a expectativa do plano safra 2020/21, principalmente em relação ao capital de giro; negociação de demanda de energia contratada, mas não utilizada junto à distribuidora de energia do estado, entre outros assuntos. 

Troca de experiências - O encontro também permitiu troca de experiências e informações de mercado entre as cooperativas participantes: Coamo, Cocamar e Cocari. Participaram o gerente da Getec, Flávio Turra, e os analistas da área, Moisés Knaut e Jhony Moller. Como encaminhamento, foi decidido a realização de um fórum entre os técnicos, com a participação de algum especialista de mercado nessa área de fiação, com intuito de apresentar as cooperativas as expectativas de retomada do segmento.

 

COVID-19: Comitê de Acompanhamento divulga comunicado 48

covid 19 comite 03 06 2020O Comitê de Acompanhamento e Prevenção do Covid-19 do Sistema Ocepar divulgou, na manhã desta quarta-feira (03/06), o comunicado 48, informando sobre as reuniões virtuais ocorridas com a cooperativa Frísia e com o Grupo Técnico das Fiações, nesta terça-feira (02/06). Outro destaque é a publicação do Decreto Estadual nº 4.707. Veja abaixo:

1. No dia 2 de junho, o Sistema Ocepar realizou uma reunião virtual da Autogestão com a cooperativa Frísia, contando com a participação do presidente, diretores e gestores.

2. No dia 2 de junho, a Ocepar realizou reunião virtual do Grupo Técnico das Fiações, com a participação dos profissionais das cooperativas agropecuárias Coamo, Cocamar e Cocari.

3. No dia 2 de junho, o Governo do Estado do Paraná publicou o Decreto nº 4.707, que introduz alterações no Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - RICMS. Para acessar, clique aqui.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção do Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

 

COOPERATIVISMO: OCB tem reunião com presidente da Câmara dos Deputados

cooperativismo 03 06 2020Modernização do sistema financeiro, segurança jurídica para o setor produtivo e uma ampla organização para simplificação do tema: regularização de terras no Brasil. Estes assuntos foram debatidos, nesta terça-feira (02/06), pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina. A videoconferência contou, também, com a participação de representantes da Confederação Nacional da Agricultura do Brasil (CNA) e de outras entidades ligadas ao setor produtivo.

Desafios - O presidente do Sistema OCB comentou sobre os desafios que envolvem o crédito rural, especialmente sobre o fato de que os recursos não têm chegado de maneira eficiente aos produtores rurais. Enfatizou, ainda, a necessidade de abertura de um canal direto de interlocução com a equipe de Rodrigo Maia para debater assuntos que envolvem, por exemplo, os fundos constitucionais de financiamento e, ainda, custos cartorários.

Compromisso - O presidente reforçou o compromisso da OCB em contribuir com as ações tanto de combate ao coronavírus quanto de retomada do crescimento da economia, colocando as cooperativas como ferramentas de solução. “O movimento cooperativista tem se apresentado como um importante parceiro do poder público no enfrentamento dessa crise. Nossas cooperativas, nos diferentes setores que atuam, continuam a dar todo o suporte ao seu quadro de cooperados e auxiliado em ações nas localidades onde estão presentes,” comenta. (Informe OCB)

FOTO: Marianna Oliveira / Câmara dos Deputados

 

LEGISLATIVO: Senado aprova novidades para ramo saúde

O Senado Federal aprovou o novo parecer apresentado pelo senador Confúcio Moura (RO) ao PL 1.542/2020, que trata da suspensão do reajuste de planos de saúde e medicamentos. Após a atuação conjunta da OCB com as unidades estaduais e a Unimed do Brasil, trechos mais prejudiciais foram retirados do texto final, reconhecendo a importância da saúde suplementar neste momento. A aprovação ocorreu nesta terça-feira (02/06).

Dispositivos retirados - Form retirados do texto dispositivos que poderiam gerar impacto potencial negativo de mais de R$ 50 bilhões para as operadoras, ainda que o limitador temporal fosse de 120 dias. Esses dispositivos poderiam inviabilizar operadoras, em especial as pequenas e médias, e por conseguinte todo o sistema da saúde suplementar.

Sugestões - Devido a isso, foram acatadas as sugestões da OCB e retirados do texto: a vedação à cobrança de franquia e coparticipação; da proibição da suspensão ou rescisão unilateral do contrato; a obrigação de atendimento irrestrito aos usuários inadimplentes; e a vedação da suspensão de continuidade da cobertura assistencial necessária ao tratamento de covid-19, em qualquer hipótese, inclusive por inadimplência.

ANS - Ressalte-se que atualmente já existem regras da ANS para o atendimento aos inadimplentes. Dessa forma o parecer se ateve à proposta inicial de restrição à suspensão do reajuste dos planos de saúde pelo prazo de 120 dias. Não foram aprovadas mudanças durante a votação.

Câmara - A matéria segue para deliberação da Câmara dos Deputados, que tem liberdade para alterações. A OCB continua acompanhado a tramitação do PL a fim de garantir que os interesses das cooperativas de saúde sejam preservados.

Acompanhe - Para saber mais sobre o andamento deste e de outros projetos de lei ou assuntos ligados aos impactos da pandemia do novo coronavírus, clique aqui. (Informe OCB)

 

 

 

AGRICULTURA FAMILIAR: Sistema abrirá para novas propostas do PAA nesta quarta

agricultura familiar 03 06 2020A abertura do sistema do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) para propostas de 2020 na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS) ocorrerá nesta quarta-feira (03/06). O sistema está disponível para recebimento de projetos na página da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e permite que as cooperativas de agricultores familiares apresentem propostas de participação para contarem com os benefícios do programa.

Recursos - Os recursos desta operação são do Ministério da Cidadania que, juntamente com os ministérios da Agricultura, da Economia e o da Educação, definiram com a Conab os critérios de pontuação para participação no programa.

Apoio - Por ser um dos principais programas governamentais para o escoamento da produção da agricultura familiar, desde o início da pandemia a OCB solicitou o apoio dos Ministérios da Agricultura e da Cidadania para que houvesse a disponibilização de recursos emergenciais para o PAA, o que ocorreu com a publicação da MP 957/2020 destinando, de forma extraordinária, R$ 500 milhões para a compra de produtos da agricultura familiar por meio das diferentes modalidades do Programa.

Interlocução - Essa interlocução ativa junto aos Ministérios foi mantida para que houvesse ajustes nos normativos da política pública visando contemplar o maior número possível de agricultores familiares vinculados às cooperativas.

Critérios - Em relação aos critérios para as propostas a serem enviadas, serão concedidos 6 pontos para cooperativas e 3 pontos para associações de agricultores familiares. Dentre os outros critérios que também pontuarão nas propostas estão o percentual de DAPs Físicas na DAP Jurídica e também a doação de alimentos em municípios com diferentes níveis de vulnerabilidade das populações. Os demais critérios podem ser acessados aqui.

Valor máximo - O valor máximo de cada projeto é de R$ 320 mil, e a previsão de encerramento para o cadastro das propostas para o PAA/CDS 2020 no sistema é no dia 3 de julho. Caso haja empate entre as propostas, haverá critérios específicos para o desempate.

Mais informações- Clique aqui para mais informações e acesso ao sistema PAANet para envio de propostas, no portal da Conab. (Informe OCB)

https://www.conab.gov.br/agricultura-familiar/paanet

FOTO: Hedeson Alves

 

E-BOOK: Liderança é tema de novo livro digital do Sistema OCB

e book 03 06 2020Cabe ao bom líder desempenhar o papel essencial de desenvolver suas equipes e, por consequência disso, as organizações, inclusive cooperativas. E em momentos como este, de pandemia, essa importância se torna ainda mais evidente, afinal, é por meio da liderança que objetivos e missão se materializam em estratégia e operação. É o líder quem vende a ideia e reúne as pessoas em volta de um ideal.

Relevância - A relevância dessa figura é tão grande, que ele é o tema do e-book Como Ser um Líder Inovador, novo volume da série Inovando na Crise, elaborada pelo Sistema OCB, com o objetivo de contribuir com o desenvolvimento das cooperativas brasileiras, neste cenário pandêmico. “Nos tempos atuais, em que a capacidade de uma cooperativa inovar tem sido cada vez mais decisiva, o líder tem o papel de capitanear a mudança”, ressalta o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile.

Acesse - Neste material, o leitor conhecerá alguns instrumentos que podem ajudar a cooperativa a desenvolver e a fortalecer lideranças. Clique aqui  para baixar.

Conheça a série toda - Ainda não conhece todos os volumes da série Inovando na Crise? Acesse e saiba mais: https://somoscooperativismo.coop.br/publicacoes. (Informe OCB)

 

SICOOB METROPOLITANO: Pela sexta vez, entre as Melhores Empresas para Trabalhar na América Latina

O Sicoob Metropolitano foi reconhecido mais uma vez pelo Instituto Great Place to Work (GPTW) como uma das Melhores Empresas para Trabalhar na América Latina. Este ano, sexto em que recebe o prêmio, a cooperativa conquistou o 31º lugar na categoria Pequenas e Médias Empresas (com até 499 funcionários).

Anúncio - A premiação foi anunciada nesta terça-feira (02/06), no México, com transmissão ao vivo pelo Youtube, acompanhada por empresas de países como Brasil, Uruguai, Argentina, Colômbia, Costa Rica, Chile e outros.

Caminho certo - Segundo o diretor-presidente do Sicoob Metropolitano, Ideval Luis Curioni, a premiação só demonstra que o que a cooperativa vive no dia a dia é verdadeiro e contagia as pessoas. “Estamos muito felizes com mais essa conquista. Sei que estamos no caminho certo. Gratidão a todos que, diariamente, se empenham de forma genuína para que a nossa essência transpareça em todas as relações”, afirma.

Reconhecimento - Em 20 anos de história, além de já ter sido reconhecido seis vezes como uma das Melhores Empresas para Trabalhar na América Latina, o Sicoob Metropolitano já foi certificado sete vezes como uma das melhores no ranking do Brasil e nove vezes no do Paraná.

Sobre a premiação - O programa Great Place To Work mapeia empresas que adotam estratégias de desenvolvimento e gestão considerando iniciativas que permitam garantir colaboradores satisfeitos com o ambiente em que trabalham, processos eficientes e líderes inspiradores. Por meio de ferramentas online de pesquisa e diagnóstico, a consultoria mede, entre outros quesitos, qual é a percepção dos profissionais em relação à empresa. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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SICOOB MERIDIONAL: Cooperado pode antecipar doação de parte do Imposto de Renda ao FIA

Com a prorrogação do prazo para apresentação da Declaração do Imposto de Renda 2020 para Pessoa Física, que passou de 30 de abril para 30 de junho, os contribuintes que desejarem ainda têm a oportunidade de destinar até 3% do valor devido ou a restituir para o Fundo para Infância e Adolescência (FIA).

Convênio - Quem é cooperado do Sicoob Meridional pode antecipar essa doação. Isso porque um convênio entre a cooperativa e o Sescap-PR possibilita que o contribuinte só pague o valor para o FIA quando for feita a restituição, sem haver necessidade de desembolsar qualquer recurso no momento da entrega da declaração.

Custeio - Essa antecipação da doação é uma forma de auxiliar o custeio de projetos e atividades que colaboram para a proteção dos direitos da criança e do adolescente, a doação pode ser feita em qualquer município.

Percentual - Lembrando que essa antecipação de até 3% vale apenas para o contribuinte Pessoa Física, pois a destinação das empresas pode acontecer o ano inteiro, a cada trimestre.

Mais - Para saber mais sobre a antecipação, procure sua agência do Sicoob Meridional, ou seu contador. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

FRÍSIA: Plataforma Digital Agro é lançada para promover conteúdo, conexão e inovação para o agronegócio

frisia 03 06 2020A Frísia Cooperativa Agroindustrial lança a plataforma Digital Agro, um sistema inovador composto por quatro marcas interligadas tecnologicamente. A Digital Agro, agora, foca nas áreas de evento, startups, notícias e ideias, gerando uma conexão que promoverá a criação de soluções para os desafios existentes no campo, que otimiza recursos e aumenta produtividade. Confira cada um dos segmentos da plataforma Digital Agro:

Digital Agro Feira - Essa foi a primeira das marcas Digital Agro. Organizada desde 2017 pela cooperativa, a feira acontecia originalmente em Carambeí, nos Campos Gerais do Paraná, aproximando o produtor rural das inovações digitais. A quarta edição será em 2021, entre os dias 13 e 15 de julho, na ExpoBarigui, em Curitiba, com as temáticas: biotech e alimentos do futuro; agroinovation; o futuro da gestão no campo; e tecnologias para produção sustentável, assunto que se apresenta ainda mais relevante no atual momento da atividade agropecuária. Será a primeira vez que a principal feira de tecnologia digital do Brasil acontecerá em um grande centro, aproximando o agronegócio do espaço urbano, o principal público consumidor da produção no campo.

Programação - A Digital Agro terá uma ampla programação, com forte presença do produtor rural, envolvendo palestras com os maiores pensadores do agro e de inovação do País, startups e expositores, além do apoio técnico da Fundação ABC. A próxima edição terá ainda a parceria da Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar), além de multinacionais.

Mais - Saiba mais em: https://feira.digitalagro.com.br/

Digital Agro Ideas - Esse sistema concentra o recebimento de ideias e sugestões para melhorar ou até transformar as formas de produção de alimentos e os processos internos da cooperativa Frísia. O programa permite que colaboradores, cooperados, fornecedores e comunidade cadastrem sugestões, que serão verificadas por um Comitê de Inovação. As ideias são compartilhadas com os respectivos setores responsáveis pelas mudanças, que darão notas para aquelas que consideram as mais eficientes. Pelo Digital Agro Ideas, as sugestões são coletadas e inseridas em categorias, avaliada e, caso aprovada pelo Comitê de Inovação, colocadas em prática, sendo premiada a pessoa que sugeriu a ideia.

Mais - Conheça mais em: https://digitalagro.com.br/ideas/

Digital Agro Connection - O programa irá selecionar seis startups para desenvolverem soluções inovadoras para o agronegócio e a cadeia produtiva. O Digital Agro Connection tem inscrições abertas até o dia 22 de junho deste ano e as participantes poderão escolher entre as temáticas Agropecuária Sustentável ou Indústria 4.0.

Monitorias - As seis integrantes selecionadas terão monitorias e treinamentos online, dessa forma, não haverá necessidade, nesse primeiro momento, da presença dos profissionais das startups escolhidas na matriz da Frísia, em Carambeí (PR).

Prova de conceito - Após a seleção, elas apresentarão uma prova de conceito, ou seja, uma proposta de trabalho que tem uma apresentação da startup, com informações sobre quem são os integrantes, qual a área de atuação, qual o projeto e como isso está alinhado com os desafios da cooperativa. Em seguida, detalham como será o trabalho, quanto tempo irá demandar e qual o suporte a cooperativa pode fornecer.

Regulamento e inscrições - O regulamento e as inscrições estão em https://digitalagro.com.br/connection/

Digital Agro News - Devido à importância da informação para que o produtor rural possa ter ferramentas para tomar a melhor decisão, a Frísia também desenvolveu o Digital Agro News (digitalagro.com.br ).

Formato - Em formato de blog, são apresentadas notícias sobre as mesmas temáticas da feira Digital Agro: tecnologias para produção sustentável; biotech e alimentos do futuro; agroinovation; e o futuro da gestão no campo.

Perfil inovador - Com a plataforma Digital Agro, a Frísia reforça seu perfil inovador e apresenta possibilidades para os seus cooperados e demais produtores rurais obterem respostas práticas e sustentáveis para atender à crescente demanda por alimentos.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA). (Imprensa Frísia)

 

COPAGRIL I: Cooperativa divulga série especial de vídeos com principais informações do milho safrinha

Durante a última semana de maio, de 25 a 29, a Cooperativa Agroindustrial Copagril realizou uma edição especial do Dia de Campo Milho Safrinha, com divulgação de vídeos em redes sociais e mídias Copagril. A nova estratégia de informação ganhou o nome de Semana do Milho Safrinha e contou com a participação de vários parceiros que apresentaram informações sobre os híbridos de milho disponíveis aos produtores rurais da área de atuação da cooperativa.

Evento técnico - Tradicionalmente, a Copagril realiza o Dia de Campo Milho Safrinha, um evento técnico voltado ao compartilhamento de informações e tecnologias, com especial atenção aos híbridos de milho segunda safra. Com a mudança nas ações sociais em decorrência da pandemia do coronavírus (Covid-19) e a restrição de aglomerações, a Copagril mudou a estratégia de divulgação para levar aos cooperados e clientes o conhecimento adequado para planejamento da implantação das próximas safras, assim surgiu, a Semana do Milho Safrinha.

Empresas parceiras - Oito parceiros comerciais da Copagril, com aproximadamente 40 híbridos cultivados na Estação Experimental Copagril e sujeitos às mesmas condições climáticas, apresentaram as mais relevantes características dos materiais adaptados para a área de atuação da cooperativa.

Vídeos - Com uma programação de divulgação diária, foram preparados vídeos para cada empresa parceira, os quais foram compartilhados via redes digitais Copagril, divulgados no site Copagril (www.copagril.com.br), nas redes sociais (Facebook e Instagran), também compartilhados via aplicativo de mensagens (Whatsapp) e plataformas de vídeo (Youtube). Além da veiculação no programa Informativo Copagril, programa diário nas rádios, e ainda a divulgação de endomarketing, via e-mails Copagril. Além das mídias Copagril, a imprensa regional também participou do compartilhamento.

Estratégia - A estratégia de divulgação descentralizada e simultânea em diversas mídias teve o objetivo de levar a informação aos cooperados e produtores da região da Copagril. A ação multiplataforma oportunizou a disseminação de informações, de modo que possam estar alinhados com as principais novidades e tecnologias para produção de milho para as próximas safras.

Conteúdo - Para verificar todo o conteúdo divulgado da Semana do Milho Safrinha Copagril acesse:

Facebook: https://www.facebook.com/cooperativacopagril

Instagram: https://www.instagram.com/copagril.oficial/

YouTube: https://www.youtube.com/channel/UCoqh4YND5GkL7QjD78ROAiQ

Site: https://www.copagril.com.br/

(Imprensa Copagril)

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COPAGRIL II: Período seco é a oportunidade para melhorar a produção leiteira

copagril II 03 06 2020A qualidade da próxima lactação de uma vaca tem início no período seco, que é ideal que se inicie pelo menos 60 dias antes do parto. Esta fase é importante, pois é nela que ocorre a regeneração das células da glândula mamária, garantindo não só uma melhor produção, como também um colostro de melhor qualidade para a bezerra que está a caminho. O médico veterinário, Alisson Chiréa, destaca que períodos secos muito longos ,maiores que 70 dias, tendem a aumentar a incidência de problemas metabólicos no pós-parto; “e períodos de secagem menores que 45 dias normalmente fazem com que a vaca produza menos leite na lactação subsequente – desta forma não sendo indicados”, explica o profissional.

Metabolismo - A médica veterinária e supervisora do Fomento Leite da Copagril, Caroline Hoscheid Werle, reforça que nesta fase a vaca é submetida a uma série de alterações de metabolismo, que normalmente são consequências do desbalanço energético. No final do período seco ocorre grande aumento do crescimento fetal, comprime os órgãos ligados aos processos de digestão e compromete o espaço físico e ingestão de matéria seca. Este fato, associado com a grande variação hormonal no período pré-parto, ou seja, aumento nas concentrações sanguíneas de estrógeno e corticoides e uma queda nas concentrações de progesterona, reduz o consumo de matéria seca em até 30%.

Problemas - “Este aumento no número de desordens metabólicas e digestivas acarreta uma série de problemas como, menor pico de lactação, consequentemente menor produção durante a lactação, perda de condição corporal, desempenho reprodutivo prejudicado e maior taxa de descarte no rebanho”, descreve Caroline.

Restrição alimentar- E ainda, conforme Chiréa, muitos produtores com o intuito de diminuir a produção de leite no final da lactação, submetem as vacas, em especial as mais produtoras, a períodos de restrição alimentar e, eventualmente, hídrica que pode durar de 1 a 4 semanas antes de realizar o procedimento de secagem. “Este manejo é conhecido como secagem gradual. Obviamente, restringir água ou alimentos no período pré-secagem causa um grande estresse no animal e, portanto, este tipo de manejo não é recomendado por inúmeros motivos de ordem fisiológica”, alerta.

Secagem - Alguns pontos como conforto, balanço nutricional e manejo adequado da vaca, principalmente nos 60 dias que antecedem o parto, são importantes para garantir o sucesso tanto na fase inicial da vida da bezerra, como da lactação da vaca. “Em geral, o processo de secagem deve ser efetuado de forma rápida, associado à utilização de antibióticos intramamários específicos para vacas secas em conformidade com a duração do período seco de forma a evitar resíduos de antibióticos após o parto. O antibiótico utilizado também deve ser adequado para tratar os principais tipos de infecções que ocorrem no rebanho – isso é importante pois cada grupo tende a ter uma característica quanto aos patógenos mais comuns em vacas contaminadas”, comenta Chiréa.

Instalações - Quando falamos de conforto da vaca pré-parto devemos levar em consideração as instalações com número elevado de animais por metro quadrado, condição de temperatura, acesso a água e alimentos, ventilação, entre outros.

Condição corporal - A condição corporal das vacas também é fundamental durante o período seco e os animais geralmente são classificados de 1 (vacas extremamente magras) a 5 (vacas extremamente gordas). Sabe-se que animais mais gordos diminuem sua ingestão de matéria seca muito antes em relação ao parto que animais com condição corporal mais ideal. “Estas mesmas vacas mais gordas têm claramente mais problemas metabólicos no pós-parto e sua fertilidade, em termos de taxa de concepção, é muito pior, principalmente para vacas que perdem mais peso nas primeiras semanas após o parto” explica o médico veterinário Chiréa.

Matéria na íntegra - Essa matéria foi divulgada na Revista Copagril Edição 115 (março/abril). Você pode conferir o conteúdo original em: https://www.copagril.com.br/revista/85. (Imprensa Copagril)

 

COAMO: Revista Coamo destaca industrialização

A mais nova edição da Revista Coamo tem como reportagem especial as indústrias da cooperativa, mostrando a agregação de valor dos produtos retirados do campo de milhares de cooperados. Com as indústrias, novas tecnologias, métodos inovadores e muito trabalho fazem parte da busca constante da cooperativa, por oferecer produtos cada dia melhores. Fundada em 1970, a cooperativa completará em novembro, 50 anos de existência e a agroindustrialização sempre esteve presente. Passados todos esses anos, novas indústrias surgiram e outros produtos foram industrializados, sempre buscando a agregação de valor à produção dos cooperados.

Versão completa - Acesse aqui para a versão completa da Revista Coamo - http://www.coamo.com.br/revistacoamo/mai20/. (Imprensa Coamo)

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COCAMAR: Setecentas famílias recebem cestas doadas pela cooperativa e Ihara

cocamar 03 06 20210Em parceria com a empresa Ihara, uma de suas fornecedoras, a Cocamar doou 700 cestas básicas para instituições que prestam atendimento a famílias em situação de vulnerabilidade, incluindo refugiados estrangeiros. Além de Maringá, as doações foram feitas durante a live realizada no domingo (31/05) pelo padre José Carlos dos Santos, o Frei Zeca, encaminhadas para a região de Presidente Prudente (SP).

Entidade beneficiada - Uma das entidades beneficiadas é a Associação dos Estrangeiros da Região de Maringá (AERM), que atende a cerca de 1,5 mil pessoas, a maioria haitianos e venezuelanos que passam por muitas dificuldades nesses tempos de pandemia.

Atendimento - O presidente da AERM, Ronelson Furtado Balde, natural de Guiné Bissau e que está em Maringá desde 2006, onde cursou direito e constituiu sua família, conta que essa parcela da população não é servida por programas oficiais de apoio. “Os refugiados dependem atualmente da ajuda de empresas e da sociedade até mesmo para suas necessidades básicas”, afirma Balde. Elas vão desde a falta de empregos, alimentos, medicamentos, agasalhos e artigos de higiene, a condições dignas de moradia.

Fome e frio- Segundo ele, se em tempos normais já é difícil, em época de pandemia os problemas são ainda maiores, pois os refugiados são os primeiros a perderem seus empregos. O objetivo da AERM, explica, é capacitar e tentar achar postos de trabalho para os estrangeiros que tiveram que deixar os seus países e hoje estão em Maringá e região. Para a capacitação, há o apoio de instituições como UEM, Unicesumar e PUC. No entanto, no atual momento, a entidade precisa se desdobrar para ajudá-los também no aspecto assistencial. E garante: “Muitos refugiados estão passando fome e frio por aqui, pois não há como atender a todos”.

Sem atendimento presencial - Balde explica também que, por conta da pandemia, a entidade teve que paralisar o atendimento presencial. Entre os haitianos, cerca de 75% são homens, a maioria solteiros, que geralmente se unem para dividir os custos da moradia. Entre os venezuelanos, o percentual de homens e mulheres é praticamente igual, havendo muitos casais e grande parte deles com capacitação. “Há pessoas formadas em advocacia que ficariam felizes trabalhando como empacotadores.”

Sala - A prefeitura de Maringá cedeu uma sala na rodoviária para que seja usada como sede pela AERM, a qual depende ainda de ser reformada e estruturada para poder atender aos seus objetivos.

Serviço - Para conhecer mais sobre a AERM, visite o seu perfil no Facebook. Para fazer doações, entre em contato pelo telefone (44) 98439-4082. (Imprensa Cocamar)

 

SOJA: Vazio sanitário começa em 10 de junho, alerta Agricultura

soja 03 06 2020A Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab) alerta os produtores paranaenses sobre o período do vazio sanitário da soja, que começa em 10 de junho e vai até 10 de setembro. A medida é determinada pela Portaria número 342/2019 da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar). Nesse período, fica proibido cultivar, manter ou permitir a presença de plantas vivas de soja em qualquer estágio vegetativo.

Ferrugem asiática - Essa é uma medida essencial para o manejo e controle da ferrugem asiática, principal praga que ataca a cultura. “A estratégia ajuda a diminuir a presença contínua de esporos do fungo causador da ferrugem no campo, principalmente na entressafra, pois ele permanece ativo em plantas vivas de soja, em plantas guaxas”, explica a engenheira agrônoma e fiscal de Defesa Agropecuária da Adapar, Marlene Soranso.

Colheita - A mesma Portaria fixa a data de 15 de maio como prazo final para colheita ou interrupção do ciclo da soja. “O período que antecede o vazio sanitário da cultura é necessário para que os produtores, armazéns e responsáveis por estradas e ferrovias, por exemplo, possam realizar a limpeza e a eliminação das plantas vivas de soja”, diz o gerente de Sanidade Vegetal da Adapar, Renato Rezende Young Blood.

Reduz químico - O manejo reduz a presença de esporos no ambiente e permite que as plantas de soja se desenvolvam, inicialmente, com baixa população da praga no campo. “Isso contribui para a redução da quantidade de aplicação de produtos químicos para o controle da doença e, ainda, para evitar que o fungo desenvolva resistência às moléculas agroquímicas”, explica.

Programa Nacional - A Adapar está alinhada com o Programa Nacional de Controle de Ferrugem Asiática da Soja do Ministério da Agricultura. “Seguimos o fortalecimento do sistema de produção agrícola da soja com a defesa sanitária vegetal”, diz o diretor-presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins.

Produção - A expressividade da cultura da soja no Paraná, segundo maior produtor nacional, comprova a necessidade de preservação dessa cadeia produtiva. Na safra 2019/20 foram produzidas 20,7 milhões de toneladas em 5,5 milhões de hectares, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

Perdas - Segundo estudos da Embrapa Soja, quando não são tomadas as medidas de manejo e controle adequadas, as perdas na produção causadas pela ferrugem asiática podem chegar a 75%. (Agência de Notícias do Paraná)

 

IBGE: Produção industrial cai 18,8% com pandemia em abril e tem pior resultado em 18 anos

A produção industrial caiu 18,8% em abril, na comparação com o mês anterior, refletindo os efeitos do isolamento social, iniciado em meados de março, para controle da pandemia de Covid-19. É a queda mais intensa da indústria desde o início da série histórica, em 2002, e o segundo resultado negativo seguido, com perda acumulada de 26,1% no período.

Pesquisa mensal - Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quarta-feira (03/06) pelo IBGE. No ano, de janeiro a abril, o setor encolheu 8,2%, e nos últimos 12 meses, recuou 2,9%. Em relação a abril do ano passado, a queda na indústria foi maior, -27,2%, sexto resultado negativo seguido nessa comparação e o mais elevado desde o início da série registrada pelo Instituto.

Paralisações - “O resultado de abril decorre, claramente, do número maior de paralisações das várias unidades produtivas, em diversos segmentos industriais, por conta da pandemia. Março já tinha apresentado resultado negativo. Agora, em abril, vemos um espalhamento, com quedas de magnitudes históricas, de dois dígitos, em todas as categorias econômicas e em 22 das 26 atividades pesquisadas”, disse o gerente da pesquisa, André Macedo.

Pior recuo- Entre as atividades, o pior recuo veio de veículos automotores, reboques e carrocerias (-88,5%), que foi pressionada pelas interrupções da produção dos automóveis, caminhões e autopeças em várias fábricas do país. Com isso, a atividade intensificou o recuo observado no mês anterior (-28%) e registrou a queda mais intensa desde o início da série.

Outros segmentos - Segundo Macedo, a interrupção da produção de veículos automotores impacta outros segmentos industriais, que também caíram em abril: metalurgia (-28,8%), produtos de borracha e de material plástico (-25,8%) e máquinas e equipamentos (-30,8%). Outros recuos relevantes vieram das atividades de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-18,4%) e bebidas (-37,6%).

Itens essenciais - Macedo observa que as atividades que produzem itens de consumo essenciais avançaram em abril. É caso de produtos alimentícios (3,3%) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (6,6%), que voltaram a crescer após recuarem em março (-1,0% e -11%). Perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal também subiram (1,3%), enquanto o setor extrativo ficou estável (0%).

Gêneros - “Embora o impacto positivo dos alimentos tenha vindo, principalmente, da maior produção do açúcar, observamos aumentos também na produção de outros gêneros alimentícios necessários para as famílias, como leite em pó, massas, carnes e arroz”, comentou o gerente da pesquisa.

Quedas históricas em todas as grandes categorias - André Macedo destaca ainda que o recuo em todas as grandes categorias econômicas marcou o menor resultado das suas séries históricas. Bens de consumo duráveis teve a queda mais acentuada de abril (-79,6%), influenciada, em grande parte, pela menor fabricação de automóveis. Foi o terceiro mês seguido de queda na produção, com perda acumulada de 84,4% nesse período.

Bens de capital - O segmento de bens de capital (-41,5%) também teve redução mais elevada do que a média nacional (-18,8%). Os setores produtores de bens intermediários (-14,8%) e de bens de consumo semi e não duráveis (-12,4%) também caíram, com o primeiro intensificando a queda de março (-3,7%), e o segundo mantendo o resultado negativo que vem desde novembro do ano passado, acumulando nesse período perda de 25,2%. (Agência IBGE)

ibge 03 06 2020

ECONOMIA I: Governo oferece garantia em empréstimo para pequena e média empresa

O Ministério da Economia e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) oferecerão garantia emergencial para reduzir risco de pequenas e médias empresas na concessão de crédito. Medida provisória publicada nesta terça-feira (02/06) no Diário Oficial da União cria o Programa Emergencial de Acesso ao Crédito, com o objetivo de facilitar, durante o período de calamidade, o acesso de pequenas e médias empresas (PMEs) a novos empréstimos.

Modelo - Segundo o Ministério da Economia, o modelo de estímulo ao crédito por meio da concessão de garantias foi usado por muitos países como medida para mitigar os efeitos da covid-19 no setor produtivo. O ministério acrescenta que no Brasil, durante este período, a carteira de crédito das instituições financeiras referente às grandes empresas aumentou de forma mais acelerada em comparação às pequenas e médias, tendo em vista o ambiente de incerteza e a expectativa de maior inadimplência desse segmento.

Autorizado - Com a publicação da Medida Provisória nº 975, o Ministério da Economia fica autorizado de imediato a aportar R$ 5 bilhões no Programa Emergencial de Acesso ao Crédito. O programa será operado pelo BNDES, nos moldes do Fundo Garantidor para Investimentos (FGI). Novos aportes do Tesouro poderão ser realizados até o final do ano de 2020, no valor total de até R$ 20 bilhões, por decisão do Ministério da Economia, conforme a performance do programa e necessidade de concessão de garantias.

Administração dos recursos - O BNDES ficará responsável pela administração dos recursos e outorga das garantias aos agentes financeiros que emprestarem recursos no âmbito do Programa Emergencial do Acesso ao Crédito. A prestação de garantia será de até 80% do valor de cada operação da empresa com o agente financeiro.

Inadimplência - De acordo com o ministério, os bancos terão que zelar por uma inadimplência controlada de sua carteira, incluindo todo o processo de recuperação de crédito. Para cada R$ 1 real destinado ao fundo, o ministério estima que possa garantir e destravar até R$ 5 reais em financiamentos às pequenas e médias.

Faturamento anual - O Programa Emergencial de Acesso ao Crédito vai oferecer garantias para os empréstimos realizados até dezembro de 2020 às empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões (apurado em 2019). Ainda segundo o ministério, a utilização dos recursos será livre, portanto, as empresas beneficiadas poderão reforçar o seu capital de giro. O programa deverá estar regulamentado e operacional ao final do mês de junho.

Relação - Segundo cálculos da equipe técnica do Governo Federal, a constituição do programa tem relação positiva entre o custo fiscal do aporte e a efetividade da aplicação. “Esses estudos prévios estimam que, para cada R$ 100 do Tesouro Nacional aplicados no programa, há potencial de impacto de R$ 100 em salários de empregados nas firmas apoiadas, sem contar os benefícios indiretos da preservação dos negócios”, conclui o ministério. (Agência Brasil)

ECONOMIA II: Paraná planeja a retomada com investimentos e segurança institucional

economia II 03 06 2020O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou, nesta terça-feira (02/06) ,de um evento online promovido pela Câmara Americana do Comércio (Amcham Curitiba) e destacou a estruturação do Estado para o enfrentamento ao novo coronavírus e o planejamento para a recuperação econômica do Estado pós-pandemia.

Investimentos públicos e privados - O caminho para a retomada do crescimento passa por investimentos públicos e privados, ressaltou o governador, destacando que a segurança institucional do Estado e a força do agronegócio contribuem com a melhoria desse cenário. “Adotamos várias medidas para não parar o sistema econômico, ao mesmo tempo em que tomamos o cuidado com as recomendações dos órgãos de saúde”, disse ele.

Diálogo - A conversa foi conduzida pela CEO da Amcham, Deborah Vieitas, e acompanhada por cerca de 300 pessoas de 22 cidades e sete estados diferentes. “Nosso objetivo é estabelecer um diálogo construtivo entre os setores público e privado, para melhorar a competitividade e as exportações brasileiras”, afirmou Deborah.

Presenças - O chefe da Casa Civil, Guto Silva; os secretários de Estado da Fazenda, Renê Garcia; do Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge; e da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara; e o diretor-presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin, também acompanharam a transmissão.

Saúde - Ratinho Junior explicou que o governo já vinha em um processo de descentralização da saúde, o que facilitou na implantação de leitos exclusivos para atender pacientes com a Covid-19 em todas as regiões. Esse planejamento incluiu parcerias com hospitais filantrópicos e particulares que atendem pelo SUS, além da estruturação da rede estadual de saúde.

Disponibilização de leitos - “Disponibilizamos um volume grande de leitos de UTI para atender os pacientes de Covid-19. A taxa de ocupação hoje é de 48% desses leitos, mas temos um plano B para ampliar essa estrutura caso haja necessidade”, disse Ratinho Junior.

Hospitais regionais - O Estado também antecipou as obras de três hospitais regionais, que seriam entregues no final do ano. Com a implantação de uma força-tarefa para concluir mais rapidamente a construção, os hospitais regionais de Ivaiporã (Vale do Ivaí) e Telêmaco Borba (Campos Gerais) começaram a funcionar nesta semana. O terceiro, em Guarapuava (Centro), deve entrar em funcionamento até o fim do mês.

Equilíbrio - Paralelamente ao investimento na saúde, o Estado atuou para não parar a economia e ter a menor desaceleração possível. “Não chegamos a decretar a quarentena, apenas recomendamos a paralisação de alguns setores mais propícios à contaminação”, disse. “Alinhamos com os prefeitos para que cada município se ajustasse à sua realidade e, assim, conseguimos um equilíbrio para que o setor econômico não parasse totalmente”, explicou o governador.

Em funcionamento - Com isso, setores como o industrial, o agronegócio, construção civil e o sistema logístico do Estado continuaram em funcionamento. “O Porto de Paranaguá tem batido recordes de movimentação todos os meses. O sistema logístico do Estado foi preservado para garantir a exportação da produção histórica na agricultura”, disse.

Recuperação - Ratinho Junior salientou que a boa situação fiscal e a segurança jurídica do Estado são fundamentais para garantir a retomada da economia e a preservação dos empregos dos paranaenses. Esse planejamento engloba desde as micro e pequenas até as grandes empresas, tendo como guarda-chuva para o setor econômico o programa Recupera Paraná.

Linhas de crédito - O programa de recuperação econômica inclui a ampliação de linhas de crédito ao setor produtivo, com a alavancagem de recursos disponibilizados pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e pela Fomento Paraná. O Estado também adotou a isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) a 270 mil micros e pequenas empresas.

Incentivos - Outra estratégia é ampliar o incentivo aos chamados Arranjos Produtivos Locais, para alavancar o desenvolvimento tendo em vista as vocações regionais. “Também estamos finalizando o selo Made in Paraná, para fomentar a compra de produtos produzidos no Estado. Ao prestigiar as empresas paranaenses, também ajudamos na criação e manutenção dos empregos locais”, disse Ratinho Junior.

Investimentos - Obras públicas, tanto no setor logístico como na infraestrutura dos municípios, também estão no horizonte para a retomada econômica. O Governo do Estado obteve um empréstimo junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) de R$ 600 milhões, que integram o pacote de ações para auxiliar as cidades paranaenses.

Empréstimos - Há ainda mais R$ 1,6 bilhão em empréstimos já autorizados pela Assembleia Legislativa e que aguarda aval federal. Os recursos deste financiamento serão utilizados em obras de infraestrutura e logística, urbanização do Litoral e também nas áreas de segurança e agricultura.

Reforma administrativa - “A reforma administrativa que adotamos desde o início da gestão, que diminuiu o número de secretarias e autarquias e trouxe mais agilidade à máquina pública, também nos colocou em uma situação privilegiada”, disse o governador. “Temos uma boa capacidade de endividamento, que nos dá tranquilidade para garantir investimentos e permite que o Estado cumpra seus compromissos.”

Ambiente propício - De acordo com o secretário estadual da Fazenda, Renê Garcia, a boa situação fiscal do Estado facilita na tomada de empréstimos e também cria um ambiente propício para investidores.

Diferencial competitivo - “O Paraná tem um diferencial competitivo com relação aos seus pares e as finanças organizadas”, disse. “Quando o empresário vem ao Estado ele tem não só vantagem do ponto de vista operacional e dos fatores de produção, como tem segurança institucional. Em nenhum momento o Estado vai atrapalhar ou agregar risco aos investidores”, salientou.

Movimento SOMA - A reunião virtual também marcou o primeiro mês de lançamento regional do Movimento SOMA (soma.amcham.com.br). Liderado pela Amcham, a ação conecta necessidades específicas do setor público com soluções e ofertas do setor privado, fazendo indicações em tempo real de itens prioritários para doação e compras governamentais.

Troca de ofertas- Além disso, iniciativa possibilita a troca de ofertas entre empresários de todo o Brasil, divulgando oportunidade de produtos ou serviços para se adaptar à situação atual. No movimento SOMA, a Amcham Brasil representa 5 mil empresas, que juntas somam 33% do PIB brasileiro e 3 milhões de pessoas empregadas em empresas das 15 principais cidades brasileiras.

Amcham Curitiba - A Amcham Curitiba faz parte de uma das maiores associações de empresas do Brasil, com 15 filiais em todo o país e mais de 5.200 empresas associadas. O objetivo da entidade é criar um ambiente favorável de negócios por meio de boas práticas de mercado, capacitação profissional e cidadania empresarial.

Relações comerciais - A instituição visa facilitar relações empresariais, gerar negócios, ser ponte no relacionamento governamental e internacional, além de prover conteúdos que amplifiquem o conhecimento de seus associados. A Amcham Curitiba completa, neste ano, 20 anos de atuação no Paraná e terá uma programação especial para seus associados. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SEST/SENAT: Motoristas do transporte público de Cascavel serão testados para a Covid-19

sest senat 03 06 2020Cerca de 100 kits de testes para diagnosticar o novo coronavírus foram disponibilizados pelo Sest/Senat (Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte) para os motoristas das empresas Pioneira e Viação Capital do Oeste, concessionárias do transporte coletivo urbano de Cascavel (PR). Sob a orientação da Secretaria Municipal da Saúde, os exames serão feitos ao longo de cinco dias da próxima semana no Centro de Convenções e Eventos. (Assessoria de Imprensa do Sest/Senat)

 

SENADO: Projeto que incentiva doação de alimentos e refeições vai à sanção

senado II 03 06 2020O Plenário do Senado Federal aprovou, nesta terça-feira (02/06), em sessão deliberativa remota, texto substitutivo da Câmara dos Deputados ao PL 1.194/2020, que busca incentivar e facilitar a doação de alimentos, reduzindo o desperdício. O texto incentiva empresas a doarem alimentos e refeições excedentes para pessoas, famílias ou grupos em situação de vulnerabilidade ou de risco alimentar ou nutricional. Foram 77 votos favoráveis, sem votos contrários nem abstenções. A matéria segue agora para sanção presidencial.

Famílias beneficiadas - Segundo o autor do projeto, senador Fernando Collor (Pros-AL), milhares de famílias serão beneficiadas. A proposição teve como relator o senador Jayme Campos (DEM-MT), que acatou o substitutivo da Câmara, mas retirou algumas mudanças promovidas pelos deputados, como doações de alimentos também para consumo de cães e gatos e a criação do Certificado de Boas Práticas.

Iniciativa - “Quero cumprimentar o autor do projeto, o ilustre e eminente senador da República Fernando Collor de Mello, pela louvável iniciativa, já que o projeto é meritório e certamente está minimizando as dificuldades de milhares de famílias, sobretudo da classe menos favorecida, para a sorte de nosso país”, disse o relator.

Incentivo - O texto aprovado incentiva empresas e estabelecimentos que produzem ou fornecem alimentos (inclusive in natura), produtos industrializados e refeições prontas a doarem os excedentes não comercializados e ainda próprios para o consumo humano. Os beneficiários dessas doações deverão ser pessoas, famílias ou grupos em situação de vulnerabilidade ou de risco alimentar ou nutricional. A responsabilidade do doador pelo estado de conservação dos alimentos se encerra no momento da primeira entrega do alimento ao intermediário ou, caso doe diretamente, ao beneficiário final. 

Justificativa - Fernando Collor afirma na justificativa de seu projeto que a legislação brasileira atual incentiva o desperdício de comida porque responsabiliza o doador por danos causados após a doação, mesmo que os alimentos, depois de recebidos, não sejam acondicionados da maneira correta.

Contribuição - “Nossa proposta contribui para o combate à fome e à desnutrição, valoriza a responsabilidade social e a solidariedade entre os brasileiros e auxilia a superação da crise econômica e social que tende a se aprofundar com o avanço da covid-19”, explica Collor.

Responsabilidade - O projeto também estabelece que os doadores e eventuais intermediários só responderão nas esferas civil e administrativa se agirem com dolo. Na esfera penal, serão responsabilizados somente se comprovado, no momento da primeira entrega, ainda que esta não seja feita ao consumidor final, o dolo específico de causar danos à saúde de quem recebeu a doação. 

Autorização - Pelo texto aprovado, os estabelecimentos (como empresas, supermercados, cooperativas, restaurantes, lanchonetes e até hospitais) dedicados à produção e ao fornecimento de alimentos (incluídos alimentos in natura, produtos industrializados e refeições prontas para o consumo de trabalhadores, colaboradores, pacientes e clientes em geral) ficam autorizados a doar os excedentes não comercializados e ainda próprios para o consumo humano que atendam aos seguintes critérios: estejam dentro do prazo de validade e nas condições de conservação especificadas pelo fabricante; não tenham comprometidas sua integridade e segurança sanitária; e tenham mantidas suas propriedades nutricionais e a segurança sanitária, ainda que tenham sofrido dano parcial ou apresentem aspecto comercialmente indesejável.

Vias - A doação poderá ser feita diretamente, em colaboração com o poder público, ou por meio de bancos de alimentos, de outras entidades beneficentes de assistência social certificadas na forma da lei ou de entidades religiosas. Não poderá haver a incidência de qualquer encargo que torne a doação onerosa, ela é totalmente gratuita. Estabelecimentos religiosos também poderão intermediar as doações. 

Inclusão - Segundo o texto, estão incluídos entre os estabelecimentos que podem fazer doações os que produzem e ofertam alimentos industrializados, minimamente processados e in natura. Os alimentos podem ter danos à embalagem, desde que não comprometam a integridade e a segurança sanitária. Também podem ter dano parcial ou aspecto comercialmente indesejável, se mantiverem as propriedades nutricionais, não comprometerem a segurança sanitária e atenderem a outros critérios que podem ser definidos depois em regulamento.

Conectada - Para o senador Marcos Rogério (DEM-RO), a proposta aprovada é “absolutamente conectada com este momento do Brasil, com as necessidades dos brasileiros”. O senador Weverton (PDT-MA) afirmou que o Brasil desperdiça algo em torno de 25 milhões de toneladas de alimentos por ano.

Momento oportuno - “Essa crise é um momento muito oportuno para sairmos melhores dela. E são nesses pequenos gestos, nessas pequenas ações, que vamos melhorar ainda mais. Todos unidos não só para combater a fome, mas também para fortalecer a agricultura familiar”, disse Weverton.

Desperdício - Segundo a senadora Soraya Thronicke (PSL-MS), o Brasil ocupa o décimo lugar no ranking dos países que mais desperdiçam alimentos, segundo dados da ONU.

PAA - Durante a vigência do período de calamidade pública decorrente do coronavírus, o governo federal dará preferência, no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), à parcela da produção de agricultores familiares e pescadores artesanais comercializada de forma direta e frustrada em consequência da suspensão espontânea ou compulsória do funcionamento de feiras e de outros equipamentos de comercialização direta por conta das medidas de combate à pandemia. A exceção serão as situações nas quais os governos estaduais ou municipais estejam adotando medidas semelhantes. 

Questão - Essa disposição foi incluída pela Câmara dos Deputados e, inicialmente, havia sido recusada pelo relator Jayme Campos, por entender que seria vetada pela Presidência da República. Entretanto, o relator decidiu manter a questão no texto diante do apelo de líderes e senadores e da garantia do líder do governo no Senado, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), de que não será vetada. Pediram a manutenção, entre outros senadores, Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Jaques Wagner (PT-BA), Mecias de Jesus (Republicanos-RR) e Eliziane Gama (Cidadania-MA).

Socorro - Jaques Wagner disse ser “fundamental que possamos socorrer aqueles que dependem da agricultura familiar, que é o nosso povo mais simples, nas roças de todo o Brasil”.

Agricultura familiar - Os senadores Eduardo Braga (MDB-AM) e Rose de Freitas (Podemos-ES) estão entre os senadores que comemoraram a manutenção da preferência à agricultura familiar nas aquisições do PAA durante a pandemia. “A construção que conseguimos fazer com a agricultura familiar foi uma vitória do povo brasileiro, uma vitória dos agricultores familiares e uma vitória também podermos evitar desperdícios, fazendo o bem num momento importantíssimo para o povo brasileiro”, afirmou Eduardo Braga.

Agradecimento - “Eu quero agradecer, sobretudo, a inclusão da agricultura familiar nesse projeto. Muito importante. Meu estado vive da agricultura familiar. A agricultura familiar do meu estado agradece”, disse Rose de Freitas. (Agência Senado)

FOTO: Leopoldo Silva/Agência Senado

 

SAÚDE I: Brasil registra mais de 31 mil mortes por Covid-19

O balanço diário divulgado nesta terça-feira (02/96) pelo Ministério da Saúde trouxe 28.936 novas pessoas infectadas com o novo coronavírus, totalizando 555.383. O resultado marcou um acréscimo de 5,4% em relação a segunda-feira (01/06), quando o número de pessoas infectadas estava em 526.447.

Novas mortes - A atualização do Ministério da Saúde revelou 1.262 novas mortes, chegando a 31.199, o maior número de óbitos em 24 horas desde o início da pandemia. O resultado representou um aumento de 4,2% em relação a segunda, quando foram contabilizados 29.937 falecimentos por covid-19.

Números - Em geral, aos domingos e segundas os números são menores em razão das limitações de alimentação do banco de dados pelas secretarias de saúde aos fins de semana e são maiores às terças-feiras pelo acúmulo de registros dos dias anteriores.

Acompanhamento - Do total de casos confirmados, 300.546 estão em acompanhamento e 223.638 foram recuperados. Há ainda 4.312 óbitos sendo analisados.

São Paulo- São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de falecimentos (7.994). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (5.686), Ceará (3.421), Pará (3.040) e Pernambuco (2.933).

Mais - Além disso, foram registradas mortes no Amazonas (2.102), Maranhão (997), Bahia (736), Espírito Santo (664), Alagoas (482), Paraíba (379), Rio Grande do Norte (341), Minas Gerais (289), Rio Grande do Sul (245), Amapá (237), Paraná (199), Distrito Federal (177), Piauí (180), Rondônia (172), Sergipe (172), Santa Catarina (148), Acre (165), Goiás (151), Roraima (120), Tocantins (79), Mato Grosso (70) e Mato Grosso do Sul (20).

Casos confirmados - Já em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (118.7556), Rio de Janeiro (47.953), Ceará (53.073), Amazonas (43.195) e Pará (41.207). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Maranhão (36.625), Pernambuco (35.508), Bahia (21.430), Espírito Santo (15.151) e Paraíba (14.859).

Mapa global - De acordo com o mapa global da universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos, o Brasil é o 2º colocado em número de casos, atrás apenas dos Estados Unidos (1,82 milhão). O país é o 4º no ranking de mortes em decorrência da covid-19, atrás de Itália (33.530), Reino Unido (39.451) e Estados Unidos (106.046). A posição do país desce quando os números são comparados à população. (Agência Brasil)

saude I 03 06 2020

SAÚDE II: Paraná confirma mais 328 casos e eleva total para 5.163 diagnósticos

saude II 03 06 2020Nesta terça-feira (02/06), a Secretaria de Estado da Saúde confirmou mais 328 casos de Covid-19, elevando para 5.163 o total acumulado de diagnósticos positivos no Paraná. Mais nove pessoas faleceram pela infecção e agora são 199 mortes entre os residentes no Estado.

Origem - Os novos registros de óbitos são de Cascavel, onde um homem de 34 anos faleceu segunda-feira (01/06), e Curitiba, com dois homens, 73 anos, falecido em 31 de maio, e de 77 anos, em 1º junho. Em Londrina foram registrados óbitos de três homens: um de 56 anos, no dia 1º de junho; e outros dois, de 76 anos e de 59 anos, falecidos nesta terça-feira (02/06). Em Piraquara, um homem de 73 anos, morreu dia 1º de junho; em Siqueira Campos, um homem, 45 anos, morreu dia 30 de maio; e uma mulher de 66 anos, faleceu dia 31 de maio.

Novos casos e municípios - Em 262 cidades paranaenses há ao menos um caso confirmado da Covid-19. Em 75 municípios há registro de óbitos pela doença.

Ocorrências - O informe desta terça-feira registra as seguintes ocorrências:  

1 caso em cada um dos municípios de Apucarana, Assis Chateaubriand, Barbosa Ferraz, Campina Grande do Sul, Campo Bonito, Campo Largo, Catanduvas, Chopinzinho, Clevelândia, Colombo, Congonhinhas, Francisco Beltrão, Goioerê, Imbaú, Jaguapitã, Jataizinho, Juranda, Lindoeste, Mamborê, Mandaguaçu, Marialva, Mariluz, Maripá, Matinhos, Missal, Nova América da Colina, Nova Fátima, Nova Olímpia, Ortigueira, Paiçandu, Palotina, Piraquara, Pitanga, Quatiguá, Quatro Barras, Rancho Alegre, Rebouças, São Tomé, Telêmaco Borba, Terra Boa, Terra Rica, Tomazina.

2 casos em Arapongas, Boa Vista da Aparecida, Braganey, Colorado, Corbélia, Foz do Iguaçu, Foz do Jordão, Indianópolis, Jaguariaíva, Moreira Sales, Rolândia, Santa Terezinha de Itaipu, Umuarama.

3 casos em Cambé, Curiúva, Guarapuava, Imbituva, Marechal Cândido Rondon, Mirador, Rondon.

4 casos: em Campo Mourão, Guaraniaçu, Jesuítas, Laranjeiras do Sul, Pato Branco, Pinhais, Ponta Grossa, Quedas do Iguaçu, Siqueira Campos, Tapejara.

5 casos: Paranavaí, Santa Tereza do Oeste.

6 casos em São José dos Pinhais.

7 casos em Cianorte.

8 casos em Toledo.

10 casos em Cornélio Procópio.

12 casos em Maringá.

14 casos em Araucária.

15 casos em Coronel Domingos Soares.

23 casos em Curitiba.

31 casos em Londrina.

63 casos em Cascavel.

Confira o informe completo.

No Paraná, os casos de Covid-19 são confirmados por dois critérios - Mais dois tipos de testes que foram validados pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) terão os resultados positivos incluídos no monitoramento do CIEVS, agora são aceitos testes rápidos de quatro fabricantes.

1. One Step Covid-2019 Test®️ da fabricante Guangzhou WondfoBiotechCo., Ltda., cujo representante legal no Brasil é a empresa Celer Biotecnologia S/A.

2. Medteste Coronavírus (Covid-19) igG/IgM da fabricante Hangzhou Biotest Biotech Co. Ltd cujo representante legal no Brasil é a empresa Medlevensohn Com Repres Prod Hosp Ltda.

3. Covid-19 Igg/Igm Eco do fabricante Eco Diagnóstica Ltda-ME, cujo representante legal no Brasil é a empresa Eco Diagnóstica Ltda-ME

4. Covid-19 Igg/Igm Bio do fabricante Quibasa Química Básica Ltda, cujo representante legal no Brasil é a empresa Quibasa Química Básica Ltda

Ajustes - Um caso confirmado no dia 31 de maio em Balsa Nova foi transferido para Campo Largo. No informe de segunda-feira (01/06) foi publicado erroneamente um óbito no município de Jardim Alegre. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SAÚDE III: No Paraná, dengue tem queda no número de notificações

saude III 03 06 2020A Secretaria de Estado da Saúde divulgou o Informe Dengue nº 40 nesta terça-feira (02/06) com dados da doença. O período de monitoramento da dengue tem início em julho e pela curva epidêmica, a partir do mês atual, a tendência é de queda de casos.

Periodicidade - Por esse motivo, desde o último boletim publicado, em 19 de maio, a periodicidade do documento voltará a ser quinzenal, como já ocorreu em anos anteriores.

Total - O total de casos confirmados de dengue é de cerca de 199 mil, referente ao período epidemiológico iniciado em 28 de julho de 2019 até o sábado, 30 de maio. Foram incluídos 18.650 novos casos entre o último boletim e o divulgado nesta terça-feira (02/06), com uma diferença portanto de 15 dias desde a última publicação. Há casos em 343 municípios do Paraná, sendo que 237 estão em epidemia.

Investigação - Após a notificação de cada caso, as equipes de vigilância epidemiológica dos municípios desenvolvem a investigação da situação.

Confirmação - Os casos novos entraram na contabilização de confirmações também das semanas anteriores. “Como investigamos caso a caso, é possível que um município tenha encerrado agora um caso de dois meses atrás e nos informado agora. Embora o número de registros positivos para a dengue seja alto, olhamos agora para os novos notificados e quantidade de situações em investigações para parâmetro do cenário”, explicou o secretário Beto Preto.

Tendência - “Nossa tendência é de queda, o que já temos constatado, estudamos isso constantemente e percebemos que os casos estão reduzindo em volume. Mas não baixamos a guarda ainda, temos que avançar no que se refere à prevenção da dengue já pensando no próximo ano”, disse o secretário.

Descartados - Entre os 332 mil casos notificados, mais de 73 mil já foram descartados, sendo considerados como resultado negativo para a dengue. As notificações de casos reduziram em relação ao último boletim. Há duas semanas, o Paraná tinha 64.315 em investigação e na data desta terça-feira (02/06) o informe mostra 59.705 casos. A diferença, 4.610 ocorrências, refere-se a casos que foram encerrados com diagnósticos positivos ou negativos. (Agência de Notícias do Paraná)

 

ANS: Lançadas novas versões do Atlas Econômico-Financeiro, Anuário e Prisma da Saúde Suplementar

ans 03 06 2020A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulga os seus três painéis de dados econômico-financeiros do setor de planos de saúde em nova versão, mais dinâmica, em substituição aos relatórios desenvolvidos até 2019. Foi utilizada uma ferramenta com recursos de business intelligence com interface simples e de fácil compreensão para os entes do setor e toda a sociedade: o Power BI. Os painéis são: Atlas Econômico-Financeiro da Saúde Suplementar, Anuário: Aspectos Econômico-Financeiros das Operadoras de Plano de Saúde e Prisma Econômico-Financeiro da Saúde Suplementar.

Confira aqui os três painéis, disponíveis no portal da ANS, em Dados Financeiros e Publicações Relacionadas.

Sustentabilidade - “Ao facilitar o entendimento destes painéis, a ANS exerce o seu papel de zelar pela sustentabilidade financeira do setor, promovendo um ambiente regulatório que favoreça a concorrência e o desenvolvimento da saúde suplementar”, afirma o diretor de Normas e Habilitação das Operadoras da ANS, Paulo Rebello.

Competências - Os dados que constam nos três painéis incluem as competências de 2018 e 2019 e são extraídos do Sistema de Informações de Beneficiários (SIB), do Sistema de Cadastro de Operadoras (CADOP), de Documentos de Informações Periódicas das Operadoras de Planos de Assistência à Saúde (DIOPS) e de demonstrações contábeis.

Atlas Econômico-Financeiro da Saúde Suplementar - Oferece uma visão concorrencial do setor e, nessa nova versão, passa a considerar uma nova metodologia, ampliando a apresentação dos dados para cada um dos 148 mercados relevantes de planos individuais e familiares, coletivos por adesão e coletivos empresariais.

Políticas públicas - A ferramenta permite otimizar a execução de políticas públicas e o desenho de medidas regulatórias adequadas às necessidades de estímulo à concorrência. “Para a ANS, delimitar mercados relevantes robustece o monitoramento, permitindo avaliar a concentração dos diferentes mercados e identificar as empresas que detêm poder de mercado”, acrescenta o diretor.

Mercados relevantes - O Atlas apresenta o mapa de mercados relevantes por região, índices de concentração, tabelas com os mercados relevantes ordenados pela quantidade de beneficiários, identificação das operadoras que possuem as maiores fatias de mercado, entre outros dados. Confira aqui.  

Anuário da Saúde Suplementar - Apresenta aspectos econômico-financeiros de cada operadora de plano de saúde, como dados do Balanço Patrimonial e da Demonstração de Resultados do Exercício, além de diversos indicadores necessários para uma análise mais detalhada das empresas do setor. Confira aqui.

Prisma Econômico-Financeiro da Saúde Suplementar - Proporciona um perfil econômico-financeiro do setor, sendo dividido em três grandes grupos: Dados Consolidados do Setor de Saúde Suplementar, Ativos Garantidores e Provisões Técnicas e Indicadores Econômico-Financeiros (ponderados e não ponderados). Os dados se referem às evoluções das diferentes modalidades de operadoras de planos de saúde. Confira aqui.(ANS)

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulga os seus três painéis de dados econômico-financeiros do setor de planos de saúde em nova versão, mais dinâmica, em substituição aos relatórios desenvolvidos até 2019. Foi utilizada uma ferramenta com recursos de business intelligence com interface simples e de fácil compreensão para os entes do setor e toda a sociedade: o Power BI. Os painéis são: Atlas Econômico-Financeiro da Saúde Suplementar, Anuário: Aspectos Econômico-Financeiros das Operadoras de Plano de Saúde e Prisma Econômico-Financeiro da Saúde Suplementar.

Confira aqui os três painéis, disponíveis no portal da ANS, em Dados Financeiros e Publicações Relacionadas.

Sustentabilidade - “Ao facilitar o entendimento destes painéis, a ANS exerce o seu papel de zelar pela sustentabilidade financeira do setor, promovendo um ambiente regulatório que favoreça a concorrência e o desenvolvimento da saúde suplementar”, afirma o diretor de Normas e Habilitação das Operadoras da ANS, Paulo Rebello.

Competências - Os dados que constam nos três painéis incluem as competências de 2018 e 2019 e são extraídos do Sistema de Informações de Beneficiários (SIB), do Sistema de Cadastro de Operadoras (CADOP), de Documentos de Informações Periódicas das Operadoras de Planos de Assistência à Saúde (DIOPS) e de demonstrações contábeis.

Atlas Econômico-Financeiro da Saúde Suplementar - Oferece uma visão concorrencial do setor e, nessa nova versão, passa a considerar uma nova metodologia, ampliando a apresentação dos dados para cada um dos 148 mercados relevantes de planos individuais e familiares, coletivos por adesão e coletivos empresariais.

Políticas públicas - A ferramenta permite otimizar a execução de políticas públicas e o desenho de medidas regulatórias adequadas às necessidades de estímulo à concorrência. “Para a ANS, delimitar mercados relevantes robustece o monitoramento, permitindo avaliar a concentração dos diferentes mercados e identificar as empresas que detêm poder de mercado”, acrescenta o diretor.

Mercados relevantes - O Atlas apresenta o mapa de mercados relevantes por região, índices de concentração, tabelas com os mercados relevantes ordenados pela quantidade de beneficiários, identificação das operadoras que possuem as maiores fatias de mercado, entre outros dados. Confira aqui.  

Anuário da Saúde Suplementar - Apresenta aspectos econômico-financeiros de cada operadora de plano de saúde, como dados do Balanço Patrimonial e da Demonstração de Resultados do Exercício, além de diversos indicadores necessários para uma análise mais detalhada das empresas do setor. Confira aqui.

Prisma Econômico-Financeiro da Saúde Suplementar - Proporciona um perfil econômico-financeiro do setor, sendo dividido em três grandes grupos: Dados Consolidados do Setor de Saúde Suplementar, Ativos Garantidores e Provisões Técnicas e Indicadores Econômico-Financeiros (ponderados e não ponderados). Os dados se referem às evoluções das diferentes modalidades de operadoras de planos de saúde. Confira aqui.(ANS)

 


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