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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4584 | 27 de Maio de 2019

SANIDADE: Curitiba sedia último Fórum “Paraná livre de febre aftosa sem vacinação”, na quarta-feira

Curitiba vai sediar, na quarta-feira (29/05), o último Fórum Regional “Paraná livre de febre aftosa sem vacinação”. Será no Centro de Eventos do Sistema Fiep, no auditório Mário de Mari, das 13h às 16h. Trata-se do sexto evento realizado pelo governo do Estado, em parceria com diversas entidades, com o objetivo esclarecer as mudanças que vão ocorrer após a suspensão da vacina contra febre aftosa no Paraná. Outros cinco fóruns já ocorreram neste mês, nas cidades de Paranavaí, Cornélio Procópio, Guarapuava, Pato Branco e Cascavel, totalizando cerca de 4.300 participantes, entre os quais cooperados e lideranças do cooperativismo paranaense, como o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, e o superintendente Robson Mafioletti.

Apoio - O Sistema Ocepar apoia a iniciativa, juntamente com a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, Adapar, Emater, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Sistema Faep/Senar, Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores Familiares do Estado do Paraná (Fetaep), além de entidades locais que colaboram com recursos físicos, como prefeituras, Sociedades Rurais de Cornélio Procópio e Pato Branco, Fiep e Unicentro.

Status - Após a campanha de vacinação de maio de 2019, que atinge bovinos e búfalos de até 24 meses, o Paraná deixa de vacinar contra febre aftosa. Em setembro, o Ministério da Agricultura deve publicar um ato normativo que mudará o status do Estado para Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação, e a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) reconhecerá a condição do Paraná em 2021.

Programação - A programação do Fórum consiste na apresentação de duas palestras: “Saiba o que muda após a suspensão da vacina contra febre aftosa”, com o gerente de saúde animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias, e “Por que o Paraná deve parar de vacinar?”, com o diretor-executivo da Frimesa, Elias Zydec. Na sequência, será aberto espaço para os pronunciamentos de autoridades e representantes de entidades do setor produtivo.

Mercados - Um estudo divulgado em março pelos técnicos Marta Oliveira Freitas, da Adapar, e Fábio Peixoto Mezzadri, do Deral/Seab, mostra que o novo status pode dobrar as exportações de carne suína no Paraná, chegando a 200 mil toneladas ao ano. O cenário é previsto se o Estado conquistar apenas 2% do mercado potencial, liderado por China, Japão, México e Coreia do Sul, que pagam mais pelo produto com reconhecida qualidade sanitária, e representam 64% do comércio mundial de carne suína. As cadeias produtivas de carne bovina, aves e leite também serão beneficiadas com o acesso a mercados que remuneram melhor. (Com informações e fotos da Adapar)

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COMÉRCIO INTERNACIONAL: Países Baixos querem ampliar negócios com o Paraná

Representantes dos Países Baixos (Holanda) visitaram, na manhã desta segunda-feira (27/05), a sede do Sistema Ocepar, em Curitiba. O grupo reuniu-se com o presidente da entidade, José Roberto Ricken, e os secretários estaduais da Agricultura, Norberto Ortigara, e Infraestrutura, Sandro Alex. Também participaram do encontro os superintendentes da Ocepar e da Fecoopar, respectivamente, Robson Mafioletti e Nelson Costa, além de técnicos da entidade. Bert Rikken, conselheiro agrícola da Embaixada do Reino dos Países Baixos, Richard Posma, chefe do escritório de suporte a negócios dos Países Baixos, e Frederica Heering, assistente agrícola do Consulado Geral dos Países Baixos, estão em missão de prospecção de novos negócios com o Paraná.

Informações - Os representantes do governo holandês receberam informações sobre o cooperativismo paranaense. O secretário estadual da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Norberto Ortigara, fez uma explanação sobre o potencial agrícola do estado e Sandro Alex, secretário de Infraestrutura, explicou sobre os investimentos previstos para a melhoria da logística viária e portuária paranaense. Os técnicos da Ocepar informaram em detalhes os indicadores do cooperativismo e os principais produtos das cooperativas do Paraná.

Cooperação bilateral - No fim de 2018, o conselheiro agrícola Bert Rikken visitou a região dos Campos Gerais, conhecendo as experiências das cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, fundadas por pioneiros holandeses. Segundo ele, houve interesse em iniciar parcerias para o desenvolvimento do sistema agropecuário e logístico da região. De acordo com os representantes holandeses, os Países Baixos podem oferecer parcerias nas áreas de planejamento, gestão, desenvolvimento da cadeia fria, conhecimento, tecnologia e inovação. O governo holandês está em contato com uma empresa de consultoria especializada em agro-logística para orientar os primeiros passos que deverão ser dados na cooperação bilateral com o Paraná.

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GETEC: Informe mostra expectativa do mercado sobre indicadores econômicos

getec 27 05 2019A Gerência de Desenvolvimento Técnico da Ocepar (Getec) divulga, nesta segunda-feira (27/05), mais uma edição do Informe Expectativas de Mercado, com base nas informações do Boletim Focus, do Banco Central, levantadas com instituições financeiras sobre as projeções relativas à economia nacional, contemplando o Produto Interno Bruto (PIB), IPCA (Índice de Preços ao Consumidor), taxa Selic e câmbio para 2019, 2020 e 2021.

Informações - Mais informações podem ser obtidas com Maiko Zanella (maiko.zanella@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1115) ou com Jessica Raymundi (jessica.costa@sistemaocepar.coop.br / 41 3200-1133).

Clique aqui para acessar na íntegra o Informe Expectativas de Mercado

 

COOPERATIVISMO: Pesquisadores podem inscrever seus trabalhos no EBPC

cooperativismo 27 05 2019Com o objetivo de estimular o desenvolvimento de pesquisas acadêmicas sobre as cooperativas, contribuir com o crescimento do setor e, consequentemente, do país, vem aí a 5ª edição do EBPC (Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo). Esta é uma super oportunidade para pesquisadores de todo o Brasil e o espaço também está aberto para estudantes interessados no tema! O encontro ocorrerá em Brasília, entre 9 e 11 de outubro de 2019, e o tema norteador será Negócios sustentáveis em cenários de transformação.

Submissão - Os interessados têm até 7 de junho para a submissão dos trabalhos. Cada autor poderá participar com até três artigos, sendo que cada um dos materiais pode ter no máximo cinco escritores. Os autores dos 50 melhores trabalhos serão convidados a apresentá-los no evento, em Brasília, com todas as despesas custeadas pela organização do encontro. A previsão é de que o resultado da seleção seja divulgado no dia 16 de agosto. Confira todas as diretrizes para as inscrições neste link.

Eixos - Vale destacar que serão considerados válidos os trabalhos que estejam correlacionados com pelo menos um dos seguintes eixos:

· Identidade e Cenário Jurídico;

· Educação e Aprendizagem;

· Governança, Gestão e Inovação;

· Capital, Finanças e Desempenho;

· Impactos Econômicos, Sociais e Ambientais.

Oportunidade dupla - Os interessados em participar do EBPC com um trabalho voltado ao cooperativismo de crédito também poderão se inscrever o Prêmio ABDE-BID 2019 (categoria: “Desenvolvimento e cooperativismo de crédito”). Os dois primeiros colocados terão os artigos publicados em livros e receberão, respectivamente, o prêmio de R$ 8 mil e R$ 4 mil. Um detalhe muito importante: para participar do ABDE-BID (com inscrições até 30 de junho) é necessário também participar do EBPC (com inscrições até 7 de junho). Por isso, fique ligado para não perder nenhum dos prazos! (Informe OCB)

Para mais informações, clique aqui.

 

COPACOL: Ratinho Junior apresenta investimentos da Copel

Para melhorar a distribuição de energia elétrica no Paraná, principalmente para atender os produtores rurais da região Oeste, o governador do Paraná Carlos Massa Ratinho Junior junto com o presidente da Copel, Daniel Slaviero, o presidente da Copacol, Valter Pitol, e os deputados Marcel Micheletto e Sérgio Souza, o prefeito de Cafelândia Dr. Franus entre outras lideranças, participaram do lançamento oficial do plano de investimentos de R$ 836 milhões que a Copel vai promover este ano no Estado. O evento ocorreu na sexta-feira (24/05), em Cafelândia, município sede da Copacol.

Maior produtora- Considerando a maior produtora de alimentos por metro quadrado do mundo, a região Oeste terá mais de R$ 400 milhões destes investimentos, anunciados hoje, dia 24, em Cafelândia.

Investimento - Segundo o governador Ratinho Júnior, nunca a Copel recebeu um investimento como este. “Vamos investir para oferecer uma energia de qualidade e estável para os nossos produtores rurais e todo o setor produtivo, que são um dos responsáveis pelo desenvolvimento do nosso estado”, afirma o governador destacando que para o ano que vem serão investidos mais de R$ 1 bilhão na Copel.

Primordiais - Para o presidente da Copacol, Valter Pitol, os investimentos são primordiais para a viabilidade das atividades no campo, principalmente para os avicultores e piscicultores. “Atualmente os avicultores têm 15% em média da receita de cada lote destinada para pagar conta de energia e os piscicultores 30%. Desta forma pedimos que além das melhorias que visam um fornecimento de qualidade e estável, que sejam revistos os altos custos pagos pelos produtores”, ressalta Pitol.

Incentivador - O deputado estadual Marcel Micheletto, que foi o incentivador do lançamento destes investimentos da Copel em Cafelândia, acrescentou que o plano vai permitir ainda mais o desenvolvimento da região e de todo o Estado. “Vamos fazer do Paraná o melhor estado e o mais inovador do Brasil e para isso, temos que investir no setor produtivo que é a base da economia e o grande gerador de empregos e oportunidades para milhares de pessoas”, conclui Marcel.

Visita na Unitá - Após o evento, as autoridades conheceram as estruturas da Central Unitá, em Ubiratã, e os investimentos de ampliação do frigorífico, que custou R$ 330 milhões. Para o governador Ratinho Junior, o trabalho de gestão realizado pelo presidente da Copacol e da Unitá Valter Pitol, é um exemplo a ser seguindo no Estado. “Este é o Paraná que queremos e por isso apoiamos estes investimentos que beneficiam e geram oportunidades para milhares de pessoas. Parabenizamos toda a diretoria e colaboradores da Unitá pelo empreendimento que mudou a região de Ubiratã”, diz o governador Ratinho Junior. (Imprensa Copacol)

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UNITÁ: Governador conhece nova planta de frigorífico em Ubiratã

O governador Carlos Massa Ratinho Junior conheceu, na sexta-feira (24/05), as novas instalações do abatedouro de Aves da Unitá, em Ubiratã, na Região Centro-Oeste do Paraná. As obras de ampliação do frigorífico, uma parceria entre as cooperativas Copacol, Cooperflora e Coagru, ficaram prontas no início deste ano e contaram com um investimento de R$ 330 milhões.

BRDE - Deste total, R$ 70 milhões foram financiados pelo Governo do Estado, via Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

Abates - A ampliação da planta vai aumentar o número de aves abatidas, que hoje é de 240 mil por dia, para 380 mil até o início de 2020. A Unitá gera atualmente 3 mil empregos diretos e prevê a contratação de mais 1,3 mil funcionários até o começo do próximo ano, quando o frigorífico vai funcionar com plena capacidade.

Crescimento - “Unitá junto com a Copacol são duas cooperativas gigantes do nosso Estado. Fico feliz em ver a empresa crescendo, passando para 4.300 funcionários em poucos meses. O que há de mais moderno no mundo está aqui em Ubiratã, neste projeto”, destacou o governador. “Liberamos aqui para a Região Oeste um investimento da Copel de mais de 470 milhões, o maior investimento da história da Copel na região, para aumentar a carga de energia para indústria e também para o pessoal da zona rural não ter mais perdas com quedas de energia”, afirmou.

Consolidação - Ele reforçou ainda que o Governo trabalha para consolidar o Paraná no mercado de produção de proteína animal – frango, boi, peixe e porco -, estimulando e apoiando iniciativas de produtores, grandes ou pequenos. “A ideia é sempre ampliar, porque isso gera muito emprego e, consequentemente, renda”, disse.

Origem - A Copacol, Coagru e Cooperflora criaram a Cooperativa Central Unitá, na cidade de Ubiratã, em 2011. Dois anos depois, foi inaugurada a Unidade Industrial de Aves, voltada ao abate e processamento de carne de frango, com investimento de R$ 135 milhões, dos quais R$ 90 milhões financiados pelo BRDE. “Não é só a planta, tem o que há por trás também: são 4.300 empregos. Tudo isso gera uma riqueza imensa para a região e o Estado”, afirmou o presidente da Copacol, Valter Pitol.

Presenças - Também participaram da visita à fábrica da Unitá os deputados estaduais Coronel Lee e Marcel Micheletto; o presidente da Copel, Daniel Slaviero Pimentel; e o prefeito de Ubiratã, Haroldo Fernandes Duarte. (Agência de Notícias do Paraná)

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FRÍSIA: Digital Agro será sede do 1º Fórum Regional de Inovação Agropecuária do Mapa

frisia 27 05 2019A Digital Agro será sede do Fórum Regional de Inovação Agropecuária promovido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Essa é a primeira vez que o encontro será realizado, e tem o objetivo de compor pautas para a produção de um fórum que acontecerá em Brasília, no primeiro semestre de 2020. O 1º Fórum de Inovação vai acontecer no dia 11 de junho, em Carambeí (PR), antecedendo a abertura da Digital Agro, feira promovida pela Frísia Cooperativa Agroindustrial com a parceria técnica da Fundação ABC.

Escolha - Segundo o coordenador-geral de Articulação para Inovação do Mapa, Benedito João Gai Neto, a escolha da Digital Agro para sediar o Fórum vai ao encontro da expectativa do Ministério em realizar ações em ambientes que remetem à inovação no setor agropecuário. “Sendo assim, observando o objetivo da Digital Agro, escolhemos fazer um Fórum que antecede a abertura da feira por ser um ambiente propício”.

Temáticas - A programação do Fórum está dividida em três temáticas: “Diretrizes para promover o ambiente regional de inovação”; “Demandas regionais de inovação para a agropecuária”; e “Desafios e oportunidades para desenvolver e implantar inovações na agropecuária regional”. Com essa programação, é reforçada a intenção da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, em favorecer a prática da inovação no campo e a imagem do Brasil como agregador da produção.

Painéis - Entre os participantes dos painéis estão o secretário de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo; o conselheiro agrícola da Embaixada do Reino dos Países Baixos, Bert Rikken; o líder de Inovação da Bosch, Daniel Lange; o diretor de Relações Institucionais da TIM, Leandro Guerra; o superintendente da Federação e Organização das Cooperativas do Paraná (Fecoopar), Nelson Costa; e o superintendente da Frísia, Emerson Moura.

Participação - Ao menos cem pessoas devem participar do evento, que será representado por “todos os atores da cadeia de inovação”, destaca Gai Neto. Entre os integrantes estarão a iniciativa privada, com empresas e startups; instituições de pesquisa, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa); universidades; cooperativas; Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep); e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Ao menos 40 encontros - O Fórum de Inovação Agropecuária surgiu do Decreto 9.667, de 2 de janeiro de 2019. O Mapa irá realizar o 2º Fórum em julho deste ano em Brasília, onde serão convocados todos os superintendentes do Mapa e os secretários de Agricultura dos Estados, para, assim, replicar o modelo em suas respectivas regiões. O governo federal espera realizar entre 40 e 50 fóruns regionais.

Visibilidade - O comunicado da Secretaria de Inovação do Mapa informa que os debates oriundos dos fóruns garantirão maior visibilidade ao País, “acelerando a exportação de modelos tecnológicos Made in Brazil para a agropecuária”.

Expectativa ambiciosa - “A expectativa com os resultados advindos com o Fórum é ambiciosa, tendo em vista a posição de destaque ocupada pelo Brasil no cenário da agricultura mundial como responsável pela alimentação de milhões de pessoas, quer seja: pela sua localização geográfica nos trópicos, volume de áreas disponíveis e uso de tecnologias que incrementam produções recordes”, destaca o documento.

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA).

Sobre a Fundação ABC - A Fundação ABC é uma instituição de pesquisa agropecuária que realiza trabalhos para desenvolver e adaptar novas tecnologias, com o objetivo de melhorar as produtividades de forma sustentável aos mais de cinco mil produtores rurais filiados às cooperativas Frísia, Castrolanda e Capal, além dos agricultores contribuintes. O trabalho da fundação abrange uma área de 467,2 mil hectares, além de uma bacia leiteira de mais de 678 milhões de litros/ano. A instituição também realiza projetos de pesquisa com empresas privadas, por contratos de cooperação técnica, e mantém vínculos com empresas de pesquisa pública. A sede é em Castro (PR) e os cinco campos demonstrativos e experimentais ficam estrategicamente espalhados pela área de atuação. (Imprensa Frísia)

SERVIÇO

Digital Agro

Quando: 11 a 13 de junho

Onde: Parque de Exposições Frísia

Anexo ao Parque Histórico de Carambeí (PR), Avenida dos Pioneiros, 4.050

www.digitalagro.com.br

 

COCAMAR: Mistura de sementes no pasto engorda o boi e o solo

De olho na melhoria da qualidade dos pastos mantidos em sistema de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), a família Vendramin, de Paranavaí (PR), decidiu fazer neste ano uma experiência que é novidade na região: a mistura de várias sementes de capins em vez da opção única pela braquiária.        

Desenvolvimento - Após colhida a soja, em março, eles semearam as pastagens, tendo a braquiária como carro-chefe, mas incluindo também milheto, feijão caupi, trigo mourisco, pé-de-galinha gigante e outras espécies. No início de maio, a pastagem já estava formada e constatou-se que apesar do baixo volume de chuvas nos meses anteriores, a vegetação se desenvolveu razoavelmente bem.

Convivência - Na fazenda de 300 hectares, cerca de 170 são destinados à pecuária, onde os talhões que receberam a mistura diferem bastante da pastagem convencional. A convivência entre vários tipos de capins, cada qual com suas características, não apenas enriquece a alimentação animal, como traz uma série de benefícios para o ambiente produtivo, que inclui o solo.

Cocamar orienta - O proprietário Vergílio Vendramin, 67 anos, divide a gestão da fazenda com os filhos Victor e Vinícius, grupo do qual participa também o genro José, marido da filha Vergiane. Na pecuária, eles são assistidos pelo técnico agrícola Márcio Buffaliere, da unidade local da Cocamar, que acompanhou a reportagem.

Sustentabilidade - De acordo com Victor, a mistura é um aprimoramento da prática adotada no sistema ILPF, que preconiza a semeadura de braquiária para o estabelecimento dos pastos pós-colheita de soja, por sua fácil adaptação ao clima regional e os vários benefícios que proporciona. “Pensamos em não oferecer só um tipo de comida para o gado e levamos em conta, também, a constante busca pela sustentabilidade”, afirma.

Ampliar os efeitos - Com a mistura de sementes, o objetivo é ampliar os efeitos trazidos pela braquiária, que garante comida em abundância para o rebanho no inverno, quando os pastos convencionais escasseiam por causa do frio. Ao mesmo tempo, o espesso enraizamento do capim age na reestruturação do solo, rompendo a compactação, ciclando nutrientes das camadas mais profundas e facilitando a infiltração de água. Na primavera, às vésperas do novo ciclo da soja, a braquiária é dessecada para servir de cobertura ao plantio direto. Sua palhada vai proteger o solo da incidência dos raios solares e das chuvas fortes, reter umidade (o que beneficia a planta em caso de veranicos de curta duração) e inibir o desenvolvimento de ervas de difícil controle.

Sistema radicular - A vegetação variada, sempre com muitas plantas em floração, é também um ambiente onde a vida se prolifera, bastando observar o movimento de insetos e abelhas, algo que não se percebe em pastos comuns. Se isto é bom para a natureza, pode se dizer o mesmo em relação ao solo, especialmente na parte que não se consegue ver: “abaixo da superfície, os sistemas radiculares promovem uma intensa profusão microbiológica”, comenta o técnico Márcio Buffaliere.

Suficiente - Os bovinos foram alojados no começo de maio e, conforme Victor, haverá comida de qualidade e em suficiência até o final do inverno. Segundo ele, o investimento com a mistura de sementes é pelo menos duas vezes maior que usando só a braquiária, mas vale a pena: “Estamos devolvendo para a natureza”, justifica. E afirma que graças aos pastos de maior qualidade, eles mais que duplicaram a ocupação animal, comparando com a média regional, de 1 cabeça/hectare. A meta é evoluir para trabalhar com ao menos 3 cabeças por hectare, em breve.

Referências - Victor Vendramin conta que tem pesquisado bastante o tema mistura de sementes de pastagem, utilizando como referências trabalhos realizados pelo engenheiro agrônomo Ademir Calegari, do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), e pela engenheira agrônoma Ana Maria Primavesi, especialista em manejo ecológico do solo. Formado em direito, ele deixou há 5 anos a carreira de advogado para, com seus familiares, se dedicar à atividade rural. E, há três anos, na busca pela sustentabilidade, os Vendramin adotaram o sistema de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), acompanhados pela Cocamar.

Preservação - O pai dele, Vergílio, diz que tanto a ILPF quanto a experiência de inovar nos pastos fazendo uma mistura de sementes de capins, estão em linha com a preservação praticada na fazenda, onde 77,4 hectares são ocupados por mata nativa. Além disso, ele plantou, pela propriedade, pequenas florestas de aroeiras e outras espécies, que já há tempos atingiram a fase adulta.

Sombreamento - Por muitos anos produtor de leite, Vergílio conta que desde cedo aprendeu a respeitar os animais, plantando árvores para assegurar-lhes mais conforto com o sombreamento. E, se depender dele, a mistura de sementes de capins veio para ficar: “Parece até que a natureza está em festa, é um modelo em que a gente vê mais vida, vale a pena”... (Imprensa Cocamar)

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COOPAVEL: Comitiva russa vem conhecer os sistemas de produção

Uma comitiva com diretores, gerentes e administradores de empresas russas ligadas à área do agronegócio estará em Cascavel na próxima quarta-feira (29/05). Eles vêm ao Brasil a convite da Alltech, empresa norte-americana que é líder mundial na área de saúde e nutrição animal, e cumprem agenda em algumas cidades.

Informações - A visita à cooperativa ocorrerá das 8h30 às 10h30, na Unicoop (Universidade Coopavel, localizada na área industrial às margens da BR-277, em frente ao Autódromo Internacional de Cascavel. A caravana vai ser recebida por diretores da cooperativa e terá acesso a informações sobre sistemas cooperativista e de produções de rações e de fomento de frango, informa Juradir de Mattos, gerente da área de rações.

Empresas - Os russos que integram a comitiva pertencem às seguintes empresas: Alel Agro, GAP Resurs, Baksanskiy Broiler, Roskar, Ravis, Priosklie, Cherkizovo, Alekseevskiy Becon, Global Eco, TC Five Stars, Parizhskaya Kommuna e Verkhnekhauskig Elevator. Os russos vão ter contato com a estrutura de uma cooperativa fundada há 48 anos, que tem 5,5 mil cooperados e mais de 5,3 mil colaboradores.

Sobre a Alltech - A Alltech é uma empresa líder mundial do setor de saúde e nutrição animal que está entre as dez maiores empresas de saúde animal do mundo. Ela é focada em soluções científicas naturais para os maiores desafios atualmente enfrentados pelo setor agrícola e de alimentos.

Sede e filiais - Com sede em Lexington (estado de Kentucky, nos Estados Unidos), a Alltech possui filiais e distribuidores em mais de cem países, três centros de biociências e mais de cem instalações fabris localizadas em diversos locais estratégicos no mundo.

Plantas - No Brasil, a Alltech possui três plantas de produção, incluindo a maior planta de biotecnologia para nutrição animal e vegetal do mundo, localizada em São Pedro do Ivaí, no Paraná. (Imprensa Coopavel)

COPAGRIL I: Indústrias da cooperativa geram 2,1 mil empregos

As atividades industriais da Cooperativa Agroindustrial Copagril representam, hoje, uma expressiva parte do seu faturamento total que ultrapassa R$ 1,7 bilhão, além de projetarem a marca da empresa para mais de 50 países, por meio da exportação de carne de frango. Por esse motivo, 25 de maio é considerado um dia especial para a empresa em razão da passagem do Dia da Indústria.

Papel fundamental - De acordo com o diretor-presidente da Copagril, Ricardo Sílvio Chapla, as indústrias têm papel fundamental nas cadeias produtivas de aves, suínos e leite. “As indústrias agregam valor à produção primária gerada pelos nossos associados, transformando grãos em proteína animal que atualmente é consumida em várias partes do mundo com a marca Copagril”, salienta.

Plantas industriais - A cooperativa possui três plantas industriais, sendo duas fábricas de rações e uma unidade industrial de aves. Juntas, elas são responsáveis pela geração de 2,1 mil empregos, que fazem girar na economia R$ 77,8 milhões em salários e encargos.

Carne de frango - O frigorífico de aves instalado em Marechal Cândido Rondon-PR está em operação há 14 anos, adota o sistema de abate halal e possui certificação internacional do BRC Food - British Retail Consortium, que comprova o atendimento à Norma Global de Segurança de Alimentos. A produção e comercialização de carne de frango hoje representa 1/3 da composição do faturamento da Copagril.

Processamento - No ano passado, a cooperativa industrializou 91 mil toneladas de carne de frango, ao abater 44,2 milhões de aves de corte. Em torno de 60% da produção de cortes de frango vai para exportação, enquanto os outros 40% têm como destino o mercado interno. Em 2018 as exportações da Copagril totalizaram US$ 80 milhões.

Rações e concentrados - As duas indústrias de rações e concentrados da Copagril produziram, no ano passado, 478 mil toneladas de produtos. Do total produzido, a maior parte é para consumo próprio da cooperativa em suas atividades de integração avícola e suinícola, sendo a outra parte rações comercializadas em suas lojas agropecuárias.

Certificação - Conforme o encarregado das fábricas de rações, Anderson Junior Leuze, a unidade industrial de rações da Copagril em Marechal Rondon foi a primeira do Brasil a conseguir a certificação na IN-14, e a unidade de Entre Rios do Oeste foi a primeira planta de cooperativa do Paraná a conseguir a IN-65, sendo que também atende a IN-04. As Instruções Normativas referem-se ao atendimento a regulamentações do Ministério da Agricultura, que incluem boas práticas de fabricação.

Suínos e leite - A Copagril também é uma das responsáveis pelo fornecimento de matéria-prima para industrialização pela Frimesa Cooperativa Central, sendo que entrega mais de 30% do volume de suínos e leite processados. Em 2018, a Copagril entregou 713,5 mil suínos para abate na Frimesa e um volume de 54,5 milhões de litros de leite, fomentando as indústrias de lácteos e carnes da central.

Reconhecimento - Diante da data comemorativa, o diretor-presidente presta o seu reconhecimento a todos os industriais e industriários, em especial aos da cooperativa. “Desejamos os parabéns a todos os trabalhadores que se dedicam em nossas indústrias para transformar matéria-prima em alimentos tão importantes para nossas atividades agropecuárias e para os nossos clientes”, conclui Ricardo Sílvio Chapla. (Imprensa Copagril)

copagril I 27 05 2019

 

COPAGRIL II: Dia de Campo sobre milho safrinha apresenta lançamentos em híbridos

Foi realizado, na sexta-feira (24/05), o Dia de Campo do Milho Safrinha Copagril 2019, evento que aconteceu na Estação Experimental da cooperativa, em Marechal Cândido Rondon (PR). No local, o público teve a oportunidade de conhecer lançamentos em híbridos de milho, assim como materiais já tradicionais cultivados na região Oeste paranaense. Ao todo foram aproximadamente 40 híbridos que estão em exposição.

Abertura - O diretor-presidente, Ricardo Sílvio Chapla, realizou a abertura do evento, na presença de associados, fornecedores e parceiros. Na oportunidade ele salientou que os produtores precisam adotar a escolha das melhores sementes disponíveis para cultivo da safrinha, tendo em vista a importância dos resultados produtivos.

40 híbridos - De acordo com o responsável pela Estação Experimental, Darci Augusto Sonego, os materiais das empresas parceiras foram plantados no dia 26 de janeiro na estação experimental, portanto, mais cedo do que em outros anos. “O manejo realizado somou duas aplicações de inseticida e três de fungicida. Foram utilizadas 16 sacas de fertilizante de base e realizada adubação de cobertura que somou oito sacas, em duas aplicações”, descreve.

Clima - Segundo Sonego, o clima durante o ciclo foi de altas temperaturas e bastante umidade. “Essas condições favoreceram um bom desenvolvimento da cultura, porém também observamos o aparecimento de fungos. Outro ponto observado este ano foi a incidência de cigarrinha na cultura”, relata. Nesse contexto, os produtores visitantes tiveram condições de avaliar como cada híbrido se comportou diante dos desafios impostos pelo clima.

Atrativos - No Dia de Campo Milho Safrinha os visitantes participaram de um circuito passando por estandes das empresas parceiras, além de ficarem à vontade para conferir os demais atrativos do evento: balcão de negócios, agricultura de precisão, pastagens de inverno, sementes de milho, defensivos agrícolas, fertilizantes folhares, além de máquinas e implementos agrícolas.

Presenças - Marcam presença no evento representantes da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Banco do Brasil, Sicredi e Agência de Defesa Agropecuária do Paraná - Adapar. (Assessoria de Imprensa Copagril)

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SICOOB MÉDIO OESTE: Orientações e palestras são promovidas na Semana Nacional de Educação Financeira

Como parte das ações da Semana Nacional de Educação Financeira (Enef), o Sicoob Médio Oeste promoveu uma rodada de Clínicas Financeiras em Nova Aurora e Assis Chateaubriand, nos dias 20 e 21.

Atendimentos individualizados - O programa, realizado em parceria com o Instituto Sicoob, oferece gratuitamente atendimentos individualizados para a população tirar dúvidas sobre organização do orçamento, como lidar com as dívidas e evitá-las, investimento e outros assuntos ligados à educação financeira.

Escola - Também como parte da programação, no dia 22 a cooperativa realizou uma palestra de Educação Financeira, para os alunos do 5º ano da Escola Municipal Heitor de Alencar. “A Semana de Educação Financeira é uma oportunidade para contribuirmos com a nossa missão de desenvolver as comunidades, levando orientação financeira, ajudando e contribuindo para a saúde financeira das pessoas”, afirma o gerente da agência de Nova Aurora, Lélio Cavalcante.

Outros municípios - Além de Assis Chateaubriand e Nova Aurora, a cooperativa já realizou o evento em Jesuítas (dia 5 de maio) e Tupãssi (dia 11 de maio). No dia 1º de junho é a vez de Cafelândia.

Sobre a Semana Enef - O evento, que é uma iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef), ocorre simultaneamente em todo o país entre os dias 20 e 26 de maio, com diversas ações educacionais para conscientizar a comunidade, contribuir para o fortalecimento da cidadania e da autonomia. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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INSTITUTO SICOOB I: Projeto Cooperativa Mirim é apresentado para escola de Pitanga

instituto sicoob I 27 05 2019No último dia 3, colaboradores do Sicoob Metropolitano que atuam como voluntários do Instituto Sicoob estiveram no distrito de Vila Nova dos Alemães, em Pitanga (PR), onde se reuniram com representantes da Escola Municipal do Campo Ney Braga para apresentar o projeto Cooperativa Mirim.

Metodologia - Na oportunidade, os diretores e professores conheceram a metodologia utilizada, a dinâmica das oficinas com os alunos e como a proposta do programa, que incentiva a vivência do cooperativismo e seus valores, pode colaborar para a formação de futuras lideranças cooperativistas e empreendedoras.

Próximo passo - “Como a instituição sinalizou interesse em participar do programa, o próximo passo será a sensibilização dos alunos. Se eles gostarem e quiserem, vamos dar início à implantação da primeira cooperativa mirim de Pitanga”, explica o assessor Institucional do Sicoob Metropolitano e voluntário do Instituto Sicoob, Adilso Carniel.

Sonho - Para o gerente de relacionamento Fabio Junior Fernandes, a fundação de uma cooperativa mirim é um sonho para o Sicoob Metropolitano e também para o munícipio. “É algo que almejamos há anos e nunca desistimos. Sabemos que a cooperativa será um divisor de águas tanto para os alunos quanto para os envolvidos no projeto. Isso só é possível graças ao apoio do prefeito e do Secretário de Educação de Pitanga”, afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

INSTITUTO SICOOB II: Professores de Mamborê participam de capacitação do Programa Cooperjovem

instituto sicoob II 27 05 2019Professores de escolas da rede pública e particular de Mamborê começaram a se preparar para replicar o Programa Cooperjovem em sala de aula. Nos dias 16 e 17, os educadores participaram da primeira etapa da capacitação promovida pelo Instituto Sicoob e Sicoob Metropolitano, com apoio do Sescoop/PR e da Secretaria de Educação da cidade.

Educação cooperativista - O treinamento foi ministrado pela instrutora Maria Inês Bento, com o objetivo de oferecer formação para que os professores tenham uma visão de educação cooperativista e possam incluir a temática nas atividades com os alunos.

Etapas - A capacitação do Programa Cooperjovem em Mamborê ainda terá mais duas etapas, uma delas em junho e a última, em setembro. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

UNIMED MARINGÁ: Programa Canção de Ninar auxilia pais de primeira viagem

unimed maringa 27 05 2019Ter o primeiro filho é mergulhar em um novo universo cheio de novidades e descobertas. Junto com a euforia de aumentar a família, a chegada de um bebê traz aos pais de primeira viagem dúvidas e inseguranças, afinal, são muitos detalhes que cercam os primeiros meses de vida de uma criança. Para auxiliar nesse momento especial, os clientes da Unimed Maringá contam com o Programa Canção de Ninar, oferecido no Espaço Viver Bem. São três dias de encontro com profissionais de nutrição, enfermagem e psicologia que explicam a importância e técnicas de amamentação, os cuidados na higienização e banho dos bebês.

Orientações - A enfermeira Tamara Cassiano Leal, que faz parte da equipe do programa, explica sobre o banho do recém-nascido, desde a preparação do ambiente ao momento de vestir a criança. “É fundamental para quem for dar banho sozinho no bebê separar antes os itens e deixar ao alcance, afinal, não dá para deixar a criança sozinha para ir buscar a toalha, por exemplo”, diz. Outro detalhe importante, principalmente para os meses mais frios do ano, é manter a temperatura da água entre 36 e 37 graus e não usar o aquecedor na hora do banho, já que ele consome o oxigênio do ambiente – nos dias muito frios, é possível ligar o aquecedor minutos antes do banho e desligar antes de o bebê entrar no ambiente.

Passo a passo - Na semana passada, a Unimed realizou mais uma edição do curso, que acontece mensalmente. Uma das participantes foi Amanda Ribeiro da Silva que está no oitavo mês de gestação à espera da primeira filha, Alice. Apesar de ser mãe de primeira viagem, Amanda tem experiência com crianças, pois já trabalhou no berçário de uma escola infantil, mas o marido, Devair Canedo, que também participou do curso, foi em busca de orientação profissional. “Para quem não tem experiência, é muito bom ver alguém mostrando o passo a passo, isso ajuda a nos deixar tranquilos e preparados para quando o bebê chegar”, diz.

Amamentação - Amábile Priscila Gomes, mamãe do Pedro, que está no sétimo mês de gestação, aproveitou muito o conteúdo apresentado sobre amamentação. “Uma das minhas principais dúvidas era em relação aos cuidados com o seio para evitar rachaduras, e tudo foi bem explicado. Agora, estou mais tranquila”, diz. O pai, Lucas Somaio, também foi ao programa buscando se sentir mais seguro para os cuidados com o filho. “O bebê & eacute; frágil, fico com receio de machucar, então essas orientações nos tranquilizam, deixando mais seguros e confiantes”.

Cliente - Para ter acesso ao Programa Canção de Ninar e a um acompanhamento nos primeiros 30 dias de vida do bebê, é preciso ser cliente da Unimed Maringá. Para se inscrever, basta entrar em contato com a equipe do Espaço Viver Bem pelo telefone (44) 3227-2724. As aulas não têm custo. (Imprensa Unimed Maringá)

 

EMBRAPA SOJA: Pré-emergente é uma das alternativas para manejo de plantas daninhas resistentes

embrapa 27 05 2019O uso excessivo e frequente de um único herbicida, ou herbicidas de igual mecanismo de ação, para controlar plantas daninhas na mesma lavoura tem como uma das principais consequências o aparecimento de plantas daninhas resistentes, relata o pesquisador Fernando Adegas, da Embrapa Soja.

Uso prolongado - Ao se usar o mesmo herbicida, por um longo período de tempo, o produto elimina a maioria das plantas daninhas, mas seleciona as que são mais tolerantes e as resistentes a ele. “A médio e longo prazos, as plantas resistentes selecionadas aumentam nas lavouras e começam a causar problemas para seu controle”, explica Adegas.

Alternativa - Adegas entende que a utilização de herbicidas na pré-emergência, de diferentes mecanismo de ação, nos sistemas de produção de grãos é uma das alternativas para enfrentar problema de resistência. “Hoje existem vários produtos pré-emergentes no mercado, que controlam tanto as folhas largas quanto as estreitas, abrangendo um amplo espectro de ação”, diz o pesquisador.

Diversificação - A ideia, segundo ele, é buscar diversificação na utilização de diferentes princípios ativos, que possam minimizar o problema de plantas tolerantes ou resistentes. “Como os pré-emergentes têm efeito residual no solo, eles não deixam as plantas daninhas emergirem, o que ajuda a manter a lavoura limpa e evita a mato competição com as culturas agrícolas”, explica.

Alerta - Adegas alerta, no entanto, que a utilização destes produtos exige conhecimento sobre sua interação com o solo, a relação com a palhada, a umidade, a seletividade para a cultura que será implantada e o carry-over (resíduo para outra cultura) para a cultura subsequente, entre outras questões.

Geneticamente modificadas - Mais de 90% dos 35 milhões de hectares cultivados com soja no Brasil utilizam sementes de plantas geneticamente modificadas para a resistência ao herbicida glifosato. Atualmente, estima-se que a resistência ao glifosato esteja disseminada em boa parte da área geográfica de cultivo de soja. “Isso não significa que todas as propriedades dentro dessas áreas de abrangência têm problema de resistência”, revela Adegas. “Mesmo ainda assim é um número preocupante”, ressalta. O Brasil tem 50 casos de resistência de plantas daninhas a herbicidas, sendo algumas resistentes ao glifosato, como a buva, o azevém, o capim-amargoso, o capim-pé-galinha, o caruru-palmeri e o chloris. (Assessoria de Imprensa da Embrapa Soja)

 

MERCADO: México renova cota de importação de carne de aves

exportacao 27 05 2019O México anunciou, na sexta-feira (24/05), a renovação da cota de importação de carne de aves do Brasil. A informação foi publicada no Diario Oficial de La Federación, da Secretaria de governo do país norte-americano, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Nova cota - Segundo a entidade brasileira, a nova cota, de 55 mil toneladas, é adicional à primeira publicada pelo México em 2013, de 300 mil toneladas, e se refere a produtos inteiros e cortes frescos ou congelados.

Destaque - Desde a abertura do mercado, de acordo com a ABPA, o México ganhou destaque na pauta de exportações de carne de frango do Brasil. A expectativa é que o país siga entre os principais destinos dos produtos brasileiros.

Volume - De janeiro a abril, o México importou 16,4 mil toneladas, volume que foi 50% menor que o montante efetivado no mesmo período do ano passado devido ao fim das cotas até então vigentes, explica o diretor-executivo da ABPA, Ricardo Santin. “Temos boas expectativas quanto à retomada do ritmo dos embarques para o México, que se transformou em um dos mercados prioritários para os exportadores brasileiros”, ressalta. (Avicultura Industrial)

 

EMPREGO I: Paraná fecha quadrimestre com 37 mil novos postos de trabalho

emprego I 27 05 2019O Paraná abriu 10.653 postos em abril, terceiro maior índice do País e maior do Sul, e fechou o primeiro quadrimestre do ano com 37.876 novos empregos, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado na sexta-feira (24/05).

Quarto Estado - O Paraná fechou os 120 primeiros dias do ano como o quarto Estado que mais contratou, atrás apenas de São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina. O saldo positivo do quadrimestre é resultado de 433.894 postos de trabalho abertos ante o fechamento de 396.018. O número representa uma variação positiva de 1,45%.

Variação - A variação dos últimos doze meses (maio de 2018 a abril de 2019) também é positiva, com 41.334 novas contratações. O índice de abril representa uma retomada em relação ao mesmo mês de 2018, quando foram criadas 9.228 novas vagas.

Ações - O governador Carlos Massa Ratinho Junior destaca que o governo está realizando várias ações para atrair novos investimentos para o Paraná, gerando mais oportunidades de emprego e renda. Ele destaca que neste ano a Klabin, que vai investir R$ 9,1 bilhões no Paraná, vai abrir 11 mil novos postos de trabalho para a construção da nova planta da empresa, em Ortigueira.

Estabilização - Segundo a economista Suelen Glinski, do departamento do Trabalho da Secretaria da Justiça, Família e Trabalho do Paraná, os números representam uma estabilização do mercado, com indícios de crescimento, já que as 37 mil vagas desse ano representam quase a totalidade da diferença acumulada em todo o ano passado, de 40 mil.

Recuperação - “O ano de 2018 foi de recuperação e 2019 surge com tendência de crescimento e consolidação em todos os setores de atividade. Nesse mês apenas o agronegócio não cresceu, mas por um período de entressafra e de chuvas”, destaca.

Qualificação - “Estamos qualificando os atendimentos nas Agências do Trabalhador e buscando novos meios de aproximar os trabalhadores das vagas abertas e da formalidade, para que possamos diminuir cada vez mais o número de desocupados no Paraná”, disse o secretário da Justiça, Família e Trabalho, Ney Leprevost. “Essa é uma crescente boa e isso demonstra o bom caminho que estamos seguindo no Paraná, com o aumento dos postos de trabalho. A economia dá sinais de recuperação e consolida o Paraná entre os melhores estados colocados”, disse Leprevost.

Formal e informal - A economista também aponta que no Paraná os indicadores de emprego formal e informal melhoraram. A taxa de desocupação nos primeiros três meses de 2019 caiu em relação ao primeiro trimestre do ano passado, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada no começo do mês.

Novo momento - “Há um novo momento de expectativa no País e no Estado. O setor industrial do Estado já registra acumulado de 8 mil postos no ano, assim como a construção civil. São setores que ajudam a impulsionar os demais, porque pagam os melhores salários. Ajudam a equilibrar o cenário”, completa Suelen Glinski.

Vagas formais - O Brasil criou em abril 129,6 mil vagas formais de emprego, melhor resultado para o mês desde 2013. No ano, o acumulado está em 313.835 vagas, aumento de 0,82% em relação ao mesmo quadrimestre de 2018.

Abril - Considerando apenas o mês de abril, os 10.653 novos postos foram oriundos de 104.601 admissões e 93.948 desligamentos. Apenas São Paulo (50.168 postos) e Minas Gerais (22.348 postos) tiveram números melhores nesse período. Os carros chefes do mês foram o setor de serviços (ensino, transportes, alimentação), com 5.627 novas vagas; comércio, com 2.433; e construção civil, com 1.739.

Quadrimestre - Apenas São Paulo (125.602), Minas Gerais (56.129) e Santa Catarina (49.914) batem o Paraná no acumulado do quadrimestre. O Estado estava em quinto no ranking e ultrapassou o Rio Grande do Sul no último mês (37.876 x 36.143) porque os gaúchos viveram retração de 2.498 vagas em abril.

Cidades - Em relação aos municípios, a capital paranaense lidera o ranking da geração de empregos no acumulado de abril, com 3.618 postos, seguido por Maringá (933), Cascavel (657) e Colombo (467). No acumulado do ano, os destaques são Curitiba (10.457), Maringá (3.596), Cascavel (2.029) e Pato Branco (1.461). (Agência de Notícias do Paraná)

 

EMPREGO II: Abril tem a maior criação de emprego formal para o mês desde 2013

emprego II 27 05 2019Beneficiada pelos serviços e pela indústria, a criação de empregos com carteira assinada atingiu, em abril, o maior nível para o mês em seis anos. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, 129.601 postos formais de trabalho foram criados no último mês. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões. O presidente Jair Bolsonaro comemorou o resultado. "Ainda estamos longe do ideal, mas no caminho certo!"

2013 - A última vez em que a criação de empregos tinha superado esse nível foi em abril de 2013, quando as admissões superaram as dispensas em 196.913. A criação de empregos totaliza 313.835 de janeiro a abril e 477.896 nos últimos 12 meses.

Ramos - Na divisão por ramos de atividade, todos os oito setores pesquisados criaram empregos formais em abril. O campeão foi o setor de serviços, com a abertura de 66.290 postos, seguido pela indústria de transformação (20.470 postos). Em terceiro lugar, vem a construção civil (14.067 postos).

Setores - O nível de emprego aumentou na agropecuária (13.907 postos); no comércio (12.291 postos), na administração pública (1.241 postos); nos serviços industriais de utilidade pública, categoria que engloba energia e saneamento (867 postos) e extrativismo mineral (454 postos).

Agricultura e indústria - Tradicionalmente, a geração de emprego é alta em abril, por causa do início das safras e do aquecimento da indústria e dos serviços.

Destaques - Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelos atendimentos médicos, odontológicos e veterinários, com a abertura de 20.589 postos formais; seguido pelo comércio e administração de imóveis, valores mobiliários e serviço técnico, com 13.023 vagas. Na indústria de transformação, a criação de empregos foi impulsionada pela indústria de produtos alimentícios e de bebidas (9.884 postos); pela indústria química de produtos farmacêuticos, veterinários e perfumaria (7.680 postos) e pela indústria têxtil (1.845 postos).

Regiões - Todas as regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em abril. O Sudeste liderou a abertura de vagas, com 81.106 postos, seguido pelo Nordeste (15.593 vagas) e pelo Centro-Oeste (15.240 vagas), influenciado pela safra. O Sul criou 14.570 postos, e o Norte registrou 3.092 vagas a mais no mês passado.

Estados - Na divisão por estados, 23 unidades da Federação geraram empregos e quatro demitiram mais do que contrataram. As maiores variações positivas no saldo de emprego ocorreram em São Paulo (abertura de 50.168 postos), em Minas Gerais (22.348), no Paraná (10.653) e na Bahia (10.093). Os estados que registraram o fechamento de vagas formais foram Alagoas (-4.692 postos), Rio Grande do Sul (-2.498), Rio Grande do Norte (-501) e Pará (-25). (Agência Brasil)

 

FOCUS: Projeção de crescimento da economia em 2019 cai pela 13º vez seguida

focus 27 05 2019O mercado financeiro segue reduzindo a estimativa de crescimento da economia este ano. Pela 13ª vez seguida, caiu a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Desta vez, a estimativa foi reduzida de 1,24% para 1,23%. Para 2020, a projeção foi mantida em 2,50%, assim como para 2021 e 2022.

Focus - Os números são do boletim Focus, publicação semanal elaborada com base em perspectivas de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos. O boletim é divulgado às segundas-feiras, pelo Banco Central (BC).

Inflação - A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi mantida em 4,07% este ano, em 4%, em 2020, e em 3,75%, em 2021 e 2022.

Meta - A meta de inflação de 2019, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

2020 - A estimativa para 2020 está no centro da meta: 4%. Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

2021- Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

Selic - Para controlar a inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,50% ao ano até o fim de 2019.

Projeção - Para o fim de 2020, a projeção permanece em 7,25% ao ano. Para o fim de 2021, a previsão foi mantida em 8% ao ano e para o final de 2022, segue em 7,50% ao ano.

Referência - A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

Alterações suficientes - A manutenção da Selic este ano, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação. Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo.

Segurança - Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação.

Demanda aquecida - Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar - A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,80 no fim de 2019 e de 2020. (Agência Brasil)

 

ECONOMIA: Lentidão para incorporar processos ainda marca indústria 4.0 no Brasil

economia 27 05 2019As indústrias brasileiras ainda caminham muito lentamente na incorporação de novos recursos da quarta revolução tecnológica em seus processos produtivos, segundo levantamento inédito do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) com 416 companhias de todo o país.

Testes - Com base em testes de maturidade sobre o uso de tecnologias digitais, que tinham escala de 1 a 5, quase três quartos das empresas (304) ficaram nas duas notas mais baixas. Isso mostra que elas pouco aproveitam avanços como inteligência artificial, computação em nuvem, big data e impressões 3D no chão de fábrica. Na média, a pontuação foi de 2,45.

Urgência - Os dados não chegam a surpreender, diz o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi, mas comprovam a urgência com que o Brasil precisa disseminar essas novas tecnologias se não quiser se desindustrializar ainda mais.

Oportunidade - "A indústria 4.0 é a grande oportunidade para que as empresas brasileiras se tornem mais produtivas", diz Lucchesi. "Compreendemos que o caminho rumo à manufatura avançada é mais do que adotar novas tecnologias, como inteligência artificial e big data. Exige, entre outros aspectos, a qualificação de profissionais que vão programar máquinas complexas, implantar novos processos e, principalmente, tomar decisões em tempo real."

Diferenças - Não houve diferenças significativas entre médias, pequenas e microempresas. Só as grandes levam pequena vantagem sobre o nível de maturidade no uso das tecnologias. A interpretação é de que um líder engajado, a abertura das empresas a parceiros ou universidades e a agilidade em aprender com experimentos são fatores mais decisivos do que o mero tamanho da companhia.

Modelo - Gratuito e online, o teste do Senai foi baseado em modelo desenvolvido pela Academia Nacional de Ciência e Engenharia, com sede na Alemanha. As empresas no estágio 1 planejam a produção por meio de métodos empíricos e a controlam por meio de pranchetas e papel. No nível 2, implementam métodos de manufatura enxuta e usam sensores para coletar informações em tempo real, conectando a produção a sistemas de gerenciamento.

Terceiro degrau - No terceiro degrau, quando se considera que a companhia está inserida de fato na rota rumo à indústria 4.0, a empresa utiliza tecnologias como computação em nuvem, big data e machine learning, que permitem aprender com o sistema produtivo, por meio da análise de seu histórico, tornando-se mais ágil a partir de análises e planos de ação. Nos estágios seguintes (4 e 5), é possível prever situações com sistemas de suporte a decisões, inteligência artificial e robótica colaborativa.

ABDI - A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), ligada ao governo, concorda com a percepção de que é preciso agir rapidamente. Além de oferecer um questionário com autoavaliação às empresas interessadas, que podem medir o nível de incorporação dos processos 4.0, vai ser lançada uma plataforma eletrônica com um catálogo de fornecedores de tecnologias e serviços.

Seleção - Recentemente, dez empresas ou consórcios foram selecionados pela ABDI para a implantação de "test beds". Trata-se de um ambiente de demonstração de tecnologias 4.0 em microáreas nas linhas de produção. A ideia é fazer testes localizados suas funcionalidades antes de investimentos mais pesados na incorporação definitiva dos processos fabris.

Aporte total - Cada projeto financiado custa R$ 300 mil, em um aporte total de R$ 3 milhões, e a agência se beneficia com o acesso completo ao impacto das ações. Assim, pode-se construir um banco de "melhores práticas" sobre o uso desses sistemas na indústria nacional e enriquecer políticas públicas. Uma condicionante imposta pela ABDI é o envolvimento de micro e pequenas empresas, e a capacitação de pelo menos 50 funcionários nesses processos.

Consórcio - Um consórcio de indústrias do parque tecnológico de São José dos Campos (SP), a Whirpool, a Escola Politécnica da USP e a Universidade Federal do Paraná estão entre as selecionadas - as instituições de ensino superior podem entrar como "laboratórios". "Pelo bem da produtividade e redução de custos, a indústria 4.0 precisa avançar no Brasil", afirma o presidente da ABDI, Guto Ferreira. Segundo estimativas da agência, a adoção de conceitos da quarta revolução industrial na matriz produtiva brasileira poderia gerar uma economia de R$ 73 bilhões ao ano, principalmente com redução dos custos de reparos e ganhos de eficiência. "A inovação deve ser pilar de desenvolvimento do Estado brasileiro."

Outras iniciativas - Outras iniciativas recentes da ABDI envolvem a aproximação de indústrias e startups para que haja uma espécie de "injeções de ar fresco" na cultura corporativa. Em uma companhia, houve redução de cerca de 240 mil e-mails com a automação do processo logístico e diminuição de 15% de erros humanos nos processos, em um ano e meio de projeto. (Valor Econômico)

FOTO: Pixabay

 


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