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Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4832 | 28 de Maio de 2020

COVID-19 I: Prazo de veiculação e inscrição do 14º Prêmio Ocepar de Jornalismo é prorrogado até 2021

Em decorrência da pandemia da Covid-19, a Comissão Organizadora do 14º Prêmio Ocepar de Jornalismo decidiu prorrogar as datas de veiculação e inscrições para que os profissionais que estão em isolamento social possam participar.

Período de veiculação: 01 de agosto de 2019 até 28 de fevereiro de 2021.

Prazo para Inscrições: 28 fevereiro de 2021.

Mudanças - Segundo o coordenador do prêmio, jornalista Samuel Milléo Filho, “as mudanças das datas se fazem necessárias devido ao momento vivido em todo mundo com o surgimento do novo coronavírus, impedindo a locomoção dos profissionais para produzir conteúdo para matérias e reportagens destinadas ao prêmio”. Esta decisão foi tomada em conjunto com a Federação das Unimeds do Paraná e Central Sicredi PR/SP/RJ, “que são nossos patrocinadores e com o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná, o Sindijor”, lembrou Milléo.

Inscrições online - “Destacamos mais uma vez que, a partir desta edição, as inscrições estão sendo recebidas de forma digital e não mais pelos correios. Os interessados agora têm um prazo maior para participar e fazer a postagem dos trabalhos neste endereço http://premio.paranacooperativo.coop.br/, desde que cumpram todas as normas do regulamento. Esta mudança também foi para atender o anseio dos colegas jornalistas e facilitará muito na avaliação dos trabalhos, afinal, segundos depois de encerrado o prazo, já estaremos com todos os materiais disponíveis para iniciar as fases de julgamento”, lembra.

Tema e a Covid-19 - Milléo lembra que o tema escolhido para esta edição continua o mesmo: “Cooperativismo: força econômica e social que faz a diferença”.  Ele dá uma dica para que as matérias a serem produzidas possam focar o trabalho que as cooperativas estão realizando neste período de pandemia. “Cumprindo com todas as recomendações das autoridades de saúde e protocolos de segurança para evitar a Covid-19, muitas cooperativas paranaenses não pararam suas atividades, continuaram trabalhando na produção de alimentos para poder abastecer o mercado. Além do ramo agropecuário, podemos destacar também o ramo transporte, de crédito, saúde e serviços, que continuaram atuando para que muitos pudessem ficar em casa. Além das ações sociais com doações de EPIs, como máscaras, respiradores, álcool em gel, lençóis para hospitais, entidades filantrópicas, municípios, que demonstra a responsabilidade social que faz parte dos princípios do cooperativismo mundial”, frisou.

Premiação - Ao todo, serão distribuídos R$ 88 mil em prêmios, já descontados os impostos. O Prêmio Ocepar é dividido em seis categorias: Jornalismo Impresso, Telejornalismo, Radiojornalismo, Mídia Cooperativa, Categoria Especial Ramo Crédito, Categoria Especial Unimed. Os três primeiros colocados nas categorias Jornalismo Impresso, Telejornalismo, Radiojornalismo e Mídia Cooperativa vão receber, respectivamente R$ 10 mil (1º lugar), R$ 4 mil (2º) e R$ 3 mil (3º). Já os vencedores nas categorias especiais Ramo Crédito e Unimed vão ganhar R$ 10 mil cada.

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COVID-19 II: Confira o comunicado 45 do Comitê de Acompanhamento do Sistema Ocepar

covid 19 comite 28 05 2020As reuniões institucionais virtuais realizadas nesta quarta-feira (27/05) pelo Sistema Ocepar com as cooperativas Cocamar e Copacol constam no comunicado 45 divulgado na manhã desta quinta-feira (28/05) pelo Comitê de Acompanhamento e Prevenção do Covid-19 do Sistema Ocepar. O boletim informa ainda sobre a mais recente resolução publicada pela ANTT. Veja abaixo:

1. No dia 27 de maio, o Sistema Ocepar realizou duas reuniões virtuais da Autogestão com as cooperativas Cocamar e Copacol, contando com a participação do presidente, diretores e gestores.

2. No dia 27 de maio, a Agência Nacional de Transportes Terrestres – ANTT, publicou a Resolução nº 5.890, que altera o Anexo II da Resolução nº 5.867 de 14 de janeiro de 2020, sobre os coeficientes dos pisos mínimos de transporte rodoviário de cargas. Clique aqui  para conferir a resolução completa.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção do Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

 

REUNIÕES INSTITUCIONAIS I: O trabalho de autogestão realizado pela Ocepar dá segurança e tranquilidade para administrar a cooperativa, diz Pitol

“O trabalho de autogestão que a Ocepar realiza, analisando e discutindo os nossos números e indicadores, nos dá segurança e tranquilidade para administrarmos a cooperativa”, afirmou Valter Pitol, presidente da Cooperativa Copacol, com sede em Cafelândia, no Oeste do Paraná, na tarde desta quarta-feira (27/05), ao abrir a 12ª reunião institucional promovida por videoconferência pelo Sistema Ocepar, dentro das atividades do Programa de Autogestão. Até o final do ano, a entidade planeja promover um total de 42 encontros virtuais com as cooperativas do Paraná, utilizando a ferramenta Microsoft Teams.

Apresentação - A reunião desta quarta-feira contou com aproximadamente 20 participantes, entre representantes da Copacol e do Sistema Ocepar, que acompanharam a apresentação da situação econômico-financeira da cooperativa, por meio de indicadores e comparativos com outras cooperativas paranaenses do mesmo ramo e região. Uma das novidades deste ciclo de reuniões institucionais é o estudo que a Gerência de Desenvolvimento Cooperativo do Sescoop/PR (Gecoop) fez sobre os impactos do coronavírus nas atividades do cooperativismo paranaense, que também tem sido utilizado para subsidiar o encaminhamento das demandas do setor pela área técnica do Sistema Ocepar, no sentido de prestar apoio e minimizar as dificuldades enfrentadas pelas cooperativas nesse período de pandemia da Covid-19.

Agradecimento - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, que está participando de todos os encontros, falou sobre o trabalho de representação institucional executado pela entidade. “É muito bom poder participar dessas reuniões. Me faz lembrar o ano de 1991, quando nós começamos o Programa de Autogestão. Na época, as cooperativas pediram para que a Ocepar cuidasse da saúde financeira e econômica das cooperativas do Paraná. Eu tive a alegria de estar junto com o João Paulo Koslovski [ex-presidente da Ocepar] desde o início desse trabalho, e que deu origem ao Sescoop. Nenhum estado atua dessa forma. Talvez essa tenha sido a contribuição das cooperativas para a gente chegar no cooperativismo profissional que temos hoje no Paraná”, afirmou.

Momento peculiar - Ricken também ressaltou a peculiaridade do atual cenário. “Estamos vivendo neste momento uma realidade diferente, parece que não é verdade o que estamos passando, mas o aprendizado é enorme. Eu imagino que se a gente quisesse fazer uma reunião da diretoria da Ocepar por videoconferência, não conseguiríamos nunca. E, agora, acho difícil fazer uma presencial. Também fizemos nossa assembleia, a da OCB e será ainda realizada a da CNCoop nessa semana, todas virtualmente. Hoje nós temos tecnologia, que, aliás, já tinha sido desenvolvida, mas que no Brasil usávamos pouco. Então, agora vamos usá-la mesmo pois dá para fazer tudo e até com muito mais produtividade”, sublinhou.

Preocupação - O presidente do Sistema Ocepar disse que existe uma grande preocupação com a saúde financeira das cooperativas. “Temos uma pandemia e uma crise política bastante séria. E, ainda, uma crise econômica muito séria também. Isso não começou agora. Entre os anos de 2015 e 2016 tivemos uma redução real do PIB de mais de 7%. E veio se arrasando desde esse período aí e agora, agravada por essa situação, entendemos que haverá reflexos muito sérios e que vai atingir muitos setores da economia”, disse. “Talvez ainda não tenhamos sentido na pele essa questão mais financeira porque o nosso setor é essencial na produção de alimentos e as cooperativas têm uma contribuição enorme no abastecimento da população. Hoje a sociedade reconhece a importância que a gente tem. Nós vemos manifestações claras, com pessoas preocupadas no sentido de que a gente possa continuar trabalhando porque aí terá comida e a garantia de abastecimento”, acrescentou.

Demanda - De acordo com Ricken, as demandas internacionais por alimento são grandes. “A Ásia vai precisar de muito mais comida e nós estamos prontos para fornecer. Acredito que teremos oportunidades que nem imaginamos pela frente, em todas as áreas. Nesse momento difícil, temos que alimentar as esperanças e nós estamos no lugar certo, na hora certa. Com todas as dificuldades, mas nós temos espaço. Alguns setores estão se despedindo e nós estamos chegando, e chegando firmes”, frisou.

Políticas públicas - Ele destacou ainda a necessidade de analisar as demandas em políticas públicas que estão surgindo neste momento. De acordo com Ricken, o apoio do Sistema OCB tem sido importante nesse sentido. “Eu fiquei os últimos quatro anos como vice-presidente, representando a região Sul na diretoria, e a OCB cresceu, se estruturou. Hoje, ela tem uma equipe de peso muito profissional. Aqui também temos possibilidade de mostrar serviço. É a oportunidade que estamos tendo de mostrar que podemos nos adaptar rapidamente e produzir melhor. Essa é a linha: produzir bem e melhor”, afirmou.

Diretoria - Segundo o presidente da Ocepar, a diretoria da entidade tem atuado de forma bem coesa, com objetivo de defender os interesses do cooperativismo paranaense. “Nossas reuniões têm sido muito objetivas. Na última, tivemos a participação do presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, do secretário estadual do Planejamento, Waldemar Bernardo, e já fizemos um convite para o governador e o vice-governador, Ratinho Junior e Darci Piana, participarem do próximo encontro da diretoria, no dia 23 de junho, e vamos conversar com eles todos juntos pois é uma oportunidade muito boa”.

Banco Central - “Ainda na segunda-feira, nós tivemos, junto com a OCB, em uma reunião com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, por quase duas horas, por videoconferência, fazendo uma apresentação para o cooperativismo do Brasil. Quando imaginaríamos que isso seria possível? É algo que, em condições normais, seria muito difícil de ocorrer. Ontem também participamos de um evento com o governador no Sebrae, por mais de uma hora, junto com o vice-governador, explicando todos os problemas que estão tendo”, complementou Ricken.

Planejamento - Ele afirmou também que a ideia é dar sequência ao planejamento estratégico do cooperativismo paranaense, o PRC100. “Eu acredito que vamos chegar na nossa meta, de R$ 100 bilhões de faturamento neste ano, muito próximo desse valor ou até ultrapassando. No segundo semestre, vamos ver as cooperativas que já têm o planejamento individual e iremos somá-los, projetar e definir uma meta. Então, vamos rever o nosso planejamento. Se há uma diferença entre o nosso cooperativismo é que aqui tem planejamento e nós não vamos deixar isso pra trás. Também fizemos uma reavaliação da demanda de investimentos. Chegamos à conclusão de que houve apenas uma redução de apenas 8% na expectativa das cooperativas e o montante vai somar mais de R$ 3 bilhões, normalmente eram R$ 2 bilhões. Vamos fazer de tudo para que o Plano Safra contemple esses recursos que necessitamos para os investimentos. A demanda é grande, o que significa que temos mais possibilidades de crescer.”

Questões internas - Na avaliação de Ricken, é necessário resolver algumas questões internas entre as cooperativas. “Acho que estamos com um custo muito elevado em alguns pontos. E o compartilhamento de TI está amadurecendo. Vocês, da Copacol, têm uma experiência boa nessa área e está aumentando o interesse de outras cooperativas. Esse é apenas um exemplo pois há outros pontos que podem ser resolvidos em conjunto, como a compra de energia, compartilhamento de estruturas. Nós não conseguimos transferir os custos para ninguém, temos que absorver e, se reduzi-los, teremos um resultado mais adequado e maior. Nós discutimos isso nas pré-assembleias e vamos trabalhar nesse sentido. Tem várias ideias e vamos seguir nessa linha.”

Equilíbrio - Na sequência, Pitol disse que, apesar da pandemia, a Copacol está conseguindo manter as atividades normalmente. “O grande desafio desse ano é o coronavírus. E infelizmente não sabemos quando vai terminar. A situação dos negócios cooperativa é tranquila, normal. Nossa expectativa é em relação ao nosso faturamento, já que as aves são responsáveis por 60% da nossa receita. Em nossa análise, dependendo de quando irá durar essa pandemia, pode ser que, para frente, as coisas apertem um pouco mais. Mas estamos numa situação bem equilibrada, bem seguros, razoavelmente preparados e esperamos que essa situação não demore muito. Na nossa região já houve perda de 20% no milho, por causa da seca e não da chuva. Os preços estão muito bons para o produtor, mas o custo está alto em relação às matérias-primas, então reduz o nosso resultado, mas temos que administrar isso, sem dúvida nenhuma”, afirmou.

Exigências - Ele disse que a Copacol está cumprindo todas as exigências das autoridades sanitárias para preservar a saúde dos colaboradores e que “agora vamos começar a receber a safra de milho e já estamos com os protocolos prontos, para proteger o produtor, o motorista do caminhão, e poder prevenir o máximo possível. Estamos trabalhando de uma maneira bem organizada e, conforme as questões vão aparecendo, nós vamos resolvendo. Está tudo bem administrado, não tivemos nenhum problema e esperamos não ter. Não houve registro de coronavírus em nenhuma das nossas três plantas industriais. Assim, estamos numa situação normal de produção e vendas, e, economicamente, não estamos tendo nenhum reflexo”, disse ainda. “Se analisarmos o cenário antes do coronavírus e agora, durante a pandemia, estamos num quadro bastante equilibrado e tranquilo em todos os sentidos. Temos confiança de que a cooperativa tem condições de passar esse período também.”

Aprimoramento - Ao final da reunião, Pitol afirmou que a cooperativa também está atenta ao que ainda precisa ser aprimorado e agradeceu ao trabalho da equipe do Sistema Ocepar. “A gente está numa situação econômica e financeira boa, mas não dá para dormir de toca. Existem alguns indicadores que precisamos melhorar. Temos um dever de casa e, com certeza, vamos aperfeiçoar. E esse trabalho feito com toda a equipe da Ocepar, discutindo e analisando os dados, nos dá segurança para atuar como empresa e fornece segurança principalmente para quem produz, que é o nosso cooperado. E, se somarmos os 10 mil da Copacol com os quatro mil da Unitá, são 14 mil colaboradores. Imagina a dimensão disso. E estamos contando com apoio da Ocepar. Por isso, queríamos agradecer ao trabalho que toda essa equipe faz, que, repito, nos dá segurança e tranquilidade para desenvolvermos nossas atividades, com os cooperados, os colaboradores, mas, se olharmos melhor, junto a uma sociedade inteira. É muita gente envolvida. Essas informações nos dão condições de desenvolver nossos pontos fracos e mostra onde estamos bem. E a equipe da Ocepar há muito tempo nos dá essa oportunidade, de ter certeza de onde estamos caminhando. O nosso agradecimento a todos por esse trabalho, que tem propiciado às cooperativas atuar de forma equilibrada e com segurança”, finalizou.

Pauta - A reunião institucional com a Copacol teve duração de pouco mais de duas horas e meia. Nesse período, além dos indicadores econômicos e financeiros da cooperativa e da representação institucional do Sistema Ocepar, estiveram em pauta outros temas, como mercado agropecuário, indicadores macroeconômicos, políticas agrícolas, ações estratégicas do cooperativismo para mitigar os efeitos da pandemia e atividades finalísticas do Sescoop/PR. Os assuntos foram tratados com a participação dos superintendentes do Sescoop/PR, Leonardo Boesche, e da Ocepar, Robson Mafioletti, do gerente de Desenvolvimento Técnico, Flávio Turra, do coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, João Gogola Neto, e da gerente de Desenvolvimento Técnico, Maria Emilia Pereira.

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REUNIÕES INSTITUCIONAIS II: Faturamento da Frimesa deve crescer em 2020, afirma Vanzella

“Mesmo diante desta pandemia, a cooperativa está trabalhando dentro da normalidade em todas as atividades. Evidente que tomamos todas as medidas necessárias de segurança para combater o novo coronavírus e, assim, resguardar a segurança de todos nossos funcionários. E mesmo diante deste cenário de dificuldades, o faturamento da Frimesa irá crescer em 2020”, disse Valter Vanzella, presidente da Frimesa, cooperativa central com sede em Medianeira, durante videoconferência da reunião institucional promovida pelo Sistema Ocepar, na manhã desta quinta-feira (28/05).

Cenários - Durante duas horas e meia, com a participação de Vanzella, do diretor-executivo, Elias José Zydek, e de 14 gestores da central, foram apresentadas por técnicos do Sistema Ocepar o cenário econômico e financeiro da cooperativa em comparação com o sistema no Paraná. Para o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, que participou do encontro, “agora, de forma virtual, sem precisar se deslocar até Medianeira, podemos realizar uma reunião muito produtiva com todo tempo necessário para discutirmos diversos assuntos com a diretoria e gestores”. Ricken destacou que Valter Vanzella faz parte da diretoria da Ocepar. “É uma liderança proativa e que tem contribuído muito com sugestões, propostas de trabalho para o sistema. Também quero aqui destacar o profissionalismo da gestão da cooperativa, coordenadas pelo diretor-executivo Elias Zydek, que tem sido um parceiro de primeira hora em todas as nossas demandas, temos uma sintonia muito boa com a diretoria da Frimesa e queremos estreitar ainda mais”, disse.

Quarentena - Para o presidente do Sistema Ocepar, a pandemia é um desafio grande e que precisamos ter estratégias muito claras para podermos sair melhor. “Todos nós estamos sendo desafiados neste momento a nos reinventar. Aqui em Curitiba, o regramento do isolamento social foi mais severo que em outras cidades, até por conta do número de pessoas que vivem aqui na capital e região metropolitana. Muitas atividades não essenciais foram fechadas, entre as quais, a nossa sede. Dispensamos nossos funcionários para que cumprissem em casa a quarentena, os quais continuam trabalhando normalmente de forma remota, sem deixar de atender qualquer demanda. Até estamos trabalhando mais do que o normal, antes da pandemia”, lembrou Ricken. O dirigente destacou que está em permanente contato com todos os gestores e esses com seus subordinados. “Hoje, realizamos nossa 67ª reunião do Comitê de Acompanhamento do Covid-19, desde que iniciamos o isolamento social. Todos os gestores também estão realizando reuniões diárias com suas equipes para que nosso planejamento possa ser realizado sem prejuízo para as cooperativas”.

Desafios - O dirigente falou sobre os impactos no setor e quais medidas o sistema cooperativista vem tomando para mitigar os impactos. “Na semana passada, tivemos uma reunião de duas horas com o presidente do Banco Central, ouvindo dele os possíveis cenários pós quarentena. Ele destacou que o país está enfrentando uma fuga de capitais jamais vista e que é preciso criar estratégias para retomar esses investimentos. Um indicativo que teremos dificuldades no repasse de recursos e acesso a crédito neste ano”. Porém, Ricken ressaltou que as cooperativas paranaenses estão numa situação melhor, como o próprio presidente da Frimesa ressaltou. “Estamos num setor que produz alimentos, talvez estejamos numa situação mais tranquila que outros segmentos econômicos. Mas temos que ter o foco que lá na frente teremos uma diminuição da demanda devido à perda de renda dos trabalhadores. Nosso compromisso deve ser sempre no abastecimento de alimentos, manter as gondolas com produtos. Sem esquecer, que além do agro, nossas cooperativas de transportes e do setor de saúde continuam trabalhando intensamente. Isso nos proporciona uma imagem privilegiada perante a sociedade e governo, pois somos considerados como essenciais e que não podemos parar”, disse Ricken. Ele lembrou que também foram realizadas videoconferências com os sete maiores bancos que atuam nas cooperativas mais o BRDE e BNDES, onde “apresentamos o cenário do setor cooperativista, mostrando que mesmo diante da pandemia estamos trabalhando e crescendo e que necessitamos de um olhar diferenciado na disponibilização dos recursos necessários para realizar os investimentos planejados”.

Articulação - Ricken é coordenador do G7, grupo de entidades do setor produtivo que reúne as principais federações do Paraná. Para ele, isso tem sido um facilitador também “para que possamos levar de forma conjunta nossos principais pleitos ao poder executivo do estado. Através do vice-governador, Darci Piana, que é presidente do Sistema Fecomércio, temos acesso direto ao governador Ratinho Júnior, que tem nos convocado para diversas reuniões de trabalho, como aconteceu nesta semana durante mais de uma hora”.

Brasília - “Estamos em permanente contato com o Sistema OCB, que mantém uma articulação muito forte com vários órgãos das instâncias do executivo, legislativo e do judiciário, levando os pleitos do setor. Tivemos muitos avanços importantes neste período de pandemia, com Projetos de Lei, Medidas Provisórias em favor do setor. Mas também temos ainda muitos avanços a conquistar, por isso, precisamos ter cada vez mais uma bancada forte no Congresso através da Frente Parlamentar do Cooperativismo, a Frencoop”, destacou Ricken.

Lições - No encerramento da reunião, o presidente da Frimesa, Valter Vanzela, fez uma avaliação: “quando tudo isso passar, nós vamos ter o discernimento de tirar de tudo isso algo positivo. Estamos passando por um momento desafiador. As pessoas tendem a voltar a mesmice, principalmente naquilo que dá prazer. Agora não precisamos mais correr para pegar avião e estradas para participar de reuniões em outras cidades ou estado, podemos fazer virtualmente, como agora. Provavelmente não vamos manter essa situação, mas precisamos tirar proveito. O hábito que nós tínhamos de ter mais conforto acabou, precisamos reaprender a viver. A epidemia vai fazer que muitas empresas e cooperativas se reinventem. Feliz de quem está passando por este momento e está se preocupando em levar um aprendizado melhor. O que nos preocupa é o comando do país, que num momento como este, estão com uma briga política e isso também afugenta o capital externo. Além dos problemas sanitários temos que conviver com tudo isso que acontece no cenário nacional”, argumentou.

Crescimento - Independente de tudo isso, Vanzella reafirma que a cooperativa permanece crescendo. “Nosso rumo é continuar crescendo em todos os sentidos. Temos muitos desafios para enfrentar na área de carnes, lácteos e de novos projetos. Os números mostram os rumos de crescimento no faturamento. Temos projeto para construir o frigorífico e investir mais nos lácteos. Temos muitos pontos fortes, como estrutura de venda, distribuição, temos uma marca consolidada. Dentro da Frimesa temos consciência para onde vamos. E nosso planejamento ajuda muito”, encerrou.

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FRENCOOP: Senado aprova oportunidades para transporte escolar e taxistas

frencoop 28 05 2020O Plenário do Senado aprovou o parecer do senador Flávio Arns (PR), integrante da Frencoop, ao Projeto de Lei 2.178/2020, que dispõe sobre o transporte segregado para acompanhante que desempenhe a função de atendente pessoal de pessoa idosa, com deficiência ou com doenças raras.

Insegurança - Inicialmente o projeto não previa a responsabilidade pela oferta do meio de transporte segregado, o que poderia gerar insegurança para as cooperativas de transporte. Após atuação da OCB, o senador Flávio Arns alterou o texto de modo que a garantia caberá ao Distrito Federal e municípios com mais de 20 mil habitantes.

Emendas - O relator acatou ainda emendas apoiadas pela OCB. A primeira para que possam ser reaproveitados veículos ociosos destinados ao transporte escolar de alunos da rede pública de ensino ou a organizações da sociedade civil sem fins lucrativos que prestem serviços a pessoas idosas, com deficiência e com doenças raras.

Autorização - Além dessa, foi acatada emenda para autorizar os municípios, os estados, o Distrito Federal e a União, dentro de suas respectivas esferas de competência, a emitirem vouchers conversíveis em dinheiro para o prestador de transporte particular, desde que devidamente credenciados perante os órgãos competentes.

Tramitação - O projeto segue para análise da Câmara dos Deputados, onde a OCB continuará atuando. (Informe OCB)

FOTO: Pedro França / Agência Senado

 

PESQUISA: Cooperativas lideram a concessão de crédito a pequenos negócios

pesquisa 28 05 2020A extensão da crise causada pela pandemia do novo coronavírus levou um número maior de empreendedores a buscar empréstimo para manter o negócio. Pesquisa do Sebrae com a Fundação Getúlio Vargas mostra que cresceu em 8% o número de empresários que buscaram crédito entre 7 de abril e 5 de maio. Apesar da maior procura, só 14% das pequenas empresas que solicitaram crédito tiveram sucesso. Embora a maioria tenha recorrido a bancos públicos e privados, a pesquisa revela que as cooperativas de crédito lideram a concessão de crédito para os pequenos empreendedores.

Concessão de empréstimos - Entre as pequenas empresas que buscaram crédito, 88% procuraram uma instituição bancária. Os mais demandados, desde que a crise do coronavírus começou, foram os bancos públicos (63%), seguidos dos bancos privados (57%) e das cooperativas de crédito (10%). Analisando a taxa de sucesso dos pedidos, as proporções se invertem. As cooperativas lideram na concessão de empréstimos (31%), depois aparecem os bancos privados (12%) e os bancos públicos (9%).

Compromisso - Para o presidente do Sistema Ocesp, Edivaldo Del Grande, os dados demonstram o compromisso das cooperativas com o desenvolvimento de suas comunidades. “As cooperativas tendem a crescer ainda mais em importância na crise. Ao longo da história sempre foi assim, e agora não está sendo diferente”, comenta.

Pesquisa - A pesquisa do Sebrae, realizada entre 30 de abril e 5 de maio, ouviu 10.384 micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEI) de todo o país. Destes, 58% dos negócios tiveram o pedido negado pelas instituições financeiras e 28% ainda aguardam uma resposta.

Tendência - O levantamento indica uma tendência de que os pequenos negócios evitam buscar crédito no mercado. Mesmo com quase 90% das empresas do segmento terem tido uma queda no faturamento, a maioria dos empresários (62%) não solicitou um empréstimo desde que a crise começou em março.

Impactos nas pequenas - A pesquisa do Sebrae mostra que quase todos os pequenos negócios foram afetados pela pandemia. Com o isolamento recomendado, 44% dessas empresas interromperam a operação, pois dependem do fluxo de pessoas. Outros 32% seguem operando com ferramentas digitais e 12% continuam trabalhando mesmo sem acesso a uma infraestrutura tecnológica. Apenas 11% conseguiram manter a operação sem alterações.

Queda no faturamento - A maioria das pequenas empresas, quase 90%, apontou uma queda no faturamento mensal. Na média, a receita foi 60% menor do que no período pré-crise. O resultado, ainda que negativo, é melhor que o identificado nas pesquisas de março e abril, quando a queda havia sido de, respectivamente, 64% e 69%.

Setores - Os setores mais afetados foram Economia Criativa, com queda média de 77%, Turismo (-75%) e Academias de Ginástica (-72%). Os que tiveram menor diminuição no faturamento foram Pet Shops e Serviços Veterinárias (-35%), Agronegócio (-43%) e Oficinas e Peças Automotivas (-48%).

Demissão - Ao todo, 12% dos pequenos negócios ouvidos pela pesquisa relataram terem demitido funcionários nos últimos 30 dias por causa da crise. E 29% das empresas optaram por suspender o contrato dos empregados, enquanto outros 23% deram férias coletivas, 18% reduziram a jornada de trabalho com redução de salários e 8% reduziram os salários com complemento do seguro-desemprego.

Vendas online - Para tentar sobreviver ao período, 29% das pequenas empresas começaram a fazer vendas online, principalmente por meio das redes sociais; 12% dos entrevistados disseram que começaram a gerenciar as contas do negócio por meios de aplicativos e 8% informaram que estão usando serviços de entrega por aplicativo para realizar vendas online. (OCB, com informações da Revista Exame e do Sistema Ocesp)

A pesquisa completa pode ser baixada aqui.

 

 

COCAMAR I: A soja se expande na região de Nova Londrina

cocamar I 28 05 2020A chegada da Cocamar no final de 2017 à região de Nova Londrina, no extremo noroeste do Paraná, quando absorveu as estruturas da antiga Copagra, tem sido um incentivo para que produtores invistam no plantio de soja.

Área cultivada - De acordo com o gerente das unidades de Nova Londrina e Terra Rica, Fábio Assis, foram cultivados 2,3 mil hectares com a oleaginosa na safra 2019/20 e a projeção é chegar a 3,5 mil no próximo período, cuja semeadura inicia em setembro. Além desses dois municípios, as lavouras estão em expansão em Itaúna do Sul e Diamante do Norte, que compõem a sua área geográfica. “Com isso, estamos registrando um crescimento, também, na comercialização de insumos”, frisou.

Confiantes - O interesse dos produtores pela soja se deve ao fato de ser uma cultura de liquidez e também porque, com a presença da cooperativa, eles se sentem mais confiantes e seguros.

Orientação técnica- Passaram a ter orientação técnica e unidades para fazer a entrega dos grãos em regiões próximas (as cidades de Santa Isabel do Ivaí, Santa Cruz de Monte Castelo e Querência do Norte, onde há estruturas operacionais para o recebimento).

Exemplo - O cooperado Antonio Carmo Pacífico é um exemplo do que a Cocamar, interessada no desenvolvimento regional, pretende para aquela região de solos arenosos, onde a pecuária extensiva e as culturas de cana e mandioca são dominantes na paisagem.

Integração - Pacífico, de 62 anos, extrai sua renda de uma atividade que vem chamando a atenção por ali: o sistema de integração em que o cultivo da soja faz a reforma os pastos. Ele possui 363 hectares e conta que por gostar da pecuária – e ver futuro nela – é que resistiu firme ao assédio da usina e dos mandioqueiros, interessados em arrendar suas terras.

Alternativa promissora - “Eu vi na integração uma alternativa promissora, a salvação da terra arenosa”, diz o produtor, que por muito tempo dedicou-se apenas à pecuária. Segundo ele, ao perceber o declínio natural dos pastos, em razão do esgotamento do solo, partiu em busca de uma solução que acabou encontrando na Cocamar.

Bons resultados - Há alguns anos, orientado pela cooperativa, ele deu início à integração e, no seu entender, os resultados têm sido animadores. Graças à revitalização dos pastos, onde o capim braquiária se desenvolve bem após um ciclo de dois anos de solo cultivado com soja, ele já conseguiu aumentar a ocupação que era de 1,2 a 1,6 cabeças por hectare para a média de 2,8.

Mais gado - “Hoje eu tenho mais gado em menos área”, comenta o produtor, satisfeito, explicando que no inverno, por causa da braquiária, ele possui pasto de qualidade que possibilita ao rebanho ganhar peso ao longo de pelo menos quatro meses, enquanto na região, nesse mesmo período, o comum é as pastagens minguarem e o gado passar fome. “Eu tenho pasto à vontade numa época que poucos têm”, observa.

Um dos primeiros - O produtor foi um dos primeiros a investir na integração e, por isso, está despertando a curiosidade da vizinhança. Para diluir os riscos, ele costuma travar os custos de produção, comercializando uma parte da safra futura, e faz seguro de toda a lavoura, Dos maquinários que necessita para lidar com a oleaginosa, ele só não possui a colheitadeira e contrata o serviço junto a terceiros.

Rotação - O gerente Fábio Assis observa que a soja vem conquistando espaços, também, em programa de rotação com mandioca. O objetivo dos produtores, com isso, segundo ele, é a maior eficácia no controle de pragas e a redução dos gastos com o preparo do solo. “Mais de 40% dos custos da cultura da mandioca são provenientes do preparo do solo”, diz. A rotação funciona da seguinte forma: os produtores preparam o solo normalmente para a mandioca e após o ciclo dessa cultura, entram com soja ou milho, voltando com a mandioca a seguir. (Imprensa Cocamar)

 

COCAMAR II: Cooperativa promove nova capacitação por videoconferência

cocamar II 28 05 2020Desde sábado (23/05), profissionais da Cocamar participam de uma capacitação técnica em fertilidade do solo, calagem, gessagem e recomendação de adubação. Com o apoio da Yara Fertilizantes, as aulas vão ser ministradas por meio de videoconferência por professores especialistas da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Atualização - Com sua iniciativa, o objetivo do Departamento Técnico é atualizar o conhecimento dos consultores técnicos em vendas, trainees e dos engenheiros agrônomos que entraram para a equipe recentemente.

Responsáveis - No dia 05/06, o treinamento ficará por conta dos gerentes de área Lucas Maquea e Lucas Colabone, respectivamente do Departamento Comercial de Grãos e do Departamento Comercial de Insumos.

Programação - A programação acontece nas seguintes datas e temas:

- 23/05 – 8 às 12h – “Fundamentos da química do solo e interpretação de análise de solo” (com Dr. Marcelo Batista/UEM)

- 30/05 – 8 às 12h – “Recomendação de calagem e gessagem” (Dr. Marcelo Batista/UEM)

- 5/06 – 15:30 às 17:30 – Departamento Comercial de Grãos (Lucas Maquea) e Departamento Comercial de Insumos (Lucas Colabone)

- 13/06 – 8 às 12h – “Recomendação de adubação para soja, milho e trigo” (Dr. Marcelo Batista/UEM)

- 20/06 – 8 às 12h – “Nutrição mineral de plantas e adubação foliar em milho, soja e trigo” (Dr. Tadeu Inoue/UEM)

- 27/06 – 8 às 12h – “Posicionamento técnico Yara” (Leandro Reis/Brito – Yara)

(Imprensa Cocamar)

 

COAGRU: Cooperativa doa 10 mil kits de máscaras

Desde o início da pandemia do coronavírus no mundo, a Coagru, cooperativa sediada em Ubiratã (PR), adotou várias medidas para evitar o contágio e a disseminação da doença: suspendeu eventos; implantou diversas práticas de higienização; disponibilizou álcool em gel em todos os setores; adotou controle de acessos; realizou campanha educativa nas unidades através de mídias, impressos e mensagens; afastou colaboradores de risco e etc.

Insumos - Também empreendeu esforços juntos aos municípios da sua área de ação no sentido de fornecer insumos ao Hospital Santa Casa de Ubiratã. Sensível às necessidades de bem-estar e saúde da população, a Coagru também se organizou para uma campanha de doação de 10.000 kits de máscaras que serão entregues aos cooperados nas unidades da cooperativa em toda a sua área de ação. As máscaras também foram distribuídas aos colaboradores da cooperativa. A iniciativa agradou tanto os funcionários como os cooperantes: “A Coagru mais uma vez está mostrando a sua preocupação com o cooperado e a sua família. É uma ação muito importante”, ressaltou o cooperado Orides Salvetti.

Sensibilizar - A medida visa sensibilizar e estimular que mais pessoas se protejam e ajudem a conter a disseminação do vírus. “Nesse momento a nossa maior preocupação é com a saúde das pessoas. Assim, pedimos que durante este período todos reforcem e pratiquem as recomendações dos órgãos competentes e evitem locais com aglomeração de pessoas. E usem máscara!” lembrou o presidente da Coagru, Áureo Zamprônio. (Imprensa Coagru)

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UNIMED LONDRINA: Para manter isolamento social, tratamentos e cursos são oferecidos na modalidade online

Como manter o tratamento recomendado pelo médico durante a pandemia, em que o distanciamento social é regra de ouro? Deparando-se com esta realidade, a Unimed Londrina adaptou alguns atendimentos para o formato online, como curso de gestantes, programa de cessação de tabagismo, academia, psicologia, nutrição, dentre outros. Os clientes já estão utilizando a ferramenta há quase um mês e vem elogiando a alternativa.

Unimed Saúde - No Unimed Saúde, os clientes que participam do curso de gestantes, programa de cessação ao tabagismo, memória ou academia realizam os encontros virtualmente, assistindo a vídeos disponibilizados de forma restrita no canal oficial da Unimed Londrina no YouTube. “Os links das transmissões e vídeos são enviados aos clientes por meio do Whatsapp”, explica o gerente de Promoção de Saúde, Érico Zanini.

Academia - Nas aulas da academia, por exemplo, durante o período de exibição, os professores ficam disponíveis no chat para instruções e possíveis dúvidas. “Nós atendemos muitos pacientes com uma ou mais doenças crônicas e que necessitam de auxílio para a manutenção de uma boa qualidade de vida”, justifica o gerente.

Grande valia- A aposentada Jesuína Pereira assiste às aulas da academia desde o primeiro dia e elogiou a iniciativa da Unimed. “Está sendo de grande valia. Tenho bronquite, hérnia de disco e sou do grupo de risco. Então consigo me cuidar sem sair de casa”, destaca.

Clínica Multiprofissional - A Clínica Multiprofissional também se adaptou para continuar atendendo os beneficiários da Unimed Londrina. Agora os serviços de psicologia, nutrição, fonoaudiologia e terapia ocupacional são oferecidos na modalidade online, via Skype.

Adaptação - A estudante Leticia Gonçalves trocou as sessões de psicologia presenciais pelo virtual e já se adaptou ao novo modelo. “No início eu fiquei meio apreensiva por realizar a sessão na minha casa. Mas agora eu consegui escolher um local mais reservado e tem sido bem produtivo os encontros”, avalia.

Sem sair de casa - Segundo a coordenadora da Clínica Multiprofissional, Paula Pirola, por conta da pandemia, muitos pacientes preferem não ir até o local para dar prosseguimento às sessões. “Como já vínhamos nos preparando para oferecer este tipo de atendimento virtual, inclusive com algumas sessões pilotos que tiveram bons resultados, resolvemos implementar o serviço online para atender os pacientes que não querem ou não podem sair de casa”, afirma. (Imprensa Unimed Londrina)

MAPA I: Programa Nacional de Bioinsumos é lançado e vai impulsionar uso de recursos biológicos na agropecuária

mapa I 28 05 2020A utilização de recursos biológicos na agropecuária brasileira ganha um novo impulso a partir do lançamento, nesta quarta-feira (27/05), do Programa Nacional de Bioinsumos pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O foco é aproveitar o potencial da biodiversidade brasileira para reduzir a dependência dos produtores rurais em relação aos insumos importados e ampliar oferta de matéria-prima para setor.

Decreto - O programa foi instituído pelo Decreto 10.375 e pelas Portarias 102 e 103, publicados nesta quarta-feira (27/05) no Diário Oficial da União. Em cerimônia virtual, a ministra Tereza Cristina lançou o programa, acompanhada dos secretários de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, Fernando Camargo, e de Defesa Agropecuária, José Guilherme Leal.

Necessidade - A ministra destaca que o programa nasceu de uma antiga necessidade do setor produtivo (agrícola, aquícola, florestal e pecuária) de se alinhar com práticas mais inovadoras. Ressalta que o programa possibilitará a entrada de fato da agricultura na bioeconomia e que todos os produtores, como orgânicos, convencionais e de demais segmentos, serão contemplados.

Ganho - "Todos têm a ganhar, produtores de todos os tamanhos têm a ganhar. E o Brasil realmente se inseri nessa política moderna de inovação tecnológica e bilhões poderão ser economizados nos próximos anos", afirmou Tereza Cristina, acrescentando que 40 milhões de hectares no país já são cultivados com bactérias promotoras de crescimento de plantas, um exemplo de bioinsumo.

Plano Safra - Tereza Cristina disse ainda que o Plano Safra 2020/2021, a ser lançado, trará recursos para financiamento de biofábricas e custeio do setor (veja mais abaixo). Para a ministra, o programa vai reforçar a missão do Brasil de ser um provedor de produtos agropecuários e alimentos de qualidade para a população brasileira e mundial.

Parceria - O secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação, Fernando Camargo, destaca a parceria com diversas entidades do setor agropecuário, especialmente da Embrapa, na elaboração do programa. “Esse era um programa acalentado há muitos anos e finalmente vamos fazer essa entrega. Os bioinsumos e a bioeconomia se baseiam em um binômio: a utilização da nossa grande biodiversidade, que é a maior do mundo, e a possibilidade da redução da dependência de insumos fósseis, trabalhando então com insumos biológicos”. Segundo o secretário, estima-se, com o programa, aumentar em 13% a área agropecuária com uso de recursos biológicos. Atualmente, 10 milhões de hectares usam bioinsumos para controle de pragas.

Ambiente regulatório - Já o secretário de Defesa Agropecuária, José Guilherme Leal, lembra a importância de se criar um ambiente regulatório favorável para as empresas trabalharem em pesquisa de produtos biológicos. “Esse programa vai levar a nossa agricultura a outro patamar de sustentabilidade, além de consolidar o Brasil como uma referência em agricultura tropical”.

Bioeconomia - O programa é um dos pilares da visão de bioeconomia que a pasta está desenvolvendo, visando o acesso, o desenvolvimento e o uso sustentável da rica diversidade biológica brasileira. A proposta é contribuir para o desenvolvimento de novas soluções tecnológicas, como também gerar renda, riqueza e qualidade de vida para os produtores, inseridos nos diferentes elos das cadeias produtivas do agronegócio e toda a sociedade. “O setor produtivo e o mundo clamam por mais tecnologias sustentáveis. Temos na agricultura a base da nossa economia e a bioeconomia será a grande alavanca para manter o Brasil como protagonista no agronegócio global", avalia Cléber Soares, diretor de Inovação do Mapa.

Cesta - A cesta de bioinsumos é ampla e abrange desde inoculantes, promotores de crescimento de plantas, biofertilizantes, produtos para nutrição vegetal e animal, extratos vegetais, defensivos feitos a partir de micro-organismos benéficos para controle de pragas, parasitos e doenças, como fungos, bactérias e ácaros, até produtos fitoterápicos ou tecnologias que têm ativos biológicos na composição, seja para plantas e animais, como para processamento e pós-colheita.

Demanda crescente - “Esse programa nasceu a partir da demanda crescente da sociedade, em especial, de dois públicos: consumidores e também dos produtores rurais que buscam por insumos e produtos de menor impacto econômico e ambiental, que seguramente irão beneficiar todo o agro brasileiro”, avalia a coordenadora do programa de Bioinsumos do Mapa, Mariane Vidal.

Processos e tecnologias - Em função dessa amplitude do conceito, esclarece Mariane, é objetivo do programa envolver não somente produtos, mas processos e tecnologias de origem biológica – animal, vegetal ou microbiana - que tragam resultados positivos no desenvolvimento e no mecanismo de resposta para esses mesmos elementos e em sustâncias derivadas. “Nossa expectativa é abarcar um grande número de processos, produtos e tecnologias para fomentar um conjunto de práticas sustentáveis relacionadas aos bioinsumos”, afirma a coordenadora.

Estratégias - O Programa Nacional de Bioinsumos se propõe a disponibilizar um conjunto estratégico de ações para o desenvolvimento de alternativas para a produção agrícola, pecuária e aquícola, considerando dimensões econômicas, sociais, produtivas e ambientais. Visa estimular a adoção de ativos sustentáveis baseados no uso de tecnologias, produtos e processos desenvolvidos a partir de recursos renováveis, por meio da ação integrada dos setores de ciência, tecnologia e inovação, além de o setor produtivo e o mercado.

Biodiversidade - Responsável por abrigar a maior biodiversidade do mundo, o Brasil tem condições para se tornar o maior protagonista mundial na área de ciência, tecnologia e inovação em bioinsumos. Com essa oferta abundante de matéria-prima, a meta do programa é desenvolver trabalhos em várias frentes, envolvendo produção vegetal, animal, processamento e pós-colheita. Neste contexto, está incluído também o desenvolvimento de produtos e processos para a produção aquícola.

Matéria-prima - Neste caminho, a proposta do programa governamental, elaborado em parceria com o setor produtivo, é fomentar e promover o desenvolvimento de bioinsumos, a partir de matéria-prima local e regional, gerando divisas, emprego, renda e organizando - a médio e longo prazo - novas cadeias produtivas em todo o país.

Grupo de trabalho - O programa Bioinsumos foi elaborado por um grupo de trabalho formado por integrantes de diferentes secretarias da pasta e com ampla consulta ao setor produtivo. A partir dessas diretrizes, a próxima etapa é organizar o marco legal do segmento e facilitar o acesso de produtores rurais do país – sejam pequenos, médios ou grandes, orgânicos ou não - aos diferentes insumos biológicos, incluindo os já autorizados para a produção agropecuária.

Novo paradigma - Para a coordenadora Mariane Vidal, os bioinsumos representam um novo paradigma para a agricultura brasileira e mundial. “Alimentos produzidos de forma sustentável tornam produtos desta natureza mais competitivos no mercado internacional, especialmente os europeus, compradores dos produtos agrícolas brasileiros”.

Diretrizes - O programa deverá ser implantado em etapas e está estruturado em eixos temáticos relacionados a: produtos fitossanitários para controle de pragas e doenças de plantas; biofertilizantes; nutrição de plantas e tolerância a condições ambientais adversas; produtos veterinários e para alimentação animal, pós-colheita e processamento de origem animal e vegetal e, ainda, produção aquícola.

Infraestrutura e custeio - Outro objetivo é criar ambiente favorável para o fomento e financiamento de infraestrutura e de custeio - por meio da oferta de crédito e de outros benefícios econômicos para o setor – e também para a inovação tecnológica em bioinsumos.

Normas e protocolos - Outra ação visa propor a elaboração de normas e protocolos para a instalação de unidades produtoras de bioinsumos - as biofábricas - e discutir tratamento legal específico para otimizar os processos de registro de produtos e garantir segurança jurídica aos produtores.

Mais - Nas etapas de implementação, estão previstos ainda levantamento de dados sobre o setor; lançamento de editais de fomento a inovação; elaboração de protocolos de produção para os agricultores e um catálogo nacional de bioinsumos, entre outras ações.

Mercado - O número de defensivos biológicos registrados no Mapa tem avançado. Atualmente, são 265 produtos registrados, entre bioacaricidas, bioinsecitidas, biofungicidas e bioformicidas.

Mercado - Em 2019, o mercado de biodefensivos nacional movimentou R$ 675 milhões, crescimento da ordem de 15% em relação a 2018, e acima da média estimada de crescimento internacional. Os dados são da Croplife Brasil, associação que representa as indústrias de desenvolvimento e inovação nas áreas de biotecnologia, germoplasma, defensivo químico e biodefensivo. A média global de novos produtos biológicos registrados, por ano, aumentou de três para 11 na última década.

Pesquisa - Ainda, de acordo com a associação, em 2018, o setor realizou uma pesquisa, envolvendo usuários de biológicos em 15 estados e em 11 culturas diferentes. A conclusão foi que 96% dos pesquisados acreditam que o uso (taxa de adoção) de biodefensivos irá crescer nos próximos cinco anos.

Embrapa - A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Mapa, conta com um extenso trabalho de pesquisa dedicado ao controle biológico. São 632 pesquisadores trabalhando em 73 projetos relacionados ao tema e distribuídos em 40 unidades. Por reconhecer a importância do tema, foi constituído um portfólio de projetos específicos para o assunto de forma a fortalecer e correlacionar as iniciativas. Adicionalmente, a instituição dispõe de diversos bancos de germoplasma microbiano dedicados exclusivamente à preservação e caracterização de micro-organismos, agentes de controle biológico de pragas e promotores de crescimento de plantas. Um universo que totaliza mais de 10 mil linhagens de bactérias, fungos e vírus controladores de pragas e doenças de plantas e mais de 14 mil linhagens de micro-organismos fixadores de nutrientes e promotores de crescimento de plantas, mantidos em pelo menos sete unidades da empresa.

Registro - O registro de um biodefensivo, no Brasil, passa por procedimentos de avaliação de eficácia e aplicação no campo avaliados pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa). Em relação ao grau de toxicidade para humanos, a análise cabe à Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a avaliação de impactos toxicológicos ao meio ambiente é de responsabilidade do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Especificidades - Vale destacar que os órgãos federais competentes pelo registro consideram especificidades e características das diferentes categorias de produtos, como as dos biodefensivos e dos produtos químicos, para estabelecer os critérios para a avaliação. Esses critérios são estabelecidos em regulamentos específicos para cada tipo de produto.

Crédito - O programa vai contar com linhas de crédito para incentivar a adoção dessas tecnologias dentro das propriedades rurais e pelas cooperativas. O fomento será feito via crédito rural nas modalidades de custeio, para aquisição de bioinsumos ou investimento para montagem de biofábricas “on farm”. As linhas para esse financiamento estão no Inovagro e, no caso dos investimentos em biofábricas, os recursos podem chegar a 30% do valor de todo o financiamento.

Cooperativas - Para as cooperativas, as linhas de crédito é o Prodecoop para a aquisição de equipamentos para a produção dos bioinsumos. Esses recursos têm volume maior e possibilitam a ampliação da participação de produtos dessa natureza a mais agricultores. Os empreendedores, que não sejam produtores rurais ou cooperativas, podem financiar pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio da linha denominada BNDES Agro, também operada por agentes financeiros.

Aplicativo - Os produtores rurais já podem consultar pelo celular uma lista de produtos de origem biológica indicados para nutrição, controle de pragas e doenças de diversas culturas agrícolas. O aplicativo Bioinsumos coloca na palma da mão um catálogo com 580 produtos biológicos disponíveis no país destinados a combater mais de 100 pragas e plantas invasoras e ampliar a absorção de nutrientes, favorecendo o crescimento de inúmeras espécies vegetais.

Conexão - A oferta dessa listagem visa favorecer a conexão entre a oferta dos produtos registrados e a demanda do setor produtivo, apoiando assim fornecedores e compradores. Desenvolvido em parceria com a Embrapa Informática Agropecuária, o app está disponível para celulares com sistema operacional Android e iOS. O aplicativo traz duas classes de bionsumos: inoculantes e controle-de pragas, que inclui insetos, fungos e ervas daninhas.

Informações - O app traz as informações atualizadas até abril deste ano, importadas das bases de dados do Ministério da Agricultura. Foram agregados, também, conteúdos, da produção técnico-científica em controle biológico, disponíveis nas Bases de Dados da Pesquisa Agropecuária (BDPA), na Agência Embrapa de Informação Tecnológica (Ageitec) e nos Sistemas de Produção Embrapa (SPO). (Mapa)

 

MAPA II: Ministério abre consultas públicas sobre registros de produtos fitoquímicos e microbiológicos

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) publicou nesta quarta-feira (27/05) a Portaria nº 102, que abre consulta pública por 90 dias para avaliação da proposta de Instrução Normativa Conjunta (INC) do Mapa, Ibama e Anvisa sobre os procedimentos a serem adotados para o registro de produtos fitoquímicos que se caracterizem como agrotóxicos e afins, cujos ingredientes ativos sejam obtidos, exclusivamente, de matéria-prima vegetal.

Fundamental - A INC de fitoquímicos é fundamental para possibilitar e ampliar o registro de produtos de origem natural, que podem ser utilizados como opção no manejo integrado de pragas e favorecer o desenvolvimento de uma produção agrícola com meios de controle mais sustentáveis e de menor risco.

Sugestões - As sugestões para a consulta, tecnicamente fundamentadas, deverão ser encaminhadas via formulário eletrônico, para a Coordenação-Geral de Agrotóxicos e Afins.

Registro de produtos microbiológicos - Também foi publicada nesta quarta a Portaria nº 103 que submete à consulta pública, pelo prazo de 90 dias, a Instrução Normativa Conjunta do Mapa, Ibama e Anvisa que dispõe sobre os procedimentos a serem adotados para o registro de produtos microbiológicos que tenha função de agrotóxicos e afins.

Atualização - A proposta visa atualizar e desburocratizar o registro de produtos microbiológicos, substituindo a Instrução Normativa Conjunta nº 3, de 10 de março de 2006. As sugestões, tecnicamente fundamentadas, deverão ser enviadas via formulário eletrônico, para a Coordenação-Geral de Agrotóxicos e Afins.

Opções - “A ampliação dos registros de produtos fitoquímicos e microbiológicos gera mais opções para que os agricultores defendam seus cultivos contra o ataque de pragas, ao mesmo tempo em que contribui significativamente para a sustentabilidade da agricultura nacional. Esses produtos são extremamente amigáveis para o meio ambiente e de baixíssimo risco para a saúde humana, sendo que muitos poderão inclusive ser utilizados em sistemas de produção orgânica”, afirma o coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins, Bruno Breitenbach.

Bioinsumos - O Mapa lançou nesta quarta-feira (27/05) o Programa Nacional de Bioinsumos, com ações para ampliar e fortalecer a utilização de ativos biológicos – fertilizantes e defensivos agrícolas, principalmente – para promover o desenvolvimento sustentável da agropecuária, a partir do aproveitamento da biodiversidade brasileira. (Mapa)

 

AGRICULTURA FAMILIAR: Governo divulga classificação final do Compra Direta Paraná

agricultura familiar 28 05 2020O Governo do Estado, por intermédio da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, divulgou nesta quarta-feira (27/05) o Relatório Final de Classificação da Chamada Pública n.º 004/2020 do Programa Compra Direta Paraná. Foram classificadas 148 cooperativas e associações da agricultura familiar.

Alimentos - Por meio do Compra Direta Paraná serão adquiridos, de forma emergencial, gêneros alimentícios destinados à rede socioassistencial, restaurantes populares, cozinhas comunitárias, bancos de alimentos e hospitais filantrópicos, entre outros. O programa já era estudado anteriormente, mas foi acelerado em função da pandemia.

Centros - Também serão atendidos Centros de Referência em Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas). Estes poderão disponibilizar os alimentos na forma de cestas básicas diretamente à população vulnerável.

Recursos - Para este programa serão destinados R$ 20 milhões, provenientes do Fundo Estadual de Combate à Pobreza. A grande variedade da produção existente na agricultura familiar será contemplada, possibilitando o fornecimento e a substituição de itens em decorrência de problemas climáticos, logísticos ou de sazonalidade. (Agência de Notícias do Paraná)

 

EXECUTIVO: Publicada com vetos lei sobre ajuda financeira a estados e municípios

executivo 28 05 2020A lei que trata da ajuda financeira a estados e municípios é sancionada com vetos pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. A Lei Complementar nº 173, de 27 de dezembro de 2020, está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (28/05).

Salários - O presidente vetou o trecho da lei que tratava dos salários de servidores. Com o veto, os servidores ficarão sem reajuste salarial até o fim de 2021.

Repasse - De acordo com o texto, a União entregará, na forma de auxílio financeiro, aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios, em quatro parcelas mensais e iguais, no exercício de 2020, o valor de R$ 60 bilhões para serem aplicados, em ações de enfrentamento ao novo coronavírus Covid-19). (Agência Brasil)

FOTO: Palácio do Planalto

 

PNAD CONTÍNUA: Desemprego atinge 12,6% no trimestre até abril com queda recorde na ocupação

pnad 28 05 2020A taxa de desocupação passou de 11,2% para 12,6% no trimestre terminado em abril, atingindo 12,8 milhões de desempregados. Com isso, são 898 mil pessoas a mais à procura de trabalho, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgada nesta quinta-feira (28/05) pelo IBGE.

População ocupada - Um indicador que reflete os efeitos da pandemia de Covid 19 no mercado de trabalho, a população ocupada teve queda recorde de 5,2%, em relação ao trimestre encerrado em janeiro, representando uma perda de 4,9 milhões de postos de trabalho, que foram reduzidos a 89,2 milhões.

Efeitos - A analista da pesquisa Adriana Beringuy explica que os efeitos foram sentidos tanto entre os informais quanto entre trabalhadores com carteira assinada. “Dos 4,9 milhões de pessoas a menos na ocupação, 3,7 milhões foram de trabalhadores informais. O emprego com carteira assinada no setor privado teve uma queda recorde também. A gente chega em abril com o menor contingente de pessoas com carteira assinada, que é de 32,2 milhões”, explica.

Informais - Entre os informais, estão os profissionais sem carteira assinada (empregados do setor privado e trabalhadores domésticos), sem CNPJ (empregadores e por conta própria) ou sem remuneração (auxiliam em trabalhos para a família).

Generalizada - A analista destaca também que a queda na população ocupada foi generalizada, atingindo sete dos dez grupos de atividades observados na pesquisa. Dos 4,9 milhões de pessoas que saíram da população ocupada, 1,2 milhão veio do comércio, 885 mil saíram da construção e 727 mil, dos serviços domésticos.

Maior queda- Foi a maior queda nos serviços domésticos desde o início da série, em 2012. De acordo com Adriana Beringuy, a queda pode estar associada às medidas de isolamento social. “Várias famílias podem ter dispensados os seus trabalhadores domésticos em função dessa questão do isolamento. É uma queda bastante acentuada”, analisa.

Rendimento - Com a queda recorde da população ocupada, a massa de rendimento real também teve a maior retração da série histórica. “É uma queda de 3,3%, o que significa que em um trimestre a massa de rendimento teve uma retração de R$ 7,3 bilhões”, comenta Adriana.

Médio - Por outro lado, o rendimento médio real recebido pelas pessoas ocupadas foi estimado em R$ 2.425 no trimestre encerrado em abril, sendo o maior da série histórica. “Esse aumento pode estar associado ao fato de que os trabalhadores informais, que ganham menos, foram o grupo que mais saiu da ocupação. Os que ficaram foram trabalhadores que relativamente têm salários maiores. Agora temos uma situação de menos trabalhadores informais e o rendimento médio acaba sendo calculado em cima de quem permaneceu no mercado de trabalho”, conclui.

Força de trabalho e desalento - A força de trabalho potencial, que inclui pessoas que não estavam nem ocupadas nem desocupadas, mas que possuíam potencial para se transformarem em força de trabalho, aumentou 24%. São 1,9 milhão de pessoas a mais nessa situação.

Aumento- “Se por um lado, a gente teve uma queda bastante acentuada na ocupação, também teve um aumento recorde da população fora da força de trabalho, que foi de 7,9%. O que provocou um aumento da chamada força de trabalho potencial, muitas pessoas nem estão ocupadas, pararam de procurar trabalho, mas estão ali na força potencial, o que contribuiu para a gente ter um aumento muito importante da taxa de desalento, que volta a crescer depois de um bom tempo em estabilidade”, complementa a analista.

Estimativa - Os desalentados, subgrupo de pessoas da força de trabalho potencial, foram estimados em 5 milhões, um acréscimo de 7% em relação ao último trimestre. São 328 mil pessoas a mais que não estão ocupadas mas que, por alguma razão, também não estão procurando emprego. É o maior número de desalentados desde o início da série histórica.

Características - “São as pessoas que, por exemplo, não procuram mais emprego ou porque não tem qualificação suficiente ou porque é considerada jovem demais ou velha demais ou não tinha trabalho ali na localidade na região em que ela vive. Então esse desalento aumentou bastante”, explica Adriana Beringuy. (Agência IBGE)

FOTO: Vinícius de Melo / Agência Brasília

 

ECONOMIA I: Brasil perde mais de 860 mil empregos formais em abril

economia 28 05 2020As demissões superaram as contratações com carteira assinada em 860.503 postos de trabalho, em abril. Foram 1.459.099 desligamentos e 598.596 contratações. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados nesta quarta-feira (27/05).

Saldo negativo - Segundo o Ministério da Economia, os dados mostram que a queda no número de contratações contribuiu de forma expressiva para o saldo negativo de empregos formais.

Comparação - Enquanto as demissões tiveram um incremento de 17,2%, as admissões caíram 56,5% na comparação com abril de 2019. Em valores nominais, São Paulo teve o pior desempenho, com saldo negativo (mais demissões do que contratações) de 260.902. O estado é seguido por Minas Gerais com 88.298 demissões; Rio de Janeiro, 83.626, e Rio Grande do Sul, 74.686 demissões.

Números - De janeiro a abril de 2020 foram 4.999.981 admissões e 5.763.213 demissões no país, com resultado negativo de 763.232. As admissões caíram 9,6% e as demissões subiram 10,5% no período.

Salário médio - O salário médio real de admissão no Brasil passou de R$ 1.496,92 em abril de 2019 para R$ 1.814,62 no mês passado.

Manutenção de empregos - Desde 1º de abril, data da edição pelo governo federal da Medida Provisória 936/2020, que criou o Programa Emergencial de Preservação do Emprego e da Renda, foram preservados mais de 8,1 milhões de empregos no país, informou o Ministério da Economia. O programa prevê que os trabalhadores que tiverem jornada reduzida ou contrato suspenso e ainda auxílio emergencial para trabalhadores intermitentes com contrato de trabalho formalizado receberão o Benefício Emergencial de Preservação da Renda e do Emprego (BEm).

Mudanças - É a primeira divulgação do Caged após o preenchimento de informações da base de dados passar para o Sistema de Escrituração Fiscal Digital das Obrigações Fiscais Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial). Com a mudança, o cumprimento de 13 obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas fica centralizado em um só sistema.

Inovação - Uma inovação do Caged é o agrupamento de setores da economia. Até dezembro passado, eram oito: comércio, serviços industriais de utilidade Pública (SIUP), extrativa mineral, administração pública, agropecuária, construção civil, indústria de transformação e serviços.

IBGE - Com a reformulação do Caged, os dados estarão na mesma divisão feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São eles: comércio, serviços, indústria geral, construção civil e agricultura. No intervalo de janeiro a abril de 2020, a agricultura teve saldo positivo de 10.032 empregos, resultado de 275.464 contratações e 265.432 demissões. O resultado da construção civil ficou negativo em 21.837. Comércio teve saldo negativo de 342.748, serviços resultado negativo de 280.716 e indústria também negativo, em 127.886.

Trabalho intermitente - A modalidade de trabalho intermitente teve, no período de janeiro a abril, 49.228 admissões e 35.105 demissões em 2020, o que resultou em saldo positivo 14.123. Já o regime de trabalho parcial registrou 71.044 contratações e 63.334 desligamentos, com resultado de positivo de 7.710 postos de trabalho com carteira assinada.

Abril - Somente no mês de abril, o trabalho intermitente chegou ao saldo negativo de 2.375, com 7.291 admissões e 9.666 demissões. No mesmo período, houve 4.881 contratações e 14.029 desligamentos na modalidade de trabalho parcial, com saldo negativo de 9.148.

Calendário - Após a primeira divulgação do Novo Caged, o ministério definiu um calendário para os próximos dados do emprego formal no país: as informações de maio serão divulgadas no dia 29 de junho; em julho serão divulgados os dados de junho e assim por diante. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA II: Vai à sanção MP que aumentou o salário mínimo para R$ 1.045

economia II 28 05 2020Em sessão remota nesta quarta-feira (27/05), o Senado aprovou por unanimidade a medida provisória que fixou o valor do salário mínimo, a partir de fevereiro deste ano, em R$ 1.045. A MPV 919/2020 foi aprovada na forma do Projeto de Lei de Conversão (PLV) 13/2020, e agora segue para a sanção presidencial.

Extrapauta - A matéria foi incluída como item extrapauta após acordo de líderes para sua apreciação visto que sua vigência se encerraria na próxima segunda-feira (01/06).  

Valor diário - O relator, senador Paulo Paim (PT-RS), explicou no parecer que o valor diário do salário mínimo fica fixado em R$ 34,63, e de R$ 4,75 por hora. Ele também informou que o texto adapta a correção feita pelo governo em janeiro, uma vez que inicialmente, a MP 916/2019, publicada anteriormente a divulgação da inflação de dezembro, previa o mínimo a R$ 1.039 em 2020. Esse valor vigorou apenas em janeiro e acabou sendo reajustado pela MP 919 para R$ 1.045 a partir de fevereiro. A pressão inflacionária fez com que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) registrasse uma inflação de 4,48% em 2019, em vez de 4,1%, que era o estimado pelo governo.

Relevância e urgência - Ao proferir o voto favorável, Paim reconheceu os critérios de relevância e urgência da medida visto que milhões de brasileiros dependem do salário mínimo, seja por meio do mercado de trabalho ou através dos benefícios da Seguridade, e que sem a sua apreciação, teriam sua renda prejudicada.

Emendas rejeitadas - Paulo Paim explicou ainda que todas as emendas foram rejeitadas, inclusive as de sua autoria, sob o argumento das limitações orçamentárias e fiscais que impedem aumento de despesa prevista na Lei de Diretrizes Orçamentária além de levar em consideração o impacto econômico gerado pela pandemia do coronavírus no país. No entanto, ele defendeu a retomada da política de valorização do salário mínimo que leve em consideração o reajuste pela inflação mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), tão logo o país retome o crescimento econômico.

Inviável - “Em que pesem as nobres intenções de todos os autores, consideramos que se torna inviável a aprovação das emendas apresentadas, em face do disposto no art. 195, §5º da Constituição e da necessidade de, em meio ao período de grande retração econômica que se avizinha, em que se fala que o PIB pode ser de 4% a 5% negativo no ano que vem, evitarmos a agudização do quadro fiscal, já pressionado pela necessidade de novas despesas para o enfrentamento da pandemia da covid-19. Estão aí os dados assustadores, morrendo mil brasileiros por dia”, afirmou.

Endosso - A retomada do debate sobre a política de valorização do salário mínimo pelo Congresso Nacional foi endossada pela líder do Cidadania, senadora Eliziane Gama (MA). “É muito importante que o Congresso Nacional tenha um entendimento de que nós precisamos discutir uma nova política de valorização do salário mínimo. Eu, pelo menos, defendo que volte a vigorar a política anterior, em que se levava em consideração o ajuste anual a partir da correção do PIB e também da inflação. Isso é muito fundamental para que a gente possa ter um ganho maior no poder de compra do salário mínimo no nosso país”, declarou Eliziane.

Correção - O modelo que corrigia a remuneração dos trabalhadores pela inflação do ano anterior mais a variação do PIB verificada dois anos antes foi adotado em 2006 e vigorou até 2018. Essa regra foi confirmada pela Lei 12.382/2011 e pela Lei 13.152/2015, entretanto, esta última, só previa a manutenção dos critérios de ganho real até 1º de janeiro de 2019. Após essa data, o atual governo passou a adotar apenas o cálculo com base na inflação do ano anterior.

Apoio - O líder do Rede, senador Randolfe Rodrigues (AP), também manifestou apoio ao retorno da adoção do princípio de ganho real do salário mínimo pelo governo federal. “Se nós voltássemos ao cálculo anterior, IPCA mais PIB, nós teríamos um reajuste real de 1,32%. Em vez de R$ 1.045, seriam R$1.059. Só que o cálculo, a lógica do atual Ministro da Economia é contrária a essa. Eu sou partidário, e nós iremos lutar para isso, para retornarmos, a partir do ano que vem, a este princípio, e a partir, inclusive, da seguinte lógica: se o PIB — tudo indica que o PIB do ano que vem será negativo —, se o PIB for negativo, desconsiderar o PIB”, disse Randolfe.

Comparação - A retomada desse debate pelo Congresso Nacional foi endossada pelos senadores Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) e pela senadora Soraya Thronicke (PSL-MS). Ela chegou a comparar o salário mínimo praticado no Brasil com as remunerações verificadas em outros países da América Latina. “Eu gostaria de trazer quatro comparações aqui da América Latina: a Argentina está com o salário mínimo, neste momento, de R$1.185,56; o Chile, de R$1.771,92; a Bolívia, de R$1.184; o Peru, de R$1.167,75. É inadmissível que nós, brasileiros, com a riqueza que temos, com quem somos, deixemos que isso aconteça”, afirmou Soraya.

Impacto orçamentário - De acordo com nota informativa do governo, estima-se que para cada aumento de R$ 1,00 no salário mínimo, o impacto nos gastos públicos eleva-se em aproximadamente R$ 355,5 milhões. Já o impacto líquido, ou seja, considerando o ganho na Receita Previdenciária, é de R$ 319,1 milhões. As despesas impactadas pelo mínimo levam em consideração o abono salarial e seguro desemprego, benefícios previdenciários (como aposentadorias e pensões) e benefícios assistenciais (como o Benefício da Prestação Continuada - BPC). Sendo assim, o impacto orçamentário do salário mínimo em R$ 1.045, de fevereiro a dezembro, girará em torno de R$ 2,73 bilhões. (Agência Senado)

FOTO: Pedro França / Agência Senado

 

RECEITA FEDERAL: Lista de produtos que terão despacho aduaneiro prioritário é ampliada

A Receita Federal ampliou a relação de produtos que terão despacho de importação realizado de maneira prioritária para auxiliar no combate à pandemia causada pelo novo coronavírus (Covid-19). A Instrução Normativa RFB nº 1.955, publicada na edição de terça-feira (26/05) do Diário Oficial da União (DOU), prevê o despacho prioritário para equipamentos hospitalares e matérias-primas destinadas à fabricação de medicamentos, dentre outros.

Agilidade - Conforme previsto na Instrução Normativa RFB nº 1.927, publicada no DOU no dia 17 de março, os produtos destinados ao combate à pandemia têm maior celeridade no trâmite aduaneiro, sendo permitida a entrega da mercadoria ao importador antes da conclusão da conferência aduaneira. Além disso, as declarações de importação envolvendo estas mercadorias deverão ter tratamento prioritário, tanto pelas unidades da Receita Federal, quanto pelo depositário responsável por sua custódia.

Categorias - Dentre as categorias incluídas na Instrução Normativa publicada na terça estão produtos como macas hospitalares e equipamentos para testes de performance de respiradores artificiais, além de uma série de novos medicamentos.

Fluxo - Com esta normativa, a Receita Federal busca manter um fluxo rápido de abastecimento de bens, mercadorias e matérias-primas destinados ao combate à pandemia, agilizando a entrega da carga e permitindo a sua utilização econômica para reforçar o combate ao vírus. (Ministério da Economia)

SAÚDE I: Brasil passa dos 400 mil casos confirmados e 25 mil mortes

saude I 28 05 2020O Brasil passou dos 400 mil casos confirmados de covid-19, de acordo com o balanço diário divulgado pelo Ministério da Saúde. Foram incluídas nas estatísticas 20.559 novas pessoas infectadas com o novo coronavírus, totalizando 411.821. O resultado marcou um acréscimo de 5,1% em relação a terça-feira (26/05), quando o número de pessoas nesta condição estava em 391.222.

Novas mortes - A atualização do ministério registrou 1.086 novas mortes, chegando a 25.598. O resultado representou um aumento de 4,4% em relação a ontem, quando foram contabilizados 24.512 óbitos por covid-19.

Casos confirmados- Do total de casos confirmados, 219.576 estão em acompanhamento e 166.647 foram recuperados. Há ainda 4.108 óbitos sendo analisados.

Letalidade - A letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 6,2%. Já a mortalidade (a quantidade de óbitos pelo total da população) foi de 12,2.

São Paulo - São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de mortes (6.712). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (4.605), Ceará (2.671), Pará (2.545) e Pernambuco (2.468).

Outros estados - Também foram registradas mortes no Amazonas (1.891), Maranhão (853), Bahia (531), Espírito Santo (511), Alagoas (368), Paraíba (298), Rio Grande do Norte (242), Minas Gerais (240), Rio Grande do Sul (209), Amapá (183), Paraná (162), Rondônia (137), Piauí (134), Distrito Federal (133), Santa Catarina (126), Sergipe (127), Acre (113), Goiás (108), Roraima (102), Tocantins (65), Mato Grosso (46) e Mato Grosso do Sul (18).

Casos confirmados - Já em número de casos confirmados, o ranking tem São Paulo (89.483), Rio de Janeiro (42.398), Ceará (37.275), Amazonas (33.508) e Pará (31.033). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Pernambuco (29.919), Maranhão (26.145), Bahia (15.070), Espírito Santo (11.484) e Paraíba (10.2095).

Mundo - De acordo com o mapa global da Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos, o Brasil é o 2º colocado em número de casos, atrás apenas dos Estados Unidos (1,69 milhão). O país é o 6º no ranking de mortes em decorrência da covid-19, atrás de Espanha (27.117), França (28.599), Itália (33.072), Reino Unido (37.542) e Estados Unidos (100.047).

Dados - De acordo com o Ministério da Saúde, em dados desta terça o Brasil era o 51º em incidência, indicador que mede a quantidade de pessoas infectadas proporcionalmente à população. O país também era o 14º em mortalidade, quando os óbitos são comparados com o total da população.

Entrevista - Nesta quarta-feira não foi realizada a entrevista coletiva com representantes do Ministério da Saúde, onde mais dados e análises são apresentados sobre o balanço diário. O evento era uma prática diária, mas a nova gestão mudou o hábito, ainda sem a definição de uma periodicidade definida. (Agência Brasil)

FOTO: Fernando Zhiminaicela / Pixabay

saude I tabela 28 05 2020

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

saude I quadro 28 05 2020

 

SAÚDE II: Paraná tem 200 novos casos de Covid-19 e mais três óbitos

saude II 28 05 2020A Secretaria de Estado da Saúde informa no boletim emitido nesta quarta-feira (27/05) mais 200 casos confirmados pelo novo coronavírus, o maior número em um só dia. O total de pessoas contaminadas é agora de 3.712. Mais três pessoas morreram em decorrência da doença e chega a 162 o total de óbitos em todo o Estado.

Óbitos - As três pessoas que morreram, duas mulheres e um homem, estavam internadas. Uma mulher, 74 anos, que residia em Jaguariaíva, faleceu dia 25 de maio. Os outros dois pacientes faleceram nesta quarta-feira: uma mulher, 59 anos, que morava em Londrina e um homem de 68 anos, que residia em Telêmaco Borba.

Municípios - São 230 cidades paranaenses com ao menos um caso confirmado pela Covid-19. Em 65 municípios há registro de óbitos pela doença. As novas confirmações são nas cidades de Apucarana (6), Assis Chateaubriand (1), Boa Vista da Aparecida (6), Braganey (3), Cambé (1), Campo Largo (2), Cascavel (31), Cianorte (3), Cornélio Procópio (5), Coronel Domingos Soares (5), Curitiba (36), Douradina (1), Doutor Camargo (1), Fazenda Rio Grande (1), Florestópolis (1), Foz do Iguaçu (16), Guaporema (1), Guaraniaçu (1), Iguaraçu (1), Itambaracá (1), Itapejara D'Oeste (1), Jacarezinho (2), Londrina (17), Manoel Ribas (1), Maringá (16), Moreira Sales (1), Nova Fátima (1), Palmeira (1), Paranaguá (2), Pinhais (4), Piraquara (2), Piraquara (2), Ponta Grossa (1), Realeza (1), Ribeirão do Pinhal (5), Rolândia (3), Santa Tereza do Oeste (1), Santo Inácio (1), São José dos Pinhais (2), São Manoel do Paraná (1), Sapopema (5), Saudade do Iguaçu (1), Tamboara (1), Telêmaco Borba (1), Toledo (2), Tomazina (1), Tuneiras do Oeste (2) e Umuarama (1).

Fora do Paraná - O monitoramento da Secretaria da Saúde registrou também mais um caso de fora, um paciente de Tubarão (SC). No total, cinco pessoas não residentes no Paraná foram a óbito em alguma das cidades do Estado.

Confirmações por mais testes - Mais dois tipos de testes que foram validados pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) terão os resultados positivos incluídos no monitoramento do CIEVS, agora são aceitos testes rápidos de quatro fabricantes.

1. ONE STEP COVID-2019 TEST®️ da fabricante Guangzhou WondfoBiotechCo., Ltda., cujo representante legal no Brasil é a empresa Celer Biotecnologia S/A.

2. MEDTESTE CORONAVÍRUS (COVID-19) igG/IgM da fabricante Hangzhou Biotest Biotech Co. Ltd cujo representante legal no Brasil é a empresa Medlevensohn

Com Repres Prod Hosp Ltda.

3. COVID-19 IgG/IgM ECO do fabricante Eco Diagnóstica Ltda-ME, cujo representante legal no Brasil é a empresa Eco Diagnóstica Ltda-ME

4. COVID-19 IgG/IgM BIO do fabricante Quibasa Química Básica Ltda, cujo representante legal no Brasil é a empresa Quibasa Química Básica Ltda. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o INFORME COMPLETO 

 


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