Imprimir
cabecalho informe

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4831 | 27 de Maio de 2020

REUNIÕES INSTITUCIONAIS I: Décimo encontro virtual acontece com a Cooperativa Integrada

Dando prosseguimento a uma série de 42 reuniões institucionais, nesta terça-feira (26/05) foi promovido o encontro com lideranças da Cooperativa Integrada, de Londrina. Realizado de forma virtual, através da ferramenta Teams, foi possível reunir cerca de 30 participantes, entre os quais, os presidentes, José Roberto Ricken e Jorge Hashimoto, do Sistema Ocepar e Integrada, respectivamente, além de gestores da cooperativa e do sistema.

Monitoramento - No início, o presidente da Integrada agradeceu ao Sistema Ocepar por promover este importante trabalho de consultoria no acompanhamento das atividades financeiras da cooperativa, que ocorre graças ao trabalho de monitoramento, através da Gerência de Desenvolvimento Cooperativo, do Sescoop/PR, sob a responsabilidade do coordenador João Gogola Neto. “É um momento esperado por toda equipe poder ver os cenários de crescimento do setor cooperativista paranaense e poder fazer um comparativo com nossa atual posição. Um trabalho muito importante, tanto que hoje estamos aqui com todo o time de gestores da cooperativa para acompanhar, mesmo que de forma digital”, destacou Hashimoto. Ele fez questão de destacar que nesses anos todos de monitoramento com as visitas institucionais, agora, de forma virtual, possibilitou a participação do presidente Ricken e dos superintendentes e demais técnicos da casa.

Elogios - Hashimoto, que integra a diretoria da Ocepar, elogiou o trabalho da Ocepar, Sescoop/PR, Fecoopar e da própria OCB. “Temos acompanhado todas as conquistas que estão se materializando, por meio da liderança do presidente Ricken e de toda sua equipe que, incansavelmente, junto com o Sistema OCB, tem levado nossas demandas até Brasília e que tem refletido em várias conquistas no campo político, mesmo em trabalho remoto de toda equipe das duas casas. Avançamos muito. Só temos que agradecer as equipes técnicas das duas casas na defesa do cooperativismo e de nossa atividade principal, que é o agronegócio”, ressaltou o dirigente.

Planejamento - O presidente da Integrada disse que a cooperativa, à semelhança do sistema, iniciará uma nova fase do seu Planejamento Estratégico. “Este ano, o PRC-100 (planejamento estratégico do Sistema Ocepar) entra numa nova fase e a Integrada está no mesmo ciclo. Neste ano de 2020 fechamos um ciclo que projetamos cinco anos atrás, quando nossa meta era atingir um faturamento de R$ 5 bilhões e deveremos fechar este ano próximo da meta, ou seja, cerca de R$ 4,7 bilhões. Vamos alcançar nossos objetivos e preparar um novo ciclo de mais cinco anos e, para isso, contratamos o Rabobank para nos assessorar neste próximo desafio”, completou Hashimoto.

Desafios - Na sua fala, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, comentou sobre o momento atual. “Não vi nada igual a esta situação que estamos enfrentando, de isolamento social em decorrência da pandemia. Mas precisamos ter prudência e não espalhar o pânico. Estamos enfrentando este desafio com profissionalismo, onde nossa equipe continua em trabalho remoto, sem deixar de atender todas as demandas das cooperativas. Estamos trabalhando muito mais que antes. São muitas reuniões virtuais, com a diretoria, dirigentes, lideranças, seja do setor cooperativista, agentes de governo, OCB e do setor produtivo, através do Grupo G7”, frisou. “O próprio Hashimoto, que faz parte da diretoria da Ocepar, sabe que antes nem passava por nossas cabeças fazer reuniões virtuais. Hoje, creio que seja difícil voltarmos no formato anterior, de forma presencial, evita deslocamento dos dirigentes sem perder a qualidade dos resultados. Temos que investir cada vez mais nas pessoas, capacitá-las, treiná-las para os novos desafios. Antes da pandemia já investíamos muito nesta área e continuaremos para que possamos sair na frente de outros setores”, disse Ricken.

Cenário atual - O dirigente também falou sobre o cenário econômico e político, onde, segundo ele, vivemos uma outra crise, além da Covid-19. “Nos leva a pensar e ficar angustiados o que teremos pela frente. Fuga de investimentos para outros países e o que deixa nossa situação em alerta. Isso acontece na América do Sul como um todo. Nós estamos num setor onde a demanda continua ativa e forte, que é o fornecimento de alimentos. Mesmo assim temos que focar no abastecimento interno da nossa população”, comentou.

Representatividade - Ricken reforçou que “nunca foi tão importante termos uma representação atuante em Brasília como a OCB. Foram inúmeras conquistas e medidas atendidas. Antes, quando a OCB precisava de socorro, uma equipe pegava um avião e ia para lá. Hoje, este suporte está sendo dado de forma online, remota. E tudo isso se deve a nossa representatividade sistêmica. Se nós temos uma diferença com outros setores econômicos é o planejamento. Vamos fazer uma revisão naquilo que planejamos para este ano. Vivemos um momento importante para fortalecermos as parcerias no setor cooperativista, uma possa auxiliar a outra em momento de dificuldades. Neste processo de intercooperação para parcerias de serviços, temos um exemplo em andamento aqui no Centro-Sul com algumas cooperativas”, frisou.

{vsig}2020/noticias/05/27/reunioes_institucionais/{/vsig}

REUNIÕES INSTITUCIONAIS II: Cenários econômico e financeiro da Cocamar são apresentados pelo Sistema Ocepar

Com a participação de integrantes dos Conselhos de administração, executivo, fiscal, superintendentes, gestores e lideranças da Cocamar, de Maringá, foi realizada, na manhã desta quarta-feira (27/05), mais uma reunião institucional do Sistema Ocepar, com a apresentação dos cenários econômico e financeiro da cooperativa. O encontro contou com 55 participações por videoconferência, entre as quais, estiveram presentes o presidente-executivo Divanir Higino, o presidente do Conselho de Administração, Luiz Lourenço, o vice-presidente, José Cícero Aderaldo, José Roberto Ricken, presidente do Sistema Ocepar, superintendentes, gestores e técnicos.

Covid-19 - A reunião iniciou com uma apresentação sobre as providências que a cooperativa tomou, no sentido de reduzir os riscos em relação à pandemia do novo coronavírus. Segundo Divanir Higino, “desde que surgiram as primeiras notícias sobre a pandemia, foi constituído um comitê de crise para auxiliar nas tomadas de medidas para evitar qualquer contaminação nos funcionários e cooperados. Imediatamente dispensamos os colaboradores de risco, solicitamos para que nossos cooperados para que evitassem de vir na cooperativa. Para isso, disponibilizamos canais de comunicação para que as atividades não fossem interrompidas. Distribuímos máscaras para uso obrigatório, estamos fazendo o controle diário da temperatura, uso de álcool gel a cada 30 minutos, colocamos em todos os locais tapetes sanitizantes, avisos para manter o distanciamento de dois metros e, diante de qualquer suspeita, realizamos a desinfecção do local. Nosso compromisso aqui é não ficarmos doentes para que possamos continuar trabalhando por todos”, lembrou.

Isolamento - O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, deu as boas-vindas para todos os participantes e fez alguns comentários sobre os trabalhos que estão sendo realizados por toda equipe de forma remota desde 20 de março, devido a necessidade de isolamento social por conta da Covid-19. “Estamos em nossas casas, mas não deixamos de trabalhar e atender todas as demandas recebidas, até estamos atuando muito mais do que de forma presencial. Neste período realizamos muitas videoconferências para resolver inúmeros assuntos de interesse das cooperativas e foram muitas as conquistas”, frisou. Ele reforçou sobre a necessidade de focar mais ainda na comunicação remota. “Esta é uma situação que jamais imaginaríamos viver. Estamos reaprendendo a nos comunicar, sem contato, de forma virtual. Temos tecnologia disponível para isso e vamos avançar ainda mais neste aspecto. Um exemplo é esta reunião de hoje, que se não houvesse pandemia, nossa equipe teria pegado estrada até Maringá para fazer esta mesma apresentação que estamos fazendo online. Menos riscos, menos despesas, sem viagens”.

Demandas - O dirigente falou que essas reuniões servem para afinar ainda mais a sintonia com a cooperativa e suas lideranças. “Além de apresentar o cenário econômico do sistema cooperativista e da cooperativa, temos a oportunidade de tratar de temas de interesse direto. Entre esses temas está o novo Plano Safra, que deverá ser anunciado pelo governo no dia 15 de junho, apresentamos mais uma vez uma proposta de política focada no desenvolvimento de nossas cooperativas agropecuárias, como redução dos juros, maior volume de recursos para comercialização, manter o programa Prodecoop, manter investimentos do BNDES, entre outros pontos”, destacou Ricken.

Apresentações - O encontro, que durou uma hora, teve apresentação dos cenários econômicos e financeiros, feita pelo do coordenador de Desenvolvimento Cooperativo, João Gogola Neto. Ele mostrou uma retrospectiva dos principias números do cooperativismo em 2019, quando o setor cooperativista atingiu um faturamento de R$ 87,6 bilhões, reunindo um total de 2.184.722 cooperados em todos os ramos e gerou 107.588 empregos diretos. Na sequência, foram apresentados os indicadores gerais do cooperativismo e da cooperativa. Já o gerente técnico da Ocepar, Flávio Turra falou rapidamente sobre o momento do agronegócio no Paraná e no Brasil, em especial, em relação ao crescimento do PIB e perspectivas para este ano de 2020 em decorrência dos impactos da pandemia.

Avaliação - No final do encontro, o presidente-executivo da Cocamar, Divanir Higino, ressaltou que a coronavírus veio para incomodar. “Este momento será um desafio para testar quem se preparou para esses momentos ou não. Junto com a pandemia veio crises em diversos segmentos, entre eles do álcool. Mas por outro lado, os preços dos produtos agrícolas foram impulsionados pela alta do dólar. Hoje, mais de 80% da soja na cooperativa já foi comercializada. Honramos com todos nossos contratos, a carteira de cooperados está tudo em ordem. Acreditamos que estamos numa situação diferenciada e isso se deve ao nosso planejamento. Nos preparamos para situações como essas. Agora podemos ver quem se preparou, se planejou, teve capacidade de gestão sairá melhor”. Sobre a reunião, tanto Higino como Luiz Lourenço, elogiaram a condução do presidente Ricken e de toda equipe. “Uma reunião muito enxuta, mas muito produtiva e que nos traz um alento de que estamos no caminho certo”, disse Divanir. Lourenço parabenizou a equipe por trazer todas as informações necessárias, “em especial neste momento complicado, onde de forma transparente nos deixou bem informados”.

{vsig}2020/noticias/05/27/reuniao_II/{/vsig}

Comitê de Acompanhamento do Sistema Ocepar divulga comunicado 44

covid 19 comite 27 05 2020O Comitê de Acompanhamento e Prevenção do Covid-19 divulgou, na manhã desta quarta-feira (27/05), o comunicado 44 com mais informações relativas ao cooperativismo e medidas para amenizar os impactos econômico e sociais da pandemia. Entre os destaques estão a reunião institucional realizada com a Integrada, as reuniões da OCB e a Carta Circular emitida pelo Banco Central, com orientações para as cooperativas de crédito. Confira abaixo.

1. No dia 26 de maio, o Sistema Ocepar realizou reunião virtual da Autogestão com a Cooperativa Integrada, contando com a participação do presidente, diretores e gestores.

2. No dia 26 de maio, o Sistema OCB reuniu o Grupo Técnico Tributário, com a participação dos profissionais da Ocepar e das cooperativas Copacol e Central Aurora, para alinhamento e avaliação dos desdobramentos das ações em relação à Cosit-11.

3. No dia 26 de maio, o Sistema OCB reuniu-se com os representantes das Organizações Estaduais, Fecoagro e cooperativas para discutir sobre os custos cartoriais e emolumentos.

4. No dia 25 de maio, o Banco Central do Brasil - BCB, publicou a Carta Circular nº 4.054, que divulga os procedimentos para a instrução de pedidos de autorização para captação de depósitos de poupança rural, por parte das cooperativas de crédito. Os pedidos de autorização para captação de depósitos de poupança rural e informações a serem encaminhadas ao Departamento de Organização do Sistema Financeiro (DEORF) estão segregados da seguinte forma: I- quando formulados por confederação de crédito; II-quando formulados por cooperativa central de crédito; III- quando formulados por cooperativa singular de crédito. Para acessar, clique aqui.

5. No dia 26 de maio, o Sebrae/PR realizou a última entrevista do programa Líderes do Paraná com a participação do governador Carlos Massa Ratinho Junior e do vice-governador, Darci Piana. Para acessar a matéria, clique aqui.

O Comitê - O Sistema Ocepar constituiu o Comitê de Acompanhamento e Prevenção do Covid-19 com objetivo de monitorar, receber, avaliar e comunicar seus públicos sobre as informações mais recentes ligadas à disseminação e precauções que devem ser tomadas diante da epidemia da doença. O grupo é formado pela Diretoria Executiva, coordenações de Gestão Estratégica e de Comunicação Social, com assessoramento jurídico e colaboração da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa).

 

FAZENDA: Nota Fiscal de Produtor Eletrônica será obrigatória nas operações interestaduais a partir de 1º de julho

fazenda 27 05 2020A Receita Estadual do Paraná emitiu um boletim, nesta terça-feira (26/05), alertando que, a partir do dia 1º de julho, será obrigatória a emissão da Nota Fiscal de Produtor Eletrônica (NFP-e, modelo 55) em todas as operações interestaduais de produtor rural. A Nota Fiscal de Produtor Rural em papel, modelo 4, não poderá mais ser utilizada nas operações interestaduais também a partir dessa data.

Operações internas - “Nas operações internas, ou seja, nas operações realizadas dentro do Estado do Paraná, poderão ser emitidas qualquer uma das notas fiscais: NFP-e e a Nota Fiscal Produtor Rural em papel. Com a emissão da NFP-e, o produtor rural não precisará mais se deslocar até a prefeitura para prestar contas de suas notas fiscais. Tudo será feito via internet, no portal Receita/PR. O acesso se dá em ambiente seguro e mediante utilização de chave e senha. O acesso ao Receita/PR é exclusivo, individual e de responsabilidade do produtor. Assim, é muito importante manter em segurança a sua chave e senha de acesso, não fornecendo a terceiros”, informa a Receita por meio do boletim.

Alerta – O órgão destaca ainda que as operações interestaduais estarão sujeitas às verificações e penalidades previstas pelos Fiscos Estaduais.

CAD/PRO– “Importante destacar que os produtores rurais titulares do CAD/PRO devem efetuar seu cadastro de usuário do portal Receita/PR e obter sua respectiva chave e senha. O produtor titular também poderá cadastrar outros produtores vinculados no mesmo CAD/PRO para emissão de NFP-e em seu nome, porém é necessário que os autorizados tenham cadastro no Portal Receita/PR”, frisa o coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sistema Ocepar, Devair Mem.

Clique aqui e confira na íntegra o boletim da Receita Estadual do Paraná

 

SESCOOP NACIONAL: Novo Conselho toma posse

sescoop nacional 27 05 2020A terça-feira (26/05) foi marcada pela transição entre gestões do Conselho Nacional do Sescoop. Os novos membros, que assumem a gestão dos próximos quatro anos, foram apresentados nesta terça às suas atribuições, responsabilidades e aos desafios que vêm pela frente. Neste grupo estão: os conselheiros indicados pela nova diretoria da OCB eleita na AGO, e os conselheiros indicados pelos órgãos do Poder Público que integram o Conselho e, também, os indicados como representantes de empregados de sociedades cooperativas.

Reunião virtual - A reunião virtual foi conduzida pela Unidade Nacional do Sescoop e contou com a participação dos membros das gestões anterior e atual.

Esforço - Foi dia, também, de reconhecer o esforço empreendido pelos membros da gestão 2016-2020, e elencar as principais conquistas alcançadas, que trouxeram inúmeros benefícios para o cooperativismo brasileiro.

Composição e resumo- A composição do novo Conselho e o resumo das principais ações da gestão que se encerrou você confere AQUI. (Informe OCB)

 

 

SICOOB OURO VERDE I: Novos conselheiros e diretores tomam posse em ato administrativo

sicoob ouro verde II 27 05 2020

Na segunda-feira (25/05), tomaram posse os novos membros do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva do Sicoob Ouro Verde para o período de 2020 a 2023. Eles foram eleitos na Assembleia Geral Ordinária, realizada em 23 de abril, e aprovados pelo Banco Central do Brasil em 7 de maio.

 

Ato administrativo - A posse foi dada em ato administrativo realizado apenas para os conselheiros e diretores, no auditório da sede da cooperativa, em Londrina (PR). Na ocasião, também foi inaugurada uma galeria com fotos dos presidentes de cada gestão, desde a fundação do Sicoob Ouro Verde.

 

Mudança - O vice-presidente do Conselho de Administração da cooperativa, Roberto Cremonez, assumiu o lugar do até então presidente Rafael de Giovani Netto, que agora passa a ser conselheiro. Rafael avalia que a fase de mudanças é uma constância e sempre necessária para o crescimento sustentável do Sicoob.

 

Agradecimentos - “Nesta data, ao cumprir meu mandato como presidente do Conselho de Administração da nossa grandiosa Sicoob Ouro Verde, externo meus agradecimentos ao Conselho de Administração e Fiscal que contribuíram imensamente, de forma coesa e leal, à nossa Diretoria Executiva e aos colaboradores, que são os operários que fazem acontecer. Também manifesto meu reconhecimento aos nossos cooperados, delegados e participantes do COE, que acreditam e não medem esforços para o engrandecimento da nossa Cooperativa, bem como para o sistema de cooperação e associativismo, que fará do nosso Brasil um país muito mais justo e desenvolvido”, diz Rafael.

 

Expectativa - O novo presidente do Conselho, Roberto Cremonez, falou da expectativa com sua eleição para o cargo. “Nesse momento, vejo que nossa prioridade é o fortalecimento da relação da cooperativa com o cooperado, atendendo os anseios de todos, entregando um bom serviço, com segurança e qualidade, principalmente em períodos de incertezas como o que estamos enfrentando. Com nossa base consolidada, teremos todas as condições para melhor posicionamento no mercado, com o mesmo sucesso no cenário econômico alcançado antes da crise”, afirmou.

 

Formação - Conheça a nova formação do Conselho de Administração e da Diretoria Executiva do Sicoob Ouro Verde:

 

Conselho de Administração

 

Roberto Cremonez - Presidente

 

Marcelo Odetto Esquiante - Vice-presidente

 

Edson Zanin - Conselheiro de Administração

 

George Hiraiwa - Conselheiro de Administração

 

Ladislao Pedroso Monte - Conselheiro de Administração

 

Marcello Scandelae - Conselheiro de Administração

 

Marisol de Oliveira Chiesa - Conselheiro de Administração

 

Oswaldo Pitol - Conselheiro de Administração

 

Rafael de Giovani Netto - Conselheiro de Administração

 

Tadeu Batista Martins - Conselheiro de Administração

 

Wilson Geraldo Cavina - Conselheiro de Administração

 

Diretoria Executiva

 

Elisberto José Torrecillas – Diretor-presidente

 

Ademir Aparecido de Lucca - Diretor Administrativo e Financeiro

 

Rodnei Carlos Muller Fernandes - Diretor de Negócios

 

(Imprensa Sicoob Unicoob)

 

 

SICOOB OURO VERDE II: Em ação de intercooperação, cooperativa doa mais de mil máscaras para a Cooper Região

sicoob ouro verde I 27 05 2020Todos anos, o Sicoob Ouro Verde realiza uma ação de intercooperação com a Cooper Região e promove palestras de educação cooperativista e educação financeira para os integrantes da cooperativa de catadores de materiais recicláveis de Londrina (PR).

Doação - Este ano, sem poder reunir os cooperados para a capacitação, o Sicoob Ouro Verde contribuiu com a doação de 1.100 máscaras, que contribuirão para que eles trabalhem protegidos. A ação faz parte do projeto “Máscaras que salvam”, promovido entre as cooperativas que integram o sistema Sicoob Unicoob.

Diferença - A conselheira de Administração da Cooper Região, Maria Aparecida Bassani da Cruz, agradeceu ao Sicoob Ouro Verde e disse que a doação fará toda a diferença para eles. “Como precisamos realizar a troca constante das máscaras, precisamos de várias durante a semana e essa contribuição é muito importante. Mesmo sem poder realizar a palestra, o Sicoob fez a diferença”, afirma.

Sobre a Cooper Região - A cooperativa tem 116 cooperados que fazem a coleta, triagem, prensagem e venda do material recebido. Além disso, atuam também na parte administrativa da cooperativa. São 11 administradores que ao longo de dez anos buscaram formação e hoje, são capazes de gerir a própria empresa.

Coleta - A Cooper Região coleta 200 toneladas mensais de resíduos e tem como objetivo integrar os catadores informais, estendendo a eles os benefícios conquistados pelos recicladores que trabalham nas cooperativas. Além de melhorar as condições de trabalho, com registro em carteira e recolhimento de INSS, os cooperados também tem a garantia de férias remuneradas e licença-maternidade. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB METROPOLITANO: Maratona Digital Ecoar é promovida em parceria com a Eureca

sicoob metropolitano 27 05 2020O Sicoob Metropolitano e a Eureca promoveram, entre os dias 11 e 15 de maio, a Maratona Digital Ecoar. Durante a semana, mais de 200 participantes com idades de 19 a 28 anos tiveram acesso a palestras, atividades e fóruns norteados pelos temas de metodologias ágeis, educação financeira e cooperativismo, tudo em ambiente 100% online.

Webinar - Nos três primeiros dias, eles participaram de um webinar com as palestras da 08 Inovação, do Bancoob, do presidente do Conselho de Administração do Sicoob Metropolitano, Luiz Ajita, e do gerente da Agência Jovem do Sicoob Metropolitano, Tiago Trento.

Desafio - No quarto dia, os jovens foram divididos em equipes e desafiados a responder à pergunta: “Como a Educação Financeira pode ajudar os jovens em momentos de crise?”. As equipes tiveram 14 horas para o desenvolvimento da solução e durante esse período, contaram com um canal exclusivo para orientação e mentoria.

Avaliação e resultado - No quinto e último dia, ocorreu o processo de avaliação e divulgação do resultado do desafio. A ideia proposta pela equipe vencedora foi a criação de uma solução digital chamada EFAT, que envolve uma estratégia de marketing digital com cronograma de conteúdo aderente ao quinto princípio cooperativista, que é educação, formação e informação, apostando principalmente em mídias sociais e na construção de um website/plataforma de conteúdo.

Novo modelo de negócios - Além de levar conhecimento, a proposta do evento também foi lançar o novo modelo de negócios da Agência Jovem do Sicoob Metropolitano, com gestão híbrida em parceria com a Eureca e foco no público jovem. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

AGRICULTURA: Ministra anuncia protocolo unificado para frigoríficos diante da pandemia

agricultura 27 05 2020Em audiência na comissão externa da Câmara que analisa as medidas de combate ao coronavírus, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, informou que, possivelmente nesta semana, será editado um novo protocolo para o funcionamento dos frigoríficos durante a pandemia. O foco será a proteção do trabalhador e a manutenção da atividade econômica.

Fechamento - Recentemente, a detecção de funcionários contaminados com o coronavírus levou ao fechamento de frigoríficos de aves e suínos no Rio Grande do Sul e ao abate sanitário dos animais. Segundo a ministra, a intenção é estabelecer regras gerais que reduzam lacunas e ações judiciais por conta de divergências entre normas municipais e estaduais.

Coordenação - “Havia uma falta de coordenação entre municípios, estados e governo federal. Hoje nós conseguimos harmonizar e para isso sairá essa portaria que vai contemplar a maioria das ações que precisam ser feitas. Os frigoríficos trabalharam muito forte para dar segurança aos seus funcionários. Os EPIs dos funcionários da grande maioria dos frigoríficos hoje são, às vezes, melhores do que os de alguns hospitais”.

Protocolo - O protocolo está sendo concluído com orientações do Ministério Público do Trabalho e dos ministérios da Agricultura, da Saúde e da Economia. Coordenadora geral de saúde do trabalhador do Ministério da Saúde, Karla Baêta explicou alguns itens do documento.

Regras - “Vão desde etiqueta respiratória, reorganização do espaço de trabalho de forma a manter algum distanciamento com barreiras físicas, medidas de proteção individual e coletiva, formato de trabalho em turnos para se ter menos possibilidade de contato entre as pessoas”, observou.

Recomendações - As associações de frigoríficos já dispunham de um protocolo próprio em tempos de coronavírus. O novo documento do governo prevê cerca de 70 recomendações mínimas que deverão ser implantadas pelo setor empresarial. O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, citou a colaboração do Hospital Israelita Albert Einstein no protocolo e elogiou a definição de regras claras para interdição e reabertura de frigoríficos.

Subsídio - “Tudo foi sendo juntado, filtrado e arrumado, inclusive com a validação do (Hospital) Albert Einstein para nós, o que, sem dúvida, é um subsídio para os próprios ministérios. O que nós queremos é uma direção única e, principalmente, um regramento único para a gente saber ‘fecha nessas condições’ e ‘reabre nessas condições’ e não por simples vontade de um prefeito”, disse.

Programar o futuro - O presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (ABIEC), Antônio Camardelli, afirmou que a pandemia dá um novo recado ao setor: a necessidade de “programar o futuro no sentido da segurança alimentar, saudabilidade e sustentabilidade”. O coordenador da comissão externa do coronavírus, deputado Dr. Luiz Antônio Teixeira (PP-RJ), defendeu os esforços pelo protocolo unificado para o funcionamento dos frigoríficos.

Responsabilidade - “Eu acho que dá para se ter o apontamento claro de que o Brasil e as associações de frigoríficos têm a dimensão da responsabilidade da necessidade de protocolos claros que possam proteger os funcionários e também garantir o abastecimento da população brasileira”, disse.

Brasil - O Brasil tem cerca de 200 frigoríficos: 13 deles chegaram a ser fechados com casos de contaminação de funcionários por coronavírus, no início da pandemia. Hoje, estão interditados apenas um em Santa Catarina e outro em Pernambuco. O Ministério da Agricultura também anunciou o reforço das atividades do SIF, Serviço de Inspeção Federal.

Crescimento - Os presidentes das associações empresariais que compareceram à audiência afirmaram que, apesar da crise sanitária, o setor cresceu economicamente nos quatro primeiros meses deste ano. O Brasil é o maior exportador do mundo em carne de aves e o quarto na exportação de suínos. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados

 

 

COMÉRCIO EXTERIOR: Brasil exportará carne bovina e miúdos para Tailândia

comercio exterior 27 05 2020A Tailândia comunicou que abriu seu mercado para carne bovina com osso, carne desossada e miúdos comestíveis de bovino do Brasil. Cinco estabelecimentos frigoríficos foram aprovados, pelo país asiático, a exportar. As plantas frigoríficas estão localizadas nos estados do Pará, de Rondônia, Goiás, de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Boa notícia - "Mais uma boa notícia para o agro brasileiro", comemorou a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), que na semana passada, já havia anunciado a abertura do mercado da Tailândia para os lácteos. Desde janeiro de 2019, mais de 60 mercados externos já foram abertos para os produtos agropecuários brasileiros. "Mais de 700 habilitações já foram feitas para os produtos do nosso agro brasileiro", acrescentou a ministra.

Importância - O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Orlando Leite Ribeiro, destaca a importância do desfecho das negociações realizadas para a concretização da abertura daquele mercado asiático para carne bovina desossada, carne bovina com osso e miúdos, dado o potencial de geração de receita de US$ 100 milhões nos próximos anos.

Negociação - O processo de negociação teve início em 2015 com intensas conversas entre o Mapa e o Departamento de Desenvolvimento da Pecuária e o Ministério da Agricultura e Cooperativas do país do Sudeste asiático, apoiadas pela adida agrícola e pela Embaixada do Brasil em Bangkok. Recentemente, o secretário adjunto Flavio Bettarello esteve, por duas ocasiões, naquele país com as autoridades da área agropecuária.

Importações - Em 2019, a Tailândia importou de todo o mundo cerca de US$ 90 milhões em carne bovina. A Austrália participou da metade desse valor. Austrália e Tailândia têm um acordo de livre comércio (em conjunto com a Nova Zelândia e os demais países da Asean – grupo de países que a Tailândia faz parte) que isenta as tarifas para as exportações australianas desde o início de 2020.As tarifas de importação da Tailândia são 50% para carne bovina em geral e 30% para miúdos de bovino.

Abertura de mercados - De janeiro de 2019 até agora, o Brasil já conquistou a abertura de mais de 60 mercados para produtos agropecuários. Entre os produtos para exportação estão castanha-de-baru para Coreia do Sul, melão para China (primeira fruta brasileira para o país asiático), gergelim para a Índia, castanha-do-Brasil (castanha-do-Pará) para Arábia Saudita, material genético avícola para diversos países e milho de pipoca para Colômbia.

Valor recorde - As exportações do agronegócio atingiram valor recorde em abril, ultrapassando pela primeira vez a barreira de US$ 10 bilhões no mês. O recorde anterior das vendas externas neste mês ocorreu em abril de 2013, quando as exportações somaram US$ 9,65 bilhões. O valor no mês passado (US$ 10,22 bilhões) foi 25% superior em comparação a abril de 2019 (US$ 8,18 bilhões). (Mapa)

 

TECNOLOGIA: Paraná estuda criar centro de inteligência artificial em Agro

tecnologia 27 05 2002Representantes de Instituições de Ensino Superior, de pesquisa, entidades civis e empresas relacionadas à área do agronegócio participaram de reunião terça-feira (26/05) para debater a estruturação do Centro de Inteligência Artificial em Agro, que deverá ser viabilizado por meio de parceria entre a área pública e privada.

Encontro virtual - O encontro foi virtual e reuniu mais de 70 pessoas, entre elas o superintendente-geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Aldo Bona; o presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig; o ex-reitor da UFPR, Zaki Akel Sobrinho, representando o Biopark Academic Ventures; a chefe da Regional da Casa Civil Londrina, Sandra Moya; e o reitor da UEL, Sérgio Carvalho.

Oportunidades - Foram apresentadas as oportunidades da região Norte a partir da estruturação de um Centro de Inteligência Artificial em Agro. A proposta reúne diversas entidades de Londrina e prevê a estruturação do Centro de Inteligência no prédio onde funciona atualmente o Laboratório de Medicamentos (LM) da UEL, na Avenida Tiradentes (zona oeste).

Parcerias - A estrutura pretende reunir e estimular parcerias entre pesquisadores, startups e empreendedores relacionados ao agronegócio gerando novas tecnologias e produtos.

Ministério - O Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações vai criar oito centros de pesquisa em inteligência artificial em todo o país, sendo quatro no estado de São Paulo e o restante espalhado pelo país.

Londrina - A proposta é atrair um destes centros para Londrina, aproveitando a vocação local na área de pesquisa em Agronegócio e o ambiente acadêmico proporcionado pela presença da UEL e de várias Instituições de Ensino Superior e de pesquisa para que o investimento seja feito na cidade.

Aproximação - Segundo o reitor da UEL, o debate acontece exatamente no momento em que várias universidades públicas buscam maior aproximação com a iniciativa privada, visando estimular a inovação.

Estratégia - O superintendente da Seti, Aldo Bona, afirmou que a proposta defendida por várias entidades de Londrina vem ao encontro com a estratégia de desenvolvimento defendida pelo Governo do Paraná, que busca ampliar oportunidades a partir de novas tecnologias, modernizando a economia do Estado.

Expertise - Para o presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig, Londrina tem hoje expertise reconhecida nos seus sistemas de inovação, incluindo a área do agronegócio. Ele disse que este ambiente pode encontrar amparo no sistema de Ensino Superior do Paraná, que concentra mais de 20 mil doutores em várias áreas do conhecimento, ativo comparado a São Paulo, considerando a relação de doutores por 100 mil habitantes.

Edital - As entidades interessadas trabalham agora para escrever o projeto e participar de edital do Governo Federal, envolvendo a iniciativa privada. Participaram do encontro virtual nesta terça-feira representantes da Escola Superior de Agronomia Luís de Queiroz (Esalq/USP), Fatec, Unioeste, Cooperativa Agrária, da Embrapa Soja, de Sindicatos Rurais, da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), APL TI Londrina, do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Instituto de Desenvolvimento Rural (IDR), de empresas reconhecidas no setor do agro como o grupo Jacto, Adama, New Holland, John Deere, Bayer e Velbrax Agro. (Agência de Notícias do Paraná)

 

TRANSPORTE: Ferroeste amplia operação e fecha quadrimestre com resultado recorde

transporte 27 05 2020A Ferroeste (Estrada de Ferro Paraná Oeste S.A.), estatal que opera a malha ferroviária entre Cascavel a Guarapuava, registrou ampliação da capacidade de escoamento da safra de grãos e de produtos industrializados e encerrou o primeiro quadrimestre de 2020 com lucro de R$ 1,66 milhão. É o maior resultado da história da empresa para o período, alcançado mesmo durante a pandemia do novo coronavírus. O crescimento foi de 180% em relação aos quatro primeiros meses do ano passado.

Operação conjunta - Os números foram influenciados pela consolidação da operação conjunta com a Rumo Logística no trecho do Oeste ao Centro-Sul. O acordo comercial firmado em fevereiro possibilitou a ampliação da capacidade de escoamento, medida que beneficiou todo o setor produtivo. Na prática, a parceria Ferroeste/Rumo opera com até 10 trens por dia, o dobro da logística anterior.

Importância do modal - “O desempenho altamente positivo da Ferroeste é uma demonstração da importância do modal dentro da estratégia de ampliar e aprimorar a infraestrutura e a logística do Paraná. O acordo com a Rumo foi fundamental para a cadeia produtiva”, afirmou o governador Carlos Massa Ratinho Junior.

Melhor resultado mensal- O melhor resultado mensal foi em fevereiro, com lucro na casa de R$ 1,021 milhão. Em março foram alcançados cerca de R$ 311 mil; em abril, R$ 207 mil; e em janeiro R$ 128 mil. O faturamento bruto da Ferroeste foi de R$ 10,5 milhões no período.

Movimentação - A Ferroeste alcançou esse desempenho financeiro em paralelo à maior movimentação da sua história em apenas 30 dias (160 mil toneladas transportadas em abril). No quadrimestre, o volume transportado foi de 496,5 mil toneladas, crescimento de 16,7% em relação às 425,4 mil toneladas do ano passado e de 48,5% no comparativo com o primeiro quadrimestre de 2018.

Parceria - “Iniciamos 2020 com uma grande parceria com a iniciativa privada e, mesmo durante a pandemia, contribuímos com os saldos positivos da exportação”, afirmou o secretário de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex. “Tomamos todos os cuidados necessários e o corredor logístico do campo para o Porto de Paranaguá não parou de funcionar, o que ajudou a manter milhares de empregos e a gerar riquezas para o Estado”.

Reestruturação - Os bons índices do primeiro quadrimestre sucedem o resultado de 2019, primeiro ano fechado em que a Ferroeste deu lucro. Desde 1996 (ano em que a operação começou) os resultados financeiros da empresa eram negativos. A marca foi motivada pelo volume expressivo de cargas transportadas no ano passado (1,1 milhão de toneladas), quantidade 41% superior a 2018, com 780 mil toneladas.

Lucro - “A Ferroeste registrou lucro pela primeira em 23 anos em 2019. Também alcançamos mais de 1 milhão de toneladas transportadas e faturamos mais de R$ 30 milhões de maneira inédita. A empresa precisava se reestruturar, diminuir custos e encontrar parcerias para acompanhar a trajetória ascendente do agronegócio e da indústria paranaenses”, explicou André Luiz Gonçalves, diretor-presidente da Ferroeste.

Contexto - Ele destaca que fazem parte desse contexto planejamento estratégico, redução de custos, restruturação da equipe, renegociações com fornecedores, novos acordos judiciais, apoio das cooperativas, atendimento personalizado aos clientes e novas parcerias. “A região Oeste tem um potencial enorme e podemos crescer ainda mais nessa operação. A safra de grãos atingiu recorde histórico nesse ano e as exportações também cresceram. O objetivo é ampliar essa teia”, acrescentou Gonçalves.

Inovações - Fábio Cesário Vieira, diretor administrativo financeiro da Ferroeste, explica que as inovações adotadas internamente foram fundamentais para alcançar a marca em 2019, ano em empresa identificou um teto de capacidade, o que motivo a abertura da parceria com a Rumo.

Capacidade máxima - “Estressamos a operação para movimentar com capacidade máxima no ano passado, mas os altos custos não garantiam segurança na sustentabilidade da operação no curto prazo. Observamos que a empresa só poderia evoluir com parcerias, que deram a base para essa conquista de 2020”, afirmou.

COE - O Contrato de Operações Específicas (COE) assinado entre a Ferroeste e a Rumo permitiu um novo modelo operacional baseado no direito de passagem, fundamental para aumentar a movimentação da carga para atender a região Oeste.

Equilíbrio - “O desafio era equilibrar as nossas operações. Passados três meses alcançamos um grande resultado, e ainda entregamos mais agilidade e qualidade aos clientes”, complementou Vieira. “As previsões indicam manutenção desse crescimento até o fim do ano”.

Próximos passos - Segundo o diretor-presidente da Ferroeste, os resultados positivos são importantes para atrair investidores para a operação logística ferroviária do Estado, que será ampliada nos próximos anos. “Queremos estruturar esse modal que é fundamental para equilibrar o escoamento do Paraná. Os investimentos estão sendo realizados no transporte, no setor portuário e na iniciativa privada. Essa operação será importante para a retomada da economia depois da pandemia”, disse Gonçalves.

Estudo - O Governo do Estado contratou em 2019 o EVTEA-J (Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica, Ambiental e Jurídica) dos projetos da Nova Ferrovia (Paranaguá a Maracaju, no Mato Grosso do Sul) e do ramal ferroviário Cascavel a Foz do Iguaçu. O consórcio vencedor passa por análise do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a expectativa é de iniciar os trabalhos no próximo mês.

Edital - A Ferroeste também já começou a construir o edital do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), com expectativa de contratação ainda em 2020 e conclusão no final de 2021.

Terminal Multimodal - O projeto a médio prazo prevê um Terminal Multimodal em Foz do Iguaçu para ser operado inicialmente por via fluvial e rodoviário entre Foz do Iguaçu e Cascavel. O transporte ferroviário entrará num segundo momento, o que concretizará aumento expressivo da movimentação de trens e cargas no Oeste do Paraná, ampliando a geração de emprego e o PIB do Estado.

Maracajú-Paranaguá - O projeto a longo prazo é concretizar a ligação Maracaju-Paranaguá, com a integração do trecho intermodal Foz do Iguaçu-Cascavel. A programação contempla linhas Cascavel-Guarapuava-Litoral, cobrindo uma região estratégica para o País e o continente.

Extensão - A ligação terá 1.000 quilômetros. A ideia é que 50 milhões de toneladas de cargas, entre exportações e importações, sejam transportadas por este ramal.

Ritmo - Mesmo durante a pandemia, o Governo do Estado tomou as precauções necessárias e manteve operações importantes na economia. A Ferroeste e a Portos do Paraná fecharam abril com as maiores movimentações da história das companhias em apenas um mês, chegando a 160 mil toneladas transportadas por ferrovias e 5,5 milhões de toneladas de cargas no setor portuário. Foram 10.194 vagões descarregados em abril em Paranaguá, quase 20% a mais que o mesmo mês do ano passado (8.505).

Acumulado - No acumulado do quadrimestre foram movimentadas mais de 18 milhões de toneladas no setor portuário, 15% a mais do que no mesmo período de 2019, com 15,7 milhões. Foram 11,8 milhões de toneladas apenas de granéis sólidos, 17% a mais que o registrado no ano passado nos primeiros quatro meses. Apenas no complexo soja foram 5,8 milhões, 46% a mais.

Exportações - Segundo dados da Secretaria de Indústria, Comércio Exterior e Serviços, vinculada ao Ministério da Economia, as exportações paranaenses totalizaram US$ 1,46 bilhão em abril de 2020, acréscimo de 5% em relação ao mesmo mês do ano passado. No primeiro quadrimestre, as vendas para o exterior aumentaram 2,6%, motivadas pela safra de verão da soja, que deve atingir mais de 40 milhões de toneladas.

Destinos - As exportações para China (23,7%), Holanda (61,5%), Bangladesch (48,9%) e Japão (10,3%) aumentaram entre janeiro e abril. Os maiores responsáveis por esses resultados foram a soja (32,7%), óleo de soja bruto (70,2%), automóveis (45,2%), carne de frango in natura (3,8%) e açúcar bruto (94,9%). (Agência de Notícias do Paraná)

 

ECONOMIA I: Câmara aprova MP que aumentou o salário mínimo para R$ 1.045

economia I 27 05 2020O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (26/05), a Medida Provisória 919/20, que aumenta o salário mínimo para R$ 1.045,00 em 2020. A matéria, aprovada na forma do projeto de lei de conversão do deputado Coronel Armando (PSL-SC), será analisada agora pelo Senado.

Incorporação - O texto aprovado incorporou o aumento intermediário que vigorou em janeiro deste ano por meio da Medida Provisória 916/19 no valor de R$ 1.039,00. Com a incorporação da redação, o projeto de conversão revoga essa MP.

Valor diário - O valor diário do salário mínimo corresponderá a R$ 34,83; e o valor horário, a R$ 4,75.

Índices de inflação - A MP 916/19, editada no final do ano passado, tinha elevado o mínimo de R$ 998 para R$ 1.039, um reajuste de 4,1% correspondente à estimativa do Índice Nacional do Preços ao Consumidor (INPC) para 2019.

Abaixo - Entretanto, como a inflação de dezembro é divulgada somente em janeiro, quando o índice anual de 2019 foi fechado, ele alcançou alta de 4,48%, o que deixou o novo valor do mínimo abaixo da inflação.

Correção - A edição da MP 919/20, em fevereiro, corrigiu o valor para R$ 1.045, representando uma alta nominal de 4,7% em relação ao mínimo de 2019.

Impacto - O governo estima que, para cada aumento de R$ 1,00 no salário mínimo, os gastos públicos elevam-se em aproximadamente em R$ 355,5 milhões. As despesas impactadas pelo mínimo são: abono salarial e seguro desemprego, benefícios previdenciários (como aposentadorias e pensões) e benefícios assistenciais (como o Benefício da Prestação Continuada - BPC).

Emendas - O Plenário rejeitou emendas que pretendiam garantir o pagamento da diferença entre os valores de janeiro e fevereiro ou explicitar que a data de reajuste do piso é janeiro de cada ano. (Agência Câmara de Notícias)

FOTO: Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados

 

ECONOMIA II: Contas externas têm saldo positivo de US$ 3,840 bilhões em abril

As contas externas registraram saldo positivo pelo segundo mês consecutivo, informou nesta terça-feira (26/05) o Banco Central (BC). Em abril, o superávit em transações correntes, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do Brasil com outros países, chegou a US$ 3,840 bilhões, o maior valor da série histórica mensal iniciada em janeiro de 1995.

2019 - Em abril de 2019, houve déficit de US$ 1,910 bilhão. “Na comparação com o déficit de US$ 1,9 bilhão ocorrido em abril de 2019, contribuíram, principalmente, os recuos no déficit em renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) de US$ 2,3 bilhões, e em serviços, de US$ 2,1 bilhões, além da elevação do superávit da balança comercial, de US$1,3 bilhão”, informou o BC, ao comparar os resultados de abril deste ano com o mesmo mês de 2019.

Transações correntes - O déficit em transações correntes do primeiro quadrimestre de 2020 somou US$ 11,877 bilhões, recuo de 29,9% em relação aos US$ 16,953 bilhões registrados de janeiro a abril de 2019. O déficit em transações correntes nos 12 meses encerrados em abril de 2020 somou US$ 44,4 bilhões, o que corresponde a 2,61% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país).

Balança comercial - As exportações de bens totalizaram US$ 18,359 bilhões em abril e as importações, US$ 11,923 bilhões, resultando no superávit comercial de US$ 6,437 bilhões, contra US$ 5,125 bilhões em igual mês do ano passado. De janeiro a abril, o superávit comercial chegou a US$ 9,626 bilhões, ante US$ 12,681 bilhões do mesmo período de 2019.

Serviços - O déficit na conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) atingiu US$ 1,208 bilhão em abril, ante US$ 3,296 bilhões em igual período de 2019. Nos quatro meses do ano, o saldo negativo chegou a US$ 8,063 bilhões, resultado menor que o registrado de janeiro a abril de 2019, de US$ 10,839 bilhões.

Viagens internacionais - A maior contribuição para essa retração em serviços vem da redução de 91,2% nas despesas líquidas (descontada as receitas) de viagens, que totalizaram US$ 90 milhões em abril de 2020, contra US$ 1,021 bilhão em abril de 2019. As restrições de circulação devido à pandemia da covid-19 afetaram o resultado da conta.

Abril - Em abril, as receitas de estrangeiros em viagem ao Brasil chegaram a US$ 113 milhões, com recuo de 76% em relação ao mesmo período de 2019, enquanto as despesas de brasileiros no exterior ficaram em US$ 612 milhões, queda de 86,4%, na mesma comparação.

Acumulado - No acumulado do ano até abril, o saldo negativo da conta de viagens (receitas e despesas) é de US$ 1,576 bilhão, contra US$ 3,528 bilhões primeiro quadrimestre de 2019.

Impacto - Segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, a redução do número de voos e a alta do dólar foram os aspectos responsáveis pelo impacto na conta de viagens. “Claro que majoritariamente as pessoas que iam fazer viagens a turismo ou a negócio não estão fazendo por causa da pandemia”, disse. Ele acrescentou que quem teve que manter a viagem, mesmo em meio à pandemia, teve o impacto do dólar mais caro.

Maio - Em maio, até a última quinta-feira (21/05), a conta de viagens gerou receitas US$ 98 milhões e despesas de US$ 177 milhões, com déficit de US$ 79 milhões.

Rendas - Em abril de 2020, o déficit em renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) chegou a US$ 1,557 bilhão, contra US$ 3,864 bilhões em igual período de 2019. No primeiro quadrimestre, o saldo negativo ficou em US$ 13,871 bilhões, ante US$ 19,110 bilhões em igual período do ano passado.

Conta corrente secundária - A conta de renda secundária (gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 168 milhões, contra US$ 125 milhões em abril de 2019. No primeiro quadrimestre chegou a US$ 432 milhões, ante US$ 315 milhões em igual período de 2019.

Investimentos - Os ingressos líquidos em investimentos diretos no país (IDP) somaram US$ 234 milhões no mês de abril, ante US$ 5,107 bilhões em abril de 2019. O resultado de abril foi o menor desde julho de 2016, quando houve saída de US$ 103 milhões. Na observação somente dos meses de abril, é o menor valor de investimento estrangeiro direto desde 1995, quando ficou em US$ 168 milhões.

Percepção - De acordo com Fernando Rocha, a percepção do BC é que houve um adiamento dos investimentos diretos em abril e não um cancelamento. Ele disse que as empresas podem estar optando por manterem recursos disponíveis (liquidez) no momento da crise causada pela pandemia até que as incertezas diminuam. “Parece ser adiamento das operações no mês em que se concentraram muitas incertezas sobre o que está acontecendo na economia brasileira e mundial”, disse.

Primeiro quadrimestre - No primeiro quadrimestre, o IDP chegou a US$ 18,043 bilhões, ante US$ 23,395 bilhões de janeiro a abril de 2019. Nos 12 meses encerrados em março de 2020, o IDP totalizou US$ 73,2 bilhões, correspondendo a 4,31% do PIB, em comparação a US$ 78,1 bilhões (4,48% do PIB) no mês anterior.

Saída líquida - Os dados do BC também mostram saída líquida (descontada a entrada) de investimento em carteira no mercado doméstico de US$ 7,313 bilhões, contra US$ 547 milhões de saída líquida em igual período de 2019. No caso das ações e fundos de investimento, a saída totalizou US$ 2,443 bilhões. A saída líquida de títulos foi maior, chegou a US$ 4,870 bilhões.

Quatro meses do ano - No primeiro quadrimestre deste ano, houve saídas líquidas de US$ 31,448 bilhões nesses tipos de investimento, contra a entrada líquida (entrada maior que a saída) de US$ 9,962 bilhões observados em igual período de 2019.

Previsões - O BC espera que as contas externas continuem a apresentar saldo positivo em maio. Para este mês, a estimativa para o resultado em transações correntes é de superávit de US$ 3,1 bilhões, enquanto a de IDP é de ingressos líquidos de US$ 1,5 bilhão. Neste mês, até o dia 21, o IDP chegou a US$ 1,266 bilhão. (Agência Brasil)

COMBUSTÍVEL: Petrobras aumenta diesel em 7% e gasolina em 5% nas refinarias

combustivel 27 05 2020A Petrobras anunciou, nesta terça-feira (26/05), que subirá os preços do litro do diesel em 7% e da gasolina em 5%. Os novos valores valem a partir desta quarta-feira (27/05). Apesar dos aumentos, no acumulado do ano, a gasolina acumula redução de 30,9% e o diesel, redução de 35,4%. As informações são da assessoria da empresa.

Preço médio - Com o aumento de 7%, ou R$ 0,10 por litro, o preço médio do diesel da Petrobras para as distribuidoras passará a R$ 1,51 por litro. O aumento de 5% da gasolina representará R$ 0,06 por litro, representando preço médio de R$ 1,32 por litro às distribuidoras.

Levantamento - Segundo levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 10 e 16 de maio, o preço médio da gasolina comum no país foi de R$ 3,808. O diesel S-500, foi de R$ 3,055. O etanol, de R$ 2,548. E o gás de cozinha, de R$ 69,50, para o botijão de 13 kg.

Valor - Os preços são referentes ao valor vendido para as distribuidoras a partir das refinarias. O valor final ao motorista dependerá do mercado, já que cada posto tem sua própria política de preços, sobre os quais incidem impostos, custos operacionais e de mão de obra.

Política - “Nossa política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”, explica, em nota, a estatal.

Diferentes - Segundo a companhia, a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. São os combustíveis tipo A: gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel sem adição de biodiesel. “Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis." (Agência Brasil)

FOTO: Divulgação Petrobras

 

ENERGIA ELÉTRICA I: Aneel propõe crédito a distribuidoras para compensar perdas

energia eletrica 27 05 2020A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta terça-feira (26/05), a abertura de consulta pública, pelo prazo de cinco dias, para debater os aspectos financeiros da chamada Conta-covid, medida para socorrer o setor elétrico dos impactos da crise causada pela pandemia do novo coronavírus. A proposta autoriza a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) a realizar empréstimos para cobrir déficits ou antecipar receitas das distribuidoras de energia até dezembro de 2020.

Montante - A expectativa é que o montante de recursos alocados nos empréstimos fique em R$ 15,4 bilhões, podendo chegar a R$ 16,1 bilhões.

Período - A consulta ficará aberta a partir desta quarta-feira (27/05) até 1º de junho. A justificativa para a ajuda é que, em razão da pandemia do novo coronavírus, as distribuidoras vêm acumulando perdas relativas à redução no consumo de energia e também ao aumento da inadimplência.

Adiamento - Com os empréstimos previstos, além da antecipação de receitas às distribuidoras, será possível adiar o pagamento, pelos consumidores, de custos extras que encareceriam as contas de luz em 2020. Publicado na semana passada, o documento determinou que caberia à Aneel estabelecer os valores do empréstimo.

Queda - A diretora da Aneel, Elisa Bastos, relatora do processo, estima que a inadimplência acarrete queda de R$ 8,828 bilhões na arrecadação. As estimativas para queda de consumo são de R$ 4,863 bilhões e para a postergação do pagamento das despesas de grandes consumidores do Grupo A, de R$ 861,5 milhões. Os cálculos também incluem R$ 531,4 milhões com a postergação de reajustes tarifários, no período entre abril e junho, e e de diferimentos reconhecidos ou revertidos e ainda não amortizados, de R$ 405,4 milhões.

Operação - A operação de crédito será coordenada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), cabendo à Aneel a homologação mensal dos valores a serem pagos pela Conta-covid a cada distribuidora de energia elétrica. O decreto determina ainda repasse integral dos custos das operações financeiras contratadas à Conta de Desenvolvimento Energético e pagos pelos consumidores e o parcelamento do valor dos empréstimos em 60 meses, com início do pagamento em 2021. O pagamento será feito por meio da cobrança de uma tarifa adicional nas contas de luz.

Cobertura - Pelo decreto, os valores do empréstimos servirão para cobrir as receitas das distribuidoras referentes ao custo da sobrecontratação de energia, resultante da queda na demanda, ao adiamento dos reajustes tarifários de algumas distribuidoras até 30 de junho e à postergação de pagamento de grandes consumidores do Grupo A (alta tensão) da diferença entre a demanda consumida e a demanda contratada.

Proposta - A consulta também vai avaliar a proposta do diretor Sandoval Feitosa, de inclusão de recursos para reduzir o impacto das revisões tarifárias das distribuidoras da Eletrobras, privatizadas em 2018. Para este ano está prevista a revisão tarifária das distribuidoras do Acre, de Alagoas, do Amazonas, de Rondônia e do Piauí, o que, segundo Feitosa, pode acarretar aumentos de 17% a 23%. Feitosa propôs a inclusão de R$ 700 milhões na Conta-covid para amortizar parte desses reajustes, diminuindo o impacto tarifário. Caso a proposta seja aprovada, os empréstimos podem chegar a R$ 16,1 bilhões. (Agência Brasil)

FOTO: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

 

ENERGIA ELÉTRICA II: Aneel anuncia bandeira tarifaria verde até dezembro de 2020

energia II 27 05 2020A Agência Nacional de Energia Elétrica (AneeL) decidiu manter a bandeira verde acionada até 31/12/2020. O anúncio foi feito nesta terça-feira (26/05), em Reunião Pública da Diretoria da Aneel. Trata-se de mais uma medida emergencial da Agência para aliviar a conta de luz dos consumidores e auxiliar o setor elétrico em meio ao cenário de pandemia da Covid-19.

Valores - Os valores das bandeiras tarifárias são atualizados todos os anos e levam em consideração parâmetros como estimativas de mercado, inflação, projeção de volume de usinas hidrelétricas, histórico de operação do Sistema Interligado Nacional, além dos valores e limites do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD).

Proposta - Em 10 de março – um dia antes do anúncio de pandemia pela Organização Mundial de Saúde (OMS) – a Aneel havia proposto a discussão para o ciclo 2020/2021 dos valores adicionais. A proposta ficou em Consulta Pública no período de 12/3 a 27/4.

Impactos - No entanto, os impactos da pandemia no consumo de energia e nas atividades econômicas alteraram de forma significativa os estudos e parâmetros utilizados na proposta da Agência.

Análise - De acordo com análise dos técnicos da Aneel, que também levou em conta as contribuições à consulta pública, o cenário de redução de carga e as perspectivas de geração de energia tornam possível o acionamento da bandeira verde nos próximos meses. Além disso, os custos cobertos pelas Bandeiras Tarifárias estão contemplados na chamada Conta-Covid - empréstimo ao setor elétrico feito junto a bancos públicos e privados, com o objetivo de aliviar os impactos da atual crise no setor elétrico. Assim, a Agência decidiu suspender o acionamento das bandeiras até 31/12/2020.

Sobre as bandeiras tarifárias - Criado pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias funciona como uma sinalização para que o consumidor de energia elétrica conheça, mês a mês, as condições e os custos de geração no País. Quando a produção nas usinas hidrelétricas (energia mais barata) está favorável, aciona-se a bandeira verde, sem acréscimos na tarifa. Em condições ruins, podem ser acionadas as bandeiras amarela, vermelha 1 ou vermelha 2. Saiba mais sobre as Bandeiras Tarifárias em vídeo educativo da Aneel. (Aneel)

 

 

SAÚDE I: Senado aprova uso de leitos de UTI particulares por pacientes do SUS

saude I 27 05 2020O Senado aprovou, nesta terça-feira (26/05), por unanimidade, o PL 2.324/2020, que autoriza o uso de leitos não ocupados de UTI em hospitais privados para pacientes do SUS com Síndrome Aguda Respiratória Grave (SRAG) e suspeita ou diagnóstico de Covid-19. O uso será indenizado pelo setor público. O projeto segue para a Câmara dos Deputados.

Proposições prioritárias - O texto, do senador e médico Rogério Carvalho (PT-SE), faz parte da lista de proposições prioritárias para enfrentar a pandemia provocada pelo novo coronavírus. De acordo com o senador, cerca de ¾ da população brasileira dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS), que tem menos da metade dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do país. Para ele, é preciso agir diante da sobrecarga provocada pela pandemia.

Agregação - “O projeto agrega a capacidade instalada já existente aos usuários do SUS, permitindo que tenham suas vidas bem cuidadas e salvas. Isso é muito importante no momento da pandemia, no momento que a gente está vivendo. É um orgulho fazer parte do Senado e conviver com muitos dos senadores e senadoras pela capacidade e pela sensibilidade que têm demonstrado neste momento de crise do País”, disse Rogério Carvalho, que recebeu elogios dos colegas pelo texto.

Alteração - O projeto altera a lei que regulamentou as medidas sanitárias em razão da emergência de saúde pública provocada pelo novo coronavírus. A intenção é possibilitar o uso de leitos privados para a internação de pacientes da rede pública. Pelo projeto, todos os hospitais, tanto públicos quanto privados, ficam obrigados a informar diariamente o total de leitos disponíveis e ocupados na enfermaria, nos apartamentos e na UTI.

Mudanças - O projeto foi aprovado com várias alterações feitas pelo relator, o senador e ex-ministro da Saúde Humberto Costa (PT-PE). Uma das principais mudanças é a adoção de um limite para o uso dos leitos. O texto aprovado determina que a utilização será regulamentada pelos gestores do SUS e que só poderá ocorrer em serviços que tenham taxa de ocupação menor que 85%.

Argumento - “Só serão alvo de uma eventual utilização compulsória aqueles leitos com ociosidade igual ou maior que 15%. O projeto, portanto, não promove nenhum tipo de desorganização para o hospital que vai ter o seu leito utilizado”, argumentou o relator.

Restrição - Além disso, essa possibilidade, estendida para todos os leitos no projeto inicial, ficou restrita aos leitos de UTI na versão aprovada pelo Plenário do Senado. Os dados sobre a ocupação informados pelo gestor hospitalar devem especificar os leitos e equipamentos em uso por pacientes com SRAG ou com suspeita ou diagnóstico de infecção pelo novo coronavírus.

Total de pacientes - Também deve ser informado o total de pacientes aguardando vaga de UTI, informação não prevista no projeto inicial. O relator incluiu no texto a emenda da senadora Rose de Freitas (Podemos-ES) que determina publicidade ampla e diária sobre a ocupação de leitos. Ele também retirou a obrigatoriedade de que o relatório informe o total de ventiladores pulmonares livres e em uso. Para Humberto Costa, esse número pode ser impreciso, considerando a dinâmica própria do uso dos aparelhos.

Requisição administrativa - Além do uso obrigatório, o senador acatou parcialmente emenda para deixar clara no texto a possibilidade de requisição administrativa de leitos, não prevista no texto inicial. De acordo com Humberto Costa, no uso compulsório os leitos ficam sujeitos à regulação pública, mas seguem sob administração do setor privado. Já na requisição administrativa, os leitos passam a ser administrados pelo setor público.

Processo - “A requisição administrativa é um processo mais intervencionista, porque o Estado não somente requisita o leito, mas monta o leito, ele contrata o pessoal. Na prática, ele termina, em termos básicos, arrendando ou contratando o espaço e provendo tudo que é necessário para o funcionamento do leito, inclusive o seu custeio”, explicou.

Financiamento - O texto inicial previa que os recursos para o financiamento do serviço seriam destinados pela União por transferência obrigatória do Fundo Nacional de Saúde aos fundos estaduais ou municipais. Mas o relator acatou integralmente emenda apresentada pelo líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), para transformar essa obrigação de repasse em possibilidade, ao trocar a expressão “a União destinará” por “A União poderá destinar”.  

Iniciativa - “Gostaria de destacar a iniciativa do senador Rogério Carvalho e destacar o trabalho feito pelo senador Humberto Costa. Aberto ao diálogo, o relator atendeu boa parte das sugestões que busquei traduzir na minha emenda, procurou construir esse amplo consenso ouvindo todos os líderes”, disse o líder do governo. A justificativa para a apresentação da emenda foi a falta de estimativa de impacto orçamentário.

Negociação - Humberto Costa também acatou parcialmente emendas para incluir no texto a necessidade de negociação entre os gestores do SUS e as entidades privadas para a contratação emergencial dos leitos. Essa negociação deve sempre preceder o uso compulsório. A versão aprovada pelo Plenário do Senado incluiu a exigência de chamamento público que especifique a quantidade, o prazo de utilização dos leitos e valores de referência com base em cotação prévia de preços no mercado.

Comissão - De acordo com o projeto, o uso dos leitos deve ser decidido pelos gestores estaduais, na Comissão Intergestores Bipartite (CIB), e comunicada previamente ao hospital. Também é essa comissão que decide o valor da indenização a ser concedida aos hospitais privados. Por sugestão dos senadores, o relator incluiu no texto outra possibilidade para a definição da indenização: valores determinados em ato do Ministério da Saúde. Nas duas hipóteses, será feita antes uma cotação de preços do mercado.

Elogios - O projeto e as soluções acatadas pelo relator foram elogiados por senadores do governo e da oposição. “Eu sou uma pessoa que prima pela ciência e, quando dois médicos dizem que aquilo é necessário, voto com muita segurança. Parabéns!  Mais uma vez, estamos todos unidos no propósito de ajudar os brasileiros”, disse a senadora Soraya Thronicke (PSL-MS).

Antes - Para Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB), essa iniciativa já poderia ter sido adotada muito antes pelo governo. “Perdemos 60 dias, quando poderíamos ter oferecido a tantos, a centenas ou milhares de brasileiros, condições melhores”, disse o senador, ao comemorar o esforço dos parlamentares para aprovar essas regras.

Punições - Além das regras sobre o uso de leitos, o projeto aprovado também prevê penalidades para quem não atender às determinações da lei que regulamentou as medidas sanitárias para enfrentar a covid-19. Entre essas medidas estão o isolamento, a quarentena e a determinação de exames, os procedimentos de manejo de cadáveres, as restrições de viagens e o uso compulsório dos leitos.

Infração sanitária - De acordo com o projeto, quem desrespeita essas regras comete infração sanitária. As punições previstas em lei para essas infrações incluem multas — que vão de R$ 2 mil nas infrações mais leves até R$ 1,5 milhão nas infrações gravíssimas —, além de apreensão de produtos, interdição de estabelecimentos e cancelamento de alvarás de funcionamento, entre outras. O responsável pelas infrações também poderá responder nas esferas cível e penal.

Suspensão de medidas - Outra emenda acatada na íntegra pelo relator foi apresentada pelo senador e também ex-ministro da Saúde José Serra (PSDB-SP). Essa emenda estende às organizações sociais de saúde (OSS), entidades privadas sem fins lucrativos, a suspensão da obrigatoriedade de manutenção das metas quantitativas e qualitativas. Essa suspensão, pelo prazo de 120 dias, já está prevista em lei para os prestadores de serviço de saúde no âmbito do SUS, com a manutenção dos repasses de verbas. (Agência Senado)

FOTO: Pedro França/Agência Senado

 

SAÚDE II: Brasil tem 391.222 casos confirmados e 24.512 mortes por Covid-19

saude II destaque 27 05 2020O Brasil registrou 1.039 novas mortes por Covid-19, chegando ao total de 24.512. O resultado representou um aumento de 4,4% em relação a segunda-feira (25/05), quando foram contabilizados 23.473 óbitos provocados pela doença. Os números foram divulgados no balanço do Ministério da Saúde divulgado nesta terça-feira (26/05).

Novos casos - Foram incluídas nas estatísticas 16.324 novas pessoas infectadas com o novo coronavírus, somando 391.222 casos confirmados. O resultado marcou um acréscimo de 4,3% em relação a segunda, quando o número de pessoas infectadas estava em 374.898.

Acompanhamento - Do total de casos confirmados, 208.117 estão em acompanhamento e 158.593 pacientes se recuperaram. Há ainda 3.882 óbitos sendo analisados.

Epicentro - São Paulo se mantém como epicentro da pandemia no país, concentrando o maior número de mortes (6.423). O estado é seguido pelo Rio de Janeiro (4.361), Ceará (2.603), Pernambuco (2.328) e Pará (2.469).

Outros - Além disso, foram registradas mortes no Amazonas (1.852), Maranhão (817), Bahia (495), Espírito Santo (487), Alagoas (354), Paraíba (286), Minas Gerais (234), Rio Grande do Norte (220), Rio Grande do Sul (203), Amapá (173), Paraná (159), Rondônia (133), Distrito Federal (124), Santa Catarina (121), Piauí (119), Sergipe (116), Acre (105), Goiás (104), Roraima (102), Tocantins (64), Mato Grosso (43) e Mato Grosso do Sul (17).

Casos confirmados - Já em número de casos confirmados, aparecem nas primeiras posições do ranking São Paulo (86.017), Rio de Janeiro (40.024), Ceará (37.021), Amazonas (31.949) e Pernambuco (28.854). Entre as unidades da federação com mais pessoas infectadas estão ainda Pará (28,6 mil), Maranhão (24.278), Bahia (14.566), Espírito Santo (10.889) e Paraíba (8.919).

Perfil - Das mortes por covid-19, 69% tinham acima de 90 anos e pelo menos 63% apresentavam algum fator de risco. Entre estes, os mais comuns eram doenças do coração, diabetes, doenças renais, doenças neurológicas e pneumopatias.

Hospitalizados - Até o momento, 173.819 pessoas foram hospitalizadas por síndrome respiratória aguda grave (SRAG). Deste total, 54.951 foram por Covid-19, 1.877 por Influenza, 59.660 por especificados e 54.994 ainda em investigação. (Agência Brasil)

FOTO: Mattthewafflecat/Pixabay

saude II quadro 27 05 2020

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

saude II tabela 27 05 2020

 

 

 

SAÚDE III: Sobe para 3.512 o número de casos no Paraná, com 159 óbitos

saude III 27 05 2020Subiu para 3.512 o número de casos da Covid-19 no Paraná. O Estado tem 159 óbitos em decorrência da doença. Em informe epidemiológico divulgado nesta terça-feira (26/05), a Secretaria de Estado da Saúde divulgou mais 182 confirmações e três falecimentos. Um caso que havia sido confirmado em Curitiba foi transferido para outro Estado.

Óbitos – Os três pacientes que faleceram pela Covid-19 são dois homens e uma mulher e estavam internados. Uma moradora de Curitiba, de 70 anos, morreu no domingo (24/05). Um homem que residia em Cascavel, tinha 69 anos, e foi a óbito também no domingo (24/05). O outro homem, de 18 anos, era morador de Rancho Alegre, faleceu na sexta-feira (22/05).

Municípios – Agora são 225 cidades paranaenses que têm ao menos um caso confirmado pela Covid-19. Em 63 municípios há registro de óbitos pela doença. As novas confirmações são nas cidades de Alvorada do Sul (1), Ângulo (1), Apucarana (3), Arapongas (1), Assaí (1), Campo Bonito (1), Campo Largo (1), Campo Mourão (1), Capitão Leônidas Marques (1), Cascavel (43), Castro (1), Céu Azul (3), Cianorte (1), Corbélia (1), Cornélio Procópio (6), Curitiba (27), Fazenda Rio Grande (3), Foz do Iguaçu (1), Francisco Beltrão (1), Guaraniaçu (2), Guarapuava (1), Guaratuba (14), Ibema (1), Ibiporã (1), Iguatu (1), Imbituva (1), Jacarezinho (1), Jaguapitã (1), Jaguariaíva (1), Lindoeste (1), Londrina (9), Mandirituba (2), Mangueirinha (1), Manoel Ribas (3), Maringá (10), Moreira Sales (1), Palotina (3), Paranavaí (4), Pinhais (3), Ponta Grossa (1), Pontal do Paraná (1), Rancho Alegre (1), Rio Bonito do Iguaçu (1), São João (1), São José dos Pinhais (1), São Mateus do Sul (1), São Tomé (1), Sapopema (3), Sertaneja (2), Tamboara (3), Telêmaco Borba (1), Terra Rica (2), Toledo (1), Umuarama (1) e Uraí (1).

Fora do Paraná – Um morador de Pederneiras, em São Paulo, atendido em Londrina, teve a confirmação da doença. Total de casos fora do Estado é de 55. Um homem de 61 anos, morador de Porto Velho, Rondônia, foi a óbito no dia 24 de maio. No total, cinco pessoas que foram atendidas por aqui, mas não moram no Estado foram a óbito.

Ajustes – Um caso confirmado no dia 7 de maio como residente em Curitiba foi transferido para Porto Velho, em Rondônia. Um caso confirmado no dia 21 de maio como residente de Piraquara foi transferido para São José dos Pinhais. Um homem confirmado como residente em Lupionópolis foi transferido para Londrina, no dia 21. E um caso confirmado no dia 24 último como residente em Ibiporã foi transferido para Cascavel. (Agência de Notícias do Paraná)

Confira o INFORME COMPLETO

 

SAÚDE IV: Estado mantém menor incidência, mas casos dobraram na última semana

saude IV 27 05 2020Os registros de confirmações de Covid-19 dobraram no Paraná entre a semana encerrada no último domingo (24/05) e a semana imediatamente anterior, segundo boletim epidemiológico da Secretaria de Estado da Saúde. Foram 928 casos entre 18 e 24 de maio, contra 450 entre 11 e 17 de maio. O aumento chegou a 106%. No comparativo com a primeira semana do mês (4 a 10), que teve 324 confirmações, o salto foi de 186%.

Menor incidência - Apesar do aumento da disseminação, o Paraná ainda mantém a menor incidência do novo coronavírus por 100 mil habitantes no Brasil, com taxa de 29,1. O índice nacional é de 178,4 e o regional Sul de 55,9. Os estados com resultados mais próximo são Minas Gerais (32,9) e Goiás (35,8). O Estado ainda tem o 4º menor índice de mortalidade por 100 mil habitantes, com taxa de 1.4, enquanto a do País é 11.2.

Orientações - Mesmo com incidência menor em relação a outras regiões brasileiras, o Governo do Estado considera que a evolução recente dos casos de infecção reforça a necessidade da população seguir as orientações das autoridades sanitárias para evitar a propagação da Covid-19. O isolamento social, principalmente da população de risco, se mantém como estratégia de enfrentamento da pandemia, assim como o uso de máscaras e o habito de higienizar as mãos.

Maior salto - A semana passada foi marcada pelo maior salto em número absoluto de casos (478), e pelo terceiro maior registro percentual. Percentualmente, o índice mais elevado ocorreu entre a segunda e a terceira semanas de março, no começo da pandemia. O boletim indicou alta de 666%, quando houve variação de seis casos para 46. Entre a última semana de março e a primeira de abril, com crescimento acumulado de 96 para 291 casos, a evolução foi de 203%.

Testes - Os dados do boletim epidemiológico indicam uma curva ascendente de infecções pelo novo coronavírus e a tendência ainda é de evolução. A estimativa é reforçada porque mais pessoas serão testadas nas próximas semanas. É que o Estado iniciou um processo de testagem em massa, com testes rápidos, novos laboratórios credenciados e os novos perfis selecionados para os testes gold (RT-PCR) na rede pública.

Evolução - A média de casos desde a chegada da pandemia no Estado tem sido de 44,4 por dia, mas os dados apontam aumento recente. O Paraná atingiu índice de 136,4 casos por dia na semana encerrada no domingo passado (18 a 24 de maio), primeira vez com mais de 100 casos. Na semana retrasada, a média era de 64,2, e na anterior de 46,2.

Menor índice - No resultado absoluto divulgado pelo Ministério da Saúde, o Paraná é o 21º em número de casos, apesar de ter uma das maiores populações do País. Os registros representam praticamente metade dos confirmados dos estados vizinhos do Sul. No dia 24 de maio eram 6.410 infectados no Rio Grande do Sul e 6.696 em Santa Catarina.

Óbitos - Ao contrário da evolução significativa de casos nas últimas semanas, o número de óbitos mantém trajetória regular no Paraná. Foram 29 mortes na semana encerrada no último domingo (24), maior número registrado em apenas sete dias, contra 15 na semana exatamente anterior (11 a 17 de maio) e 16 na primeira semana do mês.

Média - A média de óbitos no Estado é de dois por dia (desde o dia 12 de março) ou 2,5 por dia (desde o dia 27 de março, data da primeira morte). O dia com maior registros foi no dia 20 de maio (7). (Agência de Notícias do Paraná)

 

CULTURA: Câmara aprova projeto de auxílio financeiro para profissionais do setor

cultura 27 05 2020A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (26/05), o Projeto de Lei 1075/2020, que trata de ações emergenciais destinadas ao setor cultural, enquanto as medidas de isolamento como forma de combate à Covid-19 estiverem vigentes. Tramitando em conjunto com o PL aprovado na terça-feira (26/05), foi também aprovado o Projeto de Lei 2780/2020, de autoria da deputada Leandre Dal Ponte (PV-PR), que trata de tema semelhante.

Terceiro - Este foi o terceiro projeto de autoria da deputada Leandre Dal Ponte aprovado em menos de 10 dias pelo Plenário da Câmara dos Deputados.

Crédito extraordinário - No dia 22 de maio, Leandre apresentou uma indicação ao Ministério da Economia, sugerindo uma abertura de crédito extraordinário para o setor cultural. No documento, a deputada paranaense aponta a existência de dois fundos que podem ser utilizados para financiar o auxílio aos profissionais da cultura. São eles: o Fundo Setorial do Audiovisual e o Fundo Nacional da Cultura.

Orientação - Durante a votação do projeto, Leandre orientou a bancada do Partido Verde para votar a favor da matéria. “A cultura deve chegar a todos, sem distinção alguma. Para isto, todo tipo de manifestação   cultural deve ser incentivado e até mesmo financiada, considerando que o estado de calamidade fez com que inúmeros locais de apresentação fossem fechados”, defendeu. (Assessoria de Imprensa da deputada federal Leandre Dal Ponte)

 


Versão para impressão


RODAPE