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CABECALHO

Informe Paraná Cooperativo - edição nº 4581 | 22 de Maio de 2019

FORMAÇÃO: Curso de atualização contábil e tributária será realizado em Cascavel e Curitiba

formacao 22 05 2019As mudanças mais recentes ocorridas na legislação relacionada ao ICMS, no Estado do Paraná, serão apresentadas no Curso Atualização Contábil e Tributária ICMS que o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) promove, nos dias 25 e 26 de junho, em Cascavel, no Oeste do Estado, e nos dias 23 e 24 de julho, em Curitiba, na capital. A formação é destinada a profissionais das áreas contábil, fiscal, tributária e de tecnologia da informação das cooperativas paranaenses.

Inscrições - As inscrições devem ser feitas pelos e-mails: esdras.silva@sistemaocepar.coop.br ou janaina.rosario@sistemaocepar.coop.br.

Instrutores - Em Cascavel, o curso terá como instrutora Letícia Maria Merlin Tullio e em Curitiba Graziela Cristina da Silva Borges Machado.

 

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FRÍSIA: Importância do feijão na cadeia produtiva dos Campos Gerais é discutida em Carambeí

frisia 22 05 2019A importância da produção de feijão em Carambeí e em toda região dos Campos Gerais do Paraná foi destacada durante as apresentações do evento “Do Campo à mesa: sustentabilidade na cadeia produtiva do feijão”, realizado pela Syngenta em parceria com a Frísia Cooperativa Agroindustrial e a Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), com o apoio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). As discussões ocorreram no Parque Histórico de Carambeí no último dia 20 de maio.

Sustentabilidade - O aspecto sustentável da produção do grão foi enfatizado pelo produtor e cooperado da Frísia, Geraldo Slob, que colheu uma média de 2.750 kg por hectare na última safra. “O feijão é fundamental para evitar pragas e doenças na lavoura. Fazemos duas safras por ano e tratamos essa cultura com muita atenção e carinho. É alimento, vai para a mesa das pessoas”, destacou ele ao comentar que sempre leva uma “panela de feijão recém-colhido para meus filhos”.

Importância - O diretor-presidente da Frísia, Renato Greidanus, abordou a visão do sistema cooperativo sobre a produção do feijão e sua importância para a verticalização da produção agrícola. “Não temos mais espaço horizontal para crescer, por isso precisamos criar alternativas para que o produtor seja sustentável na sua atividade e melhore ano a ano seu faturamento por hectare”, disse ele, destacando a necessidade da diversificação da produção entre os cooperados tanto pelos aspectos econômicos quanto ambientais. “Nosso negócio tem que permanecer para a novas gerações, e temos que atentar para como vamos entregar nossa propriedade para nossos sucessores”, completou.

Integração - Segundo o gerente de Marketing de Feijão, Trigo e Arroz da Syngenta, Marcelo Alves Souza, o objetivo do evento foi unir toda a cadeia do feijão, integrando indústria, iniciativa privada, governo e produtores, a fim de promover um debate que trouxesse a visão de todos os elos da produção. “Queremos disseminar boas práticas agrícolas com ênfase para a responsabilidade ambiental. Toda a sociedade ganha com um produto melhor”.

Paraná, maior produtor - O Paraná é o maior produtor brasileiro de feijão, com 686 mil toneladas produzidas no último ano, segundo dados da FAEP, chegando a fazer três safras por ano em alguns municípios. E os Campos Gerais é o maior produtor de feijão do Estado, tendo em Carambeí o epicentro de uma região formada por Castro, Irati, Tibagi, Palmeira, Prudentópolis e Ivaí, maiores produtores do Estado.

Potencial - O potencial de consumo do feijão é alto no Brasil, afirmou o economista da federação, Jeffrey Albers. “Hoje o brasileiro consome uma média de 15 kg per capita, mas achamos que o consumo pode aumentar pelo menos mais 5 kg por pessoa”, disse ele. Albers ressaltou que esse mercado é estável, sem grandes variações da produção. “Somos autossuficientes, não importamos nem exportamos”, afirmou ele.

Números - Feijão em números:

- Consumo nacional: 15 kg/habitante/ano

- Produção Brasil: 3 milhões de toneladas

- Produção Paraná: 686 mil toneladas

- Estado é maior produtor brasileiro, responsável por 23% da produção nos últimos dez anos

- Produzido em 328 municípios do Paraná

Sobre a Frísia Cooperativa Agroindustrial - Fundada em 1925, a Frísia é a cooperativa mais antiga do Paraná e segunda do Brasil. Localizada na região dos Campos Gerais, tem sua produção voltada ao leite, carne e grãos, principalmente, trigo, soja e milho. A cooperativa é resultado da união do trabalho de todos os cooperados e colaboradores; da diversificação da produção, englobando a produção leiteira, de grãos e de proteína animal; e da alta qualidade do que é feito e comercializado, com animais de excelente genética, rastreamento e investimento em tecnologia, infraestrutura e mão de obra. Os valores da cooperativa são Fidelidade, Responsabilidade, Intercooperação, Sustentabilidade, Integridade e Atitude (FRISIA).

Sobre a Syngenta - A Syngenta é uma empresa líder no segmento agrícola, que tem como ambição ajudar a nutrir o mundo e cuidar do planeta. Visamos melhorar a sustentabilidade, qualidade e segurança da agricultura por meio de ciência de ponta e soluções inovadoras para os cultivos. Nossas tecnologias permitem que milhões de agricultores em todo o mundo façam melhor uso dos recursos agrícolas disponíveis. Temos 28 mil funcionários em mais de 90 países trabalhando para transformar a forma como os cultivos são plantados e manejados. Por meio de parcerias, colaborações e o The Good Growth Plan, nosso Plano de Agricultura Sustentável, nos comprometemos a aumentar a produtividade nas fazendas, resgatar terras da degradação, promover a biodiversidade e revitalizar comunidades rurais. Para saber mais, acesse www.syngenta.com.br e www.portalsyngenta.com.br. Siga-nos no Facebook em facebook.com/SyngentaBrasil/, no Twitter® em @SyngentaBrasil e no Instagram em @SyngentaBrasil. (Imprensa Frísia)

 

COPACOL: Abertura do CPAgro tem a participação de 1,7 mil pessoas

Os cooperados e visitantes no primeiro dia do do CPAgro 2019, realizado pela Copacol no (Centro de Pesquisa Agrícola), em Cafelândia (PR), puderam acompanhar as tendências de mercado e as novas tecnologias voltadas para a agricultura, avicultura, suinocultura, bovinocultura de leite e piscicultura.

Palestra - Além das informações técnicas um dos principais atrativos do evento foi a palestra sobre a “Proteína animal: desafios e oportunidades”, ministrada pelo Francisco Turra, presidente da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), que destacou as oportunidades que o Brasil vai ter com a crise da peste suína que a China Atravessa.

China - “Os chineses são os maiores produtores de suínos com 50% do rebanho mundial e com a peste suína, eles tiveram que eliminar 30% da sua produção e vão tem que aumentar a importação de proteína animal para suprimir a demanda do país, grande oportunidade para o Brasil aumentar a comercialização de carnes para a China”, afirma Turra, que logo após a palestra realizou o plantio de uma muda de Ipê Amarelo para registrar a sua passagem pelo CPAgro.

Oportunidade única - O cooperado de Jesuítas, José Cavalini, aproveita o evento para se capacitar em buscar de aumentar o rendimento e a produtividade das suas atividades. “É uma oportunidade única de conhecermos as tendências de manejo e equipamentos, que influenciam diretamente nos resultados das nossas atividades”, ressalta o Cavalini.

Objetivo - Segundo o presidente da Copacol, Valter Pitol, o objetivo do CPAgro é oferecer informações e subsídios para que os cooperados possam evoluir dentro das suas atividades. “Temos que estar preparados e capacitados para sermos cada vez mais competitivos na produção de alimentos, principalmente agora neste cenário promissor que estamos visualizando com a demanda de proteína animal que a China vai necessitar para suprimir a sua demanda”, conclui o presidente Pitol.

Programação - Nesta quarta-feira (22/05), a programação iniciou às 8h30, com a abertura e às 9h, foi apresentada a palestra com Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Embaixador Especial da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação). Após a palestra principal, ocorreram outros encontros simultâneos nos estandes da cooperativa.

Quinta - Na quinta-feira (23/05), o evento começa às 8h30, com a recepção e inscrições dos visitantes, seguido da palestra com Carlos Hilsdorf, economista e especialista em gestão empresarial. (Imprensa Copacol)

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COPAGRIL: Seminário de Produtores de Leite ocorre nesta quarta e quinta

Tradicional evento anual voltado a difundir conceitos atualizados referentes à bovinocultura leiteira será realizado nesta semana: é o Seminário de Produtores de Leite Copagril. A mesma programação do evento será promovida no Paraná nesta quarta-feira (22/05) e no Mato Grosso do Sul, na quinta-feira (23/05). O primeiro será em Marechal Cândido Rondon, às 13h30 no Pavilhão de Eventos da Comunidade Católica, e o segundo também será no Pavilhão de Eventos da Comunidade Católica, desta vez em Itaquiraí.

Uma estrela - Neste ano, a Copagril proporcionará aos produtores assistirem à palestra do ex-secretário de Estado da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina, o consultor Airton Spies, que abordará o tema: “Perspectivas e desafios para transformar o leite em mais uma estrela do agronegócio brasileiro”.

Reconhecimento - Após a palestra, a cooperativa destacará os seus produtores que alcançaram os melhores índices de qualidade do leite, de acordo com a faixa de produção; e maior quantidade produzida (em volume).

Premiação - Em seguida, serão premiados os produtores que se sobressaíram no concurso de produção de silagem. (Imprensa Copagril)

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UNIMED LONDRINA: Mais de 250 livros infantis foram doados no Concerto para Crianças

Os lugares do Teatro Ouro Verde ficaram lotados de pessoas de todas as idades que prestigiaram a apresentação da VII Mostra de Música de Câmara – “Concertos Comemorativos”, na manhã do último domingo (19/05), em Londrina (PR). A apresentação estimulou o público a participar da Campanha de Doação de Livros da Unimed Londrina e 253 títulos infantis foram doados na ação. O resultado é considerado um sucesso pela equipe de Sustentabilidade da cooperativa médica.

ODS - A iniciativa vai ao encontro do 4º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, relacionado ao acesso de educação de qualidade. A ação, que beneficia bibliotecas de escolas municipais, é realizada há cinco anos pela Unimed Londrina. Neste ano, a iniciativa vai contribuir com o acervo da biblioteca da Escola Municipal Joaquim Pereira Mendes, que atende 400 crianças do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental.

Doações - A campanha da Unimed Londrina continua até o dia 28 de junho e as doações podem ser deixadas nas recepções dos prédios da Unimed. Os livros que não forem direcionados para o público infantil serão trocados em sebos por títulos adequados para a idade das crianças.

Locais - Confira os locais de doação: Pronto Atendimento - Rua Souza Naves, 1.333 / Clínica de Vacinas - Rua Souza Naves, 999 / Unimed Saúde - Avenida Santos Dumont, 860 / Sede Administrativa - Avenida Ayrton Senna, 1.065. (Imprensa Unimed Londrina)

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SICREDI UNIÃO PR/SP I: Com transmissão simultânea, cooperativa apresenta resultados do 1º trimestre

A Sicredi União PR/SP promoveu a reunião de apresentação de resultados do 1º trimestre na noite desta segunda-feira (20/05), em Maringá. Pela primeira vez o evento contou com transmissão ao vivo e simultânea para as cidades de Mogi Mirim, Londrina e Cianorte. Assim, foi possível reunir em conferência pouco mais de 560 pessoas, entre diretores, gerentes e assessores da superintendência, gerentes de agências, coordenadores de núcleos, conselheiros consultivos e colaboradores.

Apresentação - O presidente da Sicredi União PR/SP, Wellington Ferreira, fez a apresentação dos resultados do 1º trimestre. Antes, porém, anunciou que a obra da nova sede da cooperativa foi iniciada semana passada, em Maringá. A expectativa é que em 30 meses seja concluída. Em seguida, informou números atualizados do Sistema Sicredi, que já está com mais de 4,02 milhões de associados, 1.680 agências em 22 estados e Distrito Federal, R$ 60 bilhões em depósito total e R$ 99,4 bilhões em ativos totais.

Resultado positivo - Em relação à Sicredi União PR/SP, Ferreira ressaltou que até o fim de março foram contabilizados 204 mil associados, o que corresponde a 101% da meta para o período e crescimento de 17,4% nos últimos 12 meses. “Esse resultado é muito positivo e importante porque quanto maior o número de associados, mais forte e estruturada será a cooperativa. A nossa meta é chegar a 300 mil associados em 2020”, ressaltou ao destacar que até dezembro a cooperativa também prevê estar com 116 agências - até março eram 91.

Mais números - Neste primeiro trimestre, a Sicredi União PR/SP também atingiu R$ 4,29 bilhões em ativos totais, R$ 3,04 bilhões em captações, R$ 2,27 bilhões em operações de crédito e R$ 393 milhões em patrimônio líquido. Ferreira apresentou ainda os resultados entre 2017 e 2018 em share de mercado, sendo que em depósito totais a cooperativa atingiu 5,56%, ou seja, 25% de crescimento, já em operações de crédito atingiu 8,88%, aumento de 32%.

Crescimento contínuo - “Nos últimos anos, os números revelam que temos apresentado crescimento contínuo e sustentável, e nestes três primeiros meses não foi diferente. A maioria dos itens superam a meta para o período. Estamos muito felizes com os resultados e certos de que não somos mais um no mercado, já que nosso propósito é oferecer transformação e desenvolvimento”, reforçou Ferreira.

Expectativas - Para o coordenador de núcleo, Luiz Carlos Branco Flamengo, os dados atendem as expectativas, já que desde que se tornou associado da agência Maringá Velho, há seis anos, acompanha o crescimento progressivo da cooperativa. “O que me surpreende é que mesmo diante da situação econômica do país, a Sicredi União cresce. Isso mostra o quanto a cooperativa está solidificada e o quanto os associados confiam no cooperativismo”, comentou.

Novo formato - Já o coordenador de núcleo da agência de Bela Vista do Paraíso, Nilton Augusto Marques de Oliveira, destacou o novo formato de reunião. Isso porque além de não haver prejuízos na transmissão das informações, a distância para deslocamento é menor. “Antes, como coordenador em Bela Vista, eu acompanhava as reuniões em Maringá. Agora vim para Londrina, então são cerca de 160 quilômetros a menos. Temos que usar a tecnologia a nosso favor”, comemorou Oliveira.

Aprovação - O coordenador de núcleo da agência de Cambé, Valdenyr Bernardi, também aprovou o uso da tecnologia e acrescenta outro grande benefício das reuniões virtuais. “Reduz a quantidade de deslocamentos, favorecendo a segurança principalmente para os diretores que fazem tantas viagens”, observou.

Entrega de certificados - Ao final da reunião foi realizada a entrega de certificados para mais de 100 colaboradores voluntários do programa Na Ponta do Lápis, que concluíram o curso sobre ‘Educação Financeira’. O treinamento preparou a equipe para as ações da Semana da Educação Financeira, mas as oficinas que atendem a comunidade terão continuidade ao longo do ano.

Relevante - A assistente de Negócios da agência de Mandaguaçu, Letícia Locosqui, estava entre os colaboradores certificados. Ela decidiu se voluntariar por considerar relevante o propósito de democratizar o acesso a informações financeiras. “Boa parte dos brasileiros estão endividados por não administrar bem os seus recursos. A Sicredi União se posiciona como agente transformador, e não apenas como uma instituição financeira que oferece produtos e serviços. Por isso, me motivei a participar e é gratificante ensinar para que as pessoas consigam realizar sonhos”, enfatizou.

Compartilhamento - O gerente da agência Duque de Caxias, de Londrina, Rosiel Martins, fez a formação pela segunda vez porque, para ele, é uma satisfação compartilhar conhecimentos. Ano passado, ele ministrou palestra em uma cooperativa de recicladores de Ibiporã. “Senti que pude contribuir e também aprendi com eles. Exploramos o assunto e as perguntas vão surgindo. Percebi que muitas pessoas nunca tiveram oportunidade de aprender sobre educação financeira”. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

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SICREDI UNIÃO PR/SP II: Palestra sobre educação financeira é realizada em Londrina

Numa ação conjunta e colaborativa entre as agências Duque de Caxias e Tiradentes, de Londrina (PR), a Sicredi União PR/SP realizará palestra sobre educação financeira na sexta-feira, dia 24, no auditório do Sindicato das Escolas Particulares (Sinepe), localizado à rua Parigot de Souza, 80, sala 2, às 9h30. A ação é dirigida aos associados do Sinepe.

Estratégia - O tema será conduzido pelos colaboradores da cooperativa de crédito Aline Pittel, Diego Plassa, Rafaela Dutra, Ana Carolina Rodrigues e Bianca do Nascimento. A palestra faz parte das ações da Semana Nacional de Educação Financeira, uma iniciativa do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef) para promover a Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef), política pública lançada em 2010.

Cidadania - A finalidade desta política pública, cujas ações são desenvolvidas por várias entidades, é promover a educação financeira e previdenciária, contribuir para o fortalecimento da cidadania, a eficiência e solidez do sistema financeiro nacional e a tomada de decisões conscientes por parte dos consumidores. (Imprensa Sicredi União PR/SP)

SICOOB TRÊS FRONTEIRAS I: Reinaugurada agência em Medianeira

Presente no município desde 2012, o Sicoob Três Fronteiras reinaugura nesta quinta-feira (22/05) o ponto de atendimento de Medianeira (PR). A solenidade acontece a partir das 19h30, no novo endereço da agência na Rua Paraguai, 1270. O objetivo da mudança é oferecer um local maior e mais confortável para melhor atender os cooperados da cidade e da região.

Novo conceito - A agência traz em seu layout o novo conceito: uma instituição financeira que tem como propósito humanizar as relações financeiras desde o espaço físico até o costumeiro atendimento de excelência e produtos e serviços de qualidade com preços mais competitivos. (Imprensa Sicoob Unicoob)

SICOOB TRÊS FRONTEIRAS II: Assinado convênio para ofertar crédito a empreendedores de Itaipulândia

sicoob tres fronteiras 22 05 2019Empreendedores do município de Itaipulândia já podem se beneficiar do convênio entre a Sociedade de Garantia de Crédito do Oeste do Paraná (Garantioeste) e o Sicoob Três Fronteiras. Desde o último dia 13, os primeiros financiamentos começaram a ser liberados, junto a ACIAI (Associação Comercial e Empresarial de Itaipulândia).

Programa - O programa “Fortalece Itaipulândia”, lançado oficialmente no dia 29 de abril, consiste em um convênio entre a prefeitura, através da Secretaria de Indústria e Comércio, e a Garantioeste com o objetivo de ofertar um aporte financeiro de R$ 6 milhões, para alavancar o comércio local.

Análise de projetos - A Garantioeste será a responsável pela análise dos projetos e pedidos de financiamento pleiteados e o repasse será feito por instituições financeiras do município, uma delas o Sicoob Três Fronteiras. Os recursos serão destinados à empresários de pequeno porte para finalidades como a aquisição de novos equipamentos, reformas da estrutura, capital de giro, entre outros.

Demanda - Segundo a gerente do PA de Itaipulândia, Neiva Thiel, após o lançamento do programa, a demanda pelo crédito aumentou muito por parte dos empresários da ACIAI, isso porque pelo programa eles terão auxílio de até 90% do valor para o pagamento dos juros das operações que estiverem em dia. “Nós do Sicoob, aqui em Itaipulândia, estamos muito felizes e empenhados nesse processo que oferta mais facilidade aos empresários locais", afirma. (Imprensa Sicoob Unicoob)

 

SICOOB METROPOLITANO: Cooperados são homenageados por contribuição com os resultados

Em 2018, o Sicoob Metropolitano alcançou um marco histórico. A instituição registrou um crescimento de mais de 30%, alcançando o montante anual bruto de R$ 31,6 milhões, resultado compartilhado com seus cooperados.

Ações - Para marcar esse momento, a cooperativa está realizando uma série de ações com os associados para fortalecer o relacionamento e valorizar a contribuição deles no alcance desses números. Os cooperados com maior movimentação tiveram maior participação nos resultados e receberam de seus gerentes um troféu personalizado, simbolizando os 20 anos da cooperativa.

Cheques e carta - Além do troféu, aqueles que tiveram retorno acima de 10 mil reais, receberam também cheques simbólicos e uma carta de agradecimento enaltecendo sua participação no desenvolvimento do Sicoob Metropolitano.

Satisfação - Um dos sócio-fundadores da cooperativa, Ali Saadeddine Wardani, foi um dos presenteados com troféu e cheque simbólico. Ele expressa a satisfação em fazer parte do sistema. “A cooperativa representa muito para mim, pois sei que esses resultados vão ficar na nossa região, contribuindo para o desenvolvimento da nossa comunidade.”

Contato - Além das entregas, a equipe da cooperativa também está realizando ligações para os demais cooperados para falar sobre os resultados alcançados. Para a cooperativa, essas ações são uma forma de fortalecer o relacionamento com os cooperados, colocando em prática o propósito do sistema de humanizar as relações financeiras. (Imprensa Sicoob Unicoob)

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SICOOB COOESA: Caminhada da Saúde reuniu 150 pessoas em Belém

Como parte das comemorações pelos seus 25 anos, o Sicoob Cooesa promoveu, no último sábado (18/05), a Caminhada da Saúde, evento que reuniu dirigentes, colaboradores, cooperados e convidados no Parque Ambiental do Utinga, em Belém (PA).

Participantes - Ao todo, cerca de 150 pessoas participaram da programação de atividades físicas e de lazer, que teve início com um aulão de aquecimento e alongamento. Depois, o grupo partiu para uma caminhada por um percurso de aproximadamente 5 km.

Atividades - A Caminhada da Saúde também teve checagem de glicemia, aferição de pressão arterial, pesagem, cálculo de IMC e orientação nutricional realizados pelos acadêmicos dos cursos de Educação Física e Nutrição da Esamaz (Escola Superior da Amazônia).

Unidade móvel - Durante todo o evento, o Sicoob Móvel, veículo adaptado que funciona como agência itinerante da cooperativa, ficou à disposição dos participantes para esclarecimento de dúvidas e apresentação do portfólio de soluções financeiras oferecidas pela cooperativa. (Imprensa Sicoob Uniboob)

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COOPERATIVISMO: 100 mil empregos e laços fortes com o produtor

cooperativismo 22 05 2019Na contramão do Brasil – que continua com 13,4 milhões de desempregados mesmo com novo governo – as cooperativas continuam em ascensão na criação de postos de trabalho. Isso, claro, está diretamente ligado à disseminação das cooperativas, inclusive em pequenas cidades. Onde há oportunidade, nem que seja numa unidade modesta nos rincões do Paraná, existe espaço para o cooperativismo criar raízes com os produtores.

Salto - De acordo com a Ocepar, o salto entre 2008 e 2018 no quadro de funcionários das cooperativas foi de 51,8 mil para 101,2 mil empregos, crescimento de 95,3%. Pela primeira vez na série histórica, as cooperativas ultrapassaram a marca de 100 mil postos de trabalho. A evolução é constante – sem oscilação negativa – há onze anos.

Agro - De todo esse montante, o superintendente da Ocepar, Robson Mafioletti, relata que em torno de 80% são postos criados no agro. “Essa geração de emprego acaba sendo importante inclusive para os filhos de produtores, por exemplo, que podem aderir a essa política importante para a sustentação das famílias.”

Vínculos - No mesmo ritmo do aumento dos postos de trabalho nas cooperativas, também é nítido os vínculos criados entre os colaboradores e os produtores. Em Floresta (9ª no ranking de cooperados do agro com 82,9% do total de produtores), na unidade de negócios da Cocamar, isso fica muito claro. O local se tornou ponto de encontro dos cooperados, confiança que vai além dos negócios. “O relacionamento se torna familiar. Eles estão aqui todos os dias, tirando dúvidas de mercado, vendo preços, comprando insumos...”, explica o gerente de produção da unidade, Marcio Sartori.

Milho safrinha - Hoje, a unidade – que tem outras cooperativas concorrentes fortes próximas – detém 55% da participação do milho safrinha e 60% da soja do município. Foi a primeira unidade de negócios da cidade, instalada em meados de 1970. “Como somos a primeira cooperativa a chegar a Floresta, esse fator histórico também ajuda no relacionamento. Cada cooperativa cria sua estratégia, a nossa é um vínculo maior na assistência, no contato diário, reuniões técnicas e no dia a dia com o produtor. Temos que nos reinventar e trazer sempre um atendimento diferenciado”, complementa. (Folha de Londrina)

 

RAMO CRÉDITO: Cooperativas ocupam espaços deixados pelos bancos

À medida que os bancos fecham agências por todo o País, o cooperativismo de crédito vai ocupando os espaços deixados por eles. De 2013 a março deste ano, o número de agências bancárias caiu de 22.918 para 20.784, segundo o Banco Central. A redução é de 9,3%. Já os PAs (pontos de atendimento) das cooperativas aumentaram de 5.092 para 6.421, ou seja 26%, no mesmo período.

Participação - Apesar desse crescimento, a participação do cooperativismo no mercado financeiro ainda é muito pequena: 5,7% no caso dos depósitos e 4,2%, nos créditos oferecidos. As mais de 900 cooperativas desse ramo têm 10,5 milhões de associados, que mantêm aproximadamente R$ 148 bilhões em depósitos, de acordo com o FGCoop, fundo garantidor do SNCC (Sistema Nacional de Crédito Cooperativo).

Presencial - O diretor-presidente da FNCC (Federação Nacional das Cooperativas de Crédito), Wanderson de Oliveira, afirma que os bancos fecham agências apostando no atendimento digital, ao passo que as cooperativas também investem em tecnologia, mas sem deixar de lado o atendimento presencial, uma das características do ramo. “As pessoas ainda gostam de sentar para conversar com o gerente, tirar dúvidas, discutir um investimento”, alega. Segundo ele, até os mais jovens, que preferem os aplicativos, querem atendimento personalizado e presencial em determinadas situações. “Têm necessidade de um contato físico com o gerente e, nos bancos, isso está cada vez mais difícil.”

Mão-de-obra - Além de ocupar os espaços deixados pelos bancos, as cooperativas estão aproveitando parte da mão-deobra da qual eles estão abrindo mão. “Contratamos muitos dos funcionários demitidos. São profissionais com larga experiência e só precisam ser treinados para aprenderem como funciona uma cooperativa”, explica.

Funcionários - De acordo com a OCB (Organização das Cooperativas do Brasil), o ramo de crédito tinha 37.266 funcionários em 2007. Já, em 2017, eram 60.237 – um crescimento de 62%.

Bom exemplo - A expansão do Sicoob Ouro Verde é uma boa amostra do crescimento do cooperativismo de crédito no País. No início de 2018, segundo o presidente do conselho de administração, Rafael de Giovani Netto, a cooperativa tinha 23 PAs. No ano que vem, deverá contar com 40. Há dois anos, tinha 240 funcionários e, atualmente, dispõe de 300.

Plano - A singular Ouro Verde, que tem sede em Londrina, ganhou esse nome recentemente, depois da união do Sicoob Norte do Paraná com o Sicoob do Amapá, estado para o qual a cooperativa está se expandindo e onde já inaugurou dois pontos de atendimento: um na capital Macapá e outro na cidade de Santana. “O plano para os próximos anos é a inauguração de cinco novas agências no Amapá e pelo menos 17 no Estado de São Paulo”, afirma Neto.

São Paulo - Em São Paulo, a cooperativa está começando a atuar agora e ainda não conta com PA. “Estamos com os pés no Estado. Fomos autorizados pelo Banco Central a atuar em nove municípios, como Bauru, Marília, Ourinhos e a própria capital”, conta.

Aumento - Com R$ 16 milhões de resultado no ano passado, o Sicoob Ouro Verde teve aumento superior a 30% no patrimônio líquido e um crescimento de 18% nas operações de crédito. “Na carteira das pequenas empresas, os bancos recuaram 30% e as cooperativas cresceram 20% nos últimos anos”, justifica Netto.

Singulares - O Sicoob é uma das quatro confederações do SNCC. E tem o maior número de singulares, 466, incluindo a Ouro Verde.

Agências sem dinheiro - Segunda maior confederação do País, o Sicredi tem 116 singulares, sendo uma delas o Sicredi União PR/SP, cooperativa que pretende abrir três pontos de atendimento em Londrina neste ano. Mas não serão PAs tradicionais. A ideia é trazer para a cidade o conceito da Agência Smart implantado há um ano em Cafeara (100 km de Londrina).

Diferença - A diferença é que o local não movimenta dinheiro, com exceção de cheques que podem ser depositados pelos associados. Segundo o superintendente de Negócios da cooperativa, David Conchon, a primeira Smart londrinense, a ser inaugurada dia 21 de maio na Avenida Bandeirantes (em frente ao Hospital Evangélico), ainda será num modelo híbrido, “com um pouco de dinheiro para atender alguma necessidade do associado”, mas as outras duas (uma na Avenida Inglaterra e outra na Madre Leônia Milito), serão iguais às de Cafeara.

PA - A cooperativa também está projetando um PA para a Avenida Saul Elkind, na zona norte, mas ainda não tem prazo definido para implantá-lo. “Estamos num processo de expansão muito grande. Os bancos estão fechando suas agências e nós ocupamos esses espaços”, diz Conchon. De acordo com ele, esses pontos de atendimentos são mais viáveis economicamente porque o custo da movimentação do dinheiro físico é muito alto devido não só a questão logística como de segurança. “Oferecemos todos os demais serviços como concessão de empréstimos, crédito rural, crédito imobiliário, entrega de talões de cheque, consórcios, seguros e operações via internet com auxílio de funcionários a quem precisar”, explica.

Característica - Outra característica das agências Smart é que elas operam com poucos funcionários. “Trabalhamos com duas pessoas”, conta. Ele diz que são “gerentes de negócio” capacitados para atender os associados.

Expectativas superadas - Segundo o superintendente, a agência de Cafeara superou as expectativas. “Implantar esse modelo era um grande desafio para nós.” Ele afirma que a unidade tornou-se “case de sucesso apresentado dentro e fora do Brasil” por apresentar viabilidade econômica e segurança.

Máquinas - Cafeara tem apenas 2.900 habitantes e, para garantir que o PA tivesse sucesso, o Sicredi distribuiu 50 máquinas de cartão pelo comércio e entre os profissionais liberais da cidade. Os associados não têm custo de abertura e manutenção da conta, tampouco anuidades de cartões.

Dados nacionais - Em todo o País, a confederação Sicredi tinha ao final de março deste ano R$ 57,8 bilhões em crédito. Em dezembro de 2016, eram R$ 63 bilhões, ou seja, houve um crescimento de 58%. No mesmo período, o total de depósitos passou de R$ 40,3 bilhões para R$ 62,5 bilhões - aumento de 55%.

Crescimento - Também no mesmo período, o número de PAs cresceu 6%, de 1.521 para 1.600 e o de associados foi de 3,41 milhões pra 4,13 milhões (21%). (Folha de Londrina)

MERCADO EXTERNO: Ministra encerra missão à Ásia com perspectiva de abertura de mercado para Brasil

comercio externo 22 05 2019De 9 a 20 de maio, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) visitou quatro países da Ásia: Japão, China, Vietnã e Indonésia. Acompanhada de secretários, parlamentares e representantes do setor agropecuário, a ministra reuniu-se com autoridades dos países para debater a abertura de mercado para produtos brasileiros e ampliação da pauta de exportações.

Japão - Tereza Cristina reuniu-se com representantes da Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) e da Federação das Indústrias do Japão (Keidanren) e apresentou setores do agronegócio com potencial de investimento externo. A ministra e o ministro da Agricultura, Floresta e Pesca do Japão, Takamori Yoshikawa, acordaram a realização do Quarto Diálogo Brasil-Japão em agosto. O evento ocorrerá no Brasil.

Cafés especiais - A comitiva brasileira divulgou cafés especiais em uma conceituada cafeteria de Tóquio. Os mais de 100 convidados tiveram a oportunidade de degustar várias amostras de cafés com aromas diferenciados, como do cerrado mineiro.

Arroz - A ministra Tereza Cristina anunciou, em Niigata, que o Brasil passará a exportar arroz beneficiado para o México. Em contrapartida, o país importará o feijão mexicano. Na cidade japonesa, ela reuniu-se com o secretário da Agricultura e Desenvolvimento Rural do México, Victor M.Villalobos, para o anúncio.

Comunicado final - A ministra Tereza Cristina participou da Reunião de Líderes de Agricultura do Hemisfério Ocidental. No comunicado final, o grupo firmou a intenção de trabalhar em conjunto “em defesa da segurança alimentar global e do comércio agrícola, com base em princípios científicos e de análises de risco”.

China - A ministra iniciou os compromissos na China por Xangai, onde encontrou-se com investidores chineses, que prometeram aumentar os investimentos no Brasil. A missão também divulgou os cafés especiais brasileiros em uma cafeteira.

Investimentos - Os investidores mostraram interesse em investir em ferrovias, biotecnologia, suinocultura e infraestrutura. Tereza Cristina recebeu camiseta feita a partir de fibra de milho.

14 de maio - Com a peste suína africana na China, executivos do Rabobank disseram à ministra que há espaço para a importação de proteínas animais de todos os tipos, o que significa uma oportunidade para os exportadores brasileiros.

Estandes - A ministra inaugurou os estandes brasileiros na Sial China, maior feira de alimentos da Ásia. Os visitantes tiveram a oportunidade de degustar pão de queijo, açaí, cachaça, mel e carnes.

Florestas plantadas - Em Pequim, a ministra Tereza Cristina e empresários chineses e brasileiros do setor de florestas plantadas e celulose trataram da uniformização dos certificados fitossanitários para o comércio dos produtos. Tema será debatido em reunião do Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), em novembro deste ano no Brasil.

16 de maio - Tereza Cristina reuniu-se com o administrador-geral de Aduanas da China, Ni Yuefeng. Após o encontro, o Brasil tem expectativa de 78 frigoríficos receberem autorização para exportar ao mercado chinês. Equipe do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento irá encaminhar às autoridades chinesas informações finais sobre os estabelecimentos nos próximos dias.

Projetos - A China Agricultural University (CAU) e a Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, da Universidade de São Paulo, (Esalq/USP) se comprometeram a trabalhar em três projetos de pesquisa em agropecuária.

Vietnã - Na terceira etapa da missão à Ásia, a ministra Tereza Cristina reuniu-se com o primeiro-ministro do Vietnã, Nguyen Xuân Phúc. O primeiro-ministro ofereceu o Vietnã como porta de entrada para produtos brasileiros na Ásia. A ministra também debateu a venda de melão e bovinos vivos para os vietnamitas. A delegação brasileira participou das celebrações dos 30 anos das relações diplomáticas entre Brasil e Vietnã.

Indonésia - Na última etapa da missão à Ásia, a ministra esteve com Amran Sulaiman, ministro da Agricultura da Indonésia, para discutir a exportação de carne bovina. (Mapa)

 

ECONOMIA I: Concessão de subsídios pode ter divulgação anual

O Ministério da Economia será obrigado a divulgar, anualmente, demonstrativos de todos os benefícios concedidos na forma de subsídios. Estes dados serão utilizados para a elaboração de um novo sistema, que avaliará se estes benefícios estão cumprindo seus objetivos econômicos e sociais.

Proposta - É o que propõe o projeto 457/2018, aprovado por unanimidade nesta terça-feira (21/05) pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. De autoria do senador José Serra (PSDB-SP), a proposta foi aprovada em caráter terminativo e segue direto para a Câmara dos Deputados.

Publicação - Pelo texto, o Ministério da Economia publicará anualmente, até 1º de julho, na internet, demonstrativos sobre o impacto fiscal dos benefícios ou subsídios creditícios, bem como dos incentivos fiscais de natureza tributária, concedidos em operações de crédito realizadas no Sistema Financeiro Nacional; e os desembolsos e as inscrições em restos a pagar realizados por meio de benefícios ou subsídios financeiros.

Custo fiscal - A ideia é, segundo o autor, usar as informações para apurar custo fiscal explícito e implícito das operações por região, modalidade, programa de aplicação e setores da economia beneficiados. Esses créditos são concedidos a taxas de juros inferiores ao custo de emissão do Tesouro Nacional.

Dinheiro não lastreado - Também deverão ser abertos os dados de subsídios derivados de operações de crédito nas quais o dinheiro não é lastreado diretamente no Tesouro. É o caso, por exemplo, do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, que realiza financiamentos com base em recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). "O PLS não implica renúncia de receita ou aumento de despesa fiscal, mas propõe aumentar o controle e a transparência do resultado de operações creditícias que são realizadas no país com taxas de juros favorecidas. Busca-se propor uma avaliação dos custos e benefícios da política de crédito nacional que envolva subsídios e incentivos fiscais", apontou o relator, senador Oriovisto Guimarães (Pode-PR).

Parágrafo - Foi incluído parágrafo para evidenciar que o demonstrativo a ser publicado deverá explicitar os setores beneficiados pelo direcionamento dos recursos captados em diversos instrumentos financeiros incentivados como poupança e letras de crédito. (Valor Econômico)

ECONOMIA II: Fitch mantém nota de classificação de risco do Brasil

A agência de classificação de risco Fitch reafirmou nesta terça-feira (21/05) a nota BB-, três níveis abaixo do grau de investimento (selo de bom pagador), para o Brasil. A agência manteve a perspectiva estável para o país, indicando que a classificação não deve ser alterada nos próximos meses.

Fraquezas estruturais- Segundo a agência, a nota de classificação de risco do Brasil está limitada “pelas fraquezas estruturais nas finanças públicas e pelo alto endividamento do governo, pelas fracas perspectivas de crescimento, por um ambiente político difícil e por questões relacionadas à corrupção que pesaram na elaboração de políticas econômicas eficazes e dificultaram o progresso das reformas”.

Reforma - A Fitch acredita que a aprovação de uma reforma da Previdência “é necessária, mas não suficiente para melhorar significativamente as perspectivas de curto prazo para as finanças públicas e para cumprir o limite de gastos nos próximos anos”. A agência cita que, para complementar a reforma da Previdência, o governo propõe controle dos salários do setor público, mudança no cálculo de reajuste do salário mínimo e redução de subsídios.

Fragmentação - A agência diz ainda que a fragmentação no Congresso e a análise de que o novo governo “ainda não criou uma coalizão confiável, eficaz e durável para sua agenda de reformas” é um grande obstáculo para a aprovação de reformas, particularmente a da Previdência.

Aprovação - Para a Fitch, as chances de a reforma da Previdência ser aprovada parecem maiores do que antes das eleições, dado o nível de debate e o maior reconhecimento da classe política quanto à necessidade de tais reformas. Entretanto, a agência diz que os atrasos e a diluição da reforma são prováveis.

Qualidade - “A qualidade (e, portanto, a poupança) da reforma [da Previdência] dependerá da capacidade do governo de envolver e mobilizar apoio no Congresso. Os riscos idiossincráticos decorrentes de investigações relacionadas à corrupção podem pesar no progresso da reforma. Um completo fracasso no avanço da reforma não pode ser descartado”, destaca.

Previsão de crescimento - A previsão da Fitch para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, é 1,5% em 2019 e 2,5% em 2020, contra a estimativa anterior de 2,1% e 2,7%, respectivamente. (Agência Brasil)

ENERGIA ELÉTRICA I: Cenário 'emperra' mudanças no setor

energia eletrica I 22 05 2019Em meio a crises políticas e o foco da equipe econômica na reforma da Previdência, o setor elétrico vem perdendo terreno dentro das prioridades do governo, apesar dos esforços da equipe do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, de acordo com a avaliação do mercado de energia.

Agenda - Mesmo com a decisão do almirante de manter boa parte dos técnicos da pasta, o que foi considerado acertado por executivos e especialistas do setor, os três pontos mais aguardados da agenda de energia elétrica - a solução para o impasse relacionado ao risco hidrológico (GSF, na sigla em inglês), a capitalização da Eletrobras e a reforma do setor elétrico – estão sem previsão de solução no curto prazo e, muito provavelmente, ficarão para 2020.

Prioridade - Tida como a prioridade do ministro, a solução para o impasse do GSF, que gera uma inadimplência de R$ 7,1 bilhões no mercado de curto prazo, esbarra mais uma vez no Congresso. O novo capítulo da novela, que já dura seis anos, foi a inclusão no texto do projeto de lei 10.985/2018, sobre a repactuação do risco hidrológico, da criação do polêmico Fundo de Expansão dos Gasodutos de Transporte e Escoamento da Produção, o "Brasduto".

Legislação - "Apesar de ser uma matéria de consenso, e que o governo entende ser positiva, colocaram 'jabutis' na legislação, como essa questão do Brasduto. Isso é misturar os interesses, é querer pegar carona na solução de um problema. Acabou não solucionando a questão do GSF para fazer lobby para um grupo de interesses específicos", afirmou um executivo do setor elétrico, sob condição de anonimato.

Concordância - O presidente do Instituto Acende Brasil, Cláudio Sales, concorda com essa avaliação. "A inclusão de um projeto bastante controverso está atrapalhando", disse. Para ele, a solução para o impasse do GSF está na "na marca do pênalti". "Mas tudo depende do tratamento que o governo vai dar", completou.

Inadimplência - Na última liquidação do mercado de curto prazo da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), referente ao mês de março, dos R$ 9,6 bilhões contabilizados, a inadimplência chegou a R$ 7,7 bilhões, sendo R$ 7,12 bilhões referentes às liminares sobre o risco hidrológico. Para ter uma ideia, um credor comum da liquidação recebeu apenas 4% do valor a que tinha direito.

Solução específica - A solução específica para o impasse do GSF e que já tem consenso no governo e no mercado é a proposta de extensão do prazo de concessão de usinas hidrelétricas desde que seus respectivos donos abram mão das liminares que os protegem do pagamento das despesas do GSF. Caso aprovado e sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro, o projeto de lei prevê um prazo para que os agentes avaliem se vão aderir ou não à proposta. Por esse motivo, muitos no mercado já trabalham com o efeito prático da solução do GSF apenas em 2020.

Horizonte - É com esse mesmo horizonte que as empresas consideram a capitalização da Eletrobras e a reforma do marco legal do setor elétrico. Em relação ao plano de capitalização da companhia, o Valor apurou que o Ministério da Economia tem influência nas discussões.

Meta - A meta do ministro de Minas e Energia é divulgar ao mercado o novo modelo de capitalização ainda em junho. O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Júnior, tem sinalizado internamente que confia no avanço da iniciativa.

Neste ano - Tanto o executivo quanto o ministro Albuquerque acreditam na possibilidade de realizar a capitalização ainda neste ano. Nos bastidores, no entanto, esse cenário é dado como improvável. O próprio vice-presidente Hamilton Mourão indicou, em recente reunião com representantes sindicais ligados à Eletrobras, que o assunto deve ficar para 2020, após ampla discussão com sociedade e Congresso.

Bônus - Além da decisão da pasta de rever o plano anterior de capitalização da Eletrobras, definido ainda no governo Temer e que garantia a privatização da empresa, com um pagamento de bônus de R$ 12 bilhões à União referente à mudança no regime de concessão de um conjunto de hidrelétricas da companhia, outra ameaça à medida é a proposta alternativa do Ministério da Economia. O plano prevê fatiamento e venda em separado das grandes subsidiárias da estatal. Mas, com essa fórmula, não há garantia de mudança do regime regulatório das hidrelétricas.

Preocupação - Sobre a reforma do setor, a preocupação do mercado é com relação ao prazo para a sua implementação. Havia uma expectativa de que o Ministério de Minas e Energia desse continuidade ao trabalho que foi feito na chamada pública 33/2017, amplamente discutida com diversos segmentos do mercado. A pasta, no entanto, recuou e criou, em abril, um grupo de trabalho para "aprimorar propostas de modernização do setor elétrico". Apesar da disposição do governo em tratar do assunto, o grupo de trabalho terá um prazo até outubro. Considerando o trâmite normal do Congresso, é difícil imaginar a implementação de alguma medida ainda neste ano.

Avanço - Outros pontos da agenda avançam mais depressa. É o caso do plano de solução para atendimento energético à Roraima, único Estado isolado do Sistema Interligado Nacional (SIN). Além de realizar um leilão no fim deste mês para contratar energia para o Estado com edital inovador, o governo priorizou o licenciamento ambiental da linha de transmissão que ligará Boa Vista a Manaus, conectando Roraima ao SIN.

Inclusão - Também pode ser incluída no grupo das pautas que avançaram a solução para a retomada das obras da usina nuclear de Angra 3. Após receber contribuições de potenciais interessados, o governo prevê lançar no início do segundo semestre o edital da concorrência internacional e definir até o fim do ano o parceiro para a conclusão das obras. A expectativa é retomar a construção da terceira usina nuclear brasileira até 2021. A previsão é que Angra 3 inicie a operação em janeiro de 2026. (Valor Econômico)

 

ENERGIA ELÉTRICA II: Aneel atualiza valor das bandeiras tarifárias

energia eletrica II 22 05 2019A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aprovou, nesta terça-feira (21/05), uma resolução que estabelece as faixas de acionamento e os adicionais das bandeiras tarifárias com vigência em 2019. Segundo a agência, foi incorporado um avanço metodológico para a regra de acionamento que atualiza o perfil do risco hidrológico (GSF), o qual passa a refletir exclusivamente a distribuição uniforme da energia contratada nos meses do ano ("sazonalização flat"). "O efeito do GSF a ser percebido pelos consumidores retratará com maior precisão a produção da energia hidrelétrica e a conjuntura energética do sistema", informa.

Valores - A proposta aprovada altera o valor das bandeiras tarifárias a partir de 1º de junho. A bandeira amarela passa a R$ 1,50 (antes era R$ 1,00) a cada 100 (KWh), já a bandeira vermelha no patamar 1 custará R$ 4,00 (antes era R$ 3,00) a cada 100 (KWh), e no patamar 2, custará R$ 6,00 (antes era R$ 5,00) a cada 100 (KWh).

Déficit hídrico - A alteração foi especialmente motivada pelo déficit hídrico do ano passado, que reposicionou a escala de valores das bandeiras

Audiência pública - O tema passou por audiência pública que recebeu 56 contribuições das quais 36% foram acatadas integralmente e 2% parcialmente.

Custo real - A Aneel explica que o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. Esse custo, segundo a agência, é pago de imediato nas faturas de energia, o que desonera o consumidor do pagamento de juros da taxa Selic sobre o custo da energia nos processos tarifários de reajuste e revisão tarifária

Metodologia - Na metodologia das bandeiras tarifárias as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Definição - A definição da cor da bandeira continua a ser dada pela combinação entre risco hidrológico e PLDpreço de liquidação de diferenças). (Agência Estado)

 

ACORDO COMERCIAL: País vê negociação entre Mercosul e UE próxima do fim

acordo comercial 22 05 2019As negociações do acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, que se estendem há 20 anos, estariam "bem próximas do fim", segundo o secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys. "Há uma convergência maior entre ambos os lados", afirmou Guaranys, que participou nesta terça-feira (21/05) em Paris da reunião anual da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE).

Eleições - Guaranys ressalta, no entanto que as eleições europeias, que ocorrem nesta semana, podem atrapalhar a conclusão das discussões. Partidos nacionalistas poderão ganhar força no Parlamento do bloco. Sobre o ingresso do Brasil na OCDE, Guaranys disse que não há expectativa de avanços no pedido de adesão, durante a reunião ministerial da organização, apesar da promessa de apoio feita pelo presidente americano, Donald Trump, em encontro com Jair Bolsonaro em Washington. Argentina, Peru, Romênia, Bulgária e Croácia, além do Brasil, solicitaram o ingresso na entidade.

Cedo - O secretário-executivo da Fazenda também disse que ainda é cedo para saber os possíveis efeitos sobre a economia brasileira do acirramento das tensões comerciais, principalmente entre Estados Unidos e China.

Alerta - A OCDE, em seu estudo sobre previsões para a economia mundial, alertou sobre os riscos da guerra comercial para o crescimento global e afirmou ainda que isso pode trazer problemas ao Brasil, já que China e Estados Unidos são os dois principais parceiros comerciais do país. "É um problema que terá efeitos para todo mundo. Não estamos nessa briga, mas temos de negociar com os dois lados", disse Guaranys, acrescentando que o objetivo do governo é fazer uma abertura gradual do mercado brasileiro, conforme as empresas obtiverem maiores ganhos de produtividade.

Previdência - Em relação à reforma da Previdência, Guaranys minimizou as dificuldades políticas para que o texto avance no Congresso e reiterou que a proposta poderá ser aprovada ainda neste primeiro semestre. "É um começo de governo. A forma de negociar está sendo desenhada ainda. Os atores estão se ajustando. Isso faz parte do processo. Estamos em uma forma de negociar diferente do que foi feito até aqui."

Efeitos - Segundo ele, a meta é aprovar a reforma da Previdência até junho, mas se isso ocorrer no segundo semestre não mudaria nada nos efeitos em relação à economia. "Que diferença isso faz? (Valor Econômico)

Foto: CCM-ULA

 


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