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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4834 | 01 de Junho de 2020

COVID-19: Comitê de Acompanhamento divulga comunicado 47

covid 19 comite 01 06 2020As reuniões virtuais promovidas pelos Conselho Fiscal da Ocepar e pelo Sistema OCB, com os superintendentes das Unidades Estaduais, além das Assembleias Geral Ordinária e Extraordinária realizadas pela CNCoop, estão entre os destaques do comunicado 47 divulgado pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção do Covid-19, na manhã desta segunda-feira (01/06). Veja abaixo todas as informações.

1. No dia 29 de maio, os membros do Conselho Fiscal da Ocepar, gestão 2020-2024, realizaram a primeira reunião por videoconferência com a seguinte ordem do dia: instrumentos legais (estatuto social, resoluções internas, portarias e convênio OCB); análise das demonstrações contábeis janeiro a abril 2020; arrecadação cooperativista/autogestão 2020 e indicação de coordenador do Conselho Fiscal.

2. No dia 29 de maio, o Sistema OCB realizou reunião virtual com os superintendentes das Unidades Estaduais para tratar assuntos de interesse do cooperativismo em âmbitos nacional e regional.

3. No dia 29 de maio, o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, participou da webinar para discutir os desafios da infraestrutura, da indústria e do agronegócio no pós-Covid-19, em conjunto com os representantes das Confederações Nacional do Transporte - CNT, Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA e Confederação Nacional da Indústria - CNI e da Frente Parlamentar Mista de Logística e Infraestrutura.

4. No dia 28 de maio, a CNCoop - Confederação Nacional das Cooperativas realizou as Assembleias Gerais Ordinária e Extraordinária, que tratou da prestação de contas, da eleição da nova diretoria e dos integrantes do Conselho Fiscal para o período 2020-2024. Para acessar a matéria completa, clique aqui.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção do Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

 

 

OCEPAR: Conselho Fiscal realiza reunião virtual

ocepar 01 06 2020Na manhã de sexta-feira (29/05), os membros efetivos e suplentes do Conselho Fiscal da Ocepar participaram de uma reunião online para avaliar as demonstrações contábeis de janeiro a abril 2020 e outros assuntos. O encontro, realizado por videoconferência devido à pandemia da Covid-19, contou com as presenças do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, de Popke Ferdinand Van der Vinne (Sicredi Campos Gerais), Wemilda Marta Fregonese Feltrin (Unimed Francisco Beltrão), Lauro Soethe (Lar), como membros efetivos e, ainda, Waldenir Romani (Nova Produtiva), Claudemir Pereira de Carvalho (Coagru) e Paulo Pinto de Oliveira Filho (Coprossel), como suplentes. Também acompanharam a reunião o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, o coordenador Administrativo Financeiro, Claudiomiro Rodrigues, o assessor jurídico, Marlon Tecchio Dreher, o coordenador de Gestão Estratégica, Alfredo Benedito Kugeratski Souza e Mylena de Paula.

Coordenação - Na reunião foi aprovado o nome de Popke Ferdinand Van der Vinne para assumir a coordenação do Conselho Fiscal.

 

GETEC: Informe nº 25 apresenta expectativas de mercado sobre indicadores econômicos

getec destaque 01 06 2020A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulgou, nesta segunda-feira (01/06), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central (BC), levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2020, 2021 e 2022. A Getec preparou ainda o Informe Consolidado de maio, com o histórico das projeções do BC.

Clique aqui para conferir o Informe Expectativas de Mercado Semanal

Clique aqui para conferir o Informe Expectaivas de Mercado Consolidado de maio

 

TRIBUTO: Governo zera alíquota de IOF da Conta Covid

tributo 01 06 2020O governo decidiu isentar de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) a operação de crédito da Conta Covid, que vai garantir empréstimos às distribuidoras de energia elétrica (dentre elas, cooperativas) para reduzir o impacto da inadimplência e da redução no consumo. O decreto foi assinado na quinta-feira (28/05) pelo presidente Jair Bolsonaro. A medida vai permitir a redução dos custos financeiros da conta, com benefício para todos os consumidores do país.

Total - O total da operação de crédito da Conta Covid chega a R$ 16 bilhões e será estruturada sob a forma de um empréstimo sindicalizado, coordenado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e com a participação de bancos públicos e privados. Segundo o Ministério de Minas e Energia, "a isenção de IOF, agora autorizada pelo governo, visa reduzir ainda mais os custos financeiros da operação, em contraposição aos custos normais de mercado".

Objetivo - O objetivo do decreto e da Conta Covid é assegurar recursos financeiros às distribuidoras de energia, que são o elo arrecadatório de todo o setor elétrico. O objetivo é compensar a perda de receita temporária decorrente da pandemia, por conta do aumento da inadimplência, que passou de 3% para 12% e também pela redução no consumo. Segundo o MME, a operação visa "proteger o resto da cadeia setorial para que as empresas continuem honrando seus contratos e o consumidor final, por poupá-lo de aumentos tarifários numa conjuntura de crise mundial, de redução da sua capacidade de pagamento e dos orçamentos familiares, com o menor custo possível para todos os brasileiros".

Aplicação - O decreto determina que a redução de alíquota "somente se aplica aos fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2020." O empréstimo contratado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) será usado na cobertura, total ou parcial, de deficits e de antecipação de receita incorridas pelas concessionárias e permissionárias (cooperativas). Isso inclui a sobrecontratação, ou seja, a parcela contratada de demanda não utilizada por grandes consumidores de energia, que terá seu pagamento postergado até julho deste ano.

MP - O socorro financeiro ao setor elétrico foi autorizado pela Medida Provisória 950 e regulamentado no Decreto 10.350, que criou a Conta Covid. O detalhamento da operação será feito pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que vai receber contribuições em consulta pública até o dia 1º de junho.

BNDES - A operação de empréstimo será coordenada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que vai liderar um pool de bancos públicos e privados responsáveis pela concessão do financiamento. (Correio Braziliense / Informe OCB)

FOTO: Pixabay

 

PUBLICAÇÃO: Inovação é tema de novo e-book

e book 01 06 2020O novo e-book da série Inovando na Crise, elaborado pelo Sistema OCB, mostra o quanto as cooperativas são negócios inovadores, desde que surgiram há quase 200 anos. Para se ter uma ideia, a primeira cooperativa, criada no interior da Inglaterra por um grupo de 28 trabalhadores (27 homens e uma mulher), apresentou ao mundo um novo jeito de fazer negócios. Mais justo e pautado em valores e princípios morais, o cooperativismo deu tão certo que rompeu as barreiras inglesas e, atualmente, é praticado em mais de 100 países.

Conteúdo - No e-book Como inovar na crise, você vai conhecer um pouco mais sobre o que essa palavra significa para as cooperativas hoje em dia, sobretudo neste momento de pandemia. O material também destaca que, para que continuem inovadoras, as cooperativas precisam oferecer soluções para os desafios de seu contexto.

Adaptação - “É importante flexibilizar e se adaptar ao novo, criar alternativas para que o fluxo decisório interno não seja um entrave à inovação, que tende a ganhar força em organizações ágeis e com estruturas flexíveis. Ter uma liderança que fomente a inovação é imprescindível”, comenta Renato Nobile, superintendente do Sistema OCB.

Esforços - Além disso, o e-book também explica que é fundamental empenhar esforços para promover a mudança de mindset e de cultura. O benchmarking - ou seja, a busca de informações e exemplos de empresas mercantis ou cooperativas que já estejam inovando - é muito benéfico nesse sentido.

Exemplos - É por isso que esse livro digital traz, ainda, alguns exemplos de inovação que podem inspirar as cooperativas. Clique aqui para conhecer. 

Conheça a série toda- Ainda não conhece todos os volumes da série Inovando na Crise? Acesse aqui e saiba mais: https://somoscooperativismo.coop.br/publicacoes. (Informe OCB)

 

SICREDI: Lançado movimento em prol da economia local

sicredi 01 06 2020Para reforçar a importância dos pequenos empreendedores e do cooperativismo como motores da economia brasileira, o Sicredi - instituição financeira cooperativa com mais de 4,5 milhões de associados e atuação em 22 estados e no Distrito Federal – levanta a bandeira da cooperação em um movimento para engajar as pessoas em prol da economia de sua região, com a campanha “Eu Coopero com a Economia Local”.

Iniciativas - Por meio de iniciativas de comunicação e a aplicação de um selo que destaca empresas e consumidores engajados na causa, o Sicredi busca estimular o consumo e o desenvolvimento econômico local – o que está atrelado ao propósito da instituição desde sua fundação, em 1902.

Públicos - A estratégia pretende impactar positivamente diversos públicos, desde pequenos comerciantes e produtores rurais, para que se sintam apoiados pela campanha; associados do Sicredi, para que contribuam com a divulgação das mensagens e aproveitem oportunidades de negócio que possam surgir com ela; e consumidores, para que se conscientizem sobre seu papel na movimentação da economia de suas regiões por meio de seu comportamento de consumo. A iniciativa também convida entidades e os meios de comunicação para se engajarem e fortalecer a propagação do movimento.

Hotsite - Um hotsite também será criado para servir de fonte de informações sobre a iniciativa e ferramenta de apoio aos empreendedores locais. O espaço disponibilizará conteúdos em vídeo e e-books com dicas de como trabalhar os negócios nos meios digitais e uma plataforma de personificação de peças digitais de divulgação, além de acesso a outras ferramentas que podem auxiliar na gestão do empreendimento.

Prioridade - A prioridade de relacionamento com fornecedores locais é uma política do Sicredi por meio da atuação das suas 110 cooperativas de crédito. Só em 2019, foram mais de R$ 550 milhões injetados na economia, por meio de pagamentos a fornecedores locais pela instituição.

Marketplace - Para fomentar as interações comerciais entre seus associados, a instituição disponibiliza desde 2019 o Sicredi Conecta, aplicativo de marketplace que permite a eles fazerem anúncios e vendas de produtos e serviços, sem cobrança de taxas por isso. A solução tecnológica impulsiona empreendedorismo em diversos setores da economia e regiões do país.

Solução - A solução já é utilizada por cooperativas de crédito filiadas ao Sicredi em 15 estados: Ceará, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

 

SICREDI CENTRO-SUL: Com transmissão ao vivo, agências são inauguradas em São Francisco e Bom Jesus do Itabapoana (RJ)

Com uma cerimônia diferente, realizada com transmissão ao vivo pela internet no dia 19 de maio, o Sicredi inaugurou as agências de Bom Jesus de Itabapoana e São Francisco de Itabapoana, ambas no estado do Rio de Janeiro. A transmissão foi realizada como medida preventiva diante da propagação do novo coronavírus e visa o bem-estar dos colaboradores, dos associados e da população em geral. “Como instituição financeira cooperativa, o Sicredi trabalha para a geração de desenvolvimento econômico e social nas regiões onde atua. Da mesma forma, seguimos alinhados com as orientações das autoridades de saúde buscando alternativas para atender nossos associados de maneira segura”, afirma o presidente da Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ, Santo Cappellari.

Redes sociais - A inauguração foi acompanhada nas redes sociais da Sicredi Centro Sul PR/SC/RJ. “Com o apoio da tecnologia e de forma dinâmica e ativa estivemos juntos virtualmente apresentado as novas agências e nossas equipes de colaboradores, afinal somos a instituição financeira que atua de forma simples e próxima”, explica a gerente regional da cooperativa, Maria Joceli Kovalski.

Medidas - Nesse período, serão adotadas medidas para distanciamento social, com orientações e acesso controlado ao local visando evitar filas e aglomerações. “Estamos somando esforços para atender as pessoas com soluções financeiras personalizadas, tão importantes nesse período. Também reforçamos nossa atuação nos canais digitais, internet banking e aplicativo”, finaliza Cappellari.

Cooperativismo e desenvolvimento - O Sicredi, em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), realizou, no início de 2020, uma pesquisa inédita sobre os “Benefícios Econômicos do Cooperativismo de Crédito na Economia Brasileira”. O estudo, que avaliou dados econômicos de todas as cidades brasileiras com e sem cooperativas de crédito entre 1994 e 2017 e cruzou informações do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), chegou à conclusão que o cooperativismo incrementa o Produto Interno Bruto (PIB) per capita dos municípios em 5,6%, cria 6,2% mais vagas de trabalho formal e aumenta o número de estabelecimentos comerciais em 15,7%, estimulando, portanto, o empreendedorismo local.

Sobre o Sicredi - O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4,5 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.900 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br). (Imprensa Sicredi)

*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

FOTOS: Thiago Rodrigues

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COPAGRIL: Cooperados acompanham produção de aves pelo celular

O frango é hightech (alta tecnologia em tradução livre) e agora está no celular. Os números, resultados e ações da granja já não são apenas físicos ou reféns de papel e caneta, agora as informações da produção estão online, para serem acessados em qualquer lugar, seja dentro da granja, na sede da cooperativa ou há milhares de quilômetros de distância. Essa é a avicultura 4.0, é a inovação tecnológica que está nas mãos do produtor rural.

Projeto tecnológico - A Copagril implantou um grande e importante projeto tecnológico para atender toda a cadeia de produção de aves, especialmente voltado à eficiência nas granjas dos cooperados. Com a plataforma que pode ser acessada pelo celular, produtores de aves cooperados da Copagril podem atualizar os dados dos lotes e verificar as informações em qualquer momento e lugar.

Aliado - O aplicativo é um aliado para acompanhar os números e o desenvolvimento das aves e da granja, como peso dos animais, mortalidade, consumo de água e ração, entre outras funcionalidades. Tudo aquilo que já faz parte do dia a dia de manejo na granja, mas com uma grande diferença, agora tudo pode ser feito pelo celular e assim não precisa de planilhas e grandes arquivos para comparar ou avaliar.

Na prática - Um dos cooperados da Copagril que usa o aplicativo é o Vilmar Dinebier, que confidencia, que o principal usuário é o Maicon, empregado que cuida das granjas. “O principal uso do aplicativo é com o Maicon, mas acompanho diariamente o que está acontecendo na propriedade. O aplicativo é muito útil para conseguirmos gerenciar melhor e também passar os dados para a cooperativa”, explica o proprietário.

Três aviários - Vilmar tem três aviários em uma propriedade próxima a Unidade Industrial de Aves, em Marechal Cândido Rondon. Maicon Guilherme Rodrigues Moreira trabalha no manejo das aves e rapidamente “pegou o jeito” do aplicativo. “O uso do aplicativo facilitou a comunicação e a resposta ficou mais rápida e eficaz. Também é fácil, simples de configurar e trabalhar com o aplicativo. Por exemplo, uma vez houve uma mortalidade acima do regular, cadastrei os dados no aplicativo e em questão de uma hora o pessoal da cooperativa já entrou em contato para verificar o que aconteceu e avaliar o problema, isso nos ajuda e dá segurança no trabalho”, descreve.

Praticidade - “A maioria das pessoas têm o celular e usa no dia a dia, é comum estar com ele no bolso em qualquer momento, a ficha de papel não é tão prática. Você está em qualquer lugar da granja e o celular está junto, com o aplicativo em mãos é fácil fazer o registro no momento da ocorrência”, comenta Maicon.

Equipe técnica - A equipe do Fomento Aves da Copagril está acompanhando o uso do aplicativo e como comentado por Maicon, a atualização em tempo real é visualizada pelos profissionais, que podem responder conforme os dados apresentados. Facilitando o acompanhamento de técnicos e gestores.

Troca de informações - “Para nós, o aplicativo ajuda muito na troca de informação. Por exemplo, sobre a entrega de ração, antes o produtor precisava ligar para os técnicos, para a unidade ou para a fábrica, agora tem tudo na mão, com todo o agendamento”, diz Karin Schneider, zootecnista da Copagril.

Comparativo - Ela também explica que o produtor pode verificar o comparativo dos resultados de sua produção e da Copagril, pode fazer chamados pelo aplicativo, acompanhar a mortalidade e peso. “No momento que o produtor lança no aplicativo a informação chega para a equipe do Fomento Aves. O produtor rapidamente recebe o assessoramento em caso de discrepância”, comenta a profissional.

Comunicação - “Também ajuda na comunicação com o técnico, que pode acompanhar e atender rapidamente. Também é possível observar a programação de ração, o agendamento e controle, até mesmo para liberar antes, caso seja possível”, lembra Maicon ao falar sobre as várias funções disponíveis no aplicativo.

Na indústria - Além de favorecer o desenvolvimento do manejo e controle do produtor dentro da propriedade, o uso do aplicativo contribui as atividades em toda a cadeia de produção avícola, em especial na indústria. “Com um controle maior em cada propriedade, podemos conseguir mais homogeneidade no peso das aves no momento de abate, o que é muito importante para indústria, em especial, pensando no mercado consumidor”, revela o supervisor do Fomento Aves Copagril, Gleisson Trentini.

Disponível - O aplicativo está disponível para todos os cooperados integrados na produção de aves, em caso de dúvidas ou para mais informações podem ser contatados os técnicos da Copagril. (Imprensa Copagril)

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CAPAL: Cooperativismo, caminho para o desenvolvimento social e profissional

capal 01 06 2020O cooperativismo é mais que um sistema econômico; é um modelo de organização que preza por valores humanos, como a solidariedade e a responsabilidade. Quando o cooperativismo é colocado em prática no agronegócio, promove-se o desenvolvimento de técnicas agrícolas e pecuárias e o avanço no beneficiamento, industrialização e venda de alimentos que chegam até a mesa das famílias. No entanto, o impacto da cooperação não acontece apenas em nível macro, mas alcança cada produtor que a ela se associa.

Cooperados - Conheça a história de três produtores associados à Capal que encontraram no cooperativismo um caminho para o desenvolvimento próprio, além de contribuir para o fortalecimento da cooperativa. Clique aqui para conferir a matéria na íntegra.

(Imprensa Capal)

 

PRIMATO: Projeto Primar e as oportunidades profissionais

primato 01 06 2020O Projeto Primar e o Integra Primato têm como objetivo fazer a inclusão das pessoas, oportunizar o trabalho e o desenvolvimento, assim como prestar assistência aos colaboradores e aos gestores contribuindo de forma orientativa e participativa em situações relacionadas a cooperativa ou não, com uma visão humanizada, sempre buscando o engajamento. Nesta oportunidade, apresentamos o colaborador Cláudio Bortoluzzi, 23 anos.

Trajetória - Assistente técnico de nutrição, Cláudio Bortoluzzi é formado em zootecnia e fez seu estágio na cooperativa, sendo contratado posteriormente. Segundo ele, a escolha pela profissão e o segmento de nutrição veio com a oportunidade dada pela Primato. “Desde o começo foi uma das áreas que me motivou a fazer a graduação em zootecnia e no período de estágio, realizado na própria Primato, foi onde realmente decidi seguir na área de nutrição. Hoje sou muito realizado e feliz em trabalhar com nutrição de ruminantes e estar no contato diário da indústria e com os cooperados à campo”.

Primato - Para o colaborador, gratidão é a palavra para destacar seu trabalho na cooperativa. “A Primato vem sendo importante para mim, pois além de abrir as portas para estágio, me deu a oportunidade de começar a carreira profissional como assistente técnico de nutrição, me permitindo um crescimento profissional e pessoal”, enfatizou Cláudio que concluiu, “por isso sou grato a cooperativa, a toda equipe da indústria, fomento, colegas dos outros segmentos da cooperativa, assim como nossos cooperados. Todos os dias trabalhamos para produzir alimentos, isso é muito gratificante”.

Primar- “O projeto Primar é uma ação que visa a integração entre todos aqueles que fazem parte do time de nossa cooperativa, por isso, essa ação é voltada para as pessoas que todos os dias colaboram para o desenvolvimento, crescimento e evolução da Primato e de todos nossos produtos e serviços”, destacou o presidente da cooperativa, Ilmo Werle Welter.

Mais - Para conhecer mais sobre o Projeto Primar acesse o hotsite http://primar.primato.com.br/. (Imprensa Primato)

 

COCAMAR: Cooperativa revela mais uma promessa para o futebol

Considerado um celeiro de atletas, o Centro de Formação de Futebol Cocamar (CFFC) é mantido há mais de 30 anos pela Cocamar Cooperativa Agroindustrial na sua sede em Maringá (PR).  

Alex Santos - Não dá para falar da “escolinha” – como muitos a chamam, carinhosamente – sem associá-la ao jogador mais famoso que ali despontou, o meio-campo Alex Santos, por mais de uma década ídolo no Japão, país que defendeu em duas Copas do Mundo. Alex surgiu pelas mãos do pai, o ex-lateral direito Wilson, que foi funcionário da cooperativa e o primeiro preparador dos meninos que começavam no esporte. Depois de uma rápida passagem pelo juvenil do Grêmio Maringá, ainda muito novo ele foi levado para o futebol japonês.

Outras revelações - Ao longo dos anos, várias outras revelações alcançaram o objetivo de jogar em equipes profissionais, enquanto uma leva de jovens talentos se destaca atualmente nas bases de diversos clubes, na expectativa de realizar os seus sonhos.

Leo Previato - Uma das mais recentes promessas é Leo Previato, lateral direito de 17 anos. Nascido em Maringá, ele participou do CFFC dos 11 aos 15 anos e, recentemente, foi selecionado pelo programa Bravo, do canal de esportes ESPN, rodado no início deste ano no Centro de Treinamentos de Sorocaba (SP). Com isso, o maringaense vai compor uma equipe que dará visibilidade a ele e a outros jovens de 16 a 19 anos em apresentações pela Espanha. A iniciativa do Grupo LX e da LaLiga visa buscar os talentos do futebol que estão escondidos pelos cantos do Brasil.

Treino - Torcedor do São Paulo, onde joga seu ídolo Daniel Alves, Leo treina intensamente para se tornar um atleta profissional de alto rendimento. “Gosto do Daniel Alves, assim como do Cristiano Ronaldo, porque eles sempre acreditam ser possível melhorar a cada dia e se dedicam muito para isso”, diz. Leo aguarda, com expectativa, o chamado para viajar com o grupo, o que deve acontecer quando passar a pandemia.

Apoio - Além do seu esforço e talento, Léo conta ter recebido todo o apoio de seus familiares – o pai é bancário e a mãe professora – e o indispensável suporte oferecido pelo CFFC. “O caminho ainda é muito longo, mas estamos confiantes”, completa.

Atuação - Mais de 80 iniciantes de 11 a 15 anos participam atualmente das atividades do CFFC, que conta com estrutura e equipe formada por profissionais especializados. A proposta do Centro, segundo explica a analista de Responsabilidade Social da Cocamar, Sabrina Ambrósio, “é o encaminhamento dos jovens para que realizem os seus sonhos de uma forma saudável e com disciplina, formando-os, igualmente, como cidadãos”. Uma das exigências é que, além de suas aptidões no campo, eles apresentem também um satisfatório desempenho escolar. (Imprensa Cocamar)

GRÃOS: Paraná estima safra acima de 40 milhões de toneladas

graos 01 06 2020O Paraná deverá produzir 40,6 milhões de toneladas de grãos na safra 2019/2020, volume 13% superior ao da safra 2018/2019, em uma área de quase 10 milhões de hectares, segundo relatório mensal divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

Seca - Os números do Deral confirmam os efeitos negativos da severa estiagem pela qual o Estado passa em algumas culturas. É o caso da segunda safra de milho, cuja produção caiu em 1,6 milhão de toneladas com relação à estimativa inicial, que era de aproximadamente 12,8 milhões de toneladas. Estima-se uma perda, considerando os preços a R$ 42,00, de cerca R$ 1 bilhão. “A estiagem pegou a planta em diversos estágios, desde o crescimento vegetativo, até o enchimento de grão. Precisamos esperar para ver o pleno efeito da seca, e não será surpresa se essa perda se aproximar dos 20% em relação ao que se imaginava no começo”, avalia o secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento Norberto Ortigara.

Perdas - A segunda safra de feijão também sofreu o impacto da estiagem e teve perdas em torno de 39%. “A estimativa inicial de produção era de 438 mil toneladas. Agora, espera-se 270 mil toneladas. Por outro lado, os preços estão em alta”, diz o chefe do Deral, Salatiel Turra. Com relação às culturas de inverno, as poucas chuvas registradas no mês maio permitiram a recuperação do atraso da semeadura de aveia branca, aveia preta, trigo e triticale.

Expectativa - “Mesmo com as perdas, nossa expectativa de produção ainda está em 40,6 milhões de toneladas, o que mostra um crescimento e uma recuperação consistente com relação ao que colhemos no ano passado”, acrescenta Ortigara.

Soja - A safra de soja está encerrada no Paraná, com volume recorde de 20,7 milhões de toneladas, 28% superior ao da safra 2018/2019. Cerca de 82% da produção está comercializada até o momento, o que equivale a 17 milhões de toneladas, um resultado considerado avançado para a época. No mesmo período do ano passado, esse índice era de 50% - cerca de 8 milhões de toneladas.

Dólar - Segundo o economista do Deral, Marcelo Garrido, a alta do dólar, acima dos R$ 5,00, tem garantido a competitividade do produto brasileiro no mercado externo.

Incerteza - A comercialização da safra 2020/2021, no entanto, ainda é incerta para os produtores, principalmente por causa da pandemia do novo coronavírus. “Os insumos para a próxima safra serão comprados em dólar. Então, as vendas dependem da relação cambial”, diz Garrido. A saca de 60 kg é comercializada por R$ 94,00, valor 39% maior do que no ano passado, de R$ 70,00.

Colhida - A segunda safra de soja está colhida – a Portaria 342/2019, da Agência de Defesa Agropecuária, fixa a data de 15 de maio como limite para colheita ou interrupção do ciclo da cultura. De 10 de junho a 10 de setembro, acontece o vazio sanitário da soja, medida necessária para o controle da ferrugem asiática.

Milho primeira safra - A área de 353 mil hectares do milho de primeira safra está totalmente colhida, somando uma produção de 3,5 milhões de toneladas, um crescimento de 12% na comparação com a safra passada e com produtividade recorde de 10 mil quilos por hectare.

Milho segunda safra - A segunda safra, que está no campo, deve sofrer os impactos da estiagem de forma mais expressiva na região Oeste do Estado, onde as perdas podem chegar a 900 mil toneladas. Estima-se um aumento de área pouco expressivo, de 1%, e a produção está estimada em 11,3 milhões de toneladas, 12% de perda com relação à estimativa inicial, que era de 12,9 milhões de toneladas, e redução de 15% com relação ao volume produzido na safra anterior.

Consolidada - O Deral aponta uma perda consolidada em 1,6 milhão de toneladas em relação ao relatório de abril. “Mas essa quebra ainda pode chegar a 2,5 milhões de toneladas, de até 20% da estimativa inicial. O volume total de produção, 14 milhões de toneladas, deve ser suficiente para abastecer o mercado paranaense”, explica o técnico Edmar Gervásio. Com estimativa de produção de 100 milhões de toneladas, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a safra brasileira também deve abastecer o mercado e pressionar os preços.

Período mais intenso - O período mais intenso da colheita deve começar nos próximos 15 dias, principalmente nos núcleos regionais de Campo Mourão, Toledo e Cascavel. Com isso, será possível ter um panorama mais completo das perdas no campo. “O cenário não é tão bom para a produção, mas os agricultores podem conseguir um bom faturamento”, afirma o técnico. Estima-se que as duas safras de milho devem somar um rendimento de R$ 8 bilhões. A comercialização está em 30%, com os agricultores segurando a produção na expectativa de preços melhores. A saca de 60 kg é comercializada a R$ 42,00, valor suficiente para cobrir os custos de produção e remunerar os produtores.

Feijão segunda safra - O potencial inicial de produção da segunda safra sofreu perda de 39%. Estima-se agora a produção de 270 mil toneladas, 25% a menos do que na safra 2018/2019. A área deve ser 10% menor, passando de 248 mil hectares para 222 mil hectares.

Piora - O relatório deste mês mostra que as condições de campo estão piorando. Atualmente, apenas 17% das lavouras estão em boas condições, indicando queda na qualidade do grão. Outros 59% estão em condições médias e 32% ruins.

Preços - A saca de 60 kg do feijão-cores está em R$ 300,00, e a do feijão-preto cerca de R$ 211,00. “Os preços em alta poderiam indicar um rendimento mais expressivo para o produtor, mas a produção não acompanhou o crescimento”, diz o engenheiro agrônomo do Deral, Carlos Alberto Salvador. Atualmente, o Paraná tem 69% da área colhida, índice semelhante ao do ano passado, que era de 65% no mesmo período.

Feijão terceira safra - A área da terceira safra, cujo plantio iniciou em março, está estimada em 2 mil hectares, com produção de 2 mil toneladas. A produtividade está baixa – 1236 kg/ha neste momento.

Cevada - A cevada está entre as culturas não afetadas significativamente pela estiagem. No relatório do mês de maio, o Deral indica um reajuste positivo na estimativa de área – de 62,6 mil hectares para 65 mil hectares, 8% a mais do que a área da safra 2018/2019.

Guarapuava - No núcleo regional de Guarapuava, que lidera a produção estadual, o aumento na área plantada deve ser de 14% - 37,5 mil hectares. Na região de Ponta Grossa, que representa 27% da área paranaense, devem ser plantados 17 mil hectares.

Total - Segundo o Deral, a produção total pode ser 23% maior do que no ano passado, atingindo 299,3 mil toneladas. No núcleo regional de Ponta Grossa, 1% da área está plantada, em torno de 170 hectares. “De maneira geral, o plantio da cevada no Paraná vai ficar mais intenso a partir da segunda quinzena de junho”, diz o engenheiro agrônomo Rogério Nogueira.

Venda - A comercialização chegou a 30%, que representa metade da área de plantio no núcleo regional de Guarapuava.

Trigo - Estima-se uma área de 1,09 milhão de hectares de trigo no Paraná, 6% superior à área da safra passada, e produção de 3,5 milhões de toneladas, 65% maior. No entanto, o levantamento dos técnicos aponta problemas pontuais na cultura no último mês.

Maturação - As poucas chuvas registradas em maio, principalmente na região Norte, afetaram a uniformidade na maturação das plantas, com impacto na qualidade do trigo. Já em Toledo, onde choveu significativamente, algumas lavouras talvez precisem ser replantadas.

Evolução - “Se tudo correr bem a partir de agora, o Paraná pode atingir a estimativa de produção, apesar das condições não tão boas em algumas lavouras, se compararmos com anos anteriores”, explica o engenheiro agrônomo Carlos Hugo W. Godinho.

Índice - O índice de plantio chegou a 63% neste mês e pode acelerar mais nos próximos dias. “Esse percentual é bastante representativo e compensa o atraso que havia no Estado”. O plantio do trigo na região Centro Sul, que começa em junho, precisa de mais chuvas para garantir um bom andamento.

Valor da saca - A cultura mantém preços favoráveis. Nesta semana, o valor da saca de 60 kg atingiu R$ 63,00 em algumas praças.

Aumento - Em virtude dos bons preços, a comercialização tem aumento de 5% para contratos futuros. Porém, grande parte da comercialização dos moinhos vem de fora. Com as perdas registradas nas três últimas safras, os moinhos precisaram comprar mais de outros países, num momento em que o dólar está num patamar alto. “A preocupação agora é com a competitividade entre o trigo e o milho na indústria de ração, já que a moagem de milho para etanol caiu 50% e o país tem mais oferta no mercado”, acrescenta o agrônomo.

Café - A seca teve consequências severas para o café paranaense, com índice de chuvas aproximadamente 30% abaixo do normal. Em maio, tanto a estiagem quanto a situação de pandemia, na questão da movimentação de trabalhadores no campo, influenciaram a cultura. “Até agora, não temos informação de falta de mão de obra, mas o pico da colheita será em junho e julho, e será preciso avaliar um possível impacto”, diz o economista do Deral, Paulo Franzini.

Projeção - A produção esperada é de 56,3 mil toneladas, volume semelhante ao da safra passada, em uma área de 36,1 mil hectares, uma redução de 2% na comparação com a safra 2018/2019.

Recuperação - Os preços do café apresentam uma recuperação, depois de valores baixos em 2018 e 2019, quando os produtores tiveram dificuldade para se manter na cultura e reduziram os investimentos. Em abril, a saca de 60 kg foi comercializada por R$ 490,00. Há um ano, o valor era de R$ 360,00.

Venda - A safra 2018/2019 tem 97% da produção comercializada. “No ano passado, os produtores adiaram a comercialização para não vender com preços baixos. Mas, neste ano, a tendência é de que as vendas aconteçam mais cedo”, explica Franzini. As lavouras estão em boas condições nesta safra, em função do inverno mais seco e das chuvas de setembro do ano passado.

Mandioca - A produção nacional de mandioca deve atingir 18,6 milhões de toneladas nesta safra, 1,1% a menos que no ano passado. O Paraná é o segundo principal produtor, atrás do Pará, mas lidera a produção da fécula, com aproximadamente 60% do volume brasileiro. O Estado também concentra o maior parque industrial tanto de fécula quanto de farinha.

Área - A área paranaense é de 140 mil hectares, e o Estado deve colher cerca de 3,4 milhões de tonadas de mandioca em raiz. A produção está essencialmente nos núcleos regionais de Paranavaí - onde está a maior concentração de indústrias de fécula, Umuarama, Campo Mourão e Toledo.

Colheita - Aproximadamente 30% da safra 19/20 está colhida. “Com as poucas chuvas de maio, a umidade do solo está resolvida para a colheita e também para o início do plantio em algumas regiões”, diz o economista Methodio Groxko. A tonelada de mandioca está sendo comercializada por aproximadamente R$ 320,00, valor semelhante ao do mesmo período do ano passado. Porém, o recente aumento do custo da mão de obra desequilibra essa reação. A pandemia da Covid-19, que diminuiu o consumo de alguns alimentos, fez reduzir a demanda por fécula, que deve ser recuperada quando a circulação de pessoas no comércio normalizar. (Agência de Notícias do Paraná)

 

PIB: Agropecuária é único setor da economia com crescimento na pandemia, diz IBGE

pib 01 06 2020A agropecuária apresentou crescimento de 0,6% no primeiro trimestre de 2020 em comparação ao quarto trimestre de 2019, conforme dados divulgados na sexta-feira (29/05) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do país. O setor foi o único da atividade econômica nacional a crescer no período analisado.

Comparação - Em relação a igual período do ano anterior, no caso primeiro trimestre, a agropecuária teve crescimento de 1,9%. “Este resultado pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos da lavoura com safra relevante no primeiro trimestre, como a soja, e pela produtividade, visível na estimativa de variação da quantidade produzida vis-à-vis a área plantada”, diz o IBGE. O PIB do país teve contração de 1,5% nos primeiros três meses do ano no comparativo com o quarto trimestre do ano passado.

Ações - A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) tem destacado as ações adotadas pelo Mapa e demais órgãos do governo federal para garantir o abastecimento interno de alimentos, as exportações dos produtos agropecuários e o funcionamento sem interrupção da cadeia produtiva do agro durante a pandemia.

Logística - “Temos tido sucesso com isso porque, além da grande safra que foi colhida neste verão, temos tido a logística absolutamente normalizada. Portanto, além do abastecimento dos 212 milhões de brasileiros, também temos conseguido cumprir a nossa missão de provedores de alimentos do mundo”, disse a ministra, ao participar de balanço das ações de combate aos impactos do coronavírus no dia 26 deste mês, no Palácio do Planalto.

Mercados - O Governo Federal tem atuado ainda na abertura de mercados para os produtos do agro brasileiro. Desde janeiro de 2019, foram mais de 60 mercados abertos para os mais diversos produtos, como castanha-de-baru para Coreia do Sul, melão para China (primeira fruta brasileira para o país asiático), gergelim para a Índia, castanha-do-Brasil (conhecida também por castanha-do-Pará) para Arábia Saudita e material genético. As exportações do agronegócio atingiram valor recorde em abril, ultrapassando pela primeira vez a barreira de US$ 10 bilhões no mês.

Alta em 2020 - Apesar da pandemia do novo coronavírus, o PIB do setor agropecuário brasileiro deve ter alta de 2,5% em 2020. A previsão é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base em dados do IBGE. Levando em conta a safra de grãos estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a taxa deve chegar a 2,3%. Mesmo em um cenário com maior risco de impacto da Covid-19 na demanda por produtos agropecuários, os pesquisadores projetam aumento, em ritmo menor, de 1,3%.

Estimativa - Para a safra 2019/20, a estimativa para a produção de grãos é de 250,9 milhões de toneladas, volume 3,6% (8,8 milhões de toneladas) superior ao colhido em 2018/19, de acordo com o 8º Levantamento da Safra 2019/20 divulgado no último dia 12, pela Conab. (Mapa)

 

FOCUS: Mercado financeiro prevê queda de 6,25% na economia este ano, diz BC

focus 01 06 2020A previsão do mercado financeiro para a queda da economia brasileira este ano chegou a 6,25%. Essa foi a 16ª revisão seguida para a estimativa de recuo do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Na semana passada, a previsão de queda estava em 5,89%.

Focus - A estimativa consta do boletim Focus, publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Próximos anos - Para o próximo ano, a expectativa é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão da semana passada. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua a projetar expansão de 2,50% do PIB.

Dólar - A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,40. Para 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5,08, contra R$ 5,03 da semana passada.

Inflação - As instituições financeiras consultadas pelo BC continuam a reduzir a previsão de inflação de 2020. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu pela 12ª vez seguida, ao passar de 1,57% para 1,55%.

Menor - Para 2021, a estimativa de inflação também foi reduzida, de 3,14% para 3,10%. A previsão para os anos seguintes - 2022 e 2023 - não teve alterações: 3,50%.

Abaixo da meta - A projeção para 2020 está abaixo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%.

2021 - Para 2021, a meta é 3,75% e para 2022, 3,50%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual em cada ano.

Selic - Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 3% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Mesma previsão - Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 em 2,25% ao ano, a mesma previsão da semana passada. A expectativa do mercado financeiro é que a taxa caia para esse patamar (2,25% ao ano) na reunião do Copom deste mês, marcada para os dias 16 e 17 e nas reuniões seguintes ao longo deste ano seja mantida pelo comitê.

Expectativa - Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 3,38% ao ano. A previsão da semana passada era 3,29%. Para o fim de 2022 e de 2023, as instituições financeiras mantiveram as previsões anteriores para a taxa anual: 5,13% e 6%, respectivamente.

Tendência - Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. (Agência Brasil)

FOTO: Banco Central do Brasil

 

FGV: IPC-S fecha maio com queda de preços de 0,54%

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), fechou maio com deflação (queda de preços) de 0,54%. A taxa é menor do que a observada em abril (-0,18%). Os números foram divulgados nesta segunda-feira (01/06), no Rio de Janeiro, pela FGV.

Pesquisa - A pesquisa foi realizada no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Belo Horizonte, Salvador e Recife. O acumulado em 12 meses é de 1,83% de inflação.

Classes - Quatro das oito classes de despesas tiveram inflação em maio, com destaque para os alimentos, que passaram a custar 0,37% mais caros no período.

Alta - Gastos com saúde e cuidados pessoais também tiveram alta de preços (0,21%). Outros grupos com registro de inflação foram despesas diversas (0,10%) e comunicação (0,01%).

Deflação - Quatro classes de despesas tiveram deflação, com destaque para transporte (-2,06%) e educação, leitura e recreação (-2,12%). Os outros grupos com queda de preços foram habitação (-0,19%) e vestuário (-0,23%). (Agência Brasil)

ECONOMIA: Governo atualiza programação orçamentária

economia 01 06 2020A Presidência da República editou o Decreto Nº 10.385 atualizando a programação orçamentária do ano de 2020. Esta atualização envolve os gastos que o Executivo pretende realizar ao longo do ano.

Determinações - O decreto determina, entre outras coisas, o cronograma mensal de pagamento entre junho de 2020 e dezembro de 2020 relativo às dotações da Lei Orçamentária de 2020 e os restos a pagar das maioria das fontes de receita, excetuando, entre outras, a participação da União na capital de empresas, emendas impositivas individuais, emendas impositivas de bancada, emendas de comissão e emendas de relator.

Pagamento - O decreto determina o pagamento, entre outros órgãos, da Presidência da República, de ministérios como o da Agricultura, da Economia, da Educação, da Defesa e da Saúde; agências como a Agência Nacional de Telecomunicação (Anatel), Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e órgãos como o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação; da Advocacia-Geral da União e da Controladoria-Geral da União.

Atualização - O novo decreto atualiza o anterior, N° 10.249, de 19 de fevereiro de 2020, que havia definido os dispêndios do ano por órgãos no total e a cada mês, bem como as emendas individuais, de bancada e de comissão. (Agência Brasil)

FOTO: Pixabay

 

 

BRDE: Banco atinge marca histórica de R$ 1 bilhão em contratos

brde 01 06 2020Desde o início da crise generalizada provocada pela pandemia do novo coronavírus, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) registrou um aumento na procura de linhas de créditos e financiamentos. O aumento nas operações solicitadas se dá, principalmente, por empresários paranaenses que buscam manter o fluxo de caixa das empresas e amenizar os efeitos financeiros da crise.

Marco - Com este aumento espontâneo das demandas, o BRDE registrou, na última semana, o marco histórico de R$ 1 bilhão em contratos nos cinco primeiros meses de 2020, o que gerou um incremento, nos dados consolidados da Região Sul, de 78% frente as contratações no mesmo período do ano passado. Só do Paraná são R$ 358 milhões.

Força-tarefa - “Criamos uma força-tarefa de atendimento e empenhamos muitos esforços na atração de novos fundings para que conseguíssemos atender o maior número possível de pedidos. Aumentamos a produtividade e tudo isso graças a um processo que começou ainda em 2019”, destaca o diretor de operações do BRDE, Wilson Bley Lipski.

Celeridade - O processo a que Bley se refere é o de digitalização. Desde 2019, o BRDE iniciou um processo intenso no sentido de digitalizar grande parte dos processos, desburocratizando etapas e dando mais celeridade aos retornos das solicitações feitas ao Banco.

Melhorias - Foi implementada uma série de melhorias no internet banking, um sistema on-line que permite ao cliente do Banco o acompanhamento de todos os pedidos e, também, a possibilidade de novos solicitantes enviarem documentos e certidões de forma digital.

Avanço importante - “É um avanço muito importante. O projeto estava previsto para ser 100% concluído em 2021, mas devido ao contexto gerado pelo novo coronavírus, aceleramos a finalização. Caso isso não acontecesse, teríamos mais dificuldades em dar respostas rápidas e resolutivas aos solicitantes, que buscam o BRDE como uma alternativa em meio à crise”, acrescenta Bley.

Incremento - No total, o BRDE estima que houve um incremento de pelo menos 132% na quantidade de operações aprovadas entre janeiro e maio de 2020. Pelo sistema, conduzido pelas equipes que estão com rotina readequada para atender ao volume de trabalho, há possibilidades de simplificar o relatório das análises de crédito, além de automatizar a geração de contratos, agilizar relatórios de fiscalização, possibilitar o enquadramento automático das operações, dentre outras funcionalidades.

Internet banking - “Podemos dizer que o internet banking foi decisivo para alcançarmos a marca de R$1 bilhão em contratações antes mesmo de chegarmos ao fim do primeiro semestre do ano. A revolução digital nos leva a investir em soluções que acompanhem as novas tecnologias, mas o sistema conseguiu superar as expectativas, facilitando muito o contato entre solicitantes, clientes e Banco”, observa o diretor de Operações.

Investimentos decisivos - No período em análise, além do sistema, dois programas se destacam. Como forma de apoiar a recuperação da economia na região, o BRDE lançou, em março deste ano, o Programa Recupera Sul.

Paraná - No Paraná, com apoio do Governo do Estado, o Programa tem como principais objetivos a proteção dos empregos e o socorro às empresas dos principais setores afetados pela crise, oferecendo redução na taxa de juros, simplificação de processos, flexibilização de garantias e pulverização do crédito por meio de entidades parceiras.

Empregos - Por meio dos contratos já firmados, estima-se que mais de 11 mil empregos, entre micro e pequenas empresas, cooperativas e indústrias, foram mantidos no Estado.

Comprovação - As estimativas, de certa forma, são comprovadas pelo Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Caged). Segundo dados divulgados na quarta-feira (27/05), o Paraná foi o estado do Sul que menos perdeu postos de emprego nos primeiros quatro meses do ano. (Agência de Notícias do Paraná)

 

TECNOLOGIA: Acesso à internet é exclusivo no celular para 59% no Brasil

tecnologia 01 06 2020A pesquisa TIC Domicílios apontou que 58% dos brasileiros acessavam a internet em 2019 exclusivamente pelo telefone celular. O estudo indicou que a conexão estava disponível para 74% da população, o que correspondia a 134 milhões de pessoas, e em 71% dos lares no país.

Universalizado - O telefone celular foi praticamente “universalizado” entre os internautas brasileiros: 99% dos ouvidos relataram possuir o aparelho. Esta modalidade era menor até 2014, quando estava em 76% dos internautas, e se tornou a principal a partir de 2015.

Computador - Já o uso da internet por meio de computadores vem caindo. Em 2014, este era o meio mais comum, com 80%. Foi ultrapassado pelo celular e caiu pela metade deste então, chegando a 42% dos usuários de internet em 2019. Já o acesso pela televisão saiu de 7% em 2014 para 37% no ano passado.

Aparelho - Conforme a pesquisa, 90% dos brasileiros possuíam aparelho celular. Deste total, 62% contratavam planos pré-pagos. Nas classes D e E, este percentual sobe para 70%.

Dependência - A dependência do celular varia bastante conforme as características socioeconômicas. Ela ficou em 79% na área rural e em 56% na urbana. Nas pessoas da classe A, o uso exclusivo era realidade para 11%, enquanto nas classes D e E era regra para 85% das pessoas. Na classe C, o índice também era alto, de 61%. O percentual também foi maior entre mulheres (63%) do que em homens (52%).

Escolaridade - Essa condição também difere no recorte por escolaridade: é de 90% para analfabetos ou pessoas que só estudaram até a educação infantil, 61% para quem possui ensino médio e 19% para quem obteve diploma de nível superior. Já na avaliação por idade, o índice fica maior entre os adolescentes (65%) e idosos (65%) e menor na faixa intermediária, de 16 a 59 anos (56%).

Impacto de experiências - O coordenador do Cetic.br, responsável pela pesquisa, Alexandre Barbosa, observa como essa variação por renda impacta as experiências destes usuários. “É bom que tenha acesso, mas tem limitações para o desenvolvimento de muitas habilidades. Quem faz uso exclusivo do celular tende a ter um uso bem instrumental. Por exemplo: quando a gente avalia o uso múltiplo de dispositivos, o uso de governo eletrônico é maior. Aqueles pelo celular o patamar é 30 pontos a menos. Estamos caminhando no sentido de ter acesso amplo, mas não basta ter acesso”, disse.

Efeito preocupante - De acordo com o pesquisador do Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo da Unicamp e da Rede de Pesquisas em Vigilância, Tecnologia e Sociedade (Lavits), Rafael Evangelista, há um efeito preocupante dessa dependência no uso. Isso porque há uma franquia limitada de dados e como os pacotes variam conforme a renda, um grande contingente contrata serviços com pouca capacidade, ficando relegado aos aplicativos gratuitos.

Serviços grátis - “As pessoas ficam reféns dos serviços grátis. Isso afunila para certas aplicações que fazem acordos com operadoras. Há uma concentração na informação muito restrita a certas aplicações, como WhatsApp. Tem problema que não consegue verificar a informação e não tem acesso livre, para que você escolha o que você está consumindo”, pondera, em referência ao problema da profusão de desinformação nas redes sociais.

Limites - A advogada e integrante do Comitê Gestor da Internet e da Coalizão Direitos na Rede Flávia Lefévre destaca que a franquia existe porque a infraestrutura disponível para acesso à internet tem limites. A União Internacional de Telecomunicações (UIT) estabelece a média recomendada de 1,5 mil usuários por antena. No estado de São Paulo, por exemplo, essa proporção varia entre 2,5 mil e 3,5 mil usuários por antena. Em alguns bairros de baixa renda da capital paulista, chega a 10 mil usuários por antena.

Resultados indesejáveis - “A aposta que os governos fizeram de fazer a inclusão digital pela rede móvel está mostrando que leva a resultados indesejáveis e não inclui. Você vê que o uso principal é mensagem e redes sociais. Outros usos são poucos. As demais atividades estão circunscritas a classes A e B e C. Nesta pandemia, a gente está vendo estudantes de periferia com dificuldade de estudar em casa”, disse a advogada.

Concorrência - Para o presidente do Sindicato das Empresas de Telecomunicações (Sinditelebrasil), Marcos Ferrari, onde há competição e viabilidade para o investimento, a concorrência está permitindo uma melhoria da infraestrutura, como com o uso de fibra.

Cidades menores - “Nas cidades menores, de baixo IDH [Índice de Desenvolvimento Humano], e em áreas menos favorecidas, há a necessidade de se ter políticas públicas que favoreçam a demanda (tributação menor), que incentivem o uso de recursos dos fundos setoriais para disponibilizar infraestrutura e que privilegiem nos editais de venda de licenças (como o 5G) compromissos de abrangência voltados à ampliação de backhaul óptico e infraestrutura de acesso”, defende. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

ANVISA: Sancionada lei que agiliza importação de medicamentos contra Covid-19

anvisa 01 06 2020O presidente Jair Bolsonaro sancionou a Lei 14.006, de 2020, para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorize a importação e a distribuição de medicamentos e equipamentos contra a covid-19 já liberados para uso no exterior. Mas o governo vetou o prazo máximo de 72 horas estabelecido no projeto, aprovado pelo Senado no início do mês.

Prerrogativa - Segundo o PL 864/2020, do deputado Dr. Luiz Antonio Teixeira Jr. (PP-RJ), a prerrogativa de liberar medicamentos e insumos estrangeiros passa do Ministério da Saúde para a Anvisa, desde que tenham sido registrados para distribuição comercial por órgãos competentes dos Estados Unidos, União Europeia, Japão ou China. Nesses casos, a Anvisa teria o prazo de até 72 horas, após a submissão do pedido, para liberar o medicamento, dispensada a autorização de qualquer outro órgão. Na mensagem do veto parcial (Veto 18/2020), a Advocacia-Geral da União e o Ministério da Saúde alegam que o prazo viola competência privativa do Poder Executivo.

Competência privativa - “A propositura legislativa viola a competência privativa do Presidente da República ao criar obrigação à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fixando o prazo de até 72 (setenta e duas) horas para conceder determinada autorização e dispensar a autorização de qualquer outro órgão da administração pública direta ou indireta para tal medida”, aponta o governo.

Obrigatoriedade - A nova lei ainda obriga o médico que prescrever ou ministrar medicamento nessa condição a informar ao paciente ou ao seu representante legal que o produto ainda não tem aprovação ordinária da Anvisa, e que o medicamento foi liberado por ter sido registrado por autoridade sanitária estrangeira.

Momento atípico- O senador Rogério Carvalho (PT-SE), relator do projeto no Senado, ressaltou durante a análise da proposta na Casa que “vivemos um momento atípico, em que precisamos dar respostas mais rápidas, mas sem descuidar da segurança dos pacientes”.

Equilíbrio - “Cremos que a proposta contida no projeto consegue equilibrar a urgência da resposta com a garantia mínima de segurança aos pacientes que poderão ser beneficiados com os novos produtos, pois apoia-se no trabalho analítico desenvolvido por instituições internacionais de controle sanitário de qualidade e competência reconhecida”, defendeu.

Análise - O veto ainda será analisado pelo Congresso e pode ser mantido ou derrubado. Para a rejeição do veto é necessária a maioria absoluta dos votos de deputados e senadores, ou seja, 257 votos na Câmara e 41 no Senado. (Agência Senado)

FOTO: Waldemir Barreto / Agência Senado

 

SAÚDE I: Número de casos do novo coronavírus no Brasil ultrapassa 510 mil

O Brasil chegou a 514.849 casos do novo coronavírus, mais de meio milhão de pessoas infectadas com a doença, com a inclusão nas estatísticas de 16.409 novos casos. Com 480 mortes registradas nas últimas 24 horas, o número de óbitos pela covid-19 chega a 29.314. Os números foram atualizados, no início da noite deste domingo (31/05), pelo Ministério da Saúde.

Acompanhamento - Do total de casos confirmados, 278.980 (54,2%) estão em acompanhamento e 206.555 (40,1%) pacientes se recuperaram. Há ainda 4.208 óbitos em investigação.

Epicentro - São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de mortes: 7.615. O estado é seguido, em número de óbitos, pelo Rio de Janeiro (5.344), Ceará (3.010), Pará (2.923) e Pernambuco (2.807).

Outros Estados - Na sequência, aparecem Amazonas (2.052), Maranhão (955), Bahia (667), Espírito Santo (604), Alagoas (443), Paraíba (360), Rio Grande do Norte (305), Minas Gerais (271), Rio Grande do Sul (224), Amapá (222), Paraná (182), Distrito Federal (170), Piauí (161), Sergipe (158), Rondônia (156), Santa Catarina (136), Acre (148), Goiás (124), Roraima (116), Tocantins (73), Mato Grosso (61) e Mato Grosso do Sul (20).

Casos confirmados - Já em número de casos confirmados, aparecem nas primeiras posições do ranking São Paulo (109.698), Rio de Janeiro (53.388), Ceará (48.489), Amazonas (41.378) e Pará (37.961). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Maranhão (34.639), Pernambuco (34.450), Bahia (18.392), Espírito Santo (13.690) e Paraíba (13.162).

No mundo - Na comparação internacional, o Brasil figura em segundo lugar no número de pessoas infectadas (514 mil), atrás dos Estados Unidos (EUA), com mais de 1,7 milhão de casos, de acordo com balanço divulgado pela Universidade Johns Hopkins, que reúne os números oficiais dos países. Em número de óbitos, o Brasil ocupa a quarta colocação, atrás de Estados Unidos (104.319), Reino Unido (38.571) e Itália (33.415). (Agência Brasil)

SAÚDE II: Sesa divulga 214 confirmações e um óbito pela Covid-19

saude II 01 06 2020A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) confirmou, neste domingo (31/05), mais 214 diagnósticos de Covid-19. Com isso, sobe para 4.687 o número de casos confirmados em 248 municípios paranaenses.

Mortes - O número total de residentes no Paraná que morreram em consequência da infecção causada pelo vírus Sars-CoV-2 chegou a 182. Um a mais do que o último informe. A paciente que faleceu tinha 89 anos, estava internada, residia em Londrina e foi a óbito no sábado (30/05).

Internados - Estão internados 322 pacientes com o diagnóstico confirmado para Covid-19 de todo o Paraná. Deste total, 242 estão em leitos do SUS (87 em UTI e 155 em enfermaria) e 80 em leitos da rede hospitalar privada (32 em UTI e 48 em enfermaria).

Suspeita - Do total de 1.781 leitos do SUS exclusivos para a Covid-19 em todo o Paraná, 572 estão ocupados por pacientes com suspeita ou confirmação de contaminação pelo novo coronavírus. O Estado tem 572 leitos de UTI adulto, sendo que 250 estão ocupados; 1.100 leitos de enfermarias adulto, 293 ocupados; 37 leitos de UTI pediátrica, 15 ocupados; e 70 leitos de enfermaria pediátrica e 14 ocupados.

Média de ocupação - A média de ocupação dos leitos do SUS exclusivos para a Covid-19 é de 32% neste domingo. A quantidade varia porque além dos leitos em unidades próprias do Estado, a secretaria estadual contrata diretamente leitos em unidades hospitalares filantrópicas e privadas para atendimento a pacientes quando necessário.

Municípios - 248 cidades paranaenses têm ao menos um caso confirmado pela Covid-19. Em 72 há registro de óbitos pela doença. Entre as 22 regionais de Saúde, apenas a 4ª e a 5ª não têm ocorrência de óbito.

Novas confirmações São estes os municípios com novas confirmações:

- Com um caso: Abatiá, Almirante Tamandaré, Araucária, Cambé, Campo largo, Campo Mourão, Carambeí, Catanduvas, Conselheiro Mairinck, Corbélia, Francisco Beltrão, Irati, Itambaracá, Laranjeiras do Sul, Mariópolis, Paiçandu, Palmeira, Palotina, Paranavaí, Quatiguá, Quedas do Iguaçu, Rancho Alegre, Santa Mariana, Santa Terezinha de Itaipu, Sapopema, Sarandi, Siqueira Campos, Terra Boa, Tomazina, Tuneiras do Oeste, Uraí.

- Dois casos: Araucária, Colombo, Fazenda Rio Grande, Foz do Jordão, Guaporema, Quatro Barras, Realeza, Reserva do Iguaçu, Telêmaco Borba, Três Barras do Paraná.

- Três casos: Antonina, Apucarana, Braganey, Campo Bonito, Ibema, Piraquara, Pontal do Paraná.

- Quatro casos: Indianópolis.

- Cinco casos: Campina Grande do Sul, Maringá, São José dos Pinhais, Tapejara.

- Oito casos: Madirituba, Paranaguá.

- Nove casos: Londrina.

- Dez casos: Tijucas do Sul.

- Onze casos: Cianorte.

- Doze casos: Cascavel.

- Vinte e dois casos: Cornélio Procópio.

- Trinta e nove casos: Curitiba.

Fora do Paraná - Não houve aumento nos casos de residentes de fora do Paraná. O monitoramento da Secretaria da Saúde registra 65 confirmações e cinco óbitos de pacientes que foram assistidos por aqui, mas residem fora do Estado. (Agência de Notícias do Paraná)

 

SAÚDE III: Casos de Covid-19 sobem 60% em uma semana e óbitos caem 23% no PR

saude III 01 06 2020O boletim epidemiológico publicado neste domingo (31/05) pela Secretaria de Estado da Saúde demonstra que a circulação do novo coronavírus aumentou 60% no Paraná na última semana. A diferença é entre os 877 casos da semana epidemiológica 21 (período de 17 a 23 de maio) e os 1.404 da semana 22 (período de 24 a 30 de maio). No mesmo quadro houve diminuição de 23% no número de óbitos, de 31 para 24.

Regiões - As regiões que registraram maior quantidade de casos novos foram Oeste (151%) e Noroeste (58%). A primeira pulou de 162 para 406 novos casos em sete dias e a segunda de 120 para 190.

Leste e Norte - A incidência aumentou 36% nas regiões Leste e Norte, mas a evolução aconteceu dentro de um número absoluto maior: de 363 para 492 na primeira e de 232 para 316 na segunda.

Crescimento - Entre as semanas 20 (de 10 a 16 de maio) e 21 houve crescimento 83% no número de casos e de 114% na quantidade de óbitos no Paraná. Os maiores crescimentos foram nessa ordem: Norte (245%), Oeste (67%), Leste (57%) e Noroeste (40%).

Pesquisa - A pesquisa da semana epidemiológica leva em consideração a data do diagnóstico do caso ou do óbito. Uma análise sobre a evolução diária dos casos e óbitos no mesmo período mostra aumento similar de casos diagnosticados (61%), de 855 (semana 21) para 1.382 (semana 22), e crescimento de 19% em relação às mortes, de 26 para 31.

Testes - Os dados do boletim epidemiológico indicam curva ascendente de infecções pelo novo coronavírus e tendência de evolução nos próximos dias mesmo depois da realização de mais de 33 mil testes apenas na rede pública.

Estimativas - A estimativa é reforçada porque mais pessoas serão testadas nas próximas semanas, dentro da estratégia adotada pelo Governo do Estado de ampliar o mapeamento, o que envolve testes rápidos, novos laboratórios credenciados e mais os perfis selecionados para os testes gold (RT-PCR) no Laboratório Central do Estado e no Instituto de Biologia Molecular do Paraná.

Menor incidência - Apesar do aumento da disseminação, o Paraná mantém a menor incidência do novo coronavírus por 100 mil habitantes no Brasil, com taxa de 41. O índice nacional é de 245 e o regional (Sul) de 76,9.

Estados - Os estados com resultados mais próximo são Minas Gerais (49,4), Goiás (52,7) e Mato Grosso do Sul (53,6). O Estado ainda tem o 3º menor índice de mortalidade por 100 mil habitantes, com taxa de 1,6, enquanto a do País é 13,9.

Idade – O boletim demonstra que a população economicamente ativa ainda é a mais afetada pelo coronavírus, mas indica crescimento expressivo entre crianças. Já são 126 casos entre bebês e crianças até 9 anos e 162 entre jovens de 10 a 19 anos. Entre zero e 19 anos o salto foi de 722% entre 22 de abril (quando essa métrica começou a aparecer nos informes) e este domingo, de 35 para 288 casos.

Faixa - O boletim mostra que 3.631 casos da Covid-19 são de pessoas entre 20 e 59 anos, o que representa 77% do total de 4.687 casos no Paraná. Entre 22 de abril e 31 de maio, a evolução foi percentualmente mais rápida entre os mais jovens e a população adulta na comparação com os idosos. Em números absolutos, foram 253 novos casos entre crianças e adolescentes, 2.847 entre adultos e 526 entre idosos.

Escalada - Os casos escalaram 453% entre pessoas com 20 a 29 anos (de 147 para 814); 378% entre 40 e 49 anos (de 200 para 957); 359% entre 30 a 39 anos (de 242 para 1.112); 283% entre 50 e 59 anos (de 195 para 748); e 217% entre pessoas com mais de 60 anos (de 242 para 768).

Queda diária - Esse crescimento contínuo da circulação da doença na população adulta ajuda a justificar a queda diária na média da faixa etária dos infectados no Paraná, que já está em 42,5 anos, menor índice desde o começo desse registro. No dia 1º de maio a média era de 45,7 anos. O maior registro foi de 46,7 anos entre 24 e 26 de abril, ou seja, em pouco mais de um mês, houve queda de mais de quatro anos na idade média.

Cenário - As mulheres continuam sendo as mais atingidas no Paraná: 2.432 x 2.255 casos de homens. São 1.863 pessoas já recuperadas (39,7%) e 322 continuam internadas (117 em UTI e 205 em enfermarias). A média é de 57,8 casos por dia no Estado desde o começo da pandemia, no dia 12 de março.

Cidades - A doença já atingiu 248 cidades no Paraná (62%). A disseminação estadual de casos começou em Curitiba e no Interior concomitantemente. Em 12 de março os primeiros casos foram identificados na Capital e em Cianorte. Dez dias depois eram 11 municípios e oito Regionais de Saúde diferentes com confirmações.

Evolução - No dia 1º de abril eram 43 municípios e 19 das 22 regionais atingidas. Um mês depois, em 1º de maio, 132 municípios e apenas a 4ª Regional de Saúde (Irati) ainda não apresentava casos confirmados. Neste domingo (31), com casos em todas as regionais, a Capital esbarrou em 1.000 casos, a RMC tem uma cidade (São José dos Pinhais) com mais de 100 e Londrina e Cascavel já ultrapassaram 400.

Região - Na divisão regional, Curitiba e RMC (2ª Regional) concentram 1.622 casos confirmados, com 732 recuperados (45%) e 68 óbitos. A segunda região com maior incidência é a de Cascavel (10ª), com 604 casos, 128 recuperados (21%) e nove óbitos, e a terceira é a de Londrina (17ª), com 534 casos, 133 recuperados (24%) e 29 óbitos.

Paranavaí - A região de Paranavaí (14ª) acumula 337 casos, 183 recuperados (54%) e 15 óbitos. Essa é a Regional de Saúde com coeficiente de incidência por 1 milhão de habitantes mais alta do Paraná.

Óbitos reduzem - Ao contrário da evolução significativa de casos, o número de óbitos mantém trajetória regular no Paraná. Foram 14 na semana epidemiológica 20, 31 na semana 21 e 24 na semana 22. A média de óbitos no Estado é de 2,2 por dia (desde o dia 12 de março) ou 2,7 por dia (desde o dia 27 de março, data da primeira morte). O dia com maior registros foi neste sábado, com oito ocorrências.

Gênero e idade - O Paraná já perdeu 120 óbitos homens e 62 mulheres para a doença. A média de idade é de 67,5 anos.

CASOS

FAIXA ETÁRIA

0 – 5 anos – 84 casos – 1,7%

6 – 9 anos – 42 casos – 0,8%

10 – 19 anos – 162 casos – 3,4%

20 – 29 anos – 814 casos – 17,3%

30 – 39 anos – 1.112 casos – 23,7%

40 – 49 anos – 957 casos – 20,4%

50 – 59 anos – 748 casos – 15,9%

60 – 69 anos – 387 casos – 8,2%

70 – 79 anos – 235 casos – 5%

80 anos ou mais – 146 casos – 3,1%

Total: 4.687 casos

LABORATÓRIOS DOS CASOS POSITIVADOS

Laboratório Central do Estado – 1.474 testes positivos, entre mais de 30 mil já realizados

Demais laboratórios – 2.701 testes positivos

Testes rápidos – 462 testes positivos

Análise clínico/epidemiológica – 49 casos positivos

Total: 4.686*

*Um dos pacientes com diagnóstico positivo fez o teste nos Estados Unidos, não sendo incluído no gráfico de testes realizados.

GÊNERO

2.255 homens

2.432 mulheres

CIDADES

Curitiba – 984

Cascavel – 460

Londrina – 423

Maringá – 164

Foz do Iguaçu – 126

São José dos Pinhais – 104

Paranavaí – 94

Cornélio Procópio – 86

Pinhais – 81

Cianorte – 75

Ponta Grossa – 72

ÓBITOS

FAIXA ETÁRIA

0 – 5 anos – 1 caso – 0,5%

10 – 19 anos – 1 caso – 0,5%

30 – 39 anos – 6 casos – 3,2%

40 – 49 anos – 15 casos – 8,2%

50 – 59 anos – 33 casos – 18,1%

60 – 69 anos – 36 casos – 19,7%

70 – 79 anos – 40 casos – 21,9%

80 anos ou mais – 50 casos – 27,4%

Total: 182

GÊNERO

120 homens

62 mulheres

CIDADES

Curitiba – 47

Londrina – 24

Cascavel – 7

Maringá – 6

Paranavaí – 6.

(Agência de Notícias do Paraná)

 


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